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"2000 A.D." de Samuel Úria vence o Globo de Ouro para Melhor Canção na 'XXIX Gala dos Globos de Ouro'

      

 "2000 A.D." de Samuel Úria venceu o Globo de Ouro para Melhor Canção na XXIX Gala dos Globos de Ouro.

[AGENDA] Salvador Sobral confirmado no 'Deixem o Pimba em Paz'


Bruno Nogueira e Manuela Azevedo vão apresentar o espetáculo "Deixem o pimba em paz" no Campo Pequeno, na próxima semana. Salvador Sobral e Samuel Úria estão confirmados no espetáculo.

Portugal: RTP revela convidados especiais da Final do 'Festival da Canção 2020'


A RTP revelou os convidados especiais da Final do Festival da Canção 2020. 

[VÍDEO] Portugal: Conheça o videoclip de "Viver", o novo tema de Cláudia Pascoal


Depois do lançamento do seu novo tema, "Viver", a cantora Cláudia Pascoal lançou o videoclip oficial do tema composto por Samuel Úria.

[ÁUDIO] Portugal: Conheça "Viver", o novo tema de Cláudia Pascoal


Cláudia Pascoal, representante de Portugal no Festival Eurovisão 2018, lançou um novo tema. "Viver" foi composto por Samuel Úria e fará parte do álbum de estreia da cantora, que contará com produção de Tiago Bettencourt.

Portugal: Samuel Úria distinguido pela Sociedade Portuguesa de Autores


O cantor e compositor Samuel Úria, participante no Festival da Canção em 2017 e 2018, foi distinguido com o Prémio José da Ponte pela Sociedade Portuguesa de Autores.

FC2019: Recorde a votação dos júris regionais do Festival da Canção 2019


Conan Osíris com "Telemóveis" venceu a votação de 6 das 7 regiões na Grande Final do Festival da Canção 2019. Samuel Úria, Pedro Granger, Sequin, Dino D'Santiago e Susana Travassos foram alguns dos jurados.

[AGENDA] Festival na passagem de ano do Terreiro do Paço em Lisboa

Hits dos anos 80 com muitas caras e vozes bem nossas conhecidas não vão faltar na noite mais longa do ano no Terreiro do Paço. Conheça de seguida a programação da Câmara Municipal de Lisboa, apresentada hoje em conferência de imprensa.

Para a programação de fim de ano - que a Câmara Municipal de Lisboa apelida de "Super Ano Novo" - haverá concertos na Praça do Comércio, de 29 a 31 de dezembro. A 29 de dezembro, atua a fadista Ana Moura e, no dia seguinte, o palco da mais imponente praça lisboeta será reservado à música africana, com atuações da cantora de ascendência cabo verdiana Lura (participante no FC2001) e do angolano Bonga, referiu a Câmara Municipal de Lisboa em conferência de imprensa. Recorde-se que este local será ponto de passagem obrigatório no Festival Eurovisão da Canção 2018, tendo em conta que ali será instalada a "Eurovision Village".

Para a passagem de ano, as festividades arrancam às 22h00 com concerto de Marta Ren & The Groovelvets, seguido da atuação dos Capitão Fausto. Depois do espetáculo pirotécnico, acompanhado da música do duo Beatbombers (Stereossauro e DJ Ride), segue-se um concerto que junta vários artistas portugueses que vão cantar hits do ‘pop-rock’ português, num evento com direção artística de Luís Varatojo. Após a meia-noite, sobem ao palco nomes como Ana Bacalhau, Ana Deus, Lena D’Água, Luis Portugal, Miguel Ângelo, Rui Pregal da Cunha, Samuel Úria, Viviane e Xana, entre outros a revelar, num concerto “para a família” e que junte diferentes gerações. Vários destes nomes já participaram no Festival da Canção.

No Terreiro do Paço, volta a ser instalada uma árvore de natal de 30 metros, sendo que também haverá uma árvore no Rossio. Às 18:00 de 1 de dezembro vão ser acendidas no Terreiro do Paço as 86 mil lâmpadas que vão iluminar as ruas da cidade até ao Dia de Reis. Durante a época natalícia, haverá ainda a habitual projeção de espetáculos de 'videomapping', mas desta vez na Fonte Luminosa e não no Terreiro do Paço como é hábito.


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Fonte: CM LISBOA /Imagem: GOOGLE

[AGENDA] Raquel Guerra e Samuel Úria no Festival do Crato 2017


Raquel Guerra e Samuel Úria são dois dos cantores participantes no Festival do Crato 2017, certame que decorre na vila alentejana entre 21 e 26 de agosto.

A 33.ª edição da Feira de Artesanato e Gastronomia do Crato, atualmente denominada Festival do Crato, decorre na próxima semana na vila alentejana. Composto por quatro dias de Festival, bem como a Recepção ao Campista e o Dia Extra, são várias dezenas de artistas que passarão pelo Crato nos próximos dias.

Samuel Úria, compositor de "Para perto", tema que as Golden Slumbers defenderam na 1.ª semifinal do Festival da Canção 2017, sobe ao palco do Festival do Crato no Dia Extra, 22 de agosto, estando o concerto agendado para as 23h20. Mishlawi, Ky-Mani Marley e Dj Oder & Sasha Vee completam o cartaz do dia, cujo ingresso custa 6 euros.

Dois dias depois, a 24 de agosto, é a vez de Raquel Guerra subir ao palco principal do Festival do Crato 2017. A cantora alentejana, quinta classificada no Festival da Canção 2014 com "Sonhos Roubados", atuará às 21h30, onde irá apresentar o seu espetáculo de fado. Pedro Moutinho, David Fonseca, John Newman e o Dj Wilson Honrado completam o dia, sendo que as entradas custam 12 euros.

Aceda AQUI a todas as informações sobre o Festival do Crato 2017.

Recorde, de seguida, as passagens de Raquel Guerra e Samuel Úria no Festival da Canção:





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Fonte: FestivaldoCrato/Perspectiva / Imagem: ESCPortugal/Vídeo: Youtube

[AGENDA] Músicos portugueses homenageiam as canções de Leonard Cohen

Em setembro, em quatro cidades do país, vários músicos portugueses prestam homenagem a Leonard Cohen que partiu em novembro de 2016. 

Jorge Palma, Márcia, David Fonseca, Mazgani, Samuel Úria e Miguel Guedes, dos Blind Zero, vão homenagear Leonard Cohen, um ano depois da sua morte. O espetáculo chama-se "As canções de Leonard Cohen" e realiza-se a 21 de setembro, dia em que Leonard Cohen faria anos, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, no dia 27 na Casa da Música, no Porto, a 29 de setembro no CAE da Figueira da Foz e a 10 de outubro no cineteatro de Loulé.

Em palco, com os cantores nacionais, vão estar o guitarrista Pedro Vidal, que assume a direção musical, o baterista João Correia, o baixista Nuno Lucas, o teclista Rúben Alves e, nos coros, os cantores Paulo Ramos e Orlanda Guilande.

De recordar que Leonard Cohen morreu a 7 de novembro de 2016, aos 82 anos de idade. O artista tinha lançado, poucos dias antes, o álbum, "You Want It Darker", no qual refletia sobre a própria mortalidade e se interrogava sobre a natureza do Homem. 'Hallelujah', 'Suzanne', 'Bird On The Wire' ou 'So Long Marianne' foram alguns dos seus grandes êxitos.

Com produção do Bairro da Música e a chancela da Embaixada do Canadá em Portugal, estes quatro espectáculos apresentam-se como uma homenagem ao autor e intérprete.Os bilhetes têm preços que variam entre os 20 e os 35 Euros.





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Fonte: BAIRRO DA MÚSICA/ Imagem: GOOGLE /Vídeo: YOUTUBE

Portugal: Samuel Úria decide surpreender o Festival da Canção 2017



As Golden Slumbers vão subir ao palco da 1.ª semifinal do Festival da Canção 2017, mas o compositor da canção decidiu fazer-lhes uma surpresa.

Samuel Úria é o autor e compositor da canção "Para perto", cujas intérpretes são as irmãs Margarida e Catarina Falcão mentoras do grupo Golden Slumbers. O compositor, que é também cantor, decidiu fazer uma surpresa e vai ser um dos membros do palco dessa mesma atuação no Festival da Canção, cuja primeira semifinal está agendada para o próximo domingo.

Para além das Golden Slumbers e de Samuel Úria, a canção n,º 2 contará com elementos do coro.

Apesar de ainda ser conotado à música alternativa e um fenómeno emergente das editoras indie portuguesas, a carreira de Samuel Úria passa pela escrita de canções e letras para nomes de primeira linha da música nacional, como Ana Moura, António Zambujo, Clã ou Kátia Guerreiro.

Recorde AQUI a entrevista de Samuel Úria do ESCPORTUGAL no passado mês de janeiro  algumas das canções que têm a sua assinatura:

    



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Fonte: ESCPORTUGAL, GOLDEN SLUMBERS / Imagem: GOOGLE / Vídeo: YOUTUBE

[ENTREVISTA] Golden Slumbers: “A nossa canção tem influências country”

Margarida Falcão e Catarina Falcão são irmãs e formam as Golden Slumbers, concorrentes do Festival da Canção 2017. Em entrevista ao ESCPORTUGAL, falam-nos do seu projeto.


O ESCPORTUGAL falou com Margarida Falcão, uma das Golden Slumbers, duo que irá interpretar a canção n.º 2 da semifinal 1, agendada para 19 de fevereiro. “Para perto”, assim se chama a canção, tem letra e música de Samuel Úria e terá as duas irmãs Falcão como intérpretes. As Golden Slumbers criaram e interpretaram uma versão de uma canção de Samuel Úria, gravada no final do ano passado. Essa versão foi a porta aberta para um encontro entre o músico e as jovens cantoras. Ouça essa versão:



“Quando vimos que o Samuel Úria tinha sido convidado pela RTP para compor uma canção para o Festival, entrámos em contacto com o músico. Tínhamos acabado de fazer uma versão da canção “É preciso que eu diminua”, por isso os nossos contactos estavam frescos”. Da proposta à aceitação foi tudo muito rápido. “E agora aqui estamos”, disse-nos Margarida a sorrir, não sem antes reconhecer ser admiradora do trabalho de Samuel Úria.

Na entrevista que concedeu ao ESCPORTUGAL, Samuel Úria rotulou a sua canção como “um folk mais tipicamente americano”. Pode recordar a entrevista AQUI. Margarida concorda com esta definição, acrescentando tratar-se de uma “canção muito bonita”, com uma “influência country”. Perguntámos se é dançável, a resposta foi “não”. É, portanto, “uma canção para se estar sentado e a sentir as palavras e a música”.

No palco do festival estarão as duas vocalistas, possivelmente uma das quais com guitarra, e um coro. “Mas ainda estamos a estudar esses pormenores”, acrescentou.

Margarida tem 20 anos de idade, Catarina 23. “Sempre tocámos e cantámos juntas”, afirma, quando convidada a falar das origens do grupo. Golden Slumbers vem mesmo da famosa canção dos Beatles com o mesmo título, composta por Paul McCartney, creditada à dupla Lennon/McCartney, e lançada no álbum Abbey Road de 1969. “Gostamos muito dos Beatles, são uma das nossas influências”, afirmou. Há três anos começam a tocar e a gravar juntas, algo que sempre fizeram em casa mas de forma informal. Profissionalmente, lançaram inicialmente um EP com 6 canções e depois um CD com uma dezena de temas. O pico surgiu no ano passado quando tocaram nos festivais Vodafone Mexefest e Nos Alive. Paralelamente, são estudantes de Turismo (Catarina) e Produção e Criação Musical (Margarida).

Do Festival da Canção não tem “grande memória”. “Não nos identificávamos com o formato”, admite. A Eurovisão “víamos com alguma tristeza pela representação de Portugal”, embora reconheça tratar-se “de um grande festival, uma montra do melhor que se faz na Europa”. Destaca pela positiva a participação de 1996, Lúcia Moniz com “O meu coração não tem cor”.

Expectativas para o festival de 2017? “Mostrar que Portugal não tem só música pimba”, respondeu a sorrir.


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Fonte: ESCPORTUGAL, MARGARIDA FALCÃO /Imagem: FACEBOOK / Vídeo: YOUTUBE

[ENTREVISTA] Samuel Úria: A canção é “um folk mais tipicamente americano”


Samuel Úria foi sondado várias vezes para participar no Festival da Canção, mas este é o ano em que vai inscrever, pela primeira vez, o seu nome na história do mítico certame da RTP. Numa entrevista "à Samuel Úria", o músico, que também irá assinar a letra da canção, fala-nos do seu projeto para o Festival da Canção.


Samuel Úria foi líder do grupo Samuel Úria & As Velhas Glórias, apesar de, na atualidade, ter trabalhado mais a solo. Desde 2013 que é um dos rostos do grupo XNC. Em 2016 ganhou o prémio para a melhor canção do ano da Sociedade Portuguesa de Autores com o tema "Lenço Enxuto".



Apesar de ainda ser conotado à música alternativa e um fenómeno emergente das editoras indie portuguesas, a sua carreira passa pela escrita de canções e letras para nomes de primeira linha da música nacional, como Ana Moura, António Zambujo, Clã ou Kátia Guerreiro.




Participou no projeto Dinamite, de homenagem à cantora e compositora Dina, como publicámos AQUI. Esta tarde conversámos com o músico a respeito do seu projeto para o Festival da Canção. E foi quando soubemos que, apesar desta ser a sua primeira participação no mítico concurso da RTP, em outras edições os convites surgiram. “Já várias vezes me tinham sondado para participar, mas sempre pessoas sem qualquer ligação oficial ao Festival da Canção”, afirmou Samuel Úria ao  ESCPORTUGAL. “Há uns anos”, começou por recordar, “cheguei a escrever uma letra, a convite do Jorge Rivotti, para um fado dele que creio não ter sido entregue a tempo da seleção. Ainda assim, partindo de mim dificilmente participaria, porque não me interessa muito uma disputa entre músicos. Nos moldes em que o convite me foi feito este ano, o lado de concurso tem pouco peso no conceito, daí ter prontamente acedido”. E quando disse “sim”, começou de imediato a trabalhar na canção “com imediata vontade de participar”: “Dificilmente faço canções sem um propósito muito específico. Assim sendo, não tinha em stock nenhuma canção que servisse para o festival. Tive mesmo a trabalhar do zero”.

Sem querer entrar, então, no espírito competitivo, Samuel fala-nos do contributo que pretende dar ao festival: “Espero não desprestigiar uma das mais queridas instituições da televisão portuguesa. Apesar da minha relação nostálgica com a memória do FC, a intenção não é ceder a esse espírito, e vou apresentar uma canção que tem o despojamento e a simplicidade típicas das minhas canções, não tanto a grandiosidade dalgumas das canções mais marcantes da história do FC ou da Eurovisão”. A canção é “um folk mais tipicamente americano”, mas cantado “na língua portuguesa”. Quisemos saber se não é adepto da abertura, dada pela RTP, de participarem canções interpretadas em qualquer língua. Úria teve resposta pronta: “Não diria que sou adepto, tendo em conta que não vou fazer uso dessa abertura a outras línguas. Diria só que não estou contrário. Embora eu seja indefectível no uso do português nas minhas canções, talvez não seja descabido que este FC em particular – na medida em que quer ser um reflexo da música moderna que se faz em Portugal - abra portas a uma grande fatia dos autores portugueses, que é aquela dos que não cantam na língua nativa”. O músico também vai assinar a letra.

Sem revelar o nome do intérprete, Samuel Úria teve uma resposta curiosa a este respeito: “Posso dizer que não é propriamente uma banda, mas tem nome como uma banda. Não vai ser um intérprete masculino, nem vai ser uma intérprete feminina”. Curiosos? Nós também ficámos!

Nesta entrevista, houve também espaço para falarmos do projeto Dinamite, homenagem à cantora e compositora Dina no ano que se despediu dos palcos. Samuel Úria foi um dos músicos mais ativos neste projeto. “Acho que foi uma homenagem bonita e merecida", enfatizou. "Estou feliz que tenha sido feita em vida, e espero que se repita várias vezes com a Dina a assistir e, quem sabe, a participar”.

Sobre o Festival Eurovisão, Samuel Úria reconhece que este foi perdendo para si, o interesse. “A Eurovisão era uma tradição familiar quando eu era miúdo”, recorda. “Confesso que fui perdendo algum interesse nos anos 90. É engraçado perceber que não perdeu, ou readquiriu, aquele lado político camuflado, sobretudo agora nos países emergentes, nos mais periféricos e nos que almejam a integração na Comunidade Europeia. Tenho de admitir que, musicalmente, já não é um espectáculo que me pareça muito apelativo”.

Convidámos o músico a destacar duas canções eurovisivas, uma portuguesa, outra estrangeira. “Em Portugal creio que o “O Meu Coração Não Tem Cor” é a última grande canção de Festival - tinha todos os elementos clássicos, tinha elementos modernos, e até tinha elementos anacrónicos que se mesclavam na perfeição. Os arranjos, a letra, o lado cénico, tudo a torná-la numa das minhas canções preferidas do FC numa altura em que já não seguia o FC com muito entusiasmo. Por esse motivo, e mesmo apesar dos Abba, a canção que a Lúcia Moniz interpretou também é a minha preferida da Eurovisão”.


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Fonte: ESCPORTUGAL, SAMUEL URIA / Imagem: GOOGLE / Vídeo: YOUTUBE

Álbum de Samuel Úria na lista dos melhores discos de 2016

Chama-se “Carga de Ombro” e saiu a 29 de abril o último álbum do músico português Samuel Úria. O disco acaba de ser indicado na lista dos melhores discos de 2016 de acordo com o site ibero-americano Zambombazo.


O site espanhol Zambombazo, dedicado a cultura e muito especificamente a música, acaba de publicar a lista dos melhores álbuns de 2016 de entre todos os que foram editados nos países iberoamericanos. O álbum “Carga de Ombro”, de Samuel Úria, está indicado como um dos melhores trabalhos de 2016, sendo o único álbum de um músico português. Predomina na lista a língua espanhola, figurando contudo alguns trabalhos do Brasil. "Rock dinâmico, fascinante equilíbrio entre a subtileza e a força", assim descreve o site, que destaca a canção "É preciso que eu diminua", que pode ouvir de seguida:





Samuel Úria é um dos 16 compositores convidados a participar no Festival da Canção de 2017, tal como publicámos AQUI. O intérprete da canção que será apresentada a concurso será revelado no final de janeiro próximo, sendo que poderá ser o próprio músico ou outro. 


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Fonte: ZAMBOMBAZO / Imagem: GOOGLE /Vídeo: YOUTUBE

[AUDIO] Ouça a nova versão de “Chamar a música”


Samuel Úria gravou uma versão de “Chamar a música”, canção de autoria de Rosa Lobato de Faria (letra) e João Oliveira (música), com a qual Sara Tavares interpretou e representou Portugal no festival Eurovisão em 1994. 19 anos depois, esta nova versão está incluída na colectânea "Voz e Guitarra 2" onde também participa Sara Tavares com uma versão já conhecida de "Problema de Expressão" dos Clã.

Samuel Úria é um músico português membro do movimento Flor Caveira (que teve a sua origem em 1999), embora se tenha celebrizado nos últimos anos pelos seus trabalhos a solo. Este ano editou o seu 3.º álbum, intitulado "Grande Medo do Pequeno Mundo", um disco imediatamente acolhido pela crítica e pelo público. Destacam-se neste disco as participações de cantores como Manel Cruz, Márcia, António Zambujo ou Gonçalo Gonçalves.




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Fonte: BLITZ / Imagem: GOOGLE

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