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Da Vinci
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novos lançamentos
[NATAL 2017] Iei-Or dos Da Vinci aventura-se na literatura fantástica
O Natal está à porta e a típica azáfama das prendas está no seu auge. Para quem ainda não sabe o que oferecer, ou até mesmo para quem procura um bom livro para ler, sugerimos O Conto da Orbe, da lendária vocalista dos Da Vinci, Iei-Or, sob o pseudónimo de M. Jesus Victor.
“Os Da Vinci navegam agora entre livros, partituras e jardinagem” foi assim que, no passado dia 19 de julho, o jornal Público satisfez a curiosidade de milhares de seguidores de um dos grupos pop mais singulares da história da música portuguesa, os Da Vinci. A reportagem, que tinha como pano de fundo o lançamento do livro escrito por M. Jesus Victor (Iei-Or), foi um sucesso imediato, atingindo, em pouco tempo, mais 600 “gostos” na página do facebook do Público, número raro conseguido por esse jornal diário nas suas redes sociais.
O Conto da Orbe, lançado em maio passado, é uma edição da Chiado Editora e encontra-se à venda na Chiado, Bertrand, Fnac e Wook, tendo sido apresentado como "uma narrativa inesperada e empolgante que mergulha sinuosamente no realismo fantástico, um género pouco comum, quase inédito no universo dos autores modernos portugueses". (Wook)
A apresentação pública foi feita na Feira do Livro de Lisboa, no passado dia 17 de junho e, desde então, M. Jesus Victor tem também feito alguma promoção radiofónica, passando pelo “Passado ao Presente”, um programa de conversas à volta da música portuguesa conduzido por João Carlos Callixto, no passado dia 29 de julho.
Não obstante o mote para a conversa ter sido o lançamento do livro, o Festival da Canção e o concurso da Eurovisão da Canção não escaparam ao diálogo. Apesar da histórica vocalista do Da Vinci (foi assim que Callixto apresentou Iei-Or) defender que a RTP já esteve de parabéns muitas vezes por ter levado temas muito bons ao longo dos anos, pensa, no entanto, que tem sido um erro recorrente o evento ser composto por músicas feitas com o propósito de serem uma canção para o festival. Iei-Or rematou a sua intervenção afirmando que "quem faz o festival são as pessoas. Se as pessoas que lá forem fizerem algo com qualidade, o festival volta a ganhar alma".
Esta conversa pode ser ouvida na íntegra AQUI.
No dia 18 de julho, M. Jesus Victor esteve na 'Prova Oral' de Fernando Alvim. Em tom descontraído e informal, Iei-Or reitera que não desistiu da carreira musical mas algumas condicionantes de saúde impediram-na de exercer tal função, pelo menos à luz da ribalta e dos palcos. Em relação ao livro, entre vários aspectos, aborda uma das eternas questões civilizacionais, o suicídio. Pode ouvir AQUI
Recorde-se que a última aparição televisão dos Da Vinci aconteceu no programa televisivo "Diz que é uma espécie de Réveillon", apresentado pelos Gato Fedorento e transmitido em directo pela RTP na passagem de ano 2007/2008. A última entrevista tinha sido dada ao nosso colaborador Carlos Carvalho, em 2014, para o Eurovision on Top, como pode ler AQUI .
Fonte: PÚBLICO, RTP, EOT / Imagem: GOOGLE
Da Vinci
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Portugal
Da Vinci: "As pessoas finalmente começaram a votar numa canção boa e consistente"
Responsáveis por um dos maiores sucessos da história da música portuguesa, o grupo Da Vinci abandonou os palcos em 2007, mas o casal Iei-Or e Pedro Luís Neves continuam a dedicar-se às artes.
Vencedor do Festival da Canção de 1989, o grupo Da Vinci tornou-se um dos maiores sucessos a nível nacional levando à Eurovisão o tema "Conquistador", o que "insuflou a (tradicional) esperança dos portugueses na primeira vitória no Festival Eurovisão". Quase trinta anos depois, o grupo já não existe, mas Iei-Or (pseudónimo de Maria Manuela Neves) e Pedro Luís Neves não abandonaram as artes: ele compõe música e ela lançou recentemente um livro.
"Na altura, até queriam que mudássemos a canção de nome para 'O Descobridor'" revelou Pedro Luís Neves em conversa com o Público, "Achavam que era mais politicamente correto". Por outro lado, Iei-Or destaca a letra da canção que através de jogos de palavras contava a História de Portugal: "Foi o que nós fomos, nós e os espanhóis, e depois outros... E a História foi o que nos trouxe até aqui".
Confrontados com a ideia dos portugueses em 1989, que apontavam que o grupo seria capaz de trazer a primeira vitória nacional no Festival Eurovisão, a cantora garante que as expectativas foram sempre moderadas: "Quando lá chegámos, sentimos diferença no tratamento. Portugal não estava tão na moda como está agora; nas recepções encaminhavam-nos sempre para a mesa do canto. (...) A Eurovisão sempre foi um concurso muito político" afirmou, relembrando que a Jugoslávia acabaria por vencer o concurso no ano da queda do Muro de Berlim.
Porém, apesar do modesto resultado (16.º lugar entre 22 países), a banda celebrizou-se com uma canção que ainda se faz ouvir: "Ainda hoje nos sentimos acarinhados. É engraçado porque o fenómeno não cessa (...) a letra não é 'sazonal', não passa de moda: fala da genética da nossa História e as pessoas gostam disso".
"Foi mais que justo" afirmaram Iei e Pedro Luís quando questionados sobre a participação de Portugal no Festival Eurovisão deste ano. Segundo o casal, Amar Pelos Dois "é uma das músicas mais bonitas que a RTP levou ao Festival" defendendo que a canção venceu porque "as pessoas finalmente começaram a votar numa canção boa, consistente, muito bem defendida e interpretada, sem plumas ou lantejoulas".
Depois de mais de 20 anos de concertos, a dupla fundadora dos Da Vinci decidiu procurar o sossego numa pequena quinta em Palmela. Cansados de "tudo o que a fama lhes exigia", o grupo apareceu pela última vez na televisão em 2007, num programa da RTP: "Eles insistiram muito para estarmos presentes. Mas depois disso, fechámos a loja", revelando que um problema de saúde da vocalista também influenciou a decisão.
Contudo, apesar de terem abandonado a vida de músicas, Iei-Or e Pedro Luís continuam dedicados às artes. Sob o pseudónimo de M. Jesus Victor, a cantora publicou 'O Conto da Orbe' (AQUI), da Chiado Editora, enquanto o músico apostou na composição da música erudita, fazendo também gravações de estúdio para artistas e publicidade.
Aceda AQUI à entrevista na íntegra.
Fonte: Público / Imagem: Público / Vídeo: Youtube
ESC1989
Ricardo Landum
Ricardo Landum acusa cantor brasileiro Gusttavo Lima de usurpação de canção
Ricardo Landum, compositor da canção "Conquistador" entre muitos outros êxitos da música nacional, está a processar o cantor brasileiro Gusttavo Lima por uso indevido da canção "Que mal te fiz eu? (Diz-me)", que compôs em 2008 para voz de Leandro.
Ricardo Landum é o compositor de alguns dos maiores êxitos de Tony Carreira, Ágata, Romana, entre outros. Em 1989 compôs a canção "Conquistador", interpretada pelos Da Vinci no Festival da Canção, tornando-se um dos maiores êxitos de entre todas as canções representantes de Portugal na Eurovisão.
Hoje, chega-nos a notícia que Ricardo Landum está a processar o cantor brasileiro Gusttavo Lima por uso indevido da canção "Que mal te fiz eu? (Diz-me)", que compôs em 2008 e que foi inicialmente popularizada pela voz de Leandro. Em 2014, a canção foi regravada por Gusttavo Lima, que não só lhe alterou a letra como também nunca terá pago quaisquer direitos de autor sobre o uso da mesma, acusa o compositor português citado pelo Correio da Manhã. "Sinto-me moral e materialmente defraudado com tudo isto", diz Ricardo Landum. "Não fui tido nem achado na decisão do Gusttavo Lima, ele simplesmente pegou na canção e usou-a como bem quis", afirmou ao Correio da Manhã, jornal que apurou que este estará a pedir uma indemnização de cinco milhões de euros. "Não é uma quantia exorbitante", garante o advogado Leonardo Honorato. Embora seja difícil contabilizar, com exatidão, o dinheiro que Gusttavo Lima pode ter arrecadado à custa da canção, há duas penalizações previstas na lei brasileira em que o cantor incorre: uma por ter usado a canção sem revelar o autor (como acontece no vídeo do YouTube, que tem 60 milhões de visualizações); outra por ter alterado a letra ("cortou-lhe duas ou três frases", diz Ricardo Landum) alegadamente sem autorização. "Ambas as faltas são penalizadas com 20 vezes o valor do dinheiro que ele pode ter lucrado com o tema", explica Leonardo Honorato.
O Jornal de Brasília avança que Gusttavo Lima terá já perdido a ação. "Com a decisão da juíza Maria Cristina de Brito Lima, da 6ª vara empresarial do Rio, o cantor e a Som Livre estão proibidos de executar, divulgar e comercializar, por meio físico ou eletrônico, a canção", lê-se no jornal brasileiro. "A Justiça ainda determinou o recolhimento de todos os exemplares dos CDs ‘Ô Sofrência’ e ‘Arena Pop 2015’, sob pena de multa diária de R$ 10 mil". Representantes do cantor Gusttavo Lima têm outra versão: “Ricardo Landum é compositor da obra detentor de 100% junto ao ECAD no Brasil e, concedeu autorização para a Som Livre. A gravadora por sua vez, repassou a Gusttavo Lima os direitos para a gravação. Afirmamos ainda não haver, nenhuma ação em curso, já que todos os direitos autorais foram devidamente respeitados. Toda e qualquer divulgação contrária a estes fatos é calúnia”, disse um representante de Gusttavo ao colunista Léo Dias.
Ouça, de seguida, a versão original cantada por Leandro e a versão mais recente de Gusttavo Lima:
Hoje, chega-nos a notícia que Ricardo Landum está a processar o cantor brasileiro Gusttavo Lima por uso indevido da canção "Que mal te fiz eu? (Diz-me)", que compôs em 2008 e que foi inicialmente popularizada pela voz de Leandro. Em 2014, a canção foi regravada por Gusttavo Lima, que não só lhe alterou a letra como também nunca terá pago quaisquer direitos de autor sobre o uso da mesma, acusa o compositor português citado pelo Correio da Manhã. "Sinto-me moral e materialmente defraudado com tudo isto", diz Ricardo Landum. "Não fui tido nem achado na decisão do Gusttavo Lima, ele simplesmente pegou na canção e usou-a como bem quis", afirmou ao Correio da Manhã, jornal que apurou que este estará a pedir uma indemnização de cinco milhões de euros. "Não é uma quantia exorbitante", garante o advogado Leonardo Honorato. Embora seja difícil contabilizar, com exatidão, o dinheiro que Gusttavo Lima pode ter arrecadado à custa da canção, há duas penalizações previstas na lei brasileira em que o cantor incorre: uma por ter usado a canção sem revelar o autor (como acontece no vídeo do YouTube, que tem 60 milhões de visualizações); outra por ter alterado a letra ("cortou-lhe duas ou três frases", diz Ricardo Landum) alegadamente sem autorização. "Ambas as faltas são penalizadas com 20 vezes o valor do dinheiro que ele pode ter lucrado com o tema", explica Leonardo Honorato.
O Jornal de Brasília avança que Gusttavo Lima terá já perdido a ação. "Com a decisão da juíza Maria Cristina de Brito Lima, da 6ª vara empresarial do Rio, o cantor e a Som Livre estão proibidos de executar, divulgar e comercializar, por meio físico ou eletrônico, a canção", lê-se no jornal brasileiro. "A Justiça ainda determinou o recolhimento de todos os exemplares dos CDs ‘Ô Sofrência’ e ‘Arena Pop 2015’, sob pena de multa diária de R$ 10 mil". Representantes do cantor Gusttavo Lima têm outra versão: “Ricardo Landum é compositor da obra detentor de 100% junto ao ECAD no Brasil e, concedeu autorização para a Som Livre. A gravadora por sua vez, repassou a Gusttavo Lima os direitos para a gravação. Afirmamos ainda não haver, nenhuma ação em curso, já que todos os direitos autorais foram devidamente respeitados. Toda e qualquer divulgação contrária a estes fatos é calúnia”, disse um representante de Gusttavo ao colunista Léo Dias.
Ouça, de seguida, a versão original cantada por Leandro e a versão mais recente de Gusttavo Lima:
Fonte: CORREIO DA MANHÃ, JORNAL DE BRASÍLIA / Imagem: GOOGLE / Vídeo: eYOUTUBE
Croácia
Emilija Kokic
ESC1989
Jugoslávia
Riva
No entanto, a vencedora de 1989 afirma que muito mudou nos últimos anos: 'Num festival em que tudo se deve de destacar, é triste a reação das pessoas. Olhem a Conchita Wurst: as pessoas falaram mais da sua barba do que a sua música, quer era bastante boa. O mundo não dá o mediatismo à qualidade e a Eurovisão tornou-se num festival de circo. Mas as boas prestações ainda trazem bons resultados'.
Emilija Kokic: 'A Eurovisão tornou-se num festival de circo'
Vencedora da Eurovisão em 1989 pela Jugoslávia, a cantora Emilija Kokic afirma que a Croácia deve regressar ao concurso europeu, mas teceu duras críticas sobre as últimas edições.
Em entrevista a um dos maiores jornais croatas, Emilija Kokic, antiga vocalista do grupo Riva, falou sobre o seu novo single Iznenadjenje, cuja composição esteve a cargo de Boris Đurđević, compositor da entrada do país em 2011. Para além dos projetos futuros, que passam pela edição de um novo álbum, a cantora foi confrontada com a ausência da Croácia nas últimas duas edições do Eurovision Song Contest, tendo a cantora mostrado o seu desagrado com esta ausência: 'A Croácia deveria regressar, pois é muito bom para o turismo, para a emissora e para as vendas da discográfica'.
No entanto, a vencedora de 1989 afirma que muito mudou nos últimos anos: 'Num festival em que tudo se deve de destacar, é triste a reação das pessoas. Olhem a Conchita Wurst: as pessoas falaram mais da sua barba do que a sua música, quer era bastante boa. O mundo não dá o mediatismo à qualidade e a Eurovisão tornou-se num festival de circo. Mas as boas prestações ainda trazem bons resultados'.
Aceda ao novo tema de Emilija Kokic e recorde a sua participação eurovisiva em 1989:
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Fonte: Oikotimes / Imagem: EmilijaFB / Vídeos: Youtube
Chipre
ESC1989
Grécia
Grécia: Estrela eurovisiva ganha "A tua cara não me é estranha"
Yiannis Savvidakis, representante do Chipre no Festival Eurovisão em 1989, ganhou a última edição da versão grega de "A tua cara não me é estranha", formato líder de audiências em vários países, tal como foi em Portugal.
Yiannis Savvidakis concorreu contra outros artistas que já passaram pelo Festival Eurovisão, como Eleftheria Eleftheriou, Mando e Sophia Vossou (Grécia 2012, 2003 e 1991 respetivamente), vencendo no passado domingo a 2.ª edição deste programa líder de audiências na Grécia. Em 1989, representou o Chipre na Eurovisão com "Apopse As Vrethoume", em dueto com Fani Polymeri. Ao longo das várias semanas do programa, Yiannis interpretou temas de artistas tão díspares como Elton John, Boy George, Amy Winehouse, Joe Cocker e Athena (Turquia 2004).
VEJA A IMITAÇÃO DE YIANNIS (ATHENA TURQUIA 2004):
VEJA A IMITAÇÃO DE ELEFTHERIA ELEFTHERIOU (LOREEN SUÉCIA 2012):
VEJA A PARTICIPAÇÃO DE YIANNIS NO ESC1989:
Yiannis Savvidakis concorreu contra outros artistas que já passaram pelo Festival Eurovisão, como Eleftheria Eleftheriou, Mando e Sophia Vossou (Grécia 2012, 2003 e 1991 respetivamente), vencendo no passado domingo a 2.ª edição deste programa líder de audiências na Grécia. Em 1989, representou o Chipre na Eurovisão com "Apopse As Vrethoume", em dueto com Fani Polymeri. Ao longo das várias semanas do programa, Yiannis interpretou temas de artistas tão díspares como Elton John, Boy George, Amy Winehouse, Joe Cocker e Athena (Turquia 2004).
VEJA A IMITAÇÃO DE YIANNIS (ATHENA TURQUIA 2004):
VEJA A IMITAÇÃO DE ELEFTHERIA ELEFTHERIOU (LOREEN SUÉCIA 2012):
VEJA A PARTICIPAÇÃO DE YIANNIS NO ESC1989:
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Fonte: EUROVISIONARY / Vídeos: YOUTUBE
ESC1989
Espanha
[VÍDEO] Espanha: Nina celebra 30 anos de carreira
Nina, que representou a Espanha na Eurovisão em 1989 alcançando o 6.º lugar, acaba de celebrar 30 anos de carreira. "Nina 30 Anys", assim se denominou o concerto que teve lugar ontem em Girona.
Nina, que representou o país vizinho no ESC1989 com "Nacida para amar", alcançando o 6.º lugar, acaba de celebrar 30 anos de carreira. Para assinalar a data, a artista foi a protagonista do concerto "Nina 30 anys", que teve lugar na noite de ontem, no auditório de Girona, na Catalunha, acompanhada pela GIOrquesta.
A carreira desta muito conhecida artista faz-se não só no campo da interpretação musical, mas também como produtora, compositora, atriz, professora de canto e apresentadora de televisão. Uma carreira completa. Foi na televisão que se tornou mais conhecida, primeiro graças ao tema que defendeu na Eurovisão e mais tarde como diretora da academia "Operação Triunfo" que revelou artistas com projeção internacional como Rosa (ESC2002), Beth (ESC2003), Ramon (2004) e Gisela (ESC2008), para além de David Bisbal e David Bustamante, entre muitos outros.
"Nina 30 anys" foi, por isso, uma homenagem à sua potente voz e, como justificou a própria, "às vozes que eu admiro, das quais eu aprendi e sobre as quais eu continuo a refletir e a inspirar-me".
RECORDE A ATUAÇÃO DE NINA NA EUROVISÃO 1989:
VÍDEO DA 1.ª PARTE DO CONCERTO "NINA 30 ANYS":
Nina, que representou o país vizinho no ESC1989 com "Nacida para amar", alcançando o 6.º lugar, acaba de celebrar 30 anos de carreira. Para assinalar a data, a artista foi a protagonista do concerto "Nina 30 anys", que teve lugar na noite de ontem, no auditório de Girona, na Catalunha, acompanhada pela GIOrquesta.
A carreira desta muito conhecida artista faz-se não só no campo da interpretação musical, mas também como produtora, compositora, atriz, professora de canto e apresentadora de televisão. Uma carreira completa. Foi na televisão que se tornou mais conhecida, primeiro graças ao tema que defendeu na Eurovisão e mais tarde como diretora da academia "Operação Triunfo" que revelou artistas com projeção internacional como Rosa (ESC2002), Beth (ESC2003), Ramon (2004) e Gisela (ESC2008), para além de David Bisbal e David Bustamante, entre muitos outros.
"Nina 30 anys" foi, por isso, uma homenagem à sua potente voz e, como justificou a própria, "às vozes que eu admiro, das quais eu aprendi e sobre as quais eu continuo a refletir e a inspirar-me".
RECORDE A ATUAÇÃO DE NINA NA EUROVISÃO 1989:
VÍDEO DA 1.ª PARTE DO CONCERTO "NINA 30 ANYS":
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Fonte: ESCXTRA.COM, ESCPORTUGAL, YOUTUBE.COM
ESC1973
ESC1975
ESC1985
ESC1989
Espanha
Espanha: Faleceu Juan Carlos Calderón
Nuestros Hermanos acordaram hoje com a notícia da morte de Juan Carlos Calderón. Compositor, cantor e produtor, foi o responsável por quatro das representantes espanholas na Eurovisão, tendo sido o único compositor espanhol a conseguir tal proeza. Com 74 anos, faleceu na noite passada numa clínica madrilena, com insuficiência cardíaca, depois de um mês de internamento. Juan Carlos Calderón deixa um enorme histórico de canções, muitas delas do Festival da Eurovisão e do Festival da OTI. Aqui ficam as quatro canções eurovisivas que compôs:
- "Eres Tu" - Mocedades - 1973
- "Tú Volverás" - Sergio e Estibalíz - 1975
- "La Fiesta Terminó" - Paloma San Basilio - 1985
- "Nacida para Amar" - Nina - 1989
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Fonte: eurovision-spain / Imagem: google
ESC1989
ESC2007
FC2007
Portugal
Fonte: SIC
Foto (c): casualimages.wordpress.com
A vencedora do FC 2007 e representante portuguesa no ESC do mesmo ano esteve no programa da SIC Companhia do Pai e interpretou o seu single O Conquistador, cover da canção dos Da Vinci, que representou Portugal no ESC 1989.
Sabrina canta êxito dos Da Vinci
Fonte: SICFoto (c): casualimages.wordpress.com
A vencedora do FC 2007 e representante portuguesa no ESC do mesmo ano esteve no programa da SIC Companhia do Pai e interpretou o seu single O Conquistador, cover da canção dos Da Vinci, que representou Portugal no ESC 1989.
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