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Carlos Paião
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Marcelo Rebelo de Sousa
Portugal
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Presidente da República condecorou Carlos Paião com a Ordem do Infante D. Henrique

Quarenta anos depois da sua primeira participação no Festival da Canção, Carlos Paião foi condecorado, a título póstumo, com o grau de comendador da Ordem do Infante D. Henrique.
Ágata
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Opinião
Zona de Discos
[ZONA DE DISCOS #7] Ágata - “Preto no Branco”
Todas as quartas-feiras no ESCPORTUGAL, a crítica aos álbuns editados por artistas que participaram no Festival da Canção ao longo dos anos. Depois de, na semana passada, nos termos debruçado sobre o álbum de Isaiah Firebrace, desta vez o destaque vai para "Preto no Branco" de Ágata, participante por três vezes no Festival da Canção. O responsável da rubrica é Carlos Carvalho.
Ágata - Preto no Branco (2017)
Data de lançamento: 23 de junho de 2017
Nota: 8/10
Foi nos anos 90, época das vendas astronómicas de música em registo físico, que Ágata escreveu o seu nome na história da música portuguesa. Para tal, contribuíram sucessivos galardões de múltipla platina, sucessos à escala nacional que ainda hoje são cantarolados mesmo para quem na altura ainda não tinha nascido. Tudo isto foi apimentado com um visual provocante, que lhe valeu o título (não oficial) de Madonna Portuguesa (estão lembrados da capa do álbum ‘Maldito Amor’?), uma sitcom idealizada por Ana Bola que era descaradamente baseada na intérprete do ‘Perfume de Mulher’ (falamos de ‘Debora’) e uma polémica nacional acerca do potencial parto com transmissão televisiva, não esquecendo o reality show ‘O meu nome é Ágata’.
Contudo, desde o início do século XXI, Ágata conteve-se (em demasia) e os discos, apesar de alguns sucessos relativos (como é o caso de ‘Abençoada’, 2005), ficaram sempre muito longe do impacto de outrora, mesmo quando tentou, de modo falhado, chegar a um público mais abrangente com o disco ‘Ainda te amo’.
Pois bem, em 2017, Ágata parece finalmente determinada a ter de novo impacto mediático. Mais bonita do que nunca e com o timbre intacto, Ágata apresenta o seu melhor conjunto de canções dos últimos 20 anos, desde ‘Escrito no Céu’ (1997).
A grande força criativa volta a ser Ricardo Landum – o génio musical que consegue colocar em melodia histórias de amores / desamores e traições – que assina novos grandes potenciais sucessos, como ‘Livro de Reclamações’ ou ‘Nem Morta’, ambos na linha musical que celebrizou Ágata. Contudo, é com ‘Preto no Branco’ que Ágata dá definitivamente um passo bem-sucedido para angariar novo público. Na onda do reggaeton-pop, Ágata surge com ‘Tá bonito’, embarcando também no imperativo atual das participações, vulgarmente conhecidas pela sua abreviatura em inglês ‘feat.’. Neste caso, o featuring é de MC Danito, colaborando também em ‘Rimas ao vento’. ‘Chico Guapo’ e, principalmente, ‘Las Palmas’, seguem a linha latina sendo ambos potenciais singles.
A destoar do novo conjunto de temas aparece, a fechar o disco, uma versão de ‘Hallelujah’, de Leonard Cohen, perfeitamente dispensável para ‘Preto no Branco’, que teria sido bem substituído por ‘O mal não foi meu’.
É óbvio que a esmagadora maioria da crítica nacional, tendencionalmente segregadora, vai rejeitar com enorme júbilo ‘Preto no Branco’, mas ficará severamente perturbada pela idiossincrasia da oferta artística de Ágata, que poderá ser popular, mas nunca popularucha.
Contudo, desde o início do século XXI, Ágata conteve-se (em demasia) e os discos, apesar de alguns sucessos relativos (como é o caso de ‘Abençoada’, 2005), ficaram sempre muito longe do impacto de outrora, mesmo quando tentou, de modo falhado, chegar a um público mais abrangente com o disco ‘Ainda te amo’.
Pois bem, em 2017, Ágata parece finalmente determinada a ter de novo impacto mediático. Mais bonita do que nunca e com o timbre intacto, Ágata apresenta o seu melhor conjunto de canções dos últimos 20 anos, desde ‘Escrito no Céu’ (1997).
A grande força criativa volta a ser Ricardo Landum – o génio musical que consegue colocar em melodia histórias de amores / desamores e traições – que assina novos grandes potenciais sucessos, como ‘Livro de Reclamações’ ou ‘Nem Morta’, ambos na linha musical que celebrizou Ágata. Contudo, é com ‘Preto no Branco’ que Ágata dá definitivamente um passo bem-sucedido para angariar novo público. Na onda do reggaeton-pop, Ágata surge com ‘Tá bonito’, embarcando também no imperativo atual das participações, vulgarmente conhecidas pela sua abreviatura em inglês ‘feat.’. Neste caso, o featuring é de MC Danito, colaborando também em ‘Rimas ao vento’. ‘Chico Guapo’ e, principalmente, ‘Las Palmas’, seguem a linha latina sendo ambos potenciais singles.
A destoar do novo conjunto de temas aparece, a fechar o disco, uma versão de ‘Hallelujah’, de Leonard Cohen, perfeitamente dispensável para ‘Preto no Branco’, que teria sido bem substituído por ‘O mal não foi meu’.
É óbvio que a esmagadora maioria da crítica nacional, tendencionalmente segregadora, vai rejeitar com enorme júbilo ‘Preto no Branco’, mas ficará severamente perturbada pela idiossincrasia da oferta artística de Ágata, que poderá ser popular, mas nunca popularucha.
Vídeos oficiais: ‘Livro de Reclamações’ e ‘Tá Bonito’
Temas destacados por Carlos Carvalho: ‘Nem morta’, ‘Las Palmas’ e ‘Rimas ao Vento’.
A ver: Impressões Pessoais com Ágata # 04-08-2017 # JUNTOS À TARDE SIC (MixYouTube)
Fonte: OPINIAO CARLOS CARVALHO / Imagem: GOOGLE / Vídeo: YOUTUBE
Ágata
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Portugal
Portugal: Ágata é candidata à Câmara Municipal de Castanheira de Pêra
Ágata aceitou o convite para fazer parte de uma lista independente que vai concorrer à Câmara Municipal de Castanheira de Pêra. A cantora é candidata à vice-presidência da autarquia.
Ágata é candidata à vice-presidência da Câmara Municipal de Castanheira de Pêra. A notícia foi avançada em comunicado, ao início desta tarde, na página oficial de Facebook. A intérprete diz estar entusiasmada com este desafio, no qual vai poder mostrar "uma nova faceta" da sua vida.
"Queridos amigos(as), não sou de politiquices, o meu partido é o bem-estar de todo o ser humano, é o amor e tudo quanto se pode dar para conforto de muitas famílias. Fui convidada a fazer parte de uma lista independente para vice-presidente à Câmara de Castanheira de Pera", escreveu Ágata nas redes sociais.
Atualmente, a autarquia do município do distrito de Leiria é presidida por Fernando José Pires Lopes. O cargo de vice-presidente, para o qual Ágata se candidata, é ocupado por Ana Paula Pires dos Santos Neves. As eleições autárquicas têm data marcada para o próximo dia 1 de outubro.
Ágata participou no Festival da Canção de 1979 e 1981, integrando as Cocktail, e em 1982 a solo. Recorde as duas passagens da cantora na final do Festival da Canção:
Fonte: JN / Imagem: Sábado / Vídeo: YouTube
Broa de Mel
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José Cid
Mário Contumélias
Obituário
Iniciou a atividade como jornalista no jornal O Século, tendo feito parte da equipa que editou a revista Cinéfilo. Mudou-se depois para o Diário de Notícias, onde foi grande repórter. Mais tarde, chefiou as redações do Correio da Manhã, de que foi fundador, e de O Século. Foi também presidente do Sindicato dos Jornalistas no biénio 1975/1976. Quando deixou as redações em 1989 dedicou-se ao ensino do jornalismo, como assessor técnico de formação e formador do Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas – CENJOR, onde foi coordenador pedagógico de Curso de Formação Geral em Jornalismo (depois, Curso de Especialização em Jornalismo), durante pouco mais de 20 anos. Catarina Furtado, Nuno Markl, Ana Markl, Pedro Pinto, Bárbara Alves da Costa, Paulo Chitas, José Gabriel Quaresma, foram alguns dos seus muitos formandos, hoje profissionais respeitados.
Faleceu Mário Contumélias vítima de doença prolongada
Faleceu Mário Contumélias, vítima de doença prolongada. O sociólogo, jornalista e escritor tinha 68 anos de idade.
Iniciou a atividade como jornalista no jornal O Século, tendo feito parte da equipa que editou a revista Cinéfilo. Mudou-se depois para o Diário de Notícias, onde foi grande repórter. Mais tarde, chefiou as redações do Correio da Manhã, de que foi fundador, e de O Século. Foi também presidente do Sindicato dos Jornalistas no biénio 1975/1976. Quando deixou as redações em 1989 dedicou-se ao ensino do jornalismo, como assessor técnico de formação e formador do Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas – CENJOR, onde foi coordenador pedagógico de Curso de Formação Geral em Jornalismo (depois, Curso de Especialização em Jornalismo), durante pouco mais de 20 anos. Catarina Furtado, Nuno Markl, Ana Markl, Pedro Pinto, Bárbara Alves da Costa, Paulo Chitas, José Gabriel Quaresma, foram alguns dos seus muitos formandos, hoje profissionais respeitados.
Participou no Festival da Canção com 9 canções, das quais foi autor. O primeiros festival foi o de 1978 onde foi autor de O Largo do Coreto, interpretada por José Cid. No ano seguinte foi autor de três canções no festival: Cantiga de Amor, interpretada por Isabel Soares, O Comboio do Tua, por Florência, e Quando Chego A Casa, interpretada por Manuel José Soares. Regressa em 1980 como autor de Concerto Maior, interpretada por Manuel José Soares e de Agosto Em Lisboa, por Zélia Rodrigues. Em 1981 assina a letra de Daqui Deste País, interpretada pelo grupo Bric-À-Brac. Para os Broa de Mel foi autor de de No Calor da Noite, em 1983. A sua última participação no Festival aconteceu em 1984, quando assinou a letra de Num Olhar, interpretada por Marisa. Mas foi com a Suzy Paula, que conseguiu o maior êxito, como letrista de O Areias (1982), Visitas (1981) e o álbum No País da Gente.
Noutra área de ação, fundou e dirigiu empresas de comunicação – como a Mediática e a Idade Media. Em 1999 deixou a vida empresarial para se dedicar em exclusivo ao ensino da Sociologia e da Antropologia. Deu aulas até ao final de 2010, após o que passou a dedicar-se por inteiro à investigação em Ciências Sociais e às escritas documental e ficcional.
As sentidas condolências da equipa do ESCPORTUGAL à família e amigos de Mário Contumélias.
Recuperamos a atuação de Suzy Paula na SIC com "O Areias":
As sentidas condolências da equipa do ESCPORTUGAL à família e amigos de Mário Contumélias.
Fonte: WIKIPEDIA. FACEBOOK. ESCPORTUGAL /Imagem: FACEBOOK / Vídeo: YOUTUBE
ESC1979
FC1979
Grande Tarde
Manuela Bravo
SIC
Manuela Bravo cantou o tema "Este bravo que sou", de autoria de Nuno Gomes dos Santos e composição de Samuel, que podemos ver ou rever no vídeo cujo link publicamos em baixo.
[VÍDEO] Manuela Bravo faz viagem pela sua infância e juventude na SIC
Manuela Bravo esteve esta tarde em foco no programa "Grande tarde" apresentado por Andreia Rodrigues e João Baião na SIC. As recordações da infância e juventude e, como não podia deixar de ser, a sua participação no Festival Eurovisão da Canção 1979 estiveram em destaque.
Manuela Bravo conquistou uma das melhores classificações para Portugal no Festival Eurovisão da Canção, o 9.º lugar na edição de 1979. A cantora esteve hoje em foco no programa "Grande tarde" da SIC. Para além de recordar alguns dos momentos da sua infância e juventude, que passaram por Queluz e o Bairro Alto em Lisboa, entre outros locais, a cantora de "Sobe, sobe balão sobe" recordou a sua presença em Jerusalém, em Israel em 1979. "Foi uma sensação única, que nunca tinha sentido em lado algum", afirmou. Manuela Bravo já era uma artista conhecida em Portugal quando participou no festival, mas depois da Eurovisão a sua carreira ganhou outra dimensão.
Manuela Bravo cantou o tema "Este bravo que sou", de autoria de Nuno Gomes dos Santos e composição de Samuel, que podemos ver ou rever no vídeo cujo link publicamos em baixo.
VEJA O VÍDEO DA ENTREVISTA E ATUAÇÃO AQUI.
Ao Vivo
Casino Espinho
FC1979
FC1980
FC1986
Lara Li
[AO VIVO] Lara Li em Espinho numa homenagem aos grandes autores
Durante as mais de três décadas de carreira, Lara Li editou uma dezena de singles, cinco álbuns de originais e seis coletâneas. Em 2005 foi convidada pelo pianista e produtor Miguel Braga para interpretar o tema que dá o nome ao seu álbum, “Secreta Passagem”. Na noite de ontem, a cantora esteve em Espinho e o ESCPORTUGAL acompanhou este regresso aos palcos.
“Proponho que façamos uma viagem, andando com a máquina do tempo para a frente e para trás, cantando e tocando temas de várias épocas e homenageando diversos autores portugueses”.
Estava, assim, criada a necessária cumplicidade com o público que encheu, na noite de ontem, a sala do Casino de Espinho para assistir ao concerto de Lara Li. Tratou-se de um regresso às luzes da ribalta de uma cantora que marcou gerações de portugueses com canções intemporais e que, por aquilo que se ouviu na noite de ontem, ainda sabem algumas letras de cor.
Lara Li entrou sozinha no palco despojado de grandes adornos cénicos e explicou de imediato ao público o que ia ouvir: “São temas que gosto de cantar”, revelou. E, a acompanhá-la, num ambiente intimista e informal, contou com três músicos - João Lima, no contrabaixo, João Castro Cunha, na bateria, e Miguel Braga, pianista, compositor e autor.
Estava dado o mote para a noite que seria de aplausos. Ao longo de hora e meio de concerto, a cantora interpretou, entre outros, ‘Queda do império’, tema de Vitorino com o qual inaugurou o serão. Seguiu-se o clássico ‘Dessas Juras Que Se Fazem’, de Carlos Tê e Rui Veloso, originalmente interpretado por Né Ladeiras no Festival da Canção 1986. Os clássicos do Festival da Canção não se ficaram por aqui: A versão de “Sol de Inverno” na voz de Lara Li, faria com certeza Simone de Oliveira encher-se de orgulho. E “Estrela da Tarde”, originalmente interpretado por Carlos do Carmo em 1976, numa roupagem nova.
A destacar, no concerto, “Barco negro”, só com a voz inconfundível da cantora e sem qualquer apoio de instrumental. E “Sorri”, apenas acompanhada ao piano por Miguel Braga.
Do alinhamento, destacou-se também os temas ‘Nativa’, ‘Um homem na cidade’, ‘Sorriso’, ‘Balada da neve’, ‘Eu gosto tanto de ti’ e, já no encore, ‘Besame mucho’. Entre canções, Lara Li fez questão de referir os grandes nomes da música do nosso país, mas não esquecendo os novos valores. O público não perdoaria se Lara Li não cantasse o tema-âncora da sua carreira, ‘Telepatia’, com letra de Ana Zanatti e música de Nuno Rodrigues. “Penso que em 1981 os autores nunca imaginaram o sucesso que esta canção viria a ter ao longo de gerações”.
Impossível apresentar numa só noite todos os temas de uma carreira de três décadas. Ficaram por cantar os temas com os quais concorreu ao festival, “Teu ponto final” em 1979, “E pouco mais” em 1980, e ‘Rapidamente’ em 1986.
Fonte e imagem: ESCPORTUGAL
Ao Vivo
ESC1979
Eurovision Live Concert
FC1979
Manuela Bravo
Movimento de eurofãs
OGAE Portugal
Setúbal
Manuela Bravo representou Portugal no Festival Eurovisão da Canção de 1979, que se realizou em Jerusalém, com o tema Sobe, Sobe, Balão Sobe, tendo alcançado o 9.º lugar. Esta é a sétima melhor marca de Portugal no certame. Esta canção ficou, para sempre, associada a Manuela Bravo, sendo o seu maior êxito e presença obrigatória em qualquer dos seus concertos ou espetáculos.
Na noite de ontem, durante o Eurovision Live Concert em Setúbal, Manuela Bravo foi homenageada pela OGAE Portugal. O presidente desta associação, José Carlos Garcia, proferindo umas breves palavras, destacou ter sido "por unanimidade" votada a decisão de homenagear a cantora. "Não ganhou a Eurovisão, mas a sua canção marcou o festival e gerações de portugueses". A cantora, visivelmente sensibilizada, agradeceu a homenagem, reconhecendo que "foi com enorme orgulho" que representou Portugal na Eurovisão "e muita emoção que estou aqui hoje". Em jeito de agradecimento, presenteou todos os presentes com duas interpretações: da canção Memory, celebrizada originalmente por Barbra Streisand, e uma segunda muito especial de Sobe, Sobe, Balão Sobe, cantada em português mas com versos em inglês e francês.
Da longa carreira da artista, destaca-se o lançamento do primeiro single em 1974, com duas canções de José Cid, Nova Geração e Another Time, onde surge acompanhada pelo Quarteto 1111. Mas já com 5 anos de idade participava em concursos infantis! Em 1975, grava novo single, desta vez com arranjos e orquestração de Jorge Palma, sendo as duas composições, Tínhamos Vinte Anos e Soldado-Escravo, de autoria de Tozé Brito. Lança novos temas dois anos depois. Em 1979, e já com cinco discos gravados, venceu o Festival RTP da Canção.
Ainda no ano de 1979 lançou um novo single com os temas Adeus Amor e Até Quando, repetindo a parceria com Tozé Brito. Recordações, uma adaptação de Cristiana Kopke de um sucesso da época, é o seu grande sucesso de 1980. Em 1985 surge com novo visual e novo estilo. Na editora Orfeu lança um single com versões em português assinadas por Nuno Gomes dos Santos para os temas Tango (Rainer Pietsch/Werner Shuler) e Não Sei Porquê (Harry Tschebiner/Werner Shuler) interpretados originalmente por Ingrid Peters. Em 1986 obtém grande sucesso com o single O Meu Herói.
[AO VIVO] Manuela Bravo homenageada "com muita emoção" em Setúbal
Manuela Bravo foi ontem homenageada no Eurovision Live Concert, em Setúbal, sendo este o momento mais emotivo e sentido da noite.
Manuela Bravo representou Portugal no Festival Eurovisão da Canção de 1979, que se realizou em Jerusalém, com o tema Sobe, Sobe, Balão Sobe, tendo alcançado o 9.º lugar. Esta é a sétima melhor marca de Portugal no certame. Esta canção ficou, para sempre, associada a Manuela Bravo, sendo o seu maior êxito e presença obrigatória em qualquer dos seus concertos ou espetáculos.
Na noite de ontem, durante o Eurovision Live Concert em Setúbal, Manuela Bravo foi homenageada pela OGAE Portugal. O presidente desta associação, José Carlos Garcia, proferindo umas breves palavras, destacou ter sido "por unanimidade" votada a decisão de homenagear a cantora. "Não ganhou a Eurovisão, mas a sua canção marcou o festival e gerações de portugueses". A cantora, visivelmente sensibilizada, agradeceu a homenagem, reconhecendo que "foi com enorme orgulho" que representou Portugal na Eurovisão "e muita emoção que estou aqui hoje". Em jeito de agradecimento, presenteou todos os presentes com duas interpretações: da canção Memory, celebrizada originalmente por Barbra Streisand, e uma segunda muito especial de Sobe, Sobe, Balão Sobe, cantada em português mas com versos em inglês e francês.
Da longa carreira da artista, destaca-se o lançamento do primeiro single em 1974, com duas canções de José Cid, Nova Geração e Another Time, onde surge acompanhada pelo Quarteto 1111. Mas já com 5 anos de idade participava em concursos infantis! Em 1975, grava novo single, desta vez com arranjos e orquestração de Jorge Palma, sendo as duas composições, Tínhamos Vinte Anos e Soldado-Escravo, de autoria de Tozé Brito. Lança novos temas dois anos depois. Em 1979, e já com cinco discos gravados, venceu o Festival RTP da Canção.
Ainda no ano de 1979 lançou um novo single com os temas Adeus Amor e Até Quando, repetindo a parceria com Tozé Brito. Recordações, uma adaptação de Cristiana Kopke de um sucesso da época, é o seu grande sucesso de 1980. Em 1985 surge com novo visual e novo estilo. Na editora Orfeu lança um single com versões em português assinadas por Nuno Gomes dos Santos para os temas Tango (Rainer Pietsch/Werner Shuler) e Não Sei Porquê (Harry Tschebiner/Werner Shuler) interpretados originalmente por Ingrid Peters. Em 1986 obtém grande sucesso com o single O Meu Herói.
Em 1989 é editado o álbum Óculos de Sol que inclui canções como Pintei-me com um Raio de Sol (Paulo de Carvalho), Namoro (Fausto), Maria Faia ou Só o Amor É Arco-Íris. Entretanto com a editora Discossete lança em 1992 o LP Canções Que Me Fazem Feliz com vários temas de Ricardo Landum e Toy.
Em 1995, a editora Soprosom editou o álbum A Preto e Branco com vários temas de Ricardo Landum e José Felix.
Em 1996 gravou um disco de fado de Coimbra, em homenagem ao seu pai (conhecido fadista).
Durante cerca de 10 meses, em 1999 e 2000, desempenhou o papel de Celeste Rodrigues no musical "Amália" de Filipe La Féria, e em 2002 faz uma edição de autor do CD Intenções.
Em 2005 participou no espectáculo Musicatos, Best of Broadway. Em 2014 assinalou 40 anos de carreira com o espetáculo Contrapalco Convida Manuela Bravo.
Eurovisão em Setúbal
A homenagem a Manuela Bravo foi o ponto alto deste Eurovision Live Concert. Mas diversos artistas subiram ao palco: Suzy (Portugal ESC2014), Carla Ribeiro (FC2014, coros ESC2012/2015), Knez (Montenegro ESC2015), Hera Bjork (Islândia 2010), Yola Dinis (FC2015), Kurt Calleja (Malta 2012), Eduard Romanyuta (Moldávia ESC015), Marija Sestic (Bósnia&Herzegovina 2007), Gerson Santos (FC2012), Twiins (Eslováquia 2011). Participação especial de Ana Luísa Cardoso e dos Vision Ensemble.
VEJA UM VÍDEO DO ESCPORTUGAL COM OS MELHORES MOMENTOS DO CONCERTO:
Eurovisão em Setúbal
A homenagem a Manuela Bravo foi o ponto alto deste Eurovision Live Concert. Mas diversos artistas subiram ao palco: Suzy (Portugal ESC2014), Carla Ribeiro (FC2014, coros ESC2012/2015), Knez (Montenegro ESC2015), Hera Bjork (Islândia 2010), Yola Dinis (FC2015), Kurt Calleja (Malta 2012), Eduard Romanyuta (Moldávia ESC015), Marija Sestic (Bósnia&Herzegovina 2007), Gerson Santos (FC2012), Twiins (Eslováquia 2011). Participação especial de Ana Luísa Cardoso e dos Vision Ensemble.
VEJA UM VÍDEO DO ESCPORTUGAL COM OS MELHORES MOMENTOS DO CONCERTO:
Eurovision Live Concert Setúbal 2015
Eurovision Live Concert 2015: 3 horas de concerto em 6 minutos: #ogae #ogaeportugal #setubal #eurovision #festivaldacancao #eurovisao
Posted by ESC Portugal on Sábado, 12 de Setembro de 2015
Fonte: ESCPORTUGAL, WIKIPEDIA / Imagem: ESCPORTUGAL / Vídeo: ESCPORTUGAL
FC1979
Manuela Bravo
Portugal
Manuela Bravo processa Paula Martin da Silva e abandona "Cumplicidades"
Manuela Bravo desentendeu-se com Paula Martin da Silva, com quem contracenava no projecto Cumplicidades, apresentando uma queixa-crime em tribunal contra a colega e abandonando o espetáculo.
A cantora Manuela Bravo, que se tornou popular ao ganhar o Festival RTP da Canção em 1979, com o tema ‘Sobe Sobe Balão Sobe’, apresentou uma queixa-crime em tribunal por "difamação, insultos em via pública e tentativa de agressão" contra a atriz Paula Martin da Silva, ex-colaboradora do projeto ‘Cumplicidades’. A notícia foi confirmada ao Correio da Manhã pela própria, que pouco mais quis adiantar sobre uma discórdia que tem sido alimentada no Facebook. Da discussão que motivou a queixa a cantora não quer falar, embora Paula Martin da Silva confirme que ela teve lugar. "Do que se passou nos bastidores, não vou falar", diz a atriz. "Quero apenas salientar que escrevi um musical para ela, que nunca me agradeceu."
O início da história remonta a fevereiro, quando o produtor Vítor Aroeira decidiu homenagear Manuela Bravo pelos 40 anos de carreira e encomendou um texto a Paula Martin da Silva. Assim nascia ‘Cumplicidades’, espetáculo que cruza música e palavra e era interpretado pelas duas artistas. Vítor Aroeira diz que investiu "cinco mil e tal euros" no projeto, onde "toda a gente tinha concordado ganhar à bilheteira". Depois de sete sessões no Parque Mayer e com sessão marcada para amanhã (23) na Costa da Caparica, a cantora anunciou a sua retirada do espectáculo, no dia 12, por e-mail.
"Fez uma birra porque foi chamada à atenção por usar indevidamente o patrocínio de um cabeleireiro, e quis sair", conta Teresa Santos, colaboradora de ‘Cumplicidades’. "Para mim, é uma grande infantilidade", conclui.
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Fonte: Correio da Manhã/ESCPortugal / Imagem: Cumplicidades
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