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Sérgio Godinho
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Portugal: “Nação Valente” de Sérgio Godinho entra diretamente para o 1.º lugar do top de vendas nacional
O CD "Nação Valente" de Sérgio Godinho entrou diretamente para o 1.º lugar do top nacional de vendas de álbuns, segundo a lista enviada ao ESCPORTUGAL pela Associação Fonográfica Portuguesa. De entre os autores e compositores das canções do álbum, contam-se nomes como Nuno Rafael, Pedro da Silva Martins, Hélder Gonçalves, Márcia, Filipe Raposo, José Mário Branco, David Fonseca e o próprio Sérgio Godinho.
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Paco Bandeira
[VÍDEO] Paco Bandeira destrói 50 mil discos! Saiba porquê
Paco Bandeira destruiu hoje 50 mil discos seus em protesto contra o download ilegal, a pouca divulgação das rádios e as Finanças.
Paco Bandeira é o protagonista de um vídeo, onde o cantor surge a destruir 50 mil discos seus. Tudo em protesto contra o download ilegal, o trabalho de divulgação das rádios nacionais e as Finanças.
"Agora toda a gente tira a música da internet, toda a gente faz cópias piratas. Um dia destes explico-vos melhor", afirmou o cantor e músico Paco Bandeira, para acrescentar: "Na prática estão a ver o que está aqui a acontecer: estamos a passar a música portuguesa a cilindro, o [mesmo] que se calhar muitas estações de rádio que nós pagamos fazem (...) contra aqueles que roubam os músicos portugueses, ao fazerem download da internet, em vez de comprarem o trabalho de quem trabalha; (...) contra aqueles que, à frente de rádios, não passam a música portuguesa, ou passam apenas a dos seus amigos. E contra aqueles que não o deixaram oferecer os discos aos países lusófonos - para isso, teria de pagar às Finanças impostos como se de uma venda se tratasse". Recorde-se que Paco Bandeira participou no Festival da Canção em diversas ocasiões, nomeadamente em 1972, 1973, 1975, 1977 e 1984, sem contudo conseguir vencer o concurso.
Veja o vídeo:
Veja o vídeo:
agenda
FC1975
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Jorge Palma
Márcia
Samuel Úria
[AGENDA] Músicos portugueses homenageiam as canções de Leonard Cohen
Em setembro, em quatro cidades do país, vários músicos portugueses prestam homenagem a Leonard Cohen que partiu em novembro de 2016.
Jorge Palma, Márcia, David Fonseca, Mazgani, Samuel Úria e Miguel Guedes, dos Blind Zero, vão homenagear Leonard Cohen, um ano depois da sua morte. O espetáculo chama-se "As canções de Leonard Cohen" e realiza-se a 21 de setembro, dia em que Leonard Cohen faria anos, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, no dia 27 na Casa da Música, no Porto, a 29 de setembro no CAE da Figueira da Foz e a 10 de outubro no cineteatro de Loulé.
Em palco, com os cantores nacionais, vão estar o guitarrista Pedro Vidal, que assume a direção musical, o baterista João Correia, o baixista Nuno Lucas, o teclista Rúben Alves e, nos coros, os cantores Paulo Ramos e Orlanda Guilande.
De recordar que Leonard Cohen morreu a 7 de novembro de 2016, aos 82 anos de idade. O artista tinha lançado, poucos dias antes, o álbum, "You Want It Darker", no qual refletia sobre a própria mortalidade e se interrogava sobre a natureza do Homem. 'Hallelujah', 'Suzanne', 'Bird On The Wire' ou 'So Long Marianne' foram alguns dos seus grandes êxitos.
Com produção do Bairro da Música e a chancela da Embaixada do Canadá em Portugal, estes quatro espectáculos apresentam-se como uma homenagem ao autor e intérprete.Os bilhetes têm preços que variam entre os 20 e os 35 Euros.
Fonte: BAIRRO DA MÚSICA/ Imagem: GOOGLE /Vídeo: YOUTUBE
Bob Dylan
FC1975
Prémio Nobel da Literatura
Sérgio Godinho
Sérgio Godinho reage à atribuição do Prémio Nobel da Literatura a Bob Dylan
Sérgio Godinho elogiou hoje, em declarações à agência Lusa, a escolha do norte-americano Bob Dylan para Nobel da Literatura, porque tem sido "absolutamente um desbravador na canção americana". Pela primeira vez o Nobel foi atribuído a um músico.
"Foi uma grande surpresa, mas fico muito contente. Vem de uma tradição 'folk', do Woody Guthrie, depois começou a descobrir outros caminhos, passou pela canção política, pela canção vivencial, pelo surrealismo e é extremamente moderno", afirmou o autor e compositor Sérgio Godinho à agência Lusa.
O compositor português não considera Bob Dylan uma influência direta no seu percurso na música, mas explicou: "É uma influência indireta. Quando o oiço apetece-me compor e isso acontecia-me também, por exemplo, com Zeca Afonso".
Recorde-se que o Prémio Nobel de Literatura foi atribuído, esta quinta-feira, ao músico norte-americano Bob Dylan, anunciou a Real Academia Sueca, em Estocolmo.
Bob Dylan, 75 anos de idade, foi o escolhido este ano por ter criado novas formas de expressão poéticas no quadro da grande tradição da música americana, explicou a Academia Sueca.
Sérgio Godinho foi um dos autores portugueses que foi convidado, pelos media, a comentar esta inédita escolha da Academia Sueca. Godinho, para além de poeta, é também intérprete e compositor. No seu vasto currículum, consta uma participação no Festival da Canção, em 1975, como autor e compositor de "A boca do lobo" na voz de Carlos Cavalheiro e com a qual alcançou o 2.º lugar.
Fonte: TVI24, PORTO CANAL / Imagem: GOOGLE /Vídeo: YOUTUBE
FC1975
novos lançamentos
Sérgio Godinho
Nas vésperas da estreia deste filme, Sérgio Godinho esteve com Jorge Palma em Amarante, num concerto que foi acompanhado pelo ESCPORTUGAL. O nosso artigo pode ser (re)lido AQUI. No Festival da Canção, o músico participou em 1975, como autor e compositor a canção "A boca do lobo" interpretada por Carlos Cavalheiro.
[VÍDEO] Sérgio Godinho regressa com "Sobe o calor"
Sérgio Godinho regressa às canções originais."Sobe o calor" tem assinatura do músico em conjunto com o pianista Filipe Raposo, fazendo parte da banda sonora do filme "Refrigerantes e Canções de Amor".
"Sobe o calor" é o título da nova canção de é Sérgio Godinho, composta em parceria com o pianista Filipe Raposo. O tema faz parte de "Refrigerantes e Canções de Amor", filme com argumento de Nuno Markl e realização de Luís Galvão Teles que estreou na passada quinta-feira tal como divulgámos AQUI. Recorde-se que, Sérgio Godinho participa também no filme numa participação especial como ator.
Sérgio Godinho afirmou a este propósito: "Luís Galvão Teles ofereceu-me a ocasião soberana de escrever, pela primeira vez, uma canção a meias com o Filipe Raposo, talentosíssimo pianista, e, descubro-o agora, também muito bom compositor", disse o músico, acrescentando: "Na letra que fiz para a música dele, andei à volta do tema do calor, dos refrigerantes, e do amor, sempre o amor. Começa e acaba o filme, sendo que no final é cantada por mim". O músico revela ainda que tem já "outra canção aprazada" com o pianista: "Agora, não há como parar".
Sérgio Godinho afirmou a este propósito: "Luís Galvão Teles ofereceu-me a ocasião soberana de escrever, pela primeira vez, uma canção a meias com o Filipe Raposo, talentosíssimo pianista, e, descubro-o agora, também muito bom compositor", disse o músico, acrescentando: "Na letra que fiz para a música dele, andei à volta do tema do calor, dos refrigerantes, e do amor, sempre o amor. Começa e acaba o filme, sendo que no final é cantada por mim". O músico revela ainda que tem já "outra canção aprazada" com o pianista: "Agora, não há como parar".
Veja o vídeo oficial do tema, que inclui imagens do filme:
Nas vésperas da estreia deste filme, Sérgio Godinho esteve com Jorge Palma em Amarante, num concerto que foi acompanhado pelo ESCPORTUGAL. O nosso artigo pode ser (re)lido AQUI. No Festival da Canção, o músico participou em 1975, como autor e compositor a canção "A boca do lobo" interpretada por Carlos Cavalheiro.
Fonte: ESCPORTUGAL, BLITZ, DN / Imagem e Vídeo: YOUTUBE
Amarante
Ao Vivo
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Jorge Palma
Sérgio Godinho
Sérgio Godinho e Jorge Palma, dois artistas incontornáveis na história da música portuguesa contemporânea, foram os protagonistas de mais um concerto lotado e, com eles, as canções, os sons e os tons que todas as gerações sabem de cor. O ESCPORTUGAL esteve no parque ribeirinho de Amarante na noite passada.
[AO VIVO] Sérgio Godinho e Jorge Palma intemporais de geração em geração
Sérgio Godinho e Jorge Palma, dois artistas incontornáveis na história da música portuguesa contemporânea, foram os protagonistas de mais um concerto lotado e, com eles, as canções, os sons e os tons que todas as gerações sabem de cor. O ESCPORTUGAL esteve no parque ribeirinho de Amarante na noite passada.
Em 1975 participaram no Festival da Canção e, desde então, os seus caminhos nunca mais se distanciaram muito. Apesar de terem toda uma vida de carreiras a solo, quando, em 2015, decidem iniciar uma série de concertos em conjunto e gravar um CD, a experiência em duo não foi de todo estranha. Tal como não foram estranhas as canções que cantaram na noite passada em Amarante, perante o recinto da frente ribeirinha da cidade completamente lotado. Esta dupla tem, mesmo, esse mérito de juntar várias gerações num espetáculo só, com muitas vozes a repetirem as canções como se de um grande coro se tratasse. Afinal, são mais de 40 anos de carreira de ambos os músicos e é impossível ficar indiferente a temas como Dá-me lume, Elixir da eterna juventude, Frágil ou Deixa-me rir… precisamente o tema que, em Amarante, foi o mais aplaudido e cantado pelo público. O ESCPORTUGAL transmitiu em direto um dos temas ao vivo, como pode recordar AQUI.
Juntos foi o título mais adequado para este concerto. Juntos porque cantaram em conjunto temas intemporais. Juntos, porque cantaram em dueto canções, ora de um, ora de outro, sem olhar de quem era a voz original do tema. Juntos, porque mostraram uma cumplicidade em palco que trespassa a mera relação profissional. Juntos, porque apesar de terem tido carreiras independentes, há temas de um que poderiam ter sido perfeitamente cantados originalmente pelo outro, e vice versa. Juntos, porque deram uma nova roupagem aos temas, transformando alguns dos mais antigos em atuais.
Passavam dez minutos das 22 horas e eis que os dois senhores entram em palco. Lá em baixo foi o tema de abertura. De forma descontraída e muito bem-disposta cantaram o tema, mostrando desde logo que as duas horas que se seguiriam seriam descomprometidas e leves.
Foram mais de duas dezenas de canções, cantadas ao piano, à guitarra ou simplesmente em pé de frente para o público. E apesar do recinto ter alguns milhares de pessoas, Godinho repetiu “estamos aqui tão bem, isto parece uma sala de estar”. O público correspondeu a cada acorde, ora cantando, ora batendo palmas, ora simplesmente ouvindo as letras que marcaram diferentes épocas da sociedade portuguesa, algumas não deixando de ter um cunho de intervenção.
Trouxeram para o palco a história de Portugal através das canções Conquistadores e Portugal, Portugal. Passaram por Mudemos de assunto. Lembraram a primeira canção que gravaram juntos, Na terra dos sonhos, em 1979. E dedicaram a canção Dancemos ao Mundo aos emigrantes e refugiados que estão separados, por culpa de uma sociedade que não aceita as diferentes ideologias. Minha senhora da solidão, Só, O lado errado da noite, Quem és tu de novo?, A noite passada, O acesso bloqueado, O primeiro dia… foram outros temas ouvidos. A acompanhar a dupla, seis músicos de seus nomes João Cardoso, João Correia, Nuno Lucas, Nuno Rafael, Sérgio Nascimento e Pedro Vidal.
Depois de encore, e perante a insistência do público, eis que todos regressam ao palco, não com um, mas com quatro novos temas: Espalhem a notícia, Canção de Lisboa, Liberdade e A gente vai continuar. E continuaram mesmo: o público exigiu e novo regresso ao palco com Encosta-te a mim e Bairro do amor.
O concerto de Jorge Palma e Sérgio Godinho esteve integrado na iniciativa “Palcos de Verão” organizada pelo Município de Amarante, promovendo diversas noites de boa e diversificada música de acesso gratuito. Artistas como Dengaz, Marco Rodrigues, Leopardskin, Bombs and Bullets estão a passar pelos palcos do centro da cidade, mas também orquestras, grupos de folclore e de música tradicional.
Fonte: ESCPORTUGAL / e imagem: ESCPORTUGAL / Vídeo: FACEBOOK ESCPORTUGAL
Ao Vivo
ESC1975
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José Luis Tinoco
Lisboa
Museu de Lisboa
[AO VIVO] Pinturas de José Luís Tinoco no Museu de Lisboa
Patente no Pavilhão Preto do Museu de Lisboa, a exposição LOOP traz, até à capital portuguesa, algumas das obras do espólio de José Luis Tinoco. O ESCPORTUGAL esteve lá e mostra-lhe tudo.
Comissariada por Luísa Soares de Oliveira, a exposição antológica do pintor, arquiteto e compositor José Luís Tinoco está patente no Pavilhão Preto do Museu de Lisboa, até ao próximo domingo, 22 de maio. 'LOOP' é composta por trinta obras (de um total de 100), que foram cedidas pelo Museu de Leiria, sendo que a exposição resulta do esforço conjunto entre as Galerias Municipais de Lisboa e o São Luiz Teatro Municipal, local onde decorreu o espetáculo 'Os Lados do Mar', em setembro de 2015, que assinalou os 50 anos de carreira do artista.
De entre as 30 obras expostas, que abordam alguns temas da sociedade contemporânea, como é caso a crise de refugiados, destaca-se uma peça giratória, colocada numa divisão especial, cujo título deu o nome à exposição. De realçar ainda que, no espaço destinado à exposição, é possível ouvir alguns dos temas compostos por José Luis Tinoco.
De entre as 30 obras expostas, que abordam alguns temas da sociedade contemporânea, como é caso a crise de refugiados, destaca-se uma peça giratória, colocada numa divisão especial, cujo título deu o nome à exposição. De realçar ainda que, no espaço destinado à exposição, é possível ouvir alguns dos temas compostos por José Luis Tinoco.
O ESCPORTUGAL visitou a exposição e traz até si algumas imagens da mesma:
José Luis Tinoco inscreveu o seu nome na história do Festival RTP da Canção e do Eurovision Song Contest em 1975 com a composição de Madrugada, tema que, interpretado por Duarte Mendes, representou Portugal em Estocolmo. Contudo, o arquiteto e pintor, é também o compositor de 'Um homem na cidade' e 'No teu poema', temas interpretados por Carlos do Carmo.
Fonte/Imagem: ESCPortugal / Vídeo: Youtube
Celina da Piedade
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Jorge Palma
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Tais Quais
Grupo Tais Quais junta Jorge Palma, Celina da Piedade... e outros que tais!
O grupo Tais Quais, que junta Tim, Vitorino, Jorge Palma, João Gil, Celina da Piedade, Paulo Ribeiro, o contador de histórias e humorista Jorge Serafim, entre outros, prepara o álbum de estreia, mas já tem canção para ouvirmos.
O grupo Tais Quais pretende divulgar "algumas das canções mais emblemáticas da música popular do Alentejo". O single de apresentação dos Tais Quais - grupo composto por Tim, João Gil, Celina da Piedade, Paulo Ribeiro, Sebastião Santos, Vitorino, Serafim e Jorge Palma – chama-se ‘Algibeira’ e já chegou às rádios nacionais, sendo que já se encontra disponível digitalmente. De acordo com uma nota enviada pelo grupo, o álbum de estreia ‘Os Fabulosos Tais Quais’ será editado no próximo dia 6 de novembro.
“Os Tais Quais prometem espalhar a sua música pelo país. E fazer novos amigos pelo caminho! Eles que se juntem! A mesa está posta. Há petiscos, há vinho, há cadeiras onde sentar e uma, duas violas à mão. Sobretudo, há gente unida pelo prazer de se encontrar e trocar histórias”. É assim que o grupo se descreve e quer ser conhecido no país.
As carreiras dos membros deste grupo são por demais conhecidas de todos, destacando-se a passagem pelo Festival da Canção de Jorge Palma em 1975 e de Celina da Piedade em 2011.
Ouça o single de estreia "Algibeira"
Fonte/Imagem: TAIS QUAIS /Vídeo: YOUTUBE
Duarte Mendes
ESC1975
FC1975
JESC2006
novos lançamentos
Pedro Madeira
[VÍDEO] Portugal: Pedro Madeira e Duarte Mendes gravam 'Madrugada'
Com o intuito de assinalar o 40.º aniversário da participação de 'Madrugada' na Eurovisão, Duarte Mendes e Pedro Madeira gravaram uma versão acústica do tema que o capitão de Abril levou a Estocolmo.
A comemorar os quarenta anos da vitória no Festival RTP da Canção 1975 e da sua participação no Eurovision Song Contest, Duarte Mendes gravou com Pedro Madeira uma versão acústica de 'Madrugada'. O 'dueto inesperado entre duas gerações' contou com a participação do pianista Pedro Zagalo.
Duarte Mendes, um dos capitães de Abril, representou Portugal na primeira participação portuguesa após a Revolução dos Cravos. Em Estocolmo, 'Madrugada' conquistou a 16.ª posição com 16 pontos, destacando-se os 12 pontos oriundos da Turquia. Pedro Madeira, por sua vez, foi o primeiro vencedor do Festival da Canção Júnior, em 2006. Em Bucareste, o jovem cantor levou 'Deixa-me Sentir' ao 14.º posto com 22 pontos.
Aceda, de seguida, à nova versão de Madrugada e recorde as participações de ambos no palco eurovisivo:
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Fonte/Imagem: PedroMadeira
FC1975
José Mário Branco
Prémio Carlos Paredes distingue carreira de José Mário Branco
O intérprete e compositor do tema "Alerta!", no primeiro Festival da Canção após o 25 de Abril de 1974, foi agraciado com o Prémio Carlos Paredes.
José Mário Branco é um dos expoentes máximos da música de intervenção do panorama musical português. Aos 72 anos de idade, o intérprete e músico foi agraciado com Prémio Carlos Paredes Carreira, galardão instituído desde 2002 com o objetivo de homenagear um dos maiores criadores e intérpretes
musicais portugueses do século XX (Carlos Paredes) e incentivar a
criação e a difusão de música de qualidade feita por portugueses.
A cerimónia de entrega do prémio decorreu no passado dia 30 de abril por ocasião da 5.ª edição do festival bienal Cantar Abril. Ausente no estrangeiro, José Mário Branco enviou uma mensagem que foi lida pelo também músico António José Martins, onde ressalvou que não deve ser vista nenhuma diferença entre o canto de resistência e o canto de liberdade, "porque o cantor deve ter sempre em vista que o seu trabalho só pode ser crítico, em qualquer regime e face a qualquer poder".
José Mário Branco iniciou a sua carreira durante o Estado Novo, tendo sido perseguido pela PIDE até se exilar em França, em 1963. Logo após o 25 de Abril de 1974, participou no Festival da Canção 1975 com o tema "Alerta!", que musicou para um poema do Grupo de Ação Cultural - Vozes na Luta. "Alerta! Alerta! Às armas! Ás armas! Alerta!", cantava.
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Fonte: PÚBLICO, ESCPORTUGAL / Imagem: GOOGLE
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