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Portugal: Morreu Maria Helena Varela Santos, apresentadora do Festival da Canção de 1964


Maria Helena Varela Santos, apresentadora da primeira edição do Festival da Canção, morreu este domingo, aos 86 anos, vítima de doença prolongada.

Portugal: António Calvário é capa da revista 'Cristina'


António Calvário, primeiro representante de Portugal no Festival Eurovisão, foi uma das escolhas de Cristina Ferreira para a capa da revista CRISTINA de janeiro.

[VÍDEO] Simone de Oliveira em destaque no 'Conta-me Como És'


Simone de Oliveira, representante de Portugal no Festival Eurovisão 1965 e 1969, foi a convidada de Fátima Lopes no Conta-me Como És.

Portugal: UAU anuncia o cancelamento do espetáculo 'Simone, o Musical'


A produtora UAU emitiu um comunicado a anunciar o cancelamento do espetáculo Simone, O Musical, previsto para dezembro e janeiro no Casino Lisboa. A cantora Simone de Oliveira, protagonista da peça, será submetida a uma intervenção cirúrgica.

Portugal: Documentário sobre Simone de Oliveira estreia na RTP1 na próxima sexta-feira


Intitulado Simone de Oliveira: Olhos nos Olhos e de autoria de Nuno Galopim e Daniel Mota, o documentário sobre a vida e carreira de Simone de Oliveira estreia na próxima sexta-feira na RTP1.

[AGENDA] Portugal: António Calvário encabeça a revista "Volt’a Portugal em Revista"


Representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1964, António Calvário é o protagonista da nova revista "Volt'a Portugal em Revista", ao lado de Natalina José.

Simone de Oliveira sobre Madalena Iglésias: "Fomos rivais, mas eram coisas de miúdas"


Simone de Oliveira recordou a colega Madalena Iglésias que faleceu esta manhã aos 78 anos de idade: "Tenho muito pena, é um grande desgosto. Foi uma pessoa com quem eu convivi, apesar das rivalidades à época.".

Madalena Iglésias e Simone de Oliveira foram duas das cantoras mais importantes da história da música em Portugal na década de 60, tendo disputado inúmeros festivais e títulos de Rainha da Rádio. Apesar das picardias entre ambas na época, Simone de Oliveira já reagiu ao falecimento da colega, garantindo estar a viver "um mau dia": "Era a última coisa que esperava ouvir... Nós não imaginamos que desaparecemos e quando chegamos a certa altura das nossas vidas pensamos que somos eternos" recordou a cantora à TVI.


"Tenho muita pena. É um grande desgosto. Foi uma pessoa com quem eu convivi, apesar das rivalidades à época. Já não a via há muitos anos" recordou, garantindo que a última vez que estiveram juntas foi no espetáculo de 50 anos de carreira de Simone no Coliseu. "Ela é a primeira do quarteto a morrer. É verdade que fomes rivais nessa época" lembrou Simone, recordando os espetáculos que fez com Madalena, António Calvário e Artur Garcia, "Ela tinha um grupo de fãs muito complicado, mas eram coisas de miúdas (...) Depois casou, deixou de cantar e teve uma vida boa sem preocupações financeiras".



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Fonte: TVI / Imagem: Sapo / Vídeo: Youtube

Portugal: Morreu a cantora Madalena Iglésias


A cantora Madalena Iglésias, representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1966, faleceu, esta manhã, aos 78 anos de idade em Barcelona. O velório realiza-se hoje, a partir das 18:00 locais (17:00 em Portugal), na sala 18 do Tanatório de Collserola, em Barcelona.


Madalena Iglésias, vencedora do Festival da Canção de 1966 e representante de Portugal no Festival Eurovisão nesse ano, faleceu, esta manhã, aos 78 anos de idade, numa clínica em Barcelona, cidade onde residia. A notícia foi avançada pela agência Lusa sendo que, até ao momento, não são conhecidas as causas da morte.

Madalena Iglésias foi uma das vozes mais importantes da música da década de 60. A cantora nasceu em Lisboa a 24 de outubro de 1939, estudou no Conservatório e na Escola do Canto e, com apenas 15 anos de idade, entrou para o Centro de Preparação de Artistas da Rádio da Emissora Nacional, sob a direcção de Motta Pereira. Em 1954 estreou-se em simultâneo na televisão e na Emissora Nacional e em 1959 iniciou a sua carreira internacional com uma atuação na televisão espanhola. Em 1960 recebeu os títulos de Rainha da Rádio e da Televisão e em 1964 participou no I Grande Prémio TV da Canção Portuguesa com "Balada Das Palavras Perdidas" e "Na Tua Carta". Nesse ano venceu o Festival Hispano-Português de "Aranda de Duero". Ainda em 1960 estreou-se no cinema, ao lado de António Calvário, em "Uma Hora de Amor", de Augusto Fraga. Participou também no filme "Canção da Saudade", de Henrique Campos. Com "Silêncio Entre Nós" ficou em 3º lugar no Grande Prémio da TV da Canção. Gravou também uma versão de "Sol de Inverno".

Em outubro de 2012, por ocasião do seu aniversário, a Câmara Municipal inaugurou um busto na Alameda Padre Alvares Proença, em Benfica (foto) em jeito de homenagem.

O momento alto da sua carreira foi a vitória no Festival RTP da Canção de 1966 com "Ele e Ela", um tema da autoria de Carlos Canelhas. "Él Y Ella", uma versão em espanhol da canção, foi editada em Espanha, na França e na Holanda. Em 1969 voltou a participar no Festival da Canção com "Canção Para um Poeta" mas em 1972, depois de casar, deixou a carreira artística e foi viver para a Venezuela. Em 1987 mudou-se para Barcelona, onde viveu até à sua morte.

Em 2008, em declarações à Lusa, a propósito da publicação da sua fotobiografia "Meu nome é Madalena Iglésias", de autoria de Maria de Lourdes de Carvalho, a intérprete afirmou que sempre se sentiu perseguida pelo complexo da beleza, apesar de reconhecer que "estava à frente" do seu tempo. No texto de abertura da sua fotobiografia, a cantora referiu-se à sua carreira, que ultrapassou as fronteiras nacionais, como "um caminho percorrido com entusiasmo, alegria, êxitos e algumas nuvens", sublinhando: "Tenho um pouco do que vibrei!". "Ao escolher a minha profissão/vocação, a procurei cumprir sempre com rigor e muita dignidade".

Para além de "Ele e Ela", tema com o qual conquistou o Festival da Canção de 1966 e um lugar no coração de inúmeros portugueses, Madalena Iglésias participou noutras edições da seleção nacional para o Festival Eurovisão da Canção: em 1964 com "Na tua carta" e com "Balada das palavras perdidas"; em 1965 com "Silêncio entre nós"; em 1966 com "Ele e ela", "Rebeldia" e "Caminhos perdidos"; e em 1969 com "Canção para um poeta".


Descansa em Paz Madalena! 

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Fonte: RTP, SIC / Imagem: Sapo / Vídeo: Youtube

Portugal: Simone de Oliveira em destaque na Revista Cristina


Simone de Oliveira, representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1965 e 1969, é a convidada especial de Cristina Ferreira na Revista Cristina de janeiro.

A cantora e atriz portuguesa Simone de Oliveira é a convidada especial de Cristina Ferreira para a edição de janeiro da revista Cristina. "Separam-nos 40 anos. E pouco mais. Simone tem génio, porte, grandeza. Vive sozinha. Sem sexo. Depois do Varela não podia haver ninguém. Uma conversa mulheres" escreveu a apresentadora do Você na TV antes da entrevista.

Na publicação, que chegou essa sexta-feira às bancas, a eterna intérprete de Desfolhada Portuguesa falou das rugas, da política, das saudades e dos desejos que tem para "depois do fim": «Quando tiver que me ir embora, façam-me o favor de beber um copo, de dar uma gargalhada e de se lembrarem que eu tive uma vida muito boa".


Os dois Festivais da Canção que venceu, em 1965 e em 1969, também não ficaram de fora da conversa: sobre a vitória com 'Sol de Inverno', Simone garante que foi o momento em que ganhou a "noção de profissão a sério"; sobre 1969, Simone de Oliveira recorda o episódio em que o seu filho, na altura com 8 anos, foi abordado pela professora sobre o que a sua mãe iria fazer: "«A minha mãe vai a Madrid representar Portugal na Eurovisão». E ela diz: «Não, a tua mãe, em agosto, vai é fazer um filho por gosto.». O Pedro tinha um guarda-chuva na mão e deu com ele na cabeça da professora".

Aceda a mais pormenores sobre a entrevista AQUI.

Participante na primeira edição do Festival RTP da Canção, Simone de Oliveira participou em seis edições do concurso: 1964 (3.º e 8º), 1965 (1.º e 4.º), 1968 (6.º e 8.º), 1969 (1.º), 1973 (8.º) e 2015 (finalista). No Festival Eurovisão, Simone conquistou o 13.º lugar em 1965 com 'Sol de Inverno', enquanto que, em 1969, ficou na 15.ª posição com Desfolhada Portuguesa. 42 anos depois da sua última participação no concurso, a cantora regressou ao Festival da Canção, em 2015, com Á Espera das Canções, de Renato Júnior e Tiago Torres da Silva, conquistando um lugar na Grande Final do evento.




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Fonte/Imagem: Cristina /Vídeo: Youtube/ESCPortugal

Portugal: Morreu Francisco Nicholson, um dos autores de "Oração"

Morreu Francisco Nicholson, um dos autores da canção "Oração" com a qual António Calvário venceu o primeiro Grande Prémio TV da Canção e representou, pela primeira vez, Portugal no Festival Eurovisão da Canção.


O ator, dramaturgo e argumentista Francisco Nicholson morreu, esta terça-feira, aos 77 anos de idade, em casa, anunciou a família. Recorde-se que, em 2011, já tinha sido submetido a um transplante de fígado. 

Diversas gerações de portugueses habituaram-se a acompanhar a carreira de Nicholson desde que, aos 14 anos de idade, começou a fazer teatro. Estudou em Paris, frequentando a Academia Charles Dullin, do Théatre Nacional Populaire, privando com grandes nomes do teatro francês, como Jean Vilar, Georges Wilson, Gerard Philipe. No currículo, tem a autoria das primeiras telenovelas portuguesas, como "Vila Faia", "Cinzas", "Origens", "Os Lobos" e "Ajuste de Contas", tendo também assinado diversas peças de teatro, sobretudo teatro de revista. Em 2014, surpreendeu com o primeiro romance "Os mortos não dão autógrafos", que dedicou à mulher. Fez parte dos elencos da Companhia Nacional de Teatro e do Teatro Estúdio de Lisboa onde representou grandes textos da dramaturgia mundial, de autores como Strindberg, Kleist. Bernard Shaw, Arnold Wesker, Davis Storey, Apollinaire, entre outros. Raul Solnado convidou-o para inaugurar o Teatro Villaret integrando o elenco da peça “O Inspector Geral” de Nicolau Gogol, permanecendo no elenco mais de dois anos, tendo interpretado várias comédias e encenado “Quando é que tu casas com a minha mulher?”.Mas foi no Teatro ABC que se popularizou com o teatro de revista.

É um dos autores da canção "Oração" com a qual António Calvário ganhou o primeiro Grande Prémio TV da Canção, conquistando assim o direito de ser o primeiro representante de Portugal no Festival Eurovisão da Canção, em Copenhaga, Dinamarca, em 1964.


Conquistou, por duas vezes, o Festival da Canção da Figueira da Foz, esteve no Festival internacional da Canção do Rio de Janeiro, em que Paula Ribas concorre com “Canção de Paz para todos nós” com poema de sua autoria composta por Jorge Costa Pinto; nas Olimpíadas da Canção, em Atenas, de novo com uma composição de Jorge Costa Pinto interpretada por Vitória Maria; ainda desta parceria foi a canção “Amar é vencer” com que Madalena Iglésias se apresentou no III Festival Internacional da Canção, 1968.

Escreveu letras para canções para diversos artistas, nomeadamente António Calvário, Madalena Iglésias, Tony de Matos, Simone de Oliveira, Marco Paulo, Fernanda Batista, Fernanda Maria, Maria da Fé, Maria Armanda, Ada de Castro, Lenita Gentil, Florbela Queirós, Anabela, Natércia Maria, Mariema, Maria Lisboa e João Braga. Deixa viúva a também atriz e bailarina Magda Cardoso e orfã a atriz Sofia Nicholson.

A equipa do ESCPORTUGAL envia as sentidas condolências à família, amigos e familiares.


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Fonte: RTP, ESCPORTUGAL /Imagem: GOOGLE / Video: YOUTUBE

Portugal: RTP Memória emite Festival da Canção para celebrar aniversário da RTP

A RTP Memória vai ter uma programação especial, nos dias 6 e 7 de março, para celebrar os 61 anos do canal público.


Festival da Canção, este ano, só mesmo na RTP Memória. O canal público português decidiu não organizar o certame musical, e ficar de fora da Eurovisão, mas este vai servir, mais uma vez, para celebrar o aniversário do canal. A RTP Memória emitirá, no dia 7 de março, o primeiro Festival da Canção da história para comemorar a data. Assim, nessa segunda-feira, poderá assistir ao Grande Prémio TV da Canção Portuguesa - 1964 às 10 da manhã (hora de Lisboa). O programa estende-se por duas horas, até ao meio-dia.

O 1º Grande Prémio TV da Canção Portuguesa - 1964 foi o primeiro Festival RTP da Canção e teve lugar no dia 2 de Fevereiro de 1964 nos estúdios do Lumiar, em Lisboa. Maria Helena Fialho Gouveia e Henrique Mendes foram os apresentadores deste festival, que foi ganho por António Calvário com a canção Oração. Artur Garcia, Madalena Iglésias, Simone de Oliveira, Max, Gina Maria e Guilherme Kjolner, foram também os intérpretes presentes, num programa realizado por Ruy Ferrão.

Recorde que a RTP decidiu retirar-se do Festival Eurovisão da Canção "depois duma longa e ponderada avaliação da nossa participação neste evento e ao mesmo tempo a necessidade de substituir e criar novos conteúdos (...). Depois de algumas dezenas de anos a participar neste grande evento, vamos fazer uma pausa mas fica a promessa de um regresso na edição de 2017". Cá estaremos para ver.




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Fonte: RTP; ESCPortugal /Imagem: RTP / Videos: Youtube

[VÍDEO] Portugal: Simone de Oliveira homenageada na SIC


Simone de Oliveira está a comemorar os seus 58 anos de carreira. Para celebrar a data, a diva da música portuguesa tem um espetáculo intitulado Em Concerto agendado para os dias 7 e 8 de outubro no Teatro de São Luiz, em Lisboa. Esta tarde, Simone foi convidada do programa Grande Tarde, transmitido na SIC e apresentado por João Baião e Andreia Rodrigues. Durante quase uma hora, a cantora e atriz foi homenageada por vários artistas e músicos portugueses: Augusto Madureira (FC2009, FC2010 e FC2015), Victor de Sousa e Lara Li (FC1980 e FC1986).

Veja o vídeo desse momento AQUI.


Simone de Oliveira já participou por 6 vezes no Festival RTP da Canção e soma duas vitórias. A última passagem foi em 2015, com o tema À Espera das Canções:

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Fonte: SIC / Imagem: RTP

[AO VIVO] António Calvário de volta ao seu Porto... 41 anos depois!


António Calvário voltou a pisar o palco do Teatro Sá da Bandeira, no Porto, 41 anos depois da última vez. “Lembro-me como se fosse hoje: a minha última vez neste palco foi nas vésperas do 25 de Abril de 1974”. Surpreendido? O ESCPORTUGAL esteve na peça “Mais riso é o que é preciso” e falou com o eterno “Rei da Radio”.

O Teatro Sá da Bandeira, no Porto, voltou a receber uma revista à velha moda portuguesa como nos bons velhos tempos! Mais riso é o que é preciso trouxe de novo António Calvário às luzes da ribalta, que aqui canta alguns temas do seu reportório. “Estou muito contente por voltar ao Porto”, afirmou ao ESCPORTUGAL em entrevista realizada um par de horas antes de subir ao palco no passado sábado. E este regresso teve um sabor muito especial. “A minha última vez neste palco foi nas vésperas do 25 de Abril de 1974: estávamos nós com uma peça que estreava nessa noite, quando se deu a revolução. Quando terminámos a primeira apresentação chegaram-nos as notícias do que tinha acontecido em Lisboa. Foi incrível… foi um misto de emoções! O certo é que, por um lado, queríamos todos ir para Lisboa e, por outro, já não podíamos voltar a representar essa peça pois ela ficou toda desatualizada!”

Como todos os textos na época da ditadura, o lápis azul da censura tinha dado o aval para esta representação, mas as piadas e as sátiras estavam lá “mas camufladas… estava lá tudo, mas nas entrelinhas”. Calvário lembra-se como se fosse hoje: “As pessoas faziam fila para nos ver…”. Nestes 41 anos, Calvário voltou à cidade invicta, mas apenas para pequenas atuações e homenagens.

Uma peça para ver 

Mais riso é o que é preciso tem os ingredientes que caracterizam este género teatral: baseando-se no esquema tradicional da antiga revista à portuguesa, ao longo de mais de duas horas o espectador viaja por várias cenas de cariz cómico, satírico e de crítica política e social. E, por sinal, bem atualizada: um dia depois da prisão domiciliária de José Sócrates, a peça incluiu um quadro a esse respeito. E onde o bom humor não faltou.

A peça conta também com Fátima Severino, atriz vinda diretamente da última revista do Parque Mayer. O elenco fica completo com Marisa Carvalho (atriz das companhias itinerantes de Marina Mota), Renato Pino (que se tem destacado no Teatro Experimental de Cascais), Bruno Pópulo (ator de musicais infantis como ABC e A História da Carochinha) e Raquel Caneca (atriz do elenco adicional de Jardins Proibidos). O espetáculo conta com textos originais de Flávio Gil, Renato Pino e Marisa Carvalho e com recolha de textos de José Viana. A música original é de Carlos Dionísio e as coreografias de Márcio Saúde.

A peça vai continuar em cena por esse país fora, em datas que pode desde já confirmar na AGENDA em permanência e atualização diária na coluna à direita do ecrã.


António Calvário e a Eurovisão 

“O Rei da música nacional” ou “Rei da Rádio” foram títulos conquistados por António Calvário ao longo da sua vasta carreira. Mas há um que ninguém lho tira: o de primeiro representante de Portugal no Festival Eurovisão da Canção. Ao ESCPORTUGAL, o cantor mostra que gostaria que o festival fosse hoje diferente. Recorde as palavras do artista a este respeito AQUI




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Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: ESCPORTUGAL

António Calvário: “No festival a prioridade deve ser dada aos nomes mais sonantes”

“O Rei da música nacional” ou “Rei da Rádio” foram títulos conquistados por António Calvário ao longo da sua vasta carreira. Mas há um que ninguém lho tira: o de primeiro representante de Portugal no Festival Eurovisão da Canção. Ao ESCPORTUGAL, o cantor mostra que gostaria que o festival fosse hoje diferente…


Foi o primeiro representante de Portugal no Festival Eurovisão da Canção, em 1964 na cidade de Copenhaga, na Dinamarca. Em conversa com o ESCPORTUGAL à margem da revista “Mais riso é que é preciso” que esteve em cena este fim-de-semana no Porto, António Calvário mostrou continuar atento ao festival da canção. “Continuo a ver sempre que posso e muitas vezes até fui convidado a assistir ou até mesmo subir ao palco”, tal como aconteceu em março passado quando, em conjunto com a - até então - última representante Suzy, procedeu à abertura da semifinal. Contudo, Calvário não esconde a tristeza pelas baixas audiências do programa, em comparação com aquilo que acontecia antigamente. “Participei no Festival da Canção em 1964 mas, em 1960, eu já era bastante famoso, já tinha vendido milhões de discos, tinha feito teatro e cinema. Quando o festival apareceu, o país parava porque queria ver os seus artistas favoritos”.

Para Calvário, que está quase a completar 60 anos de carreira, “entendo que no festival devem participar novos valores da música, mas a prioridade deve ser dada aos nomes mais sonantes. Que servissem até como chamariz para que o festival tivesse audiência! O festival é  - continua - muitas vezes considerado uma 'coisa morta', a maioria das pessoas sabe da sua realização em cima da hora ou nem chega a saber! Os nomes sonantes provocavam, nos anos 60 e 70, um grande ‘sururu’, um grande interesse nas semanas que antecediam o festival”.

Para António Calvário, o festival deixou de ser uma prioridade "para o artistas mais consagrados e até para os compositores e produtores". A aposta, quase em exclusivo, em cantores sem carreira e até com pouca experiência na “arte” de cantar e atuar perante multidões,"tem prejudicado o festival".

Recorde a participação de António Calvário no 1.º Grande Prémio Televisão da Canção, nos estúdios Lumiar, em Lisboa, a 2 de fevereiro de 1964:



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Fonte:ESCPORTUGAL / Imagem: GOOGLE / Vídeo: YOUTUBE

Portugal: Adelaide Ferreira e António Calvário em destaque na TVI

Adelaide Ferreira e António Calvário estiveram, juntamente com Olga Cardoso e Bonga, em destaque numa reportagem transmitida pela TVI, 'O que é feito de...?'.

A TVI emitiu, na noite passada, uma reportagem intitulada 'O que é feito de?', inserida no Jornal das 8, onde destacou quatro rostos bastante conhecidos pelos portugueses e que 'continuam a encantar e a deixar saudades no grande público'.

Ao som de 'Mocidade', António Calvário afirmou 'continuar a cantar como sempre fez, desde os quinze anos até à data atual'. O primeiro representante português no Festival Eurovisão da Canção, com 55 anos de carreira, diz que mantém a 'minha juventude. O espirito conta muito e tenho os cuidados básicos... faço ginástica e tenho muitos cuidados com a alimentação.'. A música continua a ser o seu grande amor, apesar de ter passado pela representação e pelo teatro, e 'enquanto o público me continuar a receber assim, não quero mais! Quero igual'. O cantor afirma ainda que continua a ser reconhecido na rua, tendo muitas fãs que perdem a vergonha e o vão cumprimentar.

Adelaide Ferreira, mítica intérprete de Papel Principal e 'uma voz que dispensa qualquer apresentação', afirmou que se tem dedicada à composição, pois 'sinto que é uma altura de o fazer a par com concertos que vou fazem. Já escrevi um capítulo de um livro... não sei se um dia o editarei'.

Face a ter começado na representação, mas a ter envergado pela música, a cantora afirma estar muito grata. 'Eu vim do nada e através da minha voz consegui ter uma vida minimamente estável. Sinto dentro de mim uma enorme gratidão e tenho necessidade de retribuir o que recebi'. Quando confrontada com o seu regresso ao Festival da Canção, a vencedora do certame de 1985 mostrou-se entusiasmada por 'poder chegar agora a um palco em direto com uma banda ao vivo, oriunda de uma remodelação enorme do festival, e poder passar a mensagem enquanto cidadã'. Para rematar, Adelaide afirmou: 'Não gosto de ser figura pública. Gosto de artes, dos poetas, de vocês que fazem reportagens profundas e bonitas, que se preocupam com os seres humanos'.

Olga Cardoso, a amiga dos portugueses, e Bonga estiveram também em destaque na reportagem que pode aceder AQUI.

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Fonte: TVI / Imagem: ESCPortugal

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