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Portugal: Rita Redshoes é a convidada especial da 1.ª semifinal do Festival da Canção 2022


Rita Redshoes será a convidada especial da 1.ª semifinal do Festival da Canção 2022, onde fará "uma homenagem muito especial".

FC2021: Recorde a votação dos júris regionais do Festival da Canção 2021


Carolina Deslandes e "Por Um Triz" venceram a votação do júri regional do Festival da Canção 2021, apesar de apenas terem recebido a pontuação máxima de uma das sete regiões. Surma, Lúcia Moniz, Rita Redshoes e Matay foram alguns dos jurados.

[ÁUDIO] Portugal: Renato Júnior lança álbum de estreia, "Uma Mulher Não Chora"


O álbum "Uma Mulher Não Chora", o disco de estreia de Renato Júnior, já está disponível. Rita Redshoes, Lúcia Moniz, Simone de Oliveira e Soraia Tavares são algumas das participantes no álbum.

[VÍDEO] Portugal: "O Amor Não é Razão" é o novo tema de Rita Redshoes


Rita Redshoes lançou o seu mais recente single, "O Amor Não é Razão". André Tentugal é o responsável pela realização e edição do videoclip.

[VÍDEO] Portugal: Renato Júnior lança disco de estreia, "Uma Mulher Não Chora"


O álbum "Uma Mulher Não Chora", o disco de estreia de Renato Júnior, será lançado a 1 de novembro.

[VÍDEO] Artistas cantam "Amor de Água Fresca" em homenagem a Dina


Vários artistas cantaram, esta tarde, a canção que Dina levou ao Festival Eurovisão de 1992, "Amor de Água Fresca". Ana Cláudia, Rita Redshoes, André Tentugal, Alex D'Alva e Lúcia Moniz foram alguns dos artistas que participaram na homenagem.

[ÁUDIO] Fernando Tordo lança novo álbum "Duetos - Diz-me Com Quem Cantas"


Anabela, Capicua, Herman José e Jorge Palma são alguns dos convidados de Fernando Tordo no seu novo álbum "Duetos - Diz-me Com Quem Cantas".

[ÁUDIO] Portugal: Anabela lança "Balada das Estrelas", primeiro single do seu próximo álbum


Anabela, representante de Portugal no Festival Eurovisão 1993 e participante no Festival da Canção de 2018, lançou "Balada das Estrelas", primeiro tema do seu novo projeto.

Portugal: Lúcia Moniz e Rita Redshoes vencedoras dos Prémios Sophia

Lúcia Moniz e Rita Redshoes estão entre os vencedores dos Prémios Sophia 2018, respetivamente para Melhor Canção Original e Melhor Banda Sonora Original. 

[ZONA DE DISCOS #14] Rita Redshoes - “Her”

Todas as quartas-feiras no ESCPORTUGAL, a crítica aos álbuns editados por artistas que participaram no Concurso Eurovisão da Canção e/ou seleções Nacionais ao longo dos anos. Esta semana o destaque vai para o último álbum de Rita Redshoes, compositora e autora do Festival da Canção de 2017.  O responsável da rubrica é Carlos Carvalho.


Data de lançamento: novembro de 2016
Nota: 8,5/10

“A Rita é uma mulher com classe e as canções são muito mais profundas do que parecem à superfície”. É desta forma que Victor Van Vungt, nome imortalizado através de ‘Murder Ballads’ de Nick Cave, e responsável pela produção de ‘Her’, descreve o perfil profissional de Rita Redshoes. Depois da estreia auspiciosa com ‘Golden Era’ (2008), chegando a uma edição escandinava, Rita assinou bons registos mas longe do encanto imediato de canções como ‘Dream on Girl’ ou ‘Choose love’ . ‘Her’, o novo álbum, apesar de uma nova atmosfera musical, representa o regresso às grandes melodias. Com os temas baseados em volta de arranjos de cordas, obra de Knox Chandler, ‘Her’ é, segundo a própria Rita, um álbum feminino. Feminino ou não, e para além de termos a oportunidade de ouvir a senhora dos sapatos vermelhos a cantar em português, ‘Her’ é a espinha dorsal de Rita enquanto compositora e intérprete. 


Até ao momento, o disco atingiu a posição máxima do 20.º lugar no top nacional de vendas, mas o verdadeiro êxito, ao vivo, tem sido muito mais ressonante, o que nos surpreende a Universal Music Portugal não apostar com muito mais garra e fazer de “Her” um disco sonante, de primeira linha, para além da admiração de culto. “Bird hunter” ou “Bag of love” seriam escolhas interessantes para lançamentos promocionais, temas que seguem a linha de “Life de huge”. A querer arriscar, sugeríamos “Fé na vida”.


Como é do conhecimento público, Rita Redshoes foi uma das compositoras convidadas para o Festival RTP da Canção 2017. Ter Rita Redshoes como futura representante portuguesa no Concurso Eurovisão da Canção seria um privilégio nacional ou uma rampa mais do que merecida para o definitivo salto internacional, uma rampa num concurso que está cada vez mais aberto a diferentes sonoridades para além da pop. Uma canção do género “Wake up, goodbye” seria perfeita. O tema até tem a duração de apenas 2 minutos e 53 segundos.


Se isto irá acontecer ou não, não sabemos. Para já, temos “Her” para ouvir e repetir.

“Life is huge”, o primeiro single :



 “Mulher”, o segundo single:

 



 Para ver, «O "Her" de Rita Redshoes | Inferno» :


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Fonte: OPINIAO CARLOS CARVALHO / Imagem: UNIVERSAL / Vídeo: YOUTUBE

[AGENDA] Rita Redshoes abraça projeto pedagógico de promoção da boa nutrição

“Rita e a Floresta dos Legumes” é o novo projeto de Rita Redshoes, que será apresentado amanhã e terça-feira em Gondomar, Braga e Viana do Castelo. A cantora e compositora junta a música à promoção de hábitos saudáveis. 
   


“Rita e a Floresta dos Legumes” é o novo projeto protagonizado por Rita Redshoes, que pretende alertar para a necessidade de incutir hábitos de alimentação saudáveis, já que a obesidade afeta cada vez mais crianças em Portugal. Este é um projeto dirigido sobretudo a alunos da educação pré-escolar e 1.º ciclo do ensino básico. A história começa assim: "A Rita tem um apetite voraz! Adora comer de tudo um pouco! Mas, nem sempre assim foi. Em criança, a Rita perdia o apetite quando via legumes no prato de refeição que os pais confecionavam para ela, todos os dias, com carinho e cuidado. Mas tudo mudou um dia, quando, ao encostar os legumes na beira do seu prato, como que em protesto pelas opções culinárias dos progenitores, um fenómeno estranho aconteceu".

Dieta Mediterrânica, Roda dos Alimentos, alimentos locais e da época, técnicas culinárias saudáveis e tradicionais e exercício físico são alguns dos temas a abordar, neste que será um espetáculo que inclui música, teatro e um livro.

A apresentação do projeto irá decorrer amanhã, dia 16, Dia Mundial da Alimentação, pelas 09h30 no Centro de Educação Ambiental Quinta do Passal, em Gondomar). Às 15h00 a cantora irá viajar até à Escola Básica 2/3 de Celeirós, em Braga, e no dia seguinte, pelas 10h00, Teatro Sá de Miranda, em Viana do Castelo.

Recorde-se que Rita Redshoes tem estado ligado a diversos projetos musicais. Em 2017 foi autora e compositora do tema "O que eu vi nos meus sonhos" no Festival da Canção 2017, continuando em paralelo a promover o seu último álbum "Her" em diversos concertos de norte a sul do país e ilhas, como aquele que assistimos em Estarreja.


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Fonte: RITA REDSHOES, ESCPORTUGAL / Imagem: GOOGLE

[AO VIVO] Rita Redshoes com garra e ousadia em Estarreja

Cantora, compositora, multi-instrumentista e letrista, Rita Redshoes apresentou na noite passada o seu 4.º álbum de originais “Her”. O ESCPORTUGAL esteve em Estarreja. 

"Her" é o quarto álbum de originais de Rita Redshoes e foi gravado em Berlim, com produção de Victor Van Vugt. O disco assinala ainda a estreia de Rita Redshoes na escrita e interpretação de canções em português, “ousadia” que repetiu no Festival da Canção de 2017 quando decidiu escrever e compor para a voz de Deolinda Kinzimba. "Her" junta-se aos álbuns "Life is a second of love" (2014), "Lights & Darks" (2010) e "Golden Era" (2008). “Her“ é “um disco intimista que explora as várias facetas do sexo feminino”, nas palavras da própria. 



No concerto de ontem em Estarreja, perante um teatro municipal com uma boa moldura humana, Rita trouxe um quarteto de cordas, com dois violinos, viola e violoncelo, e dois outros músicos no baixo e na bateria. Com esta formação, ouvimos as canções de “Her”, bem como temas dos álbuns anteriores com novos arranjos. Podemos concluir que, se dúvidas houvesse, a veia do feminismo salta à vista, ao mesmo tempo que a música amadureceu.

Foi com uma intro de cordas que Rita Redshoes entra em palco, de imediato saudada por uma enorme salva de palmas. Dirige-se para o piano, que se encontra à esquerda, e eis que surgem os primeiros sons de “Take me into the moon”, a segunda faixa de “Her”. Segue-se, ainda ao piano, “Any other choice” e Life is huge”. Ao 4.º tema, as cores do palco passam dos negros para os encarnados e azuis e eis que a artista salta do piano para o centro onde, agora com guitarra, faz-nos recordar um tema do 1.º álbum “Broken Bond”. Notou-se que o público conhecia mais os temas dos álbuns anteriores, como “The Beginning song” ou “Choose love”, mas os maiores aplausos foram para aqueles que foram cantados em português, “Mulher”, "Vestido" e sobretudo “Fé na vida”.

Dos temas mais introspetivos, Rita tira os sapatos negros e vibra com “Women, snake”, acompanhada de forma fantástica pelo solo de cordas de Valter Freitas. O público aquecia ao som e ao ritmo da artista. Ao vivo, as canções ganhavam outra dimensão. 



Até ao final dos 90 minutos do concerto, Rita vai “saltitando” entre o piano e a guitarra, mas sempre cantando com garra e ousadia, ora acompanhada pelo quarteto de cordas mais clássico, ora pelo baixo e percussão. Houve espaço também para ouvirmos os solos dos músicos, como no momento em que Rita os apresentou um a um.

De Nina Simone trouxe ao palco de Estarreja o tema “Ain’t Got”. Com este grande êxito da cantora norte-americana, sentimos crescer Rita, na emoção e na sensibilidade. Foi uma excelente interpretação e o público reagiu de forma positiva.

Momento insólito da noite: no final do concerto, eis que as luzes se apagam e o baterista cai em pleno palco. Nada de grave, mas motivo para que Rita tivesse um ataque de riso. “Só me rio com as desgraças”, disse a cantora, sem conseguir parar de rir! De gargalhada em gargalhada, o público também é contagiado. A situação prolongou-se durante largos minutos, fazendo com que Rita tivesse  que beber água, "enxaguar" as lágrimas e muita dificuldade em cantar e tocar ao piano “Fé na vida”. “Foi um dos concertos mais divertidos da digressão”, disse aquando da assinatura de autógrafos no foyer do teatro logo após o fecho do concerto. 



Alinhamento:
1. Take me to the moon
2. Any other choice
3. Life is huge
4. Broken Bond
5. The Beginning song
6. Your waltz
7. Ain’t got (de Nina Simone)
8. Mulher
9. In a while
10. Choose love
11. Hell, I’m in love
12. Women, snake
13. Captain of my soul
14. Hey tom
15. Fé na vida
16. Wake up, Goodbye
17. Dream on girl
18. Minimal sounds
19. Vestido

A digressão de “Her” continua, com espetáculos agendados para São Miguel, nos Açores, a 30 de setembro, Barreiro a 14 de outubro, e Leiria a 23 de novembro. 


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Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: ESCPORTUGAL

[AGENDA] Rita Redshoes na celebração dos 25 anos das Noites Ritual no Porto

O mais antigo Festival que se organiza consecutivamente em Portugal continental regressa aos Jardins do Palácio de Cristal a 15 e 16 de setembro, com entrada livre. Rita Redshoes é cabeça de cartaz.

Repórter Estrábico, The Legendary Tigerman, Sean Riley & The Slowriders fazem parte do cartaz das Noites Ritual, no Porto. O festival inclui ainda um espetáculo de celebração dos 25 anos das Noites Ritual assinado por Rita Redshoes & The Ritual Band, um concerto com vários convidados e uma banda formada de raiz especialmente para a ocasião.

Organizadas sem interrupções desde 1992, quando os festivais de verão eram ainda uma raridade em Portugal, as Noites Ritual apostam uma vez mais na música portuguesa para celebrarem o seu 25.º aniversário. Fiel às suas origens, o programa inclui as habituais atividades paralelas, nomeadamente duas exposições, a feira Ritual e, ainda, a apresentação de um documentário sobre a história do festival, em parceria com a nova rede social da música, Faniak.

Há ainda a assinalar o regresso de Rita Redshoes, que integrou o cartaz em 2008 e 2015, desta vez para levar a palco um projeto muito especial de celebração dos 25 anos das Noites Ritual. Rita Redshoes & The Ritual Band revisitarão alguns dos temas e bandas que marcaram a história deste festival, casos dos Mão Morta, Ornatos Violeta, Deolinda, Clã, The Gift, Capicua, David Fonseca, Blind Zero, Linda Martini ou Virgem Suta, entre outros.

Recorde-se que Rita Redshoes participou no Festival da Canção de 2017 como compositora convidada pela RTP. "O que eu vi nos meus sonhos" foi a canção que compôs para a voz de Deolinda Kinzimba.

Programa:
Sexta-feira, 15 de setembro

23h00 - Repórter estrábico
00h30 - The Legendary Tigerman

Sábado, 16 de setembro
23h00 - Sean Riley & The Slowriders
00h30 - Noites Ritual 25 Anos por Rita Redshoes & The Ritual Band


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Fonte: NOITES RITUAL / Imagem: GOOGLE

[VÍDEO] Helena Kendall e Pedro Gonçalves no programa 'A Praça'


Helena Kendall e Pedro Gonçalves, participantes no Festival da Canção 2017, marcaram presença no programa 'A Praça' que contou também com a presença de Armando Gama e Rita Redshoes.

Depois de Jorge Benvinda e Celina da Piedade (AQUI) e David Gomes e Inês Sousa (AQUI), a RTP voltou a receber mais dois participantes na segunda semifinal do Festival da Canção 2017 nos seus programas: Helena Kendall e Pedro Gonçalves marcaram presença no 'A Praça'. As expectativas para o Festival, o molde dos convites, os nervos e os projetos de vida foram alguns dos temas de conversa dos dois jovens cantores que receberam conselhos de Armando Gama. O representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1983 recordou as suas passagens pelo Festival da Canção e a sua viagem a Munique, bem como o sucesso internacional da sua candidatura.


A transmissão contou ainda com um desafio aos dois apresentadores: Jorge Gabriel imitou a participação eurovisiva de José Cid, enquanto que Sónia Araújo recriou o sucesso 'Não Sejas Mau P'ra Mim' da Dora. 


A cantora Rita Redshoes, compositora de 'O que eu vi nos meus sonhos', tema defendido por Deolina Kinzimba, marcou presença no programa, tendo apresentado o seu tema 'Life Is Huge'.


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Fonte/Imagem/Vídeo: RTP

[ENTREVISTA] Rita Redshoes: “Que o momento seja marcante e emocionante para as pessoas”


Rita Redshoes, a menina dos 'sapatos vermelhos', lançou recentemente o seu quarto álbum, “Her”. Mas, como artista polivalente que é, compôs e escreveu uma canção para a voz de Deolinda Kinzimba, participante do Festival da Canção 2017. Falámos com Rita Redshoes sobre esta participação no festival, mas também sobre o seu novo disco e a digressão que está a correr sobre rodas…

Depois de três álbuns em inglês, Rita Redshoes lançou no final de 2016 o álbum “Her”, onde pela primeira vez grava em português. Foi seguindo essa linha de rumo que decidiu participar no Festival da Canção 2017. “Senti que faria sentido escrever em português. Foi uma opção pensada”, afirmou em entrevista ao ESCPORTUGAL. Contudo, a autora também escreveu uma letra em inglês, que poderá vir a ser usada numa interpretação nessa língua. A canção chama-se “O que eu vi nos meus sonhos” e foi escrita em parceria com o seu irmão, o Senhor Vulcão, para a voz de Deolinda Kinzimba.

O convite para participar no mítico concurso da RTP partiu da equipa de consultores contratada pela televisão pública, apanhando Rita de surpresa. “Fiquei muito surpreendida”, recorda. “Foi para mim um programa imperdível e familiar na minha infância e adolescência, mas não contava que, um dia, eu iria escrever uma canção para o festival”. Por outro lado, “dado o leque de compositores convidados, senti-me também lisonjeada”.

Nos últimos anos, o nome de Rita Redshoes é frequentemente apontado como uma desejada representante de Portugal na Eurovisão. A nossa entrevistada tem consciência disso. “Há uns anos recebi até um mail de alguém dizendo isso (risos). Confesso que fiquei contente, da minha canção ser uma boa representante de Portugal na Eurovisão, mas nunca idealizei isso para mim. Nem sabia como chegar até lá!”. Ser a intérprete da sua música neste festival também não foi hipótese considerada. “Acho que não tenho perfil para um espectáculo desta natureza… secalhar estou enganada (risos). Tenho dificuldade em lidar com concursos. Está certo que o Festival da Canção é um concurso, mas para mim é muito mais do que isso. É um programa que marcou muito a minha infância, como disse atrás, tem toda uma história e emoções a ele associadas”

A parceria com Deolinda Kinzimba surgiu na festa de Natal da Universal Music, que representa ambas as artistas. “Quando tive este convite para compor uma canção para o Festival, lembrei-me dessa noite e decidi desafiá-la”, recorda. “Eu queria uma voz poderosa… uma voz e presença de diva!” Esmiuça: "A Deolinda tem uma voz de diva soul, o que, em contraste com o tipo de melodia e arranjo que criei, ganha uma força extra e abre um espaço inesperado”.

Rita descreve “O que eu vi nos meus sonhos”. “É uma canção clássica… está no meio-termo entre balada e pop. Tem uma melodia clássica mas depois alguns elementos mais modernos na sonoridade… não soa a coisa datada”, assegura. “As pessoas vão notar que tem o meu estilo de compor, onde há cordas... é um pouco orquestrada, onde a melodia tem um forte papel, respeitei a minha forma de escrever música. Os refrões são dois momentos muito fortes, em contraste com o resto da canção, sendo que o final se destaca”.

Não podendo ainda revelar mais detalhes, quisemos que nos destacasse uma das suas canções que melhor pudesse inspirar os leitores para a sua canção do festival. Rita Redshoes nomeou o seu último single “Life is huge”:


Expectativas para o festival? “Que o momento que a Deolinda vai proporcionar seja marcante e emocionante para ela e para as pessoas. Confesso que sou avessa a qualquer coisa que seja simplesmente ganhar ou perder! Música é arte e não só um objeto de um concurso. Mesmo que não ganhe, que esse momento toque nas pessoas e perdure”. Contudo, “é óbvio que gostaria muito de ganhar, mas não é esse o objetivo principal”.

Convidámos Rita Redshoes a fazer uma breve viagem pelo Festival da Canção e Eurovisão de outros tempos. Conversámos sobre festivais dos anos 80 até à atualidade, sobre diversas canções, mas uma fez brilhar os olhos de Rita Redshoes: “Conquistador” dos Da Vinci.


Como dissemos no início, Rita Redshoes lançou no final de 2016 o álbum “Her”. Para além de ser a sua primeira incursão na língua portuguesa cantada, o disco foi gravado com um produtor australiano e contou com a colaboração de músicos estrangeiros. “Isto tudo traz novidade em relação aos processos dos discos anteriores mas, por outro lado, também acho que acaba por ser um álbum que faz uma ponte entre os discos todos. É provavelmente o meu disco mais maduro”, sintetiza, “até porque me sinto mais realizada”, confessa. Na estrada está já a sua digressão de apresentação de “Her”. No próximo fim-de-semana estará em Famalicão, seguindo-se Ponte de Lima (4 de fevereiro), Casa da Música no Porto (22 de fevereiro) e Tivoli em Lisboa (23 de fevereiro). Outras 11 datas estão já agendadas.

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Fonte: ESCPORTUGAL, RITA REDSHOES /Imagem: RITA REDSHOES / Vídeo: YOUTUBE

FC2017: Rita Redshoes e Deolinda Kinzimba apostam em português no Festival da Canção

Rita Redshoes e Deolinda Kinzimba apostam numa canção em português para o Festival da Canção 2017. A vencedora do the Voice Portugal 3 irá interpretar uma canção de Rita Redshoes na 1.ª semifinal do festival da Canção 2017.


Apesar de estarmos habituados a ouvir Rita Redshoes compor e cantar em inglês, a compositora convidada pela RTP para compor uma canção para o Festival da Canção 2017 decidiu apostar na língua portuguesa. "No verão passado co-produzi o disco do Senhor Vulcão e senti que fazia sentido propôr-lhe que construíssemos uma letra para este momento, sendo ele meu irmão e tendo os dois memórias de assistir ao Festival ​enquanto crianças, traria à canção um lado emocional e de história em conjunto", afirmou Rita Redshoes à RTP

Desde o início que Rita não pretendia interpretar a canção que compôs: "Quando escrevi esta canção sabia que não seria para eu cantar, ou pelo menos da maneira como primeiramente a ouvi na minha cabeça. A Deolinda tem uma voz de diva soul, o que em contraste com o tipo de melodia e arranjo que estou a criar, ganha uma força extra e abre um espaço inesperado", afirmou ao site da televisão pública.

A cantora e compositora deposita nas mãos da vencedora do The Voice Portugal 3 um tema em português, aliado à popularidade de Deolinda. Quando questionada pela RTP sobre se isso também será um trunfo, Rita Redshoes responde: "Se olharmos pela perspectiva do concurso sim mas confesso que a maneira como sinto a minha (e nossa) participação​ no Festival é como uma espécie de encontro para festejar a música e neste caso a música portuguesa".

Recorde os dois últimos singles de ambas as cantoras:





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Fonte: RTP /Imagem: GOOGLE / Vídeo: YOUTUBE

[AGENDA] Rita Redshoes e Carlos Costa na gala dos prémios arco-íris

Os Prémios Arco-íris 2016, uma iniciativa da ILGA Portugal, serão entregues no próximo sábado no Estúdio Time Out no Mercado da Ribeira, em Lisboa.

A cerimónia de entrega dos prémios arco-íris está agendada para 14 de janeiro, pelas 21h30 no Mercado da Ribeira, em Lisboa, numa cerimónia conduzida por Rita Ferro Rodrigues, com a participação musical de Rita Redshoes, Carlos Costa e e CoLeGaS – Coro Lésbico, Gay e Simpatizante. A 14ª edição destes Prémios celebra, uma vez mais, pessoas e instituições que se distinguiram ao longo do ano de 2016 na luta contra a discriminação em função da orientação sexual e da identidade de género. De acordo com comunicado da ILGA Portugal, os troféus, criados pela dupla de artistas New Karma, serão entregues a:

Catarina Marques Rodrigues – ‘A vida no Colégio Militar: “Parece um Big Brother”‘
Num extenso artigo sobre a vida de jovens estudantes do Colégio Militar, a jornalista debruça-se sobre modelos de educação e igualdade de género, denunciando a discriminação em função da orientação sexual vivida nesta instituição.

Boas práticas empresariais – TAP/LUSH
LUSH Portugal – A marca de cosméticos que conta com várias lojas em Portugal decidiu lançar a campanha “TRANSformando o Mundo”, que não só apelou à participação de todos e todas para “Limpar Preconceitos” em relação às pessoas trans, como também se constituiu como um momento de formação para a equipa de trabalho da própria empresa, que está agora mais apta para contribuir diariamente para a igualdade das pessoas LGBT.

TAP Portugal – Depois de ter lançado um passatempo que teve também como vencedor um casal de mulheres, os comentários de ódio inundaram os canais de comunicação desta companhia aérea, que nem por isso deixou de atribuir o prémio ou de fazer notar o cumprimento da Constituição, apelando em resposta a todos os comentários homofóbicos para a importância da inclusão e do uso de linguagem adequada e não ofensiva, numa gestão exemplar de um caso claro de discurso de ódio e homofobia online.

‘E se fosse consigo?’ – Conceição Lino / Carlão e Boss AC
Da autoria da jornalista Conceição Lino, o programa “E se fosse consigo?” testa a nossa capacidade de intervenção perante situações de discriminação. No genérico do programa, e no videoclip associado, Carlão e Boss AC dão corpo musical a uma lógica de serviço público que se quer mais presente na televisão e na música portuguesa: a da representatividade e a da visibilidade, também das pessoas trans.

Rui Maria Pêgo
Afirmando-se como homem gay no seguimento do atentado de Orlando e já depois de vários posicionamentos públicos contra a homofobia e a transfobia, Rui Maria Pêgo juntou-se à lista crescente de figuras públicas que contribuem para a visibilidade da causa LGBT em Portugal, tornando-se em mais uma importante referência junto das tantas pessoas que ainda não conseguiram sair do armário do medo, da invisibilidade e do silêncio.

Filme “Jogo de Damas”, de Patrícia Sequeira
Rita Blanco, Maria João Luís, Ana Nave, Ana Padrão e Fátima Belo constituem o elenco do filme “Jogo de Damas”, escrito por Filipa Leal e realizado por Patrícia Sequeira. Este é um filme de mulheres e sobre mulheres que nos vem lembrar que a orientação sexual continua a estar bem no centro dos conflitos familiares e a ser motivo para medos e silêncios dentro das relações de amizade. Pensar, desenvolver e representar personagens lésbicas ou bissexuais é fundamental para que as longas metragens portuguesas continuem a sair do armário.

Fim da Discriminação no Acesso à PMA – Assembleia da República
Em abril de 2016, o Parlamento decidiu finalmente alargar a PMA a todas as mulheres, promovendo também os seus direitos sexuais e reprodutivos. Depois da igualdade no acesso à adoção e coadoção, cumpriu-se finalmente a igualdade no acesso à parentalidade. 

Recorde-se que Rita Ferro Rodrigues apresentou o FC2000, Carlos Costa participou como intérprete no FC2012 e Rita Redshoes é uma das compositoras do FC2017.


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Fonte: ILGA PORTUGAL /Imagem: ILGA PORTUGAL

Portugal: Márcia e Rita Redshoes juntas no novo trabalho de David Fonseca


Márcia e Rita Redshoes, compositoras concorrentes ao Festival da Canção 2017, estão juntas no novo trabalho de David Fonseca em homenagem a David Bowie.

No próximo mês de fevereiro, David Fonseca vai lançar um novo trabalho: Bowie 70, álbum de tributo a David Bowie e que contará com a participação de diversos artistas nacionais que interpretaram temas do cantor que faleceu a 10 de janeiro de 2016, dois dias depois do lançamento do seu último trabalho.


O Centro Cultural de Belém assinalou, esta tarde, a data do lançamento do último trabalho de David Bowie, com uma sessão intitulada "Bowie 70" e que contou com a participação de David Fonseca que interpretou três temas ao vivo. Além disso, o jornalista Nuno Galopim moderou um debate que contou com a participação do crítico de cinema João Lopes, da cantora Xana, dos Rádio Macau e de David Ferreira, que trabalhava na editora Valentim de Carvalho.

Márcia e Rita Redshoes, duas das compositoras participantes no Festival da Canção de 2017, estão confirmadas no trabalho, bem como Tiago Bettencourt, Manuela Azevedo, António Zambujo, Camané e Ana Moura. Aceda, de seguida, à participação das duas cantoras no projeto:




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Fonte: Nit/Expresso / Imagem: ESCPortugal /Vídeo: YOUTUBE

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