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Cristina Ferreira
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ESC1969
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FC2015
Portugal
Simone de Oliveira
Portugal: Simone de Oliveira em destaque na Revista Cristina
Simone de Oliveira, representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1965 e 1969, é a convidada especial de Cristina Ferreira na Revista Cristina de janeiro.
A cantora e atriz portuguesa Simone de Oliveira é a convidada especial de Cristina Ferreira para a edição de janeiro da revista Cristina. "Separam-nos 40 anos. E pouco mais. Simone tem génio, porte, grandeza. Vive sozinha. Sem sexo. Depois do Varela não podia haver ninguém. Uma conversa mulheres" escreveu a apresentadora do Você na TV antes da entrevista.
Na publicação, que chegou essa sexta-feira às bancas, a eterna intérprete de Desfolhada Portuguesa falou das rugas, da política, das saudades e dos desejos que tem para "depois do fim": «Quando tiver que me ir embora, façam-me o favor de beber um copo, de dar uma gargalhada e de se lembrarem que eu tive uma vida muito boa".
Os dois Festivais da Canção que venceu, em 1965 e em 1969, também não ficaram de fora da conversa: sobre a vitória com 'Sol de Inverno', Simone garante que foi o momento em que ganhou a "noção de profissão a sério"; sobre 1969, Simone de Oliveira recorda o episódio em que o seu filho, na altura com 8 anos, foi abordado pela professora sobre o que a sua mãe iria fazer: "«A minha mãe vai a Madrid representar Portugal na Eurovisão». E ela diz: «Não, a tua mãe, em agosto, vai é fazer um filho por gosto.». O Pedro tinha um guarda-chuva na mão e deu com ele na cabeça da professora".
Aceda a mais pormenores sobre a entrevista AQUI.
Participante na primeira edição do Festival RTP da Canção, Simone de Oliveira participou em seis edições do concurso: 1964 (3.º e 8º), 1965 (1.º e 4.º), 1968 (6.º e 8.º), 1969 (1.º), 1973 (8.º) e 2015 (finalista). No Festival Eurovisão, Simone conquistou o 13.º lugar em 1965 com 'Sol de Inverno', enquanto que, em 1969, ficou na 15.ª posição com Desfolhada Portuguesa. 42 anos depois da sua última participação no concurso, a cantora regressou ao Festival da Canção, em 2015, com Á Espera das Canções, de Renato Júnior e Tiago Torres da Silva, conquistando um lugar na Grande Final do evento.
Fonte/Imagem: Cristina /Vídeo: Youtube/ESCPortugal
A Impostora
FC1968
FC2010
Filipe Delgado
Nicolau Breyner
TVI
[AGENDA] Estreia na TVI "A Impostora", o último papel de Nicolau Breyner
Estreia esta noite a telenovela A Impostora, mais uma grande produção da TVI. No elenco destaca-se Nicolau Breyner, o último papel do ator falecido em março passado em pleno período de gravações.
Nicolau Breyner vestiu a pele de Edmundo Gaspar, um retornado e nostálgico de Moçambique, uma espécie de mediador de todos os conflitos. O ator viajou, em novembro de 2015, com parte do elenco para a antiga colónia portuguesa para gravar cenas da telenovela, assinada por António Barreira. A 14 de março deste ano, Nicolau Breyner acabaria por falecer, em pleno período de gravações.
Na apresentação aos media realizada recentemente, as atrizes Dalila Carmo e Fernanda Serrano, que a par de Diogo Infante assumem o papel de protagonistas, não esconderam que o projeto tornou-se ainda mais especial pelo facto de ter marcado a despedida de Nicolau Breyner.
Esta trama marca o regresso de Eunice Muñoz ao pequeno ecrã depois de a atriz, de 88 anos de idade, ter estado afastada durante três anos devido a doença. Mas outros nomes são bem nossos conhecidos: Para além de Nicolau Breyner, que concorreu ao Festival da Canção 1968 e apresentou as edições de 1977, 1990 e 1994, no elenco destaca-se Fernanda Serrano (FC1996 no coro de João Portugal), Helena Isabel (FC1974/1980/1983/1984 e autora em 1986), Joel Branco (FC1977), Manuel Lourenço (coros ESC1993/1996), Lurdes Norberto (apresentadora FC1969) e Pedro Granger (apresentador FC2012). A banda sonora apresenta uma canção interpretada por Filipe Delgado (FC2010).
Fonte: TVI, DN, ESCPORTUGAL / Imagem: GOOGLE / Vídeo: YOUTUBE
Ary dos Santos
Carlos Cruz
Carlos Mendes
esc1968
esc1972
FC1968
FC1972
Portugal
Carlos Mendes: "Ameacei que não atuava no Festival Eurovisão"
Carlos Mendes, representante português no Festival Eurovisão de 1968 e 1972, revelou, recentemente, alguns pormenores das suas participações eurovisivas: "Quando vou para a Eurovisão prendem o Adriano no avião, e eu ameacei que não atuava".
No ano em que comemora 50 anos de carreira (AQUI), Carlos Mendes, arquiteto, cantor, compositor e ator português, esteve em grande destaque no Jornal i. Desde os tempos em que recebia uma "sandes e um sumo como ordenado, dado que não tinha idade para tocar em discoteca", passando pelos tempos da descoberta da música e pelos planos para sair do país, Carlos revelou alguns detalhes sobre as suas duas participações no Festival da Eurovisão.
A música apareceu cedo na sua vida, mas houve uma altura em que sentiu a necessidade de "cortar relações" com a mesma, dedicando-se totalmente aos estudos. Contudo, em 1968, Pedro Osório é o causador do reatar: "Ele estava em Engenharia, foi lá a casa e propôs-me participar no Festival, que eu achava que era uma cedência, porque era uma coisa muito reacionária (...). Lá me deu a volta e vou" afirmou, tendo confessado que a experiência poderia ter sido mais produtiva: "Ganhei e vou a Londres, mas não participei como devia. Fui curtir, faltei a um jantar importantíssimo: o Carlos do Carmo nunca mais me perdoou isso, um jantar organizado pela BBC com o Cliff Richard. Eu andava na borga, fiz aquilo muito na curtição" revelando ter rejeitado uma tournée pela Europa.
Quatro anos depois regressa ao palco europeu, tornando-se o segundo cantor português a conseguir tal proeza, depois de Simone de Oliveira: "Em 1973 já era diferente. Eu já tinha muita atividade na escola e estava no último ano" disse, confessando que tudo aconteceu por "mero acaso": "Estava aqui sentado com o pai da Ana Maria Lucas, minha ex-mulher, que me diz «Está aqui um anúncio no jornal em que sicrano e beltrano pedem um cantor para participar»" referindo-se a José Niza e a José Calvário. A escolha foi feita por "um dó li tá" calhando-lhe José Niza. A ambição da vitória apareceu ainda antes de conhecer a música:"Telefonei para ele a dizer que estava interessado e apenas aceitei ouvir a música porque dizer que não seria arrogância a mais".
No entanto, o que pouca gente sabe é que Carlos Mendes ameaçou não subir ao palco do Festival Eurovisão de 1972: "Há uma história que é muito pouco contada que é a minha ida em 1972 ao Festival da Eurovisão, quando o Adriano Correia de Oliveira é preso no avião. E eu ameaço que então não vou cantar. E aí muitas pessoas percebem que eu tenho uma posição política." revelou, tendo confirmado que foi o próprio que o fez mudar de ideias: "Ele disse «vai cantar, pá. Eu garanto que estarei na plateia e até vou lá chegar primeiro do que tu, sempre que vou viajar eles fazem-me isto». O que é certo é que quando eu cheguei a Londres ele já lá estava".
Carlos Cruz e Dinis Abreu, integrantes da comitiva portuguesa, foram essenciais no momento: "No avião está um staff enorme com gente da editora e os jornalistas, e a certa altura o avião não sai, e entra a polícia para sacar o Adriano. E o Adriano sai, e eu disse aos gajos: “Se ele não vem comigo eu não canto”. E toda a gente a tentar acalmar-me, a dizer, “calma”. Mas eu nem medi bem o que dizia, porque nunca fui preso, nem quero ser preso, mas foi uma coisa espontânea". No entanto, além de uma das melhores classificações de Portugal no evento, Carlos Mendes garante que "passamos uns tempos geniais em Edimburgo".
A inimizade com Fernando Tordo e Ary dos Santos e a posterior amizade com o cantor da Tourada, bem como a profecia de Duarte Mendes de que o "25 de Abril estava para chegar" são outros tópicos que poderá ler na entrevista na íntegra AQUI.
Fonte: jornali / Imagem: BE / Vídeos: YOUTUBE
FC1964
FC1965
FC1968
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FC2015
Portugal
SIC
Simone de Oliveira
[VÍDEO] Portugal: Simone de Oliveira homenageada na SIC
Simone de Oliveira está a comemorar os seus 58 anos de carreira. Para celebrar a data, a diva da música portuguesa tem um espetáculo intitulado Em Concerto agendado para os dias 7 e 8 de outubro no Teatro de São Luiz, em Lisboa. Esta tarde, Simone foi convidada do programa Grande Tarde, transmitido na SIC e apresentado por João Baião e Andreia Rodrigues. Durante quase uma hora, a cantora e atriz foi homenageada por vários artistas e músicos portugueses: Augusto Madureira (FC2009, FC2010 e FC2015), Victor de Sousa e Lara Li (FC1980 e FC1986).
Veja o vídeo desse momento AQUI.
Simone de Oliveira já participou por 6 vezes no Festival RTP da Canção e soma duas vitórias. A última passagem foi em 2015, com o tema À Espera das Canções:
Fonte: SIC / Imagem: RTP
Carlos Mendes
Cristina Ferreira
esc1968
ESC1973
FC1968
FC1973
Manuel Luís Goucha
TVI
Você na TV
Carlos Mendes: 'Em 1972 não ganhámos porque a RTP não quis'
Convidado da emissão desta manhã do programa Você na TV, Carlos Mendes, representante português em 1968 e 1972, afirmou que na sua última participação 'não ganhámos porque a própria RTP não quis'.
Esta manhã, Cristina Ferreira e Manuel Luís Goucha receberam Carlos Mendes, representante português em 1968 e 1972 no programa Você na TV na rubrica A minha vida em fotografias. As participações nas duas edições do certame europeu foram um dos motes da conversa, tendo Carlos Mendes afirmado que cantar no 'Royal Albert Hall é uma coisa magnífica'. As recordações do tema de 1968 levaram Manuel Luís Goucha a trautear a frase enigmática da canção, 'O Verão já terminou', tendo também afirmado que se lembra do cantor subir ao palco 'de camisola de gola alta branca, porque na altura era tudo preto e branco', levando Cristina Ferreira a afirmar que uma das coisas que mais a fascina é que 'As pessoas têm todas a memória das roupas dessa altura'. O cantor, por sua vez, confessou que o tamanho mediatismo fê-lo sair de Lisboa por uns tempos devido ao incómodo constante dos fãs.
Sobre a participação em 1972, Carlos Mendes afirma que era 'Uma canção dificil de José Calvario e José Niza' e que nos 'deu uma belíssima classificação'. O apresentador afirmou que o tema era 'lindo' e falou sobre as apostas que se faziam entre os portugueses sobre a 'tão esperada' vitória portuguesa, tendo Carlos Mendes afirmado que 'Em 1972, nós não ganhamos porque a própria RTP não quis'. Em tom de brincadeira, Manuel Luís Goucha questionou se era por não ter dinheiro para a realização, tendo ficado incrédulo com a confirmação do cantor: 'Eu e o Carlos Cruz fomos chamados ao gabinete do Emilio Valadão que nos disse que estávamos a fazer uma promoção muito grande pela Europa! Ele pediu-nos para nem pensarmos em ganhar, pois iriamos arranjar um problema enorme no país, devido à falta de condições para organizarmos'.
Sobre a participação em 1972, Carlos Mendes afirma que era 'Uma canção dificil de José Calvario e José Niza' e que nos 'deu uma belíssima classificação'. O apresentador afirmou que o tema era 'lindo' e falou sobre as apostas que se faziam entre os portugueses sobre a 'tão esperada' vitória portuguesa, tendo Carlos Mendes afirmado que 'Em 1972, nós não ganhamos porque a própria RTP não quis'. Em tom de brincadeira, Manuel Luís Goucha questionou se era por não ter dinheiro para a realização, tendo ficado incrédulo com a confirmação do cantor: 'Eu e o Carlos Cruz fomos chamados ao gabinete do Emilio Valadão que nos disse que estávamos a fazer uma promoção muito grande pela Europa! Ele pediu-nos para nem pensarmos em ganhar, pois iriamos arranjar um problema enorme no país, devido à falta de condições para organizarmos'.
Aceda AQUI à conversa na íntegra e recorde as duas participações de Carlos Mendes no ESC:
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Fonte/Imagem: TVI
Carlos Mendes
FC1968
FC1972
Que se lixe a Troika
O primeiro-ministro falava no plenário quando o movimento "Que se lixe a troika", que inclui o cantor Carlos Mendes, se levantou nas galerias a cantar "Grândola, Vila Morena" .
Pedro Passos Coelho falava na tribuna do Governo quando, nas galerias do Parlamento, um grupo de pessoas se levantou na sua frente e cantou de pé: "Grândola, Vila Morena. Terra da Fraternidade. O povo é quem mais ordena. Dentro de ti oh cidade".
Entre a meia centena que entoou a música de Zeca Afonso contava-se Carlos Mendes, artista que representou Portugal na Eurovisão em 1968 e 1972. Este é o rosto mais visível do movimento "Que se lixe a troika", promotor da manifestação de 15 de setembro e que juntou milhares de pessoas nas ruas de todo o país. Esta foi a primeira ação pública a chamar a atenção para a manifestação marcada para 2 de março e que tem como lema "Que se lixe a troika. O povo é quem mais ordena!"
Carlos Mendes no parlamento a cantar em protesto "Grândola, Vila Morena"
O primeiro-ministro falava no plenário quando o movimento "Que se lixe a troika", que inclui o cantor Carlos Mendes, se levantou nas galerias a cantar "Grândola, Vila Morena" .
Pedro Passos Coelho falava na tribuna do Governo quando, nas galerias do Parlamento, um grupo de pessoas se levantou na sua frente e cantou de pé: "Grândola, Vila Morena. Terra da Fraternidade. O povo é quem mais ordena. Dentro de ti oh cidade".
Entre a meia centena que entoou a música de Zeca Afonso contava-se Carlos Mendes, artista que representou Portugal na Eurovisão em 1968 e 1972. Este é o rosto mais visível do movimento "Que se lixe a troika", promotor da manifestação de 15 de setembro e que juntou milhares de pessoas nas ruas de todo o país. Esta foi a primeira ação pública a chamar a atenção para a manifestação marcada para 2 de março e que tem como lema "Que se lixe a troika. O povo é quem mais ordena!"
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Fonte: ECONÓMICO TV/ Imagem: GOOGLE
A tua cara não me é estranha
FC1968
FC2011
Eis o lote final de concorrentes do programa "A Tua Cara Não Me É Estranha 3"
Muito se tem especulado sobre o programa que a TVI irá estrear no próximo dia 3 de fevereiro com a difícil tarefa de combater a recente aposta do terceiro canal "Vale Tudo". Enquanto que a ex-concorrente da segunda edição do programa em questão está no programa "Vale Tudo" da SIC, no lado da estação de Queluz de Baixo, segundo o "Diário de Notícias", estarão as seguintes caras famosas, sendo algumas delas ex-concorrentes do Festival da Canção:
Nicolau Breyner (FC1968)
Ricardo Sá
João Didelet
Francisco Menezes
Wanda Stuart (FC2011)
Ruth Marlene
Diana Monteiro
A oitava concorrente será dada a conhecer na festa de lançamento do canal exclusivo ZON "+TVI", na qual deverão estar presentes os 7 nomes já divulgados.
Fonte: aTelevisão / Imagem: Google
Nicolau Breyner (FC1968)
Ricardo Sá
João Didelet
Francisco Menezes
Wanda Stuart (FC2011)
Ruth Marlene
Diana Monteiro
A oitava concorrente será dada a conhecer na festa de lançamento do canal exclusivo ZON "+TVI", na qual deverão estar presentes os 7 nomes já divulgados.
Fonte: aTelevisão / Imagem: Google
Carlos Mendes
FC1968
FC1972
Manifestação cultura
Troika
Alguns artistas portugueses anunciaram hoje que se juntaram ao apelo "Que se lixe a Troika! Queremos as Nossas Vidas!" e vão organizar a 13 de outubro, em Lisboa, uma manifestação cultural contra as medidas de austeridade. "No seguimento das manifestações de 15 de setembro, a cultura resolveu também manifestar-se num projeto multicultural que irá reunir a cultura nas suas várias vertentes, desde a representação, música e artes plásticas" anunciou, em conferência de imprensa, o cantor Carlos Mendes, um dos rostos desta iniciativa.
Os promotores adiantaram que os artistas portugueses pretendem transformar a Praça de Espanha, em Lisboa, durante o dia 13 de outubro, num local de "grande concentração cultural" aberto a toda a sociedade, numa manifestação apartidária. "É um protesto contra os cortes, também na cultura", explicou o cantor. Todos prometem estar igualmente na manifestação de sábado, convocada pela CGTP para o Terreiro do Paço.
Carlos Mendes representou, por duas vezes, Portugal no Festival Eurovisão da Canção, em 1968 com "Verão" e em 1972 com "A festa da vida", onde alcançou o 7.º lugar.
Fonte: RTP / Imagem: GOOGLE
Cultura sai à rua a 13 de outubro
Alguns artistas portugueses anunciaram hoje que se juntaram ao apelo "Que se lixe a Troika! Queremos as Nossas Vidas!" e vão organizar a 13 de outubro, em Lisboa, uma manifestação cultural contra as medidas de austeridade. "No seguimento das manifestações de 15 de setembro, a cultura resolveu também manifestar-se num projeto multicultural que irá reunir a cultura nas suas várias vertentes, desde a representação, música e artes plásticas" anunciou, em conferência de imprensa, o cantor Carlos Mendes, um dos rostos desta iniciativa.
Os promotores adiantaram que os artistas portugueses pretendem transformar a Praça de Espanha, em Lisboa, durante o dia 13 de outubro, num local de "grande concentração cultural" aberto a toda a sociedade, numa manifestação apartidária. "É um protesto contra os cortes, também na cultura", explicou o cantor. Todos prometem estar igualmente na manifestação de sábado, convocada pela CGTP para o Terreiro do Paço.
Carlos Mendes representou, por duas vezes, Portugal no Festival Eurovisão da Canção, em 1968 com "Verão" e em 1972 com "A festa da vida", onde alcançou o 7.º lugar.
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