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Ary dos Santos
Cristina Bacelar
Fernando Tordo
novos lançamentos
Tozé Brito
[VÍDEO] Cristina Bacelar apresenta novo álbum "Nem Tudo é Fado"
"Nem tudo é fado" é o novo trabalho a solo de Cristina Bacelar, uma viagem pelo fado e pelo flamenco, resultante das várias experiências musicais vividas nos últimos anos. Neste álbum, o xaile negro do fado e o mantón de manila do flamenco vestem-se na Cidade Invicta, através da voz e da guitarra de Cristina Bacelar.
ESC1966
Especial
FC1966
Filipe la féria
José Cid
Madalena Iglésias
Ministério da Cultura
Obituário
Portugal
Simone de Oliveira
Tozé Brito
Considerando-a como "uma amiga de sempre", António Calvário, representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1964, sublinhou que sempre manteve contacto próximo com Madalena Iglésias e a sua família: "Sempre que ela vinha a Portugal telefonava e nós encontrávamo-nos e íamos almoçar, com um amigo comum. Foi a pessoa com quem mais lidei e a colega com quem mais trabalhei" recordou, destacando a grande cumplicidade entre ambos, "Foi uma amiga muito especial, nunca tivemos a mais pequena desavença, apoiávamo-nos muito mutuamente e éramos muito cúmplices".
[ESPECIAL] Portugal chora o falecimento de Madalena Iglésias
O falecimento de Madalena Iglésias, aos 78 anos de idade, deixou Portugal em choque. Diversos artistas e milhares de fãs lamentaram o desaparecimento da eterna cantora de "Ele e Ela".
Apresentou-se como "o meu nome é Madalena e nasci para cantar", mas abandonou a carreira musical ainda na década de 70. Vencedora do Festival da Canção de 1966, Madalena Iglésias faleceu, esta manhã, em Barcelona, aos 78 anos de idade, sendo que as causas da morte não foram ainda reveladas. Nas redes sociais, milhares de pessoas lamentaram o falecimento da eterna cantora de um dos maiores sucessos de sempre da música portuguesa: "Ele E Ela" de Carlos Canelhas.
António Calvário, Simone de Oliveira, Júlio Isidro e José Cid foram algumas das inúmeras figuras públicas que reagiram publicamente ao desaparecimento físico da cantora que, em 1966, representou Portugal no Festival Eurovisão. Recorde alguns destes testemunhos de seguida:
Simone de Oliveira recordou a colega Madalena Iglésias que faleceu esta manhã aos 78 anos de idade: "Tenho muito pena, é um grande desgosto. Foi uma pessoa com quem eu convivi, apesar das rivalidades à época.". "Ela é a primeira do quarteto a morrer. É verdade que fomes rivais nessa época" lembrou Simone, recordando os espetáculos que fez com Madalena, António Calvário e Artur Garcia, "Ela tinha um grupo de fãs muito complicado, mas eram coisas de miúdas (...) Depois casou, deixou de cantar e teve uma vida boa sem preocupações financeiras". Recorde AQUI as declarações de Simone.
O fadista Gonçalo Salgueiro, sobrinho da cantora, utilizou as redes sociais para recordar a tia Madalena Iglésias: "Madalena deixa-nos aos 78 anos de uma vida gloriosa (..) Deixa-nos o corpo físico da artista portuguesa mais internacional e versátil de sempre depois de Amália. Fica o amor, a saudade, a obra, a lembrança de uma mulher dona de uma beleza e talento incomparáveis".
O fadista Gonçalo Salgueiro, sobrinho da cantora, utilizou as redes sociais para recordar a tia Madalena Iglésias: "Madalena deixa-nos aos 78 anos de uma vida gloriosa (..) Deixa-nos o corpo físico da artista portuguesa mais internacional e versátil de sempre depois de Amália. Fica o amor, a saudade, a obra, a lembrança de uma mulher dona de uma beleza e talento incomparáveis".
Tozé Brito lamentou a morte de Madalena Iglésias, garantindo que a cantora marcou uma época e é um nome de referência na música portuguesa: "É um nome de referência da música portuguesa. É inevitável não falar da Madalena Iglésias, quando se fala da história da música portuguesa. Nesse sentido, tenho muito respeito por ela e imensa pena da sua morte". Apesar de nunca ter trabalhado para Madalena, Tozé Brito garante ter sido um fervoroso seguidor do trabalho da artista: "Havia três ou quatro nomes que marcaram aquela época da música portuguesa, principalmente a Simone que foi 'rival' da Madalena Iglésias. Elas competiam por um lugar de rainhas da música portuguesa, de primeira dama na música portuguesa".
Também Júlio Isidro, apresentador do Festival da Canção de 1991 e 2015, garante que Portugal perdeu, esta manhã, "uma rainha": "Era uma pessoa com uma noção de carreira absolutamente consciente. Alguém que sabia perfeitamente o que queria fazer e onde queria chegar. E até soube quando queria e quando quis parar (...) É evidente que todos achámos que ela se tinha retirado cedo de mais. Quando cortou com a canção, cortou em termos definitivos, mas manteve sempre uma aura extraordinária de alguém que tinha conquistado o público não só pela canção", afirmou, relembrando o sucesso de Madalena Iglésias no teatro e no cinema. Além disso, Júlio Isidro lamenta que a cantora já não assista ao Festival da Canção de 2018: "Todo esse espírito foi reconstituído a partir do ano passado, com a vitória do Salvador Sobral, e ela no ano passado, certamente, ainda teve ocasião de o ver, um festival à maneira do seu tempo. A poucos dias de um novo Festival ela já cá não está, mas nós estamos com ela".
José Cid, representante de Portugal no Festival Eurovisão 1980, recorda também com carinho a carreira de Madalena Iglésias, relembrando que a cantora "marcou os anos 60 de uma forma saudosa, sendo uma excelente cantora". Além disso, o cantor e compositor elogiou o "excelente ser humano de uma simpatia extrema" que soube retirar-se "no seu apogeu e sem qualquer decadência vocal".
Amor Electro
Antena 1
António Macedo
Blind Zero
FC2018
Festival da Canção 2018
Iolanda Ferreira
João Gobern
Marisa Liz
Miguel Guedes
Noémia Gonçalves
Ricardo Soares
RTP
Rui Pêgo
Tozé Brito
FC2018: Saiba quem são os responsáveis pelas duas pré-seleções do Festival da Canção 2018
A RTP revelou os responsáveis pela seleção dos dois temas de candidaturas livres que disputarão o Festival da Canção 2018. Tozé Brito, Marisa Liz e Miguel Guedes são alguns dos nomes.
Conforme foi revelado anteriormente pela RTP (AQUI), o Festival da Canção 2018 contará com vinte temas participantes, sendo que os mesmos serão apurados por diferentes processos: 17 serão oriundos de convites diretos da RTP a compositores, 1 compositor será escolhido por Luísa e Salvador Sobral, 1 compositor será oriundo do programa "Master Class" da Antena 1 e o último será oriundo de candidaturas espontâneas.
O programa Master Class, da Antena 1, é dirigido a compositores e autores sem trabalhos publicados, sendo que as inscrições estão abertas até 15 de setembro. Tozé Brito, representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1978, 1982 e 1985, presidirá o júri da competição, que contará também com Noémia Gonçalves, António Macedo, Ricardo Soares e Rui Pêgo. O compositor vencedor deverá apresentar a concurso uma canção inédita.
Por outro lado, a última vaga será ocupada pelo escolhido de entre as candidaturas espontâneas enviadas para o certame. Todos os cidadãos de nacionalidade portuguesa ou estrangeira residentes em Portugal, que tenham ou não trabalhos publicados, incluindo, mas sem limitar, os portugueses que vivem fora do nosso país, sendo que as inscrições devem ser feitas em http://antena1.rtp.pt. António Macedo, jornalista e locutor de rádio, é o presidente do júri da seleção, que será completo por João Gobern, jornalista, Miguel Guedes (Blind Zero), Marisa Liz, que participou no Festival da Canção de 2012, e Iolanda Ferreira.
Fonte/Imagem: RTP
ESC1978
ESC1980
ESC1998
Jay-Z
José Cid
Quarteto 1111
Tozé Brito
[ÁUDIO] Jay-Z usa canção de José Cid e Tozé Brito em novo álbum
O rapper norte-americano Jay-Z utilizou um excerto de 'Todo o Mundo e Ninguém', canção interpretada pelo Quarteto 1111 e composta por José Cid e Tozé Brito, no seu mais recente álbum 4:44.
O rapper norte-americano Jay-Z usou partes de uma canção portuguesa no seu mais recente álbum, 4:44, lançado hoje, 30 de junho. Na faixa Marcy Me, o rapper utilizou excertos de 'Todo o Mundo e Ninguém", canção interpretada pelo grupo Quarteto 111, com letra de Gil Vicente e composição de Tozé Brito e José Cid: "É simpático, é bonito e é uma honra um artista deste estatuto" afirmou Tozé Brito.
Além disso, o representante português no ESC1978 e um dos jurados do Festival da Canção de 2017 revelou que "A editora do Jay-Z ligou e perguntou se autorizávamos" o uso de um sample e "foi feita uma negociação". No álbum, Tozé Brito e José Cid constam como co-autores da música e os artistas portugueses vão receber parte dos direitos de autor da canção.
"O que nos surpreendeu muito foi ele ter descoberto uma canção de 1970 que só saiu em vinil e só foi reeditada num CD best of do Quarteto 1111 muitos anos depois, por volta dos anos 90", afirmou Tozé Brito. "É curioso como o Jay Z em 2017 vai descobrir isto". O cantor recordou que o texto da canção pertencia a uma peça de teatro de Gil Vicente, do século XV: "Fomos buscar esse texto porque, com a censura, tínhamos de usar textos portugueses de séculos atrás que não eram censuráveis e que diziam o mesmo que queríamos dizer".
Aceda, de seguida, ao tema de Jay-Z e recorde a canção do Quarteto 1111:
Fonte/ Imagem: DN/Blitz / Vídeo: Youtube
Celina da Piedade
ESC2017
Inês Meneses
Nelson Carvalho
Portugal
Ramon Galarza
Tozé Brito
ESC2017: Conheça a votação detalhada dos cinco jurados de Portugal
Tozé Brito, Celina da Piedade, Nelson Carvalho, Inês Meneses e Ramón Galarza compuseram o júri de Portugal no Festival Eurovisão 2017. Saiba quais foram os favoritos de cada candidato na semifinal e na Grande Final.
Na primeira semifinal, o júri português esteve em acordo em quatro dos finalistas da edição (Suécia, Austrália, Finlândia e Moldávia). Azerbaijão e Grécia não conseguiram convencer Celina da Piedade e a Polónia ficou de fora das preferências de Inês Meneses. Por outro lado, a jurada do Festival da Canção foi a única a colocar a Bélgica dentro do lote de pontuados do júri nacional, sendo que Arménia e Chipre também não reuniram a preferência dos cinco jurados.
A candidatura da República Checa recolheu a pontuação máxima do júri nacional, sendo a favorita de três dos jurados, seguida da Moldávia e do Azerbaijão, com o último a receber a pontuação máxima dos restantes jurados. Finlândia (7) e Geórgia (3) foram pontuados, apesar de terem falhado o apuramento, ao contrário da Bélgica e Chipre, países que ficaram de fora da votação do júri nacional mas conseguiram o apuramento.
Na Grande Final, o Azerbaijão foi o país mais votado pelo júri nacional, tendo repetido a pontuação máxima recebida por Tozé Brito e Nelson Carvalho na semifinal. Seguiu-se a Áustria e a Bélgica, país que na semifinal ficou fora das preferências dos jurados nacionais. Inês Meneses e Celina da Piedade atribuíram a pontuação máxima à Moldávia, país que ficou na 5.ª posição do júri, enquanto que Ramón Galarza deu a pontuação mais elevada à Croácia, país que terminou na 22.ª posição do júri nacional. Chipre, país que na semifinal também não havia sido pontuado, recolheu 1 ponto do júri nacional, bem como a Holanda (3), Austrália (5), Noruega (2), Suécia (7) e França (4).
Fonte: eurovision.tv / Imagem: ESCPortugal
Celina da Piedade
ESC2017
Filomena Cautela
Inês Meneses
Nelson Carvalho
Portugal
Ramon Galarza
Tozé Brito
ESC2017: Conheça a votação do júri de Portugal na Grande Final
O júri português foi o 27.º a revelar as suas votações na Grande Final do Festival Eurovisão 2017. Azerbaijão recebeu a pontuação máxima.
Filomena Cautela, porta-voz de Portugal na Grande Final do Festival Eurovisão 2017, já revelou as votações do júri português. Os doze pontos rumaram ao Azerbaijão, enquanto que Áustria e Bélgica conquistaram o segundo e o terceiro lugar nas preferências nacionais, respetivamente.
Tozé Brito, Inês Meneses e Ramón Galarza, três dos jurados das semifinais do Festival da Canção 2017, integraram o júri para o Eurovision Song Contest 2017, aos quais se juntaram Celina da Piedade, terceira classificada no Festival da Canção, e o produtor musical Nelson Carvalho.
Aceda, de seguida, à votação de Portugal:
12pts Azerbaijão
10pts Áustria
8pts Bélgica
7pts Suécia
6pts Moldávia
5pts Austrália
4pts França
3pts Holanda
2pts Noruega
1pt Chipre
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Fonte/Imagem/Vídeo: eurovision.tv
Agir
Aurea
esc1974
ESC1977
Marisa Liz
novos lançamentos
Nuno Markl
Paulo de Carvalho
Portugal
Rita Guerra
Rui Veloso
Tozé Brito
Portugal: Paulo de Carvalho lança novo disco, 'Duetos'
Paulo de Carvalho anunciou, recentemente, o lançamento de um novo disco, 'Duetos'. Diogo Piçarra, Rita Guerra, Rui Veloso e Carlos do Carmo são alguns dos artistas convidados.
O cantor Paulo de Carvalho anunciou, recentemente, o lançamento de um novo disco. "Meus amigos, tenho o prazer de vos anunciar o meu mais novo disco, 'Duetos'. São 17 canções em total sintonia com 18 artistas muito talentosos" escreveu o cantor nas redes sociais, avançando que a produção musical ficou a cargo do seu filho Agir (FC2007).
Rita Guerra (ESC2003), Rui Veloso, Raquel Tavares (EDC2007), Carlos do Carmo (ESC1976), Tozé Brito (ESC1978), José Cid (ESC1980/1998) e Marisa Liz (FC2012) são alguns dos cantores participantes no disco que será lançado a 19 de maio.
Aceda, de seguida, ao alinhamento do disco:
1. Flor Sem Tempo (feat. Diogo Piçarra)
2. Maria Vida Fria (feat. Rita Guerra)
3. 10 Anos (feat. Rui Veloso)
4. Abracadabra (feat. Aurea)
5. Executivo (feat. Tatanka)
6. Os Putos (feat. Camané)
7. O Homem Das Castanhas (feat. Raquel Tavares)
8. Lisboa Menina E Moça (feat. Carlos do Carmo)
9. Olá, Então Como Vais? (feat. TóZé Brito)
10. Um Beijo À Lua (feat. Mafalda Sacchetti)
11. O Meu Mundo Inteiro (feat. Agir)
12. Mãe Negra (feat. Matias Damásio)
13. Balada Para Uma Boneca De Capelista (feat. Miguel Araujo)
14. Os Meninos De Huambo (feat. António Zambujo)
15. Gostava De Vos Ver Aqui (feat. Ivan Lins & Nuno Markl)
16. Nini Dos Meus Quinze Anos (feat. José Cid)
17. E Depois Do Adeus (feat. Marisa Liz)
Fonte e Imagem: Paulo de Carvalho / Vídeo: ESCPortugal
Celina da Piedade
ESC2017
FC2017
Inês Meneses
Portugal
Ramon Galarza
Tozé Brito
ESC2017: Conheça o júri de Portugal no Festival Eurovisão 2017
Tozé Brito, Celina da Piedade, Nelson Carvalho, Inês Meneses e Ramón Galarza compõe o júri de Portugal no Festival Eurovisão 2017.
O site oficial do Festival Eurovisão 2017 revelou, esta tarde, o nome dos jurados dos 42 países a concurso na edição deste ano. Tozé Brito, Inês Meneses e Ramón Galarza, três dos jurados das semifinais do Festival da Canção 2017, integram o júri para o Eurovision Song Contest 2017, aos quais se juntam Celina da Piedade, terceira classificada no Festival da Canção, e o produtor musical Nelson Carvalho.
Conforme foi avançado pela EBU/UER, os cinco jurados de cada país foram escolhidos pela emissora estatal do respetivo país, respeitando uma série de regras: os jurados não podem ter integrado o júri das últimas duas edições, devem ter pelo menos 16 anos de idade no dia da votação, não devem ser empregados das emissoras e devem exercer uma profissão relacionada com a indústria musical.
De realçar que os jurados nacionais serão responsáveis por 50% da votação final: os cinco eleitos de cada emissora votarão nos seus favoritos no ensaio geral da noite anterior ao direto, sendo que a votação será independente da votação do televoto.
Tozé Brito é um cantor, letrista e compositor português. Foi executivo das editoras Universal Music Portugal e BMG. Presentemente é diretor e administrador da Sociedade Portuguesa de Autores. Formou o seu primeiro grupo aos 14 anos de idade. A solo lança, em 1972, o EP "Liberdade" e participa no Festival da Canção desse ano com "Se Quiseres Ouvir Cantar". Em 1978 vence o Festival, inserido no grupo Gemini. Volta, logo no ano a seguir ao certame português com o tema Novo Canto Português. Em 1982 e em 1985 é o compositor dos temas vencedores do FdC desses anos, Penso em Ti (Eu Sei) e Bem Bom, respetivamente.
Celina da Piedade é acordeonista, cantora e compositora. Começou a estudar música aos 5 anos de idade, tendo entrado, posteriormente, no Conservatório de Setúbal. Licenciada em Património Cultural e pós-graduada em Estudos de Música Popular, Celina integrou, em 2000, Cinema Ensemble de Rodrigo Leão, com quem ainda trabalha atualmente, tocando em todos os concertos e discos do compositor. Mayra Andrade, Uxia, Ludovico Einaudi e António Chainho são outros nomes com quem já trabalhou, estando atualmente integrada no projeto Tais Quais, fazendo parceria com Vitorino, Tim, Sebastião, Serafim, Jorge Palma, Paulo Ribeiro e João Gil. A cantora integrou também o grupo Homens da Luta aquando da participação (e vitória) no Festival da Canção 2011, tendo ficado de fora da atuação no Festival Eurovisão em Dusseldorf. Complementa todas essas colaborações (ou vice versa) com uma carreira a solo: "Sol" é o título do seu último álbum. No Festival da Canção 2017 conquistou a terceira posição com "Primavera".
Nelson Carvalho é produtor musical estando ligado à Valentim de Carvalho. Recentemente trabalhou com Legendary Tigerman, Deolinda, Samuel Úria, Mão Morta, Sérgio Godinho, entre outros.
Inês Meneses trabalha na Antena 1 onde apresenta, todos os dias, O Amor É. Também é possível ouvi-la na Antena 3 com Pedro Boucherie Mendes (Pedro&Inês), “rindo da actualidade…”. Está na Radar (Lisboa 97.8 fm), diariamente e no programa de entrevistas Fala com Ela.
Ramon Galarza iniciou a sua formação musical aos 7 anos de idade e iniciou a carreira em 1976. Dez anos depois, em 1986, criou a TCHATCHATCHA, empresa de produções musicais com estúdios próprios de gravação. Colaborou com vários artistas ao longo dos anos e trabalhou para vários programas de televisão. Como produtor musical, recebeu seis discos de platina, doze de ouro e dezasseis de prata. Esteve envolvido em todos os Festivais da Canção dos últimos anos e, em 2015, foi um dos comentadores enviados pela RTP para Viena.
Conforme foi avançado pela EBU/UER, os cinco jurados de cada país foram escolhidos pela emissora estatal do respetivo país, respeitando uma série de regras: os jurados não podem ter integrado o júri das últimas duas edições, devem ter pelo menos 16 anos de idade no dia da votação, não devem ser empregados das emissoras e devem exercer uma profissão relacionada com a indústria musical.
De realçar que os jurados nacionais serão responsáveis por 50% da votação final: os cinco eleitos de cada emissora votarão nos seus favoritos no ensaio geral da noite anterior ao direto, sendo que a votação será independente da votação do televoto.
Conheça, de seguida, os cinco jurados de Portugal:
Tozé Brito é um cantor, letrista e compositor português. Foi executivo das editoras Universal Music Portugal e BMG. Presentemente é diretor e administrador da Sociedade Portuguesa de Autores. Formou o seu primeiro grupo aos 14 anos de idade. A solo lança, em 1972, o EP "Liberdade" e participa no Festival da Canção desse ano com "Se Quiseres Ouvir Cantar". Em 1978 vence o Festival, inserido no grupo Gemini. Volta, logo no ano a seguir ao certame português com o tema Novo Canto Português. Em 1982 e em 1985 é o compositor dos temas vencedores do FdC desses anos, Penso em Ti (Eu Sei) e Bem Bom, respetivamente.
Celina da Piedade é acordeonista, cantora e compositora. Começou a estudar música aos 5 anos de idade, tendo entrado, posteriormente, no Conservatório de Setúbal. Licenciada em Património Cultural e pós-graduada em Estudos de Música Popular, Celina integrou, em 2000, Cinema Ensemble de Rodrigo Leão, com quem ainda trabalha atualmente, tocando em todos os concertos e discos do compositor. Mayra Andrade, Uxia, Ludovico Einaudi e António Chainho são outros nomes com quem já trabalhou, estando atualmente integrada no projeto Tais Quais, fazendo parceria com Vitorino, Tim, Sebastião, Serafim, Jorge Palma, Paulo Ribeiro e João Gil. A cantora integrou também o grupo Homens da Luta aquando da participação (e vitória) no Festival da Canção 2011, tendo ficado de fora da atuação no Festival Eurovisão em Dusseldorf. Complementa todas essas colaborações (ou vice versa) com uma carreira a solo: "Sol" é o título do seu último álbum. No Festival da Canção 2017 conquistou a terceira posição com "Primavera".
Nelson Carvalho é produtor musical estando ligado à Valentim de Carvalho. Recentemente trabalhou com Legendary Tigerman, Deolinda, Samuel Úria, Mão Morta, Sérgio Godinho, entre outros.
Inês Meneses trabalha na Antena 1 onde apresenta, todos os dias, O Amor É. Também é possível ouvi-la na Antena 3 com Pedro Boucherie Mendes (Pedro&Inês), “rindo da actualidade…”. Está na Radar (Lisboa 97.8 fm), diariamente e no programa de entrevistas Fala com Ela.
Ramon Galarza iniciou a sua formação musical aos 7 anos de idade e iniciou a carreira em 1976. Dez anos depois, em 1986, criou a TCHATCHATCHA, empresa de produções musicais com estúdios próprios de gravação. Colaborou com vários artistas ao longo dos anos e trabalhou para vários programas de televisão. Como produtor musical, recebeu seis discos de platina, doze de ouro e dezasseis de prata. Esteve envolvido em todos os Festivais da Canção dos últimos anos e, em 2015, foi um dos comentadores enviados pela RTP para Viena.
Fonte: EBU / Imagem: ESCPortugal
Augusto Madureira
Carla Bugalho
Gonçalo Madail
Nuno Galopim
Tozé Brito
Nuno Galopim apresenta formação "Eurovisão: Uma Viagem Televisiva"
Destino a todos os interessados no fenómeno da Eurovisão, Nuno Galopim, um dos consultores da RTP para o Festival da Canção 2017, é o responsável pela formação «Eurovisão: Uma Viagem Televisiva».
"De que se fala quando se fala do Festival da Eurovisão? De música, claro. (...) Fala-se depois de televisão. De showbiz. Fala-se de identidades. E também do mundo político que no fundo atravessa as épocas e os países concorrentes. O que podemos nós aprender com a música, os modelos de pensar a televisão, a comunicação e a história política e social da Europa com estas já mais de seis décadas do Festival da Eurovisão?": é assim descrita a formação «Eurovisão: Uma viagem televisiva», assegurada por Nuno Galopim, um dos consultores da RTP para o Festival da Canção 2017.
Destinada a "Todos os interessados no fenómeno da Eurovisão, seja na qualidade de ex ou potenciais participantes, seja na qualidade de espectadores e amantes do espectáculo", a formação tem a duração de 15 horas, estando agendada para 18, 19, 25 e 26 de maio e 1 de junho, tendo lugar nas instalação da empresa Palavras Ditas, em Lisboa, com um preço de 120 euros.
Saiba AQUI mais pormenores sobre a formação.
Tozé Brito, representante de Portugal no ESC1978 e membro do júri do FC2017, Carla Bugalho, chefe de delegação da RTP, Augusto Madureira, compositor e jornalista, Gonçalo Madail, diretor da RTP Memória, e Lumena Raposo, jornalista especializada em política internacional, estão confirmados na formação, sendo prevista a participação de alguns músicos.
Dora
FC2017
Festival da Canção
Festival da Canção 2017
Júlio Isidro
Portugal
Ramon Galarza
RTP
Tozé Brito
Portugal: Conheça os jurados do Festival da Canção 2017
A RTP anunciou hoje os jurados que votarão nas semifinais do Festival da Canção. O ESCPORTUGAL apresenta-lhe, de seguida, uma pequena biografia de cada um deles.
Um grupo de 9 jurados será responsável por 50% da votação nas semifinais do Festival da Canção 2017. Os nomes foram anunciados hoje, pela emissora pública portuguesa, em conferência de imprensa (AQUI). Júlio Isidro é o presidente do júri e faz-se acompanhar de Ramon Galarza, Tozé Brito, Gabriela Schaaf, Dora, Nuno Markl, Inês Lopes Gonçalves, João Carlos Callixto e Inês Meneses.
Comecemos pelo presidente do júri, que dispensa introduções. Júlio Isidro é um dos mais conhecidos apresentadores portugueses tendo-se estreado na RTP com apenas 15 anos. A 16 de janeiro de 1960 co-apresentou o Programa Juvenil com Lídia Franco, marcando a sua estreia na televisão. Foi responsável pelo lançamento de muitos artistas portugueses, aos quais dava a oportunidade de atuarem nos programas por si apresentados. Atualmente é uma das caras da RTP Memória apresentando o programa Inesquecível e colaborando no Tráz P'rá Frente. Apresentou o Festival da Canção em 1991 e em 2015.
Ramon Galarza iniciou a sua formação musical aos 7 anos de idade e iniciou a carreira em 1976. Dez anos depois, em 1986, criou a TCHATCHATCHA, empresa de produções musicais com estúdios próprios de gravação. Colaborou com vários artistas ao longo dos anos e trabalhou para vários programas de televisão. Como produtor musical, recebeu seis discos de platina, doze de ouro e dezasseis de prata. Esteve envolvido em todos os Festivais da Canção dos últimos anos e, em 2015, foi um dos comentadores enviados pela RTP para Viena.
Tozé Brito é um cantor, letrista e compositor português. Foi executivo das editoras Universal Music Portugal e BMG. Presentemente é director e administrador da Sociedade Portuguesa de Autores. Formou o seu primeiro grupo aos 14 anos de idade. A solo lança, em 1972, o EP "Liberdade" e participa no Festival da Canção desse ano com "Se Quiseres Ouvir Cantar". Em 1978 vence o Festival, inserido no grupo Gemini. Volta, logo no ano a seguir ao certame português com o tema Novo Canto Português. Em 1982 e em 1985 é o compositor dos temas vencedores do FdC desses anos, Penso em Ti (Eu Sei) e Bem Bom, respetivamente.
Gabriela Schaaf é uma cantora luso-suíça, nascida na Suíça, filha de pai suíço e mãe italiana que foi viver para Portugal, mais exactamente para a cidade do Porto, em 1971. Ainda estudava no Colégio Alemão, quando encontrou o maestro José Calvário a quem lhe revelou o seu grande sonho em ser cantora. Depois de ter realizado audições, foi seleccionada para gravar três temas do álbum Hoje há conquilhas, amanhã não sabemos do grupo Banda do Casaco. Em 1978, obteve grande sucesso, graças ao tema "Põe os Teus Braços à Volta de Mim" e no ano seguinte ficou em segundo lugar no Festival da Canção com a canção "Eu só quero". Em 1986 volta ao com a canção "Cinza e Mel". Em 1988, partiu para Zurique, onde vive na actualidade.
Dora deu-se a conhecer ao grande público em 1986, quando venceu o Festival da Canção com o tema Não Sejas Mau P'ra Mim. Colabora com os Onda Choc e em Março de 1988 que ganha o 1º Prémio Nacional de Música, com o tema "Déjà Vu". Este tema foi apurado para a final do Festival da Canção desse ano, no entanto o tema escolhido para concorrer ao Festival da Eurovisão foi "Voltarei". Em 1990 participa no Festival da OTI, realizado em Las Vegas, com a canção "Quero Acordar". Em 2013 foi a protagonista da edição de fevereiro da revista Playboy. No interior da publicação, a cantora mostra o seu lado mais ousado e surge em várias fotografias em nu integral.
Nuno Markl é humorista, escritor, radialista, apresentador de televisão, cartunista, dobrador e argumentista. Na rádio, começou a ser conhecido em 1993 pela radionovela humorística "A Saga de Abílio que caiu da cerejeira", tendo alcançado grande sucesso poucos anos depois com a rubrica de notícias bizarras O Homem que Mordeu o Cão, que deu origem a três livros, um programa de televisão e um espetáculo ao vivo com digressão nacional. Na televisão, trabalhou como autor na agência criativa Produções Fictícias desde 1995, tendo participado igualmente como ator na série cómica Os Contemporâneos. Como autor e apresentador, participou em diversos programas na RTP, SIC Radical e Canal Q, sendo um dos apresentadores do talk-show 5 para a Meia-Noite na RTP.
Inês Lopes Gonçalves é uma das vozes mais conhecidas da Antena 3 e apresentadora do programa Traz Prá Frente, na RTP Memória. Já escreveu para a Sábado e para o Expresso e trabalhou durante vários meses no humorístico Canal Q.
João Carlos Callixto é apaixonado pela música portuguesa e escreve habitualmente sobre o período do advento do vinil no nosso país, em meados dos anos 50, e o denominado boom do rock português, em inícios dos anos 80. Em 2005, publicou o livro Na Terra dos Sonhos, uma recolha da obra poética de Jorge Palma, complementada pela discografia detalhada deste músico, e em 2013 escreveu textos para o livro Portugal Eléctrico, uma história ilustrada das primeiras décadas do rock em Portugal. Colaborador de diversas editoras musicais, tem coordenado e/ou escrito as notas para reedições de vários discos portugueses. Actualmente, é autor do programa de música “Passado ao Presente”, transmitido semanalmente na RDP Internacional.
Inês Meneses trabalha na Antena 1 onde apresenta, todos os dias, O Amor É. Também é possível ouvi-la na Antena 3 com Pedro Boucherie Mendes (Pedro&Inês), “rindo da actualidade…”. Está na Radar (Lisboa 97.8 fm), diariamente e no programa de entrevistas Fala com Ela.
agenda
FC1980
FC1998
José Cid
Quarteto 1111
Tozé Brito
[AGENDA] Quarteto 1111 volta a reunir-se em concerto especial
O Quarteto 1111 vai reunir-se na próxima segunda-feira para um concerto na Sociedade Portuguesa de Autores, em Lisboa, a propósito do lançamento da reedição do seu primeiro álbum.
Uma reedição em vinil de "Quarteto 1111", de 1970, é o mote para a reunião dos elementos da banda formada nos anos 60 do século passado, numa atuação que se pretende muito especial. A reunião vai decorrer na sede da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), em Lisboa, na próxima segunda-feira, pelas 18.30 horas.
O álbum “Quarteto 1111” é considerado um dos mais importantes discos da história do rock em Portugal. Foi originalmente editado em março de 1970 pela Valentim de Carvalho e viria a ser retirado do mercado, pela Comissão de Censura, devido a temas como Lenda de Nambuangongo e Pigmentação, abordando nas letras o racismo, a emigração e a Guerra Colonial.
No final de 2015 uma reedição viu a luz do dia. De acordo com artigo publicado no jornal EXPRESSO, a Armoniz fez uma prensagem audiófila do disco, em vinil de 180 gramas, reproduziu fielmente a famosa capa psicadélica e acrescentou-lhe um livreto de 12 páginas com textos em português e inglês com muita informação nova pesquisada por Miguel Augusto Silva, fotos inéditas e letras das canções. Uma edição de luxo, limitada a 500 exemplares numerados.
“Quarteto 1111” foi gravado por José Cid (teclas e voz), Mário Rui Terra (baixo), António Moniz Pereira (guitarra) e Michel Silveira (bateria). Depois do abandono de José Cid, em 1975, o Quarteto 1111 continua, chegando a participar de novo no Festival RTP da Canção, em 1977, com o tema O Que Custar. A formação de então já não tinha, no entanto, nenhum membro da original, dissolvendo-se pouco depois. A primeira participação no mítico concurso da RTP aconteceu em 1968 com Balada para D. Inês.
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