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Portugal: INÊS APENAS distinguida nos Novos Talentos FNAC 2023


A canção "Shhinfrim" de INÊS APENAS foi distinguida nos Novos Talentos FNAC 2023 com uma Menção Honrosa na categoria Música.

ESC2019: CD oficial do Festival Eurovisão 2019 será lançado a 26 de abril


O CD oficial do Festival Eurovisão 2019 será lançado a 26 de abril, revelou a FNAC através do seu site oficial de vendas.

Portugal: FNAC faz alusão à canção de Conan Osíris no Festival da Canção 2019


Depois da Vodafone ter mencionado o cantor numa "campanha", também FNAC fez alusão à participação de Conan Osíris no Festival da Canção 2019: "Antes de tentares ligar para o céu, adere aos planos de proteção".

Portugal: "Excuse Me", de Salvador Sobral, foi o álbum mais vendido na FNAC em 2017


O álbum "Excuse Me", lançado por Salvador Sobral em março de 2016, foi o mais vendido pela FNAC durante o ano de 2017. Tony Carreira, David Fonseca e Raquel Tavares seguem-se nas vendas.

A FNAC revelou, em comunicado de imprensa, os livros, discos e filmes mais vendidos pela empresa ao longo deste ano. "Excuse Me" de Salvador Sobral, álbum lançado em março de 2016, foi o disco mais vendido do ano 2017, sendo seguido por Sempre Mais de Tony Carreira e pelo tributo de David Fonseca a David Bowie. Raquel Tavares (EDC2008) ocupa a quarta posição nas vendas da música com o disco "Roberto Carlos por Raquel Tavares. Do Fundo do Coração", álbum com versões das canções do cantor brasileiro.

Por outro lado, Dan Brown liderou as vendas nos livros com "Origem", seguido por Manuel Pinto Coelho e Paula Hawkins com "Chegar Novo a Velho" e "Escrito na água". "Astérix e a Transitálica" e "O Caderno das Piadas Secas" encerram o top5 dos livros. Nos filmes, as "Histórias e Segredos" de Paula Rego ocupa a primeira posição da tabela, seguido por "Velocidade Furiosa 8" e as "Cinquenta Sombras Mais Negras". "A Bela e o Monstro" e os "Monstros Fantásticos e onde Encontrá-los" fecham o top five. Na categoria de animação, o filme mais vendido foi o "Zootropolis", seguido pelos "Trolls" e "Cantar!".



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Fonte: FNAC / Imagem: RTVE / Vídeo: SalvadorSobral

[AO VIVO] Dulce Pontes conversa com fãs antes do concerto no Coliseu do Porto

Dulce Pontes esteve na noite passada numa superfície comercial de Matosinhos a apresentar o novo álbum “Peregrinação”, na véspera do seu concerto no Coliseu do Porto, que terá lugar esta noite. A conversa foi moderada pelo jornalista João Gobern e o ESCPORTUGAL esteve lá.

Foi uma conversa informal e muito próxima dos muitos fãs que não quiserem perder esta oportunidade de estar lado-a-lado com Dulce Pontes, considerada uma das maiores ‘embaixadoras’ de Portugal no mundo. Durante mais de 1 hora, Dulce Pontes falou-nos, entre outros temas, sobre o seu novo disco, um trabalho que reflete as experiências pessoais da cantora, compositora e instrumentista gravado maioritariamente no seu estúdio localizado numa aldeia de Bragança, concelho onde vive.

“Peregrinação” foi, então, o mote para a conversa. O jornalista João Gobern começou por dizer que este trabalho “foi muito sofrido por um lado, mas muito compensador por outro”, lançado numa altura em que as vendas de discos estão na mó de baixo. Para a cantora, autora e compositora, este é o resultado de um percurso de 7 anos, lançado de forma independente. “Até os custos foram completamente assumidos por mim”, revelou Dulce, que afirmou não querer estar dependente de qualquer editora discográfica, a não ser a sua própria. “Posso desta forma ter a minha liberdade artística", justificou. "É uma questão entre usar a música e servir a música. Nunca me quis servir da música, quis servi-la no sentido de manifestar e transmitir emoções… e música é isso! Nesse sentido, para mim é uma forma de sentir e de estar, por respeito à música e por respeito ao público. Se repetisse sempre as mesmas fórmulas, parava e estagnava criativamente e ficaria sempre a ser a Dulce do Festival da Canção ou a Dulce da “Canção do Mar”…que adoro e canto sempre!Mas todos temos um percurso de vida! Se ficar sempre com aquele aspeto inicial é de plástico. Nunca me quis dissociar da minha idade, de tudo o que vivi e de tanto que ainda tenho para viver.” Desta forma, a cantora demarcou-se das "exigências" das editoras, dando exemplos concretos. 


A conversa fluiu para as suas referências musicais, que passam muito pelo maestro Ennio Morricone, pelos duetos, pelas suas experiências profissionais e pessoais à volta do mundo. O ESCPORTUGAL transmitiu em direto, através de smartphone, a primeira parte do encontro e fomos acompanhados por mais de 1500 leitores. Pode ver ou rever AQUI.

No fim, e já na fase de perguntas dos fãs presentes, Dulce cantou “Senhora do Almortão”. Registámos esse momento em vídeo especialmente para os nossos leitores: 


O concerto de Dulce Pontes está agendado para as 21.30 horas desta noite no Coliseu do Porto. A cantora nunca decide o alinhamento com muita antecedência, sendo certo que irá cantar alguns dos temas deste novo "Peregrinação" e êxitos da sua carreira.

Recorde-se que “Peregrinação” foi editado 36 anos após o seu primeiro disco e 8 anos depois do seu último trabalho "Momentos". O novo álbum é composto por um duplo CD, um dos quais totalmente em português, e o segundo por temas em espanhol. Para além disso, há a edição com DVD: Este é composto por três concertos, um em Roma, no Auditório Parco de la Musica, com a Roma Sinfonietta, sob a direção do maestro Paolo Silvestri, um outro em Budapeste, no Palácio das Artes Béla Bartók, e o terceiro, em Atenas, no Odeon de Herodes Atticus, com várias imagens do ‘making-of’, captadas em Buenos Aires, Espanha e Portugal, segundo fonte a promotora.




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Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: ESCPORTUGAL / Vídeo: ESCPORTUGAL

[AO VIVO] Luiz Caracol promove novo álbum e antecipa concertos em Lisboa e Porto

Três anos depois de ter lançado “Devagar”, o seu álbum de estreia a solo, Luiz Caracol apresenta-nos “Metade e Meia”. Neste fim-de-semana, o músico e intérprete apresentou o novo trabalho na região do Porto e o ESCPORTUGAL esteve lá.



“Metade e Meia” é o novo álbum de Luiz Caracol. São 13 temas que refletem não só esta mestiçagem de Luiz Caracol e da sua música, como toda a mistura de influências que em si se encontram. Neste segundo trabalho "continuam a poder encontrar-se muitos destes elementos que o caracterizam e caracterizam a sua maneira de fazer música, em que as texturas e as sonoridades de uma Lisboa marítima, portuária e mulata se misturam com as palavras e as histórias de Luiz Caracol, assim como as de outros parceiros autorais como Zeca Baleiro, José Luís Peixoto, Fred Martins, Fernando Terra, Edu Mundo, Paulo Flores ou Biru (A.F. Diaphra)".

Este fim-de-semana, o intérprete e músico protagonizou quatro showcases em outros tantos espaços comerciais da região do Porto, apenas com guitarra e voz, para gáudio de um público que lhe é fiel desde as suas origens. O ESCPORTUGAL esteve no showcase de Vila Nova de Gaia. Durante cerca de 45 minutos, Luiz Caracol interpretou seis temas do novo álbum, começando por “Metade” e terminando com “Hoje e amanhã”. Interagindo diretamente com o público, Caracol explicou também algumas das histórias que estão por trás de cada canção.

Luiz Caracol iniciou a carreira em 1996, tendo feito parte do projeto Luiz e a Lata, com o qual se apresentou ao Festival da Canção em 2007 com “Ai Pode”. Paralelamente, fez parte da banda de Sara Tavares, com a qual ainda continua a cantar em dueto. Neste showcase, e a pedido do público, cantou “Tava na tua”, segundo single do seu álbum "Devagar" que interpretou e escreveu com Sara Tavares e que foi um dos seus maiores êxitos.

Em maio, Luiz Caracol estará com a sua banda ao vivo na Casa da Música no Porto a 25 de maio e no dia seguinte no Cinema São Jorge, em Lisboa.



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Fonte: ESCPORTUGAL /Imagem: ESCPORTUGAL

[AO VIVO] Fãs do Porto mataram saudades de Né Ladeiras

Né Ladeiras foi a protagonista de um showcase no passado sábado onde apresentou o seu último álbum "Outras vidas". O ESCPORTUGAL esteve na FNAC do Norteshopping, em Matosinhos. 


Né Ladeiras esteve 15 anos sem gravar, mas esse jejum teve o seu fim com o lançamento do novo CD intitulado "Outras vidas". O lançamento público desse trabalho foi feito no final do ano passado em dois concertos que decorreram no Conservatório de Música de Coimbra e Centro Cultural de Belém, em Lisboa, concerto esse que foi destacado como um dos 10 concertos do ano de 2016, como pode recordar AQUI. No passado sábado, deu-se a sua primeira viagem à região do Porto; embora tenha sabido a pouco por se tratar apenas de uma pequena apresentação num espaço comercial de Matosinhos, serviu para que os fãs pudessem matar saudades da artista que andou demasiado tempo longe das luzes da ribalta.

Em "Outras Vidas", Né Ladeiras presta uma homenagem a várias mulheres que marcaram a sua vivência e a sua carreira como Avita, Greta Garbo, Frida Khalo, Madre Teresa, Isabelle Eberhardt ou Violeta Parra. A intérprete é também a compositora de todas as faixas, sendo que as letras têm assinatura de Tiago Torres da Silva e produção de Amadeu Magalhães, que também toca quase todos os instrumentos que ouvimos no disco.

No passado sábado, e ante uma sala bastante composta, Né Ladeiras interpretou ao vivo cinco faixas do álbum, intercalando cada canção com uma explicação pausada da história e da mulher que a inspirou. Acompanhada pelos músicos Amadeu Magalhães, Ricardo Mingatos e Diogo Passos, foi bom ouvir ao vivo parte da riqueza musical presente neste trabalho.

O ESCPORTUGAL gravou o fecho deste miniconcerto especialmente para os nossos leitores: 


O percurso profissional de Né Ladeiras começou em 1974 ao integrar a Brigada Victor Jara. Em 1979, depois de sair do grupo, junta-se aos Trovante. Entre 1980 e 1982 integra um dos projetos mais inovadores da música portuguesa, a Banda do Casaco. O seu primeiro álbum a solo é editado em 1982. Em 1984 o seu primeiro grande sucesso, "Sonho Azul", faixa do álbum com o mesmo título. Dois anos depois, participa no programa "Uma canção para a Noruega", a final nacional da RTP para o Festival Eurovisão 1986. Com a canção "Dessas juras que se fazem", um original de Rui Veloso e Carlos Tê, não ganhou o passaporte para Bergen, mas ganhou um lugar especial na lista das melhores canções portuguesas de sempre. Recorde essa participação: 


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Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: ESCPORTUGAL / Vídeo: ESCPORTUGAL e YOUTUBE

[AO VIVO] “O programa segue dentro de momentos" a autobiografia de Júlio Isidro


“O programa segue dentro de momentos” é o título da autobiografia de Júlio Isidro lançada agora e que revisita alguns dos muitos momentos vividos por este que é apelidado como o “Senhor Televisão”. O ESCPORTUGAL esteve no lançamento da obra na Fnac do Norteshopping, em Matosinhos. 

A 16 de janeiro de 1960 começava a trabalhar na Televisão Portuguesa, sendo por isso uma das figuras com maior longevidade de sempre do espaço televisivo português. Falamos de Júlio Isidro, para muitos o Senhor Televisão. No passado sábado decorreu o lançamento da autobiografia “O programa segue dentro de momentos” na presença do autor, da editora Cláudia Rebelo, com comentários de Cristina Alves.

Comunicador nato, Júlio Isidro é uma referência incontornável na história da Rádio e da Televisão em Portugal. Com apenas 15 anos de idade, estreou-se na televisão, tornando-se durante décadas presença regular no pequeno ecrã. A paixão pela rádio, a vocação para a televisão, a visão e pioneirismo nos muitos programas que criou, produziu e apresentou, as entrevistas históricas, a formação nos EUA, são marcas que deixaram marca na história da televisão e na história de muitos apresentadores que se seguiram. Ao longo da sua carreira, apresentou cerca de 30 programas na RTP e 7 programas na TVI, para onde se mudou de 1993 a 1996. Também trabalhou na rádio desde 1968 e escreveu 7 livros.

“É uma honra enorme estar aqui. Tenho admiração, respeito e carinho por este que é o maior vulto da comunicação em Portugal”.
Foi, desta forma, que Cristina Alves iniciou a apresentação desta obra. Recorde-se que Cristina Alves trabalhou com Júlio Isidro quando ambos apresentavam, a partir dos estúdios do Monte da Virgem em Vila Nova de Gaia, o programa “Portugal no Coração”. “Dar alegria aos outros” foi a missão de Júlio ao longo de quase 60 anos de carreira. “O Júlio ligou-se a nós e nós retribuímos ligando-nos a ele”, afirmou Cristina, recordando que este “nunca esqueceu de lançar artistas” . Os programas que apresentou foram tantos que não couberam nas 384 páginas do livro. “Engraçado como dedica quase duas páginas do livro para falar dos programas de que não fala na biografia”, sorri Cristina Alves, que terminou dizendo: “O Júlio tem esta generosidade e este coração enorme”.

Diversos artistas e profissionais da comunicação estiveram presentes neste lançamento, nomeadamente os cantores Cristina Roque e Sérgio Castro, dos Trabalhadores do Comércio ambos participantes no Festival da Canção. Também os cantores João Grande, dos Táxi, e Maria Amélia Canossa, os apresentadores Jorge Gabriel, Ana Viriato e a jornalista Madalena Balça estiveram na Fnac.

Júlio Isidro presenteou todos aqueles que enchiam o espaço com uma projeção de imagens e vídeos de diversos programas que apresentou, nomeadamente os diretos para programas de rádio e televisão com estádios lotados com milhares de pessoas. O "Passeio dos Alegres" ou o "Clube Amigos Disney" não poderiam faltar. Um dos momentos recordados pelo apresentador foi a entrevista que conduziu com a cantora francesa Françoise Hardy, representante do Mónaco na Eurovisão 1963. "Lembro-me que era altíssima e que não foi uma conversa de sorriso aberto, se calhar por culpa da minha timidez", escreveu.

Baptista-Bastos assina o prefácio. Para o escritor, a presença assídua de Júlio Isidro nos ecrãs televisivos é “o sinal de um afeto e a lembrança que resiste, mesmo na sombra e no aparente silêncio”. “Consciência, liberdade e atenção pelos outros fazem deste homem [Júlio Isidro] uma espécie de vigilante do nosso tempo, que o próprio tempo se encarrega de fragilizar”. Segundo Baptista-Bastos, “o que Júlio Isidro tem feito e praticado na televisão é um exercício de presença, ensinando que, quando odiamos alguém, só nos ferimos a nós próprios”.

Como profissional de televisão, diz-se que lançou inúmeros artistas portugueses nos diversos programas que criou e apresentou. Um dos casos mais bem-sucedidos é o de Dulce Pontes, que se estreou na televisão nos programas de Júlio Isidro e mais tarde participou no Festival da Canção (por si apresentado) e acabou por vencer. As Doce também são alvo desta obra. Lançadas por Júlio Isidro no programa "Febre de Sábado de Manhã", mereciam ganhar o Festival da Canção de 1981 segundo o autor. "Só não ganharam o Festival RTP da Canção de 1981 porque, vestidas ou despidas de odaliscas, ofenderam a moral hipócrita das senhoras e senhores do júri". Neste caso, "pode-se dizer que o Ali-Babá foi roubado por muito mais que 40 ladrões", escreveu.

O Festival da Canção faz também parte da história de Júlio Isidro. O primeiro festival que apresentou foi o de 1991, ao lado de Ana Paula Reis e que teve lugar na Feira Internacional de Lisboa. Nos dois anos seguintes, Júlio Isidro apresentou as 5 semifinais nos estúdios da RTP. Em 2015 apresentou a final do Festival ao lado de Catarina Furtado.


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Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: ESCPORTUGAL 

[AO VIVO] Fábia Rebordão apresentou o seu "Eu" na Fnac


Fábia Rebordão protagonizou, este fim-de-semana, dois showcases em Lisboa e em Matosinhos para apresentar o seu novo álbum “Eu”. O ESCPORTUGAL acompanhou este lançamento na Fnac do Norteshopping.

Em duas atuações este fim-de-semana na Fnac do Chiado, em Lisboa, e do Norteshopping, em Matosinhos, Fábia Rebordão demonstrou, uma vez mais, que já passou a “promessa do fado” para uma artista já na fase de maturidade, vivendo de corpo e alma o fado bem português cantado no feminino. Fábia Rebordão (sobrinha-neta de Amália e Celeste Rodrigues) tem, neste álbum, o melhor exemplo de como perpetuar esse legado de Amália e da sua conexão à música tradicional. Mas, para além de fados mais nostálgicos, “Eu” foi beber das influências da ginga brasileira, do calor africano e, como não podia deixar de ser, do coração da guitarra portuguesa.

“Obrigada por terem vindo! É para mim um prazer enorme estar neste espaço, numa cidade que me é muito especial, onde vivi três anos e fui muito feliz”
. Foi, assim, que a artista começou a sua atuação de 40 minutos, pautada na íntegra por temas que integram o seu novo álbum intitulado “Eu”. A abrir a atuação, “Alice”: aqui, o público que a não conhecia, rapidamente se apercebeu do poder vocal de Fábia Rebordão. Na versão original, Custódio Castelo, nome maior da Guitarra Portuguesa, é convidado especial. Seguiu-se no alinhamento “Pergunta a Quem Quiseres” uma composição de Alfredo Marceneiro com poema de Mário Rainho, e “Retorno”, tema que tem assinatura da própria cantora. Neste momento, Fábia aproveitou para agradecer a colaboração, para este CD, de “três produtores incríveis” New Max (Expensive Soul), Hugo Novo e Jorge Fernando. Mais próximo do ambiente do fado seguiu-se “Morri por Hoje” para, depois, a viagem continuar com “Suspiro”, tema que tem um lado gingão, entre o fado e o fandango, entre o Brasil e o reggae. “99”, “Não sei dizer” e, por fim, o single de apresentação “Falem agora”, completaram o alinhamento.

Fábia esteve acompanhada por Bruno Chaveiro (guitarra portuguesa), João Domingos (viola de fado), Ivo Martins (percussão) e Zé Ganchinho (baixo).

Veja um excerto, em vídeo do ESCPORTUGAL, de alguns momentos da atuação: 

  

O álbum conta com fados originais com a assinatura de nomes como Pedro Silva Martins, Dino D'Santiago, para além da própria Fábia Rebordão. Outros nomes, que já passaram pelo Festival da Canção, também assinam temas do álbum, como Jorge Fernando, Tozé Brito, Rui Veloso, ou da própria Fábia Rebordão. Jorge Fernando, nome maior do fado português e que, infelizmente (dizemos nós…) já não participa há muitos anos no Festival da Canção, é também o produtor executivo. Apesar de não ter subido ao palco neste showcase, o músico esteve presente no espaço, acompanhando toda atuação.


  


O percurso de Fábia no fado não é de agora: Aos 15 anos, apaixona-se pela canção nacional, pela voz de Amália Rodrigues, e começa a cantar profissionalmente nas casas típicas de alfama. Embora o fado seja a grande matriz da sua paixão pela música, as suas influências musicais são diversas e vão da soul, à bossa nova, à morna, ao blues ou ao jazz. É esta versatilidade que leva Fábia a participar na segunda edição da “Operação Triunfo”, da qual foi uma das finalistas e onde o seu nome se torna conhecido do grande público. A parceria com Jorge Fernando é antiga; o primeiro álbum de Fábia, lançado em 2011, foi produzida pelo músico que, em 1985, participou no Festival da Canção com Umbadá mas há mais de 30 anos se tem destacado de forma notável no fado.



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Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: ESCPORTUGAL /Vídeo: ESCPORTUGAL e YOUTUBE


[ESPECIAL] O que disse Emanuel sobre o Festival da Canção e Eurovisão?


Os nervos que lhe roubaram a voz no Festival da Canção de 1991, os ensaios num bar alugado em Helsínquia e a polémica em torno da participação de Suzy na Eurovisão são temas abordados na biografia de Emanuel, Nascemos para ser felizes.

Intitulada 'Nascemos para ser felizes", a biografia de Emanuel foi apresentada, esta tarde, na FNAC do Colombo, em Lisboa. O ESCPortugal marcou presença e mostra-lhe tudo AQUI. O Festival da Canção e Eurovisão são assuntos abordados em diversas páginas. Destacamos alguns pontos:


1991: O Festival da Canção foi o local de nascimento do «Emanuel cantor»
Depois de aceitar "o que o destino lhe tinha andado a preparar nos últimos 34 anos", o cantor Emanuel dá-se a conhecer ao público português no Festival da Canção de 1991. Contudo, "tal como lhe acontecia sempre nestas situações em que, inexplicavelmente, o universo parecia conspirar contra ele antes de tudo se alinhar de forma quase mágica, ficou afónico". Admite que a "performance podia ter corrido melhor", mas o oitavo lugar alcançado no concurso não foi impeditivo para o sucesso que estaria para vir...



2007: A True Fantasy vivida em Helsínquia e os ensaios num bar alugado

Convidado pela RTP para participar no evento nacional em 2007, Emanuel fizera uma canção para uma voz feminina em parceria com Tó Maria Vinhas, sendo que a sua defensora fora escolhida por casting: "Maria Teresa não era a melhor voz que tinha ouvido na vida, mas tinha uma óptima presença em palco, enchia o ecrã, tinha aquela luz artística que só alguns têm e que faz toda a diferença" pode ler-se na obra, bem como: "Tinha 24 anos (...) e quando lhe telefonou para lhe dizer que tinha sido a escolhida, ela gritou de felicidade. Só lhe faltava um nome mais sonante, talvez. Sabrina, seria a Sabrina". Apesar de "não terem muito tempo" para trabalhar juntos o tema Dança Comigo (Vem ser Feliz), a parceria sai vitoriosa e abrem-se as portas do palco eurovisivo para a candidatura de Emanuel.

Impossibilitado de estar presente no primeiro ensaio da cantora na Finlândia por motivos profissionais, Emanuel admite que a excitação o consumiu nos dias antes da semifinal: "tinha de viajar de madrugada e praticamente não dormiu (...) estava tão excitado que não conseguiu relaxar o suficiente para dormir e o mesmo aconteceu depois do espetáculo (em Bordéus)". No entanto, regressado à Finlândia, o compositor não gostou do que ouviu e agiu na hora: "Assim que Emanuel chegou a Helsínquia, viu e ouviu a gravação e percebeu que teria de fazer alterações nos arranjos das vozes para facilitar o trabalho dos coros e da intérprete. Passou a noite a pensar no que poderia fazer para solucionar o problema, encontrou um bar que estava fechado e pediu ao proprietário se lhe alugava o espaço para eles poderem ensaiar à vontade as adaptações que ele queria fazer à canção e aos coros". 



No derradeiro dia, a atuação "não podia ter corrido melhor", obtendo "a melhor pontuação de todos os países da Europa ocidental e a melhor que Portugal tinha tido desde que tinha sido instituída esta forma de pontuação", ficando de fora da Final por apenas três pontos, explicou a escritora, tendo elucidado os leitores sobre as grandes transformações do certame europeu nos últimos anos com a entrada de países oriundos da desfragmentada Jugoslávia.

Em jeito de rescaldo, garante que a experiência "fora extremamente enriquecedora" apesar da eliminação. "Descobrir outros palcos e outros artistas internacionais era sempre motivo de alegria para Emanuel, que era muito permeável a influencias e sonoridades desconhecidas" pode ler-se na obra.


2014: O regresso ao Festival Eurovisão e a polémica em torno da participação

Desafiado pela RTP, Emanuel não hesita em compor um tema para o Festival da Canção depois do sucesso da anterior edição. "O único senão é que não tinha muito tempo para compor o tema e para escolher quem o ia cantar" admite, tendo revelado que chegou à Suzy através do seu irmão: "No próprio dia do casting, disse que gostava que fosse ela a dar a voz à canção que estava a preparar. Escolhera-a pelo mesmo motivo que havia escolhido Sabrina anos antes. Tinha uma presença rara em palco e entregava-se por completo à interpretação quando tinha o microfone na mão".

Contudo, ainda antes do concurso, "Emanuel avisou-a desde logo que teria de se preparar para as críticas que costumavam rodear qualquer música que ele criasse". Suzy respondeu "que já era adulta e já tinha estrutura suficiente e experiência de vida para lidar com a crítica (...) mas não esperava o que aí vinha".

Depois da vitória no Festival da Canção, "começaram a surgir críticas à canção e ao estilo em que se inseria", chegando mesmo a ser iniciada uma petição para anular a escolha do público, recordando a edição de 2011. No entanto, pela primeira vez, "Emanuel ficou verdadeiramente furioso" com os rumores que o cantor havia recorrido a uma central telefónica para garantir mais votos, tendo, posteriormente, "sido posta em causa a sua integridade".



Admite que "tinha pedido aos amigos para votarem nele (...) aos fãs para escolherem a Suzy (...) e que tinha aparecido com a cantora para promover a sua canção", mas não admitia que insinuassem que havia fraudelado os resultados, fazendo um "alvoroço mediático". As ameaças à mulher, a conferência de imprensa, os advogados e os desmentidos marcam o capítulo, onde o cantor lamenta que "pouca gente apareceu para ouvir o que ele tinha para dizer (...) depois de pressionar a RTP para que se tornasse pública a lista de votações", o que nunca aconteceu, lamenta o músico, que queria que as votações fossem tornadas públicas.

Em Copenhaga, apesar do seu receio que Suzy acusasse o "nervosismo adquirido pela polémica injusta", a candidatura volta a alcançar o 11.º lugar a apenas um ponto de qualificação. De regresso a casa, Emanuel recorda a desilusão da cantora "porque sentira na pele o preconceito em relação à música pimba (...) era necessário uma boa estrutura emocional para conseguir lidar com as críticas ofensivas e gratuitas".

Sobre o seu futuro no Festival da Canção, Emanuel é direto: "Prometeu a si próprio que, só se as circunstâncias mudassem muito, voltaria a participar no Festival da Canção que, de resto, estava a perder protagonismo desde que passara a ter demasiados concorrentes para se realizar numa noite só", recordando ainda a classificação de Leonor Andrade em Viena e a recente retirada da RTP do concurso europeu.


O livro pode ser adquirido na FNAC, através deste link.

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Fonte:ESCPORTUGAL / ImagemESCPORTUGAL / Vídeo: eurovision.tv

[AO VIVO] Emanuel: "Nasci para ser feliz e agradeço todos os dias por o ter conseguido"


Intitulada 'Nascemos para ser felizes", a biografia de Emanuel foi apresentada, esta tarde, na FNAC do Colombo, em Lisboa. O ESCPortugal marcou presença e mostra-lhe tudo.

Com o objetivo de relatar "a vida de um homem que foi adolescente quando devia ter sido criança e que foi homem quando devia ter sido adolescente", Emanuel lançou, esta tarde, na FNAC do Centro Comercial Colombo, em Lisboa, a sua biografia 'Nascemos para ser felizes'. O ESCPORTUGAL esteve presente no evento.

Manuel Fonseca, administrador da editora Guerra & Paz, deu o mote para o início da apresentação, enaltecendo o "belíssimo trabalho" da jornalista Elizabete Agostinho que "bebeu cada palavra dita pelo cantor", revelando ter conhecido Emanuel na apresentação de um livro de José Jorge Letria no Hospital de Santa Marta. "Franqueza, espírito positivo e optimismo" foram, segundo o administrador, as grandes ressalvas da colaboração, terminando o seu depoimento fazendo mote ao tema do livro: "Ou é para sermos felizes ou não vale mesmo a pena".


Perante uma plateia recheada de caras conhecidas do grande público, a jornalista e apresentadora Júlia Pinheiro teve a "árdua tarefa" de apresentar o livro, garantindo ter sido surpreendida com algumas das revelações: "Eu não sabia que o bebé Emanuel tinha vindo ao mundo com quase cinco quilos", o que mereceu algumas gargalhadas do público. A vinda prematura para Lisboa, a vida profissional iniciada como barman e as recordações da família foram alguns dos temas abordados pela apresentadora, realçando que, no decorrer de toda a obra, não há qualquer crítica negativa a alguém: "Apenas mostra a sua humildade, algo tão raro nos dias de hoje", rematou.



Como havíamos anunciado anteriormente AQUI e AQUI, o Festival da Canção marcou presença na obra, tendo o mesmo sido mencionado por Júlia Pinheiro aquando da sua intervenção: "O Emanuel conta na obra que fica afónico com os nervos, algo que tem melhorado ao longo dos anos. Mas quem é que fica afónico na primeira vez que vai ao Festival da Canção?" brincou a apresentadora. Contudo, no decorrer da obra, as participações como compositor no Festival da Canção em 2007 e 2014 e, consequentemente, no Festival Eurovisão desses mesmos anos, ganham maior destaque por parte da escritora.



Elizabete Agostinho enfatizou o "enorme talento e a grande entrega" do cantor que, ao longo das várias décadas de carreira, contabiliza cerca de 1200 temas e que se orgulha de poder dizer que "não há nenhum português que nunca tinha dançado ou batido o pé ao som de uma das suas músicas". Realçando a postura de Emanuel para com a vida, "o querer fazer as outras pessoas felizes", Elizabete agradeceu a confiança depositada no seu trabalho que, contudo, garante estar incompleta: "com certeza absoluta que esta história vai ter muitos mais capítulos e que não ficará por aqui".

Conhecido por ser uma pessoa reservada no que diz respeito à sua vida pessoal, que descreve como uma necessidade sua de "ter um oásis de paz", Emanuel tomou a palavra perante a plateia de onde se destacava a sua esposa e os seus filhos. Contudo, em prol da obra, "tive de alterar a minha forma de ser e não sei se o voltarei a fazer no futuro" afirmou, "só aceitando revelar factos da minha história poderia dar a conhecer, de forma genuína, a vida do homem que está por trás do artista". Os elogios à família, "marcada pela Segunda Guerra Mundial e cujo principal objetivo de vida era que os filhos não passassem pelas suas privações", deram mote ao discurso. Admite que o seu nascimento foi um claro sinal do que seria a sua vida: "um bebé que nasce com corpo de três meses foi o primeiro sinal de prematuridade. (...) Este livro não quer retratar a vida de alguém que é famoso. Quis contar a vida de um homem que foi adolescente quando devia ter sido criança e que foi homem quando devia ter sido adolescente.".

Em jeito de remate, Emanuel garante que "Nasci para ser feliz e agradeço todos os dias, repito, todos os dias, ao céu por o ter conseguido". O livro pode ser adquirido na FNAC, através deste link.

O que disse Emanuel, na biografia, sobre as suas participações do Festival Eurovisão em 2007 e 2014? Para ler AQUI




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Fonte:ESCPORTUGAL / ImagemESCPORTUGAL

[AGENDA] Júlia Pinheiro apresenta biografia de Emanuel na próxima semana

O lançamento da biografia de Emanuel está agendado para o próximo dia 18, pelas 18.30 horas na Fnac do Centro Comercial Colombo, em Lisboa. A apresentação estará a cargo da jornalista e apresentadora da SIC Júlia Pinheiro. "Nascemos para ser felizes", assim se intitulada a obra.


Tal como publicámos AQUI, o músico e cantor Emanuel é o protagonista de uma biografia intitulada "Nascemos para ser felizes", de autoria da jornalista Elizabete Agostinho. A sessão de apresentação decorrerá na Fnac do Centro Comercial Colombo, em Lisboa, no próximo dia 18, pelas 18.30 horas. A jornalista Júlia Pinheiro fará a apresentação da obra. O livro tem mais de 200 páginas e foi editado pela Guerra & Paz Editores, tendo como base diversas entrevistas e conversas com a jornalista.

De acordo com Emanuel, "este livro, ao retratar a minha vida, está também a retratar a vida de muitos homens e mulheres da minha geração. Ao lê-lo, vai ser possível compreender porque é que muitas crianças precisavam de trabalhar (antes do 25 de Abril), o ambiente de namoro, que condições existiam para o início da sexualidade, o casamento, a ambição e dedicação ao trabalho, como se uma voz dissesse: não pares!… o seguir em frente depois de cometer erros, o querer dar o melhor aos filhos, e recordar momentos vividos por todos nós portugueses ao longo destes 59 anos".Para além disso, a obra "não pretende salientar a vida de alguém que é famoso, mas sim a vida de um homem igual a muitos outros, e que acredita que nasceu para ser feliz".Para a autora Elizabete Agostinho, "costumo dizer que qualquer vida dava um filme, mas depois há aquelas vidas invulgares que dão livros emocionantes, surpreendentes e intensos. A vida do Emanuel tem sido extraordinária, e foi-me dado o privilégio de a transformar num romance biográfico que me deu um gozo tremendo".O ESCPORTUGAL sabe que o Festival da Canção é um dos temas que não poderiam faltar numa obra que irá falar da vida e obra do músico e cantor, nomeadamente a sua primeira participação em 1991, na altura como intérprete de Com muito amor, e as duas participações seguintes como autor e compositor das canções Dança Comigo (vem ser feliz), em 2007, e Quero ser tua, em 2014. Recorde estas duas últimas participações, bem como um dos seus últimos êxitos:

Suzy - Quero ser tua

Sabrina - Dança Comigo (vem ser feliz)

Emanuel - O ritmo do amor (kuduro)


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Fonte: AM PRODUÇÕES, ESCPORTUGAL / imagemESCPORTUGAL / Vídeo: YOUTUBE

[AO VIVO] Darko convida Filipa Azevedo e a magia acontece

Darko protagonizou cinco showcases no passado fim-de-semana no norte do país, tendo como convidada especial Filipa Azevedo. O ESC Portugal acompanhou esta jornada de apresentação do álbum "Overexpression".


Zé Manel é um dos mais criativos autores e compositores do país. O seu talento já é conhecido desde os tempos de Fingertips, banda que teve o seu apogeu precisamente quando o jovem músico era seu intérprete. Depois de abandonar o grupo, Zé Manel iniciou uma carreira a solo como Darko e, depois de “Borderline Personality Disorder”, o primeiro álbum de originais, apresenta “Overexpression”, o qual foi lançado em junho.

Nesta nova aventura musical, Zé Manel conta com as participações de Mafalda Arnauth, Leah Andreone e Filipa Azevedo, num disco que se passeia pelas linguagens da pop, baladas sentidas ou os ritmos mais contagiantes da dança com laivos de eletrónica.

No passado fim-de-semana, Zé Manel percorreu as FNAC do Porto, Vila Nova de Gaia, Matosinhos e Braga. O ESC Portugal acompanhou o showcase do Mar Shopping. Se aquando da entrada dos músicos em palco, havia pouco público, rapidamente o espaço encheu quando a voz de Zé Manel se fez ouvir. Na realidade, este evento foi muito mais que uma breve apresentação: Num ambiente intimista, Darko não se limitou a apresentar alguns dos 14 temas do novo “Overexpression”, mas também a viajar por temas mais antigos. O piano de André Mendes ajudou a completar o cenário.

A hora de concerto arrancou com “Overexpression”, a canção que dá título ao álbum, antes de um cumprimento especial ao público que, entretanto, já lotava o espaço. “É um prazer voltar ao norte. Eu nasci em Viseu, mas vinha ao Porto várias vezes na minha infância. Vivo há dez anos em Lisboa mas, sempre que posso, rumo ao norte, pois sou muito acarinhado aqui”. A esta primeira interação com o público, seguiram-se várias entre cada canção. “Define Joy” seguiu-se no alinhamento, tema do seu álbum anterior. Neste concerto, não podiam faltar "Não me digas", balada que faz parte da banda sonora da novela da SIC "Rainha das Flores", “Until the morning comes” da novela Belmonte ou “Para nunca mais (acordar)” da novela “Louco amor”, ambas da TVI. Sucessos também de rádio que o público, timidamente, acompanhou em coro. O primeiro tema que cantou em português – "Pó" – resulta, na sua versão original, de um dueto com Mafalda Arnauth. “Nunca questiono se um artista deve cantar em português ou em inglês. Não ponho de parte um dia cantar em francês”, disse ao público. “Strangers”, “Heartbeats” e “Crying out” completaram o alinhamento.

Filipa Azevedo foi, então, chamada ao palco, perante uma ovação do público. A cantora cumprimentou o público e agradeceu os enormes elogios de Zé Manel na apresentação. “É uma enorme honra poder contar com a Filipa no meu disco”. Seguiu-se, então, o grande momento do concerto quando ambos interpretaram com sentimento “September issues”, com letra e música de Zé Manel, aliás como todo o disco. “Esta é uma voz que eu sigo há anos”, repetiu. “Tem uma voz incrível que chega ao coração das pessoas”.

O ESCPORTUGAL gravou esse momento, especialmente para os nossos leitores:

Já depois do encore, Darko cantou “Another love song”. “Pretendo ser um artista honesto, que partilha coisas sobre as quais me identifico”, explicou.

Quem quiser ver Filipa Azevedo ao vivo, o próximo concerto está agendado para 6 de agosto em Braga. Daremos mais pormenores na nossa AGENDA . Darko estará a 30 na FNAC do Chiado, em Lisboa, a 2 e 3 de agosto nas FNAC do Algarveshopping e Faro.


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Fonte: ESCPORTUGAL / imagem:  ESCPORTUGAL / Vídeo: ESCPORTUGAL FACEBOOK

[AO VIVO] Nuno Galopim estreia-se na ficção e lança “Os últimos dias do Rei”

Nuno Galopim é mais conhecido como jornalista e crítico musical mas, a partir de agora, junta mais uma faceta na sua vida tão polivalente: escreveu um livro sobre "Os Últimos Dias do Rei". É uma estreia na ficção literária com uma história baseada na vida de D. Manuel II, o último rei de Portugal. O ESCPORTUGAL esteve na apresentação.

Começou por traçar um futuro nas ciências, mas o jornalismo, a rádio e, sobretudo, a música e o cinema acabaram por falar mais alto. Fundou nos anos 90 a OGAE Portugal e, desde sempre, tem estado ligado à Eurovisão como fã. Este ano, foi convidado, pela RTP, para ser comentador da transmissão do Festival a partir de Lisboa.

Mas a vida profissional de Nuno Galopim vai muito para além disso: com 27 anos de carreira nos media, escreve atualmente no Expresso, Blitz, Time Out e Metropolis e é autor dos blogues Sound + Vision e Máquina de Escrever. Tem também estado ligado ao cinema como autor, consultor e programador. Juntando a este leque tão variado de ofícios, junta agora mais um: escritor de ficção. A estreia acontece com o romance que tem como base D. Manuel II, o último rei de Portugal.

Na apresentação que decorreu este sábado na FNAC do Norte Shopping, em Matosinhos, Galopim explicou que gosta muito desta personagem da História de Portugal, por vários motivos, mas um chamou mais alto: “Esta figura cruza o ciclo de vida de familiares meus, os meus pais que tinham 1 ano de idade quando ele morre. A minha avó tinha memórias do Regicídio de 1º de fevereiro de 1908, que resultou a morte do rei D. Carlos e a subida inesperada do seu filho, D Manuel II, a Rei de Portugal. A minha avó Quitéria foi a primeira a contar-me as histórias de El-Rei, como ela lhe chamava". Por outro lado, “deste Rei sabemos pouco”, reconheceu Galopim, tendo em conta que foi Rei durante pouco tempo, até à Proclamação da República em 1908 e a sua fuga e exílio imediato para Inglaterra. “Foi bom reencontrar esta figura e, para isso, resolvi visitar palácios – sobretudo o das Necessidade e de Vila Viçosa – ler livros, falar com pessoas, ver imagens da época…” Mas também visitar Londres: “Ir às casas onde viveu, às lojas e mercados que frequentava e também à Igreja onde rezava e que tem uma placa a lembrá-lo”.



A personagem principal do livro é um jornalista (alter ego do autor?) que, em 1932, vindo de Lisboa, apresenta-se na residência de D. Manuel II em Londres, onde vivia em exílio há 22 anos. O objetivo seria entrevistá-lo com o projeto de uma biografia em mente. Embora cansado, o que teria sido o último Rei de Portugal começa a desfolhar as memórias da sua vida. Contudo, morre de forma inesperada antes da biografia estar concluída. O autor faz, então, um regresso ao futuro: Em 2016, um jovem português emigrado em Londres, recebe um inesperado presente da dona de casa: uma mala cheia de papéis, as memórias de um inquilino que ocupara o mesmo quarto 80 anos antes… o último Rei e o jornalista que não chegara a terminar a sua biografia…

“É nesse encontro com as memórias desse jornalista que se estabelecem pontes para chegar à figura real”, afirmou Galopim, acrescentando ter procurado que todos os aspetos da vida de D. Manuel II fossem factuais.




“Os últimos dias do Rei” tem a chancela “A Esfera dos Livros” e pode ser adquirido nas principais livrarias do país.


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Fonte: ESCPORTUGAL, ESFERA DOS LIVROS  / Imagem: ESCPORTUGAL

[AO VIVO] Melo D apresenta “Sou(l) de Lisboa”

O cantor e músico Melo D apresentou o seu novo álbum “Sou(l) de Lisboa” nas FNAC. A influência da música soul e do universo lusófono é o que podemos encontrar neste novo trabalho de originais. O ESCPORTUGAL assistiu a este showcase.


O título não podia ser mais bem conseguido “Sou(l) de Lisboa”, simbolizando a própria vida de Melo D, nascido em Angola, vivendo numa Lisboa multicultural da qual também faz parte mas com percursos profissionais e artísticos em Londres e Barcelona. O novo álbum vem beber da própria existência do artista, mas com um som chill out que nos faz apetecer ouvir numa esplanada, ao fim de tarde. “Sou(l) de Lisboa” inclui 7 temas , inteiramente gravados ao vivo, destacando-se a influência da música soul, que nos remete para a música afro-americana e brasileira, sem nunca esquecer a intervenção social.

Recorde-se que, depois de uma carreira de dez anos, entre 1993 e 2003, enquanto vocalista dos Cool Hipnoise, Melo D estreou-se nos registos a solo com “Outro Universo”, em 2003, tendo editado o sucessor, “Chega de Saudade”, dois anos depois. Com Elaisa, participou no Festival da Canção 2007 com a canção mais contemporânea desse ano “Será cedo?”. Ao longo dos últimos nove anos, o músico estudou produção de música eletrónica, editou música com o projeto eletrónico J.A.M. e deixou "dois discos por terminar" por se dedicar a estes projetos. Há dois anos, Melo D terminou também um curso de guitarra na London Music School.



Na FNAC de Santa Catarina, Melo D esteve acompanhado pelo músico Alexandre Simões, ao saxofone, “com quem toco há mais de 20 anos”, disse na apresentação. Em pouco mais de 30 minutos, Melo D recordou temas antigos, mas sobretudo apresentou alguns dos temas do seu novo álbum. “Chega de saudade”, inspirado na bossa nova, ou “Morena cor de canela”, que, confessa, “escrevi inspirado numa música do Emanuel”. Confuso? Pode ouvir e ver o clip de seguida:


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Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: ESCPORTUGAL / Vídeo: YOUTUBE

[AO VIVO] Os Mesa viajaram por “Loner” em dois showcases


Os Mesa apresentaram no passado sábado o seu novo álbum “Loner”, em dois showcases onde foi possível ouvir os novos sons desta banda que tem Rita Reis como vocalista. O ESC Portugal esteve lá.

Depois de duas apresentações no Village Underground, em Lisboa, e no Passos Manuel, no Porto, eis que “Loner” foi apresentado nas duas FNAC de Matosinhos, no passado sábado. São 12 faixas, onde a banda funde mais eletrónica a elementos orgânicos, comparando com o trabalho anterior “Pés que sonham ser cabeças”. "Asteroid" é a canção-âncora. “É o nosso primeiro disco totalmente em inglês”, afirmou a vocalista ao público presente logo a abrir o showcase". Mais tarde, e no meio de muita informalidade, aproveitou para confessar que "Loner" demorou dois anos a ser produzido. 

Rita Reis está nos Mesa desde 2012, depois de ter integrado a girlsband Nonstop, ter representado, seis anos antes, Portugal no Festival Eurovisão da Canção e de ter passado por Marraquexe e Miami noutros projetos musicais. Rita sente-se, sem dúvida, como peixe na água neste projeto: Cresceu como artista, como intérprete, dando o seu cunho pessoal a canções fortes que rondam as temáticas contemporâneas, como o amor, amizade, ódio, solidão, o próprio envelhecimento “e os lugares mágicos que criamos, onde nos refugiamos".


No palco, destacava-se também a presença de João Pedro Coimbra, fundador dos Mesa e que é também baterista, compositor e letrista.

Neste showcase na Fnac, e apesar das limitações habituais ao nível do som destes espaços, a banda teve oportunidade de tocar durante meia hora, destacando-se “The cave” e “While I wait for a tea”, dois temas onde Rita Reis deu tudo de si, numa entrega que fez o público viajar até ao fundo de cada canção.

Temos um excerto de “Asteroide”, especialmente para os nossos leitores:

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Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: ESCPORTUGAL / Video: FACEBOOK ESCPORTUGAL

[AO VIVO] Dora Maria levou as planícies do Ribatejo ao Chiado


A fadista Dora Maria apresentou na FNAC Chiado, em mini-concerto no passado sábado, o seu segundo trabalho, Encontros, produzido por José Cid e com temas assinados por Tiago Torres da Silva. O ESCPORTUGAL esteve lá e mostra-lhe tudo.

Dora Maria Valente Caldeira nasceu em Lisboa a 19 de Junho de 1975 mas aos sete meses muda-se com os pais para Abrantes, numa tentativa de aproximação às suas raízes alentejanas de Nisa. E é 'Encontros' que se intitula o seu segundo trabalho discográfico, com produção e direção musical de José Cid e Custódio Castelo. 

A fadista, formada em Português e Francês, esteve na FNAC Chiado, em mini-concerto, no passado sábado, a apresentar esse seu trabalho. Apesar de estar com alguns problemas respiratórios provenientes de uma constipação, "os cantores nunca se deviam constipar" lamentou, a cantora deixou rendidas as dezenas de pessoas que aguardaram pela sua atuação.

"Pescador de Olhos Azuis" de autoria e composição de José Cid foi um dos primeiros temas a ser interpretado pela fadista e rapidamente convenceu o público presente a acompanhá-la na interpretação. De relembrar que destacámos esse tema no passado mês de agosto, num concerto de José Cid no Nisa em Festa (AQUI). E foi à terra dos seus pais, Nisa, que Dora Maria dedicou o tema que se seguiu 'Terra de Além Tejo', destacando a presença de uma familiar sua na sala.


Dora Maria na FNAC Chiado [12/12/2015]
A fadista Dora Maria Maria apresentou, no passado sábado na FNAC Chiado, o seu segundo trabalho 'Encontros'. O disco foi produzido por José Cid e conta com letras de Tiago Torres da Silva. O ESCPORTUGAL esteve no mini-concerto e mostra-lhe um pouco do que aconteceu! www.escportugal.pt #DoraMaria #FNACChiado #Chiado #Encontros #JoséCid #TiagoTorresdaSilva
Publicado por ESC Portugal em Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2015

"Vais Estranhar", tema assinado por Jorge Benvinda e Nuno Figueiredo, dos Virgem Suta, seguiu-se no alinhamento do mini-concerto, sendo o bonus-track do trabalho discográfico, onde a fadista interpreta o tema com Jorge Benvinda. Contudo, esse não é o único dueto do disco: "Vozes de Silêncio", de Maria Manuel Cid e Miguel Ramos, é interpretado por Dora Maria e José Cid.

Aquando da interpretação do primeiro single do trabalho, 'A Vida Vai', que "veio do outro lado do Atlântico", com o qual encerrou o mini-concerto, a fadista apresentou a equipa que a acompanhou em palco: Bernardo Fouto (acordeão), João Vaz (guitarra portuguesa), João Chora (viola) e Tiago Ramos (percursão).

Em conversa com o ESCPORTUGAL, a cantora adiantou-nos, em primeira mão, que o seu espetáculo Encontros estará no cineteatro de Nisa, a 6 de fevereiro. Uma boa oportunidade para todos os leitores que queiram conhecer mais o trabalho dessa fadista, bem como conhecer outros dos temas presentes no álbum e da responsabilidade de nomes bastante conhecidos do meio festivaleiro, como José Cid, Tiago Torres da Silva e Jorge Fernando.


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Fonte/Imagem/Vídeo: ESCPortugal

[AO VIVO] Marco Rodrigues empresta a sua criatividade a fados intemporais

Marco Rodrigues protagonizou ontem dois showcases na região do Porto para promover o seu novo álbum "Fados do Fado". O ESCPORTUGAL acompanhou este lançamento.


Em duas atuações nesta sexta-feira na Fnac de Santa Catarina e do Norte Shopping, no Porto e em Matosinhos respetivamente, Marco Rodrigues demonstrou, uma vez mais, que já passou a “promessa do fado” para um artista já na fase de maturidade, vivendo de corpo e alma o fado bem português cantado no masculino. Apesar da predominância, no canto, das mulheres, Marco Rodrigues apresentou alguns dos temas de "Fados do Fado", um "trabalho onde presto homenagem aos homens do fado, artistas muito importantes na história do fado e no meu próprio percurso”, afirmou ao público presente na Fnac de Santa Catarina logo a abrir os 40 minutos de atuação. “Alguns destes nomes são ícones e minhas referências”, sublinhou.

Depois do seu último álbum "EntreTanto", em 2013, ter vivido de originais, desta vez Marco Rodrigues mostra toda a sua criatividade ao apostar em novas versões de temas que se celebrizaram ao longo dos tempos em diversas outras vozes. O desfile de canções abriu com Acho inúteis as palavras, um fado de António Sousa Freitas e José Joaquim Cavalheiro Jr., celebrizado por Amália Rodrigues, mas aqui com uma roupagem totalmente nova, aliando a tradição à modernidade assinada por Marco. Seguiu-se o “bilhete postal” do novo álbum de Marco Rodrigues, Rosinha dos Limões, tema de Artur Ribeiro e Max, interpretado por diversos artistas no passado como o próprio Max e Tony de Matos. Entre um tema e outro, o intérprete tentou agarrar o público, pedindo a sua participação ativa, sempre de forma muito informal, como são normalmente estes pequenos concertos nas Fnac. Outro fado bem tradicional Trigueirinha, de António Vilar da Costa, e que já teve Jorge Fernando como intérprete seguiu-se a um outro, Ai se meus olhos falassem, de Jerónimo Bragança e Nóbrega e Sousa, celebrizado na voz de Tristão da Silva. A fechar, e a pedido do público, Noite, mais uma pedra preciosa que nos remete para os grandes temas de Vasco de Lima Couto e Max.

VEJA UM PEQUENO VÍDEO DO ESCPORTUGAL COM ALGUNS MOMENTOS DA ATUAÇÃO:

Marco Rodrigues na FNAC Porto [30/10/2015]
Fantástica atuação de Marco Rodrigues. Veja o vídeo e surpreenda-se connosco! www.escportugal.pt #MarcoRodrigues #fnac #fnacsantacatarina #porto
Posted by ESC Portugal on Sexta-feira, 30 de Outubro de 2015


Este “Fados do Fado” é, sem dúvida, mais do que uma homenagem, um tributo ao ciclo da transmissão oral no fado. São 11 temas produzidos por Diogo Clemente (que no passado já trabalhou com vozes como Mariza ou Raquel Tavares), e "tem sido um sucesso comercial e de crítica e é verdadeiramente o seu trabalho de afirmação, tanto em Portugal como no estrangeiro", sublinhou a editora em comunicado.

Vencedor da Grande Noite do Fado, em 1999, e do Prémio Revelação Amália Rodrigues, em 2007, o primeiro álbum de Marco Rodrigues é datado de 2006 - "Fados da Tristeza Alegre". Em 2008 participou no Festival da Canção com Em água e sal tema com letra de Inês Pedrosa e música de Tiago Machado. Seguiram-se "Tantas Lisboas" e "EntreTanto".



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Fonte, vídeo e Imagem: ESCPORTUGAL

[AO VIVO] Ricardo Carriço deu a conhecer o novo trabalho num showcase intimista


O gosto pela música que ganhou no Festival da Canção 1991 voltou a despoletar em Ricardo Carriço, mais conhecido como manequim e ator. “O meu mundo” é o título do primeiro projeto musical a solo que Carriço começou este fim-de-semana a apresentar nas FNAC. O ESCPORTUGAL acompanhou o primeiro showcase.


Ricardo Carriço iniciou a sua carreira pela moda, um pouco por acaso, quando, aos 15 anos de idade e a pedido de uma amiga, participou numa passagem de modelos numa festa de finalistas nos Açores. A partir daí, foram várias as oportunidades que o levaram à televisão e ao teatro. Em 1990, com 26 anos, participou na série de televisão “A Grande Mentira”, seguindo-se várias outras como “Claxon”, “Major Alvega” ou “Médico de Família”. Mas foi no teatro, onde se estreou em 1995, e mais tarde nas telenovelas, que viria a trabalhar com grandes nomes como Glória de Matos, Mariana Rey Monteiro, Armando Cortês ou Ruy de Carvalho, com os quais diz ter ganho a sua formação e as suas referências na arte de representar. Atualmente podemos vê-lo como Sebastião Cardoso em “Mar Salgado” da SIC e como encenador na associação Confluência, em Cascais.

Hoje, com 50 anos de idade, Ricardo Carriço quis concretizar o sonho de se estrear na música. Não é uma estreia completa, pois em 1991 como parte dos Blocco, concorreu ao Festival RTP da Canção: com o tema “Fazer uma canção” de Rosa Lobato de Faria e Jan Van Dijck, alcançou o 2.º lugar logo atrás da fantástica Dulce Pontes.

Quer recordar esse momento?


“O meu mundo” é o título do primeiro projeto musical a solo de Ricardo Carriço. O single de lançamento chama-se “Tu” mas na Fnac de Vila Nova de Gaia, onde protagonizou um dos primeiros showcases de lançamento e apresentação, o público quis ouvir de novo “Lágrima Lusitana”, um tema profundo e muito português. Deste primeiro EP de Ricardo Carriço, fazem parte 6 temas. O 2º EP será lançado na primavera de 2015. E por cada CD vendido, 1 Euro reverte para “A Casa dos Rapazes”, da qual Ricardo Carriço fez questão de elogiar e mostrar um grande carinho também como embaixador. Esta instituição tem como missão acolher, cuidar e educar rapazes retirados das famílias, com o objetivo de os ajudar em todas as vertentes da sua vida, pessoal, escolar e profissional.

Num ambiente intimista, que permitia a interação com o público, Ricardo Carriço mostrou-se, neste showcase, bastante descontraído. O público estava, ora agradado com o que ouvia, ora surpreendido e perguntando se este não seria mais um papel para uma qualquer telenovela. Mas não: Carriço é, de facto, um grande cantor, apesar da pobre acústica da FNAC não permitir grandes aventuras interpretativas. Cerca de 30 minutos foi quanto durou o showcase, durante o qual foram interpretados uma mão cheia de temas de “O meu mundo”, que têm como autores nomes como Paul da Silva ou Tozé Brito. E os vários mundos de Carriço têm neste disco um corolário.

Deixamos agora o vídeo clip de “O meu mundo”, realizado nos jardins e interiores do Palácio Marquês de Pombal, em Oeiras, sendo parte das cenas filmadas com recurso a um drone, o que proporcionou fantásticas imagens.



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    Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: ESCPORTUGAL/ Vídeo: YOUTUBE

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