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Carlos Paião
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Portugal: "Playback", filme sobre Carlos Paião, será lançado no verão de 2026

Realizado por Sérgio Graciano, o filme "Playback", dedicado à vida do músico Carlos Paião, será lançado no verão de 2026. Rafael Ferreira interpretará o artista no filme.
Carlos Paião
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Ílhavo
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Portugal: Município de Ílhavo anuncia a construção de uma estátua em homenagem a Carlos Paião

A Câmara Municipal de Ílhavo anunciou a construção de uma estátua de homenagem a Carlos Paião, representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1981.
Carlos Paião
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Marcelo Rebelo de Sousa
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Presidente da República condecorou Carlos Paião com a Ordem do Infante D. Henrique

Quarenta anos depois da sua primeira participação no Festival da Canção, Carlos Paião foi condecorado, a título póstumo, com o grau de comendador da Ordem do Infante D. Henrique.
Carlos Paião
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João Pedro Coimbra
Jorge Benvinda
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Zona de Discos
[ZONA DE DISCOS #74] Paião - "Paião"
Todas as semanas no ESCPORTUGAL, a crítica aos álbuns editados por artistas que participaram no concurso Eurovisão da Canção e/ou seleções nacionais ao longo dos anos.
Esta semana, a análise recai no disco de tributo a Carlos Paião, devidamente intitulado "Paião".
O responsável da rubrica é Carlos Carvalho.
Esta semana, a análise recai no disco de tributo a Carlos Paião, devidamente intitulado "Paião".
O responsável da rubrica é Carlos Carvalho.
Lançamento: 16 de novembro de 2018
Nota: 8,5/10
Não é uma ideia pioneira, mas nem
por isso deixa de ser arriscada. Mexer num legado que por toda uma nação é
reconhecível é sempre algo audacioso, contexto propício a preconceitos e
comentários negativos antes de se dar o benefício da dúvida e…. ouvir. “É deste
modo que se destrói um clássico” é o comentário clássico que prevemos que irá
aparecer (ou que já apareceu).
Tributo a Carlos Paião - Semi-Final 2 Festival da Canção (RTP1-25/02/18)
M80 - Paião - Pó de Arroz (Carlos Paião)
Será porventura difícil sintetizar
a genialidade de Carlos Paião, mas a brincadeira séria em torno das palavras em
plena harmonia com uma métrica melódica contribuíram sem dúvida para o carimbo
distintivo de Carlos Paião. Ao ouvir, “Paião” – o disco de tributo – percebemos
que Nuno Figueiredo (Virgem Suta e Ultraleve), João Pedro Coimbra (Mesa), Via, Jorge Benvinda
(Virgem Suta) e Marlon (Os Azeitonas) tiveram em atenção essa matriz artística
de Carlos Paião e, nas palavras do quinteto, “Paião é a nossa sincera homenagem
à fantástica obra de Carlos Paião, um souvenir contra a saudade habitual.”
Assim, com um pé no século XXI e outro na essência musical de Carlos Paião,
podemos disfrutar de 10 novas abordagens a clássicos escritos e compostos pelo
nosso representante eurovisivo de 1981, 7 dos quais popularizados pelo próprio,
um por Herman José – “Canção do Beijiho” –, “O senhor extraterrestre” por
Amália Rodrigues e “Vinho do Porto (Vinho de Portugal)” em dueto com Cândida
Branca Flor.
O disco, que foi lançado a 16 de
novembro de 2018, oferece-nos, por exemplo, uma “Cinderela” mais orgânica mas
sem matar a melodia original; a peculiar “Não há duas sem três” reveste-se de
um aroma folk, americano, e a electrónica relativa de “Souvenir” é despida em
favor de uma sonoridade mais acústica. “Vinho do Porto (Vinho de Portugal)”
está menos efusivo do que nas interpretações de Cândida Branca Flor e Carlos
Paião, sendo os ouvintes compensados com as abordagens retro de “Zero a Zero” e
“Play-Back”.
O disco que, para já, alcançou o
#20 na tabela de discos mais vendidos em Portugal, será apresentado ao vivo, no
dia 1 de fevereiro, na Casa da Música, no Porto; e, no dia 2, em Lisboa, no
Capitólio.
30 anos após o seu falecimento
prematuro, “Paião” apresenta-se capaz de marcar numa dupla vertente. Por um
lado, é um disco para fãs de Carlos Paião mas, por outro, é também um produto
de descoberta para novas gerações, em jeito de primeiro contacto com um dos
génios da música portuguesa do século XX.
Temas promocionais (Não
por ordem de lançamento)
" Pó de arroz”
Tema destacado
por Carlos Carvalho: “Playback”
Alinhamento
Pó
de Arroz
Cinderela
Não
há duas sem três
Souvenir
de Portugal
Vinho
do Porto – Vinho de Porto
Zero
a Zero
Play-back
Ga-Gago
A ver:
Tributo a
Carlos Paião - Semi-Final 1 Festival da Canção (RTP1-18.02.18)
Tributo a Carlos Paião - Semi-Final 2 Festival da Canção (RTP1-25/02/18)
M80 - Paião - Pó de Arroz (Carlos Paião)
André Claveau
Carlos Paião
Corry Brokken
Especial
France Gall
Frida Boccara
Grethe & Jorgen Ingmann
Jean-Claude Pascal
Lys Assia
Madalena Iglésias
Sérgio Borges
Teddy Scholten
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Udo Jürgens
Em Dia de Finados, o ESCPORTUGAL convida-o a recordar a vida e a carreira de todos os vencedores do Festival Eurovisão e do Festival da Canção já falecidos!
Madalena Iglésias (24 de outubro de 1939 - 16 de janeiro de 2018)
Sérgio Borges (18 de outubro de 1943 — 17 de dezembro de 2011)
Carlos Paião (1 de novembro de 1957 - 26 de agosto de 1988)
[ESPECIAL] Em Dia de Finados, recorde connosco todos os vencedores que já nos deixaram
Em Dia de Finados, o ESCPORTUGAL convida-o a recordar a vida e a carreira de todos os vencedores do Festival Eurovisão e do Festival da Canção já falecidos!
Designado também como Dia dos Fiéis Defuntos ou Dia dos Mortos, o Dia de Finados é celebrado pela Igreja Católica no dia 2 de novembro. A origem do dia remonta ao século X, sendo que diversos Papas no século XI instauraram a obrigatoriedade da comunidade em dedicar um dia aos mortos: contudo, apenas no século XIII este dia anual passa a ser comemorado a 2 de novembro, dia seguinte à Festa de Todos os Santos.
O ESCPORTUGAL juntou-se à celebração deste dia e convida-o a recordar a vida e a carreira de todos os vencedores do Festival Eurovisão e do Festival da Canção que já não se encontram (fisicamente) entre nós:
Lys Assia (3 de março de 1924 - 24 de março de 2018)
Rosa Mina Schärer, conhecida pelo nome artístico de Lys Assia, entrou para a história do Festival Eurovisão ao ser a primeira vencedora do evento em 1956, com "Refrain". Voltou a representar a Suíça em 1957 (8.º) e 1958 (2.º), tendo estado, mais recentemente, na corrida para regressar ao concurso em 2011 (8.ª na final nacional da Suíça) e em 2012 (semifinal online). A cantora faleceu a 24 de março de 2018, aos 94 anos de idade.
Corry Brokken (3 de dezembro de 1932 - 31 de dezembro de 2016)
Vencedora do Festival Eurovisão de 1957 com "Net als toen", a cantora Corry Brokken (nascida Cornelia Maria Brokken) entrou para a história do certame por ser a única intérprete a ganhar e a ficar em último lugar: depois da participação em 1956 e da vitória em 1957, Corry Brokken dividiu o último lugar (9.º) com o Luxemburgo na edição de 1958. Em 1976, Corry Brokken apresentou o Festival Eurovisão em Haia, tendo sido a porta-voz holandesa na edição de 1997. Faleceu a 30 de maio de 2016 aos 83 anos de idade.
André Claveau (17 de dezembro de 1911 - 4 de julho de 2003)
Conhecido cantor francês na década de 1940 a 1960, André Claveau conquistou a primeira vitória de França no Festival Eurovisão, em 1958, em defesa de "Dors, mon amour". Com 46 anos e 76 dias de idade, o cantor foi o mais velho vencedor do evento até 1990, tendo sido o primeiro (e único) vencedor a triunfar com mais de 40 anos de idade até à vitória de Toto Cotugno. Faleceu a 4 de julho de 2003 aos 91 anos de idade.
Teddy Scholten (11 de maio de 1926 - 8 de abril de 2010)
Dorothea Margaretha van Zwieteren foi, em 1950, uma das primeiras artistas holandesas a atuar nos Estados Unidos da América, por convite da Coca-Cola. Anos depois, em 1959, conquista, com "n'Beetje", a segunda vitória da Holanda no Festival Eurovisão. Apresentadora das finais nacionais de 1965 e 1966, Teddy Scholten trabalhou, no seu resto da sua carreira, ao lado de Henk Scholten, seu marido. Faleceu a 8 de abril de 2010 aos 83 anos de idade.
Jean-Claude Pascal (24 de outubro de 1927 - 5 de maio de 1992)
Comediante e cantor francês, Jean-Claude Pascal, combatente na Segunda Guerra Mundial, venceu o Festival Eurovisão de 1961 pelo Luxemburgo com o tema "Nous les Amoureux". Em 1981, regressou ao concurso, novamente pelo Luxemburgo, em defesa de "C'est peut-être pas l'Amérique", terminando em 11.º lugar. Faleceu a 5 de maio de 1992 aos 64 anos de idade, vítima de cancro no estômago.
Grethe Ingmann (17 de junho de 1938 - 18 de agosto de 1990) & Jørgen Ingmann (26 de abril de 1925 - 21 de março de 2015)
O casal Grethe Ingmann (cantora) e Jørgen Ingmann (guitarrista), casados em 1956, entrou para a história do Festival Eurovisão ao ser o primeiro duo a triunfar no concurso, em 1963, com "Dansevise". A dupla continuou a trabalhar junta até 1975, ano em que se divorciaram, tendo Grethe tentado, sem sucesso, voltar a representar a Dinamarca no Festival Eurovisão. A cantora faleceu a 18 de agosto de 1990, aos 52 anos de idade, vítima de cancro, enquanto que o guitarrista faleceu a 21 de março de 2015, aos 89 anos de idade.
France Gall (9 de outubro de 1947 - 7 de janeiro de 2018)
Vencedora do Festival Eurovisão de 1965 com "Poupée de cire, poupée de son", pelo Luxemburgo, a cantora France Gall tornou-se um dos maiores nomes da música francesa yé-yé nas décadas de 60 e 70, tendo colaborado, entre 1973 e 1992, com o cantor e compositor Michel Berger. Depois de sobreviver a um cancro da mama, em 1993, e da depressão devido ao falecimento da filha, em 1997, a cantora France Gall faleceu a 7 de janeiro de 2018, vítima de uma infecção, após dois anos de luta contra o cancro.
Udo Jürgens (30 de setembro de 1934 - 21 de dezembro de 2014)
Compositor e cantor austríaco-suíço, Udo Jürgens ganhou o Festival Eurovisão de 1966, pela Áustria, com o tema "Merci, Chérie", depois das participações em 1964 (6.º) e 1965 (3.º). Com uma carreira com mais de 50 anos, Udo Jürgens compôs cerca de 1000 canções e vendeu mais de 100 milhões de discos, tendo sido um dos artistas mais reconhecidos na Alemanha, Áustria e Suíça. Depois do triunfo de Conchita Wurst em 2014, Udo Jürgens manifestou, junto da ORF, o interesse de atuar no intervalo da edição de 2015, o que acabou por não acontecer: o cantor faleceu a 21 de dezembro de 2014, aos 80 anos de idade, vítima de insuficiência cardíaca.
Frida Boccara (29 de outubro de 1940 - 1 de agosto de 1996)
Nascida no então Protetorado Francês de Marrocos, Frida Boccara, cantora, produtora e ativista humanitária francesa de origem judaico-italiana, foi uma das quatro vencedoras do Festival Eurovisão de 1969 com "Un jour, un enfant". Fluente em várias línguas, entre elas o português, Frida filiou-se com o Fundo das Nações Unidas para a Infância, apresentando-se em eventos em cerca de 85 países. Faleceu a 1 de agosto de 1996, vítima de uma infeção pulmonar, aos 55 anos de idade.
Madalena Iglésias (24 de outubro de 1939 - 16 de janeiro de 2018)
Importante nome do música nacional ligeira da década de 1960, Madalena Iglésias foi uma presença constante nas primeiras edições do Festival da Canção, participando em 1964, 1965, 1966 e 1969. Venceu em 1965 com "Ele e Ela", alcançando o 13.º lugar no Festival Eurovisão. Casou-se em 1972, abandonou a carreira artística e foi viver para a Venezuela. Faleceu a 16 de janeiro de 2018, aos 78 anos de idade em Barcelona.
Sérgio Borges (18 de outubro de 1943 — 17 de dezembro de 2011)
Fundador do Conjunto Académico João Paulo, um dos grupos que mais se destacaram em Portugal na década de 1960, Sérgio Borges participou pela primeira vez no Festival da Canção em 1966, terminando em 2.º lugar. Em 1970, conquista a vitória no certame com "Onde Vais Rio que Eu Canto", mas não representa Portugal no Festival Eurovisão, devido ao protesto da RTP contra o sistema de votação. Sérgio voltaria a participar no Festival da Canção de 1986 com "Quebrar a Distância". Morreu, no Funchal, a 17 de dezembro de 2011, aos 68 anos de idade.
Carlos Paião (1 de novembro de 1957 - 26 de agosto de 1988)
Licenciado em Medicina pela Universidade de Lisboa, Carlos Paião foi um dos mais mediáticos e talentosos cantores e compositores da década de 80 em Portugal. Com uma curta carreira de 10 anos, Carlos participou em quatro edições do Festival da Canção, como cantor e compositor, alcançando o triunfo com "Playback" em 1981: em Dublin, a canção não foi além do 18.º (e penúltimo) lugar. Com mais de 300 canções produzidas para alguns dos maiores nomes da música portuguesa, Carlos Paião faleceu, a 26 de agosto de 1988, num violento acidente de automóvel, quando se dirigia para um concerto. Tinha 30 anos.
Fonte: ESCPORTUGAL/ Imagem: Google / Vídeo: Youtube
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Portugal: Homenagem a Carlos Paião reúne 600 músicos de Ílhavo
O cantor Carlos Paião celebraria, hoje, 60 anos de idade e esse aniversário será assinalado em Ílhavo com o lançamento de uma iniciativa que juntará mais de 600 músicos: a Milha - Festa da Música e dos Músicos de Ílhavo.
A primeira edição da Milha - Festa da Música e dos Músicos de Ílhavo decorrerá de 3 a 5 de novembro tornando-se na primeira edição de um eventual anual dedicado a um dos "filhos mais queridos" da terra, Carlos Paião. Falecido precocemente em 1988, o representante de Portugal comemoraria hoje, 1 de novembro, 60 anos de idade, aniversário que o projeto cultural 23 Milhas e a associação Cais do Som quiseram assinalar.
"Com um trajeto invulgar na música popular nacional, Carlos Paião é um símbolo de Ílhavo e, simultaneamente, de Portugal. (…) Queremos que seja uma inspiração para todos os músicos do concelho, pelo seu rasgo, qualidade e ambição" defendeu Luís Ferreira, diretor do programa 23 Milhas, revelando que as edições dos próximos anos decorrerão sempre por altura do aniversário do nascimento do cantor.
Com entrada gratuita, a primeira edição do evento contará com 600 músicos, estando previstos dez concertos na Casa da Cultura de Ílhavo e na Fábrica das Ideias da Gafanha da Nazaré. Além disso, o evento integra ainda duas oficinas sobre a obra de Carlos Paião, uma dirigida a escolas e outra a famílias. O ponto alto do programa acontecerá no domingo à tarde com um concerto das duas bandas filarmónicas do concelho na Gafanha da Nazaré, onde será tocado parte do repertório do músico que representou Portugal no Festival Eurovisão de 1981.
Aceda AQUI ao programa na íntegra.
Carlos Paião foi um dos mais marcantes cantores e compositores da música ligeira portuguesa na década de 80 do século passado, tendo participado em diversas edições do Festival da Canção. A estreia aconteceu em 1980 com "Amigos Eu Voltei", tema que falhou o apuramento para a Grande Final. No ano seguinte, com "Playback", um dos seus maiores sucessos de sempre, o cantor venceu o Festival da Canção com 203 pontos: em Dublin apenas conquistou 9 pontos, partilhando o 18.º lugar (penúltimo) com a Turquia. Compositor de "Trocas e Baldrocas", tema que conquistou o 2.º lugar no FC1982, Carlos Paião participou pela última vez no Festival da Canção em 1983, com Cândida Branca-Flor: a dupla conquistou o 4.º lugar com 148 pontos com "Vinho do Porto (Vinho de Portugal)".
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