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André Claveau
Carlos Paião
Corry Brokken
Especial
France Gall
Frida Boccara
Grethe & Jorgen Ingmann
Jean-Claude Pascal
Lys Assia
Madalena Iglésias
Sérgio Borges
Teddy Scholten
TOP
Udo Jürgens
Em Dia de Finados, o ESCPORTUGAL convida-o a recordar a vida e a carreira de todos os vencedores do Festival Eurovisão e do Festival da Canção já falecidos!
Madalena Iglésias (24 de outubro de 1939 - 16 de janeiro de 2018)
Sérgio Borges (18 de outubro de 1943 — 17 de dezembro de 2011)
Carlos Paião (1 de novembro de 1957 - 26 de agosto de 1988)
[ESPECIAL] Em Dia de Finados, recorde connosco todos os vencedores que já nos deixaram
Em Dia de Finados, o ESCPORTUGAL convida-o a recordar a vida e a carreira de todos os vencedores do Festival Eurovisão e do Festival da Canção já falecidos!
Designado também como Dia dos Fiéis Defuntos ou Dia dos Mortos, o Dia de Finados é celebrado pela Igreja Católica no dia 2 de novembro. A origem do dia remonta ao século X, sendo que diversos Papas no século XI instauraram a obrigatoriedade da comunidade em dedicar um dia aos mortos: contudo, apenas no século XIII este dia anual passa a ser comemorado a 2 de novembro, dia seguinte à Festa de Todos os Santos.
O ESCPORTUGAL juntou-se à celebração deste dia e convida-o a recordar a vida e a carreira de todos os vencedores do Festival Eurovisão e do Festival da Canção que já não se encontram (fisicamente) entre nós:
Lys Assia (3 de março de 1924 - 24 de março de 2018)
Rosa Mina Schärer, conhecida pelo nome artístico de Lys Assia, entrou para a história do Festival Eurovisão ao ser a primeira vencedora do evento em 1956, com "Refrain". Voltou a representar a Suíça em 1957 (8.º) e 1958 (2.º), tendo estado, mais recentemente, na corrida para regressar ao concurso em 2011 (8.ª na final nacional da Suíça) e em 2012 (semifinal online). A cantora faleceu a 24 de março de 2018, aos 94 anos de idade.
Corry Brokken (3 de dezembro de 1932 - 31 de dezembro de 2016)
Vencedora do Festival Eurovisão de 1957 com "Net als toen", a cantora Corry Brokken (nascida Cornelia Maria Brokken) entrou para a história do certame por ser a única intérprete a ganhar e a ficar em último lugar: depois da participação em 1956 e da vitória em 1957, Corry Brokken dividiu o último lugar (9.º) com o Luxemburgo na edição de 1958. Em 1976, Corry Brokken apresentou o Festival Eurovisão em Haia, tendo sido a porta-voz holandesa na edição de 1997. Faleceu a 30 de maio de 2016 aos 83 anos de idade.
André Claveau (17 de dezembro de 1911 - 4 de julho de 2003)
Conhecido cantor francês na década de 1940 a 1960, André Claveau conquistou a primeira vitória de França no Festival Eurovisão, em 1958, em defesa de "Dors, mon amour". Com 46 anos e 76 dias de idade, o cantor foi o mais velho vencedor do evento até 1990, tendo sido o primeiro (e único) vencedor a triunfar com mais de 40 anos de idade até à vitória de Toto Cotugno. Faleceu a 4 de julho de 2003 aos 91 anos de idade.
Teddy Scholten (11 de maio de 1926 - 8 de abril de 2010)
Dorothea Margaretha van Zwieteren foi, em 1950, uma das primeiras artistas holandesas a atuar nos Estados Unidos da América, por convite da Coca-Cola. Anos depois, em 1959, conquista, com "n'Beetje", a segunda vitória da Holanda no Festival Eurovisão. Apresentadora das finais nacionais de 1965 e 1966, Teddy Scholten trabalhou, no seu resto da sua carreira, ao lado de Henk Scholten, seu marido. Faleceu a 8 de abril de 2010 aos 83 anos de idade.
Jean-Claude Pascal (24 de outubro de 1927 - 5 de maio de 1992)
Comediante e cantor francês, Jean-Claude Pascal, combatente na Segunda Guerra Mundial, venceu o Festival Eurovisão de 1961 pelo Luxemburgo com o tema "Nous les Amoureux". Em 1981, regressou ao concurso, novamente pelo Luxemburgo, em defesa de "C'est peut-être pas l'Amérique", terminando em 11.º lugar. Faleceu a 5 de maio de 1992 aos 64 anos de idade, vítima de cancro no estômago.
Grethe Ingmann (17 de junho de 1938 - 18 de agosto de 1990) & Jørgen Ingmann (26 de abril de 1925 - 21 de março de 2015)
O casal Grethe Ingmann (cantora) e Jørgen Ingmann (guitarrista), casados em 1956, entrou para a história do Festival Eurovisão ao ser o primeiro duo a triunfar no concurso, em 1963, com "Dansevise". A dupla continuou a trabalhar junta até 1975, ano em que se divorciaram, tendo Grethe tentado, sem sucesso, voltar a representar a Dinamarca no Festival Eurovisão. A cantora faleceu a 18 de agosto de 1990, aos 52 anos de idade, vítima de cancro, enquanto que o guitarrista faleceu a 21 de março de 2015, aos 89 anos de idade.
France Gall (9 de outubro de 1947 - 7 de janeiro de 2018)
Vencedora do Festival Eurovisão de 1965 com "Poupée de cire, poupée de son", pelo Luxemburgo, a cantora France Gall tornou-se um dos maiores nomes da música francesa yé-yé nas décadas de 60 e 70, tendo colaborado, entre 1973 e 1992, com o cantor e compositor Michel Berger. Depois de sobreviver a um cancro da mama, em 1993, e da depressão devido ao falecimento da filha, em 1997, a cantora France Gall faleceu a 7 de janeiro de 2018, vítima de uma infecção, após dois anos de luta contra o cancro.
Udo Jürgens (30 de setembro de 1934 - 21 de dezembro de 2014)
Compositor e cantor austríaco-suíço, Udo Jürgens ganhou o Festival Eurovisão de 1966, pela Áustria, com o tema "Merci, Chérie", depois das participações em 1964 (6.º) e 1965 (3.º). Com uma carreira com mais de 50 anos, Udo Jürgens compôs cerca de 1000 canções e vendeu mais de 100 milhões de discos, tendo sido um dos artistas mais reconhecidos na Alemanha, Áustria e Suíça. Depois do triunfo de Conchita Wurst em 2014, Udo Jürgens manifestou, junto da ORF, o interesse de atuar no intervalo da edição de 2015, o que acabou por não acontecer: o cantor faleceu a 21 de dezembro de 2014, aos 80 anos de idade, vítima de insuficiência cardíaca.
Frida Boccara (29 de outubro de 1940 - 1 de agosto de 1996)
Nascida no então Protetorado Francês de Marrocos, Frida Boccara, cantora, produtora e ativista humanitária francesa de origem judaico-italiana, foi uma das quatro vencedoras do Festival Eurovisão de 1969 com "Un jour, un enfant". Fluente em várias línguas, entre elas o português, Frida filiou-se com o Fundo das Nações Unidas para a Infância, apresentando-se em eventos em cerca de 85 países. Faleceu a 1 de agosto de 1996, vítima de uma infeção pulmonar, aos 55 anos de idade.
Madalena Iglésias (24 de outubro de 1939 - 16 de janeiro de 2018)
Importante nome do música nacional ligeira da década de 1960, Madalena Iglésias foi uma presença constante nas primeiras edições do Festival da Canção, participando em 1964, 1965, 1966 e 1969. Venceu em 1965 com "Ele e Ela", alcançando o 13.º lugar no Festival Eurovisão. Casou-se em 1972, abandonou a carreira artística e foi viver para a Venezuela. Faleceu a 16 de janeiro de 2018, aos 78 anos de idade em Barcelona.
Sérgio Borges (18 de outubro de 1943 — 17 de dezembro de 2011)
Fundador do Conjunto Académico João Paulo, um dos grupos que mais se destacaram em Portugal na década de 1960, Sérgio Borges participou pela primeira vez no Festival da Canção em 1966, terminando em 2.º lugar. Em 1970, conquista a vitória no certame com "Onde Vais Rio que Eu Canto", mas não representa Portugal no Festival Eurovisão, devido ao protesto da RTP contra o sistema de votação. Sérgio voltaria a participar no Festival da Canção de 1986 com "Quebrar a Distância". Morreu, no Funchal, a 17 de dezembro de 2011, aos 68 anos de idade.
Carlos Paião (1 de novembro de 1957 - 26 de agosto de 1988)
Licenciado em Medicina pela Universidade de Lisboa, Carlos Paião foi um dos mais mediáticos e talentosos cantores e compositores da década de 80 em Portugal. Com uma curta carreira de 10 anos, Carlos participou em quatro edições do Festival da Canção, como cantor e compositor, alcançando o triunfo com "Playback" em 1981: em Dublin, a canção não foi além do 18.º (e penúltimo) lugar. Com mais de 300 canções produzidas para alguns dos maiores nomes da música portuguesa, Carlos Paião faleceu, a 26 de agosto de 1988, num violento acidente de automóvel, quando se dirigia para um concerto. Tinha 30 anos.
Fonte: ESCPORTUGAL/ Imagem: Google / Vídeo: Youtube
ESC2017
Lys Assia
Suiça
ESC2017: Lys Assia revela o seu top e põe Portugal em destaque
Lys Assia, a primeira vencedora do Eurovision Song Contest, revelou os seus temas preferidos da edição deste ano. Salvador Sobral e Amar Pelos Dois surgem em grande destaque.
Já é uma tradição eurovisiva. Todos os anos, Lys Assia, a primeira vencedora do Festival da Eurovisão, revela os seus favoritos do ano. Em 2017, Lys Assia também se converteu à febre italiana e tem Francesco Gabbani como o seu grande favorito. "Este ano está tudo em aberto. Os fãs terão um espetáculo excitante em maio. Desejo a todos os participantes a maior das sortes. Mas, por agora, quero congratular o senhor Francesco Gabbani. A língua italiana é linda. Lembra-me de quando cantei a intemporal Giorgio no concurso em 1958. Acabei em 2º lugar", escreveu na rede social Facebook. Em 2º lugar do top de Lys Assia surge Portugal. É a primeira vez que uma canção portuguesa figura entre as 20 preferidas da ícone eurovisivo. A fechar o pódio está a Bélgica, seguida pela Áustria e pelo Reino Unido.
Fonte: Lys Assia / Imagem: EscGold
Celine Dion
esc1988
Lys Assia
Suíça
Lys Assia, a vencedora do primeiro Festival Eurovisão da Canção (ESC) em 1956, desfolhou o livro de memórias em entrevista ao Dukascopy TV. Da entrevista, que pode ver um vídeo em baixo, destaca-se a seguinte frase: "Céline Dion apenas participou no Festival de 1988 porque eu tinha um contrato na América. Se assim não fosse, teria sido eu a representar a Suíça de novo".
Registe-se que Céline Dion ganhou a final nacional de 9 canções com "Ne partez pas sans moi" e acabaria por ganhar a Eurovisão da Canção, sediado em Dublin.
Suíça: Lys Assia revela que Céline Dion a substituiu no Festival Eurovisão 1988
A primeira vencedora do Festival Eurovisão da Canção revelou, em entrevista, que Céline Dion foi a segunda escolha para representar o país em 1988.
Lys Assia, a vencedora do primeiro Festival Eurovisão da Canção (ESC) em 1956, desfolhou o livro de memórias em entrevista ao Dukascopy TV. Da entrevista, que pode ver um vídeo em baixo, destaca-se a seguinte frase: "Céline Dion apenas participou no Festival de 1988 porque eu tinha um contrato na América. Se assim não fosse, teria sido eu a representar a Suíça de novo".
Registe-se que Céline Dion ganhou a final nacional de 9 canções com "Ne partez pas sans moi" e acabaria por ganhar a Eurovisão da Canção, sediado em Dublin.
Veja a entrevista de Lys Assia e recorde a atuação de Céline Dion em Dublin em 1988:
Fonte: DUKASCOPY TV, ESCPORTUGAL / Imagem: GOOGLE /Vìdeo: YOUTUBE
ESC1956
ESC2016
ira losco
Lys Assia
Malta
ESC2016: Lys Assia revela o seu TOP 20
Lys Assia, a primeira vencedora do Festival Eurovisão da Canção, revelou as suas 20 canções favoritas em competição este ano.
A cantora de 92 anos de idade, Lys Assia, que venceu a 1ª edição do Festival Eurovisão da Canção em 1956 com o tema "Refrain", revelou os seus 20 temas favoritos que competem pela vitória este ano. Lys, que foi coroada como rainha da Eurovisão no Eurovision Greatest Hits, escolheu a canção de Malta como a sua preferida. Recorde-se que a primeira vencedora da Eurovisão tem este hábito de indicar quais as suas canções favoritas em cada edição do festival. Já em 2015, por esta altura, Lys Assia revelou que a sua canção favorita era A Monster Like Me, tema representante da Noruega por Morland e Debrah Scarlett.
Eis o top 20 de Lys Assia:
1. Malta
2. ARJ Macedónia
3. França
4. Sérvia
5. Rússia
6. Áustria
7. Itália
8. Bósnia & Herzegovina
9. República Checa
10. Holanda
11. Austrália
12. Ucrânia
13. Suíça
14. Islândia
15. Israel
16. Bulgária
17. Croácia
18. Polónia
19. Suécia
20. Arménia
ESC2015
Lys Assia
Suiça
Suiça: Lys Assia revela o seu top20 do ESC2015
Lys Assia, a primeira vencedora do Festival da Eurovisão, revelou as suas 20 músicas favoritas em competição este ano.
A cantora de 91 anos, Lys Assia, que venceu a 1ª edição da Eurovisão em 1956, revelou os seus 20 temas favoritos que competem pela vitória este ano. Lys, que foi coroada como rainha da Eurovisão no Eurovision Greatest Hits, escolheu a Noruega como a sua preferida.
Veja o top20 de Lys Assia:
1. Noruega
2. Espanha
3. São Marino
4. Estónia
5. Reino Unido
6. Azerbaijão
7. Geórgia
8. Hungria
9. Irlanda
10. Itália
11. Polónia
12. República Checa
13. Austrália
14. Eslovénia
15. Áustria
16. Alemanha
17. Suiça
18. França
19. Suécia
20. Bélgica
A Noruega vai ser representada, em Viena, por Morland e Debrah Scarlett com o tema A Monster Like Me:
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Fonte e Imagem: wiwibloggs
Carola
Charlotte Perrelli
Dima Bilan
escportugal
Especial
Helena paparizou
Lys Assia
Vencedora do Eurovision Song Contest 1962 e terceira classificada em 1968, Isabelle Aubret, nascida Thérèse Coquerelle, tentou por diversas ocasiões regressar ao certame, após a sua vitória. A primeira aconteceu em 1970 em conjunto com Daniel Beretta e o tema Olivier, Olivia que alcançou o 2.º lugar na final nacional. Em 1976, entra na competição com Je te connais déjà não indo além do 6.º (e penúltimo) lugar numa das semifinais. A última tentativa aconteceu em 1983, com o patriótico tema France France, tendo conquistado o terceiro lugar do concurso.
A cantora francesa que venceu o Eurovision Song Contest 1971 para o Principado do Mónaco, Séverine, tentou por duas ocasiões representar o país onde a sua carreira atingiu o auge: a Alemanha. Em 1975, entrou na seletiva com Dreh dich im Kreisel der Zeit atingindo o 7.º posto, enquanto que em 1982, com Ich glaub' an meine Träume, atinge o 10.º (e antepenúltimo) lugar na competição alemã.
Vicky Leandros, a cantora grega que representou o Luxemburgo por duas ocasiões, tendo vencido o Eurovision Song Contest 1972 com Aprés Toi, entrou no espectáculo de seleção do representante alemão em 2006. A cantora cantou e compôs Don't break my heart que não foi além do 3.º (e último) lugar, com 213,139 votos, menos 150,000 do que o grupo vencedor.
O energético cantor que conseguiu a primeira vitória para Israel no Eurovision Song Contest em 1978, Izhar Cohen, após a sua reentrada no certame em 1985, voltou a tentar, por duas ocasiões, participar no certame europeu. Em 1987, defendeu com Vardina o tema Musica Hi Neshika Lanetzach conquistando o 5.º posto da geral. 9 anos depois, em 1996, regressa com Alon Jan e o tema Alpayim que não consegue vencer a competição. De realçar, que neste ano, Israel ficou de fora da competição, ao ser eliminado na semifinal existente antes do concurso.
O grupo Milk & Honey, que venceu o Eurovision Song Contest 1979 em conjunto com Gali Atari, tentou por duas ocasiões representar novamente Israel no certame musical. Juntamente com Lea Lupatin, o grupo entrou na edição de 1981 com o tema Serenada atingindo o 4.º posto, enquanto que oito anos depois, em 1989, voltam a entrar no KDAM com Ani ma'amin onde conquistaram o 8.º lugar.
Elisabeth Andreassen, a sueco-norueguesa que venceu a Eurovisão em 1985 e que participou no certame europeu em outras três edições, em representação de dois países distintos, é a vencedora que mais vezes tentou regressar à Eurovisão depois da sua vitória. Após a sua vitória no certame, a cantora participou por sete ocasiões nas finais nacionais da Suécia e da Noruega, conseguindo, no entanto, representar o último país em duas ocasiões: 1994 (6.º) e 1996 (2.º). Em 1990, entrou no Melodifestivalen com Jag ser en stjärna falla alcançando a 7.ª posição, enquanto que em 1998, dois anos depois de representar a Noruega no ESC, submeteu-se à final nacional norueguesa com Winds of the Northern Sea, alcançando o segundo posto. Regressa ao Melodifestivalen em 2002, em parceria com Bettan & Lotta, levando o tema Vem é dé du vill ha ao terceiro posto da final, parceria esta que levou à final norueguesa no ano seguinte, conseguindo o 4.º posto com Din hand i min hand. Em 2011, desta vez a solo, Elisabeth Andreassen regressa ao Melodifestivalen com Vaken i en dröm que não vai além do oitavo (e último) lugar na semifinal da competição.
Emilija Kokic, vocalista do grupo Riva, vencedor do Eurovision Song Contest 1989, tentou, em 2008, representar a Croácia na competição europeia. A cantora defendeu Andeo no Dora 2008, alcançando a 6.ª posição, entre os 16 participantes, sendo uma das favoritas do televoto.
Depois de seis tentativas falhadas de representar a Dinamarca no Eurovision Song Contest, os Olsen Brothers, vencedores do certame em 2000, tentaram representar o país novamente em 2005. Com o tema Little Yellow Radio, a dupla alcançou o segundo posto na competição, perdendo o bilhete para Atenas por apenas 8 pontos. Em 2007, Jorgen Olsen tentou, a solo, a sua sorte na competição dinamarquesa com o tema Vi Elsker Bare Danske Piger, terminando em 7.º (e último) lugar, sem nenhuma pontuação auferida.
[ESPECIAL] Os vencedores que falharam o regresso à Eurovisão
Ao longo dos anos, muitos foram os vencedores que regressaram ao concurso após a sua vitória. Uns conseguiram lugares de destaque pela positiva... outros nem por isso. No entanto, hoje recordaremos os vencedores que falharam o regresso à Eurovisão, ficando-se pelas finais nacionais dos seus países, depois de conquistarem o certame europeu.
Lys Assia, vencedora da primeira edição do Eurovision Song Contest, em 1956, e representante do país nos dois anos seguintes, entrou na final nacional da Suíça de 2012, aos 87 anos de idade. A cantora apurou-se para a final da competição com o tema C'était ma vie, de autoria de Ralph Siegel e Jean Paul Cara, mas apenas conseguiu o 8.º posto na grande final. No ano seguinte, a cantora voltou a submeter um tema na competição, em conjunto com o grupo de hip-pop New Jack. No entanto, All in your head ficou de fora dos apurados da seleção online.
Vencedora do Eurovision Song Contest 1962 e terceira classificada em 1968, Isabelle Aubret, nascida Thérèse Coquerelle, tentou por diversas ocasiões regressar ao certame, após a sua vitória. A primeira aconteceu em 1970 em conjunto com Daniel Beretta e o tema Olivier, Olivia que alcançou o 2.º lugar na final nacional. Em 1976, entra na competição com Je te connais déjà não indo além do 6.º (e penúltimo) lugar numa das semifinais. A última tentativa aconteceu em 1983, com o patriótico tema France France, tendo conquistado o terceiro lugar do concurso.
Frida Boccara, vencedora do ESC1969, tentou representar novamente a França no certame europeu, por duas ocasiões. Em 1980, Frida Boccara entrou na competição francesa com o tema Un Enfant de France alcançando o apuramento em 3.º lugar na semifinal, mas acabando em 5.º e penúltimo lugar na final. Em 1981, defendeu o tema Voilà comment je t'aime tendo atingido a final da seletiva francesa onde arrecadou 159 pontos, o que lhe equivaleu ao 4.º posto da competição. O vencedor desta edição foi decidido por uma amostra aleatória de 1086 telespetadores contatados pela TF1, que os questionou sobre qual era a sua favorita.
A cantora francesa que venceu o Eurovision Song Contest 1971 para o Principado do Mónaco, Séverine, tentou por duas ocasiões representar o país onde a sua carreira atingiu o auge: a Alemanha. Em 1975, entrou na seletiva com Dreh dich im Kreisel der Zeit atingindo o 7.º posto, enquanto que em 1982, com Ich glaub' an meine Träume, atinge o 10.º (e antepenúltimo) lugar na competição alemã.
Vicky Leandros, a cantora grega que representou o Luxemburgo por duas ocasiões, tendo vencido o Eurovision Song Contest 1972 com Aprés Toi, entrou no espectáculo de seleção do representante alemão em 2006. A cantora cantou e compôs Don't break my heart que não foi além do 3.º (e último) lugar, com 213,139 votos, menos 150,000 do que o grupo vencedor.
O energético cantor que conseguiu a primeira vitória para Israel no Eurovision Song Contest em 1978, Izhar Cohen, após a sua reentrada no certame em 1985, voltou a tentar, por duas ocasiões, participar no certame europeu. Em 1987, defendeu com Vardina o tema Musica Hi Neshika Lanetzach conquistando o 5.º posto da geral. 9 anos depois, em 1996, regressa com Alon Jan e o tema Alpayim que não consegue vencer a competição. De realçar, que neste ano, Israel ficou de fora da competição, ao ser eliminado na semifinal existente antes do concurso.
O grupo Milk & Honey, que venceu o Eurovision Song Contest 1979 em conjunto com Gali Atari, tentou por duas ocasiões representar novamente Israel no certame musical. Juntamente com Lea Lupatin, o grupo entrou na edição de 1981 com o tema Serenada atingindo o 4.º posto, enquanto que oito anos depois, em 1989, voltam a entrar no KDAM com Ani ma'amin onde conquistaram o 8.º lugar.
Elisabeth Andreassen, a sueco-norueguesa que venceu a Eurovisão em 1985 e que participou no certame europeu em outras três edições, em representação de dois países distintos, é a vencedora que mais vezes tentou regressar à Eurovisão depois da sua vitória. Após a sua vitória no certame, a cantora participou por sete ocasiões nas finais nacionais da Suécia e da Noruega, conseguindo, no entanto, representar o último país em duas ocasiões: 1994 (6.º) e 1996 (2.º). Em 1990, entrou no Melodifestivalen com Jag ser en stjärna falla alcançando a 7.ª posição, enquanto que em 1998, dois anos depois de representar a Noruega no ESC, submeteu-se à final nacional norueguesa com Winds of the Northern Sea, alcançando o segundo posto. Regressa ao Melodifestivalen em 2002, em parceria com Bettan & Lotta, levando o tema Vem é dé du vill ha ao terceiro posto da final, parceria esta que levou à final norueguesa no ano seguinte, conseguindo o 4.º posto com Din hand i min hand. Em 2011, desta vez a solo, Elisabeth Andreassen regressa ao Melodifestivalen com Vaken i en dröm que não vai além do oitavo (e último) lugar na semifinal da competição.
Emilija Kokic, vocalista do grupo Riva, vencedor do Eurovision Song Contest 1989, tentou, em 2008, representar a Croácia na competição europeia. A cantora defendeu Andeo no Dora 2008, alcançando a 6.ª posição, entre os 16 participantes, sendo uma das favoritas do televoto.
Carola Häggkvist, vencedora do ESC1991 e participante no ESC1983 e 2006, falhou, em 2008, a sua quarta entrada no certame europeu. Dois anos depois de alcançar o quinto posto em Atenas, Carola entrou na competição sueca com Andreas Johnsson e o tema One Love, tendo o duo entrado como Johnson & Häggkvist. A dupla não conseguiu o apuramento direto para a final e, na Second Chance, foi eliminada na primeira ronda de votação, apesar de ter alcançado um total de 202 353 votos, uma das maiores marcas da competição.
Katrina Leskanich, a cantora americana que venceu a competição europeia pelo Reino Unido em 1997, tentou a sua sorte no Melodifestivalen 2005, em conjunto com a banda The Nameless, com o tema As If Tomorrow Will Never Come. Após falharem o apuramento direto para a final da competição ao alcançarem o 3.º posto na semifinal, Katrina & The Nameless foram afastados na Second Chance, ao conseguirem apenas o 6.º lugar na votação geral.
Depois da vitória no Eurofestival de 1999 e da participação em 2008, Charlotte Perrelli tentou, em 2012, representar a Suécia pela terceira vez, com o tema The Girl. No entanto, ao contrário das duas participações anteriores a cantora ficou bastante longe da vitória: Charlotte foi eliminada na semifinal ao conseguir o 5.º posto, entre os oito participantes, falhando o apuramento para as rondas seguintes.
Depois de seis tentativas falhadas de representar a Dinamarca no Eurovision Song Contest, os Olsen Brothers, vencedores do certame em 2000, tentaram representar o país novamente em 2005. Com o tema Little Yellow Radio, a dupla alcançou o segundo posto na competição, perdendo o bilhete para Atenas por apenas 8 pontos. Em 2007, Jorgen Olsen tentou, a solo, a sua sorte na competição dinamarquesa com o tema Vi Elsker Bare Danske Piger, terminando em 7.º (e último) lugar, sem nenhuma pontuação auferida.
Após anos de rumores sobre uma eventual entrada de Helena Paparizou na seletiva do seu país Natal, a vencedora do ESC2005 para a Grécia entrou no Melodifestivalen 2014. Com o tema Survivor, a cantora grego-sueca tornou-se uma das atrações da edição, mas falhando o apuramento direto para a final, ao alcançar o 3.º posto na semifinal vencida por Yohio, tendo disputado a Second Chance onde alcançou o apuramento com a maior votação das eliminatórias. Na Grande Final, Helena alcançou o 4.º posto da votação final, depois de ser a 4.ª mais votada pelo júri e a 7.ª classificada no televoto.
Vencedor em 2008 e participante em 2006, Dima Bilan, um dos mais conhecidos cantores russos na atualidade, tentou em 2012 regressar ao Eurovision Song Contest em conjunto com Julia Volkova, representante russa em 2003. A dupla entrou com o tema Back To Her Future, alcançando 29,25% da votação, mas perdendo o passaporte para Baku para as Buranovskiye Babushki que arrecadaram a vitória com 38,51% dos votos.
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Fonte e Imagem: ESCPORTUGAL
ESC2013
Lys Assia
Suíça
ESC2013: Lys Assia vai a Malmö
Depois de ser eliminada precocemente na final nacional da Suíça e terem sido desmentidos os boatos que afirmavam que a cantora representaria São Marino em Malmö, Lys Assia revelou a grande noticia que queria dar aos seus fãs.
Lys Assia vai a Malmö, mas não em representação de algum país. A primeira vencedora do Eurovision será uma das convidadas de honra da edição e estará nos três eventos eurovisivos deste ano. A cantora encontrar-se-à com fãs para conversar, tirar fotografias e dar autógrafos, sendo que até realizará um pequeno concerto. No final de abril serão avançadas mais informações sobre o assunto.
Lys Assia venceu a Eurovisão em 1956 com o tema "Refrain", tendo representado o país nas duas edições seguintes. Em 2011 tentou representar o seu país com o tema "C'était ma vie", mas apenas conseguiu o 8º lugar na final nacional vencida pelos Sinplus. Em 2012 voltou a concorrer, desta vez com o tema "All In Your Head" em conjunto com o grupo New Jack, mas acabou eliminada na votação online. Veja o videoclip do tema "All in Your Head":
ESC2013
Lys Assia
São Marino
São Marino: Lys Assia não representará o país no ESC2013
Depois de muito se ter especulado sobre uma possível participação de Lys Assia por São Marino na Eurovisão, a cantora veio desmentir essas notícias. O comunicado foi enviado pela cantora a alguns sites que haviam noticiado estes rumores, afirmando que não representará nenhum país em Malmö mas que está em negociações com a SVT para fazer parte do ESC2013.
Os rumores sobre uma possível participação por São Marino com o tema "All in your head", com o qual participou na final nacional da Suíça com a banda NewJack (ver em baixo o vídeo do tema), partiram de uns comentários colocados pela cantora nas plataformas online, como por exemplo quando foi confrontada se gostaria de representar outro país na Eurovisão: " sim, ficaria muito feliz se pudesse representar outro país. A minha música está a ultrapassar as fronteiras da Suíça. Estão a chegar novidades sobre o meu futuro na música".
Os rumores sobre uma possível participação por São Marino com o tema "All in your head", com o qual participou na final nacional da Suíça com a banda NewJack (ver em baixo o vídeo do tema), partiram de uns comentários colocados pela cantora nas plataformas online, como por exemplo quando foi confrontada se gostaria de representar outro país na Eurovisão: " sim, ficaria muito feliz se pudesse representar outro país. A minha música está a ultrapassar as fronteiras da Suíça. Estão a chegar novidades sobre o meu futuro na música".
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Fonte: oikotimes/esctoday / Imagem: ESCPortugal
ESC2013
Lys Assia
Suiça
Como noticiámos anteriormente, a primeira vencedora do festival Eurovisão (ESC) tenta de novo a sua sorte na seleção nacional da Suiça. Lys Assia, hoje com 88 anos de idade, concorre com o grupo de rappers New Jack e apresenta um trecho da canção aqui .
A canção é totalmente cantada em inglês e tem como autor o também veterano eurovisivo Ralph Siegel, já com duas dezenas de participações no ESC, uma das quais vencedora do concurso, em 1983.
Em breve, saberemos se Lys Assia seguirá em frente na seleção suiça.
[AUDIO] Ouve um trecho do rap de Lys Assia
Como noticiámos anteriormente, a primeira vencedora do festival Eurovisão (ESC) tenta de novo a sua sorte na seleção nacional da Suiça. Lys Assia, hoje com 88 anos de idade, concorre com o grupo de rappers New Jack e apresenta um trecho da canção aqui .
A canção é totalmente cantada em inglês e tem como autor o também veterano eurovisivo Ralph Siegel, já com duas dezenas de participações no ESC, uma das quais vencedora do concurso, em 1983.
Em breve, saberemos se Lys Assia seguirá em frente na seleção suiça.
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Fonte: ESCXTRA; Imagem: ESCXTRA
Lys Assia
Suiça
A primeira vencedora do festival Eurovisão, no longínquo ano de 1956, irá tentar de novo representar o seu país - Suiça - no concurso. Depois de uma tentativa falhada no ano passado, Lys Assia encontra-se já a ensaiar um novo tema, a ser enviado dentro de dias para a estação de televisão SF. O tema é de Ralph Siegel e, na interpretação, contará também com quatro rappers. "Podemos conseguir vencer o festival nacional desta vez!", afirmou Lys Assia ao site blick.ch, acrescentando: "Esta canção e estilo irão agradar aos mais jovens". Ao comparar o tema de 2012 com este, a cantora não hesita em afirmar que "aquela canção era muito lenta... esta tem mais power".
Nos próximos dias, o tema já estará online para votação do público.
Suiça: Lys Assia tenta de novo a sua sorte
A primeira vencedora do festival Eurovisão, no longínquo ano de 1956, irá tentar de novo representar o seu país - Suiça - no concurso. Depois de uma tentativa falhada no ano passado, Lys Assia encontra-se já a ensaiar um novo tema, a ser enviado dentro de dias para a estação de televisão SF. O tema é de Ralph Siegel e, na interpretação, contará também com quatro rappers. "Podemos conseguir vencer o festival nacional desta vez!", afirmou Lys Assia ao site blick.ch, acrescentando: "Esta canção e estilo irão agradar aos mais jovens". Ao comparar o tema de 2012 com este, a cantora não hesita em afirmar que "aquela canção era muito lenta... esta tem mais power".
Nos próximos dias, o tema já estará online para votação do público.
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Fonte: ESCXTRA.COM / Imagem: GOOGLE
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