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André Claveau
Carlos Paião
Corry Brokken
Especial
France Gall
Frida Boccara
Grethe & Jorgen Ingmann
Jean-Claude Pascal
Lys Assia
Madalena Iglésias
Sérgio Borges
Teddy Scholten
TOP
Udo Jürgens
Em Dia de Finados, o ESCPORTUGAL convida-o a recordar a vida e a carreira de todos os vencedores do Festival Eurovisão e do Festival da Canção já falecidos!
Madalena Iglésias (24 de outubro de 1939 - 16 de janeiro de 2018)
Sérgio Borges (18 de outubro de 1943 — 17 de dezembro de 2011)
Carlos Paião (1 de novembro de 1957 - 26 de agosto de 1988)
[ESPECIAL] Em Dia de Finados, recorde connosco todos os vencedores que já nos deixaram
Em Dia de Finados, o ESCPORTUGAL convida-o a recordar a vida e a carreira de todos os vencedores do Festival Eurovisão e do Festival da Canção já falecidos!
Designado também como Dia dos Fiéis Defuntos ou Dia dos Mortos, o Dia de Finados é celebrado pela Igreja Católica no dia 2 de novembro. A origem do dia remonta ao século X, sendo que diversos Papas no século XI instauraram a obrigatoriedade da comunidade em dedicar um dia aos mortos: contudo, apenas no século XIII este dia anual passa a ser comemorado a 2 de novembro, dia seguinte à Festa de Todos os Santos.
O ESCPORTUGAL juntou-se à celebração deste dia e convida-o a recordar a vida e a carreira de todos os vencedores do Festival Eurovisão e do Festival da Canção que já não se encontram (fisicamente) entre nós:
Lys Assia (3 de março de 1924 - 24 de março de 2018)
Rosa Mina Schärer, conhecida pelo nome artístico de Lys Assia, entrou para a história do Festival Eurovisão ao ser a primeira vencedora do evento em 1956, com "Refrain". Voltou a representar a Suíça em 1957 (8.º) e 1958 (2.º), tendo estado, mais recentemente, na corrida para regressar ao concurso em 2011 (8.ª na final nacional da Suíça) e em 2012 (semifinal online). A cantora faleceu a 24 de março de 2018, aos 94 anos de idade.
Corry Brokken (3 de dezembro de 1932 - 31 de dezembro de 2016)
Vencedora do Festival Eurovisão de 1957 com "Net als toen", a cantora Corry Brokken (nascida Cornelia Maria Brokken) entrou para a história do certame por ser a única intérprete a ganhar e a ficar em último lugar: depois da participação em 1956 e da vitória em 1957, Corry Brokken dividiu o último lugar (9.º) com o Luxemburgo na edição de 1958. Em 1976, Corry Brokken apresentou o Festival Eurovisão em Haia, tendo sido a porta-voz holandesa na edição de 1997. Faleceu a 30 de maio de 2016 aos 83 anos de idade.
André Claveau (17 de dezembro de 1911 - 4 de julho de 2003)
Conhecido cantor francês na década de 1940 a 1960, André Claveau conquistou a primeira vitória de França no Festival Eurovisão, em 1958, em defesa de "Dors, mon amour". Com 46 anos e 76 dias de idade, o cantor foi o mais velho vencedor do evento até 1990, tendo sido o primeiro (e único) vencedor a triunfar com mais de 40 anos de idade até à vitória de Toto Cotugno. Faleceu a 4 de julho de 2003 aos 91 anos de idade.
Teddy Scholten (11 de maio de 1926 - 8 de abril de 2010)
Dorothea Margaretha van Zwieteren foi, em 1950, uma das primeiras artistas holandesas a atuar nos Estados Unidos da América, por convite da Coca-Cola. Anos depois, em 1959, conquista, com "n'Beetje", a segunda vitória da Holanda no Festival Eurovisão. Apresentadora das finais nacionais de 1965 e 1966, Teddy Scholten trabalhou, no seu resto da sua carreira, ao lado de Henk Scholten, seu marido. Faleceu a 8 de abril de 2010 aos 83 anos de idade.
Jean-Claude Pascal (24 de outubro de 1927 - 5 de maio de 1992)
Comediante e cantor francês, Jean-Claude Pascal, combatente na Segunda Guerra Mundial, venceu o Festival Eurovisão de 1961 pelo Luxemburgo com o tema "Nous les Amoureux". Em 1981, regressou ao concurso, novamente pelo Luxemburgo, em defesa de "C'est peut-être pas l'Amérique", terminando em 11.º lugar. Faleceu a 5 de maio de 1992 aos 64 anos de idade, vítima de cancro no estômago.
Grethe Ingmann (17 de junho de 1938 - 18 de agosto de 1990) & Jørgen Ingmann (26 de abril de 1925 - 21 de março de 2015)
O casal Grethe Ingmann (cantora) e Jørgen Ingmann (guitarrista), casados em 1956, entrou para a história do Festival Eurovisão ao ser o primeiro duo a triunfar no concurso, em 1963, com "Dansevise". A dupla continuou a trabalhar junta até 1975, ano em que se divorciaram, tendo Grethe tentado, sem sucesso, voltar a representar a Dinamarca no Festival Eurovisão. A cantora faleceu a 18 de agosto de 1990, aos 52 anos de idade, vítima de cancro, enquanto que o guitarrista faleceu a 21 de março de 2015, aos 89 anos de idade.
France Gall (9 de outubro de 1947 - 7 de janeiro de 2018)
Vencedora do Festival Eurovisão de 1965 com "Poupée de cire, poupée de son", pelo Luxemburgo, a cantora France Gall tornou-se um dos maiores nomes da música francesa yé-yé nas décadas de 60 e 70, tendo colaborado, entre 1973 e 1992, com o cantor e compositor Michel Berger. Depois de sobreviver a um cancro da mama, em 1993, e da depressão devido ao falecimento da filha, em 1997, a cantora France Gall faleceu a 7 de janeiro de 2018, vítima de uma infecção, após dois anos de luta contra o cancro.
Udo Jürgens (30 de setembro de 1934 - 21 de dezembro de 2014)
Compositor e cantor austríaco-suíço, Udo Jürgens ganhou o Festival Eurovisão de 1966, pela Áustria, com o tema "Merci, Chérie", depois das participações em 1964 (6.º) e 1965 (3.º). Com uma carreira com mais de 50 anos, Udo Jürgens compôs cerca de 1000 canções e vendeu mais de 100 milhões de discos, tendo sido um dos artistas mais reconhecidos na Alemanha, Áustria e Suíça. Depois do triunfo de Conchita Wurst em 2014, Udo Jürgens manifestou, junto da ORF, o interesse de atuar no intervalo da edição de 2015, o que acabou por não acontecer: o cantor faleceu a 21 de dezembro de 2014, aos 80 anos de idade, vítima de insuficiência cardíaca.
Frida Boccara (29 de outubro de 1940 - 1 de agosto de 1996)
Nascida no então Protetorado Francês de Marrocos, Frida Boccara, cantora, produtora e ativista humanitária francesa de origem judaico-italiana, foi uma das quatro vencedoras do Festival Eurovisão de 1969 com "Un jour, un enfant". Fluente em várias línguas, entre elas o português, Frida filiou-se com o Fundo das Nações Unidas para a Infância, apresentando-se em eventos em cerca de 85 países. Faleceu a 1 de agosto de 1996, vítima de uma infeção pulmonar, aos 55 anos de idade.
Madalena Iglésias (24 de outubro de 1939 - 16 de janeiro de 2018)
Importante nome do música nacional ligeira da década de 1960, Madalena Iglésias foi uma presença constante nas primeiras edições do Festival da Canção, participando em 1964, 1965, 1966 e 1969. Venceu em 1965 com "Ele e Ela", alcançando o 13.º lugar no Festival Eurovisão. Casou-se em 1972, abandonou a carreira artística e foi viver para a Venezuela. Faleceu a 16 de janeiro de 2018, aos 78 anos de idade em Barcelona.
Sérgio Borges (18 de outubro de 1943 — 17 de dezembro de 2011)
Fundador do Conjunto Académico João Paulo, um dos grupos que mais se destacaram em Portugal na década de 1960, Sérgio Borges participou pela primeira vez no Festival da Canção em 1966, terminando em 2.º lugar. Em 1970, conquista a vitória no certame com "Onde Vais Rio que Eu Canto", mas não representa Portugal no Festival Eurovisão, devido ao protesto da RTP contra o sistema de votação. Sérgio voltaria a participar no Festival da Canção de 1986 com "Quebrar a Distância". Morreu, no Funchal, a 17 de dezembro de 2011, aos 68 anos de idade.
Carlos Paião (1 de novembro de 1957 - 26 de agosto de 1988)
Licenciado em Medicina pela Universidade de Lisboa, Carlos Paião foi um dos mais mediáticos e talentosos cantores e compositores da década de 80 em Portugal. Com uma curta carreira de 10 anos, Carlos participou em quatro edições do Festival da Canção, como cantor e compositor, alcançando o triunfo com "Playback" em 1981: em Dublin, a canção não foi além do 18.º (e penúltimo) lugar. Com mais de 300 canções produzidas para alguns dos maiores nomes da música portuguesa, Carlos Paião faleceu, a 26 de agosto de 1988, num violento acidente de automóvel, quando se dirigia para um concerto. Tinha 30 anos.
Fonte: ESCPORTUGAL/ Imagem: Google / Vídeo: Youtube
Apresentadores
Catarina Furtado
Conchita Wurst
Corry Brokken
Daniela Ruah
ESC2018
Especial
Filomena Cautela
Mans Zelmerlöw
Petra Mede
Sílvia Alberto
[ESPECIAL] Recorde connosco alguns dos apresentadores mais marcantes da história do Festival Eurovisão
Na véspera de serem conhecidos, oficialmente, os apresentadores do Festival Eurovisão 2018, o ESCPORTUGAL convida-o a recordar alguns dos apresentadores mais marcantes da história do Festival Eurovisão.
Em 62 edições do Festival Eurovisão, 97 apresentadores diferentes foram os responsáveis pela condução do certame, chegando a largas dezenas de milhões de pessoas durante a transmissão do programa. Sabia que, em apenas 2 edições, não estiveram mulheres a apresentar o concurso? E que Katia Boyle é a recordista de apresentações (4)? E que três apresentadores cantaram no Festival Eurovisão depois de terem participado?
O ESCPORTUGAL convida-o a conhecer um pouco melhor os apresentadores do Festival Eurovisão, na véspera do anúncio oficial dos apresentadores da edição de 2018! Descubra tudo, de seguida:
O ESCPORTUGAL convida-o a conhecer um pouco melhor os apresentadores do Festival Eurovisão, na véspera do anúncio oficial dos apresentadores da edição de 2018! Descubra tudo, de seguida:
Lohengrin Filipello, profissional da televisão helvética, foi o escolhido para apresentar a primeira edição do Festival Eurovisão, realizada em 1956 em Lugano, Suíça. Até 1978, Lohengrin foi o único apresentador masculino do certame, tendo sido, até 2017, o único homem que apresentou o Festival Eurovisão sem a companhia de uma apresentadora.
Responsável pela apresentação do Festival Eurovisão de 1960, 1963, 1968 e 1974, Katie Boyle é considerada"a rainha da apresentação" do concurso. Em 1963, a apresentadora lidou com uma das maiores polémicas em torno da votação no certame: depois de não ter usado o procedimento correto da votação, Katie Boyle pediu ao porta-voz da Noruega que voltasse a apresentar os votos corretamente, tendo Roald Øyen pedido para votar no final dos restantes países. Quando a ligação foi restabelecida, os votos da Noruega foram misteriosamente alterados, dando a vitória à Dinamarca e colocando a Suíça na segunda posição.
Jacqueline Joubert, apresentadora do Festival Eurovisão 1961, foi a primeira responsável pela condução simultânea do certame internacional e da final nacional do respetivo país. A apresentação teve o auxílio de Marcelle Cravenne na condução da final nacional, sendo que apresentou, a solo, a emissão eurovisiva diretamente de Cannes. Karin Falck (1975), Terry Wogan e Ulrika Jonsson (1998) e, mais recentemente, Mirjam Weichselbraun, em 2015, foram apresentadores do Festival Eurovisão, depois de terem, no mesmo ano, apresentado a final nacional dos respetivos países.
Num dos livros mais famosos sobre o evento, o The Eurovision Song Contest: The Official History, John Kennedy O'Connor escreveu que Katie Boyle foi obrigada a apresentar o Festival Eurovisão de 1974 sem roupa interior: "segundos antes de subir ao palco, o produtor correu e disse que a roupa interior da apresentadora estava saliente no vestido de cetim rosa-salmão e, simplesmente, obrigou-a a retirar a roupa interior". Contudo, esta história nunca foi confirmada pela apresentadora...
Corry Brokken, representante da Holanda em 1956, 1957 e 1958, foi a primeira ex-intérprete do concurso e a primeira vencedora a ser escolhida para conduzir a apresentação do Festival Eurovisão. Isso aconteceu em 1976. Toto Cutugno (1991), Marie Naumova (2003), Eldar Gasimov (2012) e Mans Zelmerlöw (2015) apresentaram o Festival Eurovisão no ano seguinte às suas vitórias, enquanto Gigliola Cinquetti, vencedora em 1964, apresentou o concurso de 1991.
A edição do Festival Eurovisão de 1976 foi a primeira que contou com um apresentor da green room. Hans Van Willingenburg foi o responsável pelas emissões da sala dos artistas, algo que voltou a acontecer na edição de 1980. Posteriormente, o cargo apenas voltou a ser utilizado em 2002, tendo sido sucessivamente utilizado entre 2002 e 2009, bem como em 2013, 2015 e 2017. Sertab Erener, em 2004, Ruslana, em 2005, Eric Saade, em 2013, e Conchita Wurst, em 2015, foram alguns dos ex-intérpretes do concurso que tiveram o cargo de apresentador da green room.
Denise Fabre e Léon Zitrone, apresentadores do Festival Eurovisão de 1978, foram a primeira dupla a apresentar o concurso, tendo os dois acumulado funções como comentadores da transmissão francesa. Apesar de a edição de 1979 também ter sido apresentada por uma dupla, até 1987, todas as conduções do certame foram entregues a apenas uma pessoa. Contudo, após 1987, apenas três edições foram entregues a uma só personalidade: a última foi Petra Mede, em 2013.
Ywardena Arazi, apresentadora do certame de 1979, foi a primeira cantora a regressar ao concurso depois da apresentação, tendo sido a representante de Israel em 1976 e em 1988. Mais recentemente, Sakis Rouvas, apresentador do concurso de 2006, regressou ao concurso em 2009, tendo também participado em 2004, bem como Željko Joksimović, representante da Sérvia e Montenegro em 2004 e da Sérvia em 2012 e apresentador da edição de 2008.
Vice-campeã do Festival Eurovisão de 1966, a cantora Lill Lindfors foi escolhida para apresentar o Festival Eurovisão de 1985, sediado em Gotemburgo. A prestação de Lill Lindfors ficou eternizada por um suposto acidente com o guarda-roupa, com a apresentadora a ter ficado com a saia presa no cenário, ficando em roupa interior perante a Europa inteira: contudo, tudo não passou de um acidente previamente ensaiado, tendo Lill rapidamente recomposto o guarda-roupa. Anos mais tarde, Johny Kennedy O'Connor revelou que a EBU/UER não foi informada sobre esse momento, tendo os responsáveis do evento "ficado bastante insatisfeitos com a situação" que continua a ser um dos momentos mais emblemáticos da história do certame.
Em 1990, na edição sediada em Zagreb, o Festival Eurovisão ficou marcado... por uma demissão da dupla de apresentadores. Helga Vlahović Brnobić e Oliver Mlakar, na altura com 45 e 54 anos de idade, respetivamente, foram alvo de duras críticas da imprensa jugoslava durante a semana de ensaios devido à sua idade, levando a que a dupla colocasse o lugar à disposição. Rene Medvešek e Dubravka Marković foram notificados para substituir a dupla sendo que, depois de diversos encontros com a emissora anfitriã, a dupla inicial aceitou regressar à apresentação do concurso.
Sediado em Roma, o Festival Eurovisão de 1991 foi apresentado por Gigliola Cinquetti e Toto Cutugno, vencedores do certame em 1964 e 1990, respetivamente. Contudo, a dupla ficou conhecida... pelas dificuldades na pronúncia dos temas a concurso. Durante a votação do certame, que culminou num empate entre as candidaturas de Suécia e França, além de dizer os votos em inglês e francês, línguas oficiais da EBU/UER, a dupla apresentou também os votos em italiano.
Em 1998, o Festival Eurovisão foi organizado pela oitava (e última) vez em território britânico, tendo a condução sido entregue, pela primeira vez, a uma dupla: Terry Wogan, um dos maiores rostos da história da BBC, e Ulrika Jonsson foram os "escolhidos" da BBC... Anos depois do certame, Ulrika revelou que se ofereceu para apresentar o concurso: "Eu estava em reuniões na BBC para outro trabalho e quando soube disso... e então implorei para ficar com o lugar ao lado do Sir Terry Wogan, um dos melhores apresentadores do Mundo".
Ulrika Jonsson foi mesmo a protagonista de um dos momentos virais da história do concurso: durante a votação da Holanda, a cantora Conny Vandenbos recordou a sua passagem pelo certame, em 1965, tendo a apresentadora afirmado que tal aconteceu "há muito tempo", o que provocou alguns segundos de risos do público presente. Por outro lado, Terry Wogan foi também o comentador da BBC desta edição, tendo passado a maioria do espectáculo "a correr do palco para os bastidores para fazer os comentários na rádio e apresentar o concurso", revelou o próprio.
Em 1999, Dafna Dekel, Sigal Shachmon e Yigal Ravid, escolhidos pela emissora israelita IBA, foram o primeiro trio responsável pela condução do Festival Eurovisão. Posteriormente, apenas as edições de 2010, 2011, 2012, 2014 e 2017 foram apresentadas por um trio.
Pela primeira (e única) vez na história da competição, o Festival Eurovisão 2009 contou com quatro apresentadores, divididos em duas duplas. Natalia Vodianova e Andrey Malahov foram os apresentadores das duas semifinais em Moscovo, enquanto Ivan Urgant e Alsou Abramova foram os escolhidos para apresentar a Grande Final do concurso.
Em Estocolmo, a condução esteve a cargo de Petra Mede, apresentadora da edição de 2013, e de Mans Zelmerlöw, vencedor da edição anterior. A dupla protagonizou diversos momentos musicais ao longo dos três espectáculos, sendo que Love Love Peace Peace tornou-se um dos momentos virais da edição de 2016, sendo considerado por muitos como um dos melhores interval acts da história do certame.
E em 2018?
Apesar do anúncio oficial apenas decorrer amanhã, 8 de janeiro, um site nacional avançou que a apresentação do Festival Eurovisão 2018 estará entregue a quatro apresentadores: Catarina Furtado, Daniela Ruah, Filomena Cautela e Sílvia Alberto, tal como poderá recordar AQUI.
A confirmar-se a notícia, as três apresentadoras do Festival da Canção 2017 estarão na condução do Festival Eurovisão 2018, sendo que Catarina Furtado poderá juntar-se à lista de apresentadores do Festival Eurovisão que apresentaram a final nacional do país no mesmo ano, tendo em conta que foi apontada à condução no Festival da Canção 2018 (AQUI). Além disso, Daniela Ruah, protagonista da série americana NCIS: Los Angeles, seguirá os passos de Pilou Asbæk, apresentador da edição de 2014, que é um dos protagonistas da série americana Game of Thrones. Quem gostaria de ver a Agente Especial Kensi Blye no Festival Eurovisão 2018?
A confirmar-se a notícia, as três apresentadoras do Festival da Canção 2017 estarão na condução do Festival Eurovisão 2018, sendo que Catarina Furtado poderá juntar-se à lista de apresentadores do Festival Eurovisão que apresentaram a final nacional do país no mesmo ano, tendo em conta que foi apontada à condução no Festival da Canção 2018 (AQUI). Além disso, Daniela Ruah, protagonista da série americana NCIS: Los Angeles, seguirá os passos de Pilou Asbæk, apresentador da edição de 2014, que é um dos protagonistas da série americana Game of Thrones. Quem gostaria de ver a Agente Especial Kensi Blye no Festival Eurovisão 2018?
Corry Brokken
ESC1956
esc1957
ESC1958
Holanda
Obituário
1957: "Net Als Toen" - 1.º lugar - 35 pontos
1958: "Heel de wereld" - 9.º lugar - 1 ponto
Holanda: Faleceu Corry Brokken, vencedora da Eurovisão em 1957
O mundo eurovisivo está de luto: a cantora holandesa Corry Brokken, vencedora do Festival Eurovisão 1957, faleceu, esta tarde, aos 83 anos de idade.
Corry Brokken, representante holandesa no Festival Eurovisão entre 1956 e 1958, faleceu, esta tarde, aos 83 anos de idade, não sendo conhecidas as circunstâncias da sua morte. A cantora, vencedora da segunda edição do Eurovision Song Contest, em 1957, com o tema 'Net Als Toen', ficou na história do certame europeu, sendo a única cantora a conquistar a primeira e a última posição no Festival Eurovisão. Posteriormente, Corry foi a apresentadora do Eurovision Song Contest 1976, sediado em Haia, tendo também sido a responsável pela apresentação do voto holandês em 1997.
Recorde, de seguida, as três entradas eurovisivas de Corry Brokken:
1956: "Voorgoed voorbij"- 2.º lugar
1957: "Net Als Toen" - 1.º lugar - 35 pontos
1958: "Heel de wereld" - 9.º lugar - 1 ponto
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