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Carlos Paião
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Marcelo Rebelo de Sousa
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Presidente da República condecorou Carlos Paião com a Ordem do Infante D. Henrique

Quarenta anos depois da sua primeira participação no Festival da Canção, Carlos Paião foi condecorado, a título póstumo, com o grau de comendador da Ordem do Infante D. Henrique.
Carlos Paião
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Zona de Discos
[ZONA DE DISCOS #74] Paião - "Paião"
Todas as semanas no ESCPORTUGAL, a crítica aos álbuns editados por artistas que participaram no concurso Eurovisão da Canção e/ou seleções nacionais ao longo dos anos.
Esta semana, a análise recai no disco de tributo a Carlos Paião, devidamente intitulado "Paião".
O responsável da rubrica é Carlos Carvalho.
Esta semana, a análise recai no disco de tributo a Carlos Paião, devidamente intitulado "Paião".
O responsável da rubrica é Carlos Carvalho.
Lançamento: 16 de novembro de 2018
Nota: 8,5/10
Não é uma ideia pioneira, mas nem
por isso deixa de ser arriscada. Mexer num legado que por toda uma nação é
reconhecível é sempre algo audacioso, contexto propício a preconceitos e
comentários negativos antes de se dar o benefício da dúvida e…. ouvir. “É deste
modo que se destrói um clássico” é o comentário clássico que prevemos que irá
aparecer (ou que já apareceu).
Tributo a Carlos Paião - Semi-Final 2 Festival da Canção (RTP1-25/02/18)
M80 - Paião - Pó de Arroz (Carlos Paião)
Será porventura difícil sintetizar
a genialidade de Carlos Paião, mas a brincadeira séria em torno das palavras em
plena harmonia com uma métrica melódica contribuíram sem dúvida para o carimbo
distintivo de Carlos Paião. Ao ouvir, “Paião” – o disco de tributo – percebemos
que Nuno Figueiredo (Virgem Suta e Ultraleve), João Pedro Coimbra (Mesa), Via, Jorge Benvinda
(Virgem Suta) e Marlon (Os Azeitonas) tiveram em atenção essa matriz artística
de Carlos Paião e, nas palavras do quinteto, “Paião é a nossa sincera homenagem
à fantástica obra de Carlos Paião, um souvenir contra a saudade habitual.”
Assim, com um pé no século XXI e outro na essência musical de Carlos Paião,
podemos disfrutar de 10 novas abordagens a clássicos escritos e compostos pelo
nosso representante eurovisivo de 1981, 7 dos quais popularizados pelo próprio,
um por Herman José – “Canção do Beijiho” –, “O senhor extraterrestre” por
Amália Rodrigues e “Vinho do Porto (Vinho de Portugal)” em dueto com Cândida
Branca Flor.
O disco, que foi lançado a 16 de
novembro de 2018, oferece-nos, por exemplo, uma “Cinderela” mais orgânica mas
sem matar a melodia original; a peculiar “Não há duas sem três” reveste-se de
um aroma folk, americano, e a electrónica relativa de “Souvenir” é despida em
favor de uma sonoridade mais acústica. “Vinho do Porto (Vinho de Portugal)”
está menos efusivo do que nas interpretações de Cândida Branca Flor e Carlos
Paião, sendo os ouvintes compensados com as abordagens retro de “Zero a Zero” e
“Play-Back”.
O disco que, para já, alcançou o
#20 na tabela de discos mais vendidos em Portugal, será apresentado ao vivo, no
dia 1 de fevereiro, na Casa da Música, no Porto; e, no dia 2, em Lisboa, no
Capitólio.
30 anos após o seu falecimento
prematuro, “Paião” apresenta-se capaz de marcar numa dupla vertente. Por um
lado, é um disco para fãs de Carlos Paião mas, por outro, é também um produto
de descoberta para novas gerações, em jeito de primeiro contacto com um dos
génios da música portuguesa do século XX.
Temas promocionais (Não
por ordem de lançamento)
" Pó de arroz”
Tema destacado
por Carlos Carvalho: “Playback”
Alinhamento
Pó
de Arroz
Cinderela
Não
há duas sem três
Souvenir
de Portugal
Vinho
do Porto – Vinho de Porto
Zero
a Zero
Play-back
Ga-Gago
A ver:
Tributo a
Carlos Paião - Semi-Final 1 Festival da Canção (RTP1-18.02.18)
Tributo a Carlos Paião - Semi-Final 2 Festival da Canção (RTP1-25/02/18)
M80 - Paião - Pó de Arroz (Carlos Paião)
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Jorge Fernando
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Zona de Discos
[ZONA DE DISCOS #57] Jorge Fernando - "De mim para mim"
Todas as semanas no ESCPORTUGAL, a crítica aos álbuns editados por artistas que participaram no concurso Eurovisão da Canção e/ou seleções nacionais ao longo dos anos. Hoje o destaque vai para novo álbum de Jorge Fernando, "De mim para mim".
O responsável da rubrica é Carlos Carvalho.
O responsável da rubrica é Carlos Carvalho.
Lançamento: 04 de maio de 2018
Nota: 9/10
Jorge Fernando é um figura
incontornável da música portuguesa, do Novo Fado, do Fado, mas que,
injustamente é ainda muitas vezes reduzido ao homem do “Umbadá” ou ao “viola da
Amália”. A responsabilidade e o contributo de Jorge Fernando vão desde a oferta
de canções intemporais à história da música portuguesa, à descoberta de muitos
dos novos nomes da nova geração de fadistas. Como podem ver abaixo, na
entrevista concedida ao “Inferno”, o próprio brinca com a situação, o que, por
um lado demonstra agradecimento pela sua rampa de lançamento e, por outro, a
humildade comum aos grandes artistas, mesmo quando esses artistas atingem
patamares artísticos supostamente superiores aos do começo. Este
reconhecimento, em nome da nostalgia, deu direito a uma revistada versão de
“Umbadá” no novo álbum intitulado “De mim para mim”. Mas este é apenas um
momento de um disco que promete (e deve) marcar o ano de 2018.
“De mim para mim” é o primeiro
trabalho discográfico desde “Chamam-lhe Fado” (2012), representando, assim, a
maior pausa discográfica de Jorge Fernando em nome próprio desde o lançamento
do seu primeiro single, no final dos anos 70, “Trigueirinha”. Apesar das letras
e músicas serem da autoria de Jorge Fernando (à exceção das músicas “Traço” e
“O Pobre” da autoria de Guilherme Banza”), “De mim para mim” é um trabalho de
equipa. Uma equipa da qual se destacam os nomes de Dino D’ Santiago nos
arranjos vocais e vozes, Fred Ferreira na programação electrónica e de Fábia
Rebordão na produção executiva. Um álbum que ainda é enriquecido com as
participações de Agir em “Lobisomem” (voz e programação electrónica), António
Zambujo em “Sr. Doutor” e Jorge Nunes (seu filho) em “Menino Triste”.
Ou seja, em “De mim para mim” temos Jorge Fernando na
incessante nova abordagem do fado, na procura de sons mais atuais, mas sem
nunca colocar em causa a essência artística da sua marca. “De
mim para mim” continua, assim, ao fim de 40 anos de edições discográficas, o
trabalho ímpar de Jorge Fernando, trabalho este que tem no seu catálogo álbuns
representativos do que melhor se fez na década de 90 – destaco, de modo
particular, o subvalorizado “Terra d’Água”, 1997.
No novo álbum, para além da
frescura vocal de Jorge Fernando, temos a intuição imediata de que Jorge
Fernando conseguiu uma vez mais a proeza de compor futuros clássicos da música
portuguesa, destacando-se “Lobisomem” e “O Pobre”. Como escutas recomendadas
(apetecia-me escrever “obrigatórias”), “Menino Triste” e principalmente
“Estranhamente” são imperdíveis.
Na semana de lançamento, “De mim
para mim” entrou diretamente para o #10 dos álbuns mais vendidos em Portugal,
permanecendo no top 40 durante mais 3 semanas. Bom desempenho, mas merece mais
e cremos que assim vai acontecer….
Em 2004, a Universal, inserida na
coleção “A arte e a música”, lançou uma compilação de Jorge Fernando, na qual é
possível ler o seguinte:
“Jorge Fernando é um artista de
corpo inteiro, que recusa quaisquer catalogações na música que faz: é possível
ser clássico e ligeiro, moderno e popular ao mesmo tempo, e é isso que Jorge
Fernando insiste em ser, como poucos outros entre nós o conseguem”.
“De mim para mim” comprova o que
acima foi transcrito e é de escuta obrigatória. Um álbum moderno com travo a
intemporalidade.
Atuações televisivas
De mim para mim
Bola P'ra Frente
Temas destacados por
Carlos Carvalho: “O Pobre” e “Estranhamente”
Alinhamento
De
mim para mim
Sr.
Doutor (com António Zambujo)
Bola
p’ra frente
Traço
Lobisomem
(voz, Agir)
O
Pobre
Desalento
Menino
Triste (com Jorge Nunes)
Estranhamente
A
minha história
Umbadá
Barquito
corcel
Pode
ouvir o disco AQUI
A ver
"De Mim Para Mim", de
Jorge Fernando | Inferno
ESC2018
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Herman José
Portugal
Portugal: Herman José participa no Festival Eurovisão da Canção 2018
Herman José foi convidado para participar no próximo Festival Eurovisão da Canção, a organizar pela RTP em Lisboa. A confirmação partiu do próprio artista.
Há instantes, Herman José confirmou no seu programa transmitido na RTP1 "Cá por casa" que irá participar no Festival Eurovisão da Canção 2018. "Eu também vou entrar, mas não posso dizer com quê. Vou fazer uma pequenina brincadeira", afirmou. A participação do conhecido cantor, apresentador e humorista deverá ser transmitida num dos interval acts do programa, enquanto decorrem as votações. São períodos normalmente ocupados com momentos de música, dança ou humor. Aguarda-se mais detalhes daqui a algumas semanas.
Recorde-se que em 2017 Herman José começou a partilhar na sua conta de Instagram, pequenos vídeos, ou "stories", onde cria algumas personagens e imita figuras públicas. O humorista recorre aos filtros disponibilizados pela aplicação, não precisando por isso de qualquer caracterização. Uma das personagens tem o nome de #bxafestivaleira. A personagem tem feito soltar muitas gargalhadas aos mais de 105.000 seguidores do humorista no instagram. E esta parece ser, de entre as diversas personagens que criou, aquela que reúne maior número de adeptos, tendo em conta o número de visualizações de cada vídeo. A #bxafestivaleira foi criada logo após a vitória de Salvador Sobral na Eurovisão em maio passado. Herman já criou "stories" dedicadas a Maria Guinot, Dulce Pontes, Cândida Branca Flor, Sara Tavares, Marco Paulo, mas também France Gall , Milk & Honey ou sobre ele mesmo, tendo em conta que participou no Festival da Canção em 1983.
Recorde-se que em 2017 Herman José começou a partilhar na sua conta de Instagram, pequenos vídeos, ou "stories", onde cria algumas personagens e imita figuras públicas. O humorista recorre aos filtros disponibilizados pela aplicação, não precisando por isso de qualquer caracterização. Uma das personagens tem o nome de #bxafestivaleira. A personagem tem feito soltar muitas gargalhadas aos mais de 105.000 seguidores do humorista no instagram. E esta parece ser, de entre as diversas personagens que criou, aquela que reúne maior número de adeptos, tendo em conta o número de visualizações de cada vídeo. A #bxafestivaleira foi criada logo após a vitória de Salvador Sobral na Eurovisão em maio passado. Herman já criou "stories" dedicadas a Maria Guinot, Dulce Pontes, Cândida Branca Flor, Sara Tavares, Marco Paulo, mas também France Gall , Milk & Honey ou sobre ele mesmo, tendo em conta que participou no Festival da Canção em 1983.
Aqui fica um desses vídeos. Muitos outros podem ser vistos AQUI.
Não sabemos, contudo, se os momentos a gravar para o Festival Eurovisão serão inspirados nesta personagem.
Não sabemos, contudo, se os momentos a gravar para o Festival Eurovisão serão inspirados nesta personagem.
agenda
Carlos Paião
ESC1991
FC1980
FC1981
FC1982
FC1983
Ílhavo
Portugal
Portugal: Homenagem a Carlos Paião reúne 600 músicos de Ílhavo
O cantor Carlos Paião celebraria, hoje, 60 anos de idade e esse aniversário será assinalado em Ílhavo com o lançamento de uma iniciativa que juntará mais de 600 músicos: a Milha - Festa da Música e dos Músicos de Ílhavo.
A primeira edição da Milha - Festa da Música e dos Músicos de Ílhavo decorrerá de 3 a 5 de novembro tornando-se na primeira edição de um eventual anual dedicado a um dos "filhos mais queridos" da terra, Carlos Paião. Falecido precocemente em 1988, o representante de Portugal comemoraria hoje, 1 de novembro, 60 anos de idade, aniversário que o projeto cultural 23 Milhas e a associação Cais do Som quiseram assinalar.
"Com um trajeto invulgar na música popular nacional, Carlos Paião é um símbolo de Ílhavo e, simultaneamente, de Portugal. (…) Queremos que seja uma inspiração para todos os músicos do concelho, pelo seu rasgo, qualidade e ambição" defendeu Luís Ferreira, diretor do programa 23 Milhas, revelando que as edições dos próximos anos decorrerão sempre por altura do aniversário do nascimento do cantor.
Com entrada gratuita, a primeira edição do evento contará com 600 músicos, estando previstos dez concertos na Casa da Cultura de Ílhavo e na Fábrica das Ideias da Gafanha da Nazaré. Além disso, o evento integra ainda duas oficinas sobre a obra de Carlos Paião, uma dirigida a escolas e outra a famílias. O ponto alto do programa acontecerá no domingo à tarde com um concerto das duas bandas filarmónicas do concelho na Gafanha da Nazaré, onde será tocado parte do repertório do músico que representou Portugal no Festival Eurovisão de 1981.
Aceda AQUI ao programa na íntegra.
Carlos Paião foi um dos mais marcantes cantores e compositores da música ligeira portuguesa na década de 80 do século passado, tendo participado em diversas edições do Festival da Canção. A estreia aconteceu em 1980 com "Amigos Eu Voltei", tema que falhou o apuramento para a Grande Final. No ano seguinte, com "Playback", um dos seus maiores sucessos de sempre, o cantor venceu o Festival da Canção com 203 pontos: em Dublin apenas conquistou 9 pontos, partilhando o 18.º lugar (penúltimo) com a Turquia. Compositor de "Trocas e Baldrocas", tema que conquistou o 2.º lugar no FC1982, Carlos Paião participou pela última vez no Festival da Canção em 1983, com Cândida Branca-Flor: a dupla conquistou o 4.º lugar com 148 pontos com "Vinho do Porto (Vinho de Portugal)".
Ao Vivo
Espinho
FC1983
Herman José
[AO VIVO] Multidão para ouvir Herman José em Paramos
Uma multidão não quis perder a presença de Herman José na Praia de Paramos, em Espinho. O verdadeiro “One (Her)Man show” ofereceu uma noite com "resmas" de emoção, "paletes" de gargalhadas e muita música. O ESCPORTUGAL esteve presente.
Quatro décadas de carreira, entre programas de humor, concursos, talk-shows e espectáculos ao vivo, fazem de Herman José um dos artistas mais conhecidos e acarinhados pelos portugueses. Trata-se, sem dúvida, da maior referência do humor em Portugal. O público da Praia de Paramos, em Espinho, aproveitou a oportunidade para ver ao vivo algumas das muitas personagens criadas por Herman José na televisão. O grande José Estebes e Serafim Saudade subiram ao palco, bem como Maximiana, Tony Silva e o Nelo. Para o cenário ficar completo, não faltaram os indispensáveis adereços: munido de viola, da bengala do Senhor Feliz & Contente, da pochete do Nelo, da cabeleira do Serafim Saudade, da vuvuzela do Estebes e dos sapatos brilhantes com plataforma de Tony Silva, Herman José conseguiu transformar mais de 90 minutos de espectáculo numa grande noite de humor, perante um público eclético e de todas as idades. Ficou a faltar a #Bxafestivaleira, criada recentemente por Herman no instagram e que já conta com milhares de seguidores todos os dias.
Os sketches de humor foram alternando com música. Alguns dos grandes êxitos como “Bamos la cambada”, “Saca o Saca Rolhas”, “Canção do Beijinho”, sem esquecer o seu hino “És tão boa, És tão boa”. O público correspondeu de imediato, cantando como se de um grande coro se tratasse. Não ouvimos um dos grandes êxitos musicais de Herman e que costuma interpretar nos seus espetáculos: “A cor do meu baton”, canção de autoria de Tozé Brito e António Pinho com a qual concorreu ao Festival da Canção em 1983 e terminou em 2.º lugar.
Os sketches de Herman abarcaram também diversas figuras da televisão, como Cristina Ferreira, Manuel Luís Goucha, Ana Malhoa, Júlia Pinheiro ou o cantor Clemente. Sendo um espectáculo em Espinho, Herman não podia esquecer um filho da terra, o desaparecido cantor Dino Meira, dedicando-lhe um medley.
De destacar a homenagem prestada por Herman José a Rosa Lobato de Faria. “Escreveu a única canção romântica do meu reportório”, afirmou. “Podia acabar o mundo”, assim se chama a canção escrita nos anos 90. Herman recordou que já tinha o refrão quando pediu à escritora que escrevesse o resto da letra. A música escreveu-a ele próprio, ao piano, interpretando-a ao vivo no programa “Parabéns” da RTP1 com a autora presente.
Herman José proporcionou uma noite única, onde a improvisação não faltou. Com o convite de elementos do público para subirem ao palco, Herman tornou o espectáculo numa autêntica noite surpreendente.
O ESCPORTUGAL transmitiu em direto nas nossas páginas de facebook e instagram, através de smartphone, três pequenos momentos do espetáculo, tendo sido acompanhados por mais de 1500 leitores. Pode recordar AQUI e AQUI.
Herman José proporcionou uma noite única, onde a improvisação não faltou. Com o convite de elementos do público para subirem ao palco, Herman tornou o espectáculo numa autêntica noite surpreendente.
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