Nesta nova rubrica do ESCPORTUGAL, vamos analisar os álbuns que forem lançados por artistas, portugueses e estrangeiros, que participaram no Festival Eurovisão da Canção. O responsável da rubrica é Carlos Carvalho.

Paulo de Carvalho - Duetos (2017)


Data de lançamento: 19 de maio de 2017
Nota: 10/10

Para além da simbologia numérica – 55 anos de carreira e 70 anos de vida -, um trabalho desta índole visa essencialmente cumprir dois objetivos: por um lado, recordar várias páginas importantes da história da música portuguesa; por outro, introduzir esses capítulos musicais a novas gerações. O primeiro objetivo é conseguido pela revisitação / regravação de dezassete marcos musicais, o segundo é alcançado através do convite a vários nomes sonantes do panorama musical português, muitos deles referências atuais do nosso mercado em 2017, como são os casos de Diogo Piçarra, António Zambujo, Áurea, ou até mesmo do seu filho e mentor do disco, Agir. 

Em termos vocais, como o próprio Paulo de Carvalho afirma, talvez já não tenha a limpidez na voz de outrora, mas está a cantar melhor. Para o mundo eurovisivo, o disco reveste-se de carácter obrigatório pelos nomes envolvidos, tais como Rita Guerra, Carlos do Carmo e José Cid, mas Duetos vale por si e pela comemoração que representa. O público nacional já percebeu a singularidade do álbum e, em termos comerciais, após cinco semanas no #2, Duetos atinge o #1 na tabela dos álbuns mais vendidos em Portugal. 

No passado dia 8 de julho, o álbum foi apresentado ao vivo na Praça do Município, em Lisboa. Duetos irá ficar na história e será considerado um dos melhores álbuns nacionais 2017. 

Tema destacado por Carlos Carvalho: Flor sem tempo, com Diogo Piçarra, e Os meninos de Huambo, com António Zambujo.


 A ver: entrevista com Paulo de Carvalho, no programa Juntos à Tarde, na SIC.



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Fonte: OPINIAO CARLOS CARVALHO / Imagem: GOOGLE / Vídeo: YOUTUBE

1 comentário(s):

  1. Ricardo Alves08:31

    Acho que faltava um artigo de critica. Uma pergunta: isto é para continuar?

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