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Artistas portugueses assinam carta-aberta para a exclusão de Israel do Festival Eurovisão


 Mais de 70 antigos participantes do Festival Eurovisão, entre os quais vários portugueses, assinaram uma carta-aberta onde apelam que a EBU/UER exclua a emissora pública de Israel do Festival Eurovisão 2025.

Paulo de Carvalho recebe o Globo de Ouro de Mérito e Excelência

   

Paulo de Carvalho, representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1974, foi galardoado com o Globo de Ouro de Mérito e Excelência dos Globos de Ouro.

[AGENDA] Paulo de Carvalho na abertura do 'Festival do Crato 2024'

  

Paulo de Carvalho sobe ao palco principal do Festival do Crato 2024 a 27 de agosto para a abertura do certame e da Feira de Artesanato e Gastronomia. Ivandro, Jorge Palma e Bateu Matou são outros dos nomes do cartaz.

[ESPECIAL] Quem foram os compositores responsáveis pelos melhores resultados no Festival Eurovisão?



Na véspera de serem conhecidos os compositores dos temas do Festival da Canção 2022, o ESCPortugal convida-o a recordar as biografias dos compositores responsáveis pelas dez melhores classificações de Portugal no Festival Eurovisão. Sabe quem são?

Concerto de Homenagem a Paulo de Carvalho substitui a Gala Anual da Sociedade Portuguesa de Autores

 

A Sociedade Portuguesa de Autores não realizará a sua Gala Anual em 2021, sendo substituiída por um Concerto de Homenagem a Paulo de Carvalho, cantor que será candidato aos Grammys Latinos.

[VÍDEO] Portugal: Agir homenageou Paulo de Carvalho no palco do 'Festival da Canção 2021'


Agir homenageou Paulo de Carvalho, seu pai, na semifinal 2 do Festival da Canção 2021 dando voz a "Flor Sem Tempo" e "E Depois do Adeus".

[ESPECIAL] Quem foram os compositores responsáveis pelos melhores resultados no Festival Eurovisão?


No dia em que serão revelados novos detalhes do Festival da Canção 2021, o ESCPortugal convida-o a recordar as biografias dos compositores responsáveis pelas dez melhores classificações de Portugal no Festival Eurovisão. Sabe quem são?

[VÍDEO] Portugal: Paulo de Carvalho compõe o hino da campanha da CDU


O cantor e compositor Paulo de Carvalho é o responsável por "Pelo sonho e pela razão",  o hino da campanha da CDU para as Eleições Legislativas de 6 de outubro.

[AGENDA] Documentário sobre Paulo Carvalho será transmitido esta noite


O sexto episódio de "Vejam Bem", produzido pela RTP Memória para a RTP1, é transmitido esta noite. O episódio é dedicado a Paulo de Carvalho e intitula-se "Paulo de Carvalho - Desculpem Qualquer Coisinha".

[ESPECIAL] Quem foram os compositores responsáveis pelos melhores resultados no Festival Eurovisão?


No dia em que serão conhecidos os 16 compositores a concurso no Festival da Canção 2019, o ESCPortugal convida-o a recordar as biografias dos compositores responsáveis pelas dez melhores classificações de Portugal no Festival Eurovisão. Sabe quem são?

"Flor Sem Tempo", de Paulo de Carvalho, em 4.º lugar no OGAE Retro Contest 1971


"Flor Sem Tempo", de Paulo de Carvalho, ficou em 4.º lugar em representação da OGAE Portugal no concurso virtual OGAE Retro Contest 1971. "Che Sara", de Richhi e Poveri, em representação da OGAE Itália, foi a vencedora.

[A tua cara não me é estranha] Imitação de Paulo de Carvalho ganha 3.º programa

Rúben Madureira ganhou o 3.º programa de "A tua cara não me é estranha", graças a uma imitação de Paulo de Carvalho com "E depois do adeus".

[ESPECIAL 2017] Os 10 discos nacionais do ano

Foram muitos e bons os novos discos apresentados por artistas nacionais. Temos dado conta de alguns desses lançamentos através da “Zona de Discos” e de outras rubricas do site e hoje apresentamos 10 dos discos que achamos merecedores de serem incluídos no balanço discográfico nacional de 2017. 

Os discos aqui apresentados pertencem a artistas portugueses que já participaram no Festival da Canção e/ou Concurso Eurovisão da Canção enquanto intérpretes, independentemente de ter sido com os projetos atuais ou formações musicais passadas. Discos ao vivo, compilações com gravações originais e intérpretes que participaram no Festival da Canção apenas como letristas e/ou compositores não foram contemplados. O responsável por esta seleção foi Carlos Carvalho.


Lâmina “Lilith” 
Rock com uma boa dose de psicadelismo, stoner, doom, são ramificações musicais que estão ainda muito ausentes do universo eurovisivo e mesmo do Festival da Canção. Daí não seja de admirar que “Lilith” dos Lâmina tivesse passado despercebido das redações eurovisivas. Num cenário ideal, o Festival da Canção devia também abraçar o underground. Quem sabe um dia. Os Lâmina são constituídos por Vasco Duarte (Homens da Luta e Kalashikov) na guitarra e na voz, Sérgio Pratas da Costa na guitarra, Katari na bateria e Filipe Fonseca no baixo. Merece o #1 neste balanço do ano, não apenas por ser diferente, mas sobretudo por ser muito bom. Para ouvir bem alto!




Kika Cardoso “Kika Cardoso” 
O único programa de talentos que acompanhei foi apenas a Operación Triunfo 1 (2001-2002), por isso, até fevereiro de 2017, o nome Kika Cardoso era-me completamente desconhecido. Conhecê-la através dos Viva la Diva foi um péssimo cartão-de-visita. “Nova Glória” nada mais foi do que um desastroso estereótipo eurovisivo, acabando por me alhear por completo do álbum estreia de Kika Cardoso, isso até ao primeiro fim-de-semana de 2018… Grande álbum! Pop soul do melhor que ouvimos nos últimos anos! Voz soberba num conjunto de canções que combina qualidade e potencial comercial. Merece ser reconhecido como dos melhores álbuns nacionais de 2017! 



Alexander Search “Alexander Search” 
A histórica vitória de Salvador Sobral acarretou uma série de boas consequências e uma delas foi retirar um dos melhores projetos discográficos nacionais do total anonimato. Falamos do álbum “Alexander Search”, um disco indie / rock electrónico baseado no heterónimo de Fernando Pessoa, Alexander Search. Um disco carregado de alter-egos, com uma musicalidade aprimorada e cuidada. A voz de Salvador Sobral, ou melhor, a voz de Benjamin Cymbra, é um elemento a destacar, mas a mestria estende-se aos músicos, nomeadamente a Júlio Resende, ou melhor, a Augustus Search. Ler a crítica a “Alexander Search” AQUI

     


Sara Tavares “Fitxadu” 
Um dos regressos nacionais mais esperados de 2017 foi o novo álbum da menina que outrora recusou o sucesso fácil da pop. Ao longo dos anos, a afro-pop-soul tornou-se a sua imagem sónica e é o desenvolvimento desse cunho pessoal que testemunhamos em “Fitxadu”, um álbum que abre espaço a inúmeras participações, lançando também convite a uma presença mais notada da electrónica. O álbum está há nove semanas no top 20 dos discos mais vendidos em Portugal, chegando a alcançar o #2. Ler a crítica a “Fitxadu” AQUI

    


Luciana Abreu “Luciana Abreu” 
Só pelo simples facto de se tratar da Luciana Abreu e por estarmos perante um álbum com a chancela da Vidisco, estão reunidas as condições para as críticas destrutivas dos pseudo-experts em música. “Luciana Abreu” é um disco comercial, com vários potenciais singles, tentando aproveitar a boleia da grande exposição que a música latina e ritmos quentes estão a receber a nível mundial. “Luciana Abreu” esteve durante 7 semanas no top 50 dos discos mais vendidos em Portugal, sendo o #21 a melhor posição. Ler a crítica a "Luciana Abreu" AQUI 



Dulce Pontes "Peregrinação"
Talvez a escolha de “Nevoeiro” como primeiro tema promocional de “Peregrinação” tenha dificultado o interesse pelo tão esperado novo álbum de Dulce Pontes. Será certamente um daqueles casos em que a escolha errada para um primeiro single põe em causa um grande álbum. Esperamos que não venha a ser este a ser o caso. “Peregrinação” mostra-nos Dulce Pontes na sua artística singularidade, num álbum recheado de belos momentos, desde “Meu amor sem aranjuez”, a “Bailados do Minho”. Dulce Pontes foi e é a melhor voz de Portugal. 



Ágata “Preto no Branco” 
Muito antes de ser Ágata, tentou chegar ao palco da Eurovisão e nos anos 90 tornou-se num dos maiores ícones da música em Portugal, apesar das constantes críticas ao estilo musical que apresentava. Gostos à parte, “Preto no Branco”, com Ricardo Landum no comando técnico, apresenta o mais forte conjunto canções de Ágata desde a época de “Escrito no Céu” (1997). “Tá bonito”, “Livro de Reclamações” e “Nem morta” foram, até ao momento, os temas promovidos. Ler crítica a “Preto no Branco” AQUI

    


Marco Rodrigues “Copo meio cheio” 
Podíamos rechear este pequeno resumo com clichés promocionais tais como, “o melhor álbum de Marco Rodrigues”, ou “clássico instantâneo”, mas a verdade é que ou ouvir “Copo meio cheio” apetece-nos utilizar alguns desses clichés porque foi efetivamente a sensação que nos deixou. Um disco que, à semelhança de outros exemplos atuais, casa o fado com atuais nomes da música portuguesa de áreas alheias. “Copo meio cheio” é o primeiro top 10 de Marco Rodrigues na tabela dos discos mais vendidos em Portugal (#8), ficando mais 5 semanas no top 50. 



LOQ “Capitão Jangada” 
Apresentam-se como um projeto de indie rock e electro world music, chamam-se LOQ e são a nova proposta musical de Daniela Varela e Jorge Manuel Marques (ambos Flor-de-Lis). “Capitão Jangada” é música pelo único prazer da música, pelo prazer da experimentação instrumental e pelo amor da linguagem musical portuguesa, mas dando-lhe um toque universal. Se estivéssemos na Estónia, seria algo que teria lugar no Eesti Laul. 


Paulo de Carvalho “Duetos” 
Foi o disco com o qual iniciámos a “Zona de Discos”, dando-lhe nota máxima. É difícil encontrar palavras para criticar “Duetos” porque mais do que novas canções, o que Paulo de Carvalho apresenta neste disco é uma nova abordagem a capítulos musicais que são seus, mas que há muito extravasaram essa relação e passaram a ser também capítulos da moderna história da música portuguesa. Composições de sempre, com novos arranjos, com novas vozes. É um disco intemporal para ser descoberto. Foi #1 na tabela de vendas e está há 29 semanas no top 50. Ler crítica a “Duetos” AQUI



Acompanhe todos os artigos do ESPECIAL 2017 AQUI 


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Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: GOOGLE  / Vídeo: YOUTUBE

[AGENDA] RTP1 transmite concerto de comemoração dos 70 anos de Paulo de Carvalho


A RTP1 transmite, esta noite, o concerto de comemoração dos 70 anos de idade de Paulo de Carvalho na Praça do Município, em Lisboa.

Paulo de Carvalho, representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1974 e de 1977, completou 70 anos de idade no passado dia 15 de maio, tendo assinalado a celebração do aniversário e dos 55 anos de carreira com um concerto aberto ao público na Praça do Município, em Lisboa, a 8 de julho. O espetáculo contou com a participação de Carlos do Carmo, Tozé Brito, AGIR, Mafalda Sacchetii e Tatanka, tendo sido revisitados os maiores êxitos do cantor.

A RTP1 transmitirá o concerto comemorativo esta noite, entre as 00h46 e as 2h27 (hora de Lisboa). Saiba mais pormenores sobre a transmissão AQUI.

Recorde, de seguida, as participações de Paulo de Carvalho no Festival Eurovisão:




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Fonte e Imagem: RTP / Vídeo: Youtube

[The Voice Portugal] Tomás Adrião volta a cantar "E Depois do Adeus"


Depois de ter interpretado o tema no Tira-Teimas, Tomás Adrião, finalista da equipa de Marisa Liz, voltou a interpretar "E Depois do Adeus", tema representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1974.

Apontado como um dos grandes favoritos à vitória do The Voice Portugal, Tomás Adrião, finalista da equipa de Marisa Liz, interpretou "E Depois do Adeus" na primeira atuação da Grande Final da quinta temporada do talent show. 


Aceda, de seguida, às duas atuações do candidato com "E Depois do Adeus" e recorde a participação de Paulo de Carvalho no Festival Eurovisão de 1974:




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Fonte/Imagem: THE VOICE PORTUGAL /Vídeo: YOUTUBE

Portugal: Paulo de Carvalho atinge Disco de Ouro com “Duetos”

O álbum "Duetos" de Paulo de Carvalho acaba de alcançar a marca de Disco de Ouro em Portugal. O álbum foi recentemente reeditado, trazendo agora um segundo disco com outros duetos do cantor.


Este ano Paulo de Carvalho celebrou 55 anos de carreira e 70 anos de vida com a edição de “Duetos”, disco que juntou o cantor a algumas das vozes mais incontornáveis da música portuguesa, de Carlos do Carmo a António Zambujo, passando por Diogo Piçarra, Agir ou Raquel Tavares. Este álbum está a ser um grande sucesso e o resultado é que acaba de conquistar a marca de Disco de Ouro, por vendas superiores a 7.500 exemplares. Recentemente, chegou também às lojas uma reedição especial de “Duetos”, que vem acompanhada de um segundo CD que reúne as gravações originais de outros duetos que Paulo de Carvalho foi fazendo ao longo do seu percurso, tendo estas gravações sido remasterizadas por Fernando Abrantes. Podemos, assim, ouvir Paulo de Carvalho ao lado de Carlos do Carmo em “Coração Vagabundo” (original de 1987), com Dulce Pontes em “Pomba Branca” (de 1994), com Ivan Lins no tema “O Fado” (de 1999), a cantar ao lado de Mariza em “O Meu Mundo Inteiro” (de 2008), entre outros.

Já o primeiro CD tem como convidados, além dos nomes já mencionados, artistas como José Cid (em “Nini Dos Meus Quinze Anos”), Marisa Liz (no histórico “E Depois Do Adeus”, canção representante de Portugal no Festival Eurovisão 1974), Rui Veloso (no tema “10 Anos”), Camané (em “Os Putos”) ou Miguel Araújo (em “Balada para uma Boneca de Capelista”).

Em “Duetos” estão, assim, reunidos alguns dos maiores êxitos de Paulo de Carvalho, graças aos quais se afirmou como uma das mais importantes vozes da música nacional nestes últimos 55 anos, aqui partilhadas com vozes de diferentes panoramas musicais, refletindo o quão marcante e influente é o seu percurso.

Recuperamos alguns audios com três destes duetos:






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FonteUNIVERSAL MUSIC PORTUGAL/ Imagem: GOOGLE / Vídeo: YOUTUBE

[ESPECIAL] Quem foram os compositores responsáveis pelos melhores resultados no Festival Eurovisão?


No dia em que serão conhecidos os 20 compositores a concurso no Festival da Canção 2018, o ESCPortugal convida-o a recordar as biografias dos compositores responsáveis pelas dez melhores classificações no Festival Eurovisão. Sabe quem são?

A pouco tempo de conhecermos os 20 compositores que disputarão o direito de representar Portugal no Festival Eurovisão 2017, o ESCPortugal meteu mãos à obra e recorda os compositores das dez melhores classificações portuguesas no certame internacional. Baseado no Top10 lançado pelo site oficial do concurso, onde é tido em conta o número de participantes em cada edição, recorde connosco as biografias dos compositores que escreveram a história de Portugal na Eurovisão:

10. "Sobe Sobe Balão Sobe" de Carlos Nóbrega e Sousa 
Carlos de Melo Garcia Correira Nóbrega e Sousa nasceu a 4 de abril de 1913 em Aveiro, tendo começado os estudos musicais aos 7 anos de idade. Com um curso superior de Piano no Conservatório, Carlos Nóbrega e Sousa gravou as primeiras composições em 1933 e entrou, em 1940, para a Emissora Nacional, como chefe de secção de música ligeira, sendo que o grande sucesso da sua carreira apenas apareceu em 1958 com "Vocês Sabem Lá", na voz de Maria de Fátima Bravo. Venceu três edições do Festival da Canção (1965 com Sol de Inverno, 1970 com Onde Vais Rio Que Eu Canto e em 1979 com Sobe Sobe Balão Sobe), tendo sido o autor e compositor de mais de meio milhar de canções. Faleceu a 4 de abril de 2001, no lar da Casa do Artista, em Lisboa.


9. "A cidade (até ser dia)" de Pedro Abrantes, Marco Quelhas e Paulo de Carvalho
Marcelino Arnaldo Soares Santos Quelhas, nascido no Porto a 14 de agosto de 1957, mais conhecido como 'Marco Quelhas', começou a cantar em criança num coro de igreja, tendo sido solista na Mocidade Portuguesa. Depois de 15 anos emigrado, regressa a Portugal em 1989, formando os Karamuru e chegando ao 2.º lugar no Festival da Canção. É um dos compositores de 'A Cidade (até ser dia)', tema que Anabela defende no Festival Eurovisão 1993, sendo também um dos compositores do tema que a cantora levou ao Festival da OTI. É convidado para júri da edição de 1994 do Festival OTI, em Valência, e, em 2001, representa Portugal no Festival Eurovisão no duo MTM, com "Só Sei Ser Feliz Assim", tema da sua autoria.

Nascido a 15 de maio de 1947 em Lisboa, Manuel Paulo de Carvalho da Costa é um dos maiores nomes da música portuguesa. Fundador dos Sheiks, em 1963, Paulo de Carvalho integra diversos grupos até ao início dos anos 70, altura em que inicia uma carreira a solo. Participa em diversas edições do Festival da Canção, conquistando a vitória com "E Depois do Adeus", tema utilizado como senha no 25 de Abril. A convite de Francisco Sá Carneiro, escreve o hino do Partido Popular Democrático (PPD), estreando-se como compositor para outros com a canção "Lisboa Menina e Moça", celebrizada por Carlos do Carmo. Vence o Festival da Canção de 1977 com Os Amigos e representa Portugal no Festival da OTI do mesmo ano, gravando inúmeros discos ao longo das décadas. Em 1993 regressa ao Festival Eurovisão enquanto compositor de "Cidade até ser dia" e foi condecorado com o grau de Oficial da Ordem da Liberdade em 2009.


8. "Todas as Ruas do Amor" de Pedro Marques
Percursionista do grupo Flor de Lis, Pedro Marques foi também o compositor e o autor de "Todas as Ruas do Amor", tema que o grupo defendeu no Festival Eurovisão 2009, em Moscovo. Três anos depois, em 2012, regressa ao Festival da Canção enquanto co-compositor de Outono em forma de gente, terminando na 8.ª posição. Recentemente, Pedro Marques abriu um serviço de composição de música online, SENN - Home Recording Studio, fazendo composições, letras e instrumentais para diversos serviços.


7. "A Festa da Vida" de José Calvário
Nascido no Porto em 1951, José Carlos Barbosa Calvário foi considerado um dos melhores orquestradores e arranjadores de Portugal. Iniciando os estudos musicais em 1956, José Calvário estudou no Conservatório de Música do Porto, tendo dado o primeiro concerto juntamente com a Orquestra Sinfónica da cidade com apenas 10 anos. Participa no Festival da Canção pela primeira vez em 1971 assinando a canção "Flor Sem Tempo", tendo conquistado três edições do certame ao longo da história: em 1972 com A Festa da Vida, em 1974 com E Depois do Adeus e em 1988 com Voltarei. Com quase duas dezenas de trabalhos lançados, José Calvário trabalhou com os maiores nomes da música portuguesa ao longo das décadas até novembro de 2008, altura em que sofreu um enfarte que o deixou em estado vegetativo. Homenageado no Festival da Canção de 2009, o orquestrador viria a falecer a 17 de junho de 2009, aos 58 anos de idade.


6. "Lusitana Paixão" de José da Ponte e Jorge Quintela
José João dos Santos Águas Ponte nasceu a 7 de fevereiro de 1954, ficando conhecido como Zé da Ponte. Baixista, compositor e produtor musical, participou, em 1976, no disco Homo Sapiens de José Luis Tinoco. Integra o grupo Salada de Frutas, com Lena d'Água, antes do sucesso do tema Robot, entrando também no grupo Zoom. Vence o Festival da Canção em 1986 com Não Sejas Mau P'ra Mim e em 1991 com Lusitana Paixão, tendo sido o responsável pelos hinos da RTP em 1991 e da SIC em 1992. Em 2005, é convidado pela RTP para compor Amar, tema representante de Portugal no Festival Eurovisão, voltando a ser convidado pela estação pública para criar o hino dos 50 anos, O Primeiro Olhar. Era um dos administradores da Sociedade Portuguesa de Autores. Faleceu a 29 de janeiro de 2015.

Compositor português, Jorge Quintela conta com diversas participações no Festival da Canção. Estreia-se em 1990 como orquestrador, repetindo a experiência no ano seguinte, edição em que compõe "Lusitana Paixão", tema vencedor na voz de Dulce Pontes. Regista também participações como orquestrador em 1992 e 1998, trabalhando atualmente com alguns dos grandes nomes da música, como Rao Kyao.



5. "Um Grande Grande Amor" de José Cid
José Albano Cid Ferreira Tavares, conhecido por José Cid, nasceu a 4 de fevereiro de 1942 na Chamusca. Muda-se para Coimbra, onde integra diversos grupos de covers, como o Conjunto Orfeão e Os Claves. Ingressa no Instituto Nacional de Educação Física em 1965, ano em que integra o Conjunto Mistério, grupo que daria origem ao Quarteto 1111. Considerado um dos mais inovadores projetos musicais portugueses, o grupo dá origem, em 1972, ao Green Windows. Participa no Festival Internacional de Tóquio e, em 1978, lançou o álbum 10.000 anos depois entre Vénus e Marte, um marco na história do rock progressivo. Representa Portugal no Festival da OTI de 1979 e, em 1980, vence o Festival da Canção com "Um Grande Grande Amor", conquistando o sétimo lugar no certame internacional. Com dezenas de discos lançados, José Cid é um dos cantores com mais participações no Festival da Canção: vence em 1980 e em 1998 (como compositor), tendo participações em 1968, 1974, 1978, 1981, 1988, 1993, 1995, 1996, 1997, 2007 e 2015.


4. "Chamar a Música" de João Mota Oliveira
João Carlos Campos de Sousa Mota Oliveira nasceu a 17 de setembro em Lisboa, tendo-se dado a conhecer ao grande público com as participações no Festival da Canção. Em 1994 estreia-se no concurso com "Chamar a Música", interpretado por Sara Tavares e com letra de Rosa Lobato de Faria, tendo arrecadado a vitória. Nos quatro anos seguintes volta a participar no Festival, terminando em todas as ocasiões no 2.º lugar, algo inédito na história do concurso. Atualmente é diretor da Academia de Música de Telheiras, em Lisboa.




3. "Senhora do Mar" de Andrej Babic
Nascido a 30 de julho de 1977 em Rijeka, o compositor Andrej Babić é um dos dois estrangeiros que venceram o Festival da Canção enquanto compositores. Depois de ter representado a Croácia (2003), a Bósnia-Herzegovina (2005) e a Eslovénia (2007) no Festival Eurovisão, Andrej venceu o Festival da Canção 2008 com "Senhora do Mar", tema defendido por Vânia Fernandes, alcançando a 13.ª posição em Belgrado. Quatro anos depois, volta a representar Portugal no certame internacional enquanto compositor de "Vida Minha", contabilizando-se outras três participações no certame nacional: 2.º lugar em 2010 e 2014 e 11.º em 2011.




2. "O Meu Coração Não tem Cor" de Pedro Osório
Pedro Correia Vaz Osório nasceu a 17 de julho de 1939 na cidade do Porto, onde estudou Música e Engenharia Mecânica. Antes do serviço militar em Angola, Pedro Osório tocou em diversos grupos de bailes, tendo, em 1967, tomado a decisão de abandonar os estudos em engenharia e optado pela carreira de músico profissional. Abandona também os conjuntos pop rock, dedicando-se à orquestração e direção de orquestra. Escreve diversas canções, edita discos e lança inúmeros projetos, como "Só Nós Três" com Paulo de Carvalho, Fernando Tordo e Carlos Mendes, em 1989, e "As Canções do Século", de Lena d'Água, Rita Guerra e Helena Vieira, em 1993. Além de diretor musical, Pedro Osório dirigiu ainda o Sindicado Nacional dos Músicos e foi membro da administração da Sociedade Portuguesa de Autores. Representou Portugal no Festival Eurovisão em diversas ocasiões e com diferentes papéis: em 1975 e 1984 foi chefe de orquestra da candidatura portuguesa, tendo sido o compositor de Verão, em 1968, e O Meu Coração Não tem Cor, em 1996. Morreu a 5 de janeiro de 2012 em Lisboa, no Hospital São Francisco Xavier.



1. "Amar Pelos Dois" de Luísa Sobral
Luísa Sobral, cantora e compositora, deu-se a conhecer em 2003, aquando da sua participação no Ídolos, na SIC, onde com apenas 16 anos de idade alcançou a 3.ª posição. Posteriormente, rumou aos Estados Unidos para se licenciar na Berklee College of Music, regressando em 2009. O álbum de estreia, The Cherry On My Cake, foi lançado em 2011, atingindo o nº 3 de vendas em Portugal. No ano seguinte atuou no programa Jools Holland, gravando alguns temas com Alejandro Sanz e David Fonseca. Em 2017, vence o Festival da Canção com "Amar Pelos Dois", tema interpretado pelo seu irmão Salvador, conquistando a primeira vitória de Portugal no Festival Eurovisão. Juntamente com Maria Guinot e Dina, é uma das três mulheres compositoras vencedoras do Festival da Canção.


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Fonte: ESCPortugal / Imagem: Google / Vídeo: Youtube

[AO VIVO] Antes e depois do adeus, Paulo de Carvalho é intemporal

Senhor de uma voz poderosa de timbre bem definido, Paulo de Carvalho é um dos artistas que o público, de todas as idades, mais admira e acarinha. O ESCPORTUGAL esteve em Viseu num concerto onde vimos desfilar algumas das canções que fazem parte da história da música portuguesa. 

“Na mesma rua/ na mesma cor/passava alegre/ sorria amor” marcou a entrada de “Flor sem tempo”, a primeira das canções do alinhamento intemporal de Paulo de Carvalho. “Canta o sol que tens na alma/és a flor de ser feliz/ Olha o mar, na tarde calma/ouve o que ele diz…” foi o primeiro dos refrões cantado por todos os que lotaram o concerto do passado sábado. 

Quando, no passado mês de julho na Praça do Município, em Lisboa, Paulo de Carvalho anunciava que aquele seria o primeiro de uma série de concertos pelo país a assinalar “uma vida de cantigas” como tão bem gosta de apelidar as canções que compôs e cantou ao longo da sua vida, depressa cumpria a promessa. Desde então, têm sido várias as localidades que têm tido a oportunidade de celebrar com ele os seus 70 anos de vida e 55 de carreira. E em Viseu um público diferente mas a mesma causa comum: ouvir as canções que fazem parte das histórias das nossas vidas, da história da música portuguesa e, sem dúvida, da própria história de Portugal. 

Aclamado pela multidão mal subiu a palco, Paulo de Carvalho conseguiu aumentar ainda mais o êxtase do público com uma atuação irrepreensível. Acompanhado por uma banda de oito músicos e três vozes de apoio, o artista mostrou-se “muito feliz” e explicou que as músicas escolhidas faziam “sentido serem cantadas porque vocês as conhecem e as viveram”.

 Num alinhamento em que viajou pelos seus maiores êxitos durante quase duas horas, retomou com “Maria Vida Fria”, sendo seguida pelas canções “10 anos”, “Abracadabra” e “Executivo”, com o público a aplaudir entusiasticamente cada tema e a cantar os refrões como se de um grande coro se tratasse. O ESCPORTUGAL transmitiu, em direto através de smartphone, as primeiras três canções do alinhamento. Fomos acompanhados por mais de 300 leitores, como pode (re)ver AQUI

Seguiu-se o momento ao qual Paulo de Carvalho intitulou como “justa homenagem” a dois “senhores” da música portuguesa. “Ao longo da minha vida, compus músicas para a voz de Carlos do Carmo com grandes poemas de Ary dos Santos”. Ao enorme aplauso da assistência, Paulo de Carvalho chamou ao palco Ricardo Silva e Bernardo Saldanha, respetivamente com guitarra portuguesa e viola de fado, para o acompanharem em 4 temas: “Os putos”, “Lisboa menina e moça”, “O homem das castanhas” e “Meninos de Huambo”. Temos este momento, especialmente para os nossos leitores: 


Houve ainda direito a “Meninos de Huambo” com novo arranjo e acompanhamento de toda a banda e o coro. Depois, Paulo de Carvalho convidou o público a ir “até África” com “Mãe negra”, mais um dos grandes êxitos da carreira. “Meu mundo inteiro”, “Beijo à lua” e “Gostava de vos ver” levou Paulo de Carvalho a afirmar que “vamos ser intemporais com este espetáculo”.

O encore trouxe, de seguida, uma das músicas mais aguardadas: “Nini dos meus 15 anos”, seguida daquela que serviu como primeira senha para o avanço das tropas que viriam a protagonizar a Revolução de 25 de Abril, “E depois do Adeus”, vencedora da edição de 1974 do Festival da Canção.

Paulo de Carvalho é dos maiores patrimónios humanos da cultura portuguesa e continua a granjear no público uma enorme simpatia e admiração. A mesma simpatia com que protagonizou vários momentos de diálogo, como aquele diretamente com um grupo de fãs que trazia cartazes e bandeiras dirigidas ao artista.





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Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: ESCPORTUGAL / Vídeo: ESCPORTUGAL 

[ZONA DE DISCOS #1] Paulo de Carvalho - “Duetos”


Nesta nova rubrica do ESCPORTUGAL, vamos analisar os álbuns que forem lançados por artistas, portugueses e estrangeiros, que participaram no Festival da Canção. O responsável da rubrica é Carlos Carvalho.

Paulo de Carvalho - Duetos (2017)


Data de lançamento: 19 de maio de 2017
Nota: 10/10

Para além da simbologia numérica – 55 anos de carreira e 70 anos de vida -, um trabalho desta índole visa essencialmente cumprir dois objetivos: por um lado, recordar várias páginas importantes da história da música portuguesa; por outro, introduzir esses capítulos musicais a novas gerações. O primeiro objetivo é conseguido pela revisitação / regravação de dezassete marcos musicais, o segundo é alcançado através do convite a vários nomes sonantes do panorama musical português, muitos deles referências atuais do nosso mercado em 2017, como são os casos de Diogo Piçarra, António Zambujo, Áurea, ou até mesmo do seu filho e mentor do disco, Agir. 

Em termos vocais, como o próprio Paulo de Carvalho afirma, talvez já não tenha a limpidez na voz de outrora, mas está a cantar melhor. Para o mundo eurovisivo, o disco reveste-se de carácter obrigatório pelos nomes envolvidos, tais como Rita Guerra, Carlos do Carmo e José Cid, mas Duetos vale por si e pela comemoração que representa. O público nacional já percebeu a singularidade do álbum e, em termos comerciais, após cinco semanas no #2, Duetos atinge o #1 na tabela dos álbuns mais vendidos em Portugal. 

No passado dia 8 de julho, o álbum foi apresentado ao vivo na Praça do Município, em Lisboa. Duetos irá ficar na história e será considerado um dos melhores álbuns nacionais 2017. 

Tema destacado por Carlos Carvalho: Flor sem tempo, com Diogo Piçarra, e Os meninos de Huambo, com António Zambujo.


 A ver: entrevista com Paulo de Carvalho, no programa Juntos à Tarde, na SIC.



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Fonte: OPINIAO CARLOS CARVALHO / Imagem: GOOGLE / Vídeo: YOUTUBE

"Duetos" de Paulo de Carvalho atinge a liderança do top oficial de álbuns


O novo álbum de Paulo de Carvalho "Duetos" atingiu a liderança do top oficial de álbuns em Portugal.

Paulo de Carvalho lançou recentemente um novo disco, 'Duetos'. Rita Guerra, Raquel TavaresCarlos do CarmoTozé Brito, Agir e José Cid   são alguns dos artistas participantes no disco que foi lançado no passado dia 19 de maio pela Universal. 

A AFP, Associação Fonográfica Portuguesa, acaba de anunciar o top dos discos mais vendidos na semana de 7 a 13 de julho e eis que "Duetos" alcançou o n.º 1 do top de álbuns. As listas completas serão publicadas em breve no ESCPORTUGAL. 

"Duetos inclui 17 faixas, revisitando alguns dos grandes êxitos de Paulo de Carvalho, nome incontornável na música portuguesa das últimas décadas. Este disco pretende assinalar os 55 anos de carreira do intérprete,  para o qual convidou outras vozes de relevo do panorama nacional.

Aceda, de seguida, ao alinhamento do disco:

1. Flor Sem Tempo (feat. Diogo Piçarra)
2. Maria Vida Fria (feat. Rita Guerra)
3. 10 Anos (feat. Rui Veloso)
4. Abracadabra (feat. Aurea)
5. Executivo (feat. Tatanka)
6. Os Putos (feat. Camané)
7. O Homem Das Castanhas (feat. Raquel Tavares)
8. Lisboa Menina E Moça (feat. Carlos do Carmo)
9. Olá, Então Como Vais? (feat. TóZé Brito)
10. Um Beijo À Lua (feat. Mafalda Sacchetti)
11. O Meu Mundo Inteiro (feat. Agir)
12. Mãe Negra (feat. Matias Damásio)
13. Balada Para Uma Boneca De Capelista (feat. Miguel Araujo)
14. Os Meninos De Huambo (feat. António Zambujo)
15. Gostava De Vos Ver Aqui (feat. Ivan Lins & Nuno Markl)
16. Nini Dos Meus Quinze Anos (feat. José Cid)
17. E Depois Do Adeus (feat. Marisa Liz)

Na passada semana, Paulo de Carvalho encheu a Praça do Município, em Lisboa, para o concerto comemorativo dos seus 70 anos. Este concerto já foi apelidado pelo artista como um dos "mais marcantes" da sua vida. Veja o vídeo da SIC:


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Fonte: AFP /Imagem: GOOGLE /Vídeo: FACEBOOK

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