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Portugal: Morreu o cantor Luís Represas

 
Faleceu o cantor e compositor Luís Represas. O artista participou no Festival da Canção de 1986 enquanto letrista de "Rapidamente", tema interpretado por Lara Li.

Portugal: Morreu Guilherme Inês, co-autor de "Não Sejas Mau P'ra Mim"

 

Faleceu o músico Guilherme Inês, integrante dos Salada de Frutas e do Quarteto 1111 e vencedor do Festival da Canção de 1986 com "Não Sejas Mau P'ra Mim". O artista morreu hoje, em Lisboa, aos 70 anos.

Portugal: Rui Veloso recusou convite do PS para candidatura à Câmara do Porto

 O músico e cantor Rui Veloso, participante no Festival da Canção de 1986, recusou o convite do PS para encabeçar a lista do partido à Câmara Municipal do Porto nas eleições autárquicas.

[VÍDEO] Portugal: Recorda a atuação de Dora com "Não Sejas Mau P'ra Mim" no 'Festival da Canção 2021'

 

Trinta e cinco anos depois da primeira vitória no concurso, Dora marcou presença na semifinal 1 do Festival da Canção 2021 onde interpretou o icónico "Não Sejas Mau P'ra Mim".

Portugal: Dora atua na primeira semifinal do 'Festival da Canção 2021'


Dora, representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1986 e 1988, será uma das convidadas especiais da primeira semifinal do Festival da Canção 2021.

Luís Represas é o primeiro eliminado do 'A Máscara'

 

A SIC estreou, esta noite, a segunda edição do programa A Máscara. O cantor Luís Represas foi o primeiro eliminado.

Portugal: Morreu Maria Helena Varela Santos, apresentadora do Festival da Canção de 1964


Maria Helena Varela Santos, apresentadora da primeira edição do Festival da Canção, morreu este domingo, aos 86 anos, vítima de doença prolongada.

FC2020: Declarações de Né Ladeiras sobre o Festival da Canção 2020 causam polémica


A cantora Né Ladeiras, participante no Festival da Canção de 1986 e jurada da Final deste ano, reagiu aos resultados do certame nas redes sociais: "Uma música que não vai fazer história".

Portugal: Filme "Bem Bom" chega aos cinemas no verão


A história da girlband Doce, representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1982, vai dar origem a "Bem Bom", filme que chega aos cinemas no verão.

[AO VIVO] O Teatro Baltazar Dias, no Funchal, recuou aos "mágicos" anos 70


O Teatro Baltazar Dias, no Funchal, recuou aos anos 70 com um tributo aos cantores portugueses da época. Vânia Fernandes e Fernando Almeida foram algumas das vozes responsáveis e o ESCPORTUGAL marcou presença no evento.

[VÍDEO] Dora em miniconcerto no Você na TV


A cantora Dora, representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1986 e 1988, deu, esta manhã, um miniconcerto no programa Você na TV.

Portugal: Fátima Padinha das Doce luta contra um cancro

Fátima Padinha está a braços com uma doença do foro oncológico, noticiou a imprensa. "Estou confiante", afirmou o antigo elemento do grupo Doce. 


Uma das cantoras mais acarinhadas pelos portugueses nos anos 80, Fátima Padinha ou, como é mais conhecida, a Fá das Doce, vive uma fase difícil devido a uma doença do foro oncológico. Fátima, atualmente com 59 anos de idade, confirmou ao Correio da Manhã que se encontra a fazer tratamentos de quimioterapia para lutar contra um tumor maligno na mama. "O cancro foi-me diagnosticado em fevereiro. Desde então, já fui operada, estou a fazer quimio e segue-se a radioterapia". A artista confessa, contudo, que a doença poderia ter tido eventualmente outro caminho. "Estou confiante, apesar de sentir que tudo isto podia ter sido evitado. Há quatro anos, numa mamografia, os médicos sugeriram que podia haver qualquer coisa e disseram para repetir mais tarde, mas eu fui desleixada e agora estou a passar por isto". Aguardamos pela sua rápida recuperação.

Fátima Padinha pertenceu à formação inicial da girlsband Doce, logo na estreia do grupo em 1979. As Doce concorreram quatro vezes ao Festival da Canção: 1980, 1981, 1982 (onde se consagraram vencedoras, indo mais tarde representar Portugal no Festival da Eurovisão de 1982) e, pela última vez, em 1984. Em 1986, Fátima Padinha concorre a solo ao festival com "Uma balada de amor".

Recorde a atuação no palco de Harrogate, em Inglaterra:




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Fonte: CORREIO DA MANHÃ / Imagem: GOOGLE / Vídeo: YOUTUBE

[AO VIVO] Fãs do Porto mataram saudades de Né Ladeiras

Né Ladeiras foi a protagonista de um showcase no passado sábado onde apresentou o seu último álbum "Outras vidas". O ESCPORTUGAL esteve na FNAC do Norteshopping, em Matosinhos. 


Né Ladeiras esteve 15 anos sem gravar, mas esse jejum teve o seu fim com o lançamento do novo CD intitulado "Outras vidas". O lançamento público desse trabalho foi feito no final do ano passado em dois concertos que decorreram no Conservatório de Música de Coimbra e Centro Cultural de Belém, em Lisboa, concerto esse que foi destacado como um dos 10 concertos do ano de 2016, como pode recordar AQUI. No passado sábado, deu-se a sua primeira viagem à região do Porto; embora tenha sabido a pouco por se tratar apenas de uma pequena apresentação num espaço comercial de Matosinhos, serviu para que os fãs pudessem matar saudades da artista que andou demasiado tempo longe das luzes da ribalta.

Em "Outras Vidas", Né Ladeiras presta uma homenagem a várias mulheres que marcaram a sua vivência e a sua carreira como Avita, Greta Garbo, Frida Khalo, Madre Teresa, Isabelle Eberhardt ou Violeta Parra. A intérprete é também a compositora de todas as faixas, sendo que as letras têm assinatura de Tiago Torres da Silva e produção de Amadeu Magalhães, que também toca quase todos os instrumentos que ouvimos no disco.

No passado sábado, e ante uma sala bastante composta, Né Ladeiras interpretou ao vivo cinco faixas do álbum, intercalando cada canção com uma explicação pausada da história e da mulher que a inspirou. Acompanhada pelos músicos Amadeu Magalhães, Ricardo Mingatos e Diogo Passos, foi bom ouvir ao vivo parte da riqueza musical presente neste trabalho.

O ESCPORTUGAL gravou o fecho deste miniconcerto especialmente para os nossos leitores: 


O percurso profissional de Né Ladeiras começou em 1974 ao integrar a Brigada Victor Jara. Em 1979, depois de sair do grupo, junta-se aos Trovante. Entre 1980 e 1982 integra um dos projetos mais inovadores da música portuguesa, a Banda do Casaco. O seu primeiro álbum a solo é editado em 1982. Em 1984 o seu primeiro grande sucesso, "Sonho Azul", faixa do álbum com o mesmo título. Dois anos depois, participa no programa "Uma canção para a Noruega", a final nacional da RTP para o Festival Eurovisão 1986. Com a canção "Dessas juras que se fazem", um original de Rui Veloso e Carlos Tê, não ganhou o passaporte para Bergen, mas ganhou um lugar especial na lista das melhores canções portuguesas de sempre. Recorde essa participação: 


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Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: ESCPORTUGAL / Vídeo: ESCPORTUGAL e YOUTUBE

[AO VIVO] Né Ladeiras: Finalmente o regresso

Né Ladeiras regressa aos discos em nome próprio, 15 anos depois do seu último álbum intitulado "Da minha voz". O ESCPORTUGAL esteve no primeiro concerto ao vivo de “Outras Vidas” em Coimbra. 


Né Ladeiras esteve, de facto, demasiado tempo sem gravar, mas esse jejum teve o seu fim com o lançamento do seu novo CD intitulado "Outras vidas", dedicado a várias mulheres que marcaram a sua vivência e a sua carreira como Avita, Greta Garbo, Frida Khalo, Madre Teresa, Isabelle Eberhardt ou Violeta Parra. A intérprete é também a compositora de todas as faixas, sendo que as letras têm assinatura de Tiago Torres da Silva e produção de Amadeu Magalhães. O lançamento do CD decorreu na passada quinta-feira no auditório do Conservatório de Música de Coimbra.

A expectativa era muita para voltar a ver e ouvir uma das mais talentosas intérpretes portuguesas – talentosas mas também misteriosas e enigmáticas - que esteve vários anos sem atuar ao vivo. À hora certa, Né Ladeiras entra em palco, descalça. Entrada que foi acompanhada por uma enorme salva de palmas por um público de todas as idades que estava com saudades de a ouvir. O tempo em que integrou os Brigada Vítor Jara ou cantou a solo êxitos como Sonho Azul em 1984 ou Dessas juras que se fazem em 1986, com a qual concorreu ao Festival da Canção, já lá vai. Né Ladeiras apresenta-nos um disco de world music, onde a fusão da música tradicional portuguesa se faz com sons do médio oriente. Criativo, ousado, arriscado até. Um som diferente, mas que não deixa ninguém indiferente. É, não temos dúvidas, um regresso em grande!


Ao longo de quase duas horas viajou pelos temas do novo álbum, com um cheirinho de um dos seus trabalhos anteriores “Traz os Montes” gravado em 1994, através das canções “Çarandilheira” e “Cirigoça”. A tudo isto juntou uma boa forma vocal. Valeu a pena a espera!

A abertura do concerto dá-se com “Silencio das inocentes”. Entre cada tema, uma história ou uma recordação partilhada por Né Ladeiras com o seu público. O mesmo com “Canção da Avita”, “Feiticeira da saudade”, “Noites de Assuão”. Mantém o sentimento e não falha uma nota. Antes de “Benditos”, recordou-nos ter colaborado com o último trabalho de Zeca Afonso, o qual, juntamente com Fausto, confessou tratar-se de duas grandes influências. Em “À queima-roupa” juntou à voz o adufe, mostrando-nos a riqueza da cultura portuguesa. A nossa.  Outros temas do álbum, “Todo este céu”, “Castelos no ar”, “Pano-cru” e “Amor feliz”. Em “Flecha”, faixa incluida no álbum anterior, mostrou como se adapta uma música tradicional hebraica e como as influências lusas casaram tão bem. Ao longo do concerto, palavras de agradecimento a Tiago Torres da Silva, presente na plateia, autor que também escreveu para Simone de Oliveira no Festival da Canção de 2015 em À espera das canções.

Já depois do fecho, e no encore, com muito sentimento apenas a voz e a guitarra em três canções,:“Sirius”, “Gracias a la vida” e “Cirigoça”. 



A acompanhar a artista no palco, os músicos Ricardo Mingatos (precursão), Diogo Passos (viola) e Amadeu Magalhães (flauta barroca, clarinete, concertina e gaita de foles), que costumamos ver a integrar o elenco de Dulce Pontes nos concertos em Portugal e no estrangeiro. A comemorar o Dia Nacional da Língua Gestual Portuguesa, a participação de Rafa Cota Silva. O próximo concerto decorrerá a 15 de dezembro, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa. 

Eis um pequeno excerto do concerto, num vídeo do ESCPORTUGAL com som ao vivo não editado especialmente para os nossos leitores:

   


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Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: ESCPORTUGAL / Vídeo: ESCPORTUGAL 

[AGENDA] Né Ladeiras regressa com novo álbum

Né Ladeiras regressa aos discos em nome próprio com "Outras vidas", 15 anos depois do seu último álbum intitulado "Da minha voz". O lançamento decorrerá em Coimbra e em Lisboa.


Né Ladeiras esteve demasiado tempo sem gravar, mas esse jejum terá o seu fim com o lançamento do seu novo CD intitulado "Outras vidas",
dedicado a várias mulheres que marcaram a sua vivência e a sua carreira como “Avita, Greta Garbo, Frida Khalo, Madre Teresa, Isabelle Eberhardt ou Violeta Parra”. A intérprete é também a compositora de todas as faixas, sendo que as letras têm assinatura de Tiago Torres da Silva e produção de Amadeu Magalhães, que também toca quase todos os instrumentos que ouvimos no disco.

“Outras Vidas”, afirma Né Ladeiras ao portal O Fado, é o culminar de um trabalho de escrita que começou há oito anos a partir de uma figura – a de Avita – e o que suscitou, no seu imaginário, a viagem que a trouxe até Torres Novas no séc. IV DC (à Villa Cardilium). "Descobri-a quando visitei a estância arqueológica de Cardilium e vi uma frase inscrita no mosaico romano – Viventes Cardilium et Avitam Felix Turre” (Cardilium e Avita vivem felizes na Torre). O nomadismo habitual em mim pôs-se a trabalhar sobre a ideia de alguém ser feliz num chão desconhecido. As canções partiram deste ‘encontro’ com mais uma mulher que se juntou a todas as outras que me são tão queridas e que traduzem ‘Outras Vidas’, o título deste trabalho”.

O lançamento de "Outras vidas" irá decorrer no Conservatório de Música de Coimbra a 17 de novembro, pelas 21.30 horas. Né Ladeiras estará acompanhada no palco pelos músicos Amadeu Magalhães, Ricardo Mingatos e Diogo Passos. Segundo a cantora, "vai ser um concerto inclusivo com a participação da Rafa Cota Silva para assinalar o Dia Nacional da Língua Gestual Portuguesa". O ESCPORTUGAL sabe que o concerto em Lisboa decorreá a 15 de dezembro, no Centro Cultural de Belém.

O percurso profissional de Né Ladeiras começou em 1974 ao integrar a Brigada Victor Jara. Em 1979, depois de sair do grupo, junta-se aos Trovante. Entre 1980 e 1982 integra um dos projetos mais inovadores da música portuguesa, a Banda do Casaco. O seu primeiro álbum a solo é editado em 1982. Em 1984 o seu primeiro grande sucesso, "Sonho Azul", faixa do álbum com o mesmo título.

Dois anos depois, participa no programa "Uma canção para a Noruega", a final nacional da RTP para o Festival Eurovisão 1986. Com a canção "Dessas juras que se fazem", um original de Rui Veloso e Carlos Tê, não ganhou o passaporte para Bergen, mas ganhou um lugar especial na lista das melhores canções portuguesas de sempre. Recorde essa participação:




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Fonte: NÉ LADEIRAS, O FADO, ESCPORTUGAL / Imagem: NÉ LADEIRAS  /Vídeo: YOUTUBE

Portugal: Sociedade Portuguesa de Autores lamenta a morte de Luís Filipe Aguiar

A Sociedade Portuguesa de Autores lamenta o desaparecimento prematuro do cantor, músico e autor Luís Filipe Aguiar, ontem no Funchal "onde era popular e muito estimado".


Em comunicado enviado ao ESCPORTUGAL, o conselho de administração da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) "manifesta o seu sentido pesar pelo falecimento, aos 63 anos, de Luís Filipe Aguiar, autor, músico e cantor que também era delegado da SPA naquela região autónoma desde setembro de 2008." Para além de enumerar os diversos temas dos quais foi intérprete e/ou autor, a SPA destaca o facto de ter tido "uma participação regular na vida artística portuguesa como cantor, guitarrista e produtor com estúdio próprio e com uma intervenção assinalável na obra de outros intérpretes".  

O conselho de administração deste organismo recorda também "o seu talento e o seu profissionalismo, o muito que deu como autor e intérprete à música portuguesa e a dedicação de anos à cooperativa de que era membro e delegado". À família enlutada, "a SPA manifesta o seu solidário pesar, afirmando o desejo de recordar e valorizar o legado artístico de um autor importante".  

Por fim, a SPA deixa a seguinte nota: "Mesmo na fase da doença, nunca Luís Filipe Aguiar deixou, como delegado, de assegurar o máximo de apoio e empenho na luta pela defesa da SPA e dos seus autores".


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Fonte: SPA / Imagem: ESCPORTUGAL

Portugal: Artistas e músicos choram a morte de Luís Filipe Aguiar

O desaparecimento precoce do cantor e músico Luís Filipe Aguiar foi anunciado esta manhã em primeira mão AQUI, e depressa choveram as reações de triste pesar. Muitos foram os artistas que partilharam nas redes sociais as condolências à família e aproveitaram para recordar os bons momentos passados em conjunto.


Nucha, para quem Luís Filipe Aguiar e Jan Van Dijck escreveram Sempre (Há sempre alguém) mostrou todo o seu pesar na sua página de facebook. "Luís Filipe Aguiar , obrigada por teres sempre acreditado em mim...", começou por escrever a cantora. "O 'Sempre há sempre alguém' do festival da canção era teu e do Jan Van Dijck...Os coros todos que fazias nas tuas produções lá estava eu...O meu primeiro CD a solo , 'Tu vais ver' , foi produzido por ti... e tantos outros festivais onde concorri e ganhei prémios onde havia a tua assinatura... E quando julgo que estás bem...Pois estavas na Madeira a viver e finalmente Feliz por teres regressado ao teu cantinho. ..Recebo esta notícia..." Ao ESCPORTUGAL, a cantora acrescentou: "Nem estou a acreditar! Fui avisada logo de manhã pelo meu pai que está no Brasil. Estou de rastos..."

Vânia Fernandes, também natural da Madeira, soube da notícia pelo ESCPORTUGAL. "Estou triste... não pode ser". Depois, no facebook, escreveu em jeito de despedida: "Sentiremos a tua falta... pelo teu exemplo, a tua força e amor em tudo o que fizeste... Obrigada por tudo o que partilhaste comigo, pela música e a amizade."

Cristina Roque, que cantou em 1993 um tema de autoria de Luis Filipe no Festival da Canção, foi das primeiras pessoas a mostrar o seu pesar: "Estou chocada e profundamente triste ao receber esta notícia mal abro o Facebook... Meu querido amigo Luís Filipe Aguiar, descansa em paz..."

Isabel Campelo reconheceu: "Das melhores pessoas que conheci na música".

José Freitas está sem palavras: "Descansa em paz grande MESTRE"

O cantor madeirense Hélder Paulo afirmou ao ESCPORTUGAL que Luís Filipe foi um "grande musico e do qual tive a honra de a primeira vez que cantei em público ter interpretado o seu tema 'Brinquedo desfeito' ".

Bruno Correia assumiu estar "em estado de choque. Era seu fa...Depois conheci-o... Trabalhámos juntos..." Palavras idênticas do músico André Sarbib: "Pois é mais um que se foi. Um grande amigo com quem tive também o prazer não só de privar fora dos palcos,mas também neles. RIP Filipe que qualquer dia vamos formar outra banda onde estiveres"

Também a cantora madeirense Denisa: "Foi a primeira pessoa que me apresentou um estúdio de musica para trabalhar, que me levou para cantar em hotéis na Madeira e na tv e me disse: 'Queiras ou não, vais fazer das baladas mais lindas e derreter corações, és uma "baladeira por natureza" . Obrigada por tudo. Descansa em paz Filipe"


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Fonte: ESCPORTUGAL, FACEBOOK / Imagem: GOOGLE

Portugal: Faleceu Luís Filipe Aguiar

Faleceu esta madrugada Luís Filipe Aguiar, anunciou a família nas redes sociais. O cantor e músico radicado na Madeira, tinha 63 anos de idade e deixa uma carreira de quatro décadas dedicada à música.


Foi na Ilha da Madeira que nasceu e cresceu como cantor, autor e compositor, numa carreira com mais de 4 décadas. Atualmente era também delegado regional da Sociedade Portuguesa de Autores. Destacou-se também como apresentador da RTP Madeira.

A sua primeira participação no Festival da Canção aconteceu em 1985 com o tema Mulher Só (Mulher Giesta). Para além de ter sido intérprete, partilhou a autoria com Nuno Rodrigues e Fátima Murta. Um ano depois, com Tango da meia noite, compõe e interpreta um dos temas candidatos à vitória e que viria a transformar-se no grande êxito da sua carreira. Foi também compositor de diversas canções, entre as quais Partir de mim (por Marina Mota em 1989), Eu sou Maria Rapaz (por Nani em 1992), Quero muito mais de ti (por Cristina Roque em 1993), Talvez noutro lugar (por Liza Mayo em 1993) e A minha ilha (por Bárbara Reis em 1996). A sua última tentativa no Festival aconteceu em 2011 quando compõe para a filha, a cantora Sandra Dória, o tema Aprende a voar (nas asas do amor), contudo, não conseguiu alcançar a final do Teatro Camões.

Em 1990, foi compositor, em conjunto com Jan Van Dijck da canção vencedora do festival Sempre (Há sempre alguém), interpretada depois em Zagreb por Nucha.

Para além do festival da canção, Luís Filipe representou Portugal no Festival OTI da Canção em 1988 com o tema Vivo a vida cantando.

Em 2013, interpretou no programa "Praça da Alegria" dois temas que mais marcaram a sua carreira, entre os quais Brinquedo desfeito, anunciando que estaria a preparar um novo CD de originais, trabalho que não chegou a ser concretizado devido a doença prolongada. 



LUIS FILIPE AGUIAR: TANGO DA MEIA NOITE




LUIS FILIPE AGUIAR: BRINQUEDO DESFEITO




Aos amigos e à família enlutada, as condolências da equipa do ESCPORTUGAL.

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Fonte: FACEBOOK / Imagem: GOOGLE / Vídeos: YOUTUBE

[AO VIVO] Lara Li em Espinho numa homenagem aos grandes autores

Durante as mais de três décadas de carreira, Lara Li editou uma dezena de singles, cinco álbuns de originais e seis coletâneas. Em 2005 foi convidada pelo pianista e produtor Miguel Braga para interpretar o tema que dá o nome ao seu álbum, “Secreta Passagem”. Na noite de ontem, a cantora esteve em Espinho e o ESCPORTUGAL acompanhou este regresso aos palcos.


“Proponho que façamos uma viagem, andando com a máquina do tempo para a frente e para trás, cantando e tocando temas de várias épocas e homenageando diversos autores portugueses”. Estava, assim, criada a necessária cumplicidade com o público que encheu, na noite de ontem, a sala do Casino de Espinho para assistir ao concerto de Lara Li. Tratou-se de um regresso às luzes da ribalta de uma cantora que marcou gerações de portugueses com canções intemporais e que, por aquilo que se ouviu na noite de ontem, ainda sabem algumas letras de cor.

Lara Li entrou sozinha no palco despojado de grandes adornos cénicos e explicou de imediato ao público o que ia ouvir: “São temas que gosto de cantar”, revelou. E, a acompanhá-la, num ambiente intimista e informal, contou com três músicos - João Lima, no contrabaixo, João Castro Cunha, na bateria, e Miguel Braga, pianista, compositor e autor.


Estava dado o mote para a noite que seria de aplausos. Ao longo de hora e meio de concerto, a cantora interpretou, entre outros, ‘Queda do império’, tema de Vitorino com o qual inaugurou o serão. Seguiu-se o clássico ‘Dessas Juras Que Se Fazem’, de Carlos Tê e Rui Veloso, originalmente interpretado por Né Ladeiras no Festival da Canção 1986. Os clássicos do Festival da Canção não se ficaram por aqui: A versão de “Sol de Inverno” na voz de Lara Li, faria com certeza Simone de Oliveira encher-se de orgulho. E “Estrela da Tarde”, originalmente interpretado por Carlos do Carmo em 1976, numa roupagem nova. A destacar, no concerto, “Barco negro”, só com a voz inconfundível da cantora e sem qualquer apoio de instrumental. E “Sorri”, apenas acompanhada ao piano por Miguel Braga.


Do alinhamento, destacou-se também os temas ‘Nativa’, ‘Um homem na cidade’, ‘Sorriso’, ‘Balada da neve’, ‘Eu gosto tanto de ti’ e, já no encore, ‘Besame mucho’. Entre canções, Lara Li fez questão de referir os grandes nomes da música do nosso país, mas não esquecendo os novos valores. O público não perdoaria se Lara Li não cantasse o tema-âncora da sua carreira, ‘Telepatia’, com letra de Ana Zanatti e música de Nuno Rodrigues. “Penso que em 1981 os autores nunca imaginaram o sucesso que esta canção viria a ter ao longo de gerações”.

Impossível apresentar numa só noite todos os temas de uma carreira de três décadas. Ficaram por cantar os temas com os quais concorreu ao festival, “Teu ponto final” em 1979, “E pouco mais” em 1980, e ‘Rapidamente’ em 1986.




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Fonte e imagem: ESCPORTUGAL

Cantora Fátima Padinha a recuperar de uma depressão

Fátima Padinha, das Doce, está a recuperar de uma depressão que a consumiu nos últimos tempos. 


Uma das cantoras mais acarinhadas pelos portugueses nos anos 80, Fátima Padinha ou, como é mais conhecida, a Fá das Doce, vive uma fase difícil devido a uma "grave depressão". De acordo com as declarações da cantora, citadas pela revista FLASH, "há dez anos que sofro de psoríade que se manifesta essencialmente nas palmas das mãos e nas plantas dos pés. No entanto, a doença tem-se vindo a alastrar pelo resto do corpo e, isso, acabou por me provocar uma grande depressão", explicou à revista sem qualquer pudor. A artista, hoje com 56 anos de idade, contou também que tem mobilidade reduzida.

Mesmo a passar por uma fase menos boa, Fátima Padinha continua a alastrar a boa disposição que a caracteriza. Trata-se de um exemplo para todos aqueles que sofrem desta ou de outra doença e que, mesmo assim, encaram a vida com positivismo e proatividade. Por esse motivo, partilhamos este artigo da revista FLASH, com os votos de rápidas melhoras para a nossa Fá.

Fátima Padinha pertenceu à formação inicial da girlsband Doce, logo na estreia do grupo em 1979. As Doce concorreram quatro vezes ao Festival da Canção: 1980, 1981, 1982 (onde se consagraram vencedoras, indo mais tarde representar Portugal no Festival da Eurovisão de 1982) e, pela última vez, em 1984. Em 1986, Fátima Padinha concorre a solo ao festival com "Uma balada de amor".



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Fonte: FLASH, ESCPORTUGAL / Imagem: FLASH

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