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[AO VIVO] Filipa Barroso eleita Miss República Portuguesa 2017
Filipa Barroso, de Setúbal, foi eleita a Miss República Portuguesa 2017, este sábado. A beldade portuguesa, que irá representar Portugal no concurso Miss Mundo, foi eleita de entre 18 candidatas de todo o país. Wanda Stuart foi uma das convidadas especiais da noite. O ESCPORTUGAL esteve na Batalha.
Após 9 meses de castings que decorreram em Portugal continental, Madeira e Açores, e também nas comunidades portuguesas de África do Sul, França e Canadá, decorreu na noite de ontem, junto ao Mosteiro da Batalha, a final do concurso Miss República Portuguesa 2017. A gala, realizada anualmente, tem como intuito eleger as representantes oficiais portuguesas em diversos concursos internacionais, nomeadamente o Miss Mundo.
Filipa Barroso foi eleita a Miss 2017, enquanto Priscila Alves foi eleita a segunda Dama de Honor e Vanessa Ribeiro a primeira Dama de Honor e Miss Fotogenia. No mesmo evento, Tânia Ximenes foi eleita a Miss Popularidade, tendo sido escolhida através de votos recolhidos no site oficial do evento.
Com o cenário imponente do Mosteiro da Batalha, a gala ficou marcada por três desfiles das candidatas, para além de atuações musicais ao vivo: de Guilherme Azevedo, finalista do The Voice Portugal 2016, de Wanda Stuart, participante no Festival da Canção 2011, e de Ricardo Carriço, participante no Festival de 1991. Para além de interpretar alguns temas do seu último álbum, Carriço foi também o apresentador da gala em conjunto com Patrícia Candoso e Joana Alvarenga. Também os bailarinos Hanna Karttunen e Vítor da Silva encantaram o espaço lotado da Batalha.
Durante o evento, o ESCPORTUGAL transmitiu em direto, através de smartphone, parte do espetáculo de Wanda Stuart. Fomos acompanhados por cerca de 900 leitores. Pode (re)ver AQUI.
Da final deste sábado, saíram as representantes de Portugal em diversos concursos internacionais, nomeadamente Miss World 2017, Miss Grand International, Miss Tourism International, Miss International, Miss Supranational, Miss All Nations, Miss Bikini International, Miss Princess of the Globe e Miss Global Beauty.
O presidente da Câmara Municipal da Batalha, Paulo Santos, e do Turismo do Centro, Pedro Machado, principais entidades parceiras da organização, estiveram presentes na gala, dirigida por Isidro de Brito.
A gala encerrou com o espetáculo de luz e som "A Luz do Mosteiro", na fachada do monumento património mundial.
Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: ESCPORTUGAL
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[AGENDA] A mais bela de Portugal será eleita no próximo sábado
A eleição da Miss Portuguesa decorrerá no próximo sábado na Batalha. As vencedoras representarão Portugal em diversos concursos, nomeadamente Miss Universo, Miss Mundo
e Miss Internacional.
Após 9 meses de castings que decorreram em Portugal continental, Madeira e Açores, e também nas comunidades portuguesas de África do Sul, França e Canadá, a final do concurso Miss Portuguesa 2017 irá decorrer no serão do próximo sábado, dia 29. São 18 as finalistas da edição de 2017, que estão a terminar um estágio a decorreur em Elvas, Covilhã, Luso, Abrantes, Alter do Chão e Batalha. Ricardo Carriço, Joana Alvarenga e Patricia Candoso serão os apresentadores da gala. Ricardo Carriço ainda brindará os presentes com dois temas do seu novo álbum. A gala final contará ainda com as atuações do luso canadiano Nelz, do finalista do The Voice Portugal 2016 Guilherme Azevedo, do premiado bailarino internacional Victor DaSilva e de Wanda Stuart.
A vencedora da edição de 2017 foi Cristiana Viana (na foto), que representou Portugal no concurso Miss Mundo. O ESCPORTUGAL foi site acreditado do evento, como pode recordar AQUI.
Fonte: MISS PORTUGUESA / Imagem: ESCPORTUGAL
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Júlio Isidro
Matosinhos
[AO VIVO] “O programa segue dentro de momentos" a autobiografia de Júlio Isidro
“O programa segue dentro de momentos” é o título da autobiografia de Júlio Isidro lançada agora e que revisita alguns dos muitos momentos vividos por este que é apelidado como o “Senhor Televisão”. O ESCPORTUGAL esteve no lançamento da obra na Fnac do Norteshopping, em Matosinhos.
A 16 de janeiro de 1960 começava a trabalhar na Televisão Portuguesa, sendo por isso uma das figuras com maior longevidade de sempre do espaço televisivo português. Falamos de Júlio Isidro, para muitos o Senhor Televisão. No passado sábado decorreu o lançamento da autobiografia “O programa segue dentro de momentos” na presença do autor, da editora Cláudia Rebelo, com comentários de Cristina Alves.
Comunicador nato, Júlio Isidro é uma referência incontornável na história da Rádio e da Televisão em Portugal. Com apenas 15 anos de idade, estreou-se na televisão, tornando-se durante décadas presença regular no pequeno ecrã. A paixão pela rádio, a vocação para a televisão, a visão e pioneirismo nos muitos programas que criou, produziu e apresentou, as entrevistas históricas, a formação nos EUA, são marcas que deixaram marca na história da televisão e na história de muitos apresentadores que se seguiram. Ao longo da sua carreira, apresentou cerca de 30 programas na RTP e 7 programas na TVI, para onde se mudou de 1993 a 1996. Também trabalhou na rádio desde 1968 e escreveu 7 livros.
“É uma honra enorme estar aqui. Tenho admiração, respeito e carinho por este que é o maior vulto da comunicação em Portugal”. Foi, desta forma, que Cristina Alves iniciou a apresentação desta obra. Recorde-se que Cristina Alves trabalhou com Júlio Isidro quando ambos apresentavam, a partir dos estúdios do Monte da Virgem em Vila Nova de Gaia, o programa “Portugal no Coração”. “Dar alegria aos outros” foi a missão de Júlio ao longo de quase 60 anos de carreira. “O Júlio ligou-se a nós e nós retribuímos ligando-nos a ele”, afirmou Cristina, recordando que este “nunca esqueceu de lançar artistas” . Os programas que apresentou foram tantos que não couberam nas 384 páginas do livro. “Engraçado como dedica quase duas páginas do livro para falar dos programas de que não fala na biografia”, sorri Cristina Alves, que terminou dizendo: “O Júlio tem esta generosidade e este coração enorme”.
Diversos artistas e profissionais da comunicação estiveram presentes neste lançamento, nomeadamente os cantores Cristina Roque e Sérgio Castro, dos Trabalhadores do Comércio ambos participantes no Festival da Canção. Também os cantores João Grande, dos Táxi, e Maria Amélia Canossa, os apresentadores Jorge Gabriel, Ana Viriato e a jornalista Madalena Balça estiveram na Fnac.
Júlio Isidro presenteou todos aqueles que enchiam o espaço com uma projeção de imagens e vídeos de diversos programas que apresentou, nomeadamente os diretos para programas de rádio e televisão com estádios lotados com milhares de pessoas. O "Passeio dos Alegres" ou o "Clube Amigos Disney" não poderiam faltar. Um dos momentos recordados pelo apresentador foi a entrevista que conduziu com a cantora francesa Françoise Hardy, representante do Mónaco na Eurovisão 1963. "Lembro-me que era altíssima e que não foi uma conversa de sorriso aberto, se calhar por culpa da minha timidez", escreveu.
Baptista-Bastos assina o prefácio. Para o escritor, a presença assídua de Júlio Isidro nos ecrãs televisivos é “o sinal de um afeto e a lembrança que resiste, mesmo na sombra e no aparente silêncio”. “Consciência, liberdade e atenção pelos outros fazem deste homem [Júlio Isidro] uma espécie de vigilante do nosso tempo, que o próprio tempo se encarrega de fragilizar”. Segundo Baptista-Bastos, “o que Júlio Isidro tem feito e praticado na televisão é um exercício de presença, ensinando que, quando odiamos alguém, só nos ferimos a nós próprios”.
Como profissional de televisão, diz-se que lançou inúmeros artistas portugueses nos diversos programas que criou e apresentou. Um dos casos mais bem-sucedidos é o de Dulce Pontes, que se estreou na televisão nos programas de Júlio Isidro e mais tarde participou no Festival da Canção (por si apresentado) e acabou por vencer. As Doce também são alvo desta obra. Lançadas por Júlio Isidro no programa "Febre de Sábado de Manhã", mereciam ganhar o Festival da Canção de 1981 segundo o autor. "Só não ganharam o Festival RTP da Canção de 1981 porque, vestidas ou despidas de odaliscas, ofenderam a moral hipócrita das senhoras e senhores do júri". Neste caso, "pode-se dizer que o Ali-Babá foi roubado por muito mais que 40 ladrões", escreveu.
O Festival da Canção faz também parte da história de Júlio Isidro. O primeiro festival que apresentou foi o de 1991, ao lado de Ana Paula Reis e que teve lugar na Feira Internacional de Lisboa. Nos dois anos seguintes, Júlio Isidro apresentou as 5 semifinais nos estúdios da RTP. Em 2015 apresentou a final do Festival ao lado de Catarina Furtado.
Comunicador nato, Júlio Isidro é uma referência incontornável na história da Rádio e da Televisão em Portugal. Com apenas 15 anos de idade, estreou-se na televisão, tornando-se durante décadas presença regular no pequeno ecrã. A paixão pela rádio, a vocação para a televisão, a visão e pioneirismo nos muitos programas que criou, produziu e apresentou, as entrevistas históricas, a formação nos EUA, são marcas que deixaram marca na história da televisão e na história de muitos apresentadores que se seguiram. Ao longo da sua carreira, apresentou cerca de 30 programas na RTP e 7 programas na TVI, para onde se mudou de 1993 a 1996. Também trabalhou na rádio desde 1968 e escreveu 7 livros.
“É uma honra enorme estar aqui. Tenho admiração, respeito e carinho por este que é o maior vulto da comunicação em Portugal”. Foi, desta forma, que Cristina Alves iniciou a apresentação desta obra. Recorde-se que Cristina Alves trabalhou com Júlio Isidro quando ambos apresentavam, a partir dos estúdios do Monte da Virgem em Vila Nova de Gaia, o programa “Portugal no Coração”. “Dar alegria aos outros” foi a missão de Júlio ao longo de quase 60 anos de carreira. “O Júlio ligou-se a nós e nós retribuímos ligando-nos a ele”, afirmou Cristina, recordando que este “nunca esqueceu de lançar artistas” . Os programas que apresentou foram tantos que não couberam nas 384 páginas do livro. “Engraçado como dedica quase duas páginas do livro para falar dos programas de que não fala na biografia”, sorri Cristina Alves, que terminou dizendo: “O Júlio tem esta generosidade e este coração enorme”.
Diversos artistas e profissionais da comunicação estiveram presentes neste lançamento, nomeadamente os cantores Cristina Roque e Sérgio Castro, dos Trabalhadores do Comércio ambos participantes no Festival da Canção. Também os cantores João Grande, dos Táxi, e Maria Amélia Canossa, os apresentadores Jorge Gabriel, Ana Viriato e a jornalista Madalena Balça estiveram na Fnac.
Júlio Isidro presenteou todos aqueles que enchiam o espaço com uma projeção de imagens e vídeos de diversos programas que apresentou, nomeadamente os diretos para programas de rádio e televisão com estádios lotados com milhares de pessoas. O "Passeio dos Alegres" ou o "Clube Amigos Disney" não poderiam faltar. Um dos momentos recordados pelo apresentador foi a entrevista que conduziu com a cantora francesa Françoise Hardy, representante do Mónaco na Eurovisão 1963. "Lembro-me que era altíssima e que não foi uma conversa de sorriso aberto, se calhar por culpa da minha timidez", escreveu.
Baptista-Bastos assina o prefácio. Para o escritor, a presença assídua de Júlio Isidro nos ecrãs televisivos é “o sinal de um afeto e a lembrança que resiste, mesmo na sombra e no aparente silêncio”. “Consciência, liberdade e atenção pelos outros fazem deste homem [Júlio Isidro] uma espécie de vigilante do nosso tempo, que o próprio tempo se encarrega de fragilizar”. Segundo Baptista-Bastos, “o que Júlio Isidro tem feito e praticado na televisão é um exercício de presença, ensinando que, quando odiamos alguém, só nos ferimos a nós próprios”.
Como profissional de televisão, diz-se que lançou inúmeros artistas portugueses nos diversos programas que criou e apresentou. Um dos casos mais bem-sucedidos é o de Dulce Pontes, que se estreou na televisão nos programas de Júlio Isidro e mais tarde participou no Festival da Canção (por si apresentado) e acabou por vencer. As Doce também são alvo desta obra. Lançadas por Júlio Isidro no programa "Febre de Sábado de Manhã", mereciam ganhar o Festival da Canção de 1981 segundo o autor. "Só não ganharam o Festival RTP da Canção de 1981 porque, vestidas ou despidas de odaliscas, ofenderam a moral hipócrita das senhoras e senhores do júri". Neste caso, "pode-se dizer que o Ali-Babá foi roubado por muito mais que 40 ladrões", escreveu.
O Festival da Canção faz também parte da história de Júlio Isidro. O primeiro festival que apresentou foi o de 1991, ao lado de Ana Paula Reis e que teve lugar na Feira Internacional de Lisboa. Nos dois anos seguintes, Júlio Isidro apresentou as 5 semifinais nos estúdios da RTP. Em 2015 apresentou a final do Festival ao lado de Catarina Furtado.
Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: ESCPORTUGAL
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Júlio Isidro
[AGENDA] Júlio Isidro lança autobiografia "O programa segue dentro de momentos"
A 16 de janeiro de 1960 começava a trabalhar na Televisão Portuguesa, sendo por isso uma das figuras mais marcantes de sempre do espaço televisivo português. Falamos de Júlio Isidro, para muitos o Senhor Televisão. Esta terça-feira é lançada uma autobiografia do apresentador.
Comunicador nato, Júlio Isidro é uma referência incontornável na história da Rádio e da Televisão em Portugal. Com apenas 15 anos de idade, a 16 de janeiro de 1960, estreou-se na televisão, tornando-se durante décadas presença regular no pequeno ecrã. A paixão pela rádio, a vocação para a televisão, a visão e pioneirismo nos muitos programas que criou, produziu e apresentou, as entrevistas históricas, a formação nos EUA, são marcas que deixaram marca na história da televisão e na história de muitos apresentadores que se seguiram.
Ao longo da sua carreira, apresentou cerca de 30 programas na RTP e 7 programas na TVI, para onde se mudou de 1993 a 1996. Também trabalhou na rádio desde 1968 e escreveu 7 livros.
Esta terça-feira, é lançada a autobiografia de Júlio Isidro, com o título “O programa segue dentro de momentos. Autobiografia”. A sessão decorre pelas 18 horas no Teatro da Trindade, em Lisboa, e contará com a presença do ministro da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes. Segundo nota da editora, vão ser projetadas “imagens de uma vida em frente às câmaras e memórias vivas da música nacional”.
Baptista-Bastos afirma no prefácio que a presença assídua de Júlio Isidro, nos ecrãs televisivos, é “o sinal de um afeto e a lembrança que resiste, mesmo na sombra e no aparente silêncio”. “Consciência, liberdade e atenção pelos outros fazem deste homem [Júlio Isidro] uma espécie de vigilante do nosso tempo, que o próprio tempo se encarrega de fragilizar”, afirma Baptista-Bastos.
Segundo Baptista-Bastos, “o que Júlio Isidro tem feito e praticado na televisão é um exercício de presença, ensinando que, quando odiamos alguém, só nos ferimos a nós próprios”.
Como profissional de televisão, diz-se que lançou inúmeros artistas portugueses nos diversos programas que criou e apresentou. Um dos casos mais bem sucedidos é o de Dulce Pontes, que se estreou na televisão nos programas de Júlio Isidro e mais tarde participou no Festival da Canção (por si apresentado) e acabou por vencer.
O Festival da Canção faz também parte da história de Júlio Isidro. O primeiro festival que apresentou foi o de 1991, ao lado de Ana Paula Reis e que teve lugar na Feira Internacional de Lisboa. Nos dois anos seguintes, Júlio Isidro apresentou as 5 semifinais nos estúdios da RTP.
Em 2015 apresentou a final do Festival ao lado de Catarina Furtado.
Fonte: ESCPORTUGAL. OBSERVADOR /Imagem: GOOGLE
Emanuel
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Sabrina
Suzy
1991: O Festival da Canção foi o local de nascimento do «Emanuel cantor»
Convidado pela RTP para participar no evento nacional em 2007, Emanuel fizera uma canção para uma voz feminina em parceria com Tó Maria Vinhas, sendo que a sua defensora fora escolhida por casting: "Maria Teresa não era a melhor voz que tinha ouvido na vida, mas tinha uma óptima presença em palco, enchia o ecrã, tinha aquela luz artística que só alguns têm e que faz toda a diferença" pode ler-se na obra, bem como: "Tinha 24 anos (...) e quando lhe telefonou para lhe dizer que tinha sido a escolhida, ela gritou de felicidade. Só lhe faltava um nome mais sonante, talvez. Sabrina, seria a Sabrina". Apesar de "não terem muito tempo" para trabalhar juntos o tema Dança Comigo (Vem ser Feliz), a parceria sai vitoriosa e abrem-se as portas do palco eurovisivo para a candidatura de Emanuel.
[ESPECIAL] O que disse Emanuel sobre o Festival da Canção e Eurovisão?
Os nervos que lhe roubaram a voz no Festival da Canção de 1991, os ensaios num bar alugado em Helsínquia e a polémica em torno da participação de Suzy na Eurovisão são temas abordados na biografia de Emanuel, Nascemos para ser felizes.
Intitulada 'Nascemos para ser felizes", a biografia de Emanuel foi apresentada, esta tarde, na FNAC do Colombo, em Lisboa. O ESCPortugal marcou presença e mostra-lhe tudo AQUI. O Festival da Canção e Eurovisão são assuntos abordados em diversas páginas. Destacamos alguns pontos:
1991: O Festival da Canção foi o local de nascimento do «Emanuel cantor»
Depois de aceitar "o que o destino lhe tinha andado a preparar nos últimos 34 anos", o cantor Emanuel dá-se a conhecer ao público português no Festival da Canção de 1991. Contudo, "tal como lhe acontecia sempre nestas situações em que, inexplicavelmente, o universo parecia conspirar contra ele antes de tudo se alinhar de forma quase mágica, ficou afónico". Admite que a "performance podia ter corrido melhor", mas o oitavo lugar alcançado no concurso não foi impeditivo para o sucesso que estaria para vir...
2007: A True Fantasy vivida em Helsínquia e os ensaios num bar alugado
Convidado pela RTP para participar no evento nacional em 2007, Emanuel fizera uma canção para uma voz feminina em parceria com Tó Maria Vinhas, sendo que a sua defensora fora escolhida por casting: "Maria Teresa não era a melhor voz que tinha ouvido na vida, mas tinha uma óptima presença em palco, enchia o ecrã, tinha aquela luz artística que só alguns têm e que faz toda a diferença" pode ler-se na obra, bem como: "Tinha 24 anos (...) e quando lhe telefonou para lhe dizer que tinha sido a escolhida, ela gritou de felicidade. Só lhe faltava um nome mais sonante, talvez. Sabrina, seria a Sabrina". Apesar de "não terem muito tempo" para trabalhar juntos o tema Dança Comigo (Vem ser Feliz), a parceria sai vitoriosa e abrem-se as portas do palco eurovisivo para a candidatura de Emanuel.
Impossibilitado de estar presente no primeiro ensaio da cantora na Finlândia por motivos profissionais, Emanuel admite que a excitação o consumiu nos dias antes da semifinal: "tinha de viajar de madrugada e praticamente não dormiu (...) estava tão excitado que não conseguiu relaxar o suficiente para dormir e o mesmo aconteceu depois do espetáculo (em Bordéus)". No entanto, regressado à Finlândia, o compositor não gostou do que ouviu e agiu na hora: "Assim que Emanuel chegou a Helsínquia, viu e ouviu a gravação e percebeu que teria de fazer alterações nos arranjos das vozes para facilitar o trabalho dos coros e da intérprete. Passou a noite a pensar no que poderia fazer para solucionar o problema, encontrou um bar que estava fechado e pediu ao proprietário se lhe alugava o espaço para eles poderem ensaiar à vontade as adaptações que ele queria fazer à canção e aos coros".
No derradeiro dia, a atuação "não podia ter corrido melhor", obtendo "a melhor pontuação de todos os países da Europa ocidental e a melhor que Portugal tinha tido desde que tinha sido instituída esta forma de pontuação", ficando de fora da Final por apenas três pontos, explicou a escritora, tendo elucidado os leitores sobre as grandes transformações do certame europeu nos últimos anos com a entrada de países oriundos da desfragmentada Jugoslávia.
Em jeito de rescaldo, garante que a experiência "fora extremamente enriquecedora" apesar da eliminação. "Descobrir outros palcos e outros artistas internacionais era sempre motivo de alegria para Emanuel, que era muito permeável a influencias e sonoridades desconhecidas" pode ler-se na obra.
2014: O regresso ao Festival Eurovisão e a polémica em torno da participação
Desafiado pela RTP, Emanuel não hesita em compor um tema para o Festival da Canção depois do sucesso da anterior edição. "O único senão é que não tinha muito tempo para compor o tema e para escolher quem o ia cantar" admite, tendo revelado que chegou à Suzy através do seu irmão: "No próprio dia do casting, disse que gostava que fosse ela a dar a voz à canção que estava a preparar. Escolhera-a pelo mesmo motivo que havia escolhido Sabrina anos antes. Tinha uma presença rara em palco e entregava-se por completo à interpretação quando tinha o microfone na mão".
Contudo, ainda antes do concurso, "Emanuel avisou-a desde logo que teria de se preparar para as críticas que costumavam rodear qualquer música que ele criasse". Suzy respondeu "que já era adulta e já tinha estrutura suficiente e experiência de vida para lidar com a crítica (...) mas não esperava o que aí vinha".
Depois da vitória no Festival da Canção, "começaram a surgir críticas à canção e ao estilo em que se inseria", chegando mesmo a ser iniciada uma petição para anular a escolha do público, recordando a edição de 2011. No entanto, pela primeira vez, "Emanuel ficou verdadeiramente furioso" com os rumores que o cantor havia recorrido a uma central telefónica para garantir mais votos, tendo, posteriormente, "sido posta em causa a sua integridade".
Admite que "tinha pedido aos amigos para votarem nele (...) aos fãs para escolherem a Suzy (...) e que tinha aparecido com a cantora para promover a sua canção", mas não admitia que insinuassem que havia fraudelado os resultados, fazendo um "alvoroço mediático". As ameaças à mulher, a conferência de imprensa, os advogados e os desmentidos marcam o capítulo, onde o cantor lamenta que "pouca gente apareceu para ouvir o que ele tinha para dizer (...) depois de pressionar a RTP para que se tornasse pública a lista de votações", o que nunca aconteceu, lamenta o músico, que queria que as votações fossem tornadas públicas.
Em Copenhaga, apesar do seu receio que Suzy acusasse o "nervosismo adquirido pela polémica injusta", a candidatura volta a alcançar o 11.º lugar a apenas um ponto de qualificação. De regresso a casa, Emanuel recorda a desilusão da cantora "porque sentira na pele o preconceito em relação à música pimba (...) era necessário uma boa estrutura emocional para conseguir lidar com as críticas ofensivas e gratuitas".
Sobre o seu futuro no Festival da Canção, Emanuel é direto: "Prometeu a si próprio que, só se as circunstâncias mudassem muito, voltaria a participar no Festival da Canção que, de resto, estava a perder protagonismo desde que passara a ter demasiados concorrentes para se realizar numa noite só", recordando ainda a classificação de Leonor Andrade em Viena e a recente retirada da RTP do concurso europeu.
O livro pode ser adquirido na FNAC, através deste link.
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Intitulada 'Nascemos para ser felizes", a biografia de Emanuel foi apresentada, esta tarde, na FNAC do Colombo, em Lisboa. O ESCPortugal marcou presença e mostra-lhe tudo.
Perante uma plateia recheada de caras conhecidas do grande público, a jornalista e apresentadora Júlia Pinheiro teve a "árdua tarefa" de apresentar o livro, garantindo ter sido surpreendida com algumas das revelações: "Eu não sabia que o bebé Emanuel tinha vindo ao mundo com quase cinco quilos", o que mereceu algumas gargalhadas do público. A vinda prematura para Lisboa, a vida profissional iniciada como barman e as recordações da família foram alguns dos temas abordados pela apresentadora, realçando que, no decorrer de toda a obra, não há qualquer crítica negativa a alguém: "Apenas mostra a sua humildade, algo tão raro nos dias de hoje", rematou.
[AO VIVO] Emanuel: "Nasci para ser feliz e agradeço todos os dias por o ter conseguido"
Intitulada 'Nascemos para ser felizes", a biografia de Emanuel foi apresentada, esta tarde, na FNAC do Colombo, em Lisboa. O ESCPortugal marcou presença e mostra-lhe tudo.
Com o objetivo de relatar "a vida de um homem que foi adolescente quando devia ter sido criança e que foi homem quando devia ter sido adolescente", Emanuel lançou, esta tarde, na FNAC do Centro Comercial Colombo, em Lisboa, a sua biografia 'Nascemos para ser felizes'. O ESCPORTUGAL esteve presente no evento.
Manuel Fonseca, administrador da editora Guerra & Paz, deu o mote para o início da apresentação, enaltecendo o "belíssimo trabalho" da jornalista Elizabete Agostinho que "bebeu cada palavra dita pelo cantor", revelando ter conhecido Emanuel na apresentação de um livro de José Jorge Letria no Hospital de Santa Marta. "Franqueza, espírito positivo e optimismo" foram, segundo o administrador, as grandes ressalvas da colaboração, terminando o seu depoimento fazendo mote ao tema do livro: "Ou é para sermos felizes ou não vale mesmo a pena".
Como havíamos anunciado anteriormente AQUI e AQUI, o Festival da Canção marcou presença na obra, tendo o mesmo sido mencionado por Júlia Pinheiro aquando da sua intervenção: "O Emanuel conta na obra que fica afónico com os nervos, algo que tem melhorado ao longo dos anos. Mas quem é que fica afónico na primeira vez que vai ao Festival da Canção?" brincou a apresentadora. Contudo, no decorrer da obra, as participações como compositor no Festival da Canção em 2007 e 2014 e, consequentemente, no Festival Eurovisão desses mesmos anos, ganham maior destaque por parte da escritora.
Elizabete Agostinho enfatizou o "enorme talento e a grande entrega" do cantor que, ao longo das várias décadas de carreira, contabiliza cerca de 1200 temas e que se orgulha de poder dizer que "não há nenhum português que nunca tinha dançado ou batido o pé ao som de uma das suas músicas". Realçando a postura de Emanuel para com a vida, "o querer fazer as outras pessoas felizes", Elizabete agradeceu a confiança depositada no seu trabalho que, contudo, garante estar incompleta: "com certeza absoluta que esta história vai ter muitos mais capítulos e que não ficará por aqui".
Conhecido por ser uma pessoa reservada no que diz respeito à sua vida pessoal, que descreve como uma necessidade sua de "ter um oásis de paz", Emanuel tomou a palavra perante a plateia de onde se destacava a sua esposa e os seus filhos. Contudo, em prol da obra, "tive de alterar a minha forma de ser e não sei se o voltarei a fazer no futuro" afirmou, "só aceitando revelar factos da minha história poderia dar a conhecer, de forma genuína, a vida do homem que está por trás do artista". Os elogios à família, "marcada pela Segunda Guerra Mundial e cujo principal objetivo de vida era que os filhos não passassem pelas suas privações", deram mote ao discurso. Admite que o seu nascimento foi um claro sinal do que seria a sua vida: "um bebé que nasce com corpo de três meses foi o primeiro sinal de prematuridade. (...) Este livro não quer retratar a vida de alguém que é famoso. Quis contar a vida de um homem que foi adolescente quando devia ter sido criança e que foi homem quando devia ter sido adolescente.".
Em jeito de remate, Emanuel garante que "Nasci para ser feliz e agradeço todos os dias, repito, todos os dias, ao céu por o ter conseguido". O livro pode ser adquirido na FNAC, através deste link.
O que disse Emanuel, na biografia, sobre as suas participações do Festival Eurovisão em 2007 e 2014? Para ler AQUI.
Elizabete Agostinho enfatizou o "enorme talento e a grande entrega" do cantor que, ao longo das várias décadas de carreira, contabiliza cerca de 1200 temas e que se orgulha de poder dizer que "não há nenhum português que nunca tinha dançado ou batido o pé ao som de uma das suas músicas". Realçando a postura de Emanuel para com a vida, "o querer fazer as outras pessoas felizes", Elizabete agradeceu a confiança depositada no seu trabalho que, contudo, garante estar incompleta: "com certeza absoluta que esta história vai ter muitos mais capítulos e que não ficará por aqui".
Conhecido por ser uma pessoa reservada no que diz respeito à sua vida pessoal, que descreve como uma necessidade sua de "ter um oásis de paz", Emanuel tomou a palavra perante a plateia de onde se destacava a sua esposa e os seus filhos. Contudo, em prol da obra, "tive de alterar a minha forma de ser e não sei se o voltarei a fazer no futuro" afirmou, "só aceitando revelar factos da minha história poderia dar a conhecer, de forma genuína, a vida do homem que está por trás do artista". Os elogios à família, "marcada pela Segunda Guerra Mundial e cujo principal objetivo de vida era que os filhos não passassem pelas suas privações", deram mote ao discurso. Admite que o seu nascimento foi um claro sinal do que seria a sua vida: "um bebé que nasce com corpo de três meses foi o primeiro sinal de prematuridade. (...) Este livro não quer retratar a vida de alguém que é famoso. Quis contar a vida de um homem que foi adolescente quando devia ter sido criança e que foi homem quando devia ter sido adolescente.".
Em jeito de remate, Emanuel garante que "Nasci para ser feliz e agradeço todos os dias, repito, todos os dias, ao céu por o ter conseguido". O livro pode ser adquirido na FNAC, através deste link.
O que disse Emanuel, na biografia, sobre as suas participações do Festival Eurovisão em 2007 e 2014? Para ler AQUI.
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[AGENDA] Júlia Pinheiro apresenta biografia de Emanuel na próxima semana
O lançamento da biografia de Emanuel está agendado para o próximo dia 18, pelas 18.30 horas na Fnac do Centro Comercial Colombo, em Lisboa. A apresentação estará a cargo da jornalista e apresentadora da SIC Júlia Pinheiro. "Nascemos para ser felizes", assim se intitulada a obra.
Tal como publicámos AQUI, o músico e cantor Emanuel é o protagonista de uma biografia intitulada "Nascemos para ser felizes", de autoria da jornalista Elizabete Agostinho. A sessão de apresentação decorrerá na Fnac do Centro Comercial Colombo, em Lisboa, no próximo dia 18, pelas 18.30 horas. A jornalista Júlia Pinheiro fará a apresentação da obra. O livro tem mais de 200 páginas e foi editado pela Guerra & Paz Editores, tendo como base diversas entrevistas e conversas com a jornalista.
De acordo com Emanuel, "este livro, ao retratar a minha vida, está também a retratar a vida de muitos homens e mulheres da minha geração. Ao lê-lo, vai ser possível compreender porque é que muitas crianças precisavam de trabalhar (antes do 25 de Abril), o ambiente de namoro, que condições existiam para o início da sexualidade, o casamento, a ambição e dedicação ao trabalho, como se uma voz dissesse: não pares!… o seguir em frente depois de cometer erros, o querer dar o melhor aos filhos, e recordar momentos vividos por todos nós portugueses ao longo destes 59 anos".Para além disso, a obra "não pretende salientar a vida de alguém que é famoso, mas sim a vida de um homem igual a muitos outros, e que acredita que nasceu para ser feliz".Para a autora Elizabete Agostinho, "costumo dizer que qualquer vida dava um filme, mas depois há aquelas vidas invulgares que dão livros emocionantes, surpreendentes e intensos. A vida do Emanuel tem sido extraordinária, e foi-me dado o privilégio de a transformar num romance biográfico que me deu um gozo tremendo".O ESCPORTUGAL sabe que o Festival da Canção é um dos temas que não poderiam faltar numa obra que irá falar da vida e obra do músico e cantor, nomeadamente a sua primeira participação em 1991, na altura como intérprete de Com muito amor, e as duas participações seguintes como autor e compositor das canções Dança Comigo (vem ser feliz), em 2007, e Quero ser tua, em 2014. Recorde estas duas últimas participações, bem como um dos seus últimos êxitos:
De acordo com Emanuel, "este livro, ao retratar a minha vida, está também a retratar a vida de muitos homens e mulheres da minha geração. Ao lê-lo, vai ser possível compreender porque é que muitas crianças precisavam de trabalhar (antes do 25 de Abril), o ambiente de namoro, que condições existiam para o início da sexualidade, o casamento, a ambição e dedicação ao trabalho, como se uma voz dissesse: não pares!… o seguir em frente depois de cometer erros, o querer dar o melhor aos filhos, e recordar momentos vividos por todos nós portugueses ao longo destes 59 anos".Para além disso, a obra "não pretende salientar a vida de alguém que é famoso, mas sim a vida de um homem igual a muitos outros, e que acredita que nasceu para ser feliz".Para a autora Elizabete Agostinho, "costumo dizer que qualquer vida dava um filme, mas depois há aquelas vidas invulgares que dão livros emocionantes, surpreendentes e intensos. A vida do Emanuel tem sido extraordinária, e foi-me dado o privilégio de a transformar num romance biográfico que me deu um gozo tremendo".O ESCPORTUGAL sabe que o Festival da Canção é um dos temas que não poderiam faltar numa obra que irá falar da vida e obra do músico e cantor, nomeadamente a sua primeira participação em 1991, na altura como intérprete de Com muito amor, e as duas participações seguintes como autor e compositor das canções Dança Comigo (vem ser feliz), em 2007, e Quero ser tua, em 2014. Recorde estas duas últimas participações, bem como um dos seus últimos êxitos:
Suzy - Quero ser tua
Sabrina - Dança Comigo (vem ser feliz)
Emanuel - O ritmo do amor (kuduro)
Fonte: AM PRODUÇÕES, ESCPORTUGAL / imagem: ESCPORTUGAL / Vídeo: YOUTUBE
Ao Vivo
Braga
Emanuel
ESC2007
ESC2014
FC1991
Biografia editada em outubro
[AO VIVO] Aveleda esteve ao rubro com concerto de Emanuel
Emanuel foi rei e senhor em mais um concerto da sua digressão “Reino da Alegria”. O espetáculo do passado sábado foi um dos últimos antes da apresentação da sua biografia inédita. O ESCPORTUGAL esteve em Aveleda, Braga.
O dia esteve chuvoso no Minho, no passado sábado, quase obrigando a cancelar o concerto de Emanuel nas festas de Aveleda. Mas, quando as primeiras imagens foram projetadas no ecrã gigante que preenchia o fundo do palco, a chuva parou e assim ficou durante todo o espetáculo – o ponto alto das festas desta freguesia do concelho de Braga.
Depois de um curto vídeo e imagens sobre a infância de Emanuel, eis que o artista sobe ao palco acompanhado por cerca de uma dezena de membros da sua equipa, entre músicos e bailarinas. “Ó senhor guarda (não leve a mal)” foi a primeira canção que se fez ouvir. Foi o mote para aquilo que viria a ser todo o concerto: muita festa, dança, cor, animação e… alegria! O público, que enchia o recinto, sabia as letras de cor, e muitas vezes acompanhou o cantor como se de um grande coro se tratasse.
Durante cerca de duas horas, Emanuel cantou alguns dos maiores sucessos de toda uma carreira. Carreira esta que já conta com mais de 25 anos e quase três dezenas de trabalhos editados. Das centenas de temas interpretados, escritos e musicados por si, ouvimos no sábado passado uma pequena mostra ou montra de 19 canções, algumas das quais apenas excertos em medley ou passagens entre temas. A primeira parte foi marcada por êxitos dos anos 90, como “Rapaziada vamos dançar”, “Vamos a elas” ou “Vem esta noite”, seguindo-se dois temas dos primeiros anos deste século, como “E o piripiri”, fechando com mais recentes como “Baby, és uma bomba”, “Hino à alegria”, “O ritmo do amor” ou “I love kuduro house”, cuja versão original é interpretada em dueto com Cláudia Soares.
Mas o maior dos aplausos da noite, e onde Emanuel conseguiu que ninguém ficasse parado, aconteceu com “Pimba pimba”, um dos maiores sucessos da sua carreira aqui apresentado com uma nova roupagem.
Emanuel demonstrou, uma vez mais, ter uma grande capacidade de reinvenção ao explorar diferentes ritmos e sonoridades e a emprestar novos arranjos a temas antigos, que se tornam bem atuais para os objetivos que se propõem. Ao concerto de Aveleda, seguem-se dois outros muito em breve: no próximo sábado em Duas Igrejas, em Penafiel, e a 22 de outubro no casino da Póvoa de Varzim.
Biografia editada em outubro
O ESCPORTUGAL sabe que será lançada, muito em breve, uma biografia autorizada de Emanuel, de autoria da jornalista Elisabete Agostinho. O livro intitulado "Nascemos para ser felizes", tem mais de 200 páginas e será editado pela Guerra & Paz Editores, tendo como base diversas entrevistas e conversas com a jornalista. O Festival da Canção é um dos temas que não poderiam faltar numa obra que irá falar da vida e obra do músico e cantor, nomeadamente a sua primeira participação em 1991, na altura como intérprete de Com muito amor, e as duas participações seguintes como autor e compositor das canções Dança Comigo (vem ser feliz), em 2007, e Quero ser tua, em 2014.
A data provisória de lançamento é o dia 19 de outubro, em Lisboa. O ESCPORTUGAL dará mais informações em breve.
Fonte: ESCPORTUGAL / imagem: ESCPORTUGAL
Anabela
Ao Vivo
ESC1993
FC1988
FC1991
FC1993
FC1996
FC1999
Nelas
Tó Leal
[AO VIVO] Nelas celebra o vinho com surpreendente musical
“As músicas que os vinhos Dão” celebrou a tradição nas bodas de prata da Feira do Vinho Dão. Um musical que surpreendeu pela qualidade do texto, das canções, do elenco, das danças e das tradições recriadas em forma de festa. O ESCPORTUGAL esteve em Nelas.
Nelas assume-se como sendo o “coração” da região demarcada do Dão, não apenas pela sua localização geográfica, mas também porque se trata do concelho que mais vive este vinho, celebrando-o anualmente naquele que é o maior evento do género da região. A Feira do Vinho do Dão, que enche a Praça do Município e ruas adjacentes de Nelas com mais de uma centena de tendas e expositores, tem também um apurado programa de animação, cujo ponto alto é um teatro musical - “As músicas que os vinhos Dão”. Este teve a sua primeira edição em 2014 e, desde então, apresenta anualmente um novo capítulo dessa trilogia. Se na edição de 2015 uma das principais artistas presentes foi Yola Dinis, em 2016 foi a cantora Anabela que assumiu o papel de convidada especial.
“As músicas que os vinhos Dão” foi, assim, uma viagem às Terras do Dão. Muita música, muita cor, muita dança e um fantástico elenco de vozes juntaram-se para, alegremente, cantarem o Dão. O fundo musical era, na sua maioria, bem nosso conhecido, mas as letras foram escritas propositadamente para a ocasião, com autoria de Sandra Viegas Leal.
A figura central desta história é o taberneiro. Este abriu as portas do seu espaço e recebeu, de coração cheio, o povo cansado, mas orgulhoso da vindima. Entre brindes, discussões, alegrias e confissões, a taberna viveu também diferentes histórias de Amor... até ser dia: o amor impossível, o amor perdido, o amor secreto e, claro, o amor pelo Dão. Do elenco de mais de 50 atores, cantores, músicos e bailarinos, destaca-se então as presenças de Artur Marques e Márcia Borges (o taberneiro Antero e a mulher Graciosa). Anabela foi Belinha do Dão. Sofia de Castro foi a mendiga, proporcionando a todos um momento mágico. André Henriques no papel de Fígaro. Inesquecível. O ator Carlos Martins foi Agostinho. Uma grande voz! Joana Leal cantou “A Desfolhada Portuguesa”, célebre canção interpretada por Simone de Oliveira, mas aqui com uma letra dedicada aos 25 anos da Feira do Vinho do Dão. Os fadistas Cátia Garcia e Francisco Sobral, acompanhados pelos guitarristas Samuel Cabral e Paulo Carvalho, cantaram o fado e à desgarrada. As tradições ancestrais presentes na arte cénica e na religiosidade, com muita tradição e fé (onde se destacou a procissão ao som de "Avé Maria" cantada por Anabela).
A produção foi da ContraCanto Associação Cultural, entidade sem fins lucrativos sediada neste concelho e que é presidida por António Leal. Leal foi, nesta peça, também o encenador. Se não associa o nome, recordamos que António era, nos anos 90, mais conhecido como Tó Leal, presença regular na televisão nos programas do Júlio Isidro e também no Festival da Canção onde participou em 5 edições – em 1988, 1991, 1993, 1996 e 1999. “Já me deixei de cantorias”, afirmou Tó Leal ao ESCPORTUGAL. Envolver jovens da terra na magia do teatro é agora o seu desafio. Na associação que preside, são três os cursos que são ministrados: teatro musical, ballet e contracantinho, para os mais pequeninos. Neste musical, os jovens atores alunos desta associação tiveram um papel fundamental no decurso de toda a produção.
A Praça do Município de Nelas encheu nas três apresentações deste musical. É muito gratificante verificar que nem só nas grandes cidades se produz teatro com qualidade. E Nelas é grande ao apostar, desta forma, na Educação pela Cultura.
A Praça do Município de Nelas encheu nas três apresentações deste musical. É muito gratificante verificar que nem só nas grandes cidades se produz teatro com qualidade. E Nelas é grande ao apostar, desta forma, na Educação pela Cultura.
Veja o vídeo do ESCPORTUGAL com alguns dos momentos do musical. O vídeo, desde que foi carregado no facebook rapidamente atingiu as 7500 visualizações:
FC1991
FC1993
novos lançamentos
Paulo Brissos
Paulo Brissos participou pela primeira vez no Festival RTP da Canção em 1991 com o grupo vocal "Bloco" do qual fazia parte também Ricardo Carriço. Em 1993 participou a solo no Festival com o tema de Jan Van Dijck e Nuno Gomes dos Santos "No Dia Seguinte". Recordea atiação no palco co Teatro São Luiz, em Lisboa.
[VÍDEO] Paulo Brissos apresenta novo "Sem pensar em nada"
Paulo Brissos lançou esta noite o videoclip da canção "Sem pensar em nada", terceiro tema de apresentação do álbum "Depois do fim do mundo". O vídeo foi gravado em Portugal (Lisboa e Vila Franca de Xira) e em Inglaterra (Londres e Manchester). Segundo o intérprete e autor, "'Sem pensar em nada' é talvez o tema mais romântico do álbum".
O vídeo conta com a participação da atriz Rita do Vale Capela, editado e realizado por Filipe Henriques, podendo ser visto de seguida:
O vídeo conta com a participação da atriz Rita do Vale Capela, editado e realizado por Filipe Henriques, podendo ser visto de seguida:
Paulo Brissos participou pela primeira vez no Festival RTP da Canção em 1991 com o grupo vocal "Bloco" do qual fazia parte também Ricardo Carriço. Em 1993 participou a solo no Festival com o tema de Jan Van Dijck e Nuno Gomes dos Santos "No Dia Seguinte". Recordea atiação no palco co Teatro São Luiz, em Lisboa.
FC1989
FC1991
Marina Mota
Rainha das Flores
Ricardo Carriço
SIC
Conheça o elenco da nova telenovela "Rainha das Flores"
Foi apresentada na Estufa Fria, em Lisboa, a nova aposta da ficção nacional da SIC. A telenovela "Rainha das Flores" chega para substituir "Poderosas" no horário nobre da SIC e são muitos os rostos conhecidos do público que vão participar nesta nova aposta da ficção da SP Televisão para o canal.
A 'trama', assinada por Alexandre Castro (autor da novela angolana Jikulumessu, exibida na RTP1 e que foi nomeada para um Emmy Internacional) deverá estrear-se no próximo mês de maio. Do elenco, chamou-nos a atenção a presença de Marina Mota (FC1989), Rosa do Canto (FC1980) e Ricardo Carriço (FC1991). Para além destes, o destaque para Sandra Barata Belo, Isabel Abreu, Pepê Rapazote, Marco Delgado, Bárbara Loureiro, Luis Garcia, José Condessa, Madalena Aragão, António Fonseca, Cristina Homem de Mello, Gonçalo Diniz, Leonor Seixas, Marco Costa, Bruno Lagrange, Débora Monteiro, Joaquim Horta, Sara Salgado, António Camelier, Liliana Santos, António Lagarto, Pedro Sousa, Sofia Correia, João Arrais e João Ricardo.
“Rainha das Flores” conta a história de Rosa, uma mulher de fé que durante uma peregrinação a Fátima sofre um grave acidente e perde a memória. Capaz de abordar temas atuais como o bullying ou a importância do desporto, a trama que chegará à SIC para substituir “Poderosas” terá como cenários Lisboa, Tomar, Madeira e Holanda.
Ao Vivo
Dulce Pontes
ESC1991
FC1991
Teatro Aveirense
[AO VIVO] Dulce Pontes com todo o fulgor na terra de Zeca Afonso
Dulce Pontes sobe ao palco do Teatro Aveirense e, numa chuva de aplausos, logo exclama “obrigada por terem vindo!” A cantora aparece descalça, como sempre, e da voz surge “Nu”. Um tema que faz jus à magnífica voz da cantora, que conseguiu pôr um teatro lotado em silêncio absoluto. O ESCPORTUGAL acompanhou mais este concerto da nossa Dulce.
Dulce Pontes surpreendeu tudo e todos ao fazer a sua entrada pela ala esquerda do palco, sozinha, quase que “pedindo licença” no caminho para o piano. E enquanto cantava e tocava Nu, o silêncio encheu a sala lotada do Teatro Aveirense. Assim que se apoderou do palco, onde a esperavam os seus músicos com instrumentos de percussão e de cordas, a artista viajou com esta magnífica canção que marcou o seu álbum Momentos de 2009. Seguiu-se, também ao piano, Há festa na Mouraria, tema tradicional de Alfredo Marceneiro e Gabriel de Oliveira, imortalizado por Amália Rodrigues, aqui com uma roupagem totalmente nova e erudita de autoria da própria Dulce.
Deixa o piano e dirige-se para o centro do palco, recebendo fervorosos aplausos e retribui com sopros de beijos. Aos primeiros acordes de Senhora do Almortão, o público logo a acompanha com palmas. Soam as guitarras em Nevoeiro, logo de seguida ouve-se Bailados do Minho, Fado das Horas, Meu Amor Sem Aranjuez e Júlia Galdéria.
A meio do concerto, a fadista canta Yesterday dos Beatles, aqui intitulado Anteontem, num "cover" muito seu “já que estão tanto na moda”, disse a brincar, arrancando várias gargalhadas do público, contagiado por esta interpretação bem-disposta.
Dulce Pontes não parou de dançar, visivelmente muito animada. Em Martin Codax, jogral e compositor galaico-português, traz as sonoridades das cantigas de amigo tão presentes na Idade Média em Portugal. Do gaélico, canta-se em espanhol Soy un circo, uma mescla de tradicional e popular e, depois, encurta-se a saia para cantar e sobretudo dançar Folclore. Entre canções, o público foi-lhe gritando elogios, elogios esses que serviam de mote às curiosidades que a artista ia lançando no intervalo das músicas. Mas o maior aplauso da noite foi todo para Índios da meia praia, original de Zeca Afonso, aqui cantado com todo o fulgor na terra que o viu nascer. José Afonso nasceu em 1929 em Aveiro, mais precisamente no Largo das Cinco Bicas na freguesia da Glória.
Antes do final, a esperada Canção do Mar, cantada tanto no palco como na plateia; novos e menos novos sabiam de cor uma das canções mais marcantes de toda a música portuguesa de sempre.
O concerto chegava ao fim mas o público, durante largos minutos, “obrigaram” a artista a um regresso. E, com todos em pé, cantou-se e dançou-se Laurindinha.
O ESCPORTUGAL gravou um pequeno vídeo desse momento, vídeo este que nas primeiras 24 horas foi visto mais de 25.000 vezes. Veja ou reveja o vídeo:
Depois de um longo interregno dos palcos nacionais, 2015 tem sido um ano excelente para a mais internacional das cantoras portuguesas. O próximo concerto está agendado para 11 de outubro em Havana, Cuba, mas a 17 de outubro regressa a território nacional com um concerto no Multiusos de Guimarães.
Nota de rodapé para a presença, neste concerto em Aveiro, do maestro Armindo Neves, assíduo nos anos 80 e 90 em diversos festivais da canção e que aqui esteve inseparável da sua guitarra. Um grande entre os grandes!
Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: ESCPORTUGAL/ Video: ESCPORTUGAL
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