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Ary dos Santos
Sociedade Portuguesa de Autores
[AGENDA] SPA homenageia Zeca Afonso e recorda vida e obra de Ary dos Santos
A Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) homenageia Zeca Afonso no Teatro da Trindade e irá recordar vida e obra de Ary dos Santos.
No dia 21 de março, Dia Mundial da Poesia, estará em cena no Teatro da Trindade, numa parceria da SPA com a Fundação Inatel, o espectáculo "Zeca Afonso-Coro da Primavera", com direcção artística de Carlos Alberto Moniz e com o objetivo de assinalar a passagem do 30º aniversário da morte do cantor e autor de "Grândola, Vila Morena" que foi associado da SPA desde 1960 e seu cooperador desde 1978. Também nesse dia, a SPA divulgará a mensagem do Dia da Poesia, da autoria do poeta e ficcionista Gonçalo M. Tavares, cooperador da SPA, que a escreveu a convite da cooperativa dos autores portugueses.
O espectáculo, com cenografia de António Casimiro, conta com as participações, entre outros, de Francisco Fanhais, Vitorino, Samuel, Carlos Alberto Moniz, Lúcia Moniz e Diogo Leite, Ana Laíns e Paulo Loureiro, Rumos Ensemble, Silvestre Fonseca e Banda Filarmónica Matos Galamba de Alcácer do Sal, Rumos Ensemble e Tuna Académica Feminina do IST. Cândido Mota será o apresentador.
"Zeca Afonso-Coro da Primavera" resulta da parceria da SPA com o Teatro da Trindade/Fundação Inatel, que incluirá sessões de leitura de textos teatrais naquele teatro, um espectáculo de homenagem a José Carlos Ary dos Santos, em fase de montagem, apoio à edição de livros e outras realizações culturais e artísticas. O Teatro da Trindade, sala emblemática da vida artística da capital, completa este ano um século e meio de existência.
Recorde-se que Ary dos Santos foi um dos mais proeminentes autores portugueses, tendo participado em diversas edições do Festival da Canção nomeadamente com as canções vencedoras "Desfolhada Portuguesa" (1969), "Menina do alto da serra" (1971), "Tourada" (1973) e "Portugal no Coração" (1977).
Fonte: SPA / Imagem: GOOGLE
António Sala
ESC1973
FC1980
FC1983
Fernando Tordo
Sociedade Portuguesa de Autores
[AGENDA] Prémios SPA distinguem António Sala, Capicua e Fernando Tordo
A Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) anunciou os vencedores dos prémios Pedro Osório, Igrejas Caeiro e José da Ponte, respectivamente, Fernando Tordo, António Sala e Capicua.
A atribuição destes galardões, realça a SPA em comunicado, é uma "homenagem a destacados autores marcantes da vida cultural e artística portuguesas".
O cantor, compositor e letrista Fernando Tordo, de 68 anos, recebe o Prémio Pedro Osório, pelo seu disco "Outro Canto", gravado no Brasil, "onde o autor-intérprete passa uma parte do seu tempo compondo e actuando", assinala a cooperativa de autores.
Fernando Tordo participou em diversos festivais da canção, realçando a vitória em 1973 com "Tourada", com letra de José Carlos Ary dos Santos, um dos autores que mais gravou e de quem foi amigo.
Do poeta, Tordo musicou, entre outras, as canções "Estrela da Tarde", "Lisboa Menina e Moça", "Cavalo à Solta", "Balada para os Nossos Filhos", "O Amigo que eu Canto", "Meu Corpo" e "Novo Fado Alegre".
O cantor, fazendo parte do coletivo Amigos, voltou a vencer o Festival RTP, em 1977, com "Portugal no Coração", canção que representou as cores nacionais no Festival da Eurovisão realizado na Haia.
Em 2003, o Presidente da República Jorge Sampaio condecorou Fernando Tordo com a Ordem de Mérito (grau comendador).
O Prémio Igrejas Caeiro de Rádio é entregue no dia 28 de março ao realizador de rádio e também cantor e letrista, António Sala, de 68 anos, "como forma de reconhecimento de uma vida como autor e comunicador, em grande parte cumprida na rádio em programas de grande audiência". António Sala é uma das vozes históricas da Renascença. Participou duas vezes no Festival da Canção em 1980 e 1984, tendo recentemente assumido o lugar de jurado no programa da TVI "A tua cara não me é estranha".
Por seu lado, o Prémio José da Ponte, dedicado a jovens autores, é entregue no dia 18 de Abril, a Capicua, nome artístico de Ana Matos Fernandes, pelo seu trabalho livro-CD "Mão Verde" (2016).
Fonte: SPA, ESCPORTUGAL, RR /Imagem: GOOGLE
ESC1976
Manuel Alegre
Marcelo Rebelo de Sousa
Presidente da República
Sociedade Portuguesa de Autores
Portugal: Manuel Alegre condecorado pelo Presidente da República
Letrista de 'Uma Flor de Verde Pinho', o poeta, político e ex-candidato presidencial Manuel Alegre foi condecorado, esta tarde, com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada.
Na sequência das comemorações do 5 de outubro, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, condecorou, esta tarde, quatro personalidades com diferentes ordens honoríficas: o ex-presidente do Tribunal de Contas, Guilherme d'Oliveira Martins, o antigo presidente da Assembleia da República Barbosa de Melo (a título póstumo), o ex-presidente do Tribunal Constitucional Joaquim Sousa Ribeiro e o histórico dirigente socialista Manuel Alegre.
Reconhecido escritor, político e ex-candidato à Presidência da República, Manuel Alegre recebeu de Marcelo Rebelo de Sousa a distinção com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada, em prol do mérito literário, científico e artístico. O letrista de 'Uma Flor de Verde Pinho', tema representante de Portugal no Festival Eurovisão 1976, havia sido distinguido em maio passado pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), como pode ver AQUI, numa cerimónia assistida por Marcelo Rebelo de Sousa.
De destacar que a SPA integrou a lista de condecorados para esta cerimónia, sendo que a atribuição das insígnias foi adiada para data posterior por razões de agenda da direção desta entidade.
Recorde, de seguida, a participação portuguesa no Festival Eurovisão 1976:
Fonte: DN/RTP / Imagem: GOOGLE / Vídeo: Youtube
Carlos Alberto Moniz
Emanuel
Manuel Alegre
Sociedade Portuguesa de Autores
Recorde-se que Manuel Alegre foi autor da canção "Uma flor de verde pinho", interpretada por Carlos do Carmo na Eurovisão 1976. Carlos Alberto Moniz participou em diversos festivais da RTP, nomeadamente em 1973, 1979, 1980, 1981, 1982 e 1986. Por fim, Emanuel foi intérprete no festival da canção de 1991 e autor e compositor vencedor dos festivais de 2007 e 2014.
Sociedade Portuguesa de Autores distingue Emanuel, Carlos Alberto Moniz e Manuel Alegre
Manuel Alegre, Carlos Alberto Moniz e Emanuel foram distinguidos pela SPA (Sociedade Portuguesa de Autores), numa cerimónia realizada em Lisboa ante a presença do Presidente da República.
O Prémio de Consagração de Carreira, momento cimeiro da festa do Dia do Autor promovido pela SPA (Sociedade Portuguesa de Autores), foi entregue ao poeta e ficcionista Manuel Alegre, um dos nomes mais destacados da vida literária, cívica e política portuguesa desde meados da década de sessenta do século passado. Manuel Alegre estreou-se em livro com a publicação de "A Praça da Canção" em 1965. Nessa época, o autor encontrava-se na Guerra Colonial em Angola, tendo sido detido pela PIDE.
Vários poemas de "A Praça da Canção" foram musicados e cantados por nomes como Adriano Correia de Oliveira. Esse livro tornou-se assim um dos símbolos da luta dos Portugueses contra a ditadura de Salazar e Caetano. Também esse facto foi tido em conta na escolha do nome de Manuel Alegre para receber a mais alta distinção anual da SPA em 2016.
Foram distinguidos com as Medalhas de Honra da SPA, Luís Miguel Cintra, José Barata-Moura, Mário Vieira de Carvalho, Iva Delgado, Carlos Alberto Moniz, Brigada Victor Jara, José Viale Moutinho e Emanuel. Os Prémios Pró-Autor serão atribuídos ao Instituto de Apoio à Criança, à Fundação Àrpád Szenes– Vieira da Silva, a Luís Pinheiro de Almeida, ao “Mundo da Canção” e à Associação Abril.
Fonte: SOCIEDADE PORTUGUESA DE AUTORES, ESCPORTUGAL / Imagem: GOOGLE
Agir
FC2007
Prémio José da Ponte
Sociedade Portuguesa de Autores
Prémio José da Ponte atribuído ao músico Agir
O Prémio José da Ponte 2016, destinado a jovens criadores musicais portugueses, foi atribuído ao músico, compositor e intérprete Agir "que tem vindo a afirmar-se como um dos mais talentosos músicos portugueses das novas gerações", segundo justificou, em comunicado, a Sociedade Portuguesa de Autores (SPA).
Este prémio foi criado pela SPA após a morte de José da Ponte, que se destacou como um dos nomes mais influentes da música portuguesa depois do 25 de Abril e também como administrador e membro dos corpos sociais deste organismo. Na primeira edição do Prémio, em 2015, esta distinção foi atribuída ao grupo DAMA. O prémio, com o valor de 2000 euros e com um troféu, será entregue em data a anunciar, homenageando José da Ponte e o seu trabalho em defesa dos autores portugueses.
O ESCPORTUGAL tem acompanhado a carreira de Agir desde que, em 2007, participou no Festival RTP da Canção. Em 2015, com o lançamento do seu álbum "Leva-me a sério", o seu sucesso atingiu todo o fulgor, trabalho este que se encontra há 46 semanas no TOP nacional, com vendas que já justificaram a entrega de Disco de Ouro.
Fonte: SPA, ESCPORTUGAL, Imagem: AGIR e Vídeos: YOUTUBE
Carlos Mendes
esc1968
esc1972
Sociedade Portuguesa de Autores
Carlos Mendes recebe Medalha de Honra pelos 50 anos de carreira
O cantor, autor e músico Carlos Mendes foi agraciado com a Medalha de Honra da Sociedade Portuguesa de Autores, numa cerimónia que assinalou os seus 50 anos de carreira.
A cerimónia decorreu ontem no Auditório Maestro Frederico de Freitas, em Lisboa, tendo sido presidida por José Jorge Letria, presidente da Sociedade Portuguesa de Autores, e por Tozé Brito, administrador da mesma cooperativa. Numa sala cheia, onde se destava a família e vários amigos também músicos, Carlos Mendes foi então agraciado com a Medalha de Honra, recordando os momentos de glória passados ao longo de 5 décadas a fazer parte da música de todos nós. Dois momentos altos da carreira foram as participações no Festival Eurovisão, em 1968 com o tema "Verão", e em 1972 com "A festa da vida". Com este último, alcançou a melhor classificação até então e uma das melhores de sempre, o 7.º lugar.
Mas a sua carreira, que continua cheia de sucessos e concertos nos dias de hoje, teve grandes momentos, como a participação no grupo Sheiks nos anos 60 e a edição de muitos temas a solo como "Amélia dos olhos doces", um dos êxitos de sempre. Curiosamente, Carlos Mendes é licenciado em Arquitetura, atividade que apenas exerceu de 1973 a 1982.
Recorde as duas participações no Festival Eurovisão, em 1968...
... e em 1972
A cerimónia decorreu ontem no Auditório Maestro Frederico de Freitas, em Lisboa, tendo sido presidida por José Jorge Letria, presidente da Sociedade Portuguesa de Autores, e por Tozé Brito, administrador da mesma cooperativa. Numa sala cheia, onde se destava a família e vários amigos também músicos, Carlos Mendes foi então agraciado com a Medalha de Honra, recordando os momentos de glória passados ao longo de 5 décadas a fazer parte da música de todos nós. Dois momentos altos da carreira foram as participações no Festival Eurovisão, em 1968 com o tema "Verão", e em 1972 com "A festa da vida". Com este último, alcançou a melhor classificação até então e uma das melhores de sempre, o 7.º lugar.
Mas a sua carreira, que continua cheia de sucessos e concertos nos dias de hoje, teve grandes momentos, como a participação no grupo Sheiks nos anos 60 e a edição de muitos temas a solo como "Amélia dos olhos doces", um dos êxitos de sempre. Curiosamente, Carlos Mendes é licenciado em Arquitetura, atividade que apenas exerceu de 1973 a 1982.
Recorde as duas participações no Festival Eurovisão, em 1968...
... e em 1972
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Fonte e Imagem:SOCIEDADE PORTUGUESA DE AUTORES / Vídeos: YOUTUBE
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