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António Costa
Portugal
Sara Tavares
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António Costa: "Sara Tavares será sempre lembrada pela sua voz única e pelo seu sorriso."
António Costa, primeiro-ministro do Governo de Portugal, reagiu, nas redes sociais, ao falecimento de Sara Tavares: "A sua estreia, ainda muito jovem, num concurso de talentos, cativa os portugueses, tendo-se revelado uma cantora e compositora com uma linguagem musical própria, na qual se cruzam diferentes geografias sonoras.".
Ágata
Alexander Search
Dulce Pontes
Especial
especial 2017
Homens da Luta
Kika Cardoso
Lâmina
LOQ
Luciana Abreu
Marco Rodrigues
Paulo de Carvalho
Salvador Sobral
Sara Tavares
Viva la Diva
Lâmina “Lilith”
Alexander Search “Alexander Search”
Dulce Pontes "Peregrinação"
Ágata “Preto no Branco”
LOQ “Capitão Jangada”
Paulo de Carvalho “Duetos”
[ESPECIAL 2017] Os 10 discos nacionais do ano
Foram muitos e bons os novos discos apresentados por artistas nacionais. Temos dado conta de alguns desses lançamentos através da “Zona de Discos” e de outras rubricas do site e hoje apresentamos 10 dos discos que achamos merecedores de serem incluídos no balanço discográfico nacional de 2017.
Os discos aqui apresentados pertencem a artistas portugueses que já participaram no Festival da Canção e/ou Concurso Eurovisão da Canção enquanto intérpretes, independentemente de ter sido com os projetos atuais ou formações musicais passadas. Discos ao vivo, compilações com gravações originais e intérpretes que participaram no Festival da Canção apenas como letristas e/ou compositores não foram contemplados.
O responsável por esta seleção foi Carlos Carvalho.
Lâmina “Lilith”
Rock com uma boa dose de psicadelismo, stoner, doom, são ramificações musicais que estão ainda muito ausentes do universo eurovisivo e mesmo do Festival da Canção. Daí não seja de admirar que “Lilith” dos Lâmina tivesse passado despercebido das redações eurovisivas. Num cenário ideal, o Festival da Canção devia também abraçar o underground. Quem sabe um dia. Os Lâmina são constituídos por Vasco Duarte (Homens da Luta e Kalashikov) na guitarra e na voz, Sérgio Pratas da Costa na guitarra, Katari na bateria e Filipe Fonseca no baixo. Merece o #1 neste balanço do ano, não apenas por ser diferente, mas sobretudo por ser muito bom. Para ouvir bem alto!
Kika Cardoso “Kika Cardoso”
O único programa de talentos que acompanhei foi apenas a Operación Triunfo 1 (2001-2002), por isso, até fevereiro de 2017, o nome Kika Cardoso era-me completamente desconhecido. Conhecê-la através dos Viva la Diva foi um péssimo cartão-de-visita. “Nova Glória” nada mais foi do que um desastroso estereótipo eurovisivo, acabando por me alhear por completo do álbum estreia de Kika Cardoso, isso até ao primeiro fim-de-semana de 2018… Grande álbum! Pop soul do melhor que ouvimos nos últimos anos! Voz soberba num conjunto de canções que combina qualidade e potencial comercial. Merece ser reconhecido como dos melhores álbuns nacionais de 2017!
Alexander Search “Alexander Search”
A histórica vitória de Salvador Sobral acarretou uma série de boas consequências e uma delas foi retirar um dos melhores projetos discográficos nacionais do total anonimato. Falamos do álbum “Alexander Search”, um disco indie / rock electrónico baseado no heterónimo de Fernando Pessoa, Alexander Search. Um disco carregado de alter-egos, com uma musicalidade aprimorada e cuidada. A voz de Salvador Sobral, ou melhor, a voz de Benjamin Cymbra, é um elemento a destacar, mas a mestria estende-se aos músicos, nomeadamente a Júlio Resende, ou melhor, a Augustus Search.
Ler a crítica a “Alexander Search” AQUI
Sara Tavares “Fitxadu”
Um dos regressos nacionais mais esperados de 2017 foi o novo álbum da menina que outrora recusou o sucesso fácil da pop. Ao longo dos anos, a afro-pop-soul tornou-se a sua imagem sónica e é o desenvolvimento desse cunho pessoal que testemunhamos em “Fitxadu”, um álbum que abre espaço a inúmeras participações, lançando também convite a uma presença mais notada da electrónica. O álbum está há nove semanas no top 20 dos discos mais vendidos em Portugal, chegando a alcançar o #2.
Ler a crítica a “Fitxadu” AQUI
Luciana Abreu “Luciana Abreu”
Só pelo simples facto de se tratar da Luciana Abreu e por estarmos perante um álbum com a chancela da Vidisco, estão reunidas as condições para as críticas destrutivas dos pseudo-experts em música. “Luciana Abreu” é um disco comercial, com vários potenciais singles, tentando aproveitar a boleia da grande exposição que a música latina e ritmos quentes estão a receber a nível mundial. “Luciana Abreu” esteve durante 7 semanas no top 50 dos discos mais vendidos em Portugal, sendo o #21 a melhor posição.
Ler a crítica a "Luciana Abreu" AQUI
Dulce Pontes "Peregrinação"
Talvez a escolha de “Nevoeiro” como primeiro tema promocional de “Peregrinação” tenha dificultado o interesse pelo tão esperado novo álbum de Dulce Pontes. Será certamente um daqueles casos em que a escolha errada para um primeiro single põe em causa um grande álbum. Esperamos que não venha a ser este a ser o caso. “Peregrinação” mostra-nos Dulce Pontes na sua artística singularidade, num álbum recheado de belos momentos, desde “Meu amor sem aranjuez”, a “Bailados do Minho”. Dulce Pontes foi e é a melhor voz de Portugal.
Ágata “Preto no Branco”
Muito antes de ser Ágata, tentou chegar ao palco da Eurovisão e nos anos 90 tornou-se num dos maiores ícones da música em Portugal, apesar das constantes críticas ao estilo musical que apresentava. Gostos à parte, “Preto no Branco”, com Ricardo Landum no comando técnico, apresenta o mais forte conjunto canções de Ágata desde a época de “Escrito no Céu” (1997). “Tá bonito”, “Livro de Reclamações” e “Nem morta” foram, até ao momento, os temas promovidos.
Ler crítica a “Preto no Branco” AQUI
Marco Rodrigues “Copo meio cheio”
Podíamos rechear este pequeno resumo com clichés promocionais tais como, “o melhor álbum de Marco Rodrigues”, ou “clássico instantâneo”, mas a verdade é que ou ouvir “Copo meio cheio” apetece-nos utilizar alguns desses clichés porque foi efetivamente a sensação que nos deixou. Um disco que, à semelhança de outros exemplos atuais, casa o fado com atuais nomes da música portuguesa de áreas alheias. “Copo meio cheio” é o primeiro top 10 de Marco Rodrigues na tabela dos discos mais vendidos em Portugal (#8), ficando mais 5 semanas no top 50.
LOQ “Capitão Jangada”
Apresentam-se como um projeto de indie rock e electro world music, chamam-se LOQ e são a nova proposta musical de Daniela Varela e Jorge Manuel Marques (ambos Flor-de-Lis). “Capitão Jangada” é música pelo único prazer da música, pelo prazer da experimentação instrumental e pelo amor da linguagem musical portuguesa, mas dando-lhe um toque universal. Se estivéssemos na Estónia, seria algo que teria lugar no Eesti Laul.
Paulo de Carvalho “Duetos”
Foi o disco com o qual iniciámos a “Zona de Discos”, dando-lhe nota máxima. É difícil encontrar palavras para criticar “Duetos” porque mais do que novas canções, o que Paulo de Carvalho apresenta neste disco é uma nova abordagem a capítulos musicais que são seus, mas que há muito extravasaram essa relação e passaram a ser também capítulos da moderna história da música portuguesa. Composições de sempre, com novos arranjos, com novas vozes. É um disco intemporal para ser descoberto. Foi #1 na tabela de vendas e está há 29 semanas no top 50.
Ler crítica a “Duetos” AQUI
ESC1994
FC2017
Fernando Daniel
Sara Tavares
The Voice Portugal
[The Voice Portugal] Saiba quem são os convidados da semifinal desta noite
A RTP1 transmite esta noite em direto a semifinal da 5.ª temporada do The Voice Portugal. Para além dos 8 concorrentes que irão tentar ganhar o passaporte para a finalíssima, o programa será abrilhantado por 5 convidados especiais. Saiba quem são.
No programa desta noite do The Voice Portugal, os oito concorrentes irão interpretar a solo uma canção escolhida por si e pela produção, para além de protagonizarem um dueto com um convidado especial. Pelo palco da semifinal de hoje passarão cinco artistas convidados: Fernando Daniel, vencedor da temporada anterior e participante no Festival da Canção 2017, Sara Tavares, representante de Portugal na Eurovisão 1994, para além dos D.A.M.A, João Pedro Pais e Carolina Deslandes.
Esta é a última gala antes da grande final. Em competição estão oito concorrentes: Fábio Mouzinho e Inês Simões da equipa de Mickael Carreira, Tiago Nacarato e Tomás Adrião da equipa de Marisa Liz, Ana Paula Rada e Cláudia Pascoal da equipa de Aurea, Marta Pinto e Kátia Moreira, a representar o mentor Anselmo Ralph. Recorde os resultados do último programa AQUI.
Esta é a última gala antes da grande final. Em competição estão oito concorrentes: Fábio Mouzinho e Inês Simões da equipa de Mickael Carreira, Tiago Nacarato e Tomás Adrião da equipa de Marisa Liz, Ana Paula Rada e Cláudia Pascoal da equipa de Aurea, Marta Pinto e Kátia Moreira, a representar o mentor Anselmo Ralph. Recorde os resultados do último programa AQUI.
Fonte: THE VOICE PORTUGAL / Imagem: THE VOICE PORTUGAL
ESC1994
FC1994
Portugal
Sara Tavares
Zona de Discos
Todas as semanas no ESCPORTUGAL, a crítica aos álbuns editados por artistas que participaram no concurso Eurovisão da canção e/ou seleções nacionais ao longo dos anos. Esta semana o destaque vai o mais recente disco de Sara Tavares.
O responsável da rubrica é Carlos Carvalho.
O dia 27 de outubro de 2017 foi rico em novos lançamentos de veteranos eurovisivos. Na semana passada, demos conta do último disco de Michael Ball (Reino Unido, 1992) que acabou por ocupar o #1 do top britânico. Em Portugal, o dia 27 foi também importante e com semelhante sucesso na tabela de vendas. “Fitxadu”, o último disco de Sara Tavares, entrou diretamente para o #2 do top nacional, conseguindo, para já, manter-se no top 10 por três semanas (#2; #8; #6).
“Fitxadu” é um termo crioulo cabo-verdiano que significa “Fechado”. E o que se fecha com este novo disco? Fecha-se, segundo a própria Sara (ver vídeo abaixo), um ciclo, talvez o ciclo de levar muito tempo sem fazer um disco (recorde-se que o último álbum foi “Xinti”, que saiu em 2009). Mas se se fecha um ciclo nas longas pausas editoriais, abre-se um outro a nível sónico. Em “Fitxadu”, mais do que nunca, Sara Tavares abraça a eletrónica como ornamento às suas composições, adicionando, assim, ao seu conhecido afro-pop-soul, o prefixo eletro. Para além disso, e à semelhança do que se passa no atual mundo da música, nos mais variados quadrantes, o disco está repleto de colaborações no terreno da composição e produção, como, por exemplo, Princezito, Kalaf Epalanga, Toty Sa'Med, Manecas Costa e Bilan.
Mas as tendências da moda terminam aqui, na eletrónica e no vasto leque de colaboradores. Aliás, de novo segundo Sara Tavares, este foi um disco feito com “cheiro a mofo”, mofo no sentido em que a música foi gravada tal como se fazia outrora, com muita alma. Bem, outra postura não seria de esperar da miúda que, aos 16 anos de idade, não cedeu à tentação de construir uma carreira a reboque do sucesso pop alcançado no “Chuva de Estrelas” (1994) e com “Chamar a Música” (1994), e se o impacto de “Mi Ma Bô” (1999) e “Balancê” (2005) foram megalómanos, não foi por Sara chamar o sucesso comercial, mas sim pelo facto do sucesso comercial chamar pela Sara. Chamou-a porque a crítica foi unânime em reconhecer a particularidade e o valor de uma artista que constitui um dos motivos de orgulho da música portuguesa a nível internacional no século XXI. É a continuidade desta genuinidade e verdade artísticas que testemunhamos em “Fitxadu”, desde a moderna e mística introdução em “Onda de som”, passando pelos singles “Coisas bunitas” e “Brincar de casamento” (com a participação de Toty Sa'Med). O alinhamento leva-nos ainda para influências africanas mais assumidas, como em “So sabi” e “Ginga”, devolvendo algum protagonismo à electrónica em “Txom Bom”, fazendo um convite às palmas e à dança em “Fitxadu”, até chegarmos a “Flutuar”, o momento mais orgânico do disco.
“Fitxado” é um álbum para ser degustado com calma, uma calma que não nos impede de termos uma intuição imediata de estarmos perante um dos melhores discos nacionais de 2017 e que muito provavelmente irá figurar em algumas listas dos melhores discos portugueses do ano.
Tracklist
1. Intro - Onda De Som
2. So Sabi
3. Ginga
4. Coisas Bunitas
5. Filingadu
6. Brincar De Casamento
7. Ter Peito E Espaço
8. Txom Bom
9. Fitxadu
10. Para Sempre Amor
11. Flutuar
12. Coisas Bunitas (iZem & Karlos Rotsen Remix)
[ZONA DE DISCOS #18] Sara Tavares - “Fitxadu”
O responsável da rubrica é Carlos Carvalho.
Data de lançamento: 27 de outubro de 2017
Nota: 8/10
O dia 27 de outubro de 2017 foi rico em novos lançamentos de veteranos eurovisivos. Na semana passada, demos conta do último disco de Michael Ball (Reino Unido, 1992) que acabou por ocupar o #1 do top britânico. Em Portugal, o dia 27 foi também importante e com semelhante sucesso na tabela de vendas. “Fitxadu”, o último disco de Sara Tavares, entrou diretamente para o #2 do top nacional, conseguindo, para já, manter-se no top 10 por três semanas (#2; #8; #6).
“Fitxadu” é um termo crioulo cabo-verdiano que significa “Fechado”. E o que se fecha com este novo disco? Fecha-se, segundo a própria Sara (ver vídeo abaixo), um ciclo, talvez o ciclo de levar muito tempo sem fazer um disco (recorde-se que o último álbum foi “Xinti”, que saiu em 2009). Mas se se fecha um ciclo nas longas pausas editoriais, abre-se um outro a nível sónico. Em “Fitxadu”, mais do que nunca, Sara Tavares abraça a eletrónica como ornamento às suas composições, adicionando, assim, ao seu conhecido afro-pop-soul, o prefixo eletro. Para além disso, e à semelhança do que se passa no atual mundo da música, nos mais variados quadrantes, o disco está repleto de colaborações no terreno da composição e produção, como, por exemplo, Princezito, Kalaf Epalanga, Toty Sa'Med, Manecas Costa e Bilan.
Mas as tendências da moda terminam aqui, na eletrónica e no vasto leque de colaboradores. Aliás, de novo segundo Sara Tavares, este foi um disco feito com “cheiro a mofo”, mofo no sentido em que a música foi gravada tal como se fazia outrora, com muita alma. Bem, outra postura não seria de esperar da miúda que, aos 16 anos de idade, não cedeu à tentação de construir uma carreira a reboque do sucesso pop alcançado no “Chuva de Estrelas” (1994) e com “Chamar a Música” (1994), e se o impacto de “Mi Ma Bô” (1999) e “Balancê” (2005) foram megalómanos, não foi por Sara chamar o sucesso comercial, mas sim pelo facto do sucesso comercial chamar pela Sara. Chamou-a porque a crítica foi unânime em reconhecer a particularidade e o valor de uma artista que constitui um dos motivos de orgulho da música portuguesa a nível internacional no século XXI. É a continuidade desta genuinidade e verdade artísticas que testemunhamos em “Fitxadu”, desde a moderna e mística introdução em “Onda de som”, passando pelos singles “Coisas bunitas” e “Brincar de casamento” (com a participação de Toty Sa'Med). O alinhamento leva-nos ainda para influências africanas mais assumidas, como em “So sabi” e “Ginga”, devolvendo algum protagonismo à electrónica em “Txom Bom”, fazendo um convite às palmas e à dança em “Fitxadu”, até chegarmos a “Flutuar”, o momento mais orgânico do disco.
“Fitxado” é um álbum para ser degustado com calma, uma calma que não nos impede de termos uma intuição imediata de estarmos perante um dos melhores discos nacionais de 2017 e que muito provavelmente irá figurar em algumas listas dos melhores discos portugueses do ano.
Tracklist
1. Intro - Onda De Som
2. So Sabi
3. Ginga
4. Coisas Bunitas
5. Filingadu
6. Brincar De Casamento
7. Ter Peito E Espaço
8. Txom Bom
9. Fitxadu
10. Para Sempre Amor
11. Flutuar
12. Coisas Bunitas (iZem & Karlos Rotsen Remix)
“Coisas Bunitas” (o primeiro single):
“Brincar de Casamento” ft. Toty Sa'Med (o segundo single):
Tema destacado por Carlos Carvalho: “A onda”:
A ver: “Sara Tavares lança novo disco "Fitxadu"...”
Anjos
ESC1994
eurocharts
novos lançamentos
Sara Tavares
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Portugal: Anjos e Sara Tavares conquistam a liderança do top dos álbuns mais vendidos
Os novos álbuns dos Anjos e de Sara Tavares alcançaram esta semana o top dos álbuns mais vendidos em Portugal, respetivamente em 1.º e 2.º lugar. A informação é da Associação Fonográfica Portuguesa.
Os Anjos regressam, após oito anos de interregno, ao panorama da música portuguesa com um novo álbum de originais “Longe”. Neste trabalho, os irmãos Nelson e Sérgio Rosado viajam por novos territórios sonoros, transportando-nos para ambientes diferentes daqueles a que nos habituaram no passado. O regresso dos Anjos não podia ter corrido melhor: na semana de lançamento, o álbum alcançou o n.º 1 do top dos álbuns mais vendidos em Portugal. A informação é da própria AFP - Associação Fonográfica Portuguesa.
O tema de apresentação deste álbum intitula-se "Para longe". Veja o vídeo de seguida:
Na mesma semana, o n.º 2 do top dos álbuns mais vendidos foi ocupado também por uma estreia: o álbum "Fitxadu", de Sara Tavares. Sara Tavares participa na autoria de quase todos os temas do CD, quer como compositora ou letrista, em parceria com outros autores ou a solo, sendo a única exceção 'Para Sempre Amor', com letra e música de Bilan. "Brincar de casamento" é um dos videoclips que já estão online:
ESC1994
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Sara Tavares
[VÍDEO] Sara Tavares prepara-se para lançar novo álbum "Fitxadu"
A menina que no início dos anos 90 se deu a conhecer aos portugueses através do programa Chuva de Estrelas, prepara-se para lançar um novo trabalho ainda este mês, a 27 de outubro. "Fitxadu", assim se chama o novo álbum de Sara Tavares, marca o regresso da vencedora do Festival da Canção 1994, 8 anos após "Xinti", o último trabalho editado em 2009 e do qual se extrairam sucessos como "Ponto de Luz".
A cantora portuguesa mantém-se assim num registo marcadamente influenciado pelas suas origens cabo-verdianas. Neste trabalho, que irá contar com 11 canções, poder-se-ão encontrar os singles já lançados, "Coisas bunitas" e "Brincar de Casamento", este último em colaboração com o cantor e compositor angolano Toty Sa'Med.
Sara Tavares venceu o Festival da Canção em 1994 com "Chamar a Música" e, por isso, representou Portugal em Dublin no Festival Eurovisão da Canção desse mesmo ano, tendo alcançado o 8.º lugar com 73 pontos, ainda hoje um dos melhores resultados obtidos por Portugal no concurso europeu e considerada, por muitos, como uma das melhores representações portuguesas de sempre. Recorde a participação de Sara Tavares no ESC1994:
Fonte: SARA TAVARES / Imagem: SARA TAVARES / Vídeo: YOUTUBE
ESC1994
novos lançamentos
Sara Tavares
Depois de "Coisas Bunitas", lançado há cerca de um ano, Sara Tavares presenteia os fãs e seguidores com novo tema "Brincar de Casamento".
A canção tem composição de Kalaf Epalanga, uma parceria habitual, contando com a participação especial de Toty Sa’Med, cantor, compositor e multi-instrumentista angolano. A notícia foi dada em comunicado enviado à imprensa. “Para se poder 'Brincar de Casamento' é necessário manter uma certa inocência da criança em nós e continuar a acreditar na essência do Amor”, escreveu Sara Tavares sobre este novo single.
[VÍDEO] Sara Tavares de regresso com 'Brincar de Casamento'
Sara Tavares regressa aos trabalhos de originais. O single de avanço do novo álbum já pode ser ouvido agora.
"Brincar de Casamento", que pode ouvir em baixo, vem antecipar a chegada do quinto trabalho de originais da artista, com data de lançamento marcada para 27 de outubro com a chancela da Sony Music Portugal. Para além de Toty Sa'Med - um dos artistas mais promissores da nova música angolana - o álbum conta com outras colaborações, a revelar em breve.
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Sara Tavares
[VÍDEO] Ouça a nova canção de Sara Tavares "Coisas bunitas"
Sara Tavares acaba de lançar um novo single de sua autoria, cujo videoclip foi gravado em Cabo Verde. "Coisas Bunitas" tem sonoridades vindas de África.
O tema “Coisas Bunitas” foi lançado através das diversas plataformas digitais, como o Meo Music. Este tema é da autoria de Sara Tavares, e a artista assume também a produção do mesmo. O videoclip do tema foi gravado em Cabo Verde, país onde pertencem as suas origens. "Coisas Bunitas" é o single de antecipação do seu 5.º álbum de originais, que deverá ser lançado no primeiro trimestre de 2017.
O seu amigo, o músico e letrista Kalaf Ângelo, que tem partilhado muitos palcos e canções com Sara Tavares, descreve no blogue Santos da Casa este novo tema de Sara: "Espera-nos um brinde à simplicidade e beleza. E, a voz desta cabo-verdiana lisboeta, tão necessária, vem mais uma vez reforçar que os instantes mais marcantes da natureza estão mais perto do que julgamos, não precisamos correr mundo em busca do impossível para impressionar quem amamos, as COISAS BUNITAS estão ao alcance da mão".
O vídeoclip de seguida:
Depois de ganhar o concurso "Chuva de Estrelas", primeiro programa líder de audiências da televisão privada em Portugal, Sara Tavares é convidada pela saudosa Rosa Lobato de Faria para interpretar o tema "Chamar a música" no Festival RTP da Canção 1994. Sara tinha apenas 16 anos de idade. A canção recebeu o máximo de pontuação de todos os jurados, ganhando assim um lugar no Festival Eurovisão da Canção desse ano, onde alcançou uma das melhores classificações de sempre para Portugal, a 8.ª posição. Desde então, a cantora nascida em Lisboa mas com origens em Cabo Verde, desenvolveu uma carreira sólida com o lançamento de 4 álbuns de originais e subindo ao palco em concertos em vários países do mundo. Em 2015 participou no Festival da Canção como autora e compositora de "Lisboa, Lisboa". Recorde a sua participação no palco de Dublin:
Fonte: SARA TAVARES, SANTOS DA CASA ESCPORTUGAL / Imagem e vídeo: YOUTUBE
agenda
ESC1994
Sara Tavares
[AGENDA] Festival Poeiras leva a lusofonia a Oeiras
Sara Tavares é a cabeça de cartaz do novo festival que vai decorrer em Oeiras. O Poeiras nasce da vontade conjunta entre a Câmara Municipal de Oeiras e a Companhia de Atores, de dinamizar a nova fase do Parque dos Poetas e de aproximar o público a este espaço.
No POEIRAS vai acontecer uma programação alargada, que passa pela Música, a decorrer em dois palcos: o Palco Poeiras, que no dia 9 de setembro apresenta um concerto de Sara Tavares e no dia 10 uma grande celebração musical onde se apresentarão os Couple Coffe, Cristiana Águas, Biru e Luiz Caracol, num concerto que tem por pano de fundo a palavra, a cargo do ator Pedro Giestas.
O Palco Alameda apresenta artistas lusófonos como Miroca Paris, André e Bruno Santos, Silvia Nazário e Cláudio Kumar, João Luzio, Yami Aloelela, Miguel Menezes, Raquel Marques, Teresa Macedo e Múcio Sá, entre outros.
A Palavra estará representada em 3 grandes recitais de poesia a cargo dos atores Pedro Lamares, Natália Luiza e António Fonseca, presentes no auditório. A tradição oral estará ainda representada por contadores de contos tradicionais provenientes de vários países lusófonos e pelas performances poéticas de Pedro Giestas e seus convidados.
Ao longo do jardim do Parque dos Poetas e durante todo o evento o POEIRAS tem ainda a oferecer várias ações destinadas às famílias como um festival de pipas brasileiras (papagaios), jogos tradicionais, acções culturais relacionadas com livros, oficinas de ritmos e de olaria e tantos outros programas, para além da gastronomia tradicional e do artesanato cultural, uma área de descanso e outra para piqueniques, complementados por uma variada oferta de comida e bebida, garantido assim todo o conforto para quem quiser passar os 3 dias no evento.
Ao longo do jardim do Parque dos Poetas e durante todo o evento o POEIRAS tem ainda a oferecer várias ações destinadas às famílias como um festival de pipas brasileiras (papagaios), jogos tradicionais, acções culturais relacionadas com livros, oficinas de ritmos e de olaria e tantos outros programas, para além da gastronomia tradicional e do artesanato cultural, uma área de descanso e outra para piqueniques, complementados por uma variada oferta de comida e bebida, garantido assim todo o conforto para quem quiser passar os 3 dias no evento.
"Resumidamente, o POEIRAS pretende posicionar-se como o melhor programa de fecho de verão para todos os que quiserem experimentar o Parque dos Poetas, considerado um dos maiores museus de escultura ao ar livre da Europa", lê-se no comunicado de imprensa enviado ao ESCPORTUGAL. "Este evento tem o conceito de tributo à Língua Portuguesa, em que se celebra a literatura, dança, poesia, palavra, cultura, gastronomia tradicional, artesanato e tradição… e não poderia faltar, a música!"
Fonte e imagem: POEIRAS
Câmara Municipal de Lisboa
FC2015
Festas de Lisboa 2016
Museu de Lisboa
Rita Seidi
Sara Tavares
Portugal: "Lisboa, Lisboa" em destaque nas Festas de Lisboa 2016
O tema "Lisboa, Lisboa", defendido por Rita Seidi na semifinal 1 do Festival da Canção 2015, é o tema oficial das Festas de Lisboa 2016! A apresentação oficial acontece amanhã!
A capital portuguesa prepara-se para um mês rico em festividades, cujo ponto alto acontece na véspera de Santo António, 12 de junho, com as habituais Marchas Populares a descerem a Avenida da Liberdade.
Através da conta oficial das Festas de Lisboa 2016 no Facebook, a Câmara Municipal de Lisboa revelou que a apresentação oficial das comemorações acontecerá amanhã, 30 de maio, às 18h (hora de Lisboa), no Museu de Lisboa, no Campo Grande. Além disso, foi anunciado que "Lisboa, Lisboa", tema que Rita Seidi defendeu na semifinal 1 do Festival da Canção 2015, foi escolhido como tema oficial da edição deste ano.
Através da conta oficial das Festas de Lisboa 2016 no Facebook, a Câmara Municipal de Lisboa revelou que a apresentação oficial das comemorações acontecerá amanhã, 30 de maio, às 18h (hora de Lisboa), no Museu de Lisboa, no Campo Grande. Além disso, foi anunciado que "Lisboa, Lisboa", tema que Rita Seidi defendeu na semifinal 1 do Festival da Canção 2015, foi escolhido como tema oficial da edição deste ano.
Recorde, de seguida, a atuação de Rita Seidi no Festival da Canção 2015:
agenda
Carminho
ESC1994
Estados Unidos da América
Sara Tavares
[AGENDA] Sara Tavares e Carminho em digressão na América
Sara Tavares e Carminho começam este fim-de-semana uma digressão conjunta na América do Norte, com concertos agendados em Toronto e Vancouver, no Canadá, e Nova Iorque e Mineápolis, nos Estados Unidos. As artistas têm ainda, cada uma, um concerto a solo: Carminho em Montreal, Sara Tavares em Rhode Island.
Os concertos das duas vozes portugueses estão a ser anunciados como o momento em que “duas vozes femininas distintas se juntam numa noite mágica de música lusófona da nova geração.”
A promotora dos concertos, a norte-americana Alexa Burneikis, disse à Lusa, citada pelo jornal Observador, que a combinação das duas artistas “pareceu uma combinação natural, porque ambas representam uma nova geração de música lusófona.” É uma combinação com fortes raízes na tradição, acrescentou, "mas que não é limitada por ela. Na Sara, ouvem-se notas de neo-soul, r&b e reggae; na Carminho, pop brasileira e influências de jazz. Mas, em ambas, isto acontece de forma natural, apenas como resultado de serem cidadãs do mundo”, explicou.
As artistas começam por atuar no Koerner Hall, em Toronto, no sábado, e seguem depois para Nova Iorque, onde atuam na terça-feira, no espaço City Winery. O terceiro concerto acontece dois dias depois, no Dakota Jazz Club, em Mineápolis, e a mini digressão encerra no Chan Shun Concert Hall, em Vancouver, no dia 21 deste mês. Cada concerto inclui um "Meet & Greet" com as artistas.
A imprensa americana noticia estes concertos. "Mostra da excitante música portuguesa", escreve o The Ubyssey. Já o The Georgia Straight exalta que esta digressão "celebra a diversidade da música portuguesa/lusófona".
Fonte: OBSERVADOR, GEORGIA STRAIGHT, THE UBYSSEY / Imagem: GOOGLE
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Rita Seidi
Sara Tavares
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[VÍDEO] Veja o vídeoclip de "Lisboa, Lisboa" por Rita Seidi
Rita Seidi lançou hoje através do youtube o vídeoclip da canção com a qual concorreu no Festival da Canção 2015. As gravações decorreram em Lisboa... claro!
"Lisboa, Lisboa" foi a canção escrita por Sara Tavares e Kalaf, defendida por Rita Seidi no último Festival da Canção. A cantora natural de Albufeira gravou na capital do país o vídeoclip desse tema e as imagens de Lisboa estão presentes do princípio ao fim do clip, que pode ver de seguida:
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Fonte: RITA SEIDI / Imagem: FACEBOOK / Vídeo: YOUTUBE
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