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Paco Bandeira
[VÍDEO] Paco Bandeira destrói 50 mil discos! Saiba porquê
Paco Bandeira destruiu hoje 50 mil discos seus em protesto contra o download ilegal, a pouca divulgação das rádios e as Finanças.
Paco Bandeira é o protagonista de um vídeo, onde o cantor surge a destruir 50 mil discos seus. Tudo em protesto contra o download ilegal, o trabalho de divulgação das rádios nacionais e as Finanças.
"Agora toda a gente tira a música da internet, toda a gente faz cópias piratas. Um dia destes explico-vos melhor", afirmou o cantor e músico Paco Bandeira, para acrescentar: "Na prática estão a ver o que está aqui a acontecer: estamos a passar a música portuguesa a cilindro, o [mesmo] que se calhar muitas estações de rádio que nós pagamos fazem (...) contra aqueles que roubam os músicos portugueses, ao fazerem download da internet, em vez de comprarem o trabalho de quem trabalha; (...) contra aqueles que, à frente de rádios, não passam a música portuguesa, ou passam apenas a dos seus amigos. E contra aqueles que não o deixaram oferecer os discos aos países lusófonos - para isso, teria de pagar às Finanças impostos como se de uma venda se tratasse". Recorde-se que Paco Bandeira participou no Festival da Canção em diversas ocasiões, nomeadamente em 1972, 1973, 1975, 1977 e 1984, sem contudo conseguir vencer o concurso.
Veja o vídeo:
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Fernando Tordo
Portugal
Uma publicação no Facebook sobre Cavaco Silva, enquanto decorria o funeral de Mário Soares, levou centenas de cibernautas a acusar Fernando Tordo de estar a desejar a morte do ex-Presidente da República.
Portugal: Fernando Tordo debaixo de fogo por criticar ex-Presidente da República
Fernando Tordo está a ser fortemente criticado nas redes sociais depois de ter publicado no Facebook uma crítica a Cavaco Silva, ex-Presidente da República. "Não tenho ouvido falar de si, Cavaco Silva. Um dia, chega a nossa vez, não é?", escreveu Fernando Tordo, a meio da tarde de terça-feira, quando ainda decorriam as cerimónias fúnebres de Mário Soares. O que levou muitas pessoas a considerar que o cantor estava a desejar a morte de Cavaco Silva.
A mensagem causou, por isso, polémica e foram às centenas os comentários críticos, com muitos insultos à mistura e exigências de que o cantor se retratasse. Ao início da noite, Fernando Tordo acabou por retirar o post da sua página do Facebook.
Nesta manhã de quarta-feira, o cantor colocou outro post a assumir a autoria da mensagem que tanta polémica causou. "Claro que fui eu quem escreveu a frase e claro que fui eu quem a retirou", assumiu. Mas não se retratou, até porque, nas entrelinhas, garante nunca ter desejado a morte do anterior Presidente da República.
"Quem na frase que aqui escrevi ontem (terça-feira) conseguiu ler que eu desejava a morte a alguém, que saia já", escreveu Fernando Tordo, acrescentando: "A porta desta minha página tem uma virtude, como a de todos: está sempre aberta, para entrar e para sair. E eu dou uma ajuda. É simples, como sabem. Basta um clique, 'bloquear'", indicou o cantor e compositor que, em 2003, recebeu pelas mãos do então Presidente da República, Jorge Sampaio, o titulo de Comendador da Ordem do Mérito.
Fernando Tordo participou no Festival da Canção em 1969, 1970, 1971, 1972, 1973, 1977 e 1984. Sagrou-se vencedor em 1973 com Tourada, um dos mais conhecidos temas que já venceram o festival português. Em 1977 venceu novamente o Festival da Canção, desta vez integrado no grupo Os Amigos.
Fonte: JN / Imagem: GOOGLE / Vídeo: YOUTUBE
Ary dos Santos
Carlos Cruz
Carlos Mendes
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Portugal
Carlos Mendes: "Ameacei que não atuava no Festival Eurovisão"
Carlos Mendes, representante português no Festival Eurovisão de 1968 e 1972, revelou, recentemente, alguns pormenores das suas participações eurovisivas: "Quando vou para a Eurovisão prendem o Adriano no avião, e eu ameacei que não atuava".
No ano em que comemora 50 anos de carreira (AQUI), Carlos Mendes, arquiteto, cantor, compositor e ator português, esteve em grande destaque no Jornal i. Desde os tempos em que recebia uma "sandes e um sumo como ordenado, dado que não tinha idade para tocar em discoteca", passando pelos tempos da descoberta da música e pelos planos para sair do país, Carlos revelou alguns detalhes sobre as suas duas participações no Festival da Eurovisão.
A música apareceu cedo na sua vida, mas houve uma altura em que sentiu a necessidade de "cortar relações" com a mesma, dedicando-se totalmente aos estudos. Contudo, em 1968, Pedro Osório é o causador do reatar: "Ele estava em Engenharia, foi lá a casa e propôs-me participar no Festival, que eu achava que era uma cedência, porque era uma coisa muito reacionária (...). Lá me deu a volta e vou" afirmou, tendo confessado que a experiência poderia ter sido mais produtiva: "Ganhei e vou a Londres, mas não participei como devia. Fui curtir, faltei a um jantar importantíssimo: o Carlos do Carmo nunca mais me perdoou isso, um jantar organizado pela BBC com o Cliff Richard. Eu andava na borga, fiz aquilo muito na curtição" revelando ter rejeitado uma tournée pela Europa.
Quatro anos depois regressa ao palco europeu, tornando-se o segundo cantor português a conseguir tal proeza, depois de Simone de Oliveira: "Em 1973 já era diferente. Eu já tinha muita atividade na escola e estava no último ano" disse, confessando que tudo aconteceu por "mero acaso": "Estava aqui sentado com o pai da Ana Maria Lucas, minha ex-mulher, que me diz «Está aqui um anúncio no jornal em que sicrano e beltrano pedem um cantor para participar»" referindo-se a José Niza e a José Calvário. A escolha foi feita por "um dó li tá" calhando-lhe José Niza. A ambição da vitória apareceu ainda antes de conhecer a música:"Telefonei para ele a dizer que estava interessado e apenas aceitei ouvir a música porque dizer que não seria arrogância a mais".
No entanto, o que pouca gente sabe é que Carlos Mendes ameaçou não subir ao palco do Festival Eurovisão de 1972: "Há uma história que é muito pouco contada que é a minha ida em 1972 ao Festival da Eurovisão, quando o Adriano Correia de Oliveira é preso no avião. E eu ameaço que então não vou cantar. E aí muitas pessoas percebem que eu tenho uma posição política." revelou, tendo confirmado que foi o próprio que o fez mudar de ideias: "Ele disse «vai cantar, pá. Eu garanto que estarei na plateia e até vou lá chegar primeiro do que tu, sempre que vou viajar eles fazem-me isto». O que é certo é que quando eu cheguei a Londres ele já lá estava".
Carlos Cruz e Dinis Abreu, integrantes da comitiva portuguesa, foram essenciais no momento: "No avião está um staff enorme com gente da editora e os jornalistas, e a certa altura o avião não sai, e entra a polícia para sacar o Adriano. E o Adriano sai, e eu disse aos gajos: “Se ele não vem comigo eu não canto”. E toda a gente a tentar acalmar-me, a dizer, “calma”. Mas eu nem medi bem o que dizia, porque nunca fui preso, nem quero ser preso, mas foi uma coisa espontânea". No entanto, além de uma das melhores classificações de Portugal no evento, Carlos Mendes garante que "passamos uns tempos geniais em Edimburgo".
A inimizade com Fernando Tordo e Ary dos Santos e a posterior amizade com o cantor da Tourada, bem como a profecia de Duarte Mendes de que o "25 de Abril estava para chegar" são outros tópicos que poderá ler na entrevista na íntegra AQUI.
Fonte: jornali / Imagem: BE / Vídeos: YOUTUBE
Carlos Mendes
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novos lançamentos
[VÍDEO] Carlos Mendes grava nova versão de "A Festa da Vida"
Carlos Mendes lançou esta tarde uma nova versão da canção "A festa da vida", tema com o qual representou Portugal no Festival Eurovisão 1972 e foi a marca de toda a sua carreira.
"A Festa da Vida" tem autoria de José Niza e José Calvário. Com esta canção, Carlos Mendes ganhou o Festival RTP da Canção em 1972, representando depois Portugal na Eurovisão em Edimburgo. A canção foi a sétima a ser interpretada na noite do evento, após a canção norueguesa e antes da canção helvética. Terminou a competição em 7º lugar, com 90 pontos, uma das melhores classificações de sempre de Portugal neste concurso europeu.
"A Festa da Vida" é uma das canções-âncora de toda a carreira de Carlos Mendes, que se encontra a assinalar 50 anos dedicados à música e às canções.
Esta tarde, o também músico lançou o vídeo com a novíssima versão deste tema emblemático - A releitura de uma canção incontornável da música popular portuguesa, numa versão de piano e voz, gravada, misturada e masterizada nos estúdios "VBM Records" por Rui Fingers e Paulo Sérgio.
Fonte: A MARCA, ESCPORTUGAL /Imagem: GOOGLE / Vídeo: YOUTUBE
Carlos Mendes
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Que se lixe a Troika
O primeiro-ministro falava no plenário quando o movimento "Que se lixe a troika", que inclui o cantor Carlos Mendes, se levantou nas galerias a cantar "Grândola, Vila Morena" .
Pedro Passos Coelho falava na tribuna do Governo quando, nas galerias do Parlamento, um grupo de pessoas se levantou na sua frente e cantou de pé: "Grândola, Vila Morena. Terra da Fraternidade. O povo é quem mais ordena. Dentro de ti oh cidade".
Entre a meia centena que entoou a música de Zeca Afonso contava-se Carlos Mendes, artista que representou Portugal na Eurovisão em 1968 e 1972. Este é o rosto mais visível do movimento "Que se lixe a troika", promotor da manifestação de 15 de setembro e que juntou milhares de pessoas nas ruas de todo o país. Esta foi a primeira ação pública a chamar a atenção para a manifestação marcada para 2 de março e que tem como lema "Que se lixe a troika. O povo é quem mais ordena!"
Carlos Mendes no parlamento a cantar em protesto "Grândola, Vila Morena"
O primeiro-ministro falava no plenário quando o movimento "Que se lixe a troika", que inclui o cantor Carlos Mendes, se levantou nas galerias a cantar "Grândola, Vila Morena" .
Pedro Passos Coelho falava na tribuna do Governo quando, nas galerias do Parlamento, um grupo de pessoas se levantou na sua frente e cantou de pé: "Grândola, Vila Morena. Terra da Fraternidade. O povo é quem mais ordena. Dentro de ti oh cidade".
Entre a meia centena que entoou a música de Zeca Afonso contava-se Carlos Mendes, artista que representou Portugal na Eurovisão em 1968 e 1972. Este é o rosto mais visível do movimento "Que se lixe a troika", promotor da manifestação de 15 de setembro e que juntou milhares de pessoas nas ruas de todo o país. Esta foi a primeira ação pública a chamar a atenção para a manifestação marcada para 2 de março e que tem como lema "Que se lixe a troika. O povo é quem mais ordena!"
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Fonte: ECONÓMICO TV/ Imagem: GOOGLE
Carlos Mendes
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Manifestação cultura
Troika
Alguns artistas portugueses anunciaram hoje que se juntaram ao apelo "Que se lixe a Troika! Queremos as Nossas Vidas!" e vão organizar a 13 de outubro, em Lisboa, uma manifestação cultural contra as medidas de austeridade. "No seguimento das manifestações de 15 de setembro, a cultura resolveu também manifestar-se num projeto multicultural que irá reunir a cultura nas suas várias vertentes, desde a representação, música e artes plásticas" anunciou, em conferência de imprensa, o cantor Carlos Mendes, um dos rostos desta iniciativa.
Os promotores adiantaram que os artistas portugueses pretendem transformar a Praça de Espanha, em Lisboa, durante o dia 13 de outubro, num local de "grande concentração cultural" aberto a toda a sociedade, numa manifestação apartidária. "É um protesto contra os cortes, também na cultura", explicou o cantor. Todos prometem estar igualmente na manifestação de sábado, convocada pela CGTP para o Terreiro do Paço.
Carlos Mendes representou, por duas vezes, Portugal no Festival Eurovisão da Canção, em 1968 com "Verão" e em 1972 com "A festa da vida", onde alcançou o 7.º lugar.
Fonte: RTP / Imagem: GOOGLE
Cultura sai à rua a 13 de outubro
Alguns artistas portugueses anunciaram hoje que se juntaram ao apelo "Que se lixe a Troika! Queremos as Nossas Vidas!" e vão organizar a 13 de outubro, em Lisboa, uma manifestação cultural contra as medidas de austeridade. "No seguimento das manifestações de 15 de setembro, a cultura resolveu também manifestar-se num projeto multicultural que irá reunir a cultura nas suas várias vertentes, desde a representação, música e artes plásticas" anunciou, em conferência de imprensa, o cantor Carlos Mendes, um dos rostos desta iniciativa.
Os promotores adiantaram que os artistas portugueses pretendem transformar a Praça de Espanha, em Lisboa, durante o dia 13 de outubro, num local de "grande concentração cultural" aberto a toda a sociedade, numa manifestação apartidária. "É um protesto contra os cortes, também na cultura", explicou o cantor. Todos prometem estar igualmente na manifestação de sábado, convocada pela CGTP para o Terreiro do Paço.
Carlos Mendes representou, por duas vezes, Portugal no Festival Eurovisão da Canção, em 1968 com "Verão" e em 1972 com "A festa da vida", onde alcançou o 7.º lugar.
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Fonte: RTP / Imagem: GOOGLE
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Paco Bandeira
Paco Bandeira foi hoje condenado no tribunal de Oeiras a três anos e quatro meses de prisão, mas com pena suspensa. O cantor foi considerado culpado dos crimes de violência doméstica sobre a ex-mulher e de detenção de arma proibida.
Paco Bandeira concorreu diversas vezes ao Festival da Canção, alcançando dois segundos lugares em 1972 com "Vamos cantar de pé" e em 1973 com "É por isso que eu vivo". Neste ano, ficou a 4 pontos da canção vencedora "Tourada".
Os depoimentos de Maria Roseta Ferreira, ex-mulher e assistente no processo, e o da filha do casal, de 13 anos, terão sido determinantes para o Ministério Público considerar que Francisco Veredas Fernandes, conhecido como Paco Bandeira, devia ser condenado a uma "pena suficiente para ser suspensa em regime de prova" pelo crime de violência doméstica agravada.
A ex-mulher e vítima afirmou aos jornalistas que esta condenação deve ser de exemplo para todas as vítimas de violência doméstica. Uma triste estatística de Portugal que não para de crescer.
Fonte: DiÁRIO DE NOTÍCIAS e ESCPORTUGAL; Imagem: © Carlos Manuel Martins/Global Imagens
Paco Bandeira condenado por violência doméstica
Paco Bandeira foi hoje condenado no tribunal de Oeiras a três anos e quatro meses de prisão, mas com pena suspensa. O cantor foi considerado culpado dos crimes de violência doméstica sobre a ex-mulher e de detenção de arma proibida.
Paco Bandeira concorreu diversas vezes ao Festival da Canção, alcançando dois segundos lugares em 1972 com "Vamos cantar de pé" e em 1973 com "É por isso que eu vivo". Neste ano, ficou a 4 pontos da canção vencedora "Tourada".
Os depoimentos de Maria Roseta Ferreira, ex-mulher e assistente no processo, e o da filha do casal, de 13 anos, terão sido determinantes para o Ministério Público considerar que Francisco Veredas Fernandes, conhecido como Paco Bandeira, devia ser condenado a uma "pena suficiente para ser suspensa em regime de prova" pelo crime de violência doméstica agravada.
A ex-mulher e vítima afirmou aos jornalistas que esta condenação deve ser de exemplo para todas as vítimas de violência doméstica. Uma triste estatística de Portugal que não para de crescer.
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Fonte: DiÁRIO DE NOTÍCIAS e ESCPORTUGAL; Imagem: © Carlos Manuel Martins/Global Imagens
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