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FC2025: Isabel Campelo acompanha Margarida Campelo no palco do Festival da Canção 2025

 
Isabel Campelo acompanhará a sua filha, Margarida Campelo, no palco do Festival da Canção 2025. Ana Cláudia (FC2019) e Inês Sousa (FC2017) integram também o coro de "Eu Sei Que O Amor".

[VÍDEO] Pedro Granger faz homenagem a Isabel Campelo nas redes sociais


Pedro Granger, apresentador do Festival da Canção 2012, homenageou Isabel Campelo nas redes sociais, recordando as suas quatro participações no concurso nacional.

[VÍDEO] Vitinho faz hoje 30 anos!

A célebre personagem animada Vitinho celebra hoje 30 anos! A cantora Isabel Campelo, que deu voz ao menino que dava as "Boas Noites" às crianças portugueses, sente-se também de parabéns.


“Está na hora, da caminha, vamos lá dormir….” começava assim a canção. Durante 11 anos, depois do telejornal, o pequeno Vitinho dava as "Boas noites" a todas as crianças portuguesas. A personagem em desenho animado marcou gerações e hoje está de parabéns! Vitinho foi criado a 2 de fevereiro de 1986 por José Maria Pimentel para uma campanha publicitária de uma conhecida marca de farinhas lácteas. A sua popularidade fê-lo saltar dos anúncios para o horário nobre da RTP1, com um programa próprio com uma duração diária inferior aos 5 minutos. E assim aconteceu diária e ininterruptamente de 1986 a 1997, quando a direção da RTP da época decidiu pôr fim ao programa - facto na altura muito criticado.  

Deixamos aqui o vídeo original do Vitinho: 



"Ora bem, quer isto dizer que já passaram trinta anos", escreveu esta manhã nas redes sociais a cantora Isabel Campelo, a primeira voz do pequeno Vitinho."Felizmente ainda cá estou pra ler as mensagens simpáticas que os ouvintes da canção deste miúdo cantada por mim aqui deixaram. Não há nada a fazer - este miúdo não me larga!!!". E assim é: Isabel Campelo já interpretou várias canções, já desempenhou vários papéis na vida, mas a personagem à qual deu voz, o Vitinho, ficará para sempre associada a si, à sua voz e carisma, ao tempo da televisão dos afetos, das referências e da amizade.

No Festival da Canção, Campelo também deu muito de si. Recorde as suas participações em 1993 e 1994:




Ao longo dos anos, o programa "Boa Noite" da RTP contou com várias versões do pequeno Vitinho. Aqui ficam duas outras, com músicas interpretadas por Eugénia Melo e Castro e Paulo de Carvalho.





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Fonte: ESCPORTUGAL, FACEBOOK  / Imagem: GOOGLE / Vídeos: YOUTUBE

[VÍDEO] Isabel Campelo homenageada esta tarde na SIC


A eterna voz do 'Boa Noite Vitinho', Isabel Campelo, foi esta tarde homenageada na SIC, onde recordou o seu percurso no mundo da música e os projetos em que está atualmente envolvida.

Ao som de 'Malmequer do Campo', tema com o qual Isabel Campelo alcançou a quarta posição no Festival da Canção 1994, João Baião e Andreia Rodrigues receberam, esta tarde, a cantora no programa da SIC. Antes da conversa, a dupla de apresentadores mostrou algumas imagens da cantora em programas da estação de Carnaxide, como Big Show SIC, Furor e Não Se Esqueça da Escova de Dentes.

A cantora afirmou que não abandonou o mundo da música, estando agora dedicada a aprender e a ensinar: "Desde 2003, regressei aos estudos e tirei mestrado. Como era licenciada em Línguas, devido à minha carreira, resolvi tirar o mestrado e o doutoramento em Ciências Musicais, que tenciono acabar até junho do próximo ano.". Além disso, tem colaborado com algumas estações de televisão, "faço parte da preparação dos candidatos do The Voice desde a sua estreia", conciliando o trabalho com o trabalho como professora de técnica vocal. 

Confrontada sobre o seu início no mundo da música, a cantora recordou os tempos de liceu, sendo que o despoletar foi a participação no programa Prata da Casa, tendo recordado os 'orquestradores' Jorge Machado, Fernando Correia Martins e Luís Filipe, recentemente falecido (AQUI), entre outros. Contudo, o aparecimento de Júlio Isidro na sua vida, faz com que "deixe de ser apenas uma voz mas passasse a ser uma presença semanal na TV", integrada no elenco fixo de Regresso ao Passado, juntamente com Dulce Pontes e Tó Leal, amigo que lhe deixou uma mensagem via skype.

Isabel Campelo, contudo, rejeita a ideia que passou ao lado de uma grande carreira a solo: "As pessoas escolhem o seu próprio caminho e eu escolhi fazer outras coisas (...) Carreira a solo implica que se foque e eu optei por fazer outras coisas que me dão igual prazer" confessou, defendendo que não se acha 'unidimensional' no que diz respeito aos ofícios. 

No que diz respeito à família, confessou não ter cantado para os seus filhos, usando a expressão 'em casa de ferreiro, espeto de pau', mas admite tê-los encaminhado para o ensino da música, refutando a ideia de ter sido influência direta na decisão dos três filhos seguirem o caminho da música. Recorde AQUI o nosso artigo sobre o Real Combo Lisbonense, grupo do qual fazem parte Joana e Margarida Campelo, filhas da cantora.

Aceda AQUI à conversa de Isabel Campelo no programa 'Grande Tarde'.

Recorde, de seguida, as participações de Isabel Campelo no Festival da Canção de 1993 e 1994:



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Fonte/Imagem: SIC / Vídeos: YOUTUBE

[AO VIVO] Real Combo Lisbonense em Marco de Canaveses a recordar Carmen Miranda


No dia 5 de agosto de 1955, um cortejo fúnebre saudado por meio milhão de fãs com lenços brancos pelas ruas do Rio de Janeiro dizia adeus a uma das artistas mais populares do século XX em todo o mundo. 60 anos depois, e junto à Igreja onde foi batizada, os Real Combo Lisbonense recordaram alguns dos 313 êxitos de Carmen Miranda.

Nasceu em Várzea de Ovelha, pequena aldeia do concelho de Marco de Canaveses em 1909. Aos 10 meses, emigrou com os pais para o Brasil e por lá ficou. Conquistou a América Latina, a Europa e os Estados Unidos da América, onde viria a falecer – em Beverly Hills – aos 46 anos de idade, vítima de ataque cardíaco.


Precisamente no dia em que se assinalavam os 60 anos da sua morte, eis que os sucessos de Carmen Miranda voltaram a ouvir-se na pequena aldeia que a viu nascer, que foi ainda mais pequena para receber os milhares de pessoas que não quiseram deixar de homenagear a artista que levou mais longe o nome de Marco de Canaveses pelo mundo. As canções são as mesmas, mas as vozes foram as do grupo Real Combo Lisbonense, formação que recupera, sob uma perspetiva atual, o espírito e o repertório das orquestras e conjuntos de baile dos anos 50 e 60. Em 2014 o Real Combo Lisbonense estreou um novo espetáculo, inteiramente dedicado ao repertório de Carmen Miranda, e o disco "Saudade de Você" com uma seleção das canções desse espetáculo. Os principais media portugueses estiveram no concerto. O ESCPORTUGAL também não podia faltar.


Na noite de ontem, em Várzea de Ovelha, durante cerca de duas horas, o grupo promoveu um recordar dos grandes êxitos da artista, cantando 22 canções, a primeira, logo a abrir, “Escrevi um bilhetinho”. Na viagem que fez bater o pé e dançar miúdos e graúdos, ouviu-se grandes clássicos dos anos 30 e 40, num conjunto de sambas, mornas e um espreitar ao fado. Alguns dos êxitos aqui recriados como “Cantoras do rádio”, “Tic-tac do meu coração”, “Disso é que eu gosto”, “Salada mixta”, “O que é que você fazia” ou o tão conhecido “Paris”. Em “Cozinheira granfina”, aos vocalistas juntaram-se todos os elementos do grupo, brincando com velhos instrumentos de cozinha transformados em musicais, como testos, panelas, frigideiras, copos e peneiras. Em palco, o grupo também estreou o tema “Anoiteceu”, surpreendendo pela alegria e boa disposição,imagens de marca da própria Carmen Miranda.


Antes de terminar, o tema mais conhecido de todos: “O que é que a Baiana tem” mereceu grandes aplausos do público e um regresso ao palco com um encore de três temas: “The soul of Carmen Miranda”, cantado a solo por Ian Mucznik; “Marco de Canaveses”, uma homenagem à artista; e “Mamãe eu quero”, um verdadeiro clássico cantado por todos em uníssono.

Do trio de vocalistas femininas, destacam-se duas filhas de Isabel Campelo, cantora que participou no festival da canção em 1992, 1993 e 1994 e mais tarde se notabilizou com o tema “Nunca digas adeus”. Margarida Campelo e Joana Campelo, esta última já esteve nas vozes de apoio do FC2012 e FC2014.

VEJA UM PEQUENO VÍDEO DO CONCERTO:


Recordar Carmen Miranda

Do seu pequeno percurso – apenas temporal – como artista, Carmen Miranda conquistou mais do que qualquer outro artista português nunca conquistou. A sua carreira artística percorreu o Brasil, toda a América Latina e os Estados Unidos da América entre as décadas de 1930 e 1950. Trabalhou no rádio, no teatro de revista, no cinema e na televisão. Foi considerada pela revista Rolling Stone a 15.ª maior voz da música brasileira. Um ícone e símbolo internacional do país no exterior. Em 1939, na comédia musical Banana da Terra, Carmen Miranda apareceu pela primeira vez caracterizada de baiana, personagem que a lançou internacionalmente. Um ano depois, fez sua estreia no cinema dos Estados Unidos no filme Serenata Tropical: as suas roupas exóticas e o sotaque latino tornaram-se a sua marca registada. No mesmo ano, foi eleita a terceira personalidade mais popular nos Estados Unidos. Em 1941, Carmen Miranda foi a primeira artista latino-americana a ser convidada a imprimir as suas mãos e pés no pátio do Grauman's Chinese Theatre. E em 1946, já era a mulher mais bem paga desse país. Também se tornou a primeira sul-americana a ser homenageada com uma estrela na Calçada da Fama. Gravou 313 canções originais; participou em 14 filmes.

Em 1992, no vídeo promocional da RTP à canção para a Eurovisão "Amor d'água fresca", Dina presta homenagem a Carmen Miranda. Recorde esse vídeo AQUI.



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Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: ESCPORTUGAL / Vídeo: ESCPORTUGAL

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