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Lena Coelho: "A Teresa Miguel está muito mal e a precisar urgentemente de cuidados continuados"

 Lena Coelho, das Doce, fez um apelo de ajuda para a antiga colega Teresa Miguel, "está muito mal e a precisar de ajuda para conseguir ser internada nos cuidados continuados". A Casa do Artista já assegurou ajuda à cantora.

[ESPECIAL] Quais foram os distritos que mais votaram nas Doce no Festival da Canção?

 No dia em que "Bem Bom", o filme biográfico da banda, chega às salas de cinema, o ESCPORTUGAL convida-o a recordar as quatro participações das Doce no Festival da Canção. Qual terá sido o distrito que mais votou na girl band portuguesa?

Lena Coelho lamenta a "falta de respeito" da Universal Music com o lançamento de 'Doce - O Melhor'

 

A cantora Lena Coelho, integrante das Doce, lamentou o lançamento de 'Doce - O Melhor' sem nenhum contacto por parte da Universal Music: "Como vêem passados 40 anos, as DOCE continuam a ser maltratadas".


A escassas semanas do lançamento de "Bem Bom", filme que recordará a carreira da girlband Doce, a Universal Music lançou uma nova colectânea do grupo que representou Portugal no Festival Eurovisão de 1982, "Doce - O Melhor". No entanto, o lançamento do disco sem "qualquer contacto ou informação por parte da editora a qualquer um dos elementos do grupo" não agradou a Lena Coelho, uma das quatro integrantes da banda, que lamentou o sucedido nas redes sociais: "Incrível a falta de respeito, educação, consideração, moral, ética," escreveu, frisando que "como vêem passados 40 anos, as DOCE continuam a ser maltratadas". Em resposta a um utilizador, a cantora explica que "a Universal é a legítima detentora de todo o espólio das Doce e pode fazer o que quiser", mas enaltecendo que "o que está mal é a atitude para connosco".


 

Formadas em 1979 pela mão de Tozé Brito, as Doce foram compostas por Fá (Fátima Padinha), Teresa Miguel, Lena Coelho e Laura Diogo. Fernanda de Sousa, atualmente conhecida por Ágata, integrou o quarteto em duas ocasiões: em 1985, substituiu Lena Coelho durante a sua gravidez, entrado posteriormente na formação no lugar de Fátima Padinha.

A banda portuguesa entrou em quatro edições no Festival da Canção: em 1980 (com "Doce", 2.º lugar), em 1981 (com "Ali-bábá (Um homem das arábias)", 4.º lugar), em 1982 (com "Bem Bom", 1.º lugar) e em 1984 (com "O barquinho da esperança", 11.º lugar). No Festival da Eurovisão, o grupo alcançou o 13.º lugar com 32 pontos, entre 18 países. Por sua vez, Fátima Padinha foi a única das cantoras a regressar ao Festival da Canção a solo, defendendo "Uma balada de amor" na edição de 1986.


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Fonte: Universal/FNAC/ Imagem: Google / Vídeo: Youtube

Portugal: Filme "Bem Bom" chega aos cinemas no verão


A história da girlband Doce, representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1982, vai dar origem a "Bem Bom", filme que chega aos cinemas no verão.

Portugal: Faleceu o jornalista António Tavares Teles


O jornalista e escritor António Tavares Teles, de 77 anos, morreu no Algarve, avançou a Sociedade Portuguesa de Autores. 

[VÍDEO] Portugal: José Cid recebeu Grammy Latino de Excelência Musical


O cantor e compositor José Cid recebeu, esta noite, o Grammy Latino de Excelência Musical em Las Vegas, nos Estados Unidos da América.

[AGENDA] Duplo concerto de José Cid na 'Feira das Cebolas' em Portalegre


O cantor e compositor José Cid é o grande destaque da tradicional Feira das Cebolas em Portalegre, onde para além do normal concerto, tocará "10 mil anos depois entre Vénus e Marte" acompanhado pelo portalegrense Augusto Vintém ao piano.

[VÍDEO] José Cid em destaque no 'O Programa da Cristina'


O cantor e compositor José Cid foi recebido, esta manhã, por Cristina Ferreira no O Programa da Cristina na SIC.

Portugal: José Cid recebe Grammy Latino de Excelȇncia Musical


O cantor e compositor José Cid foi distinguido com um Grammy Latino de Excelência Musical. É "o prémio mais importante" da sua carreira de cinco décadas, destacou o representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1980 e 1998.

[ZONA DE DISCOS #97] Lena d'Água - "Desalmadamente"

Todas as semanas no ESCPORTUGAL, a crítica aos álbuns editados por artistas que participaram no concurso Eurovisão da Canção e/ou seleções nacionais ao longo dos anos. 
Esta semana, a análise recai em "Desalmadamente", o novo álbum de Lena d'Água.
O responsável da rubrica é Carlos Carvalho.


Lançamento: 10 de maio de 2019
Nota: 8,5/10
“Nuclear Não, Obrigado”, “Demagogia” e, obviamente, “Sempre Que O Amor Me Quiser” são temas que sobreviveram ao teste do tempo e imortalizaram Lena d’Água. Beleza, voz, talento que, a partir dos anos 90, desapareceu do campo mediático e pouco ou nada se ouviu falar. Culpa da própria, de um sistema que nos ultrapassa ou de ambos, não sabemos ao certo, mas a verdade é que foram vários os sinais que Lena d’Água foi dando nos últimos anos que queria regressar ao grande público. O primeiro passo foi dado no Festival da Canção 2017, com "Nunca Me Fui Embora", um dos temas mais fracos a concurso, que provavelmente não merecia a final mas que apresentou um facto incontornável, a voz de Lena d’Água estava imune à passagem do tempo! Tinha de haver oportunidade a um novo reportório e a primeira boa-nova deu-se com “Electrifciados” (2018), principal tema da série de ficção da autoria de Nuno Markl, “1986” (vale a pena ver!), e, um ano depois, eis o tão esperado novo disco: “Desalmadamente”.
“Desalmadamente” não é um trabalho de mutação, mas sim um disco revestido por um inteligente sistema de actualização e servido por um timbre jovial que irá funcionar em simultâneo como nostalgia (para os admiradores de sempre) e descoberta agradável (para o público mais jovem). Uma nostalgia e uma descoberta que, para além de sincrónicas, estão accionadas no tempo presente. Um disco assumidamente 2019 que conta com a colaboração de, por exemplo, João Correia, António Vasconcelos Dias  e Benjamim.
No novo disco há ‘know how’ assumido, irreverência e até o arcar de algumas inseguranças em modo interrogativo. “Opá”, o tema de abertura, é dream pop, um ambiente pouco explorado na discografia lusa. “Enquanto assim for” (#2) assume contornos indie e os temas que se seguem,  “Queda para voar”(#3) e “Minutos” (#4), vivem sobretudo das letras, a primeira, em registo alegre, relata os percalços da vida de palco e, a segunda, as interrogações que surgem num artista momentos antes de pisar o esse mesmo palco. A partir do “Hipocampo” (#5) – tema leve e com toque a verão assente num jogo de palavras –, “Desalmadamente” entra na sua melhor parte, existindo uma comunhão quase perfeita entre música e letra. “Grande festa” (#6) – o primeiro single – é irreverência pura; “Voltas trocadas” (#7) visita ambientes indie e alternativos e “Formatada” (#8), numa letra que lembra muito Carlos Paião,  oferece-nos um dos pontos altos do disco. Um novo álbum que, sem grandes cerimónias, é uma grande celebração de um nome que fecha o atual registo com dois grandes momentos, o tema título “Desalmadamente” (#9) e o simpático “Bem que vos avisei” (#10).
Sem exageros e artes adivinhatórias – embora com toda a legitimidade para desacordos – estamos perante um disco que, sem dúvida, foi do melhor que apareceu no mercado português na primeira metade de 2019 e que, com toda a certeza, irá figurar nas listas do melhor do ano (que irão aparecer a partir de meados de novembro). Mas há ainda muito trabalho a ser feito, principalmente em termos promocionais de modo a não relegar, a médio prazo, este “Desalmadamente” à categoria dos esquecíveis. Para já, o disco está num bom caminho para isto não acontecer, com 7 semanas no top nacional de vendas, teve entrada direta para o #2 logo após o seu lançamento.

Vídeos e temas promocionais
Grande festa

Hipocampo


Alinhamento
Opá
Enquanto assim for
Queda para voar
Minutos
Hipocampo
Grande festa
Voltas trocadas
Formatada
Desalmadamente
Bem que vos avisei


Temas destacados por Carlos Carvalho: “Opá” e “Hipocampo”


A ver: Lena d'Água - Hipocampo | Ao Vivo na Antena 3 | Antena 3


Pode ouvir o disco AQUI.
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Fonte: OPINIÃO CARLOS CARVALHO / Imagem: GOOGLE / Vídeo: YOUTUBE

[ZONA DE DISCOS #87] Dina - Especial


Todas as semanas no ESCPORTUGAL, a crítica aos álbuns editados por artistas que participaram no concurso Eurovisão da Canção e/ou seleções nacionais ao longo dos anos. 
Esta semana, a 'Zona de Discos' é especial e em jeito de homenagem  recai numa análise sobre a discografia de Dina. O critério de seleção do material a ser aqui disseminado  foi o trabalho lançado em registo de longa-duração, independentemente de ser um álbum de originais ou compilação. 
O responsável da rubrica é Carlos Carvalho.


Desde os meus 10 anos de idade, 1991, meses antes do FDC 1992, que sou um grande apreciador da sua obra, mais concretamente desde a apresentação de 'Acordei o Vento', no 'ET - Entretimento Total', de Júlio Isidro. Desde então, todos os seus registos foram, sem exceção, por mim consumidos e desfrutados de forma continuada ao longo de todos estes anos, desde o momento em iam sendo lançados. Da apreciação do material outrora novo à vontade de querer descobrir as gravações que tinham sido lançadas nos anos 80 foi um passo natural. Assim, foi com enorme tristeza que recebi a notícia do seu adeus no final da semana passada. Deste modo, resolvi reservar este 'Zona de Discos' à Dina. Uma revisão e uma leitura de um ponto de vista pessoal e crítico, da herança musical que se encontra disponível através do formato álbum.

           Dinamite (1982)

Num olhar retrospectivo de 37 anos, o universo da música portuguesa, no ano de 1982, significa, sobretudo, Patchouly do Grupo de Baile ou Amor dos Heróis do Mar, mas foi também em 1982 que Dina, embora longe do mediatismo merecido, lança um dos álbuns que define a moderna música portuguesa de então, Dinamite.
Composto por 8 faixas e com o selo da Polygram, Dinamite reivindicava, em termos sonoros, a equiparação de Portugal com o que de melhor se fazia nos grandes mercados internacionais. Com contornos claramente pop, o álbum situa-se algures entre a synthpop, new wave e funk (não esquecendo as baladas) e foi a nossa resposta a Girls on film dos Duran Duran ou Kids in America (1981) de Kim Wilde. Contudo, o álbum “foi morto” pela própria editora, ao enviar três canções, sem o conhecimento de Dina, para o Festival da Canção, ficando, assim, o disco limitado e estigmatizado a Gosto do teu gosto, ofuscando o verdadeiro explosivo do álbum, como, por exemplo, Isso é que era bom ou Nem mais.
Em junho de 2018, o 'Zona de Discos' foi dedicado à análise de 'Dinamite', aquando do seu relançamento em vinil. Pode recordar o artigo AQUI.

   Aqui e Agora (1991)

Foram necessários quase 10 anos para Aqui e Agora (lançado pela UPAV) ver a luz do dia. Apesar do sucesso radiofónico de Acordei o Vento, não houve repercussão comercial e aí surge a ideia para voltar ao festival da canção com um objectivo claramente definido, ganhar.
Aqui acontece o primeiro erro da UPAV. Lançado em single e cassete, Amor d’água fresca nunca fez parte de um álbum. Não teria sido uma boa ideia aproveitar a boleia do tema eurovisivo e fazer uma re-edição de Aqui e Agora com a inclusão do novo sucesso? Composto por nove canções, Aqui e Agora é imperdível pelos temas Suco açucar e A cor da vida, acorda vida, pois além de serem dois dos melhores temas de Dina, são composições que se encontram lançadas somente no segundo álbum de Dina e na cassete referida anteriormente, encontrando-se ambos os produtos descatalogados e fora de mercado.

 Guardado em mim (1993)

Em 1993, agora com o selo da VIDISCO, Dina lança aquele que é, para mim, a sua melhor obra e o seu disco verdadeiramente intemporal, Guardado em Mim. É intemporal no sentido em que se trata de um “disco de banda”, orgânico, que foi gravado em 1993, mas que podia ter sido gravado e lançado em 2016 (com a devida actualização de remasterização). Composto essencialmente por temas de Dinamite e Aqui e Agora, todas as composições (sem exceção) ganham uma nova vida, com muito mais pujança e provavelmente muito mais fiéis ao ímpeto criativo original. Por ser altamente recomendável, é difícil destacar apenas dois ou três momentos, mas aqui vai uma tentativa: a novas versões de Nem mais e Que vamos nós fazer (os meus temas preferidos de Dina) e o original Voar outra vez.

 Sentidos (1997)

Sem o devido apoio da VIDISCO (talvez por ser uma editora muito ligada a colectâneas de dança e ao denominado movimento pimba), Guardado em Mim passa ao lado dos grandes feitos comerciais e tivemos de esperar 4 anos para um novo lançamento. Sentidos, lançado em 1997, pela Ovação, é um disco que não pode ser ignorado por nenhum seguidor de Dina, não só por ser o último registo de originais mas por ser também aquele que melhor espelha a essência musical de Ondina Veloso. Os nomes de Luís Fernando (guitarras e produção) e Sertório (na bateria) associados às composições de Dina e letras de Rosa de Lobato de Faria converteram-se num casamento perfeito entre melodia e sensibilidade alicerçado em cânones rock. Beleza é o fio condutor presente neste apuramento sonoro do seu legado artístico. Depois de Mim foi sempre a minha predileta, mas é impossível resistir a qualquer momento deste longa-duração. Para quem ainda não o conhece, recomenda-se, como iniciação, Carregal do Sal, Tafetá, Ai a Noite (concorrente ao Festival da Canção 1996, na voz de Elaisa) e De Manhã. Uma vez mais, o selo editorial teve grande responsabilidade pela não projecção do álbum.

O melhor de 2 (Dina / Mário Mata), 2001

Em 2001, inserida colecção O Melhor de 2, a Polygram lança O Melhor de Dina. Não se trata de mais do mesmo, uma vez que é aqui que se encontra, pela primeira vez, reunidos em cd, os primeiros quatro singles, destacando-se  as versões originais de Guardado em mim, Pássaro doido e o mistério do Festival da Canção 1981 e imensamente popular Há sempre música entre nós.

 Guardado em mim (2002)

Em 2002, Dina consegue o primeiro disco de ouro (20 000 cópias vendidas) através da Banda Sonora da telenovela Filha do mar. Tema principal da referida obra de ficção, e consequentemente banda sonora, Que é de ti lança a compilação para o primeiro lugar do top nacional vendas (domínio das colectâneas) e a carreira de Dina ganha um novo impulso.
O novo impulso é (mal) aproveitado pela VIDISCO. Ainda em 2002, a referida editora relança uma versão actualizada da compilação  Guardado em mim (lançada originalmente em 1993). Entre as novidades, para além de um novo artwork, destacam-se a inclusão de Amor d´água fresca (tema pela primeira vez inserido num álbum de Dina). No campo das falhas, a ausência de Que é de ti e a promoção nula.

Da cor da vida, o melhor de Dina (2008)

A lacuna promocional foi finalmente (embora de modo parcial) colmatada em 2008, por intermédio da editora Farol. A colectânea Da cor da vida, o melhor de Dina é a retrospectiva mais completa de Dina. Composto por 20 temas, o disco teve direito a spot publicitário televisivo, reportagens em noticiários, alcançando o #42 no top oficial de vendas. Promovido pelo original Esta manhã em Lisboa, tudo indicava que esta compilação era a ponte para um tão aguardado disco de originais….. que não chegou a acontecer (embora supostamente haja material gravado e provavelmente muito na gaveta).

A obra continua...
Mal amada pelo companhias discográficas, Dina foi sempre acarinhada pelo público e grandemente elogiada por artistas do meio musical. Foi precisamente este último grupo, mais precisamente uma nova geração de músicos de alta qualidade e vertente alternativa, a que se deveu  um novo interesse público pela obra de Dina e a uma digna comemoração dos 40 anos de carreira e despedida dos palcos.
Da parte das editoras, a Universal deve-nos uma re-edição de luxo de Dinamite (com os bónus que os fãs tanto adoram), e todo o seu catálogo devia ser re-editado ou pelo menos sujeito a uma compilação, não apenas mais uma, mas sim uma  que finalmente dignifique o nome de Dina.
Em relação aos temas que se encontram espalhados pelas bandas sonoras de várias telenovelas, devíamos seguir o exemplo brasileiro e aglomerar todo esse legado. Não foi isso que se fez para o disco Novelas de Caetano Veloso?
O meio musical português ficará mais pobre, a Artista já não está fisicamente presente mas a sua música ficará para sempre entre nós. Estou triste, mas OBRIGADO, Dina, por toda a música!

Pode ouvir alguns dos lançamentos de Dina AQUI.

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Fonte: OPINIÃO CARLOS CARVALHO / Imagem: GOOGLE / Vídeo: YOUTUBE

[ESPECIAL] Mundo eurovisivo chora o desaparecimento de Dina


Nas redes sociais multiplicaram-se os votos de lamento e de pesar pelo desaparecimento de Dina, vencedora do Festival da Canção de 1992 e representante de Portugal em Malmö.

MORREU DINA, REPRESENTANTE DE PORTUGAL NA EUROVISÃO DE 1992



Morreu a cantora e compositora Dina, representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1992. Tinha 62 anos de idade.

Portugal: Documentário sobre José Cid estreia na RTP1 na próxima sexta-feira


Intitulado José Cid: A Minha Música e de autoria de Nuno Galopim e Hugo Manso, o documentário sobre a vida e carreira de José Cid estreia na próxima sexta-feira na RTP1.

[ZONA DE DISCOS #47] Dina - "Dinamite" (Reedição)


Todas as semanas no ESCPORTUGAL, a crítica aos álbuns editados por artistas que participaram no concurso Eurovisão da Canção e/ou seleções nacionais ao longo dos anos. Esta semana o destaque vai para a reedição do primeiro álbum de Dina, "Dinamite".
O responsável da rubrica é Carlos Carvalho.

Lançamento: 16 de março de 2018
Nota: 8,5/10

FC2018: Fátima Padinha e Teresa Miguel lamentam ausência na homenagem às DOCE


Fátima Padinha e Teresa Miguel, antigas integrantes das DOCE,  lamentaram não ter sido convidadas para o Festival da Canção 2018 onde o grupo foi homenageada: "Tive pena que se tivessem esquecido de nos convidar".


Portugal: Dina na lista para receber um transplante de pulmão

A cantora Dina, vencedora do Festival da Canção de 1992, aguarda por um transplante de pulmão, processo moroso e que poderá nunca acontecer.

Venceu o Festival da Canção de 1992 com uma das canções mais conhecidas da música portuguesa, "Amor de Água Fresca". Um quarto de século depois, Dina abandonou a carreira artística (como pode recordar AQUI) e vive momentos dramáticos enquanto espera por um transplante de pulmão: a cantora sofre de fibrose pulmonar.

Em entrevista à TV7Dias, a cantora terá revelado que raramente sai de casa, pois só consegue respirar com um auxílio exterior, recebendo ajuda permanente de uma botija de oxigénio. "Há dias em que tenho medo... não é medo, é pena por não usufruir mais das coisas, das pessoas que eu gosto, dos belos vinhos tintos que já não vou beber. Viver é muito bom, mas viver com qualidade é melhor ainda" afirmou, revelando que já está inscrita numa lista para poder receber um transplante de pulmão. No entanto, a cantora está consciente de que se trata de um processo moroso e poderá até nunca acontecer: "Uma pessoa não pode estar sempre a pensar nisto, nem dramatizar".
Mais tarde, num post publicado na sua conta de facebook, Dina escreveu: "Há dois anos, trouxe a público o meu problema de saúde, uma fibrose pulmonar. Sim estou em lista para transplante. Ponto final no assunto. Eu tenho orgulho no meu percurso/carreira, considero-me uma pessoa forte, vou ultrapassar este problema!"

Recorde-se que Dina participou por diversas vezes no Festival da Canção: Em 1980, com "Guardado em mim" (ouça AQUI), conquistou o prémio revelação, apesar de ficar classificada em 8.º lugar. Dois anos depois, volta ao certame com as canções "Em segredo" (Ouça AQUI) e "Gosto do teu gosto" (AQUI) , classificando-se em 8º e 6.º lugar. E em 1992, finalmente a vitória com "Amor d'água fresca", representando depois a RTP na Eurovisão em Malmö, Suécia. Recorde esse momento: 



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Fonte: Flash, Facebook / Imagens: CMLisboa / Vídeo: Youtube

Portugal: Homenagem a Carlos Paião reúne 600 músicos de Ílhavo


O cantor Carlos Paião celebraria, hoje, 60 anos de idade e esse aniversário será assinalado em Ílhavo com o lançamento de uma iniciativa que juntará mais de 600 músicos: a Milha - Festa da Música e dos Músicos de Ílhavo.

A primeira edição da Milha - Festa da Música e dos Músicos de Ílhavo decorrerá de 3 a 5 de novembro tornando-se na primeira edição de um eventual anual dedicado a um dos "filhos mais queridos" da terra, Carlos Paião. Falecido precocemente em 1988, o representante de Portugal comemoraria hoje, 1 de novembro, 60 anos de idade, aniversário que o projeto cultural 23 Milhas e a associação Cais do Som quiseram assinalar.

"Com um trajeto invulgar na música popular nacional, Carlos Paião é um símbolo de Ílhavo e, simultaneamente, de Portugal. (…) Queremos que seja uma inspiração para todos os músicos do concelho, pelo seu rasgo, qualidade e ambição" defendeu Luís Ferreira, diretor do programa 23 Milhas, revelando que as edições dos próximos anos decorrerão sempre por altura do aniversário do nascimento do cantor.

Com entrada gratuita, a primeira edição do evento contará com 600 músicos, estando previstos dez concertos na Casa da Cultura de Ílhavo e na Fábrica das Ideias da Gafanha da Nazaré. Além disso, o evento integra ainda duas oficinas sobre a obra de Carlos Paião, uma dirigida a escolas e outra a famílias. O ponto alto do programa acontecerá no domingo à tarde com um concerto das duas bandas filarmónicas do concelho na Gafanha da Nazaré, onde será tocado parte do repertório do músico que representou Portugal no Festival Eurovisão de 1981.

Aceda AQUI ao programa na íntegra.

Carlos Paião foi um dos mais marcantes cantores e compositores da música ligeira portuguesa na década de 80 do século passado, tendo participado em diversas edições do Festival da Canção. A estreia aconteceu em 1980 com "Amigos Eu Voltei", tema que falhou o apuramento para a Grande Final. No ano seguinte, com "Playback", um dos seus maiores sucessos de sempre, o cantor venceu o Festival da Canção com 203 pontos: em Dublin apenas conquistou 9 pontos, partilhando o 18.º lugar (penúltimo) com a Turquia. Compositor de "Trocas e Baldrocas", tema que conquistou o 2.º lugar no FC1982, Carlos Paião participou pela última vez no Festival da Canção em 1983, com Cândida Branca-Flor: a dupla conquistou o 4.º lugar com 148 pontos com "Vinho do Porto (Vinho de Portugal)".




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Fonte/Imagem: Observador / Vídeo: Youtube

Portugal: Fátima Padinha das Doce luta contra um cancro

Fátima Padinha está a braços com uma doença do foro oncológico, noticiou a imprensa. "Estou confiante", afirmou o antigo elemento do grupo Doce. 


Uma das cantoras mais acarinhadas pelos portugueses nos anos 80, Fátima Padinha ou, como é mais conhecida, a Fá das Doce, vive uma fase difícil devido a uma doença do foro oncológico. Fátima, atualmente com 59 anos de idade, confirmou ao Correio da Manhã que se encontra a fazer tratamentos de quimioterapia para lutar contra um tumor maligno na mama. "O cancro foi-me diagnosticado em fevereiro. Desde então, já fui operada, estou a fazer quimio e segue-se a radioterapia". A artista confessa, contudo, que a doença poderia ter tido eventualmente outro caminho. "Estou confiante, apesar de sentir que tudo isto podia ter sido evitado. Há quatro anos, numa mamografia, os médicos sugeriram que podia haver qualquer coisa e disseram para repetir mais tarde, mas eu fui desleixada e agora estou a passar por isto". Aguardamos pela sua rápida recuperação.

Fátima Padinha pertenceu à formação inicial da girlsband Doce, logo na estreia do grupo em 1979. As Doce concorreram quatro vezes ao Festival da Canção: 1980, 1981, 1982 (onde se consagraram vencedoras, indo mais tarde representar Portugal no Festival da Eurovisão de 1982) e, pela última vez, em 1984. Em 1986, Fátima Padinha concorre a solo ao festival com "Uma balada de amor".

Recorde a atuação no palco de Harrogate, em Inglaterra:




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Fonte: CORREIO DA MANHÃ / Imagem: GOOGLE / Vídeo: YOUTUBE

José Cid: "Sou uma espécie de Salvador Sobral, mas com mais 50 anos"


Com 62 anos de carreira, José Cid, representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1980, revelou algumas semelhanças com Salvador Sobral: "Ele é extraordinário e também um incompreendido, como eu".

Com 48 anos de diferença, José Cid, representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1980 e compositor da candidatura de 1998, garantiu que segue "com muita atenção" a carreira do mais recente vencedor do Festival Eurovisão, Salvador Sobral. "O Salvador Sobral é um extraordinário intérprete. Gostei bastante do seu primeiro álbum, mas, tal como aconteceu comigo, é um incompreendido" afirmou.

Além disso, o cantor e compositor acredita que o jovem de 27 anos está "surpreendido com tudo isto que lhe está a acontecer à volta" depois do triunfo em Kiev: "É tudo muito recente e é muita coisa ao mesmo tempo. Ele tem pouca pachorra para o sistema e para as meninas guinchonas que andam sempre atrás dos D.A.M.A. e dos Diogos Piçarras da vida" afirmou José Cid, que também se garante um homem fora do sistema: "Sempre fui um desalinhado. Sou uma espécie de Salvador Sobral, mas com mais 50 anos".


Recorde, de seguida, as participações de José Cid e Salvador Sobral no Festival Eurovisão:



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Fonte: N-TV / Imagem: move noticias / Vídeo: Youtube

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