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Rui Bandeira
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Zona de Discos
[ZONA DE DISCOS #99] Rui Bandeira - "20 anos de canções"
Todas as semanas no ESCPORTUGAL, a crítica aos álbuns editados por artistas que participaram no concurso Eurovisão da Canção e/ou seleções nacionais ao longo dos anos.
Esta semana, a análise recai no disco celebração dos 20 anos de carreira de Rui Bandeira.
O responsável da rubrica é Carlos Carvalho.
Esta semana, a análise recai no disco celebração dos 20 anos de carreira de Rui Bandeira.
O responsável da rubrica é Carlos Carvalho.
Lançamento: 28 de junho de 2019
Nota: 8/10
Muito dificilmente, em 1999,
alguém apostaria que Rui Bandeira, 20 anos depois, em 2019, seria um dos
intérpretes portugueses mais acarinhados pelo público nacional, com uma
carreira bastante sólida e sucesso comercial bastante significativo.
Rui Bandeira - 20 Anos de
canções (Full concert)
Alinhamento
A ver: Rui Bandeira - Homenagem - No Programa - Agora Nós - RTP - 03/01/2019
“Como tudo começou” acabou por se
revelar um título profético para a trajectória de Rui Bandeira, um tema e um
intérprete que não lidera as preferências do mundo português eurovisivo e que
acaba por ser, injustamente, um pouco ou tanto esquecido em termos de
reconhecimento, mesmo quando estamos perante um de apenas 3(!) intérpretes portugueses
que após a Eurovisão dos últimos 20 anos conseguiu um contínuo sucesso
discográfico – juntando-se apenas Rita Guerra e Salvador Sobral ao restrito
leque.
Talvez pelo facto do reportório de
Rui Bandeira ser facilmente atacado pela pseudo- crítica, por ser facilmente
apelidado de pimba, afasta-o imediatamente de determinados circuitos. Mesmo
este concerto em áudio e dvd será facilmente ‘deitado abaixo’ mesmo por aqueles
que não se predispuseram a ver sequer 5 minutos do concerto aqui em causa, mas
que não perdem uma oportunidade para criticar destrutivamente. Até esta análise
poderá ser estranha…Mas vamos a factos!!!
Como o próprio intérprete diz, “são
20 anos, não são 20 dias”. Acrescentamos que são 20 anos de uma discografia
regular e de um sucesso ascendente. É tudo bom? Não! Na sua vasta discografia
há algumas apostas menos conseguidas. Se o primeiro álbum – “Como tudo começou”
(1999) – foi, por um lado, decente, deixou, por outro, uma incógnita de difícil
solução: o que será feito deste cantor daqui a 5 anos - penso que ninguém se
atreveria a pensar mais do que esse espaço temporal, certo? Muito provavelmente
estará completamente esquecido. E se é verdade que os álbuns que se seguiram
nem sempre foram tiros certeiros, certamente foram a afirmação da vontade que
Rui Bandeira tinha em ficar. Desde uma onda “boy band”, mas a solo, no disco “Mais”
(2000), a uma capa que dá direito a um tesourinho deprimente, em 2004, “Destino”,
são trabalhos que lhe permitiram, pelo menos, ir aparecendo com alguma
regularidade no meio televisivo e, consequentemente, não ser esquecido, embora
não houvesse ainda o “estilo Rui Bandeira”.
Cremos que o salto rumo à
afirmação de uma identidade musical se dá em “Só Deus Sabe” (2006), o primeiro
álbum que grava para a editora Espacial – toda a sua carreira discográfica está
dividida entre a Vidisco e a Espacial. É aqui que ouvimos uma aproximação assumida
ao estilo que ainda hoje o caracteriza, sendo o seu primeiro disco que deu direito
a um álbum gravado ao vivo, e com o a execeção de “Como tudo começou” (1999)
todo o novo trabalho é composto por temas de 2006 em diante.
De acordo com o press release do disco, “Rui Bandeira
“20 Anos de Canções” é o resultado de um espetáculo gravado ao vivo que nos
leva a percorrer a história e o trajeto deste intérprete. Convidados muito
especiais como os seus filhos Tiago Bandeira e Bárbara Bandeira, bem como o seu
produtor musical Jorge do Carmo e o seu amigo de longa data, José Malhoa,
prestigiam esta nova edição. Um disco duplo, CD+DVD que não deve perder e onde
poderá não só ouvir os grandes sucessos de Rui Bandeira, mas também poderá
desfrutar, assistindo a um grande concerto, gravado ao vivo no Casino da Póvoa
de Varzim.”
Embora as baladas sejam parte substancial
do seu sucesso, Rui Bandeira afirma que, de vez em quando, gosta de ir
adicionando “alguns ingredientes da moda”. Esses ingredientes estão bem visíveis
nos sucessos de “Loucura de Amor” (2013), “Rumba Rumba”” (2014) e “Sente”,
todos eles com direito a inclusão nesta celebração de duas décadas. Duas
décadas marcadas por uma ascensão lenta, mas segura e contínua, e com uma base
de fãs bastante fiel. Um percurso honesto, construído à margem de apetecíveis
letras gordas para a imprensa cor-de-rosa. Um percurso musical num mundo
competitivo e feroz mas que está assente numa grande amizade e cumplicidade
artística. Falamos aqui do músico e compositor Jorge do Carmo que está, obviamente,
presente, quer nas várias composições que encetam esta celebração, quer de modo
mais visível como convidado especial em “Juntos no Palco”.
Apesar de todo o sucesso, e
recuperando uma ideia da nossa análise ao álbum “Sonho estar contigo” (2018),
falta ainda na sua carreira um tema que seja nacionalmente reconhecido de modo
imediato como a “música do Rui Bandeira”. Não sabemos se faz parte ou não das suas
aspirações. O que sabemos é que Rui Bandeira espera estar presente, pelo menos
mais 20 anos. Nós acreditamos que sim. Em 2039 vamos estar a escrever sobre Rui
Bandeira…. É melhor guardar esta análise. Até lá!
Parabéns, Rui!
Rui Bandeira - 20 Anos de
canções (Full concert)
Alinhamento
Intro
Medley
I RB 20 anos
(Alma
Ferida / Coração Esquecido / Somos só Amantes
/ Chegou a Hora / Deus Abençoou o Nosso Amor)
Como
Tudo Começou
Ainda
me olhas com amor
Quando
eu te amava
Alma
ferida
Deixa
o amor entrar Ft. Tiago Bandeira
Sonho
estar contigo
Deus
Abençoou o Nosso Amor
Cuida
bem dela
Tu
és parte de mim Ft. Bárbara Bandeira
Medley
- (Loucura de amor / Rumba Rumba)
Sempre
a pensar em vocês
Quatro
da Manhã
Coração
Esquecido Ft. José Malhoa
Medley
- (Sei Que Não Vais Esquecer / Morro de amor)
Sente
Juntos
no palco Ft. Jorge do Carmo
Medley
(Somos
Só Amantes / Chegou a hora / Um Dia Vais Voltar)
A
luz que me guia
Não
me abandones agora
Não
Me Arrependo de Nada
CONVIDADOS MUSICAIS
Tiago Bandeira
Bárbara Bandeira
José Malhoa
Jorge
do Carmo
MÚSICOS
Jorge
Azevedo (Trompete & Direção Musical)
Virgílio
Marujo (Bateria)
Miguel
Martins (Magic) (Baixo)
Márcio
Ferreira (Teclados)
João
Matos (Guitarras)
Eduardo
Azevedo (Saxofone)
Vítor
Carvalho (Saxofone)
Pedro
Azevedo (Trompete)
Marco
Tavares (Trombone)
Rodrigo
Lage (Trombone)
Ana
Sofia Gonçalves (Coros)
Célia
Carvalho (Coros)
Susana
Magalhães (Viola D´Arco)
Gabriela
Magalhães (Violoncelo)
José
Luís Carvalho (Violino 1)
Tiago
Moreira (Violino 2)
A ver: Rui Bandeira - Homenagem - No Programa - Agora Nós - RTP - 03/01/2019
Pode ouvir o
disco AQUI.
Alexandra Lencastre
Ao Vivo
Diogo Infante
FC1999
Porto
[AO VIVO] Alexandra Lencastre surpreendente em "Quem tem medo de Virginia Woolf?"
“Quem tem medo de Virginia Woolf?”, clássico dos anos 60 do norte-americano Edward Albee, tem agora uma versão protagonizada por Alexandra Lencastre e Diogo Infante. O ESCPORTUGAL esteve na estreia no Porto.
Alexandra Lencastre e Diogo Infante são Martha e George nesta versão de um dos maiores clássicos contemporâneos da dramaturgia norte-americana, assinado por Edward Albee (falecido há precisamente um ano). Trata-se de um dos thrillers psicológicos mais famosos de sempre, alvo de múltiplas versões e adaptações, a mais célebre protagonizada nos anos 60 por Elizabeth Taylor e Richard Burton, também no cinema onde foi vencedor de cinco Óscares, entre os quais o de melhor atriz. A peça mantém-se, contudo, intemporal até aos dias de hoje.
O ESCPORTUGAL esteve na estreia da peça no Teatro Nacional de São João, no Porto. E pudemos comprovar que esta é uma das raras ocasiões onde a interpretação, o desempenho e a produção combinam em palco perfeitamente. Alexandra Lencastre, uma das atrizes mais conceituadas e com créditos firmados no nosso país, não deixa por mãos alheias mais este papel, ao incorporar de forma brilhante Martha. Diogo Infante, como George, encaixa com Alexandra cada centímetro de um casamento aparentemente ineficaz e amargurado.
George e Martha, o casal gladiador, regressam a casa, de madrugada, vindos de uma festa na universidade onde George dá aulas. O pai de Martha, diretor da universidade, apresenta o novo corpo docente, do qual faz parte um novo professor Nick (aqui desempenhado pelo ator José Pimentão), que está acompanhado pela sua mulher (Lia Carvalho). Quando os convidados chegam, George e Martha discutem. No início o jovem casal manifesta algum desconforto, mas à medida que a noite avança e o álcool começa a surtir efeito, deixam-se envolver no mundo tumultuoso e perturbador dos anfitriões. O que começa como uma noite de jogos e brincadeiras transforma-se, rapidamente, num monstruoso duelo psicológico entre George e Martha, com inevitáveis repercussões nos convidados.
Tendo, então, como ponto de partida essa festa com muito álcool “Quem tem medo de Virginia Woolf?” é o jogo mais perverso, mais viciosamente desagradável, mais incrivelmente angustiante no cânon americano. “Você não tem limites nenhuns?”, pergunta, às tantas, Nick. De facto, Martha e George não têm limites, vivendo um drama tumultuoso e selvagem que exalta as suas misérias como casal, exibindo perante estranhos uma brutal sessão de discussão que atinge níveis tão duros e perversos que consegue com que o público se sinta intrinsecamente ligado à história ficcionada mas que aqui, graças aos excelentes desempenhos deste quarteto, consegue transformar-se em algo tão real.
Esta obra teatral caracteriza-se por uma linguagem forte num retrato posto a nu de duas personagens que se amam, odiando-se. Insultos que dão lugar a violência. Uma violência que quase não tem a ver com contacto físico, mas verbal. Todas as personagens são vítimas e culpadas ao mesmo tempo. Martha, George e o jovem casal de convidados. Todos guardam segredos. E a sua frustração e miséria os fazem atacar sem dó nem piedade quem está mais perto, fazendo-os responsáveis pelo pior das suas vidas.
Mas o guião de “Quem tem medo de Virginia Woolf?” tem muito mais que miséria e violência verbal. Entre os valores que pretende transmitir, está também a amizade e o amor pelo próximo. O cenário é simples, mas o espectador não consegue tirar os olhos dos protagonistas, com interpretações de outro mundo. Estes entregam-se aos respetivos papéis de modo a alcançar a excelência, transmitindo um sem número de emoções que muito poucas vezes é conseguido no teatro com tanta precisão: raiva, dor, confusão, amargura, fragilidade, ódio, desespero… um cocktail que chega a alcançar temperaturas quase insuportáveis levando o espectador a sentir-se incomodado.
Mais de duas horas depois, o público pôde respirar de alívio… o final não contamos: a peça irá continuar em cena no Teatro Nacional de São João, no Porto, até 24 de setembro. A digressão já inclui datas em Estarreja, Loulé, Figueira da Foz, Setúbal, Águeda, Bragança e Oliveira do Bairro.
Anabela
Ao Vivo
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Nelas
Tó Leal
[AO VIVO] Nelas celebra o vinho com surpreendente musical
“As músicas que os vinhos Dão” celebrou a tradição nas bodas de prata da Feira do Vinho Dão. Um musical que surpreendeu pela qualidade do texto, das canções, do elenco, das danças e das tradições recriadas em forma de festa. O ESCPORTUGAL esteve em Nelas.
Nelas assume-se como sendo o “coração” da região demarcada do Dão, não apenas pela sua localização geográfica, mas também porque se trata do concelho que mais vive este vinho, celebrando-o anualmente naquele que é o maior evento do género da região. A Feira do Vinho do Dão, que enche a Praça do Município e ruas adjacentes de Nelas com mais de uma centena de tendas e expositores, tem também um apurado programa de animação, cujo ponto alto é um teatro musical - “As músicas que os vinhos Dão”. Este teve a sua primeira edição em 2014 e, desde então, apresenta anualmente um novo capítulo dessa trilogia. Se na edição de 2015 uma das principais artistas presentes foi Yola Dinis, em 2016 foi a cantora Anabela que assumiu o papel de convidada especial.
“As músicas que os vinhos Dão” foi, assim, uma viagem às Terras do Dão. Muita música, muita cor, muita dança e um fantástico elenco de vozes juntaram-se para, alegremente, cantarem o Dão. O fundo musical era, na sua maioria, bem nosso conhecido, mas as letras foram escritas propositadamente para a ocasião, com autoria de Sandra Viegas Leal.
A figura central desta história é o taberneiro. Este abriu as portas do seu espaço e recebeu, de coração cheio, o povo cansado, mas orgulhoso da vindima. Entre brindes, discussões, alegrias e confissões, a taberna viveu também diferentes histórias de Amor... até ser dia: o amor impossível, o amor perdido, o amor secreto e, claro, o amor pelo Dão. Do elenco de mais de 50 atores, cantores, músicos e bailarinos, destaca-se então as presenças de Artur Marques e Márcia Borges (o taberneiro Antero e a mulher Graciosa). Anabela foi Belinha do Dão. Sofia de Castro foi a mendiga, proporcionando a todos um momento mágico. André Henriques no papel de Fígaro. Inesquecível. O ator Carlos Martins foi Agostinho. Uma grande voz! Joana Leal cantou “A Desfolhada Portuguesa”, célebre canção interpretada por Simone de Oliveira, mas aqui com uma letra dedicada aos 25 anos da Feira do Vinho do Dão. Os fadistas Cátia Garcia e Francisco Sobral, acompanhados pelos guitarristas Samuel Cabral e Paulo Carvalho, cantaram o fado e à desgarrada. As tradições ancestrais presentes na arte cénica e na religiosidade, com muita tradição e fé (onde se destacou a procissão ao som de "Avé Maria" cantada por Anabela).
A produção foi da ContraCanto Associação Cultural, entidade sem fins lucrativos sediada neste concelho e que é presidida por António Leal. Leal foi, nesta peça, também o encenador. Se não associa o nome, recordamos que António era, nos anos 90, mais conhecido como Tó Leal, presença regular na televisão nos programas do Júlio Isidro e também no Festival da Canção onde participou em 5 edições – em 1988, 1991, 1993, 1996 e 1999. “Já me deixei de cantorias”, afirmou Tó Leal ao ESCPORTUGAL. Envolver jovens da terra na magia do teatro é agora o seu desafio. Na associação que preside, são três os cursos que são ministrados: teatro musical, ballet e contracantinho, para os mais pequeninos. Neste musical, os jovens atores alunos desta associação tiveram um papel fundamental no decurso de toda a produção.
A Praça do Município de Nelas encheu nas três apresentações deste musical. É muito gratificante verificar que nem só nas grandes cidades se produz teatro com qualidade. E Nelas é grande ao apostar, desta forma, na Educação pela Cultura.
A Praça do Município de Nelas encheu nas três apresentações deste musical. É muito gratificante verificar que nem só nas grandes cidades se produz teatro com qualidade. E Nelas é grande ao apostar, desta forma, na Educação pela Cultura.
Veja o vídeo do ESCPORTUGAL com alguns dos momentos do musical. O vídeo, desde que foi carregado no facebook rapidamente atingiu as 7500 visualizações:
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Jorge do Carmo
Kátia Aveiro
A cantora Kátia Aveiro acaba de lançar "Boom sem parar", que promete ser o novo hit do verão. Em menos de 4 dias o vídeo já foi visto mais de 280.000 vezes no youtube.
O compositor tem história no festival da canção, graças à assinatura de "Como tudo começou" interpretada por Rui Bandeira na Eurovisão em 1999. Jorge do Carmo destaca esse trabalho no seu site oficial, bem como os diversos temas seus interpretados por cantores diversos como Ana, Axel, Ana Malhoa, Canta Bahia, David Navarro, Marco Paulo ou Adriana Lua.
Desta vez aventurou-se na autoria do tema "Boom sem parar", na voz de Kátia Aveiro, e produzido a uma escala mundial pelo RedOne, com trabalhos do género com Jennifer Lopez, One Direction ou Austin Mahone. O vídeo-clip terá sido gravado em Saint Tropez e está a ser um sucesso na internet.
De acordo com a página de facebook de Jorge do Carmo, nos primeiros dias de vendas o single atingiu o top de vendas em diversos países, nomeadamente o 4.º lugar na Russia.
Kátia Aveiro lança hit de verão com compositor do ESC1999
A cantora Kátia Aveiro acaba de lançar "Boom sem parar", que promete ser o novo hit do verão. Em menos de 4 dias o vídeo já foi visto mais de 280.000 vezes no youtube.
O compositor tem história no festival da canção, graças à assinatura de "Como tudo começou" interpretada por Rui Bandeira na Eurovisão em 1999. Jorge do Carmo destaca esse trabalho no seu site oficial, bem como os diversos temas seus interpretados por cantores diversos como Ana, Axel, Ana Malhoa, Canta Bahia, David Navarro, Marco Paulo ou Adriana Lua.
Desta vez aventurou-se na autoria do tema "Boom sem parar", na voz de Kátia Aveiro, e produzido a uma escala mundial pelo RedOne, com trabalhos do género com Jennifer Lopez, One Direction ou Austin Mahone. O vídeo-clip terá sido gravado em Saint Tropez e está a ser um sucesso na internet.
De acordo com a página de facebook de Jorge do Carmo, nos primeiros dias de vendas o single atingiu o top de vendas em diversos países, nomeadamente o 4.º lugar na Russia.
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Fonte: KATIA AVEIRO, JORGE DO CARMO
ESC1999
FC1999
Rui Bandeira
[VIDEO] Rui Bandeira lança novo CD
O cantor que representou Portugal na Eurovisão 1999 acaba de lançar um novo CD e um novo vídeo-clip.
Com a chancela da Vidisco, "Sempre a pensar em vocês" é o novo album de Rui Bandeira, incluindo 10 faixas. Trata-se do 2.º album de originais em menos de dois anos, muito graças ao sucesso que o artista tem grangeado em Portugal e junto das comunidades portuguesas no estrangeiro. No verão que agora começou, Rui Bandeira tem cerca de 20 concertos agendados, prevendo alcançar as três dezenas até setembro.
A edição do CD foi acompanhada pelo lançamento de um novo vídeo clip da canção "Loucura de amor", cuja autoria é de Carlos Soares e Jorge do Carmo, autor de diversos temas do Festival da Canção, destacando-se o tema vencedor de 1999.
Com a chancela da Vidisco, "Sempre a pensar em vocês" é o novo album de Rui Bandeira, incluindo 10 faixas. Trata-se do 2.º album de originais em menos de dois anos, muito graças ao sucesso que o artista tem grangeado em Portugal e junto das comunidades portuguesas no estrangeiro. No verão que agora começou, Rui Bandeira tem cerca de 20 concertos agendados, prevendo alcançar as três dezenas até setembro.
A edição do CD foi acompanhada pelo lançamento de um novo vídeo clip da canção "Loucura de amor", cuja autoria é de Carlos Soares e Jorge do Carmo, autor de diversos temas do Festival da Canção, destacando-se o tema vencedor de 1999.
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Fonte: RUI BANDEIRA e JORGE DO CARMO
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Rui Bandeira
A completar 14 anos de carreira, o cantor Rui Bandeira, de 39 anos de idade, prepara o seu 13.º trabalho que sairá para o mercado discográfico em junho deste ano. A reportagem é da Agência de Informação Regional.
Rui Pedro Neto de Melo Bandeira dá os primeiros passos na profissão em 1987. “Foi nesta altura que ingressei numa Igreja Evangélica”, e aí começou a tocar piano, cantar e a compor os seus primeiros temas. E por ali permaneceu cerca de dez anos. Durante esse período edita quatro trabalhos discográficos. Anos mais tarde, é apresentado a Jorge do Carmo, ainda hoje seu produtor musical. “O Jorge é o grande responsável pelos meus sucessos, é da família”. Para Rui Bandeira todos os seus discos são uma constante aprendizagem. “Para além de existir uma linha que eu sigo e que sou identificado pelas pessoas, gosto em todos os meus discos de colocar sempre alguns temas diferentes para que os mesmos não sejam sempre iguais” pois, não tem dúvidas, “é importante inovar”.
Numa conversa, sem pressas nem reservas, revela que está na música por uma grande paixão e “não é o dinheiro que me move”. Com uma equipa constituída por 20 pessoas, sente também o sabor da crise. “Vivemos dias difíceis, temos muito menos trabalho como em anos anteriores, mas tenho uma equipa que há muito me acompanha e só com sacrifícios é que podemos gerir estas dificuldades”. Porém, “tem sido muito gratificante poder acordar e saber que vale a pena e que tenho pessoas que gostam de mim, da minha carreira e que me seguem para qualquer lado” e, por isso: “só posso agradecer e estar muito feliz”.
Fazendo uma viagem pela sua “ainda curta carreira”, destaca o espectáculo no Coliseu do Porto, a sua passagem pelo Festival da Canção, onde saiu vencedor em 1999, a edição de dois DVDs ao vivo e muitas canções.
[VIDEO] Rui Bandeira edita novo disco em junho
A completar 14 anos de carreira, o cantor Rui Bandeira, de 39 anos de idade, prepara o seu 13.º trabalho que sairá para o mercado discográfico em junho deste ano. A reportagem é da Agência de Informação Regional.
Trata-se de mais um disco de experiências de alguém que vive as emoções à flor da pele, é apaixonado pelo que faz, não gosta de estar no centro das atenções, já que prefere passar despercebido. «Chegou a Hora» é o último disco do cantor que nasceu a 25 de julho de 1973 em Moçambique. “Este foi um disco que me surpreendeu muito pela positiva. Aproveitei todo lado humano das pessoas que me acompanham, mas nunca descaracterizando todo o trabalho que tenho feito ao longo dos anos e que as pessoas já se habituaram a ouvir”.
Rui Pedro Neto de Melo Bandeira dá os primeiros passos na profissão em 1987. “Foi nesta altura que ingressei numa Igreja Evangélica”, e aí começou a tocar piano, cantar e a compor os seus primeiros temas. E por ali permaneceu cerca de dez anos. Durante esse período edita quatro trabalhos discográficos. Anos mais tarde, é apresentado a Jorge do Carmo, ainda hoje seu produtor musical. “O Jorge é o grande responsável pelos meus sucessos, é da família”. Para Rui Bandeira todos os seus discos são uma constante aprendizagem. “Para além de existir uma linha que eu sigo e que sou identificado pelas pessoas, gosto em todos os meus discos de colocar sempre alguns temas diferentes para que os mesmos não sejam sempre iguais” pois, não tem dúvidas, “é importante inovar”.
Numa conversa, sem pressas nem reservas, revela que está na música por uma grande paixão e “não é o dinheiro que me move”. Com uma equipa constituída por 20 pessoas, sente também o sabor da crise. “Vivemos dias difíceis, temos muito menos trabalho como em anos anteriores, mas tenho uma equipa que há muito me acompanha e só com sacrifícios é que podemos gerir estas dificuldades”. Porém, “tem sido muito gratificante poder acordar e saber que vale a pena e que tenho pessoas que gostam de mim, da minha carreira e que me seguem para qualquer lado” e, por isso: “só posso agradecer e estar muito feliz”.
Fazendo uma viagem pela sua “ainda curta carreira”, destaca o espectáculo no Coliseu do Porto, a sua passagem pelo Festival da Canção, onde saiu vencedor em 1999, a edição de dois DVDs ao vivo e muitas canções.
Apesar de nem tudo ter sido fácil ao longo destes anos, sente-se uma pessoa “abençoada por continuar a ter muito público, a ser solicitado para espectáculos”, concluiu o cantor.
O VIDEO CORTESIA DA AGÊNCIA DE INFORMAÇÃO REGIONAL:
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Fonte: AGENCIA DE INFORMAÇÃO REGIONAL / Imagem: RUI BANDEIRA
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