Intitulada 'Nascemos para ser felizes", a biografia de Emanuel foi apresentada, esta tarde, na FNAC do Colombo, em Lisboa. O ESCPortugal marcou presença e mostra-lhe tudo.

Com o objetivo de relatar "a vida de um homem que foi adolescente quando devia ter sido criança e que foi homem quando devia ter sido adolescente", Emanuel lançou, esta tarde, na FNAC do Centro Comercial Colombo, em Lisboa, a sua biografia 'Nascemos para ser felizes'. O ESCPORTUGAL esteve presente no evento.

Manuel Fonseca, administrador da editora Guerra & Paz, deu o mote para o início da apresentação, enaltecendo o "belíssimo trabalho" da jornalista Elizabete Agostinho que "bebeu cada palavra dita pelo cantor", revelando ter conhecido Emanuel na apresentação de um livro de José Jorge Letria no Hospital de Santa Marta. "Franqueza, espírito positivo e optimismo" foram, segundo o administrador, as grandes ressalvas da colaboração, terminando o seu depoimento fazendo mote ao tema do livro: "Ou é para sermos felizes ou não vale mesmo a pena".


Perante uma plateia recheada de caras conhecidas do grande público, a jornalista e apresentadora Júlia Pinheiro teve a "árdua tarefa" de apresentar o livro, garantindo ter sido surpreendida com algumas das revelações: "Eu não sabia que o bebé Emanuel tinha vindo ao mundo com quase cinco quilos", o que mereceu algumas gargalhadas do público. A vinda prematura para Lisboa, a vida profissional iniciada como barman e as recordações da família foram alguns dos temas abordados pela apresentadora, realçando que, no decorrer de toda a obra, não há qualquer crítica negativa a alguém: "Apenas mostra a sua humildade, algo tão raro nos dias de hoje", rematou.



Como havíamos anunciado anteriormente AQUI e AQUI, o Festival da Canção marcou presença na obra, tendo o mesmo sido mencionado por Júlia Pinheiro aquando da sua intervenção: "O Emanuel conta na obra que fica afónico com os nervos, algo que tem melhorado ao longo dos anos. Mas quem é que fica afónico na primeira vez que vai ao Festival da Canção?" brincou a apresentadora. Contudo, no decorrer da obra, as participações como compositor no Festival da Canção em 2007 e 2014 e, consequentemente, no Festival Eurovisão desses mesmos anos, ganham maior destaque por parte da escritora.



Elizabete Agostinho enfatizou o "enorme talento e a grande entrega" do cantor que, ao longo das várias décadas de carreira, contabiliza cerca de 1200 temas e que se orgulha de poder dizer que "não há nenhum português que nunca tinha dançado ou batido o pé ao som de uma das suas músicas". Realçando a postura de Emanuel para com a vida, "o querer fazer as outras pessoas felizes", Elizabete agradeceu a confiança depositada no seu trabalho que, contudo, garante estar incompleta: "com certeza absoluta que esta história vai ter muitos mais capítulos e que não ficará por aqui".

Conhecido por ser uma pessoa reservada no que diz respeito à sua vida pessoal, que descreve como uma necessidade sua de "ter um oásis de paz", Emanuel tomou a palavra perante a plateia de onde se destacava a sua esposa e os seus filhos. Contudo, em prol da obra, "tive de alterar a minha forma de ser e não sei se o voltarei a fazer no futuro" afirmou, "só aceitando revelar factos da minha história poderia dar a conhecer, de forma genuína, a vida do homem que está por trás do artista". Os elogios à família, "marcada pela Segunda Guerra Mundial e cujo principal objetivo de vida era que os filhos não passassem pelas suas privações", deram mote ao discurso. Admite que o seu nascimento foi um claro sinal do que seria a sua vida: "um bebé que nasce com corpo de três meses foi o primeiro sinal de prematuridade. (...) Este livro não quer retratar a vida de alguém que é famoso. Quis contar a vida de um homem que foi adolescente quando devia ter sido criança e que foi homem quando devia ter sido adolescente.".

Em jeito de remate, Emanuel garante que "Nasci para ser feliz e agradeço todos os dias, repito, todos os dias, ao céu por o ter conseguido". O livro pode ser adquirido na FNAC, através deste link.

O que disse Emanuel, na biografia, sobre as suas participações do Festival Eurovisão em 2007 e 2014? Para ler AQUI




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Fonte:ESCPORTUGAL / ImagemESCPORTUGAL

11 comentário(s):

  1. Ricardo Alves22:54

    Até gostava de saber o que diz ele do FC e do ESC

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  2. Anónimo00:17

    O ESCPortugal está em todas :-)

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  3. Anónimo03:08

    Aí ké nervos ate saber o ké disse sobre o FC!

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  4. Como e que alguem sabe,mesmo ja numa certa idade,que nasceu para ser feliz?A vida e uma sucessao de previsoes,mas tambem de imprevistos,alias o factor IMPREVISTO e comum a todos nos! Muita demagogia,mas o que e preciso e vender,nem que seja alguidares de plastico...

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    1. Anónimo19:38

      E também há quem bote a Boca no trombone para dizer seja lá o que for, mesmo sem nada a suportar. Falar por falar ate que a voz doa.

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    2. Anónimo21:07

      Mto sinceramente,qual e a logica de estar a suspirar em desespero por haver quem ache ter nascido para ser feliz,quando de trata de um artigo sobre a biografia de uma pessoa que tem o direito de nela escrever o que quer e o que pensa, desde que não ofenda ninguém?

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    3. Quem disse que Emanuel nao tem o direito de ter publicada a sua biografia escrita por outra pessoa? A logica nao e de suspirar,ai ai,em desespero,mas de estranhar algo,na minha opiniao,tao naif como e o titulo do livro,sobretudo da parte dum businessman de ferro como e Emanuel.

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    4. Anónimo03:37

      Realmente, que demagogia dizer-se que se nasceu para ser feliz!...

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    5. Ainda mais demagogica,pelo negativismo expresso,a declaraçao do administrador da editora:" ...Ou e para sermos felizes ,ou nao vale mesmo a pena..." Como soa isto na alma de alguem ,que por ex. luta deseperadamente contra a morte e se sente infeliz?Nao vale a pena,nao e?Desiste!Se a vida nao for um mar de rosas,nao vale a pena?!

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    6. Com certeza que nascemos para ser felizes. Ou será que alguém nasce para ser infeliz?? Há pessoas que, infelizmente, não conseguem ser felizes por motivos diversos, mas o objetiovo é sempre o mesmo.

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  5. Antes de a voz começar a doer,vale a pena tratar da garganta...para poder bombar como deve de ser,por ex. a tocar trombone ou flauta,nao para DIZER,mas sim para dar musica,nem que seja aos consumidores.

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