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[ESPECIAL] Em Dia de Finados, recorde connosco todos os vencedores que já nos deixaram!




Em Dia de Finados, o ESCPORTUGAL convida-o a recordar a vida e a carreira de todos os vencedores do Festival Eurovisão e do Festival da Canção já falecidos!

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Em Dia de Finados, o ESCPORTUGAL convida-o a recordar a vida e a carreira de todos os vencedores do Festival Eurovisão e do Festival da Canção já falecidos!

Portugal: Madalena Iglésias homenageada pela Junta de Freguesia de Benfica


Madalena Iglésias é uma das quinze personalidades homenageadas pela Junta de Freguesia de Benfica num novo mural. Nuno Markl, Ana Bacalhau e Lena d'Água também marcam presença.

[ESPECIAL] Em Dia de Finados, recorde connosco todos os vencedores que já nos deixaram


Em Dia de Finados, o ESCPORTUGAL convida-o a recordar a vida e a carreira de todos os vencedores do Festival Eurovisão e do Festival da Canção já falecidos!

[ESPECIAL] Em Dia de Finados, recorde connosco todos os vencedores que já nos deixaram


Em Dia de Finados, o ESCPORTUGAL convida-o a recordar a vida e a carreira de todos os vencedores do Festival Eurovisão e do Festival da Canção já falecidos!

Designado também como Dia dos Fiéis Defuntos ou Dia dos Mortos, o Dia de Finados é celebrado pela Igreja Católica no dia 2 de novembro. A origem do dia remonta ao século X, sendo que diversos Papas no século XI instauraram a obrigatoriedade da comunidade em dedicar um dia aos mortos: contudo, apenas no século XIII este dia anual passa a ser comemorado a 2 de novembro, dia seguinte à Festa de Todos os Santos.

O ESCPORTUGAL juntou-se à celebração deste dia e convida-o a recordar a vida e a carreira de todos os vencedores do Festival Eurovisão e do Festival da Canção que já não se encontram (fisicamente) entre nós:

Lys Assia (3 de março de 1924 - 24 de março de 2018)
Rosa Mina Schärer, conhecida pelo nome artístico de Lys Assia, entrou para a história do Festival Eurovisão ao ser a primeira vencedora do evento em 1956, com "Refrain". Voltou a representar a Suíça em 1957 (8.º) e 1958 (2.º), tendo estado, mais recentemente, na corrida para regressar ao concurso em 2011 (8.ª na final nacional da Suíça) e em 2012 (semifinal online). A cantora faleceu a 24 de março de 2018, aos 94 anos de idade.


Corry Brokken (3 de dezembro de 1932 - 31 de dezembro de 2016)
Vencedora do Festival Eurovisão de 1957 com "Net als toen", a cantora Corry Brokken (nascida Cornelia Maria Brokken) entrou para a história do certame por ser a única intérprete a ganhar e a ficar em último lugar: depois da participação em 1956 e da vitória em 1957, Corry Brokken dividiu o último lugar (9.º) com o Luxemburgo na edição de 1958. Em 1976, Corry Brokken apresentou o Festival Eurovisão em Haia, tendo sido a porta-voz holandesa na edição de 1997. Faleceu a 30 de maio de 2016 aos 83 anos de idade.


André Claveau (17 de dezembro de 1911 - 4 de julho de 2003)
Conhecido cantor francês na década de 1940 a 1960, André Claveau conquistou a primeira vitória de França no Festival Eurovisão, em 1958, em defesa de "Dors, mon amour". Com 46 anos e 76 dias de idade, o cantor foi o mais velho vencedor do evento até 1990, tendo sido o primeiro (e único) vencedor a triunfar com mais de 40 anos de idade até à vitória de Toto Cotugno. Faleceu a 4 de julho de 2003 aos 91 anos de idade.


Teddy Scholten (11 de maio de 1926 - 8 de abril de 2010)
Dorothea Margaretha van Zwieteren foi, em 1950, uma das primeiras artistas holandesas a atuar nos Estados Unidos da América, por convite da Coca-Cola. Anos depois, em 1959, conquista, com "n'Beetje", a segunda vitória da Holanda no Festival Eurovisão. Apresentadora das finais nacionais de 1965 e 1966, Teddy Scholten trabalhou, no seu resto da sua carreira, ao lado de Henk Scholten, seu marido. Faleceu a 8 de abril de 2010 aos 83 anos de idade.



Jean-Claude Pascal (24 de outubro de 1927 - 5 de maio de 1992)
Comediante e cantor francês, Jean-Claude Pascal, combatente na Segunda Guerra Mundial, venceu o Festival Eurovisão de 1961 pelo Luxemburgo com o tema "Nous les Amoureux". Em 1981, regressou ao concurso, novamente pelo Luxemburgo, em defesa de "C'est peut-être pas l'Amérique", terminando em 11.º lugar. Faleceu a 5 de maio de 1992 aos 64 anos de idade, vítima de cancro no estômago.


Grethe Ingmann (17 de junho de 1938 - 18 de agosto de 1990) & Jørgen Ingmann (26 de abril de 1925 - 21 de março de 2015)
O casal Grethe Ingmann (cantora) e Jørgen Ingmann (guitarrista), casados em 1956, entrou para a história do Festival Eurovisão ao ser o primeiro duo a triunfar no concurso, em 1963, com "Dansevise". A dupla continuou a trabalhar junta até 1975, ano em que se divorciaram, tendo Grethe tentado, sem sucesso, voltar a representar a Dinamarca no Festival Eurovisão. A cantora faleceu a 18 de agosto de 1990, aos 52 anos de idade, vítima de cancro, enquanto que o guitarrista faleceu a 21 de março de 2015, aos 89 anos de idade.


France Gall (9 de outubro de 1947 - 7 de janeiro de 2018)
Vencedora do Festival Eurovisão de 1965 com "Poupée de cire, poupée de son", pelo Luxemburgo, a cantora France Gall tornou-se um dos maiores nomes da música francesa yé-yé nas décadas de 60 e 70, tendo colaborado, entre 1973 e 1992, com o cantor e compositor Michel Berger. Depois de sobreviver a um cancro da mama, em 1993, e da depressão devido ao falecimento da filha, em 1997, a cantora France Gall faleceu a 7 de janeiro de 2018, vítima de uma infecção, após dois anos de luta contra o cancro.


Udo Jürgens (30 de setembro de 1934 - 21 de dezembro de 2014)
Compositor e cantor austríaco-suíço, Udo Jürgens ganhou o Festival Eurovisão de 1966, pela Áustria, com o tema "Merci, Chérie", depois das participações em 1964 (6.º) e 1965 (3.º). Com uma carreira com mais de 50 anos, Udo Jürgens compôs cerca de 1000 canções e vendeu mais de 100 milhões de discos, tendo sido um dos artistas mais reconhecidos na Alemanha, Áustria e Suíça. Depois do triunfo de Conchita Wurst em 2014, Udo Jürgens manifestou, junto da ORF, o interesse de atuar no intervalo da edição de 2015, o que acabou por não acontecer: o cantor faleceu a 21 de dezembro de 2014, aos 80 anos de idade, vítima de insuficiência cardíaca.


Frida Boccara (29 de outubro de 1940 - 1 de agosto de 1996)
Nascida no então Protetorado Francês de Marrocos, Frida Boccara, cantora, produtora e ativista humanitária francesa de origem judaico-italiana, foi uma das quatro vencedoras do Festival Eurovisão de 1969 com "Un jour, un enfant". Fluente em várias línguas, entre elas o português, Frida filiou-se com o Fundo das Nações Unidas para a Infância, apresentando-se em eventos em cerca de 85 países. Faleceu a 1 de agosto de 1996, vítima de uma infeção pulmonar, aos 55 anos de idade.



Madalena Iglésias (24 de outubro de 1939 - 16 de janeiro de 2018)
Importante nome do música nacional ligeira da década de 1960, Madalena Iglésias foi uma presença constante nas primeiras edições do Festival da Canção, participando em 1964, 1965, 1966 e 1969. Venceu em 1965 com "Ele e Ela", alcançando o 13.º lugar no Festival Eurovisão. Casou-se em 1972, abandonou a carreira artística e foi viver para a Venezuela. Faleceu a 16 de janeiro de 2018, aos 78 anos de idade em Barcelona.



Sérgio Borges (18 de outubro de 1943 — 17 de dezembro de 2011)
Fundador do Conjunto Académico João Paulo, um dos grupos que mais se destacaram em Portugal na década de 1960, Sérgio Borges participou pela primeira vez no Festival da Canção em 1966, terminando em 2.º lugar. Em 1970, conquista a vitória no certame com "Onde Vais Rio que Eu Canto", mas não representa Portugal no Festival Eurovisão, devido ao protesto da RTP contra o sistema de votação. Sérgio voltaria a participar no Festival da Canção de 1986 com "Quebrar a Distância". Morreu, no Funchal, a 17 de dezembro de 2011, aos 68 anos de idade.



Carlos Paião (1 de novembro de 1957 - 26 de agosto de 1988)
Licenciado em Medicina pela Universidade de Lisboa, Carlos Paião foi um dos mais mediáticos e talentosos cantores e compositores da década de 80 em Portugal. Com uma curta carreira de 10 anos, Carlos participou em quatro edições do Festival da Canção, como cantor e compositor, alcançando o triunfo com "Playback" em 1981: em Dublin, a canção não foi além do 18.º (e penúltimo) lugar. Com mais de 300 canções produzidas para alguns dos maiores nomes da música portuguesa, Carlos Paião faleceu, a 26 de agosto de 1988, num violento acidente de automóvel, quando se dirigia para um concerto. Tinha 30 anos.



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Fonte: ESCPORTUGAL/ Imagem: Google / Vídeo: Youtube

Portugal: RTP com programação especial para recordar Madalena Iglésias


A RTP1 dedicará parte da programação desta noite a Madalena Iglésias, com a transmissão da entrevista à cantora no programa Inesquecível, de Júlio Isidro, e de um episódio de Estranha Forma de Vida - Uma História da Música Popular Portuguesa.

O desaparecimento de Madalena Iglésias aos 78 anos de idade na passada terça-feira apanhou o público português de surpresa. Esta noite, a RTP1 vai recordar o percurso da eterna "menina da rádio" esta noite com a transmissão de dois programas que contou com a participação da vencedora do Festival da Canção de 1966. 

Às 22:35, a RTP1 transmitirá o programa Inesquecível, talk-show apresentado por Júlio Isidro, que contou com a presença de Madalena Iglésias, bem como dos Anjos e Manuel Carrageta. De seguida, às 23:01, será transmitido o nono episódio da série Estranha Forma de Vida - Uma História da Música Popular Portuguesa, onde serão recordados os percursos de Simone de Oliveira, Madalena Iglésias, Artur Garcia e António Calvário na década de 60.



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Fonte/Imagem: RTP / Video: Youtube

Portugal: Imprensa destaca o falecimento de Madalena Iglésias


Os principais jornais diários de Portugal destacaram, hoje, o falecimento de Madalena Iglésias, vencedora do Festival da Canção 1966.

Com 78 anos de idade, Madalena Iglésias, vencedora do Festival da Canção de 1966 e uma das vozes mais marcantes da música portuguesa na década de 60, faleceu, ontem, em Barcelona, cidade em que residia há vários anos. Apesar de ter abandonado precocemente a carreira musical, a voz de "Ele E Ela" continuou a ser bastante acarinhada pelo público português (e espanhol), público que foi apanhado de surpresa com a notícia do falecimento da cantora.

Os principais jornais diários portugueses destacaram, esta manhã, o falecimento da cantora. O jornal I e o Público deram grande destaque à cantora, descrevendo-a como "Estrela Pop a Preto e Branco" e a "Rainha da Rádio que encantou na TV".  Também o Correio da Manhã, o Diário de Notícias e o Jornal de Notícias destacaram, na capa, o falecimento da representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1966.








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Fonte: Sapo / Imagem: Sapo / Vídeo: Youtube

Marcelo Rebelo de Sousa: "Madalena Iglésias é uma saudosa memória viva para quem a ouviu"


O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, lamentou a morte da cantora Madalena Iglésias, recordando-a como uma das pioneiras do Festival Eurovisão: "Madalena Iglésias é uma saudosa memória viva para quem a ouviu, à época como agora".

Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República, lamentou, esta terça-feira, o falecimento de Madalena Iglésias, cantora que faleceu, esta manhã, aos 78 anos de idade, numa clínica em Barcelona. "Neste ano em que nós temos em Portugal o Festival Eurovisão e que se segue à vitória de um português no último Festival, é com saudade que recordamos aquelas e aqueles que foram os pioneiros" afirmou o chefe de Estado, em declarações aos jornalistas, tendo acrescentado que "não só recordo com saudade, naturalmente, Madalena Iglésias, como já enviei aos seus familiares as minhas condolências".

Posteriormente, numa nota divulgada no portal da Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa descreve a cantora como "um ídolo de uma geração e estrela da rádio e televisão", realçando também a "conhecida dupla cinematográfica com António Calvário". 

[ESPECIAL] Portugal chora o falecimento de Madalena Iglésias


O falecimento de Madalena Iglésias, aos 78 anos de idade, deixou Portugal em choque. Diversos artistas e milhares de fãs lamentaram o desaparecimento da eterna cantora de "Ele e Ela".


Apresentou-se como "o meu nome é Madalena e nasci para cantar", mas abandonou a carreira musical ainda na década de 70. Vencedora do Festival da Canção de 1966, Madalena Iglésias faleceu, esta manhã, em Barcelona, aos 78 anos de idade, sendo que as causas da morte não foram ainda reveladas. Nas redes sociais, milhares de pessoas lamentaram o falecimento da eterna cantora de um dos maiores sucessos de sempre da música portuguesa: "Ele E Ela" de Carlos Canelhas.

António Calvário, Simone de Oliveira, Júlio Isidro e José Cid foram algumas das inúmeras figuras públicas que reagiram publicamente ao desaparecimento físico da cantora que, em 1966, representou Portugal no Festival Eurovisão. Recorde alguns destes testemunhos de seguida:


Considerando-a como "uma amiga de sempre", António Calvário, representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1964, sublinhou que sempre manteve contacto próximo com Madalena Iglésias e a sua família: "Sempre que ela vinha a Portugal telefonava e nós encontrávamo-nos e íamos almoçar, com um amigo comum. Foi a pessoa com quem mais lidei e a colega com quem mais trabalhei" recordou, destacando a grande cumplicidade entre ambos, "Foi uma amiga muito especial, nunca tivemos a mais pequena desavença, apoiávamo-nos muito mutuamente e éramos muito cúmplices".


Simone de Oliveira recordou a colega Madalena Iglésias que faleceu esta manhã aos 78 anos de idade: "Tenho muito pena, é um grande desgosto. Foi uma pessoa com quem eu convivi, apesar das rivalidades à época.". "Ela é a primeira do quarteto a morrer. É verdade que fomes rivais nessa época" lembrou Simone, recordando os espetáculos que fez com Madalena, António Calvário e Artur Garcia, "Ela tinha um grupo de fãs muito complicado, mas eram coisas de miúdas (...) Depois casou, deixou de cantar e teve uma vida boa sem preocupações financeiras". Recorde AQUI as declarações de Simone.



O fadista Gonçalo Salgueiro, sobrinho da cantora, utilizou as redes sociais para recordar a tia Madalena Iglésias: "Madalena deixa-nos aos 78 anos de uma vida gloriosa (..) Deixa-nos o corpo físico da artista portuguesa mais internacional e versátil de sempre depois de Amália. Fica o amor, a saudade, a obra, a lembrança de uma mulher dona de uma beleza e talento incomparáveis".


Tozé Brito lamentou a morte de Madalena Iglésias, garantindo que a cantora marcou uma época e é um nome de referência na música portuguesa: "É um nome de referência da música portuguesa. É inevitável não falar da Madalena Iglésias, quando se fala da história da música portuguesa. Nesse sentido, tenho muito respeito por ela e imensa pena da sua morte". Apesar de nunca ter trabalhado para Madalena, Tozé Brito garante ter sido um fervoroso seguidor do trabalho da artista: "Havia três ou quatro nomes que marcaram aquela época da música portuguesa, principalmente a Simone que foi 'rival' da Madalena Iglésias. Elas competiam por um lugar de rainhas da música portuguesa, de primeira dama na música portuguesa".

Também Júlio Isidro, apresentador do Festival da Canção de 1991 e 2015, garante que Portugal perdeu, esta manhã, "uma rainha": "Era uma pessoa com uma noção de carreira absolutamente consciente. Alguém que sabia perfeitamente o que queria fazer e onde queria chegar. E até soube quando queria e quando quis parar (...) É evidente que todos achámos que ela se tinha retirado cedo de mais. Quando cortou com a canção, cortou em termos definitivos, mas manteve sempre uma aura extraordinária de alguém que tinha conquistado o público não só pela canção", afirmou, relembrando o sucesso de Madalena Iglésias no teatro e no cinema. Além disso, Júlio Isidro lamenta que a cantora já não assista ao Festival da Canção de 2018: "Todo esse espírito foi reconstituído a partir do ano passado, com a vitória do Salvador Sobral, e ela no ano passado, certamente, ainda teve ocasião de o ver, um festival à maneira do seu tempo. A poucos dias de um novo Festival ela já cá não está, mas nós estamos com ela".


José Cid, representante de Portugal no Festival Eurovisão 1980, recorda também com carinho a carreira de Madalena Iglésias, relembrando que a cantora "marcou os anos 60 de uma forma saudosa, sendo uma excelente cantora". Além disso, o cantor e compositor elogiou o "excelente ser humano de uma simpatia extrema" que soube retirar-se "no seu apogeu e sem qualquer decadência vocal".


Simone de Oliveira sobre Madalena Iglésias: "Fomos rivais, mas eram coisas de miúdas"


Simone de Oliveira recordou a colega Madalena Iglésias que faleceu esta manhã aos 78 anos de idade: "Tenho muito pena, é um grande desgosto. Foi uma pessoa com quem eu convivi, apesar das rivalidades à época.".

Madalena Iglésias e Simone de Oliveira foram duas das cantoras mais importantes da história da música em Portugal na década de 60, tendo disputado inúmeros festivais e títulos de Rainha da Rádio. Apesar das picardias entre ambas na época, Simone de Oliveira já reagiu ao falecimento da colega, garantindo estar a viver "um mau dia": "Era a última coisa que esperava ouvir... Nós não imaginamos que desaparecemos e quando chegamos a certa altura das nossas vidas pensamos que somos eternos" recordou a cantora à TVI.


"Tenho muita pena. É um grande desgosto. Foi uma pessoa com quem eu convivi, apesar das rivalidades à época. Já não a via há muitos anos" recordou, garantindo que a última vez que estiveram juntas foi no espetáculo de 50 anos de carreira de Simone no Coliseu. "Ela é a primeira do quarteto a morrer. É verdade que fomes rivais nessa época" lembrou Simone, recordando os espetáculos que fez com Madalena, António Calvário e Artur Garcia, "Ela tinha um grupo de fãs muito complicado, mas eram coisas de miúdas (...) Depois casou, deixou de cantar e teve uma vida boa sem preocupações financeiras".



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Fonte: TVI / Imagem: Sapo / Vídeo: Youtube

Portugal: Morreu a cantora Madalena Iglésias


A cantora Madalena Iglésias, representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1966, faleceu, esta manhã, aos 78 anos de idade em Barcelona. O velório realiza-se hoje, a partir das 18:00 locais (17:00 em Portugal), na sala 18 do Tanatório de Collserola, em Barcelona.


Madalena Iglésias, vencedora do Festival da Canção de 1966 e representante de Portugal no Festival Eurovisão nesse ano, faleceu, esta manhã, aos 78 anos de idade, numa clínica em Barcelona, cidade onde residia. A notícia foi avançada pela agência Lusa sendo que, até ao momento, não são conhecidas as causas da morte.

Madalena Iglésias foi uma das vozes mais importantes da música da década de 60. A cantora nasceu em Lisboa a 24 de outubro de 1939, estudou no Conservatório e na Escola do Canto e, com apenas 15 anos de idade, entrou para o Centro de Preparação de Artistas da Rádio da Emissora Nacional, sob a direcção de Motta Pereira. Em 1954 estreou-se em simultâneo na televisão e na Emissora Nacional e em 1959 iniciou a sua carreira internacional com uma atuação na televisão espanhola. Em 1960 recebeu os títulos de Rainha da Rádio e da Televisão e em 1964 participou no I Grande Prémio TV da Canção Portuguesa com "Balada Das Palavras Perdidas" e "Na Tua Carta". Nesse ano venceu o Festival Hispano-Português de "Aranda de Duero". Ainda em 1960 estreou-se no cinema, ao lado de António Calvário, em "Uma Hora de Amor", de Augusto Fraga. Participou também no filme "Canção da Saudade", de Henrique Campos. Com "Silêncio Entre Nós" ficou em 3º lugar no Grande Prémio da TV da Canção. Gravou também uma versão de "Sol de Inverno".

Em outubro de 2012, por ocasião do seu aniversário, a Câmara Municipal inaugurou um busto na Alameda Padre Alvares Proença, em Benfica (foto) em jeito de homenagem.

O momento alto da sua carreira foi a vitória no Festival RTP da Canção de 1966 com "Ele e Ela", um tema da autoria de Carlos Canelhas. "Él Y Ella", uma versão em espanhol da canção, foi editada em Espanha, na França e na Holanda. Em 1969 voltou a participar no Festival da Canção com "Canção Para um Poeta" mas em 1972, depois de casar, deixou a carreira artística e foi viver para a Venezuela. Em 1987 mudou-se para Barcelona, onde viveu até à sua morte.

Em 2008, em declarações à Lusa, a propósito da publicação da sua fotobiografia "Meu nome é Madalena Iglésias", de autoria de Maria de Lourdes de Carvalho, a intérprete afirmou que sempre se sentiu perseguida pelo complexo da beleza, apesar de reconhecer que "estava à frente" do seu tempo. No texto de abertura da sua fotobiografia, a cantora referiu-se à sua carreira, que ultrapassou as fronteiras nacionais, como "um caminho percorrido com entusiasmo, alegria, êxitos e algumas nuvens", sublinhando: "Tenho um pouco do que vibrei!". "Ao escolher a minha profissão/vocação, a procurei cumprir sempre com rigor e muita dignidade".

Para além de "Ele e Ela", tema com o qual conquistou o Festival da Canção de 1966 e um lugar no coração de inúmeros portugueses, Madalena Iglésias participou noutras edições da seleção nacional para o Festival Eurovisão da Canção: em 1964 com "Na tua carta" e com "Balada das palavras perdidas"; em 1965 com "Silêncio entre nós"; em 1966 com "Ele e ela", "Rebeldia" e "Caminhos perdidos"; e em 1969 com "Canção para um poeta".


Descansa em Paz Madalena! 

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Fonte: RTP, SIC / Imagem: Sapo / Vídeo: Youtube

[ESPECIAL] No Dia Mundial do Cinema, a nossa homenagem eurovisiva


No Dia Mundial do Cinema, o ESCPORTUGAL traz até si uma colectânea de participações dos cantores eurovisivos em projetos da 7.ª Arte. 

"O Dia Mundial do Cinema comemora-se anualmente a 5 de novembro. A sétima arte é considerada por muitos a arte mais mágica, pelo seu poder sobre as emoções humanas. O cinema inspira milhões de pessoas, assim como as faz sonhar, rir, chorar e gritar de medo a qualquer altura do dia. Sem o cinema o mundo não seria certamente o mesmo."

As participações dos cantores eurovisivos no grande ecrã

Em 1964, ano em que representou Portugal na Eurovisão, António Calvário estreou-se no cinema no filme 'Uma Hora de Amor', realizado por Augusto Fraga, onde contracenou com Madalena Iglésias. No ano seguinte, atua em 'Rapazes de Táxis', de Constantino Esteves, sendo que o grande sucesso das suas participações no cinema acontece em 1966, com 'Sarilho de Fraldas', onde reencontra Madalena Iglésias.




Simone de Oliveira estreou-se no cinema em 'Canção da Saudade', em 1964, tendo participado, três anos depois, em 'Operação Diamante'. Após a participação no Eurofestival de 1969 e a perda de voz, a cantora regressou ao grande ecrã em 1976, em 'Cântico Final', e em 1983, no filme 'A Estrangeira'. Mais recentemente, participou também em Julgamento, produzido por Leonel Vieira.



Aproveitando o sucesso de 'Dio Come ti Amo' em 1966, de Domenico Modugno, Miguel Iglesias produziu um filme musical homónimo ao tema, protagonizado por Gigliola Cinquetti, cuja interpretação do tema ganhou maior destaque do que a interpretação original. 



Membro da Ordem do Império Britânico, Cliff Richard participou em várias produções cinematográficas, sendo a maioria anterior às participações eurovisivas. Estreou-se no cinema em 1959, em Serious Charge, tendo participado em Expresso Bongo (1960) e The Young Ones (1961). Deu voz a personagens de filme de animação por diversas vezes, sendo que a última participação num filme foi em 2012, quando fez de pedinte numa cena de 'Run for Your Wife'.


'ABBA- O Filme' é uma película acerca da viagem do grupo sueco à Austrália aquando da sua tournée mundial de 1977. Foi dirigido por Lasse Hallström, diretor da maioria dos vídeos musicais do grupo, tendo sido lançado aquando do lançamento do disco 'ABBA - O Álbum'. Estreou a 12 de dezembro de 1977 em Estocolmo.



Contudo, este não foi o único filme sobre o trajeto dos ABBA. 'Mamma Mia!', filme musical adaptado da peça de teatro homónima, estreou em 2008, tendo sido baseado nas canções do grupo sueco. O filme foi protagonizado por Meryl Streep e foi gravado na ilha grega de Escíatos, nas Espórades.



Representou o Reino Unido em 1974, mas, quatro anos depois, Olivia Newton-John tornou-se uma estrela internacional ao protagonizar Grease juntamente com John Travolta, com quem voltou a trabalhar em Two of a Kind (1983).


Fados é um filme do realizador espanhol Carlos Saura, estreado em 2007. O filme relata a visão do autor sobre o fado e conta com participações de Mariza, Camané, Carlos do Carmo, Carminho, entre outros. O filme recebeu o Prémio Goya para melhor canção original: "Fado da saudade" na interpretação de Carlos do Carmo.



9 anos depois da vitória eurovisiva, Céline Dion conquistou um lugar no coração de grande parte da população mundial ao dar voz a 'My Heart Will Go On', tema do filme Titanic. Composto por James Horner e escrito por Will Jennings, o tema venceu o Óscar e o Globo de Ouro para Melhor Canção Original, além de conquistar o lugar mais alto do top musical em mais de vinte países, incluindo Portugal.


Corria o ano de 2003 quando Lúcia Moniz integrou o elenco da comédia romântica 'Love Actually', escrita e dirigida por Richard Curtis. A melhor classificada portuguesa na Eurovisão contracenou com Colin Firth, Hugh Grant, Alan Rickman e Emma Thompson, sendo que a maioria dos seus diálogos foram em português. Posteriormente participou em 29 Golpes (2005), Um Amor Próprio (2006) e The Right Juice (2013).



O Festival Eurovisão da Canção foi também tema de filme na Suécia. Em 2000, a comédia Livet Är En Schlager (Uma vez na vida) prestou homenagem ao ESC e ao Melodifestivalen! 



Verka Serduchka participou no filme de ação americano Spy, produzido por Paul Feig, e chegou às salas de cinema em março deste ano. A personagem teve um pequeno papel no filme, fazendo de si mesma, tendo também alguns dos seus temas na banda sonora do projeto. Contudo, a interpretação do tema eurovisivo não poderá ser esquecida:



Quando foi o cinema a marcar presença na Eurovisão...

Em 1970, o Mónaco fez-se representar no Festival da Eurovisão pela cantora francesa Dominique Dussault, que defendeu o tema 'Marlène'. A canção é uma homenagem à atriz e cantora Marlene Dietrich, descrevendo-a como "uma silhueta em sexyrama", além de comparar a beleza da cantora à da estrela americo-alemã.



Oito anos depois, a Grécia levou a Paris uma homenagem póstuma a Charlie Chaplin, sendo representada por Tania Tsanaklidou que defendeu o tema homónimo ao cantor. O tema descrevia a sua aparência cómica e desejava que a obra dele nunca desaparecesse, tendo a cantora subido ao palco com um estilo similar àquele que apresentou nas suas produções cinematográficas. A participação terminou na 4.ª posição da geral.


Contudo, em 1980, chegou a hora do cinema ser homenageado no palco do Eurovision Song Contest. A Suíça foi a promotora da homenagem, sendo representada por Paola com o tema 'Cinéma', onde foram feitas alusões a personagens do cinema, como Peter Pan, Alice no País das Maravilhas, Charlie Chaplin, Mickey Mouse e Walt Disney. Curiosamente, na mesma edição, a Alemanha fez-se representar pelo tema 'Theatre'.


Em 1991, o interval act do Festival RTP da Canção foi dedicado aos 95 anos do Cinema Português. Cinco anos depois, em 1996, a RTP voltou a dedicar o interval act da final nacional portuguesa ao cinema português, desta vez em jeito de comemoração do seu centenário, encenado por Filipe La Féria. Wanda Stuart, Anabela, Rita Ribeiro e as jovens Filipa Baptista e Daniela Varela fizeram parte do elenco.

Sabe de mais alguma participação de um cantor eurovisivo em produções cinematográficas? Assinale connosco o Dia Mundial do Cinema e partilhe a informação na caixa de comentários!

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Fonte/Imagem: ESCPORTUGAL / Vídeo: YOUTUBE

[VÍDEO] Madalena Iglésias homenageada na RTP1

Madalena Iglésias foi homenageada pelo programa "Agora Nós" e, emocionada, recebeu a visita de um amigo muito especial: António Calvário.


O programa Agora Nós, da RTP1, homenageou a cantora Madalena Iglésias, intérprete de uma das canções da Eurovisão mais acarinhadas pelo público português, de então e de agora, 'Ele e Ela', participante no festival de 1966. A cantora recordou alguns dos grandes momentos da sua carreira - carreira que, por opção própria, foi muita curta - como a participação em eventos no mundo, entre os quais o Festival de Sanremo que, por pouco, não aconteceu também por opção.

Para surpresa sua, "a amizade muito sincera, muito linda" com António Calvário foi aqui enaltecida, com o "Rei da Rádio" a interpretar, em estúdio, um medley. O primeiro representante de Portugal na Eurovisão confessou que a interrupção prematura da carreira artística por parte de Madalena "fez muita falta à música e muita falta a mim também."

VEJA O VÍDEO DO PROGRAMA, NA 6.ª PARTE, MINUTO 16'20'' AQUI


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Fonte: RTP / Imagem e Vídeo: RTP

[VÍDEO] Madalena Iglésias homenageada na SIC

Madalena Iglésias foi homenageada esta tarde na SIC, sendo surpreendida com a interpretação de temas seus pela voz de Vanessa Silva e David Antunes e a presença de amigos de sempre como Eládio Clímaco.


A história de Madalena Iglésias confunde-se com a história dos grandes clássicos da música portuguesa nos anos 60. É dela uma das canções da Eurovisão mais acarinhadas pelo público português, de então e de agora, Ele e ela, participante no festival de 1966. A sua carreira não foi muito longa, por opção própria. Começou em 1954, com 15 anos de idade, na Rádio da Emissora Nacional, e em simultâneo na televisão espanhola onde atuou perante milhões de telespetadores, uma raridade nessa época. Antes do Festival da Canção de 1966, participara nas duas edições anteriores, em 1964 e 1965. Participa também em dois festivais em Espanha e estreia-se no cinema. Em 1966, no Luxemburgo, participa então no Festival Eurovisão com Ele e ela, de autoria de Carlos Canelhas. A versão em espanhol Él Y Ella teve um grande sucesso no país vizinho. E em 1967 vence o prémio da Casa da Imprensa respeitante ao ano de 1966. Nos 6 anos seguintes, participa no cinema como atriz, edita dezenas de discos e volta a participar no Festival da Canção de 1969. Até abandonar a carreira artística após um casamento que a levou a viver na Venezuela e anos mais tarde em Barcelona, onde vive atualmente. Desde então, são esporádicas as suas aparições públicas, a maioria das quais em homenagens nas quais é protagonista. Como aquela que a Câmara Municipal de Lisboa organizou em 2012, na inauguração de um busto da artista em Benfica.

Esta tarde, e aproveitando as férias de Madalena em Portugal, o programa "Grande Tarde", da SIC, prestou uma homenagem à cantora. No estúdio marcaram presença, com destaque, os cantores  Vanessa Silva e David Antunes que, em dois momentos, interpretaram as canções de sempre de Madalena Iglésias, como  De Degrau em Degrau, Setembro, Madalena Bossa Nova e, como não podia deixar de ser,  Ele e Ela.

Veja o programa parte 1: AQUI 

Veja o programa parte 2: AQUI


Veja, em vídeos, os dois momentos musicais do programa:





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Fonte: SIC, ESCPORTUGAL / Imagem: SIC / Vídeos: YOUTUBE

Madalena Iglésias homenageada este sábado

Madalena Iglésias, terceira representante de Portugal no Festival Eurovisão, será homenageada amanhã na Figueira da Foz. António Calvário será um dos artistas com quem partilhará o palco.




"Madalena Iglésias foi das mais fulgurantes cantoras portuguesas e uma figura assídua no Casino como artista, onde foi sempre muito aplaudida e muito desejada, chegou a altura de a distinguirmos, reconhecendo uma carreia ímpar na música portuguesa que ultrapassou fronteiras", disse à Lusa fonte do Casino da Figueira da Foz, entidade que promoverá esta homenagem. O espetáculo conta com a participação, entre outros, de António Calvário, com quem Madalena Iglésias partilhou palcos, gravou duetos e se estreou no cinema, em 1964, em "Uma hora de Amor", de Henrique Campos. Os dois foram o par romântico de "Sarilho de fraldas", (1966), de Constantino Esteves.

Ao palco do casino figueirense sobem também no sábado à noite Lenita Gentil, Gonçalo Salgueiro e Maria Amélia Canossa, todos acompanhados pela Orquestra Santos Rosa, sob a direção do maestro Pedro Santos Rosa.

Uma carreira que terminou cedo demais

Madalena Iglésias, de 74 anos de idade, iniciou carreira no Centro de Preparação de Artistas, na ex-Emissora Nacional, e em 1966 venceu o Festival RTP da Canção com o tema "Ele e Ela", de Marco Canelhas. Na altura, a artista já se tinha apresentado em 1959 na televisão espanhola e em 1960 foi eleita por votação popular, através de subscritos, Rainha da Rádio e da Televisão. Em 1962 representou Portugal no Festival de Benidorm, que lhe abriu definitivamente as portas do mercado internacional. Realizou digressões por Espanha e pela América do Sul, gravou para a discográfica Belter e concorreu a diferentes festivais internacionais, como o Palma de Maiorca e o de Aranda del Duero, que venceu em 1964. Casou-se em 1972, abandonou a carreira artística e foi viver para a Venezuela. Grávida de oito meses ainda fez um programa no Canal 4 da televisão venezuelana mas deixou de atuar até os seus filhos terem cinco anos de idade. Depois voltou a atuar esporadicamente na televisão venezuelana para fazer ocasionalmente um programa. Em 1987 mudou-se para Barcelona, onde vive actualmente.

Em 2008, em declarações à Lusa, a propósito da publicação da sua fotobiografia de autoria de Maria de Lourdes de Carvalho, a intérprete afirmou que sempre se sentiu perseguida pelo complexo da beleza, apesar de reconhecer que "estava à frente" do seu tempo. "O 'muito bonita' perseguiu-me toda a vida, criou-me o complexo de que fosse só isso. E, como tal, trabalhei que nem um animal, tentei superar-me, estudei, aprendi idiomas, fiz exames no Conservatório, para melhorar o meu trabalho e a mim própria como pessoa", evocou nessa altura. "Tinha o complexo da beleza e quis demonstrar que não era só pela beleza que tinha uma carreira internacional extraordinária, que passou ao lado dos portugueses". Em Atenas, por exemplo, ganhou a medalha de prata das Olimpíadas da Canção.

Para além de "Ele e Ela", participou nos seguintes seleções nacionais para o Festival Eurovisão da Canção: em 1964 com "Na tua carta" e com "Balada das palavras perdidas"; em 1965 com "Silêncio entre nós"; em 1966 com "Ele e ela", "Rebeldia" e "Caminhos perdidos"; e em 1969 com "Canção para um poeta".



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Fonte: NOTICIAS AO MINUTO, ESCPORTUGAL, LUSA / Imagem: GOOGLE / Vídeo: YOUTUBE

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