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FC2018
Festival da Canção 2018
Gonçalo Madail
Júlio Isidro
RTP
FC2018: Sorteio das semifinais do Festival da Canção 2018 acontece hoje
A RTP anunciou, através do site oficial, que o sorteio das semifinais do Festival da Canção 2018 decorre hoje, na sede da emissora em Lisboa. Gonçalo Madaíl e Júlio Isidro, presidente do júri, serão os responsáveis pelo sorteio.
Tal como aconteceu na última edição do Festival da Canção, a RTP dividirá os compositores a concurso pelas duas semifinais do certame através de um sorteio. A notícia foi avançada pelo site oficial da RTP, revelando que o sorteio decorrerá durante o dia de hoje, 25 de Outubro, na sede da emissora em Lisboa.
Gonçalo Madaíl, da direção da RTP, e Júlio Isidro, que repetirá o cargo de presidente do Júri do Festival da Canção, serão os responsáveis pelo sorteio dos nomes dos compositores cujas canções alinharão nos programas de dia 18 e 25 de fevereiro de 2018. Cada semifinal contará com 13 participantes, sendo que apenas as 7 mais pontuadas seguirão para a Grande Final, agendada para 4 de março em Guimarães e que contará com 14 canções.
O vídeo do sorteio será disponibilizado no site oficial do Festival da Canção durante o dia de hoje.
Fonte: RTP / Imagem: RTP
5 Para a Meia-Noite
Conchita Wurst
Donos Disto Tudo
Eduardo Madeira
FC2017
Júlio Isidro
RTP
Salvador Sobral
O Festival da Canção 2017 esteve em destaque no programa Donos Disto Tudo: Salvador Sobral, Júlio Isidro e Conchita Wurst foram imitados por Eduardo Madeira, Manuel Marques e António Raminhos, respetivamente.
[VÍDEO] Festival da Canção em destaque no 'Donos Disto Tudo'
O Festival da Canção 2017 esteve em destaque no programa Donos Disto Tudo: Salvador Sobral, Júlio Isidro e Conchita Wurst foram imitados por Eduardo Madeira, Manuel Marques e António Raminhos, respetivamente.
O programa 'Donos Disto Tudo', transmitido ontem pela RTP1, destacou o Festival da Canção 2017. Manuel Marques, no papel de Júlio Isidro, Eduardo Madeira, como Salvador Sobral, e António Raminhos, que criou uma versão russa de Conchita Wurst, recriaram a Grande Final do Festival da Canção 2017, que acontecerá esta noite, sendo que as possíveis intervenções russas no concurso europeu deste ano estiveram em destaque na rubrica.
Aceda ao programa AQUI a partir dos 9:10.
De realçar que, na passada quinta-feira, aquando da transmissão do programa 5 para a Meia Noite, Eduardo Madeira, na sua personagem Osório, abordou o Festival da Canção na presença de Filomena Cautela e Catarina Furtado. Recorde o momento de seguida:
Fonte/Imagem: RTP
FC2017
Festival da Canção 2017
Júlio Isidro
RTP
[VÍDEO] Júlio Isidro: "Preferi dar prioridade às canções portuguesas"
Em entrevista com o ESCPORTUGAL no final da transmissão televisiva da segunda semifinal do Festival da Canção, Júlio Isidro explicou as opções de voto tomadas nas duas eliminatórias do concurso.
Em resposta à nossa pergunta sobre a discrepância tão grande que existiu entre o voto do júri e o televoto, o presidente do júri das semifinais do Festival da Canção, Júlio Isidro, confessou estar "muito admirado". Recorde-se que, nesta segunda semifinal, o top 4 do júri teve como intérpretes Celina da Piedade, Lena D'Água, Beea e Jorge Benvinda, enquanto o top 4 do público teve como intérpretes Pedro Gonçalves, Jorge Benvinda, Helena Kendall e Celina da Piedade. Enquanto a canção "Don't walk away", de Pedro Gonçalves, foi a preferida do público, o júri classificou-a em 7.º lugar. Júlio Isidro considera naturais estas diferenças, o que poderá originar "maior expectativa para a final". Ao recordar que o júri não qualificou para a final nenhuma das três canções cantadas em inglês, ao contrário do público que qualificou duas delas, Júlio Isidro respondeu que não conhece o voto dos demais jurados individualmente. Contudo, explicando as suas próprias opções de voto, afirmou que quis "privilegiar ao máximo, não apenas a língua portuguesa, mas o sabor musical português."
Nesta breve entrevista, houve também espaço para que Júlio Isidro pudesse falar de outros projetos na televisão.
Nesta breve entrevista, houve também espaço para que Júlio Isidro pudesse falar de outros projetos na televisão.
Veja o vídeo de seguida, com a entrevista na íntegra:
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Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: RTP/ Vídeo: ESCPORTUGAL
ESC2017
Festival da Canção
Festival da Canção 2017
Júlio Isidro
Nuno Galopim
Portugal
RTP
Portugal: "Só uma boa canção pode vencer a Eurovisão"
Num concurso em que relações geográficas e políticas fazem parte do jogo, críticos e jurados não duvidam: a chave para que Portugal se destaque será apenas uma grande canção. Leia o artigo que o DN dedica à final nacional portuguesa.
Na última década do Festival da Eurovisão, apenas quatro edições não foram vencidas por países da Europa de Leste. Desde que as semifinais foram instituídas na competição, há 13 anos, Portugal só por três vezes conseguiu lugar na final, a última em 2010. Num concurso com forte componente geopolítica, em que territórios vizinhos e aliados têm por hábito votar entre si, de que forma se pode destacar o representante do nosso país em Kiev, capital da Ucrânia, que acolhe a Eurovisão em maio? Uma grande canção é a resposta unânime.
"Uma boa canção será sempre a chave para Portugal cativar atenções", começa por explicar Nuno Galopim, crítico de música que ajudou a RTP a repensar este renovado Festival da Canção, com a primeira semifinal a decorrer hoje, uma segunda no dia 26 e a final no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, a 5 de março. Adianta ainda que "o mapa geopolítico europeu sempre atravessou a história da Eurovisão", exemplificando: "O que era a canção grega de 1976 senão um protesto face à ação militar turca sobre Chipre dois anos antes? Porque censurou a própria RAI a canção italiana de 1974, Si, de Gigliola Cinquetti, numa altura em que estava em campanha em Itália um referendo para a liberalização do divórcio civil? E a canção que fez a estreia da Bósnia e Herzegovina em 1993 não era mais do que uma chamada de atenção para a guerra que então assombrava o país." O jornalista, contudo, ressalva: "Podemos fazer uma leitura política de várias votações. Mas quando as canções falam mais alto, como sucedeu com as vitórias da Alemanha [2010] ou da Suécia [2012 e 2015], os resultados transcendem os efeitos de simpatias, conflitos, diásporas, amizades ou vizinhanças."
Júlio Isidro, que preside ao júri do Festival da Canção deste ano - o qual dividirá a percentagem de votos com o público nas semifinais -, afirma que a prioridade tem de estar assente na qualidade do tema representante. "Portugal não tem de fazer frente a grupos geopolíticos nem ao espetáculo de variedades em que se transformou a Eurovisão. A sua raiz não é o que está a ser hoje. Os países mais a leste, talvez por terem entrado mais tarde, têm um culto pelo festival que faz que aquilo seja sempre resolvido entre eles. Portugal tem de se apresentar com grande dignidade e uma canção de qualidade. Não é preciso mais nada. Ultimamente, nesses palcos, já tivemos leões, bicharada, de tudo. Eu quero é grandes canções", conta o apresentador de várias edições do festival na RTP.
Representante português na Eurovisão por três vezes, Tozé Brito quer que o foco do festival volte a estar centrado nos refrões. "Há arranjos, conivências, relações preferenciais. É natural que falem, que troquem votos. Não é utópico pensar numa futura Eurovisão despolitizada. Não sei é se haverá vontade", adianta o também jurado este ano. "Hoje pode vencer-se a Eurovisão com um tema banal e simples, mas que resultou em três minutos de atuação bem conseguidos visualmente. Mas se estamos a falar de um festival de canções, deveríamos, antes de mais, ouvir as mesmas e votar em função da sua qualidade", atira Brito.
Inês Meneses, um dos nove elementos do júri, garante que, neste concurso, "a confiança é muito importante e raramente a tivemos". "Interessa irmos convictos de que se está perante uma boa canção, e não mais uma moldada aos parâmetros da Eurovisão", explica a radialista, acrescentando que a Eurovisão deve ser "encarada como um divertimento para quem a segue. Dar-lhe mais importância que isso era um disparate", remata.
Fonte: DN / Imagem: eurovision.tv
Dora
FC2017
Festival da Canção
Festival da Canção 2017
Júlio Isidro
Portugal
Ramon Galarza
RTP
Tozé Brito
Portugal: Conheça os jurados do Festival da Canção 2017
A RTP anunciou hoje os jurados que votarão nas semifinais do Festival da Canção. O ESCPORTUGAL apresenta-lhe, de seguida, uma pequena biografia de cada um deles.
Um grupo de 9 jurados será responsável por 50% da votação nas semifinais do Festival da Canção 2017. Os nomes foram anunciados hoje, pela emissora pública portuguesa, em conferência de imprensa (AQUI). Júlio Isidro é o presidente do júri e faz-se acompanhar de Ramon Galarza, Tozé Brito, Gabriela Schaaf, Dora, Nuno Markl, Inês Lopes Gonçalves, João Carlos Callixto e Inês Meneses.
Comecemos pelo presidente do júri, que dispensa introduções. Júlio Isidro é um dos mais conhecidos apresentadores portugueses tendo-se estreado na RTP com apenas 15 anos. A 16 de janeiro de 1960 co-apresentou o Programa Juvenil com Lídia Franco, marcando a sua estreia na televisão. Foi responsável pelo lançamento de muitos artistas portugueses, aos quais dava a oportunidade de atuarem nos programas por si apresentados. Atualmente é uma das caras da RTP Memória apresentando o programa Inesquecível e colaborando no Tráz P'rá Frente. Apresentou o Festival da Canção em 1991 e em 2015.
Ramon Galarza iniciou a sua formação musical aos 7 anos de idade e iniciou a carreira em 1976. Dez anos depois, em 1986, criou a TCHATCHATCHA, empresa de produções musicais com estúdios próprios de gravação. Colaborou com vários artistas ao longo dos anos e trabalhou para vários programas de televisão. Como produtor musical, recebeu seis discos de platina, doze de ouro e dezasseis de prata. Esteve envolvido em todos os Festivais da Canção dos últimos anos e, em 2015, foi um dos comentadores enviados pela RTP para Viena.
Tozé Brito é um cantor, letrista e compositor português. Foi executivo das editoras Universal Music Portugal e BMG. Presentemente é director e administrador da Sociedade Portuguesa de Autores. Formou o seu primeiro grupo aos 14 anos de idade. A solo lança, em 1972, o EP "Liberdade" e participa no Festival da Canção desse ano com "Se Quiseres Ouvir Cantar". Em 1978 vence o Festival, inserido no grupo Gemini. Volta, logo no ano a seguir ao certame português com o tema Novo Canto Português. Em 1982 e em 1985 é o compositor dos temas vencedores do FdC desses anos, Penso em Ti (Eu Sei) e Bem Bom, respetivamente.
Gabriela Schaaf é uma cantora luso-suíça, nascida na Suíça, filha de pai suíço e mãe italiana que foi viver para Portugal, mais exactamente para a cidade do Porto, em 1971. Ainda estudava no Colégio Alemão, quando encontrou o maestro José Calvário a quem lhe revelou o seu grande sonho em ser cantora. Depois de ter realizado audições, foi seleccionada para gravar três temas do álbum Hoje há conquilhas, amanhã não sabemos do grupo Banda do Casaco. Em 1978, obteve grande sucesso, graças ao tema "Põe os Teus Braços à Volta de Mim" e no ano seguinte ficou em segundo lugar no Festival da Canção com a canção "Eu só quero". Em 1986 volta ao com a canção "Cinza e Mel". Em 1988, partiu para Zurique, onde vive na actualidade.
Dora deu-se a conhecer ao grande público em 1986, quando venceu o Festival da Canção com o tema Não Sejas Mau P'ra Mim. Colabora com os Onda Choc e em Março de 1988 que ganha o 1º Prémio Nacional de Música, com o tema "Déjà Vu". Este tema foi apurado para a final do Festival da Canção desse ano, no entanto o tema escolhido para concorrer ao Festival da Eurovisão foi "Voltarei". Em 1990 participa no Festival da OTI, realizado em Las Vegas, com a canção "Quero Acordar". Em 2013 foi a protagonista da edição de fevereiro da revista Playboy. No interior da publicação, a cantora mostra o seu lado mais ousado e surge em várias fotografias em nu integral.
Nuno Markl é humorista, escritor, radialista, apresentador de televisão, cartunista, dobrador e argumentista. Na rádio, começou a ser conhecido em 1993 pela radionovela humorística "A Saga de Abílio que caiu da cerejeira", tendo alcançado grande sucesso poucos anos depois com a rubrica de notícias bizarras O Homem que Mordeu o Cão, que deu origem a três livros, um programa de televisão e um espetáculo ao vivo com digressão nacional. Na televisão, trabalhou como autor na agência criativa Produções Fictícias desde 1995, tendo participado igualmente como ator na série cómica Os Contemporâneos. Como autor e apresentador, participou em diversos programas na RTP, SIC Radical e Canal Q, sendo um dos apresentadores do talk-show 5 para a Meia-Noite na RTP.
Inês Lopes Gonçalves é uma das vozes mais conhecidas da Antena 3 e apresentadora do programa Traz Prá Frente, na RTP Memória. Já escreveu para a Sábado e para o Expresso e trabalhou durante vários meses no humorístico Canal Q.
João Carlos Callixto é apaixonado pela música portuguesa e escreve habitualmente sobre o período do advento do vinil no nosso país, em meados dos anos 50, e o denominado boom do rock português, em inícios dos anos 80. Em 2005, publicou o livro Na Terra dos Sonhos, uma recolha da obra poética de Jorge Palma, complementada pela discografia detalhada deste músico, e em 2013 escreveu textos para o livro Portugal Eléctrico, uma história ilustrada das primeiras décadas do rock em Portugal. Colaborador de diversas editoras musicais, tem coordenado e/ou escrito as notas para reedições de vários discos portugueses. Actualmente, é autor do programa de música “Passado ao Presente”, transmitido semanalmente na RDP Internacional.
Inês Meneses trabalha na Antena 1 onde apresenta, todos os dias, O Amor É. Também é possível ouvi-la na Antena 3 com Pedro Boucherie Mendes (Pedro&Inês), “rindo da actualidade…”. Está na Radar (Lisboa 97.8 fm), diariamente e no programa de entrevistas Fala com Ela.
ESC1965
ESC1969
FC2015
Júlio Isidro
RTP
Simone de Oliveira
Portugal: Simone de Oliveira confirmada no novo programa da RTP
A cantora Simone de Oliveira integrará o painel de jurados do "Á Capela", novo talent show para as noites de sábado da estação pública nacional, juntamente com o apresentador Júlio Isidro.
A partir de fevereiro do próximo ano, a RTP1 irá emitir, aos sábados à noite, um novo talent show conduzido pelo maestro Rui Massena. "Á Capela" é o nome do novo concurso da estação pública, inspirado no formato espanhol "Capelaa", tendo como objetivo encontrar o melhor grupo a cantar à capela, isto é, um grupo que canta sem recorrer a qualquer instrumento musical.
O apresentador Júlio Isidro, responsável pela condução do Festival da Canção de 1991, 1992, 1993 e 2015 e que recentemente lançou a sua auto-biografia AQUI, é um dos jurados confirmados, juntamente com Simone de Oliveira, representante de Portugal no Festival Eurovisão em 1965 e 1969, e Paula Oliveira, professora de música e canto que participou em diversas edições da Operação Triunfo.
Recorde, de seguida, a participação de Simone de Oliveira na última edição do Festival da Canção, em 2015:
Ao Vivo
FC1991
FC1992
FC1993
FC2015
Fnac
Júlio Isidro
Matosinhos
[AO VIVO] “O programa segue dentro de momentos" a autobiografia de Júlio Isidro
“O programa segue dentro de momentos” é o título da autobiografia de Júlio Isidro lançada agora e que revisita alguns dos muitos momentos vividos por este que é apelidado como o “Senhor Televisão”. O ESCPORTUGAL esteve no lançamento da obra na Fnac do Norteshopping, em Matosinhos.
A 16 de janeiro de 1960 começava a trabalhar na Televisão Portuguesa, sendo por isso uma das figuras com maior longevidade de sempre do espaço televisivo português. Falamos de Júlio Isidro, para muitos o Senhor Televisão. No passado sábado decorreu o lançamento da autobiografia “O programa segue dentro de momentos” na presença do autor, da editora Cláudia Rebelo, com comentários de Cristina Alves.
Comunicador nato, Júlio Isidro é uma referência incontornável na história da Rádio e da Televisão em Portugal. Com apenas 15 anos de idade, estreou-se na televisão, tornando-se durante décadas presença regular no pequeno ecrã. A paixão pela rádio, a vocação para a televisão, a visão e pioneirismo nos muitos programas que criou, produziu e apresentou, as entrevistas históricas, a formação nos EUA, são marcas que deixaram marca na história da televisão e na história de muitos apresentadores que se seguiram. Ao longo da sua carreira, apresentou cerca de 30 programas na RTP e 7 programas na TVI, para onde se mudou de 1993 a 1996. Também trabalhou na rádio desde 1968 e escreveu 7 livros.
“É uma honra enorme estar aqui. Tenho admiração, respeito e carinho por este que é o maior vulto da comunicação em Portugal”. Foi, desta forma, que Cristina Alves iniciou a apresentação desta obra. Recorde-se que Cristina Alves trabalhou com Júlio Isidro quando ambos apresentavam, a partir dos estúdios do Monte da Virgem em Vila Nova de Gaia, o programa “Portugal no Coração”. “Dar alegria aos outros” foi a missão de Júlio ao longo de quase 60 anos de carreira. “O Júlio ligou-se a nós e nós retribuímos ligando-nos a ele”, afirmou Cristina, recordando que este “nunca esqueceu de lançar artistas” . Os programas que apresentou foram tantos que não couberam nas 384 páginas do livro. “Engraçado como dedica quase duas páginas do livro para falar dos programas de que não fala na biografia”, sorri Cristina Alves, que terminou dizendo: “O Júlio tem esta generosidade e este coração enorme”.
Diversos artistas e profissionais da comunicação estiveram presentes neste lançamento, nomeadamente os cantores Cristina Roque e Sérgio Castro, dos Trabalhadores do Comércio ambos participantes no Festival da Canção. Também os cantores João Grande, dos Táxi, e Maria Amélia Canossa, os apresentadores Jorge Gabriel, Ana Viriato e a jornalista Madalena Balça estiveram na Fnac.
Júlio Isidro presenteou todos aqueles que enchiam o espaço com uma projeção de imagens e vídeos de diversos programas que apresentou, nomeadamente os diretos para programas de rádio e televisão com estádios lotados com milhares de pessoas. O "Passeio dos Alegres" ou o "Clube Amigos Disney" não poderiam faltar. Um dos momentos recordados pelo apresentador foi a entrevista que conduziu com a cantora francesa Françoise Hardy, representante do Mónaco na Eurovisão 1963. "Lembro-me que era altíssima e que não foi uma conversa de sorriso aberto, se calhar por culpa da minha timidez", escreveu.
Baptista-Bastos assina o prefácio. Para o escritor, a presença assídua de Júlio Isidro nos ecrãs televisivos é “o sinal de um afeto e a lembrança que resiste, mesmo na sombra e no aparente silêncio”. “Consciência, liberdade e atenção pelos outros fazem deste homem [Júlio Isidro] uma espécie de vigilante do nosso tempo, que o próprio tempo se encarrega de fragilizar”. Segundo Baptista-Bastos, “o que Júlio Isidro tem feito e praticado na televisão é um exercício de presença, ensinando que, quando odiamos alguém, só nos ferimos a nós próprios”.
Como profissional de televisão, diz-se que lançou inúmeros artistas portugueses nos diversos programas que criou e apresentou. Um dos casos mais bem-sucedidos é o de Dulce Pontes, que se estreou na televisão nos programas de Júlio Isidro e mais tarde participou no Festival da Canção (por si apresentado) e acabou por vencer. As Doce também são alvo desta obra. Lançadas por Júlio Isidro no programa "Febre de Sábado de Manhã", mereciam ganhar o Festival da Canção de 1981 segundo o autor. "Só não ganharam o Festival RTP da Canção de 1981 porque, vestidas ou despidas de odaliscas, ofenderam a moral hipócrita das senhoras e senhores do júri". Neste caso, "pode-se dizer que o Ali-Babá foi roubado por muito mais que 40 ladrões", escreveu.
O Festival da Canção faz também parte da história de Júlio Isidro. O primeiro festival que apresentou foi o de 1991, ao lado de Ana Paula Reis e que teve lugar na Feira Internacional de Lisboa. Nos dois anos seguintes, Júlio Isidro apresentou as 5 semifinais nos estúdios da RTP. Em 2015 apresentou a final do Festival ao lado de Catarina Furtado.
Comunicador nato, Júlio Isidro é uma referência incontornável na história da Rádio e da Televisão em Portugal. Com apenas 15 anos de idade, estreou-se na televisão, tornando-se durante décadas presença regular no pequeno ecrã. A paixão pela rádio, a vocação para a televisão, a visão e pioneirismo nos muitos programas que criou, produziu e apresentou, as entrevistas históricas, a formação nos EUA, são marcas que deixaram marca na história da televisão e na história de muitos apresentadores que se seguiram. Ao longo da sua carreira, apresentou cerca de 30 programas na RTP e 7 programas na TVI, para onde se mudou de 1993 a 1996. Também trabalhou na rádio desde 1968 e escreveu 7 livros.
“É uma honra enorme estar aqui. Tenho admiração, respeito e carinho por este que é o maior vulto da comunicação em Portugal”. Foi, desta forma, que Cristina Alves iniciou a apresentação desta obra. Recorde-se que Cristina Alves trabalhou com Júlio Isidro quando ambos apresentavam, a partir dos estúdios do Monte da Virgem em Vila Nova de Gaia, o programa “Portugal no Coração”. “Dar alegria aos outros” foi a missão de Júlio ao longo de quase 60 anos de carreira. “O Júlio ligou-se a nós e nós retribuímos ligando-nos a ele”, afirmou Cristina, recordando que este “nunca esqueceu de lançar artistas” . Os programas que apresentou foram tantos que não couberam nas 384 páginas do livro. “Engraçado como dedica quase duas páginas do livro para falar dos programas de que não fala na biografia”, sorri Cristina Alves, que terminou dizendo: “O Júlio tem esta generosidade e este coração enorme”.
Diversos artistas e profissionais da comunicação estiveram presentes neste lançamento, nomeadamente os cantores Cristina Roque e Sérgio Castro, dos Trabalhadores do Comércio ambos participantes no Festival da Canção. Também os cantores João Grande, dos Táxi, e Maria Amélia Canossa, os apresentadores Jorge Gabriel, Ana Viriato e a jornalista Madalena Balça estiveram na Fnac.
Júlio Isidro presenteou todos aqueles que enchiam o espaço com uma projeção de imagens e vídeos de diversos programas que apresentou, nomeadamente os diretos para programas de rádio e televisão com estádios lotados com milhares de pessoas. O "Passeio dos Alegres" ou o "Clube Amigos Disney" não poderiam faltar. Um dos momentos recordados pelo apresentador foi a entrevista que conduziu com a cantora francesa Françoise Hardy, representante do Mónaco na Eurovisão 1963. "Lembro-me que era altíssima e que não foi uma conversa de sorriso aberto, se calhar por culpa da minha timidez", escreveu.
Baptista-Bastos assina o prefácio. Para o escritor, a presença assídua de Júlio Isidro nos ecrãs televisivos é “o sinal de um afeto e a lembrança que resiste, mesmo na sombra e no aparente silêncio”. “Consciência, liberdade e atenção pelos outros fazem deste homem [Júlio Isidro] uma espécie de vigilante do nosso tempo, que o próprio tempo se encarrega de fragilizar”. Segundo Baptista-Bastos, “o que Júlio Isidro tem feito e praticado na televisão é um exercício de presença, ensinando que, quando odiamos alguém, só nos ferimos a nós próprios”.
Como profissional de televisão, diz-se que lançou inúmeros artistas portugueses nos diversos programas que criou e apresentou. Um dos casos mais bem-sucedidos é o de Dulce Pontes, que se estreou na televisão nos programas de Júlio Isidro e mais tarde participou no Festival da Canção (por si apresentado) e acabou por vencer. As Doce também são alvo desta obra. Lançadas por Júlio Isidro no programa "Febre de Sábado de Manhã", mereciam ganhar o Festival da Canção de 1981 segundo o autor. "Só não ganharam o Festival RTP da Canção de 1981 porque, vestidas ou despidas de odaliscas, ofenderam a moral hipócrita das senhoras e senhores do júri". Neste caso, "pode-se dizer que o Ali-Babá foi roubado por muito mais que 40 ladrões", escreveu.
O Festival da Canção faz também parte da história de Júlio Isidro. O primeiro festival que apresentou foi o de 1991, ao lado de Ana Paula Reis e que teve lugar na Feira Internacional de Lisboa. Nos dois anos seguintes, Júlio Isidro apresentou as 5 semifinais nos estúdios da RTP. Em 2015 apresentou a final do Festival ao lado de Catarina Furtado.
Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: ESCPORTUGAL
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