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[VÍDEO] Dulce Pontes em destaque na transmissão do 'Em Casa d'Amália"

 

Dulce Pontes, representante de Portugal no Festival Eurovisão 1991, foi uma das convidadas do mais recente episódio do Em Casa d'Amália. André Amaro e Tiago Nogueira também marcaram presença no programa.

FC2022: Revelado o júri das semifinais do Festival da Canção 2022

Dulce Pontes, Dino D'Santiago, Surma, Teresa Salgueiro, Pedro Granger, Miguel Cadete e Tatanka são os jurados das semifinais do Festival da Canção 2022.

[VÍDEO] Portugal: Dulce Pontes lança novo single, "Na Língua das Canções"

 

Dulce Pontes, representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1991, lançou um novo single, "Na Língua das Canções". "Perfil", o seu novo álbum, será lançado a 25 de fevereiro.

[VÍDEO] Portugal: Dulce Pontes regressa com novo single, "Amapola"

 

Dulce Pontes, representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1991, lançou um novo single, "Amapola"

[ÁUDIO] Itália: Il Volo cantam "Amalia por Amor" de Ennio Morricone

Os Il Volo lançaram uma nova versão de "Amalia Por Amor", tema de Ennio Morricone celebrizado por Dulce Pontes em homenagem a Amália Rodrigues.

Portugal: Dulce Pontes condecorada com a medalha da Cruz Naval

Dulce Pontes, representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1991, foi condecorada com a medalha da Cruz Naval, anunciou a Marinha Portuguesa.

[AGENDA] Dulce Pontes atua no Mosteiro da Batalha a 26 de junho

 Dulce Pontes, representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1991, atua no Mosteiro da Batalha a 26 de junho. JP Simões, Benjamim, Filipe Sambado e Telmo Pires também atuam no festival Artes à Vila.

Direitos de repertório de Dulce Pontes passam a ser geridos em Espanha

Dulce Pontes tornou-se hoje membro da Sociedade Geral de Autores e Editores de Espanha (SGAE), entidade que passará a gerir os direitos do repertório da artista portuguesa para todo o mundo.

[VÍDEO] Portugal: Dulce Pontes em destaque no 'Você na TV'


A cantora Dulce Pontes, representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1991, esteve em destaque no Você na TV.

Portugal: Dulce Pontes lança "Best Of" a 22 de novembro


Dulce Pontes lança, a 22 de novembro, o seu primeiro "Best Of" desde 2002. "Lusitana Paixão", tema que levou ao Festival Eurovisão, fará parte do novo trabalho.

[VÍDEO] Dulce Pontes apresenta "enorme espetáculo" em Faro

Dulce Pontes viajou por alguns dos muitos êxitos de uma carreira, no passado fim-de-semana em Faro, a poucos dias de viajar para Guiné Bissau, Suíça e Itália. 

[AGENDA] Dulce Pontes adia concerto na Sérvia por motivos de doença do pai

Dulce Pontes cancelou um concerto agendado para a próxima terça-feira em Belgrado, capital da Sérvia, por motivo de doença do pai. Entretanto, a cantora anunciou uma nova data. 

[AGENDA] Dulce Pontes prepara concertos na Sérvia, Itália e Suíça

São 30 anos de música a percorrer os palcos do mundo. Depois dos concertos realizados no último trimestre do ano em Portugal, Polónia, República Checa, Chile, Argentina, Grécia e Hungria, Dulce Pontes prepara-se para atuar em diferentes cidades da Sérvia, Itália e Suíça. 

[ESPECIAL 2017] Os 10 discos nacionais do ano

Foram muitos e bons os novos discos apresentados por artistas nacionais. Temos dado conta de alguns desses lançamentos através da “Zona de Discos” e de outras rubricas do site e hoje apresentamos 10 dos discos que achamos merecedores de serem incluídos no balanço discográfico nacional de 2017. 

Os discos aqui apresentados pertencem a artistas portugueses que já participaram no Festival da Canção e/ou Concurso Eurovisão da Canção enquanto intérpretes, independentemente de ter sido com os projetos atuais ou formações musicais passadas. Discos ao vivo, compilações com gravações originais e intérpretes que participaram no Festival da Canção apenas como letristas e/ou compositores não foram contemplados. O responsável por esta seleção foi Carlos Carvalho.


Lâmina “Lilith” 
Rock com uma boa dose de psicadelismo, stoner, doom, são ramificações musicais que estão ainda muito ausentes do universo eurovisivo e mesmo do Festival da Canção. Daí não seja de admirar que “Lilith” dos Lâmina tivesse passado despercebido das redações eurovisivas. Num cenário ideal, o Festival da Canção devia também abraçar o underground. Quem sabe um dia. Os Lâmina são constituídos por Vasco Duarte (Homens da Luta e Kalashikov) na guitarra e na voz, Sérgio Pratas da Costa na guitarra, Katari na bateria e Filipe Fonseca no baixo. Merece o #1 neste balanço do ano, não apenas por ser diferente, mas sobretudo por ser muito bom. Para ouvir bem alto!




Kika Cardoso “Kika Cardoso” 
O único programa de talentos que acompanhei foi apenas a Operación Triunfo 1 (2001-2002), por isso, até fevereiro de 2017, o nome Kika Cardoso era-me completamente desconhecido. Conhecê-la através dos Viva la Diva foi um péssimo cartão-de-visita. “Nova Glória” nada mais foi do que um desastroso estereótipo eurovisivo, acabando por me alhear por completo do álbum estreia de Kika Cardoso, isso até ao primeiro fim-de-semana de 2018… Grande álbum! Pop soul do melhor que ouvimos nos últimos anos! Voz soberba num conjunto de canções que combina qualidade e potencial comercial. Merece ser reconhecido como dos melhores álbuns nacionais de 2017! 



Alexander Search “Alexander Search” 
A histórica vitória de Salvador Sobral acarretou uma série de boas consequências e uma delas foi retirar um dos melhores projetos discográficos nacionais do total anonimato. Falamos do álbum “Alexander Search”, um disco indie / rock electrónico baseado no heterónimo de Fernando Pessoa, Alexander Search. Um disco carregado de alter-egos, com uma musicalidade aprimorada e cuidada. A voz de Salvador Sobral, ou melhor, a voz de Benjamin Cymbra, é um elemento a destacar, mas a mestria estende-se aos músicos, nomeadamente a Júlio Resende, ou melhor, a Augustus Search. Ler a crítica a “Alexander Search” AQUI

     


Sara Tavares “Fitxadu” 
Um dos regressos nacionais mais esperados de 2017 foi o novo álbum da menina que outrora recusou o sucesso fácil da pop. Ao longo dos anos, a afro-pop-soul tornou-se a sua imagem sónica e é o desenvolvimento desse cunho pessoal que testemunhamos em “Fitxadu”, um álbum que abre espaço a inúmeras participações, lançando também convite a uma presença mais notada da electrónica. O álbum está há nove semanas no top 20 dos discos mais vendidos em Portugal, chegando a alcançar o #2. Ler a crítica a “Fitxadu” AQUI

    


Luciana Abreu “Luciana Abreu” 
Só pelo simples facto de se tratar da Luciana Abreu e por estarmos perante um álbum com a chancela da Vidisco, estão reunidas as condições para as críticas destrutivas dos pseudo-experts em música. “Luciana Abreu” é um disco comercial, com vários potenciais singles, tentando aproveitar a boleia da grande exposição que a música latina e ritmos quentes estão a receber a nível mundial. “Luciana Abreu” esteve durante 7 semanas no top 50 dos discos mais vendidos em Portugal, sendo o #21 a melhor posição. Ler a crítica a "Luciana Abreu" AQUI 



Dulce Pontes "Peregrinação"
Talvez a escolha de “Nevoeiro” como primeiro tema promocional de “Peregrinação” tenha dificultado o interesse pelo tão esperado novo álbum de Dulce Pontes. Será certamente um daqueles casos em que a escolha errada para um primeiro single põe em causa um grande álbum. Esperamos que não venha a ser este a ser o caso. “Peregrinação” mostra-nos Dulce Pontes na sua artística singularidade, num álbum recheado de belos momentos, desde “Meu amor sem aranjuez”, a “Bailados do Minho”. Dulce Pontes foi e é a melhor voz de Portugal. 



Ágata “Preto no Branco” 
Muito antes de ser Ágata, tentou chegar ao palco da Eurovisão e nos anos 90 tornou-se num dos maiores ícones da música em Portugal, apesar das constantes críticas ao estilo musical que apresentava. Gostos à parte, “Preto no Branco”, com Ricardo Landum no comando técnico, apresenta o mais forte conjunto canções de Ágata desde a época de “Escrito no Céu” (1997). “Tá bonito”, “Livro de Reclamações” e “Nem morta” foram, até ao momento, os temas promovidos. Ler crítica a “Preto no Branco” AQUI

    


Marco Rodrigues “Copo meio cheio” 
Podíamos rechear este pequeno resumo com clichés promocionais tais como, “o melhor álbum de Marco Rodrigues”, ou “clássico instantâneo”, mas a verdade é que ou ouvir “Copo meio cheio” apetece-nos utilizar alguns desses clichés porque foi efetivamente a sensação que nos deixou. Um disco que, à semelhança de outros exemplos atuais, casa o fado com atuais nomes da música portuguesa de áreas alheias. “Copo meio cheio” é o primeiro top 10 de Marco Rodrigues na tabela dos discos mais vendidos em Portugal (#8), ficando mais 5 semanas no top 50. 



LOQ “Capitão Jangada” 
Apresentam-se como um projeto de indie rock e electro world music, chamam-se LOQ e são a nova proposta musical de Daniela Varela e Jorge Manuel Marques (ambos Flor-de-Lis). “Capitão Jangada” é música pelo único prazer da música, pelo prazer da experimentação instrumental e pelo amor da linguagem musical portuguesa, mas dando-lhe um toque universal. Se estivéssemos na Estónia, seria algo que teria lugar no Eesti Laul. 


Paulo de Carvalho “Duetos” 
Foi o disco com o qual iniciámos a “Zona de Discos”, dando-lhe nota máxima. É difícil encontrar palavras para criticar “Duetos” porque mais do que novas canções, o que Paulo de Carvalho apresenta neste disco é uma nova abordagem a capítulos musicais que são seus, mas que há muito extravasaram essa relação e passaram a ser também capítulos da moderna história da música portuguesa. Composições de sempre, com novos arranjos, com novas vozes. É um disco intemporal para ser descoberto. Foi #1 na tabela de vendas e está há 29 semanas no top 50. Ler crítica a “Duetos” AQUI



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Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: GOOGLE  / Vídeo: YOUTUBE

[AGENDA] Dulce Pontes na Grécia em homenagem a Cesária Évora

Dulce Pontes irá participar numa homenagem póstuma a Cesária Évora na capital da Grécia, Atenas. A cantora portuguesa fará um tributo à cantora caboverdiana a 18 e 19 deste mês de novembro. 

Um tributo à vida e à carreira de Cesária Évora, a “diva dos pés descalços” de Cabo Verde, terá lugar em Atenas. As atividades em agenda são alusivas ao 30.º aniversário do lançamento do primeiro álbum da cantora em 1987, que iluminou a internacionalização da música de Cabo Verde e projetou o país além-fronteiras. O concerto terá como voz principal a de Dulce Pontes, que aqui estará acompanhada pela Orquestra Cesária Évora, composta na sua maioria por músicos que acompanharam a artista nos últimos 10 anos de carreira.

A última vez que Cesária Évora cantou em público foi em outubro de 2010, num espetáculo comemorativo do Dia de Cabo Verde, realizado na Expo 2010, em Xangai. Em setembro de 2011, depois de ter sofrido um Acidente Vascular Cerebral, a sua editora anunciou o fim da carreira de Cesária, que viria a falecer a 17 de dezembro, com 70 anos de idade, no Hospital Baptista de Sousa, em São Vicente, Cabo Verde. 'Nha Sentimento' (2009) e 'Cesária Évora' (2010), coletânea de 19 duetos gravados ao longo dos últimos 10 anos com artistas de 15 países africanos, são os últimos trabalhos discográficos editados por Cesária Évora.

O concerto em Atenas foi inicialmente projetado para uma única noite, a 18 de novembro, contudo, dada a elevada procura, a organização adicionou uma data extra. Os bilhetes podem ser adquiridos AQUI .

Dulce Pontes partilhou o palco com Cesária Évora em diversas ocasiões, como aqui na Expo 98 em Lisboa. Recuperamos este vídeo:



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Fonte: WHY ATHENS ,ESCPORTUGAL / Imagem:GOOGLE / Vídeo: YOUTUBE

[AO VIVO] O esplendor de Dulce Pontes no Coliseu do Porto

Nesta quarta-feira, dia 11, Dulce Pontes tomou conta do palco do Coliseu do Porto, apresentando-se em grande forma e obtendo estrondosas ovações ao longo de aproximadamente uma hora e meia de espetáculo. O ESCPORTUGAL esteve no Coliseu e traz-lhe as nossas impressões da noite. 

No Porto, o ambiente no Coliseu era eletrizante, quando finalmente a escuridão abriu alas à entrada da protagonista da noite. Dulce Pontes a sós entrou pelo lado esquerdo do palco e logo foi recebida por uma grande ovação. De imediato, juntou-se ao seu fiel piano, o seu ambiente natural, começando por tocar “Grito”, canção celebrizada por Amália Rodrigues presente no último álbum de Dulce com um novo e arrojado arranjo.  Seguiu-se o clássico “La Bohème” e, ainda ao piano, “Nevoeiro”. Antes de introduzir “Ondeia”, Dulce dedica o tema a um “amigo que perdeu a vida numa missão no Mali”. O silêncio encheu o Coliseu e no final mais um entusiasmante aplauso. Deixa o piano e dirige-se para o centro do palco, recebendo fervorosas palmas e retribuindo com sopros de beijos.

Os primeiros acordes de “Cantiga da roda” trazem no seu ritmo os primeiros passos de dança, entre o entusiasmo de um público que via as suas melhores expectativas confirmadas. Dulce mostra-se genuinamente descontraída. O folclore continua com “Canto do risco” e “Bailados do Minho”. Dulce Pontes entrelaça nos dedos o micro-xaile e com a sua imponente voz - ainda mais intensa ao vivo - deixa o “Alfama” entre as invectivas do público, transformando o Coliseu em gigante casa de fados. As guitarras de Marta Pereira da Costa e João Filipe foram imponentes, dando corpo a este fado que também se ouve no último álbum de Dulce. 


O clássico “Meu amor sem Aranjuez” e “La legienda del tiempo” sugerem um percurso por vários estados de alma e por outros tempos entre Portugal, Galiza e a América Latina. O mesmo ritmo sensual em “Maria de Buenos Aires”. Para além, claro, da sua capacidade de se reinventar, Dulce já com o público totalmente entregue ao espetáculo, viajou depois para o tango, onde mostra toda a sua alma e poder de interpretação com a sua voz aveludada que modela a gosto tanto no ataque às notas musicais, como no prolongamento das mesmas. Dulce brinca com o pianista Juan Carlos Cambas, ele próprio natural da Argentina. 

O encore veio com a mais que esperada “Canção do Mar”, música colada à pele de Dulce Pontes, que desfruta ao máximo o momento. A despedida sentida com a vocalista e os músicos alinhados em pé, com o público a aclamar todo o conjunto, emulando um terramoto ao bater com os pés no chão.


Dulce Pontes estará já a preparar a viagem para a Polónia onde, no próximo sábado, irá partilhar o palco de Łódź com o maestro Ennio Morricone, sua grande referência. Dois dias depois, será o público de Praga, na República Checa, que terá a mesma sorte que teve o público do Porto, ao poder ver e sobretudo ouvir ao vivo a nossa Dulce Pontes.

Alinhamento:
Grito
La Bohème
Nevoeiro
Ondeia (Água)
Cantiga da roda
Canto do risco
Bailados do Minho
Alfama
Meu amor sem Aranjuez
La legienda del tiempo
Afonsina
Martin Codax
Maria de Buenos Aires
Encore: Canção do Mar

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Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: ESCPORTUGAL 

[AO VIVO] Dulce Pontes conversa com fãs antes do concerto no Coliseu do Porto

Dulce Pontes esteve na noite passada numa superfície comercial de Matosinhos a apresentar o novo álbum “Peregrinação”, na véspera do seu concerto no Coliseu do Porto, que terá lugar esta noite. A conversa foi moderada pelo jornalista João Gobern e o ESCPORTUGAL esteve lá.

Foi uma conversa informal e muito próxima dos muitos fãs que não quiserem perder esta oportunidade de estar lado-a-lado com Dulce Pontes, considerada uma das maiores ‘embaixadoras’ de Portugal no mundo. Durante mais de 1 hora, Dulce Pontes falou-nos, entre outros temas, sobre o seu novo disco, um trabalho que reflete as experiências pessoais da cantora, compositora e instrumentista gravado maioritariamente no seu estúdio localizado numa aldeia de Bragança, concelho onde vive.

“Peregrinação” foi, então, o mote para a conversa. O jornalista João Gobern começou por dizer que este trabalho “foi muito sofrido por um lado, mas muito compensador por outro”, lançado numa altura em que as vendas de discos estão na mó de baixo. Para a cantora, autora e compositora, este é o resultado de um percurso de 7 anos, lançado de forma independente. “Até os custos foram completamente assumidos por mim”, revelou Dulce, que afirmou não querer estar dependente de qualquer editora discográfica, a não ser a sua própria. “Posso desta forma ter a minha liberdade artística", justificou. "É uma questão entre usar a música e servir a música. Nunca me quis servir da música, quis servi-la no sentido de manifestar e transmitir emoções… e música é isso! Nesse sentido, para mim é uma forma de sentir e de estar, por respeito à música e por respeito ao público. Se repetisse sempre as mesmas fórmulas, parava e estagnava criativamente e ficaria sempre a ser a Dulce do Festival da Canção ou a Dulce da “Canção do Mar”…que adoro e canto sempre!Mas todos temos um percurso de vida! Se ficar sempre com aquele aspeto inicial é de plástico. Nunca me quis dissociar da minha idade, de tudo o que vivi e de tanto que ainda tenho para viver.” Desta forma, a cantora demarcou-se das "exigências" das editoras, dando exemplos concretos. 


A conversa fluiu para as suas referências musicais, que passam muito pelo maestro Ennio Morricone, pelos duetos, pelas suas experiências profissionais e pessoais à volta do mundo. O ESCPORTUGAL transmitiu em direto, através de smartphone, a primeira parte do encontro e fomos acompanhados por mais de 1500 leitores. Pode ver ou rever AQUI.

No fim, e já na fase de perguntas dos fãs presentes, Dulce cantou “Senhora do Almortão”. Registámos esse momento em vídeo especialmente para os nossos leitores: 


O concerto de Dulce Pontes está agendado para as 21.30 horas desta noite no Coliseu do Porto. A cantora nunca decide o alinhamento com muita antecedência, sendo certo que irá cantar alguns dos temas deste novo "Peregrinação" e êxitos da sua carreira.

Recorde-se que “Peregrinação” foi editado 36 anos após o seu primeiro disco e 8 anos depois do seu último trabalho "Momentos". O novo álbum é composto por um duplo CD, um dos quais totalmente em português, e o segundo por temas em espanhol. Para além disso, há a edição com DVD: Este é composto por três concertos, um em Roma, no Auditório Parco de la Musica, com a Roma Sinfonietta, sob a direção do maestro Paolo Silvestri, um outro em Budapeste, no Palácio das Artes Béla Bartók, e o terceiro, em Atenas, no Odeon de Herodes Atticus, com várias imagens do ‘making-of’, captadas em Buenos Aires, Espanha e Portugal, segundo fonte a promotora.




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Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: ESCPORTUGAL / Vídeo: ESCPORTUGAL

[AGENDA] Dulce Pontes esta semana no Porto com "Peregrinação"

Na próxima quarta-feira, Dulce Pontes sobe ao palco do Coliseu do Porto para apresentar o seu último álbum "Peregrinação". Um dia antes, haverá um momento de apresentação para os fãs e admiradores. 


Entre uma série de espetáculos agendados entre agosto e dezembro em Itália, Holanda, Irlanda, Polónia, República Checa e Hungria, Dulce Pontes será a protagonista de um grande concerto na próxima quarta-feira, dia 11, no Coliseu do Porto. A intérprete de "Lusitana Paixão" apresentará o seu último álbum “Peregrinação” editado recentemente. O novo álbum é composto por um duplo CD, um dos quais totalmente preenchido por canções em português e, o segundo, por temas em espanhol. Dulce Pontes caminha para os 30 anos de carreira, sendo expectável que interprete também temas dos álbuns anteriores. Os bilhetes estão à venda com preços que variam entre os 15 e os 30 Euros. Pode ver AQUI.

Entretanto um dia antes, na terça-feira dia 10, Dulce Pontes apresentará o álbum na Fnac do Norte Shopping, em Matosinhos. O encontro, totalmente gratuito e de entrada livre, está agendado para as 22 horas e será moderado pelo jornalista João Gobern.







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Fonte: UAU, FNAC, ESCPORTUGAL / Imagem: GOOGLE / Vídeo: YOUTUBE

[AO VIVO] Dulce Pontes arrepiante em Viana do Castelo


Perante um auditório ao ar livre lotado, Dulce Pontes voltou a provar a força e a qualidade do seu trabalho, aclamado nos quatro cantos do mundo e também em Portugal. O ESCPORTUGAL esteve em Viana do Castelo e viveu momentos extraordinários. 

Em palco, Dulce Pontes foi diva. Fazendo-se valer de uma naturalidade genuína e de um reportório de luxo, demonstrou, uma vez mais, ser uma artista completa, aberta tanto à música tradicional portuguesa como às influências internacionais. A cada projeto, Dulce revela mais criatividade e maturidade. Realmente, a Praça da Liberdade em Viana do Castelo foi pequena para tanto talento!

Foi sentada ao piano a tocar e a cantar “A minha barquinha” que Dulce Pontes deu início ao seu concerto. A artista começou por matar saudades dos fãs com este tema incluído no seu álbum “Primeiro canto” de 1999. Aos primeiros acordes, Dulce aguçou os sentidos e a curiosidade do público ao abrir mão de um dos seus temas mais queridos de todos. Aos aplausos, seguiu-se um enorme silêncio; todos queriam ouvir a voz. “Grito”, original de Amália Rodrigues e Carlos Gonçalves, foi interpretado num registo fortemente emocional por Dulce Pontes, que se acompanha novamente ao piano contando, desta vez, com Marta Pereira da Costa, na guitarra portuguesa.

Deixa o piano e dirige-se para o centro do palco, recebendo fervorosos aplausos e retribui com sopros de beijos. Para cantar “Nevoeiro”, original de Dulce e de Fernando Pessoa, faixa do seu último álbum “Peregrinação”, Dulce passa para a contar com os músicos em cena: para além de Marta Pereira da Costa, Daniel Casares (guitarrista de flamenco), Davide Zaccaria (ao violoncelo), Juan Carlos Cambas (ao piano), Paulo Silva (percussão) e Amadeu Magalhães (flauta, gaita de fole, cavaquinho e bandolim).

O ESCPORTUGAL transmitiu o início do concerto em direto através de smartphone. Fomos acompanhados no direto por cerca de 1200 leitores. Pode (re)ver AQUI


Seguiram-se três temas de "Peregrinação": o tradicional“Cantiga da Roda”, a composição original “Canto do Risco” e “Bailados do Minho”, que arrancaram aplausos carinhosos do público. Mas, foi mesmo com “Meu Amor sem Aranjuez”, uma bela versão do clássico de Joaquín Rodrigo com letra da própria Dulce Pontes, que o espetáculo tomou novos contornos. A intensidade com que Dulce interpretou o tema, com total entrega e emoção, fez vibrar o público, que se emocionou também. Traduzindo toda esta entrega em tom, timbre e tempo, dá maravilhas! Foi, sem dúvida, um dos momentos da noite. Mesmo estando milhares de pessoas neste lugar, o silêncio era ensurdecedor. Todos os sentidos tinham de estar aqui focados. O poder vocal de Dulce Pontes, a inteligência com que improvisa ao segundo e prolonga as notas musicais, não estão ao alcance de muitos. De Dulce Pontes, e porque este é o quinto espetáculo que acompanhamos nos últimos tempos, podemos afirmar, sem nos repetirmos, que o céu é o limite, não sendo por acaso que muitos a consideram uma das mais talentosas cantoras portuguesas de todos os tempos.

De seguida, Dulce saiu dos focos de luz por minutos e deixa que os músicos que a acompanhavam embalassem Viana no som dos seus instrumentos.


Estando tão perto da Galiza amiga e irmã, muitos eram os galegos presentes no concerto. “Martin Codax”, jogral e compositor galaico-português, trouxe as sonoridades das cantigas de amigo tão presentes na Idade Média em Portugal. Dulce colocou, depois, um lenço na cabeça e ensaiando alguns passos de tango, cantou e encantou em “Maria de Buenos Aires”. Pela primeira vez nos concertos aos quais assistimos, ouvimos também “La leyenda del tiempo”, de Federico García Lorca e Ricardo Pachón, a lembrar o flamengo.

Já depois da despedida, deu-se o inesperado: o público obriga a artista a entrar e a reentrar em palco três vezes. As palmas a pedir um encore eram tantas, que Dulce Pontes não resistiu. O primeiro tema não podia falar no alinhamento: “Canção do Mar”, um clássico na voz de Dulce, que se emocionou, e emocionou o público. Temos esse vídeo especialmente para os nossos leitores:

  

Da emoção para a alegria inocente de “Laurindinha”. O público não arredava pé. E o fecho não podia ser mais apoteótico: “O Amor a Portugal” levou Dulce Pontes às lágrimas. Veja esse momento, gravado pelo ESCPORTUGAL: 


Cerca de duas horas de concerto depois, podemos concluir que este foi, sem dúvida, um dos melhores de sempre. Nos próximos dias, Dulce inicia, em Itália, uma digressão com o maestro Ennio Morricone. 



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Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: ESCPORTUGAL / Vídeo: ESCPORTUGAL 

[AGENDA] Dulce Pontes em digressão internacional com Ennio Morricone

A cantora Dulce Pontes, que recentemente editou o duplo CD "Peregrinação", tem agendado um conjunto de concertos na Europa com o compositor italiano Ennio Morricone, que conheceu no Festival Eurovisão em 1991 e com o qual colaborou no album "Focus".

Os dois primeiros concertos de Dulce Pontes com o maestro Ennio Morricone estão agendados para a Arena de Verona, no nordeste de Itália, nos dias 30 e 31 de agosto. Os nove concertos agendados até dezembro inserem-se na digressão mundial comemorativa dos 60 anos de carreira de Morricone, de 89 anos de idade, e na qual a cantora portuguesa já se apresentou no passado mês de fevereiro, na O2 Arena de Praga, com a Orquestra Sinfónica Nacional Checa. Dulce Pontes conheceu Ennio Morricone no Festival Eurovisão da Canção de 1991, sediado em Roma. A relação de ambos nunca mais parou, culminando na edição do álbum "Focus", em 2003. Nesse álbum, Dulce Pontes gravou várias canções de Morricone, a par de originais compostos propositadamente para a sua voz.

Entretanto, a cantora portuguesa também estará no Centro Cultural de Viana do Castelo a 26 de agosto e no Coliseu do Porto a 11 de outubro. 

Agenda de concertos de Dulce Pontes com Ennio Morricone:

30 e 31 de agosto – Arena di Verona, Itália bilhetes
19 de setembro – Rotterdam Ahoy, Roterdão, Holanda bilhetes
23 de setembro – 3Arena, Dublin, Irlanda bilhetes
14 de outubro – Atlas Arena, Lodz, Polónia bilhetes
16 de outubro – O2 Arena, Praga, República Checa bilhetes
18 de outubro – Pap László Budapest Sportaréna, Budapeste, Hungria bilhetes
1 de dezembro – Unipol Arena, Bolonha, Itália bilhetes
2 de dezembro – Mediolanum Forum, Milão, Itália bilhetes





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Fonte: RTP, ESCPORTUGAL / Imagem: GOOGLE / Vídeo: YOUTUBE

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