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Anabela
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novos lançamentos
Zona de Discos
[ZONA DE DISCOS #31] Anabela - "Casa Alegre"
Todas as semanas no ESCPORTUGAL, a crítica aos álbuns editados por artistas que participaram no concurso Eurovisão da Canção e/ou seleções nacionais ao longo dos anos. Esta semana o destaque vai para mais recente álbum de Anabela. "Casa Alegre" foi lançado em 2015, mas aproveitando o regresso de Anabela ao Festival da Canção, pensamos que é a altura ideal para recuperar um disco que tem ainda muito para dar e que merece, portanto, ser devidamente descoberto.
O responsável da rubrica é Carlos Carvalho.
O responsável da rubrica é Carlos Carvalho.
agenda
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Moonspell
novos lançamentos
Paulo Bragança
A lista de faixas de '1755' será a seguinte:
1. Em Nome Do Medo
2. 1755
3. In Tremor Dei (com participação de Paulo Bragança)
4. Desastre
5. Abanão
6. Evento
7. 1 de Novembro
8. Ruínas
9. Todos Santos
10. Lanterna Dos Afogados
[AGENDA] Paulo Bragança participa no novo álbum dos Moonspell
Os Moonspell acabam de anunciar o lançamento do novo álbum para 3 de novembro. O fadista Paulo Bragança é convidado a interpretar com a bando a canção "In Tremor Dei".
Os Moonspell acabam de anunciar o novo álbum intitulado "1755", produzido por Tue Madsen (Meshuggah, The Haunted). Trata-se, segundo o grupo, de um disco conceptual, cantado em português, sobre o terramoto que devastou Lisboa no século XVIII.
A ser editado mundialmente dia 3 de novembro pela Napalm Records, é distribuído em Portugal pela mão da própria banda, através da sua editora Alma Mater Records . Conta com a participação "do anjo caído do Fado", o fadista Paulo Bragança, convidado no tema "In Tremor Dei”.
O novo disco será apresentado, pela primeira vez, ainda antes da sua edição e em sessão tripla da "Tour 1755": dois concertos em Lisboa (30 e 31 de outubro) "e um regresso muito aguardado ao Porto" onde os Moonspell não tocam há mais de dois anos, no dia 1 de novembro.
O novo disco será apresentado, pela primeira vez, ainda antes da sua edição e em sessão tripla da "Tour 1755": dois concertos em Lisboa (30 e 31 de outubro) "e um regresso muito aguardado ao Porto" onde os Moonspell não tocam há mais de dois anos, no dia 1 de novembro.
Agora, a banda liderada por Fernando Ribeiro revela novos detalhes sobre "1755", apresentando a capa do disco, bem como o alinhamento completo do álbum, que inclui uma versão do tema 'Lanterna dos Afogados', da mítica banda brasileira Paralamas do Sucesso.
Diz Fernando:
"Desde que me lembro que sou completamente fascinado pela história de Portugal. Para mim, o ano de 1755 marcou o nascimento de um novo Portugal. O grande Terramoto de Lisboa, não pode ser reduzido a um número dramático de mortes ou limitado ao estudo dos desastres naturais. Este sismo seguido de um violento tsunami, marca também o nascimento de uma nova cidade, uma nova época. Da tragédia absoluta nasceu uma confiança maior em nós mesmos. Os Portugueses da altura tornaram-se mais independentes da cruz, da coroa e ainda hoje em dia desfrutamos de um país laico e de livre arbítrio. Este não é apenas outro álbum para os Moonspell. É um documento da nossa História musical e lírica, uma homenagem, segundo os Moonspell, que prestamos ao nosso legado e às incríveis habilidades e à força dos portugueses da época, quando foram jorrados por terra pelas forças violentas da Natureza e da Razão. Tudo está bem…mas terra treme."
Paulo Bragança faz aqui o seu regresso à música em Portugal, depois de ter estado radicado no Reino Unido e na Irlanda. Recorde-se que o fadista participou no Festival da Canção 1993 com o grupo Cid, Bragança & Ca. Lda., formado com José Cid, tendo o tema "O Poeta, o Pintor e o Músico" arrecadado o 2.º lugar, numa edição vencida por Anabela. Recorde essa participação, bem como um dos temas mais marcantes dos Moonspell:
A lista de faixas de '1755' será a seguinte:
1. Em Nome Do Medo
2. 1755
3. In Tremor Dei (com participação de Paulo Bragança)
4. Desastre
5. Abanão
6. Evento
7. 1 de Novembro
8. Ruínas
9. Todos Santos
10. Lanterna Dos Afogados
Ao Vivo
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João Castro
Leça do Balio
Saint Dominic's Gospel Choir
[AO VIVO] Saint Dominic's Gospel Choir levou o espírito de Natal a Leça do Balio
Pela primeira vez, a igreja do Mosteiro de Leça do Balio abriu as portas para servir de palco a um concerto inédito. O Saint Dominic's Gospel Choir atuou na tarde de sábado, para gáudio do público que encheu por completo o templo.
O Saint Dominic's Gospel Choir atuou para a comunidade de Leça do Balio, numa iniciativa da empresa Lionesa que adquiriu, recentemente, a Quinta do Mosteiro de Leça do Balio. O mosteiro representa a primeira sede da Ordem do Hospital em Portugal e, em conjunto com a igreja, constitui uma das primeiras construções góticas do país de grande qualidade e monumentalidade. “Queremos que este Natal seja especial para a nossa comunidade. Um concerto de Gospel na igreja do Mosteiro de Leça será certamente um espetáculo único”, referiu Eduarda Pinto, diretora geral da Lionesa na abertura do concerto.
E foram cerca de 600 pessoas que ocorreram ao espaço.
O Saint Dominic's Gospel Choir trouxe, durante cerca de uma hora, um conjunto de "boas novas” em inglês, notabilizados por grandes artistas norte-americanos ao longo de todos os tempos e aqui recriadas por três dezenas de grandes vozes. Para além do excelente grupo de vozes de conjunto, destacaram-se os solos de Joana Silva e Tiago Baltazar.
Fique com um pequeno excerto do ESCPORTUGAL especialmente para os nossos leitores:
O Saint Dominic's Gospel Choir é um dos coros de gospel mais antigos e conceituados de Portugal, formado em 2002 por João Castro, cantor e produtor. O grupo, que atualmente é constituído por mais de 90 elementos, conta com um álbum editado, intitulado “This is Gospel”, e centenas de concertos um pouco por todo o país. João Castro esteve ligado ao Festival da Canção por duas vezes: em 1996 foi produtor da canção “A minha ilha” interpretada por Bárbara Reis. Foi o seu primeiro trabalho profissional. Em 2012, foi diretor musical.
O Saint Dominic's Gospel Choir trouxe, durante cerca de uma hora, um conjunto de "boas novas” em inglês, notabilizados por grandes artistas norte-americanos ao longo de todos os tempos e aqui recriadas por três dezenas de grandes vozes. Para além do excelente grupo de vozes de conjunto, destacaram-se os solos de Joana Silva e Tiago Baltazar.
Fique com um pequeno excerto do ESCPORTUGAL especialmente para os nossos leitores:
Ao Vivo
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Fnac
Júlio Isidro
Matosinhos
[AO VIVO] “O programa segue dentro de momentos" a autobiografia de Júlio Isidro
“O programa segue dentro de momentos” é o título da autobiografia de Júlio Isidro lançada agora e que revisita alguns dos muitos momentos vividos por este que é apelidado como o “Senhor Televisão”. O ESCPORTUGAL esteve no lançamento da obra na Fnac do Norteshopping, em Matosinhos.
A 16 de janeiro de 1960 começava a trabalhar na Televisão Portuguesa, sendo por isso uma das figuras com maior longevidade de sempre do espaço televisivo português. Falamos de Júlio Isidro, para muitos o Senhor Televisão. No passado sábado decorreu o lançamento da autobiografia “O programa segue dentro de momentos” na presença do autor, da editora Cláudia Rebelo, com comentários de Cristina Alves.
Comunicador nato, Júlio Isidro é uma referência incontornável na história da Rádio e da Televisão em Portugal. Com apenas 15 anos de idade, estreou-se na televisão, tornando-se durante décadas presença regular no pequeno ecrã. A paixão pela rádio, a vocação para a televisão, a visão e pioneirismo nos muitos programas que criou, produziu e apresentou, as entrevistas históricas, a formação nos EUA, são marcas que deixaram marca na história da televisão e na história de muitos apresentadores que se seguiram. Ao longo da sua carreira, apresentou cerca de 30 programas na RTP e 7 programas na TVI, para onde se mudou de 1993 a 1996. Também trabalhou na rádio desde 1968 e escreveu 7 livros.
“É uma honra enorme estar aqui. Tenho admiração, respeito e carinho por este que é o maior vulto da comunicação em Portugal”. Foi, desta forma, que Cristina Alves iniciou a apresentação desta obra. Recorde-se que Cristina Alves trabalhou com Júlio Isidro quando ambos apresentavam, a partir dos estúdios do Monte da Virgem em Vila Nova de Gaia, o programa “Portugal no Coração”. “Dar alegria aos outros” foi a missão de Júlio ao longo de quase 60 anos de carreira. “O Júlio ligou-se a nós e nós retribuímos ligando-nos a ele”, afirmou Cristina, recordando que este “nunca esqueceu de lançar artistas” . Os programas que apresentou foram tantos que não couberam nas 384 páginas do livro. “Engraçado como dedica quase duas páginas do livro para falar dos programas de que não fala na biografia”, sorri Cristina Alves, que terminou dizendo: “O Júlio tem esta generosidade e este coração enorme”.
Diversos artistas e profissionais da comunicação estiveram presentes neste lançamento, nomeadamente os cantores Cristina Roque e Sérgio Castro, dos Trabalhadores do Comércio ambos participantes no Festival da Canção. Também os cantores João Grande, dos Táxi, e Maria Amélia Canossa, os apresentadores Jorge Gabriel, Ana Viriato e a jornalista Madalena Balça estiveram na Fnac.
Júlio Isidro presenteou todos aqueles que enchiam o espaço com uma projeção de imagens e vídeos de diversos programas que apresentou, nomeadamente os diretos para programas de rádio e televisão com estádios lotados com milhares de pessoas. O "Passeio dos Alegres" ou o "Clube Amigos Disney" não poderiam faltar. Um dos momentos recordados pelo apresentador foi a entrevista que conduziu com a cantora francesa Françoise Hardy, representante do Mónaco na Eurovisão 1963. "Lembro-me que era altíssima e que não foi uma conversa de sorriso aberto, se calhar por culpa da minha timidez", escreveu.
Baptista-Bastos assina o prefácio. Para o escritor, a presença assídua de Júlio Isidro nos ecrãs televisivos é “o sinal de um afeto e a lembrança que resiste, mesmo na sombra e no aparente silêncio”. “Consciência, liberdade e atenção pelos outros fazem deste homem [Júlio Isidro] uma espécie de vigilante do nosso tempo, que o próprio tempo se encarrega de fragilizar”. Segundo Baptista-Bastos, “o que Júlio Isidro tem feito e praticado na televisão é um exercício de presença, ensinando que, quando odiamos alguém, só nos ferimos a nós próprios”.
Como profissional de televisão, diz-se que lançou inúmeros artistas portugueses nos diversos programas que criou e apresentou. Um dos casos mais bem-sucedidos é o de Dulce Pontes, que se estreou na televisão nos programas de Júlio Isidro e mais tarde participou no Festival da Canção (por si apresentado) e acabou por vencer. As Doce também são alvo desta obra. Lançadas por Júlio Isidro no programa "Febre de Sábado de Manhã", mereciam ganhar o Festival da Canção de 1981 segundo o autor. "Só não ganharam o Festival RTP da Canção de 1981 porque, vestidas ou despidas de odaliscas, ofenderam a moral hipócrita das senhoras e senhores do júri". Neste caso, "pode-se dizer que o Ali-Babá foi roubado por muito mais que 40 ladrões", escreveu.
O Festival da Canção faz também parte da história de Júlio Isidro. O primeiro festival que apresentou foi o de 1991, ao lado de Ana Paula Reis e que teve lugar na Feira Internacional de Lisboa. Nos dois anos seguintes, Júlio Isidro apresentou as 5 semifinais nos estúdios da RTP. Em 2015 apresentou a final do Festival ao lado de Catarina Furtado.
Comunicador nato, Júlio Isidro é uma referência incontornável na história da Rádio e da Televisão em Portugal. Com apenas 15 anos de idade, estreou-se na televisão, tornando-se durante décadas presença regular no pequeno ecrã. A paixão pela rádio, a vocação para a televisão, a visão e pioneirismo nos muitos programas que criou, produziu e apresentou, as entrevistas históricas, a formação nos EUA, são marcas que deixaram marca na história da televisão e na história de muitos apresentadores que se seguiram. Ao longo da sua carreira, apresentou cerca de 30 programas na RTP e 7 programas na TVI, para onde se mudou de 1993 a 1996. Também trabalhou na rádio desde 1968 e escreveu 7 livros.
“É uma honra enorme estar aqui. Tenho admiração, respeito e carinho por este que é o maior vulto da comunicação em Portugal”. Foi, desta forma, que Cristina Alves iniciou a apresentação desta obra. Recorde-se que Cristina Alves trabalhou com Júlio Isidro quando ambos apresentavam, a partir dos estúdios do Monte da Virgem em Vila Nova de Gaia, o programa “Portugal no Coração”. “Dar alegria aos outros” foi a missão de Júlio ao longo de quase 60 anos de carreira. “O Júlio ligou-se a nós e nós retribuímos ligando-nos a ele”, afirmou Cristina, recordando que este “nunca esqueceu de lançar artistas” . Os programas que apresentou foram tantos que não couberam nas 384 páginas do livro. “Engraçado como dedica quase duas páginas do livro para falar dos programas de que não fala na biografia”, sorri Cristina Alves, que terminou dizendo: “O Júlio tem esta generosidade e este coração enorme”.
Diversos artistas e profissionais da comunicação estiveram presentes neste lançamento, nomeadamente os cantores Cristina Roque e Sérgio Castro, dos Trabalhadores do Comércio ambos participantes no Festival da Canção. Também os cantores João Grande, dos Táxi, e Maria Amélia Canossa, os apresentadores Jorge Gabriel, Ana Viriato e a jornalista Madalena Balça estiveram na Fnac.
Júlio Isidro presenteou todos aqueles que enchiam o espaço com uma projeção de imagens e vídeos de diversos programas que apresentou, nomeadamente os diretos para programas de rádio e televisão com estádios lotados com milhares de pessoas. O "Passeio dos Alegres" ou o "Clube Amigos Disney" não poderiam faltar. Um dos momentos recordados pelo apresentador foi a entrevista que conduziu com a cantora francesa Françoise Hardy, representante do Mónaco na Eurovisão 1963. "Lembro-me que era altíssima e que não foi uma conversa de sorriso aberto, se calhar por culpa da minha timidez", escreveu.
Baptista-Bastos assina o prefácio. Para o escritor, a presença assídua de Júlio Isidro nos ecrãs televisivos é “o sinal de um afeto e a lembrança que resiste, mesmo na sombra e no aparente silêncio”. “Consciência, liberdade e atenção pelos outros fazem deste homem [Júlio Isidro] uma espécie de vigilante do nosso tempo, que o próprio tempo se encarrega de fragilizar”. Segundo Baptista-Bastos, “o que Júlio Isidro tem feito e praticado na televisão é um exercício de presença, ensinando que, quando odiamos alguém, só nos ferimos a nós próprios”.
Como profissional de televisão, diz-se que lançou inúmeros artistas portugueses nos diversos programas que criou e apresentou. Um dos casos mais bem-sucedidos é o de Dulce Pontes, que se estreou na televisão nos programas de Júlio Isidro e mais tarde participou no Festival da Canção (por si apresentado) e acabou por vencer. As Doce também são alvo desta obra. Lançadas por Júlio Isidro no programa "Febre de Sábado de Manhã", mereciam ganhar o Festival da Canção de 1981 segundo o autor. "Só não ganharam o Festival RTP da Canção de 1981 porque, vestidas ou despidas de odaliscas, ofenderam a moral hipócrita das senhoras e senhores do júri". Neste caso, "pode-se dizer que o Ali-Babá foi roubado por muito mais que 40 ladrões", escreveu.
O Festival da Canção faz também parte da história de Júlio Isidro. O primeiro festival que apresentou foi o de 1991, ao lado de Ana Paula Reis e que teve lugar na Feira Internacional de Lisboa. Nos dois anos seguintes, Júlio Isidro apresentou as 5 semifinais nos estúdios da RTP. Em 2015 apresentou a final do Festival ao lado de Catarina Furtado.
Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: ESCPORTUGAL
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Júlio Isidro
[AGENDA] Júlio Isidro lança autobiografia "O programa segue dentro de momentos"
A 16 de janeiro de 1960 começava a trabalhar na Televisão Portuguesa, sendo por isso uma das figuras mais marcantes de sempre do espaço televisivo português. Falamos de Júlio Isidro, para muitos o Senhor Televisão. Esta terça-feira é lançada uma autobiografia do apresentador.
Comunicador nato, Júlio Isidro é uma referência incontornável na história da Rádio e da Televisão em Portugal. Com apenas 15 anos de idade, a 16 de janeiro de 1960, estreou-se na televisão, tornando-se durante décadas presença regular no pequeno ecrã. A paixão pela rádio, a vocação para a televisão, a visão e pioneirismo nos muitos programas que criou, produziu e apresentou, as entrevistas históricas, a formação nos EUA, são marcas que deixaram marca na história da televisão e na história de muitos apresentadores que se seguiram.
Ao longo da sua carreira, apresentou cerca de 30 programas na RTP e 7 programas na TVI, para onde se mudou de 1993 a 1996. Também trabalhou na rádio desde 1968 e escreveu 7 livros.
Esta terça-feira, é lançada a autobiografia de Júlio Isidro, com o título “O programa segue dentro de momentos. Autobiografia”. A sessão decorre pelas 18 horas no Teatro da Trindade, em Lisboa, e contará com a presença do ministro da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes. Segundo nota da editora, vão ser projetadas “imagens de uma vida em frente às câmaras e memórias vivas da música nacional”.
Baptista-Bastos afirma no prefácio que a presença assídua de Júlio Isidro, nos ecrãs televisivos, é “o sinal de um afeto e a lembrança que resiste, mesmo na sombra e no aparente silêncio”. “Consciência, liberdade e atenção pelos outros fazem deste homem [Júlio Isidro] uma espécie de vigilante do nosso tempo, que o próprio tempo se encarrega de fragilizar”, afirma Baptista-Bastos.
Segundo Baptista-Bastos, “o que Júlio Isidro tem feito e praticado na televisão é um exercício de presença, ensinando que, quando odiamos alguém, só nos ferimos a nós próprios”.
Como profissional de televisão, diz-se que lançou inúmeros artistas portugueses nos diversos programas que criou e apresentou. Um dos casos mais bem sucedidos é o de Dulce Pontes, que se estreou na televisão nos programas de Júlio Isidro e mais tarde participou no Festival da Canção (por si apresentado) e acabou por vencer.
O Festival da Canção faz também parte da história de Júlio Isidro. O primeiro festival que apresentou foi o de 1991, ao lado de Ana Paula Reis e que teve lugar na Feira Internacional de Lisboa. Nos dois anos seguintes, Júlio Isidro apresentou as 5 semifinais nos estúdios da RTP.
Em 2015 apresentou a final do Festival ao lado de Catarina Furtado.
Fonte: ESCPORTUGAL. OBSERVADOR /Imagem: GOOGLE
Anabela
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Nelas
Tó Leal
[AO VIVO] Nelas celebra o vinho com surpreendente musical
“As músicas que os vinhos Dão” celebrou a tradição nas bodas de prata da Feira do Vinho Dão. Um musical que surpreendeu pela qualidade do texto, das canções, do elenco, das danças e das tradições recriadas em forma de festa. O ESCPORTUGAL esteve em Nelas.
Nelas assume-se como sendo o “coração” da região demarcada do Dão, não apenas pela sua localização geográfica, mas também porque se trata do concelho que mais vive este vinho, celebrando-o anualmente naquele que é o maior evento do género da região. A Feira do Vinho do Dão, que enche a Praça do Município e ruas adjacentes de Nelas com mais de uma centena de tendas e expositores, tem também um apurado programa de animação, cujo ponto alto é um teatro musical - “As músicas que os vinhos Dão”. Este teve a sua primeira edição em 2014 e, desde então, apresenta anualmente um novo capítulo dessa trilogia. Se na edição de 2015 uma das principais artistas presentes foi Yola Dinis, em 2016 foi a cantora Anabela que assumiu o papel de convidada especial.
“As músicas que os vinhos Dão” foi, assim, uma viagem às Terras do Dão. Muita música, muita cor, muita dança e um fantástico elenco de vozes juntaram-se para, alegremente, cantarem o Dão. O fundo musical era, na sua maioria, bem nosso conhecido, mas as letras foram escritas propositadamente para a ocasião, com autoria de Sandra Viegas Leal.
A figura central desta história é o taberneiro. Este abriu as portas do seu espaço e recebeu, de coração cheio, o povo cansado, mas orgulhoso da vindima. Entre brindes, discussões, alegrias e confissões, a taberna viveu também diferentes histórias de Amor... até ser dia: o amor impossível, o amor perdido, o amor secreto e, claro, o amor pelo Dão. Do elenco de mais de 50 atores, cantores, músicos e bailarinos, destaca-se então as presenças de Artur Marques e Márcia Borges (o taberneiro Antero e a mulher Graciosa). Anabela foi Belinha do Dão. Sofia de Castro foi a mendiga, proporcionando a todos um momento mágico. André Henriques no papel de Fígaro. Inesquecível. O ator Carlos Martins foi Agostinho. Uma grande voz! Joana Leal cantou “A Desfolhada Portuguesa”, célebre canção interpretada por Simone de Oliveira, mas aqui com uma letra dedicada aos 25 anos da Feira do Vinho do Dão. Os fadistas Cátia Garcia e Francisco Sobral, acompanhados pelos guitarristas Samuel Cabral e Paulo Carvalho, cantaram o fado e à desgarrada. As tradições ancestrais presentes na arte cénica e na religiosidade, com muita tradição e fé (onde se destacou a procissão ao som de "Avé Maria" cantada por Anabela).
A produção foi da ContraCanto Associação Cultural, entidade sem fins lucrativos sediada neste concelho e que é presidida por António Leal. Leal foi, nesta peça, também o encenador. Se não associa o nome, recordamos que António era, nos anos 90, mais conhecido como Tó Leal, presença regular na televisão nos programas do Júlio Isidro e também no Festival da Canção onde participou em 5 edições – em 1988, 1991, 1993, 1996 e 1999. “Já me deixei de cantorias”, afirmou Tó Leal ao ESCPORTUGAL. Envolver jovens da terra na magia do teatro é agora o seu desafio. Na associação que preside, são três os cursos que são ministrados: teatro musical, ballet e contracantinho, para os mais pequeninos. Neste musical, os jovens atores alunos desta associação tiveram um papel fundamental no decurso de toda a produção.
A Praça do Município de Nelas encheu nas três apresentações deste musical. É muito gratificante verificar que nem só nas grandes cidades se produz teatro com qualidade. E Nelas é grande ao apostar, desta forma, na Educação pela Cultura.
A Praça do Município de Nelas encheu nas três apresentações deste musical. É muito gratificante verificar que nem só nas grandes cidades se produz teatro com qualidade. E Nelas é grande ao apostar, desta forma, na Educação pela Cultura.
Veja o vídeo do ESCPORTUGAL com alguns dos momentos do musical. O vídeo, desde que foi carregado no facebook rapidamente atingiu as 7500 visualizações:
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Paulo Brissos
Paulo Brissos participou pela primeira vez no Festival RTP da Canção em 1991 com o grupo vocal "Bloco" do qual fazia parte também Ricardo Carriço. Em 1993 participou a solo no Festival com o tema de Jan Van Dijck e Nuno Gomes dos Santos "No Dia Seguinte". Recordea atiação no palco co Teatro São Luiz, em Lisboa.
[VÍDEO] Paulo Brissos apresenta novo "Sem pensar em nada"
Paulo Brissos lançou esta noite o videoclip da canção "Sem pensar em nada", terceiro tema de apresentação do álbum "Depois do fim do mundo". O vídeo foi gravado em Portugal (Lisboa e Vila Franca de Xira) e em Inglaterra (Londres e Manchester). Segundo o intérprete e autor, "'Sem pensar em nada' é talvez o tema mais romântico do álbum".
O vídeo conta com a participação da atriz Rita do Vale Capela, editado e realizado por Filipe Henriques, podendo ser visto de seguida:
O vídeo conta com a participação da atriz Rita do Vale Capela, editado e realizado por Filipe Henriques, podendo ser visto de seguida:
Paulo Brissos participou pela primeira vez no Festival RTP da Canção em 1991 com o grupo vocal "Bloco" do qual fazia parte também Ricardo Carriço. Em 1993 participou a solo no Festival com o tema de Jan Van Dijck e Nuno Gomes dos Santos "No Dia Seguinte". Recordea atiação no palco co Teatro São Luiz, em Lisboa.
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