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[ESPECIAL 2017] Os 10 concertos do ano em destaque

Tal como anunciámos AQUI, apresentamos nestes primeiros dias do ano uma série de artigos especiais como balanço do ano de 2017. Nelson Costa destaca os 10 Concertos do Ano, de vários estilos musicais e em diferentes localidades do país. 

A equipa do ESCPORTUGAL esteve presente em 50 concertos e espetáculos de artistas nacionais, trazendo para os nossos leitores, através da rubrica AO VIVO, as emoções dos concertos em palavras, imagens e vídeos. Não nos limitámos, como site nacional que somos, a Lisboa e arredores; estivemos em localidades tão diversas como Águeda, Alcobaça, Angra do Heroísmo, Batalha, Braga, Cantanhede, Cartaxo, Cascais, Coimbra, Crato, Espinho, Estarreja, Fafe, Figueira da Foz, Guimarães, Ílhavo, Lisboa, Matosinhos, Monforte, Ovar, Pombal, Ponte de Lima, Porto, Santa Maria da Feira, Setúbal, Viana do Castelo, Vila Nova de Gaia e Viseu. Neste artigo, vamos distinguir os 10 concertos do Ano, uma escolha difícil dada a quantidade e qualidade das propostas ao vivo.


Luísa Sobral em Coimbra 

Luísa Sobral deu um concerto em Coimbra, o primeiro após a aventura do Festival Eurovisão da Canção. A cantora trouxe na bagagem as canções do seu último álbum, bem como algumas recordações de trabalhos passados e algumas surpresas. O ESCPORTUGAL esteve no Convento de São Francisco, tal como pode recordar AQUI. Todos sabíamos que o âmago deste concerto de Luísa Sobral teria por base “Amar pelos dois”, a canção que escreveu e compôs para o seu irmão Salvador Sobral e que conquistou os corações dos europeus e australianos poucos dias antes. Mas logo quando ouvimos os primeiros segundos de “Learn how to love”, tema do seu último álbum e que abriu este concerto, o público esqueceu por momentos o tema vencedor da Eurovisão e concentrou-se nas canções que fazem da carreira de Luísa Sobral uma história de sucesso a caminho de uma década.



Virgem Suta no Porto 

Os Virgem Suta regressaram ao Porto, terra-Natal de Nuno Figueiredo, compositor e um dos membros da banda. E fizeram-no com a sala lotada de gente de todas as idades, mostrando que o talento é algo que lhes é inerente e que a música lhes corre nas veias. Em palco apresentaram o seu novo formato, juntando as canções que integram os seus primeiros três discos. Em destaque estiveram também alguns dos temas de “Limbo”, o mais recente disco da banda, bem como a canção com a qual haviam participado semanas antes no Festival da Canção “Geste Bestial”. Recorde o nosso artigo AQUI.



Dulce Pontes em Viana do Castelo 

Perante um auditório ao ar livre lotado, Dulce Pontes voltou a provar a força e a qualidade do seu trabalho, aclamado nos quatro cantos do mundo e também em Portugal. O ESCPORTUGAL esteve em Viana do Castelo e viveu momentos extraordinários como pode recordar AQUI. Em palco, Dulce Pontes foi diva. Fazendo-se valer de uma naturalidade genuína e de um reportório de luxo, demonstrou, uma vez mais, ser uma artista completa, aberta tanto à música tradicional portuguesa como às influências internacionais. A cada projeto, Dulce revela mais criatividade e maturidade. Realmente, a Praça da Liberdade em Viana do Castelo foi pequena para tanto talento!



Salvador Sobral em Ílhavo 

No dia 10 de junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, Salvador Sobral surpreendeu a lotada Casa da Cultura de Ílhavo, menos um mês depois de ganhar a Eurovisão. Durante uma hora e meia, Salvador Sobral apresentou alguns dos temas do seu álbum “Excuse me” que, recorde-se, atingiu o n.º 1 do top oficial de vendas de Portugal. Cantou, por isso, o género que mais gosta: jazz. Salvador não só interpretou os temas como só ele sabe, como fez de tudo com a voz e tudo o que quis: improvisou, pôs o público a cantar consigo, contou algumas piadas, ironizou com as consequências da fama súbita e, sobretudo, deliciou o público com a canção “Amar pelos dois”, que conquistou os corações dos europeus. Recorde o nosso artigo AQUI.



Paulo de Carvalho em Viseu 

Senhor de uma voz poderosa de timbre bem definido, Paulo de Carvalho é um dos artistas que o público, de todas as idades, mais admira e acarinha. O ESCPORTUGAL esteve em Viseu, como pode recordar AQUI, num concerto onde vimos desfilar algumas das canções que fazem parte da história da música portuguesa. Aclamado pela multidão mal subiu a palco, Paulo de Carvalho conseguiu aumentar ainda mais o êxtase do público com uma atuação irrepreensível. Acompanhado por uma banda de oito músicos e três vozes de apoio, o artista mostrou-se “muito feliz” e explicou que as músicas escolhidas faziam “sentido serem cantadas porque vocês as conhecem e as viveram”.



Rita Redshoes em Estarreja 

Cantora, compositora, multi-instrumentista e letrista, Rita Redshoes apresentou ao vivo o seu 4.º álbum de originais “Her”. O ESCPORTUGAL esteve em Estarreja, como pode recordar AQUI. Rita apresentou-se com um quarteto de cordas, com dois violinos, viola e violoncelo, e dois outros músicos no baixo e na bateria. Com esta formação, ouvimos as canções de “Her”, bem como temas dos álbuns anteriores com novos arranjos. Podemos concluir que, se dúvidas houvesse, a veia do feminismo salta à vista, ao mesmo tempo que a música amadureceu. “Foi um dos concertos mais divertidos da digressão”, disse aquando da assinatura de autógrafos no foyer do teatro logo após o fecho do concerto.



Diogo Piçarra no Coliseu do Porto 

Foi com “Dois”, um dos temas do álbum “do=s”, que Diogo Piçarra abriu o concerto no Coliseu do Porto, o primeiro que o artista protagonizou a solo na maior e mais icónica sala da cidade invicta e o primeiro das duas noites nos coliseus do Porto e Lisboa. O ESCPORTUGAL registou o momento AQUI. Diogo Piçarra é um dos mais talentosos intérpretes da sua geração e no Coliseu não deixou créditos por mãos alheias e por várias vezes colocou o público a cantar, a gritar e até a fazer coreografias “iluminadas” dando um colorido especial ao espaço. Foi, de facto, o apogeu dos concertos de apresentação do seu álbum lançado em março de 2017 e que alcançou o n.º 1 do top dos álbuns mais vendidos em Portugal e a marca de disco de ouro.



Ana Lains na Casa da Música 

Os espetáculos da apresentação oficial do novo álbum de Ana Laíns tiveram lugar em Lisboa, Porto e Figueira da Foz. O ESCPORTUGAL viajou pelo “Portugalis” com Ana Laíns na Casa da Música como pode recordar AQUI. Alheio a rótulos, regras e conotações, “Portucalis” é um disco transversal, que viaja por todo o vasto universo de cores da música, etnografia e língua portuguesas. E foi assim que ouvimos o galaico-português e o mirandês, passando pelo português atual, do fado à música de cariz tradicional das Beiras e Trás-os-Montes, passando, paralelamente, pelas influências dos diferentes géneros que foram a sua escola no seu início de carreira (jazz, bossa nova, músicas do mundo ocidental e oriental). Mafalda Arnauth foi convidada especial.



João Afonso em Ponte de Lima 

O cantautor João Afonso celebrou, no palco do Teatro Diogo Bernardes, "20 anos de Missangas", numa recordação em jeito de festa do seu primeiro disco que marcou a música portuguesa e, com o qual, afirmou a sua criatividade a par do legado musical do seu tio José Afonso. O ESCPORTUGAL esteve em Ponte de Lima, como pode recordar AQUI, onde também conversou com o músico a propósito do convite para participar no Festival da Canção 2018. “Confesso que estou emocionado por estar na terra da minha avó”, afirmou João Afonso quando entrou em palco, palavras que mereceram como resposta uma enorme salva de palmas. Na plateia lotada do belíssimo teatro de Ponte de Lima, estavam presentes alguns familiares do cantautor, o que tornou este concerto ainda mais especial.



Raquel Guerra no Crato 

Designado por muitos como "a canção nacional", o Fado esteve, durante muitos anos, fora das escolhas dos festivais de Verão. A tendência foi mudada pelo Festival do Crato há uns anos e, como não podia deixar de ser, o Fado voltou a ouvir-se naquela vila alentejana, numa fresca noite de Agosto. Raquel Guerra teve a responsabilidade de abrir as hostilidades do segundo dia oficial do Festival (mas que corresponde ao quarto dia de concertos) e não deixou a responsabilidade em mãos alheias. No artigo do ESCPORTUGAL, que pode recordar AQUI, registamos um pequeno fragmento em vídeo, sendo notório o timbre forte da cantora.



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Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: ESCPORTUGAL

[ESPECIAL 2017] O teatro em destaque

Tal como anunciámos AQUI, apresentamos nestes primeiros dias do ano uma série de artigos especiais como balanço do ano de 2017. Hoje, damos destaque ao Teatro. Salas encheram para ver o teatro que contou com os nossos artistas em grande plano. Nelson Costa destaca os 5 espetaculos que merecem nota máxima em 2017. 


Simone: O Musical 

Neste musical em forma de drama, Simone partilha as suas memórias, as lutas e as vitórias ao longo de toda uma vida. Simone de Oliveira é sinónimo de força, autenticidade e muita coragem para enfrentar tudo aquilo que a vida lhe oferece, tanto de bom como de mau. Fez-se ouvir numa sociedade onde as mulheres não tinham voz e foi por duas vezes a “voz de Portugal” na Europa. Um timbre de voz inconfundível, uma personalidade forte, sempre rebelde e lutadora. Simone: O Musical foi escrito por Tiago Torres da Silva e teve direção musical de Renato Júnior, dupla que levou Simone de Oliveira de volta ao Festival da Canção em 2015. O espetáculo retrata diversos momentos da longa carreira e vida de Simone. O ESCPORTUGAL assistiu a este musical em Lisboa (AQUI) e no Porto (AQUI), musical este que merece nota máxima considerando o argumento e as interpretações de excelência de Maria João Abreu, José Raposo, Sissi Martins, Ruben Madureira, FF, Marta Andrino, Pedro Pernas, Soraia Tavares e Salvador Nery. Em 2018, o musical está em digressão pelo país.




A Volta ao Mundo em 80 Minutos

Após êxitos como ‘Fado, História de um Povo’, ‘O Melhor de La Féria’,  ’A Noite das Mil Estrelas’ e ‘O Musical da Minha Vida’, a cortina do Salão Preto e Prata do Casino Estoril voltou a abrir para receber Filipe La Féria e a sua nova grande produção – A Volta ao Mundo em 80 Minutos. Pegando no clássico de Júlio Verne, que escreveu “A Volta ao Mundo em 80 Dias”, João Baião leva-nos a viajar por um período de tempo mais curto, 80 minutos. Aqui, o conhecido apresentador oferece-nos a energia que tão bem o caracteriza, canta, dança, representa, sendo o fio condutor das múltiplas histórias deste musical e dos muitos atores, cantores e bailarinos que sobem ao palco. Filipe La Féria já nos ofereceu dezenas de peças diferentes, mas consegue sempre algo de novo e surpreendente. Para além de João Baião, esta grande produção (que, curiosamente, foi escolhida pela SIC para programa de réveillon) conta com as participações de Dora, Catarina Pereira, Ricardo Soler, Paula Sá, entre outros. O ESCPORTUGAL esteve no Coliseu do Estoril (AQUI) e, neste momento, a peça pode ser vista no Teatro Politeama, em Lisboa. 




Musical Amália 

Em 1998, Amália Rodrigues expressou o desejo de ver a sua vida transformada num musical. Em 1999 Portugal vê falecer a grande artista 'cuja voz cabiam todos os poetas'. Pouco tempo depois, Filipe La Féria concretiza o desejo de Amália. Estreada em 1999 no Casino do Funchal, na Madeira, "Amália - O Musical" teve seis anos em cena, registando mais de três milhões de espectadores repartidos por 1375 representações em inúmeras salas, como o Teatro Politeama, o São Luiz, o Coliseu do Porto, o Auditório do Casino Estoril e o Zenith, em Paris. O musical tornou-se no maior sucesso de sempre dentro do género feito em Portugal que, só em Paris, teve mais de cinquenta mil espectadores. O Musical Amália voltou a estar em cena no início de 2017. Com algumas adaptações e um elenco renovado, a nova versão contou com Alexandra, Anabela e Liana como protagonistas, à frente de um elenco com cinco dezenas de atores, cantores, bailarinos e músicos. O ESCPORTUGAL esteve no Teatro Politeama (AQUI).



Ol(h)á Florbela 

O teatro de revista merece um carinho especial por parte da equipa do ESCPORTUGAL. Em 2017 merece nota máxima a revista Ol(h)á Florbela, um espetáculo repleto de humor, de sátira social, de elegância e de boa disposição. O espectáculo esteve em digressão em todo o país, tendo o ESCPORTUGAL assistido à estreia no Porto (AQUI). Tal como é característica do teatro de revista, assistimos à sátira de alguns momentos do nosso quotidiano e a vários momentos muito bem interpretados, destacando-se uma balada, homenageando os emigrantes, interpretada com emoção por Marisa Carvalho, e dois fados escritos por Flávio Gil interpretados por Vera Mónica. Esta revista teve o condão de voltar a trazer para as luzes da ribalta a atriz Florbela Queirós, que desta forma comemorou no ativo os seus 60 anos de carreira. 




Quem tem medo de Virginia Woolf? 

Alexandra Lencastre e Diogo Infante são Martha e George nesta versão de um dos maiores clássicos contemporâneos da dramaturgia norte-americana, assinado por Edward Albee. Trata-se de um dos thrillers psicológicos mais famosos de sempre, alvo de múltiplas versões e adaptações, a mais célebre protagonizada nos anos 60 por Elizabeth Taylor e Richard Burton, também no cinema onde foi vencedor de cinco Óscares, entre os quais o de melhor atriz. A peça mantém-se, contudo, intemporal até aos dias de hoje. O ESCPORTUGAL esteve na estreia de Quem tem medo de Virginia Woolf?no Teatro Nacional de São João (AQUI). E pudemos comprovar que esta é uma das raras ocasiões onde a interpretação, o desempenho e a produção combinam em palco perfeitamente. 




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[ESPECIAL 2017] Os 10 discos nacionais do ano

Foram muitos e bons os novos discos apresentados por artistas nacionais. Temos dado conta de alguns desses lançamentos através da “Zona de Discos” e de outras rubricas do site e hoje apresentamos 10 dos discos que achamos merecedores de serem incluídos no balanço discográfico nacional de 2017. 

Os discos aqui apresentados pertencem a artistas portugueses que já participaram no Festival da Canção e/ou Concurso Eurovisão da Canção enquanto intérpretes, independentemente de ter sido com os projetos atuais ou formações musicais passadas. Discos ao vivo, compilações com gravações originais e intérpretes que participaram no Festival da Canção apenas como letristas e/ou compositores não foram contemplados. O responsável por esta seleção foi Carlos Carvalho.


Lâmina “Lilith” 
Rock com uma boa dose de psicadelismo, stoner, doom, são ramificações musicais que estão ainda muito ausentes do universo eurovisivo e mesmo do Festival da Canção. Daí não seja de admirar que “Lilith” dos Lâmina tivesse passado despercebido das redações eurovisivas. Num cenário ideal, o Festival da Canção devia também abraçar o underground. Quem sabe um dia. Os Lâmina são constituídos por Vasco Duarte (Homens da Luta e Kalashikov) na guitarra e na voz, Sérgio Pratas da Costa na guitarra, Katari na bateria e Filipe Fonseca no baixo. Merece o #1 neste balanço do ano, não apenas por ser diferente, mas sobretudo por ser muito bom. Para ouvir bem alto!




Kika Cardoso “Kika Cardoso” 
O único programa de talentos que acompanhei foi apenas a Operación Triunfo 1 (2001-2002), por isso, até fevereiro de 2017, o nome Kika Cardoso era-me completamente desconhecido. Conhecê-la através dos Viva la Diva foi um péssimo cartão-de-visita. “Nova Glória” nada mais foi do que um desastroso estereótipo eurovisivo, acabando por me alhear por completo do álbum estreia de Kika Cardoso, isso até ao primeiro fim-de-semana de 2018… Grande álbum! Pop soul do melhor que ouvimos nos últimos anos! Voz soberba num conjunto de canções que combina qualidade e potencial comercial. Merece ser reconhecido como dos melhores álbuns nacionais de 2017! 



Alexander Search “Alexander Search” 
A histórica vitória de Salvador Sobral acarretou uma série de boas consequências e uma delas foi retirar um dos melhores projetos discográficos nacionais do total anonimato. Falamos do álbum “Alexander Search”, um disco indie / rock electrónico baseado no heterónimo de Fernando Pessoa, Alexander Search. Um disco carregado de alter-egos, com uma musicalidade aprimorada e cuidada. A voz de Salvador Sobral, ou melhor, a voz de Benjamin Cymbra, é um elemento a destacar, mas a mestria estende-se aos músicos, nomeadamente a Júlio Resende, ou melhor, a Augustus Search. Ler a crítica a “Alexander Search” AQUI

     


Sara Tavares “Fitxadu” 
Um dos regressos nacionais mais esperados de 2017 foi o novo álbum da menina que outrora recusou o sucesso fácil da pop. Ao longo dos anos, a afro-pop-soul tornou-se a sua imagem sónica e é o desenvolvimento desse cunho pessoal que testemunhamos em “Fitxadu”, um álbum que abre espaço a inúmeras participações, lançando também convite a uma presença mais notada da electrónica. O álbum está há nove semanas no top 20 dos discos mais vendidos em Portugal, chegando a alcançar o #2. Ler a crítica a “Fitxadu” AQUI

    


Luciana Abreu “Luciana Abreu” 
Só pelo simples facto de se tratar da Luciana Abreu e por estarmos perante um álbum com a chancela da Vidisco, estão reunidas as condições para as críticas destrutivas dos pseudo-experts em música. “Luciana Abreu” é um disco comercial, com vários potenciais singles, tentando aproveitar a boleia da grande exposição que a música latina e ritmos quentes estão a receber a nível mundial. “Luciana Abreu” esteve durante 7 semanas no top 50 dos discos mais vendidos em Portugal, sendo o #21 a melhor posição. Ler a crítica a "Luciana Abreu" AQUI 



Dulce Pontes "Peregrinação"
Talvez a escolha de “Nevoeiro” como primeiro tema promocional de “Peregrinação” tenha dificultado o interesse pelo tão esperado novo álbum de Dulce Pontes. Será certamente um daqueles casos em que a escolha errada para um primeiro single põe em causa um grande álbum. Esperamos que não venha a ser este a ser o caso. “Peregrinação” mostra-nos Dulce Pontes na sua artística singularidade, num álbum recheado de belos momentos, desde “Meu amor sem aranjuez”, a “Bailados do Minho”. Dulce Pontes foi e é a melhor voz de Portugal. 



Ágata “Preto no Branco” 
Muito antes de ser Ágata, tentou chegar ao palco da Eurovisão e nos anos 90 tornou-se num dos maiores ícones da música em Portugal, apesar das constantes críticas ao estilo musical que apresentava. Gostos à parte, “Preto no Branco”, com Ricardo Landum no comando técnico, apresenta o mais forte conjunto canções de Ágata desde a época de “Escrito no Céu” (1997). “Tá bonito”, “Livro de Reclamações” e “Nem morta” foram, até ao momento, os temas promovidos. Ler crítica a “Preto no Branco” AQUI

    


Marco Rodrigues “Copo meio cheio” 
Podíamos rechear este pequeno resumo com clichés promocionais tais como, “o melhor álbum de Marco Rodrigues”, ou “clássico instantâneo”, mas a verdade é que ou ouvir “Copo meio cheio” apetece-nos utilizar alguns desses clichés porque foi efetivamente a sensação que nos deixou. Um disco que, à semelhança de outros exemplos atuais, casa o fado com atuais nomes da música portuguesa de áreas alheias. “Copo meio cheio” é o primeiro top 10 de Marco Rodrigues na tabela dos discos mais vendidos em Portugal (#8), ficando mais 5 semanas no top 50. 



LOQ “Capitão Jangada” 
Apresentam-se como um projeto de indie rock e electro world music, chamam-se LOQ e são a nova proposta musical de Daniela Varela e Jorge Manuel Marques (ambos Flor-de-Lis). “Capitão Jangada” é música pelo único prazer da música, pelo prazer da experimentação instrumental e pelo amor da linguagem musical portuguesa, mas dando-lhe um toque universal. Se estivéssemos na Estónia, seria algo que teria lugar no Eesti Laul. 


Paulo de Carvalho “Duetos” 
Foi o disco com o qual iniciámos a “Zona de Discos”, dando-lhe nota máxima. É difícil encontrar palavras para criticar “Duetos” porque mais do que novas canções, o que Paulo de Carvalho apresenta neste disco é uma nova abordagem a capítulos musicais que são seus, mas que há muito extravasaram essa relação e passaram a ser também capítulos da moderna história da música portuguesa. Composições de sempre, com novos arranjos, com novas vozes. É um disco intemporal para ser descoberto. Foi #1 na tabela de vendas e está há 29 semanas no top 50. Ler crítica a “Duetos” AQUI



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[ESPECIAL 2017] Os 10 discos internacionais do ano

Foram muitos e bons os novos discos apresentados por artistas eurovisivos e/ou por nomes que já tentaram chegar ao palco europeu através das diversas seleções nacionais. Temos dado conta de muitos desses lançamentos através da “Zona de Discos” e hoje apresentamos 10 dos discos que achamos merecedores de serem incluídos no balanço discográfico internacional de 2017.

Os critérios para tais escolhas foram variados: análises apresentadas na “Zona de discos”, sucesso comercial, escutas aconselhadas e contexto de lançamento. A escolha tentou ainda ser diversificada em termos de género musical, heterogeneidade geográfica e pluralidade temporal com que os artistas se apresentaram a concurso. O responsável por esta seleção foi Carlos Carvalho.


Dismissed “Heads Held High”
Inspirados por David Bowie e protegidos por Ola Salo (The Ark), os Dismissed candidatam-se ao rock da primeira divisão a nível mundial. “Heads Held Allign” é mais agressivo e pesado do que o tema com o qual se candidataram à Eurovisão, o que deixa o futuro sónico da banda em aberto. Rock / pop-rock, atitude alternativa e convicção indie num dos melhores álbuns do ano. Os Dismissed não vão participar no Melodifestivalen…. ainda bem! Ler crítica a “Heads Held High” AQUI .





Anna Maria Jopek & Gonzalo Rubalcaba ‎”Minione”
Não faz parte das minhas escutas diárias, mas é um disco indispensável para os recentes experts da Eurovisão que agora gostam de acreditar que Salvador Sobral foi o primeiro artista de qualidade a pisar o palco da Eurovisão. Anna Maria Jopek representou a Polónia na Eurovisão há 20 anos e, desde então, tem feito uma carreira ímpar no circuito internacional do jazz. “Minione” foi #1 no top polaco e está certificado com dupla platina. Anna esteve recentemente em destaque na nossa RTP2.



Loreen “Ride”
Longe do impacto mediático e do sucesso numérico do primeiro álbum (“Heal”, 2012), Loreen apresentou-nos um álbum que se candidata a um rápido esquecimento ou, de modo paulatino, ao longo dos anos, a ser um disco verdadeiramente amado e reconhecido. Esperamos que o destino de “Ride” seja a segunda hipótese. Num primeiro contacto, penso que será aconselhável a fãs de London Grammar, The XX, ou até mesmo Lana del Rey. Ler crítica a “Ride” AQUI .




LOBODA “H2LO” 
Depois de uma série de singles de sucesso, Svetlana Loboda lançou finalmente um novo álbum. Para mim, é o disco pop do ano. “Menos é mais” não é, definitivamente, a máxima de LOBODA, mas todos os excessos sugerem uma desenvolvida e aprofundada visão do imaginário pop, ultrapassando os limites que, até há alguns anos atrás, eram facilmente censurados pela (então) importante MTV. “H2LO” apresenta vários vídeos, filmados entre a Turquia e… Portugal (!).  Ler crítica a “H2LO” AQUI .




Regina “U Srcu” 
As bandas rock nunca foram verdadeiramente apreciadas pelos euro fãs e os Regina comprovam-no. “U Scru” é o primeiro álbum depois da morte de Denis Čabrić e também o primeiro no qual o som folk pop / folk pop-rock assume o papel principal. Davor Ebner está fisicamente diferente mas a voz permanece inconfundível. “U Scru” é distinto dos álbuns anteriores mas esperamos que sirva de aperitivo para a descoberta das obras passadas. 



Francesco Gabbani “Magellano” 
Embora perceba o fascínio popular por “Occidentali's Karma”, tal tema nunca suscitou em mim grandes emoções e nem no meu top 20 da eurovisão 2017 estava (e continua a não estar). No entanto, o álbum “Megellano” surpreende pelo forte conjunto de canções e pelo potencial que tem em ajudar a tornar novamente a música italiana grande (tal como na última invasão musical dos anos 90). “Magellano” já atingiu a marca de platina na Itália. Ler crítica a “Magellano” AQUI .



Dihaj “T.E.O.S.” 
Foi dos álbuns mais bem cotados na rubrica “Zona de Discos” do ESC Portugal e, passado meio ano, continua a despoletar a sensação de um magnífico disco no qual o único senão é o facto de não incluir “Skeletons”. Produção electro-indie de excelência, onde a chill out music parece ser o principal motor. "Complain" é o tema mais popular de “T.E.O.S.”, mas há outras pérolas, tais como “Lynch”. Disco perfeito para um final de tarde introspetivo. Ler crítica a “T.E.O.S.” AQUI . 



Elena Temnikova “Temnikova II” 

Embora tenham sempre sido um trio, as russas Serebro foram muito alimentadas pela relação de amor-ódio entre Olga e Elena. Após a saída de Elena, o grupo mantém-se mas através de tentativas muito desesperadas de manter a mesma essência. Ninguém é insubstituível, mas há quem seja melhor do que outros… Elena Temnikova apresenta o segundo álbum “Temnikova II”, pop electrónica polida e muita sensualidade. 



Lara Fabian “Camouflage” 
 Da longa lista de artistas que pisaram o palco eurovisivo nos últimos 30 anos, a belga Lara Fabian continua a ser dos nomes mais acarinhados pelo público português. Embora sem soar a algo datado, “Camouflage” apresenta os mesmos ingredientes que conquistaram Portugal e o Brasil no tema “Love by Grace” (do álbum “Lara Fabian”, 1999). Talvez seja a intemporalidade das boas canções românticas, talvez seja a intemporalidade das boas vozes…. 



Michael Ball and Alfie Boe “Together Again” 
Há 10 semanas no top 10 do mais competitivo top europeu, na época mais competitiva do ano, é este o feito notável do mais recente disco de Michael Ball (UK, 1992), incluindo a conquista do #1 na referida contagem. Infelizmente, a comunidade eurovisiva parece não querer saber do sucesso retumbante e contínuo de muitos dos nomes que ajudaram a construir a história do concurso que tanto adoramos. O conteúdo do disco não é surpresa, mas sucessos como os de Michael Ball só ajudam a dignificar a Eurovisão. Ler crítica a “Together again” AQUI .



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[ESPECIAL 2017] Quem nos deixou no ano que passou


Tal como anunciámos AQUI, apresentamos nestes primeiros dias do ano uma série de artigos especiais como balanço do ano de 2017. No ano que agora terminou, muitas pessoas partiram, todas deixaram saudades. O ESCPORTUGAL registou as partidas de dirigentes, apresentadores, autores, compositores e intérpretes que, na sua carreira, marcaram presença e fazem parte da História do Festival da Canção e Festival Eurovisão. Vamos recordar: 


Cláudio Panta Nunes. Recorde AQUI  
Faleceu em plena entrada do novo ano o músico Cláudio Panta Nunes, membro do grupo Corvos. Tinha 32 anos de idade. Em 2007 os Corvos partilharam o palco do Festival da Canção com Marta Plantier. 



João Balula Cid. Recorde AQUI 

O músico João Balula Cid, de 59 anos de idade, morreu a 17 de janeiro num hospital em Lisboa, vítima de cancro. Foi compositor e orquestrador da canção "Saudade que eu sou", interpretada por Carlos Coincas no Festival da Canção de 1998. 

Alberto da Ponte. Recorde AQUI 

O antigo presidente da RTP e empresário Alberto da Ponte morreu a 21 de janeiro, aos 64 anos de idade, vítima de cancro. 

Tara Palmer-Tomkinson. Recorde AQUI 

Três meses depois de revelar a luta contra um tumor cerebral, a apresentadora Tara Palmer-Tomkinson foi encontrada morta a 8 de fevereiro no seu apartamento em Londres. Tinha 45 anos de idade. Em 2003, apresentou em conjunto com Mark Durden-Smith a final nacional britânica para o Festival Eurovisão Júnior. 

Lars Diedricson. Recorde AQUI. 

O compositor sueco Lars Dille Diedricson, vencedor do Festival Eurovisão de 1999, faleceu, a 6 de março, aos 55 anos de idade. Para além da vitória de 1999, naquela que foi a sua primeira participação no certame, Lars Diedricson participou em mais onze edições, destacando-se o segundo lugar de 2001 com "Allt som jag ser", interpretado pelo grupo Barbados. A última participação aconteceu em 2012 com "Don't let me Down", defendido por Lotta Engberg e Christer Sjögren. 

Mário Contumélias. Recorde AQUI 

Em abril, faleceu Mário Contumélias, vítima de doença prolongada. O sociólogo, jornalista e escritor tinha 68 anos de idade. Participou no Festival da Canção com 9 canções, das quais foi autor. O primeiro festival foi o de 1978 onde foi autor de ‘O Largo do Coreto’, interpretada por José Cid. Mas foi com a Suzy Paula que conseguiu o maior êxito, como letrista de ‘O Areias’ (1982), ‘Visitas’ (1981) e o álbum ‘No País da Gente’.

Katy Bødtger. Recorde AQUI

A intérprete representante da Dinamarca no Festival Eurovisão de 1960, Katy Bødtger, faleceu em maio aos 84 anos de idade. As causas da morte não foram reveladas.


Sandra Reemer. Recorde AQUI
Participante no Festival Eurovisão em 1972, 1976 e 1979, a cantora holandesa Sandra Reemer faleceu, a 6 de junho, aos 66 anos de idade, vítima de cancro. A doença havia sido diagnosticada apenas três meses antes.

  


Chris Roberts. Recorde AQUI 
A 2 de julho, faleceu vítima de doença prolongada o cantor alemão Christian Klusáček, mais conhecido como Chris Roberts, aos 73 anos de idade. Representou o Luxemburgo no Festival Eurovisão da Canção de 1985 integrando o sexteto com Margo, Franck Olivier, Diane Solomon, Ireen Sheer e Malcolm.

   


Wilfried Scheuz. Recorde AQUI  

A 16 de julho, faleceu Wilfried Scheuz, representante da Áustria no Festival Eurovisão de 1988. O cantor tinha 67 anos de idade e faleceu vítima de cancro. 


Berndt Öst. Recorde AQUI 
Em julho, faleceu também vítima de doença prolongada o cantor Berndt Öst, representante da Suécia no Festival Eurovisão de 1971 e 1972. Tinha 86 anos de idade. 


Margot Hielscher. Recorde AQUI 
Margot Hielscher, uma das maiores lendas do cinema alemão, faleceu, a 20 de agosto, aos 97 anos de idade. A atriz e cantora sucumbiu durante o sono, no seu apartamento em Munique, vítima de causas naturais. Em 1957, a cantora conquistou o direito de representar a Alemanha no Festival Eurovisão , feito que repete no ano seguinte. 


Seija Simola. Recorde AQUI 
A 20 de agosto, faleceu a cantora Seija Simola, com 72 anos de idade, após doença prolongada. Em 1978, representou a Finlândia no festival Eurovisão da Canção. 


Daniel Pe’er. Recorde AQUI 
O apresentador do Festival Eurovisão da Canção de 1979, Daniel Pe’er, faleceu a 28 de setembro no Hospital de Jerusalém vítima de doença. Tinha 74 anos de idade. 


Joy Fleming. Recorde AQUI 

Joy Fleming, representante da Alemanha na Eurovisão 1975, faleceu a 7 de setembro com 72 anos de idade.

   


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[ESPECIAL 2017] Os artigos mais lidos do ano


Em 2017, o ESCPORTUGAL publicou 2702 artigos, escritos pelos nossos editores voluntários que, diariamente, trazem até aos nossos leitores todas as novidades do Festival RTP da Canção, Festival Eurovisão e sobre tudo o que rodeia os artistas que já participaram em ambos os concursos. Para além dos artigos, reportagens e produtos multimédia, a homepage do site apresenta de forma permanente o VIDEO DO DIA, o ANIVERSARIANTE DO DIA e a AGENDA, três conceitos que aliam a informação ao entretenimento, as duas máximas do ESCPORTUGAL.

Tal como anunciámos AQUI, apresentamos nestes primeiros dias do ano uma série de artigos especiais com o balanço do ano de 2017. Começamos com os temas que mais interesse mereceram dos nossos leitores, segundo o relatório que nos é fornecido pelo blogger.com. 

10. Guimarães recebe o Festival da Canção 2018. AQUI
Antes mesmo da confirmação por parte da RTP, o ESCPORTUGAL apurou junto de fonte ligada ao processo que o Festival da Canção de 2018 teria como cidade anfitriã Guimarães. Este foi o 10.º artigo mais lido do ano.

9. Quando estarão os bilhetes da Eurovisão à venda e qual o seu custo? AQUI
Após a vitória de Portugal na Eurovisão, aumentou a curiosidade dos leitores para com o acesso do público ao evento a realizar em Lisboa. Fizemos uma análise dos preços dos bilhetes das edições anteriores. 

8. Conferência de imprensa após a final do Festival da Canção. AQUI Transmitimos, através de smartphone, a conferência de imprensa de Salvador Sobral, vencedor do Festival da Canção 2017, facto que mereceu o interesse redobrado dos leitores. Foi o 8.º artigo mais lido do ano.

7. Grande final do Festival da Canção 2017. AQUI
Estivemos em direto do Coliseu dos Recreios, em Lisboa, a acompanhar a final do Festival da Canção. Foi um dos artigos mais lidos do ano, o 7.º.

6. Entrevista com Alex Florea, concorrente da Roménia. AQUI
As declarações do concorrente da Roménia no Festival Eurovisão 2017, onde atacou fortemente Salvador Sobral numa entrevista, foi o 6.º artigo mais lido do ano.

5. Todas as pontuações do Festival Eurovisão 2017. AQUI

Terminado o Festival Eurovisão 2017, publicámos o detalhe das pontuações dos diversos países para com a candidatura portuguesa.

4. Eurovisão 2018 será em Lisboa. AQUI
Dois dias depois da final da Eurovisão, o ESCPORTUGAL partilhou a cidade sede do festival de 2018: Lisboa. Foi o 4.º artigo mais lido do ano.

3. Entrevista com Luís Figueiredo. AQUI
Após a vitória de Luísa Sobral e Salvador Sobral no Festival da Canção, o ESCPORTUGAL decidiu entrevistar também o orquestrador de “Amar pelos dois”, Luís Figueiredo, figura essencial no êxito da canção e que não mereceu tanto destaque como os primeiros pela demais comunicação social. Talvez pelo interesse redobrado, este foi o 3.º artigo mais lido do ano.

2. Portugal é o grande vencedor do Festival Eurovisão 2017. AQUI 
A vitória inédita de Portugal no Festival Eurovisão da Canção foi o 2.º artigo mais lido do ano, quase igualando em número de leituras o artigo mais lido.

1. Salvador Sobral ganha o Festival da Canção 2017. AQUI
A vitória de Salvador Sobral no Festival RTP da Canção mereceu uma amplitude internacional, sendo o artigo mais lido do ano no ESCPORTUGAL.


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[ESPECIAL 2017] Os grandes destaques do ano


No ano de 2017, o ESCPORTUGAL registou um total de 7.269.015 visitas, um número que supera largamente os valores registados pelo site nos 12 anos que antecederam. Soubemos acompanhar a vitória de Portugal no Festival Eurovisão da Canção e o número de artigos publicados e de audiência do site comprovam-no! Foi um trabalho redobrado de uma equipa pequena de voluntários que, diariamente, traz aos leitores os conteúdos informativos e de entretenimento que pretendem satisfazer um público cada vez mais plural e exigente. Ao longo da existência do site, o acumulado de visitas ultrapassou os 15 milhões, mais precisamente 15 441 023 visitas.

Estamos orgulhosos e satisfeitos por diversos motivos: para além de sermos o site eurovisivo mais lido em português, somos também um dos mais lidos da Europa! Para isso, só temos que agradecer a confiança dos leitores.

Em 2017, continuámos a partilhar os nossos conteúdos no Twitter e, nessa rede social, somos seguidos por mais de 1790 pessoas. Criámos também uma página no instagram, com muitos conteúdos únicos. No facebook ultrapassámos os 24.200 gostos. Só podemos agradecer, por isso, a todos aqueles que colaboram com o Site Eurovisivo Português e, sobretudo, consigo que nos segue diariamente. A todos o nosso MUITO OBRIGADO!

O ano de 2018 já está a dar os primeiros passos, sendo esta a hora certa para olharmos para trás e fazermos um balanço, a exemplo do que anualmente temos feito. É isso que vamos fazer em artigos especiais a publicar nos próximos dias.

1. Os temas mais interessantes para os leitores

Vamos analisar os temas que mais interesse mereceram dos nossos leitores através dos 10 artigos mais lidos do ano.

2. Os discos em destaque

Os grandes temas editados em 2017 são difíceis de hierarquizar, já que foi um ano fértil para a música portuguesa e europeia, tanto em qualidade como em quantidade. Mas difícil não é impossível, e embora com muita dificuldade, vamos destacar os novo discos dos eurovisivos portugueses e estrangeiros.

3. Os concertos do ano

A AGENDA do ESCPORTUGAL, presente de forma permanente na coluna à direita do site, divulgou mais de 2300 "datas" dos nossos artistas. Incrível, não? Vamos fazer uma viagem pelos grandes concertos do ano, que também mereceram reportagens AO VIVO do ESCPORTUGAL: Foram 50 os concertos e espectáculos que assistimos ao vivo em 2017 em localidades tão diversas como Porto, Ovar, Matosinhos, Lisboa, Vila Nova de Gaia, Pombal, Coimbra, Ílhavo, Fafe, Setúbal, Alcobaça, Estarreja, Figueira da Foz, Guimarães, Cascais, Ponte de Lima, Angra do Heroísmo, Braga, Águeda, Cantanhede, Monforte, Batalha, Espinho, Santa Maria da Feira, Crato, Viana do Castelo, Cartaxo e Viseu. Destes, vamos destacar os mais memoráveis.

4. Os nossos artistas no Teatro

Para além de concertos, muitos foram os artistas que subiram ao palco em peças de teatro, musicado e não só. Vamos recordar as peças que deram que falar e sublinhar as nossas eleitas.

5. Quem nos deixou no ano que passou

Em 2017 muitas pessoas partiram, todas deixaram saudades. O ESCPORTUGAL registou as partidas dos artistas, produtores, músicos e letristas que tiveram uma ligação ao Festival da Canção e Eurovisão, portugueses e estrangeiros.

6. Personalidades e Acontecimento do Ano

De entre todas as personalidades e acontecimentos que marcaram o ano de 2017, são os nossos leitores que estão a eleger quem se destacou e merece o nosso reconhecimento.


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