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Reino Unido: Faleceu Clodagh Rodgers, representante britânica no Festival Eurovisão de 1971

 
A cantora Clodagh Rodgers, quarta classificada no Festival Eurovisão de 1971, faleceu ontem, 18 de abril, aos 78 anos.

Malta: Morreu Joe Grech, o primeiro representante de Malta no Festival Eurovisão

 

Morreu o cantor Joe Grech, o primeiro representante de Malta no Festival Eurovisão. O artista tinha 90 anos.

Suécia: Carola atua na semifinal 4 do Melodifestivalen 2023

  


A cantora Carola Häggkvist assinalará o 40.º aniversário do triunfo com "Främling" na quarta semifinal do Melodifestivalen 2023.

Itália: Al Bano, Gianni Morandi e Massimo Ranieri juntos no 'Festival di Sanremo 2023'

 
Al Bano (1976 e 1985), Gianni Morandi (1970) e Massimo Ranieri (1971 e 1973)  atuarão juntos no palco do Festival di Sanremo 2023 a 8 de fevereiro.

Espanha: Karina tece duras críticas à RTVE pela falta de investimento no Festival Eurovisão

 A cantora Karina, representante espanhola no concurso de 1971, teceu duras críticas à postura da RTVE no Festival Eurovisão, frisando que os cantores não podem ser responsabilizados pelos maus resultados.

Faleceu Kićo Slabinac, representante da Jugoslávia no Festival Eurovisão de 1971


 O cantor croata Kićo Slabinac, representante da Jugoslávia no Festival Eurovisão de 1971, faleceu, esta manhã, aos 76 anos, devido a uma doença coronária.

TAP baptiza avião em homenagem a Ary dos Santos


A companhia aérea portuguesa TAP homenageou Ary dos Santos, batizando um novo Airbus A320neo com o seu nome. Simone de Oliveira e Fernando Tordo atuaram na cerimónia.

[VÍDEO] Espanha: Soraya Arnelas imitou a prestação eurovisiva de Karina


Soraya Arnelas, representante espanhola em 2009, imitou a prestação eurovisiva de Karina na edição de 1971 no Tu Cara Me Suena 7.

"Flor Sem Tempo", de Paulo de Carvalho, em 4.º lugar no OGAE Retro Contest 1971


"Flor Sem Tempo", de Paulo de Carvalho, ficou em 4.º lugar em representação da OGAE Portugal no concurso virtual OGAE Retro Contest 1971. "Che Sara", de Richhi e Poveri, em representação da OGAE Itália, foi a vencedora.

[VÍDEO] Portugal: Tonicha recordada no 'Você na TV'


Maria de Lourdes Carvalho, autora de "Tonicha, a Eterna Menina", esteve recentemente no Você na TV, na TVI, a falar da cantora Tonicha, representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1971.

Suécia: Faleceu Berndt Öst, representante do país no Festival Eurovisão de 1971 e 1972


O cantor sueco Berndt Öst, antigo integrante do grupo Family Four, faleceu aos 86 anos de idade, vítima de doença prolongada. 

Representante da Suécia no Festival Eurovisão de 1971 e 1972, o cantor Berndt Öst faleceu aos 86 anos de idade, vítima de doença prolongada. O anúncio foi efetuado pela família do cantor, avançado que o cantor faleceu no passado dia 10 de julho, mas que as cerimónias funebres apenas acontecerão a 10 de agosto na Igreja de Santa Catarina, em Estocolmo.

Com uma longa carreira musical, Berndt Öst ficou conhecido por integrar a banda Family Four com os seus irmãos Inger, Siw e Stig. Com essa constituição, o grupo liderou as vendas na Suécia com "Kör långsamt" e "Nicolina". Em 1971, Berndt e uma nova constituição do grupo (Agneta Munter, Pierre Isacsson e Marie Bergman) venceram o Melodifestivalen com "Vita Vidder", tendo terminado em 6.º lugar no Festival Eurovisão com 85 pontos. No ano seguinte, o grupo voltou a representar a Suécia no certame internacional, algo inédito na história do país: em Edimburgo, os Family Four com "Härliga Sommardag" terminaram em 13.º lugar com 75 pontos. 

Recorde as duas atuações de seguida:





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Fonte: Eurovoix / Imagem: SVT / Vídeo: Youtube

[AGENDA] Tonicha na banda sonora do filme "A mãe é que sabe"

"Vira dos Malmequeres", a primeira canção de música tradicional portuguesa gravada por Tonicha, em 1969, faz parte da banda sonora do mais recente filme português "A mãe é que sabe". O filme é realizado por Nuno Rocha, tendo como protagonista Maria João Abreu.
 

Regras são regras e... a mãe é que sabe! Um típico almoço de aniversário dá para o torto quando Ana Luísa se começa a lembrar de episódios caricatos da sua infância e adolescência. Entre sopas de cenoura, idas à praia, conselhos de mãe, namoros e casamentos, ela pensa nas coisas que podia ter mudado no seu passado. Mas estas recordações vão ter efeitos inacreditáveis...! Assim começa a sinopse do filme "A mãe é que sabe", de Nuno Rocha, em exibição em diversas salas do país. Maria João Abreu, Dalila Carmo, Manuel Cavaco, Bruno Cabrerizo e Margarida Carpinteiro estão à frente do elenco desta comédia familiar, que conjuga universos paralelos e fanáticos de futebol, num divertido retrato do Portugal dos anos 70 aos nossos dias.


Da banda sonora faz parte a canção "Vira dos Malmequeres", a primeira canção de música tradicional portuguesa gravada por Tonicha, em 1969. O tema fez parte do seu EP "Modas do Ribatejo". Mais recentemente, o tema foi gravado e interpretado por outras artistas, como foi o caso de Kátia Guerreiro.

Em 1993, Tonicha cantou "Vira dos Malmequeres" no programa de Herman José apenas acompanhada por piano. Recorde esse momento: 


 Em 1971, num grande momento de popularidade, Tonicha ganha o Festival RTP da Canção com "Menina do Alto da Serra", canção de Ary dos Santos e Nuno Nazareth Fernandes. No Festival Eurovisão conquista o 9.º lugar, a melhor classificação de Portugal até esse momento e, ainda hoje, uma das melhores classificações de sempre. Recorde a atuação em Dublin:

   


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Fonte: CLUBE DE FÃS TONICHA / Imagem: GOOGLE / Vídeo: YOUTUBE

Ary dos Santos dá nome a Biblioteca Municipal de Sacavém

Foi inaugurada ontem, em Sacavém, a Biblioteca Municipal Ary dos Santos, uma forma de perpetuar o nome de um dos autores mais geniais de Portugal.


Ao dar o nome de Ary dos Santos à nova biblioteca municipal, que assume assim a responsabilidade de preservar e divulgar a vasta obra poética do autor, a Câmara de Loures pretende homenagear o poeta e declamador português que permanece na memória de todos devido à atualidade dos poemas que escreveu e que continuam a ser interpretados por vozes maiores da música portuguesa. O poeta do povo, conforme é conhecido, mantém-se na memória de todos nós devido à sua poesia que foi interpretada não só por muitas figuras incontornáveis da música portuguesa mas também por muitos que continuam a declamar e a cantar os poemas de Ary dos Santos por estes manterem atualidade e por terem sido escritos, de uma forma ímpar, por Ary dos Santos.

A Biblioteca Municipal Ary dos Santos, inaugurada ontem, disponibiliza aos seus utilizadores um fundo documental de carácter enciclopédico, abrangendo todas as áreas do saber, composto por 12.800 títulos de documentação: livros, publicações em série, registos sonoros, registos audiovisuais, livros em braille e audiolivros. A Biblioteca possui dois fundos bibliográficos especiais: Fundo Herberto Goulart (espólio bibliográfico doado pela família) e Fundo Natália Miranda (livros de autoria e coautoria da escritora). Além do fundo documental em suporte físico, a Biblioteca disponibiliza ainda o acesso aos recursos informativos disponibilizados via Internet.

“A inauguração de uma nova Biblioteca é uma festa. Com este patrono é uma festa a dobrar”, afirmou outro dos autores geniais de Portugal, José Fanha.

Ary dos Santos, falecido há 32 anos, é autor, entre outros, de "Desfolhada Portuguesa", "Um Homem na Cidade", "Os putos", "Tourada", "Alfama" e "Lisboa menina e moça", letras de canções frequentemente recriadas pelos novos intérpretes. "Ele tinha as palavras do povo e a capacidade pronta de improvisar", disse numa entrevista o guitarrista José Fontes Rocha, falecido há cerca de 5 anos. Segundo o músico, "é este o segredo para as canções e os fados de Ary [dos Santos] continuarem a ser cantados até pelos amadores, e pela gente comum". "Mostra uma tal facilidade que uma palavra puxa a outra, e temos o poema de memória", rematou o músico.

José Carlos Pereira Ary dos Santos faleceu aos 46 anos, no dia 18 de Janeiro de 1984. Por quatro vezes venceu o Festival RTP da Canção com as canções "Desfolhada", por Simone de Oliveira, em 1969, "Menina do alto da serra", por Tonicha, em 1971, "Tourada", por Fernando Tordo, em 1973, e "Portugal no coração", pelo grupo Os Amigos, em 1977. Deste grupo, entre outros, faziam parte Ana Bola, Luísa Basto, Fernando Tordo, Paulo de Carvalho e Fernando Piçarra. O produtor musical QuimZé Lourenço, que recentemente realizou um espetáculo com base nas cantigas de Ary dos Santos, salientou à Lusa que o poeta "fez canções como nenhum outro, sem perder o lirismo e a sofisticação das palavras e conseguiu chegar às massas".

Hoje vários são os intérpretes que têm recriado as suas letras como, entre outros, Mariza, Camané, Pedro Moutinho e Mayra de Andrade. Em 2009, quando passavam 25 anos sobre a morte do poeta, Mafalda Arnauth, Susana Félix, Viviane e Luanda Cozetti recuperaram algumas das suas canções no projeto "Rua da Saudade", designação que evoca o lugar na encosta do Castelo de São Jorge, onde Ary dos Santos viveu.

EUROVISÃO 1969


EUROVISÃO 1971


EUROVISÃO 1973


EUROVISÃO 1977


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Fonte: MUNICIPIO LOURES, ESCPORTUGAL / Imagem: GOOGLE / Vídeo: YOUTUBE

Áustria: Conchita Wurst em destaque nos Amadeus Austrian Music Awards 2016


Conchita Wurst, vencedora do ESC2014, conquistou o título de Artista do Ano nos Amadeus Austrian Music Awards 2016, premiação mais importante do país. The Makemakes e Zoë ficaram de fora dos vencedores, enquanto que Marianne Mendt recebeu um prémio honorário.

O Teatro Nacional de Viena, o Volkstheater, recebeu, na noite passada, a 16.ª edição dos Amadeus Austrian Music Awards, premiação musical mais importante do país, sendo disputadas dezoite categorias, mais duas do que no ano passado.

Conchita Wurst, vencedora do ESC2014 e premiada com três distinções na edição passada (AQUI), foi considerada a Artista do Ano, repetindo a premiação do ano passado. Por outro lado, a personagem criada por Thomas Neuwirth perdeu na categoria Pop/Rock e o álbum Conchita perdeu na categoria de Melhor Produção.

Por outro lado, The Makemakes, representantes da Áustria na última edição do concurso europeu, estiveram a concurso na categoria de Melhor Música com o tema eurovisivo 'I Am Yours', perdendo a distinção para 'Ham kummst' de Seiler & Speer. Zoë, representante do país em Estocolmo, esteve nomeada na mesma categoria, mas com o tema 'Mon coeur a trop aimé'. Marianne Mendt, representante austríaca em 1971, esteve em destaque na transmissão, tendo sido galardoada com um prémio honorário, recolhendo uma das maiores ovações da noite.

Recorde, de seguida, a uma das atuações da noite, a cargo de Conchita Wurst:




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Fonte e Imagem: AmadeusMusicAwards/ Vídeo: Youtube

Espanha: Karina defende o uso do inglês no Festival da Eurovisão


A representante espanhola no Festival da Eurovisão 1971, Karina, desmarcou-se das críticas a Barei e defende o uso do inglês no concurso europeu: "A Eurovisão mudou muito ao longo dos anos".

Apesar de ter conquistado o público espanhol com 'El Baúl los recuerdos', o maior éxito da sua carreira, Karina, a representante espanhola no Festival da Eurovisão, afirmou, recentemente, em entrevista ao Diario Critico, que o seu tema favorito é 'Un Mundo Nuevo': "Sou baladeira e adoro baladas, mas gosto imenso do tema que levei à Eurovisão. Tem uma letra preciosa, não perdeu fulgor e é bastante esperançoso. É como os filhos: queremos-os de igual modo e todos te parecem bonitos".

Dado o mote do Festival da Eurovisão, Karina foi questionada sobre a seleção de Barei com 'Say Yay' para Estocolmo: "Não está mal! Vai cantar em inglês, vamos a ver como resulta" afirmou, garantido que "A Eurovisão mudou muito ao longo dos anos e hoje é um grande espetáculo em que a atuação em palco conta muito mais do que contava antes".

Contudo, ao contrário de outras personalidades espanholas, como Massiel (AQUI), a cantora desmarca-se das críticas ao uso do inglês: "Apostamos quase sempre no castelhano. Hoje em dia o inglês é um idioma mundial e não me parece mal que se cante em inglês". Além disso, Karina garante não ver nenhum impedimento para tal: "Porque não? Se for bem preparado e a pronunciação estiver bem trabalhada, porque não? Eu defendo o espanhol porque somos milhões de falantes, mas dar uma piscadela ao inglês não está mal, mas também poderiamos fazê-lo ao francês ou a outro idioma".


Recorde, de seguida, à prestação de Karina no ESC1971 e reveja a vitória de Barei com 'Say Yay':


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Fonte: diariocritico /Imagem: Karina / Video: Youtube

França: Faleceu Hubert Giraud, compositor de 'Dors, mon amour'


O compositor francês Hubert Giraud faleceu, ontem, em Montreux, na Suíça, aos 95 anos de idade. Foi o compositor de 'Dors, mon amour', tema vencedor do Festival da Eurovisão 1958, tendo estado envolvido em outras seis participações eurovisivas.


Nascido em Marselha a 3 de março de 1920, Hubert Giraud faleceu, este sábado, aos 94 anos de idade em Montreux, onde viveu por mais de 30 anos. "Ele morreu esta manhã, com uma idade avançada, a poucas semanas de completar 95 anos" afirmou, durante o dia de ontem, a sua viúva à AFP, revelando que as cerimónias fúnebres acontecerão na próxima sexta-feira na cidade helvética.
Hubert Giraud alcançou o primeiro éxito em 1950 com 'Aimer comme je t'aime', com letra de Roger Lucchesi e cantado por Yvette Giraud. Nesse mesmo ano, aliou-se a Jean Dréjac e criou o tema 'Sous le Ciel de Paris', imortalizado por Edith Piaf, tendo sido interpretado também por Jacqueline François, Yves Montand e Pablo Alborán, entre outros.

Em 1971 escreveu 'Mammy Blue', tema adaptado e gravado em inglês pelo grupo espanhol Pop Tops, tendo-se tornado um éxito internacional e sido gravado posteriormente por Julio Iglésias, Nicoletta e Céline Díon. Hubert Giraud também foi intérprete dos seus temas, mas obteve maior relevância como compositor, oferecendo alguns dos maiores sucessos das carreiras de Luis Mariano, Tom Jones, Dalida ou Gloria Lasso.

No que diz respeito ao Festival da Eurovisão, Hubert Giraud esteve envolvido em sete participações, em representação de três países diferentes. Representou a França no Festival da Eurovisão como compositor em três ocasiões - em 1958 com 'Dors, mon amour' (1.º lugar), em 1959 com 'Oui, oui, oui, oui' (3.º lugar) e em 1967 com 'Il doit faire beau là-bas' (3.º lugar) - tendo sido letrista do tema 'Je suis l'enfant soleil' (3.º lugar), que Anne-Marie David defendeu em 1979. Além disso, compôs as entradas do Mónaco de 1960 e 1961, 'Ce soir-là' (3.º lugar) e 'Allons, Allons les enfants' (6.º lugar), respetivamente, bem como o tema 'Pomme, pomme, pomme' (13.º lugar) que representou o Luxemburgo em 1971.






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Fonte: EurovisionIreland/LeFigaro /Imagem:Google / Vídeo: Youtube

Judite Sousa comete gaffe e anuncia morte de Tonicha na TVI


Numa entrevista a Nicolau Breyner na TVI24, a jornalista Judite Sousa referiu-se à cantora Tonicha como se esta tivesse cometido o suicídio. A notícia está a dar que falar nas redes sociais pelo facto da cantora, natural de Beja, estar viva.

O facto é que Tonicha passou por vários problemas de saúde nos últimos anos, nomeadamente resultados de um acidente de viação e um cancro de mama. Contudo, "felizmente estou bem e venci a luta contra o cancro", afirmou numa entrevista.

Até ao momento, Judite Sousa não reagiu ao lamentável lapso nem pediu desculpas por não ter verificado, previamente, as suas fontes de informação, enganando assim os telespectadores.

O excerto da entrevista de Judite Sousa a Nicolau Breyner pode ser visto de seguida:



Tonicha tem 69 anos de idade. Teve o seu auge artístico nos anos 70 e 80. Participou em diversos festivais, tendo ficado celebrizada com as participações no Festival Eurovisão da Canção em 1971 onde alcançou a melhor classificação até então para Portugal - o 9.º lugar com "Menina do Alto da Serra", tema de Ary dos Santos e Nuno Nazareth Fernandes.



Um ano depois, participa no Festival OTI, conquistando  o 5.º lugar com "Glória, Glória Aleluia" de José Cid.  





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Fonte: TVI, ESCPORTUGAL / Imagem: GOOGLE / Vídeo: YOUTUBE

[VIDEO] Ouça os duetos de Tony Carreira com estrelas eurovisivas


Tony Carreira acaba de lançar o vídeo-clip oficial do dueto que gravou com a cantora francesa Natasha St-Pier, que representou o seu país na Eurovisão e 2001. O tema chama-se "Sous le vent (Onde eu for)", tratando-se de um cover da canção de outra estrela eurovisiva, Céline Dion.

O dueto faz parte do CD que assinala o 25.º aniversário da carreira de Tony, incluindo outros duetos com artistas que já pisaram o palco do festival Eurovisão, Serge Lama (França 1971), Gérard Lenorman (França 1988) e Anggun (França 2012), e um cover da canção vencedora da Eurovisão 1977 "L’oiseau et l’enfant" interpretada com Lisa Angell. O próprio Tony Carreira já tentou por duas vezes representar Portugal na Eurovisão, em 1988 e em 1992, mas com menos sorte que essas estrelas francesas.

TONY CARREIRA E NATASHA ST. PIER:



TONY CARREIRA E GÉRARD LENORMAN:



TONY CARREIRA E AUGGUN:



TONY CARREIRA E LISA ANGELL:



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                                                                                  Fonte: TONY CARREIRA, YOUTUBE

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