Mostrar mensagens com a etiqueta ESC1994. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ESC1994. Mostrar todas as mensagens
Chipre
ESC1992
ESC1994
ESC2007
Evridiki
Zona de Discos

Todas as semanas no ESCPORTUGAL, a crítica aos álbuns editados por artistas que participaram no concurso Eurovisão da canção e/ou seleções nacionais ao longo dos anos. Esta semana o destaque vai para o mais recente disco de Evridiki.
Para a 25ª análise da nossa “Zona de Discos”, escolhemos “25 Gia Panta”, o novo álbum de Evridiki (ESC 1992, 94 e 07). “25 Gia Panta” é a celebração de uma carreira de sucesso que aqui surge revisitada mediante novas gravações de treze clássicos de Evridiki, todos eles originais da década de 90, incluindo o tema com o qual representou Chipre no Concurso Eurovisão de 1994, “Íme ánthropos ki egó”. Para completar tal celebração, foram convidadas 13 artistas, entre veteranas e novos ídolos, que testemunham estes 25 anos em forma de dueto. Algumas das vozes são bem nossas conhecidas, como são os casos de Sofia Vossou (ESC 91), Katy Garbi (ESC 93), Helena Paparizou (ESC 01 e 05), Despina Olympiou (ESC 13) e Demy (ESC 17).
Oferecer temas antigos com novas regravações em modo dueto parece-nos uma estratégia de sobrevivência sensata para aquela que, apesar de todo o legado na cultura musical pop helénica e do grande apreço por parte da comunidade eurovisiva, poderá facilmente ser considerada como a artista mais subvalorizada de todos os tempos na Eurovisão, isso se tivermos em conta que injustamente nunca conseguiu chegar a um top 10 no concurso europeu. Além disso, e apesar desta estratégia não ser pioneira, sendo até possível referir recentes exemplos eurovisivos (Paulo de Carvalho e Engelbert Humperdinck), discos como estes, que cruzam várias gerações de artistas, são fundamentais num movimento em que os grandes êxitos são vítimas de um recalcamento, caindo na bruma do tempo, no esquecimento, mesmo daqueles que testemunharam tais apogeus artísticos, sina que, em bom rigor, a artista cipriota já foi vítima e está a tentar reverter. Falamos de Evridiki, uma das vozes femininas mais singulares e marcantes da história eurovisiva (não é um exagero de marketing) que já gravou temas de Édith Piaf, Elvis Presley, Skunk Anansie, Anouk e The Rolling Stones, entre outros, provando a sua versatilidade, sempre na sua peculiar forma de estar em palco, num misto de entrega e alguma agressividade corporal.
Em termos musiciais, "25 Gia Panta" é um disco assumidamente rock / pop-rock, onde, excetuando raras exeções, as novas versões surgem mais potentes e até muito mais bem executadas a nível instrumental do que nas gravações originais (principalmente no que toca a guitarras e bateria). As exceções surgem nos temas “Mparakia”, “Pyxida” e “Ziliaris Ouranos” (que passaram de pop rock / rock a temas mais dançantes). Quanto a “Íme ánthropos ki egó”, óbvio que se tratou de um risco enorme alterar de modo tão profundo a sonoridade de um clássico, mas não estaremos equivocados se afirmarmos que a essência do tema, algo depressiva e existencialista, não foi violada.
Até ao momento, “25 Gia Panta” tem tido um desempenho satisfatório na tabela de vendas grega, apresentado o seguinte percurso: #16, #15, #11, #26, #50, #32, #42, #25, acabando por abandonar a tabela na semana da passagem de ano. Irá regressar?
Aguardamos agora um novo álbum de originais, o primeiro desde “Oneirevomai akoma mama” (2011), e seria demais pedir que Evridiki trabalhasse com um nome internacional, Andy Wallace, por exemplo?
Tracklist
1. Το Mono Pou Thymama ft. Demy (versão original no álbum “Gia Proti Fora”, 1991)
2. Mparakia ft. Sofia Vossou (versão original no álbum “To Koumbi”, 1999)
3. Eimai A. Ki Ego ft. Peggy Zina (rep. cipriota ESC1994; vs orig. no álbum “Fthinoporo Gynekas”, 1995)
4. Pyxida ft. Penny Baltatzi (versão original no álbum “Poso Ligo Me Xeris”, 1992)
5. Fthinoporo Gynaikas ft. Rallia Hristidou (versão original no álbum ““Fthinoporo Gynekas”, 1995)
6. Mono Mia Stigmi ft. Tamta (versão original no álbum “Missise Me”, 1993)
7. Poso Ligo Me Xeries ft. Georgia Kefala (versão original no álbum “Poso Ligo Me Xeris”, 1992)
8. Kane Pos M’Agapas ft. Melina Aslanidou (versão original no álbum ““Poso Ligo Me Xeris”, 1992)
9. Ziliaris Ouranos ft. Kaiti Garbi (versão original no álbum “Missise Me”, 1993)
10. Misise Me ft. Paola (versão original no álbum “Missise Me”, 1993)
11. Afto To Fili ft. Thomai Apergi (versão original no álbm “I Epomeni Mera”, 1996)
12. Fyge ft. Helena Paparizou (versão original no álbum “Gia Proti Fora”, 1991)
13. Mia Ap’Aftes Tis Meres ft. Despina Olympiou (versão original no álbum “I Epomeni Mera”, 1996)
[ZONA DE DISCOS #25] Evridiki - "25 Gia Panta"

Todas as semanas no ESCPORTUGAL, a crítica aos álbuns editados por artistas que participaram no concurso Eurovisão da canção e/ou seleções nacionais ao longo dos anos. Esta semana o destaque vai para o mais recente disco de Evridiki.
O responsável da rubrica é Carlos Carvalho.
Nota: 8,5/10
Para a 25ª análise da nossa “Zona de Discos”, escolhemos “25 Gia Panta”, o novo álbum de Evridiki (ESC 1992, 94 e 07). “25 Gia Panta” é a celebração de uma carreira de sucesso que aqui surge revisitada mediante novas gravações de treze clássicos de Evridiki, todos eles originais da década de 90, incluindo o tema com o qual representou Chipre no Concurso Eurovisão de 1994, “Íme ánthropos ki egó”. Para completar tal celebração, foram convidadas 13 artistas, entre veteranas e novos ídolos, que testemunham estes 25 anos em forma de dueto. Algumas das vozes são bem nossas conhecidas, como são os casos de Sofia Vossou (ESC 91), Katy Garbi (ESC 93), Helena Paparizou (ESC 01 e 05), Despina Olympiou (ESC 13) e Demy (ESC 17).
Oferecer temas antigos com novas regravações em modo dueto parece-nos uma estratégia de sobrevivência sensata para aquela que, apesar de todo o legado na cultura musical pop helénica e do grande apreço por parte da comunidade eurovisiva, poderá facilmente ser considerada como a artista mais subvalorizada de todos os tempos na Eurovisão, isso se tivermos em conta que injustamente nunca conseguiu chegar a um top 10 no concurso europeu. Além disso, e apesar desta estratégia não ser pioneira, sendo até possível referir recentes exemplos eurovisivos (Paulo de Carvalho e Engelbert Humperdinck), discos como estes, que cruzam várias gerações de artistas, são fundamentais num movimento em que os grandes êxitos são vítimas de um recalcamento, caindo na bruma do tempo, no esquecimento, mesmo daqueles que testemunharam tais apogeus artísticos, sina que, em bom rigor, a artista cipriota já foi vítima e está a tentar reverter. Falamos de Evridiki, uma das vozes femininas mais singulares e marcantes da história eurovisiva (não é um exagero de marketing) que já gravou temas de Édith Piaf, Elvis Presley, Skunk Anansie, Anouk e The Rolling Stones, entre outros, provando a sua versatilidade, sempre na sua peculiar forma de estar em palco, num misto de entrega e alguma agressividade corporal.
Em termos musiciais, "25 Gia Panta" é um disco assumidamente rock / pop-rock, onde, excetuando raras exeções, as novas versões surgem mais potentes e até muito mais bem executadas a nível instrumental do que nas gravações originais (principalmente no que toca a guitarras e bateria). As exceções surgem nos temas “Mparakia”, “Pyxida” e “Ziliaris Ouranos” (que passaram de pop rock / rock a temas mais dançantes). Quanto a “Íme ánthropos ki egó”, óbvio que se tratou de um risco enorme alterar de modo tão profundo a sonoridade de um clássico, mas não estaremos equivocados se afirmarmos que a essência do tema, algo depressiva e existencialista, não foi violada.
Até ao momento, “25 Gia Panta” tem tido um desempenho satisfatório na tabela de vendas grega, apresentado o seguinte percurso: #16, #15, #11, #26, #50, #32, #42, #25, acabando por abandonar a tabela na semana da passagem de ano. Irá regressar?
Aguardamos agora um novo álbum de originais, o primeiro desde “Oneirevomai akoma mama” (2011), e seria demais pedir que Evridiki trabalhasse com um nome internacional, Andy Wallace, por exemplo?
Tracklist
1. Το Mono Pou Thymama ft. Demy (versão original no álbum “Gia Proti Fora”, 1991)
2. Mparakia ft. Sofia Vossou (versão original no álbum “To Koumbi”, 1999)
3. Eimai A. Ki Ego ft. Peggy Zina (rep. cipriota ESC1994; vs orig. no álbum “Fthinoporo Gynekas”, 1995)
4. Pyxida ft. Penny Baltatzi (versão original no álbum “Poso Ligo Me Xeris”, 1992)
5. Fthinoporo Gynaikas ft. Rallia Hristidou (versão original no álbum ““Fthinoporo Gynekas”, 1995)
6. Mono Mia Stigmi ft. Tamta (versão original no álbum “Missise Me”, 1993)
7. Poso Ligo Me Xeries ft. Georgia Kefala (versão original no álbum “Poso Ligo Me Xeris”, 1992)
8. Kane Pos M’Agapas ft. Melina Aslanidou (versão original no álbum ““Poso Ligo Me Xeris”, 1992)
9. Ziliaris Ouranos ft. Kaiti Garbi (versão original no álbum “Missise Me”, 1993)
10. Misise Me ft. Paola (versão original no álbum “Missise Me”, 1993)
11. Afto To Fili ft. Thomai Apergi (versão original no álbm “I Epomeni Mera”, 1996)
12. Fyge ft. Helena Paparizou (versão original no álbum “Gia Proti Fora”, 1991)
13. Mia Ap’Aftes Tis Meres ft. Despina Olympiou (versão original no álbum “I Epomeni Mera”, 1996)
Primeiro vídeo oficial: Poso Ligo Me Xeries ft. Georgia Kefala:
Tema de abertura: Το Mono Pou Thymama ft. Demy:
Tema destacado por Carlos Carvalho:
Fthinoporo Gynaikas ft. Rallia Hristidou:
ESC1994
FC2017
Fernando Daniel
Sara Tavares
The Voice Portugal
[The Voice Portugal] Saiba quem são os convidados da semifinal desta noite
A RTP1 transmite esta noite em direto a semifinal da 5.ª temporada do The Voice Portugal. Para além dos 8 concorrentes que irão tentar ganhar o passaporte para a finalíssima, o programa será abrilhantado por 5 convidados especiais. Saiba quem são.
No programa desta noite do The Voice Portugal, os oito concorrentes irão interpretar a solo uma canção escolhida por si e pela produção, para além de protagonizarem um dueto com um convidado especial. Pelo palco da semifinal de hoje passarão cinco artistas convidados: Fernando Daniel, vencedor da temporada anterior e participante no Festival da Canção 2017, Sara Tavares, representante de Portugal na Eurovisão 1994, para além dos D.A.M.A, João Pedro Pais e Carolina Deslandes.
Esta é a última gala antes da grande final. Em competição estão oito concorrentes: Fábio Mouzinho e Inês Simões da equipa de Mickael Carreira, Tiago Nacarato e Tomás Adrião da equipa de Marisa Liz, Ana Paula Rada e Cláudia Pascoal da equipa de Aurea, Marta Pinto e Kátia Moreira, a representar o mentor Anselmo Ralph. Recorde os resultados do último programa AQUI.
Esta é a última gala antes da grande final. Em competição estão oito concorrentes: Fábio Mouzinho e Inês Simões da equipa de Mickael Carreira, Tiago Nacarato e Tomás Adrião da equipa de Marisa Liz, Ana Paula Rada e Cláudia Pascoal da equipa de Aurea, Marta Pinto e Kátia Moreira, a representar o mentor Anselmo Ralph. Recorde os resultados do último programa AQUI.
Fonte: THE VOICE PORTUGAL / Imagem: THE VOICE PORTUGAL
ESC1994
FC1994
Portugal
Sara Tavares
Zona de Discos
Todas as semanas no ESCPORTUGAL, a crítica aos álbuns editados por artistas que participaram no concurso Eurovisão da canção e/ou seleções nacionais ao longo dos anos. Esta semana o destaque vai o mais recente disco de Sara Tavares.
O responsável da rubrica é Carlos Carvalho.
O dia 27 de outubro de 2017 foi rico em novos lançamentos de veteranos eurovisivos. Na semana passada, demos conta do último disco de Michael Ball (Reino Unido, 1992) que acabou por ocupar o #1 do top britânico. Em Portugal, o dia 27 foi também importante e com semelhante sucesso na tabela de vendas. “Fitxadu”, o último disco de Sara Tavares, entrou diretamente para o #2 do top nacional, conseguindo, para já, manter-se no top 10 por três semanas (#2; #8; #6).
“Fitxadu” é um termo crioulo cabo-verdiano que significa “Fechado”. E o que se fecha com este novo disco? Fecha-se, segundo a própria Sara (ver vídeo abaixo), um ciclo, talvez o ciclo de levar muito tempo sem fazer um disco (recorde-se que o último álbum foi “Xinti”, que saiu em 2009). Mas se se fecha um ciclo nas longas pausas editoriais, abre-se um outro a nível sónico. Em “Fitxadu”, mais do que nunca, Sara Tavares abraça a eletrónica como ornamento às suas composições, adicionando, assim, ao seu conhecido afro-pop-soul, o prefixo eletro. Para além disso, e à semelhança do que se passa no atual mundo da música, nos mais variados quadrantes, o disco está repleto de colaborações no terreno da composição e produção, como, por exemplo, Princezito, Kalaf Epalanga, Toty Sa'Med, Manecas Costa e Bilan.
Mas as tendências da moda terminam aqui, na eletrónica e no vasto leque de colaboradores. Aliás, de novo segundo Sara Tavares, este foi um disco feito com “cheiro a mofo”, mofo no sentido em que a música foi gravada tal como se fazia outrora, com muita alma. Bem, outra postura não seria de esperar da miúda que, aos 16 anos de idade, não cedeu à tentação de construir uma carreira a reboque do sucesso pop alcançado no “Chuva de Estrelas” (1994) e com “Chamar a Música” (1994), e se o impacto de “Mi Ma Bô” (1999) e “Balancê” (2005) foram megalómanos, não foi por Sara chamar o sucesso comercial, mas sim pelo facto do sucesso comercial chamar pela Sara. Chamou-a porque a crítica foi unânime em reconhecer a particularidade e o valor de uma artista que constitui um dos motivos de orgulho da música portuguesa a nível internacional no século XXI. É a continuidade desta genuinidade e verdade artísticas que testemunhamos em “Fitxadu”, desde a moderna e mística introdução em “Onda de som”, passando pelos singles “Coisas bunitas” e “Brincar de casamento” (com a participação de Toty Sa'Med). O alinhamento leva-nos ainda para influências africanas mais assumidas, como em “So sabi” e “Ginga”, devolvendo algum protagonismo à electrónica em “Txom Bom”, fazendo um convite às palmas e à dança em “Fitxadu”, até chegarmos a “Flutuar”, o momento mais orgânico do disco.
“Fitxado” é um álbum para ser degustado com calma, uma calma que não nos impede de termos uma intuição imediata de estarmos perante um dos melhores discos nacionais de 2017 e que muito provavelmente irá figurar em algumas listas dos melhores discos portugueses do ano.
Tracklist
1. Intro - Onda De Som
2. So Sabi
3. Ginga
4. Coisas Bunitas
5. Filingadu
6. Brincar De Casamento
7. Ter Peito E Espaço
8. Txom Bom
9. Fitxadu
10. Para Sempre Amor
11. Flutuar
12. Coisas Bunitas (iZem & Karlos Rotsen Remix)
[ZONA DE DISCOS #18] Sara Tavares - “Fitxadu”
O responsável da rubrica é Carlos Carvalho.
Data de lançamento: 27 de outubro de 2017
Nota: 8/10
O dia 27 de outubro de 2017 foi rico em novos lançamentos de veteranos eurovisivos. Na semana passada, demos conta do último disco de Michael Ball (Reino Unido, 1992) que acabou por ocupar o #1 do top britânico. Em Portugal, o dia 27 foi também importante e com semelhante sucesso na tabela de vendas. “Fitxadu”, o último disco de Sara Tavares, entrou diretamente para o #2 do top nacional, conseguindo, para já, manter-se no top 10 por três semanas (#2; #8; #6).
“Fitxadu” é um termo crioulo cabo-verdiano que significa “Fechado”. E o que se fecha com este novo disco? Fecha-se, segundo a própria Sara (ver vídeo abaixo), um ciclo, talvez o ciclo de levar muito tempo sem fazer um disco (recorde-se que o último álbum foi “Xinti”, que saiu em 2009). Mas se se fecha um ciclo nas longas pausas editoriais, abre-se um outro a nível sónico. Em “Fitxadu”, mais do que nunca, Sara Tavares abraça a eletrónica como ornamento às suas composições, adicionando, assim, ao seu conhecido afro-pop-soul, o prefixo eletro. Para além disso, e à semelhança do que se passa no atual mundo da música, nos mais variados quadrantes, o disco está repleto de colaborações no terreno da composição e produção, como, por exemplo, Princezito, Kalaf Epalanga, Toty Sa'Med, Manecas Costa e Bilan.
Mas as tendências da moda terminam aqui, na eletrónica e no vasto leque de colaboradores. Aliás, de novo segundo Sara Tavares, este foi um disco feito com “cheiro a mofo”, mofo no sentido em que a música foi gravada tal como se fazia outrora, com muita alma. Bem, outra postura não seria de esperar da miúda que, aos 16 anos de idade, não cedeu à tentação de construir uma carreira a reboque do sucesso pop alcançado no “Chuva de Estrelas” (1994) e com “Chamar a Música” (1994), e se o impacto de “Mi Ma Bô” (1999) e “Balancê” (2005) foram megalómanos, não foi por Sara chamar o sucesso comercial, mas sim pelo facto do sucesso comercial chamar pela Sara. Chamou-a porque a crítica foi unânime em reconhecer a particularidade e o valor de uma artista que constitui um dos motivos de orgulho da música portuguesa a nível internacional no século XXI. É a continuidade desta genuinidade e verdade artísticas que testemunhamos em “Fitxadu”, desde a moderna e mística introdução em “Onda de som”, passando pelos singles “Coisas bunitas” e “Brincar de casamento” (com a participação de Toty Sa'Med). O alinhamento leva-nos ainda para influências africanas mais assumidas, como em “So sabi” e “Ginga”, devolvendo algum protagonismo à electrónica em “Txom Bom”, fazendo um convite às palmas e à dança em “Fitxadu”, até chegarmos a “Flutuar”, o momento mais orgânico do disco.
“Fitxado” é um álbum para ser degustado com calma, uma calma que não nos impede de termos uma intuição imediata de estarmos perante um dos melhores discos nacionais de 2017 e que muito provavelmente irá figurar em algumas listas dos melhores discos portugueses do ano.
Tracklist
1. Intro - Onda De Som
2. So Sabi
3. Ginga
4. Coisas Bunitas
5. Filingadu
6. Brincar De Casamento
7. Ter Peito E Espaço
8. Txom Bom
9. Fitxadu
10. Para Sempre Amor
11. Flutuar
12. Coisas Bunitas (iZem & Karlos Rotsen Remix)
“Coisas Bunitas” (o primeiro single):
“Brincar de Casamento” ft. Toty Sa'Med (o segundo single):
Tema destacado por Carlos Carvalho: “A onda”:
A ver: “Sara Tavares lança novo disco "Fitxadu"...”
Anjos
ESC1994
eurocharts
novos lançamentos
Sara Tavares
tops
Portugal: Anjos e Sara Tavares conquistam a liderança do top dos álbuns mais vendidos
Os novos álbuns dos Anjos e de Sara Tavares alcançaram esta semana o top dos álbuns mais vendidos em Portugal, respetivamente em 1.º e 2.º lugar. A informação é da Associação Fonográfica Portuguesa.
Os Anjos regressam, após oito anos de interregno, ao panorama da música portuguesa com um novo álbum de originais “Longe”. Neste trabalho, os irmãos Nelson e Sérgio Rosado viajam por novos territórios sonoros, transportando-nos para ambientes diferentes daqueles a que nos habituaram no passado. O regresso dos Anjos não podia ter corrido melhor: na semana de lançamento, o álbum alcançou o n.º 1 do top dos álbuns mais vendidos em Portugal. A informação é da própria AFP - Associação Fonográfica Portuguesa.
O tema de apresentação deste álbum intitula-se "Para longe". Veja o vídeo de seguida:
Na mesma semana, o n.º 2 do top dos álbuns mais vendidos foi ocupado também por uma estreia: o álbum "Fitxadu", de Sara Tavares. Sara Tavares participa na autoria de quase todos os temas do CD, quer como compositora ou letrista, em parceria com outros autores ou a solo, sendo a única exceção 'Para Sempre Amor', com letra e música de Bilan. "Brincar de casamento" é um dos videoclips que já estão online:
Subscrever:
Mensagens (Atom)



















