Mostrar mensagens com a etiqueta Matosinhos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Matosinhos. Mostrar todas as mensagens
Ao Vivo
ESC2005
FC2009
Luciana Abreu
Matosinhos
[AO VIVO] Luciana Abreu rodeada de fãs na apresentação do novo CD
Luciana Abreu foi a protagonista de um showcase de apresentação do novo CD perante uma sala cheia de fãs e simpatizantes. O ESCPORTUGAL esteve em Matosinhos.
Acompanhada pelos músicos Cami e Rogério Caixinha, Luciana Abreu apresentou num espaço comercial de Matosinhos o seu primeiro álbum de originais. “Um sonho tornado realidade”, tal como afirmou aos fãs que encheram por completo o showcase.
A cantora cantou alguns dos temas do seu álbum homónimo que, recorde-se, é composto por 13 canções. Um trabalho que conta com a participação de três outros artistas, como Daniel SantaCruz no tema 'Tu e Eu', Black Tattoo no single “Amar no está de moda” e Livan Mesias com a canção “Amor”. O disco, lançado com a chancela da Vidisco, chegou às plataformas digitais e às lojas de todo o país no início do verão passado. E o sucesso foi imediato: na semana de lançamento, de 23 a 29 de junho, "Luciana Abreu" chegou ao Top dos álbuns mais vendidos em Portugal.
O pequeno concerto foi bastante intimista. Luciana intercalou cada interpretação com longas conversas, algumas dirigidas diretamente a um ou outro fã que reconheceu das redes sociais. O ESCPORTUGAL registou em vídeo a interpretação de "Eu não", especialmente para os nossos leitores:
O pequeno concerto foi bastante intimista. Luciana intercalou cada interpretação com longas conversas, algumas dirigidas diretamente a um ou outro fã que reconheceu das redes sociais. O ESCPORTUGAL registou em vídeo a interpretação de "Eu não", especialmente para os nossos leitores:
Os fãs não deixaram Luciana se despedir não sem antes cantar alguns temas de “Floribela”, a telenovela de sucesso transmitida de 2006 a 2008 onde Luciana encarnou a personagem Flor e cantou diversos temas que, ainda hoje, são recordados pelos fãs.
No próximo dia 8 de dezembro, Luciana Abreu será a protagonista de um concerto no Casino da Póvoa de Varzim e até lá pode continuar a ser vista na telenovela “Espelho d’ água” da SIC.
No próximo dia 8 de dezembro, Luciana Abreu será a protagonista de um concerto no Casino da Póvoa de Varzim e até lá pode continuar a ser vista na telenovela “Espelho d’ água” da SIC.
Ao Vivo
Dulce Pontes
ESC1991
Fnac
Matosinhos
[AO VIVO] Dulce Pontes conversa com fãs antes do concerto no Coliseu do Porto
Dulce Pontes esteve na noite passada numa superfície comercial de Matosinhos a apresentar o novo álbum “Peregrinação”, na véspera do seu concerto no Coliseu do Porto, que terá lugar esta noite. A conversa foi moderada pelo jornalista João Gobern e o ESCPORTUGAL esteve lá.
Foi uma conversa informal e muito próxima dos muitos fãs que não quiserem perder esta oportunidade de estar lado-a-lado com Dulce Pontes, considerada uma das maiores ‘embaixadoras’ de Portugal no mundo. Durante mais de 1 hora, Dulce Pontes falou-nos, entre outros temas, sobre o seu novo disco, um trabalho que reflete as experiências pessoais da cantora, compositora e instrumentista gravado maioritariamente no seu estúdio localizado numa aldeia de Bragança, concelho onde vive.
“Peregrinação” foi, então, o mote para a conversa. O jornalista João Gobern começou por dizer que este trabalho “foi muito sofrido por um lado, mas muito compensador por outro”, lançado numa altura em que as vendas de discos estão na mó de baixo. Para a cantora, autora e compositora, este é o resultado de um percurso de 7 anos, lançado de forma independente. “Até os custos foram completamente assumidos por mim”, revelou Dulce, que afirmou não querer estar dependente de qualquer editora discográfica, a não ser a sua própria. “Posso desta forma ter a minha liberdade artística", justificou. "É uma questão entre usar a música e servir a música. Nunca me quis servir da música, quis servi-la no sentido de manifestar e transmitir emoções… e música é isso! Nesse sentido, para mim é uma forma de sentir e de estar, por respeito à música e por respeito ao público. Se repetisse sempre as mesmas fórmulas, parava e estagnava criativamente e ficaria sempre a ser a Dulce do Festival da Canção ou a Dulce da “Canção do Mar”…que adoro e canto sempre!Mas todos temos um percurso de vida! Se ficar sempre com aquele aspeto inicial é de plástico. Nunca me quis dissociar da minha idade, de tudo o que vivi e de tanto que ainda tenho para viver.” Desta forma, a cantora demarcou-se das "exigências" das editoras, dando exemplos concretos.
“Peregrinação” foi, então, o mote para a conversa. O jornalista João Gobern começou por dizer que este trabalho “foi muito sofrido por um lado, mas muito compensador por outro”, lançado numa altura em que as vendas de discos estão na mó de baixo. Para a cantora, autora e compositora, este é o resultado de um percurso de 7 anos, lançado de forma independente. “Até os custos foram completamente assumidos por mim”, revelou Dulce, que afirmou não querer estar dependente de qualquer editora discográfica, a não ser a sua própria. “Posso desta forma ter a minha liberdade artística", justificou. "É uma questão entre usar a música e servir a música. Nunca me quis servir da música, quis servi-la no sentido de manifestar e transmitir emoções… e música é isso! Nesse sentido, para mim é uma forma de sentir e de estar, por respeito à música e por respeito ao público. Se repetisse sempre as mesmas fórmulas, parava e estagnava criativamente e ficaria sempre a ser a Dulce do Festival da Canção ou a Dulce da “Canção do Mar”…que adoro e canto sempre!Mas todos temos um percurso de vida! Se ficar sempre com aquele aspeto inicial é de plástico. Nunca me quis dissociar da minha idade, de tudo o que vivi e de tanto que ainda tenho para viver.” Desta forma, a cantora demarcou-se das "exigências" das editoras, dando exemplos concretos.
A conversa fluiu para as suas referências musicais, que passam muito pelo maestro Ennio Morricone, pelos duetos, pelas suas experiências profissionais e pessoais à volta do mundo. O ESCPORTUGAL transmitiu em direto, através de smartphone, a primeira parte do encontro e fomos acompanhados por mais de 1500 leitores. Pode ver ou rever AQUI.
No fim, e já na fase de perguntas dos fãs presentes, Dulce cantou “Senhora do Almortão”. Registámos esse momento em vídeo especialmente para os nossos leitores:
No fim, e já na fase de perguntas dos fãs presentes, Dulce cantou “Senhora do Almortão”. Registámos esse momento em vídeo especialmente para os nossos leitores:
O concerto de Dulce Pontes está agendado para as 21.30 horas desta noite no Coliseu do Porto. A cantora nunca decide o alinhamento com muita antecedência, sendo certo que irá cantar alguns dos temas deste novo "Peregrinação" e êxitos da sua carreira.
Recorde-se que “Peregrinação” foi editado 36 anos após o seu primeiro disco e 8 anos depois do seu último trabalho "Momentos". O novo álbum é composto por um duplo CD, um dos quais totalmente em português, e o segundo por temas em espanhol. Para além disso, há a edição com DVD: Este é composto por três concertos, um em Roma, no Auditório Parco de la Musica, com a Roma Sinfonietta, sob a direção do maestro Paolo Silvestri, um outro em Budapeste, no Palácio das Artes Béla Bartók, e o terceiro, em Atenas, no Odeon de Herodes Atticus, com várias imagens do ‘making-of’, captadas em Buenos Aires, Espanha e Portugal, segundo fonte a promotora.
Recorde-se que “Peregrinação” foi editado 36 anos após o seu primeiro disco e 8 anos depois do seu último trabalho "Momentos". O novo álbum é composto por um duplo CD, um dos quais totalmente em português, e o segundo por temas em espanhol. Para além disso, há a edição com DVD: Este é composto por três concertos, um em Roma, no Auditório Parco de la Musica, com a Roma Sinfonietta, sob a direção do maestro Paolo Silvestri, um outro em Budapeste, no Palácio das Artes Béla Bartók, e o terceiro, em Atenas, no Odeon de Herodes Atticus, com várias imagens do ‘making-of’, captadas em Buenos Aires, Espanha e Portugal, segundo fonte a promotora.
Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: ESCPORTUGAL / Vídeo: ESCPORTUGAL
Ao Vivo
FC1986
Fnac
Matosinhos
Né Ladeiras
[AO VIVO] Fãs do Porto mataram saudades de Né Ladeiras
Né Ladeiras foi a protagonista de um showcase no passado sábado onde apresentou o seu último álbum "Outras vidas". O ESCPORTUGAL esteve na FNAC do Norteshopping, em Matosinhos.
Né Ladeiras esteve 15 anos sem gravar, mas esse jejum teve o seu fim com o lançamento do novo CD intitulado "Outras vidas". O lançamento público desse trabalho foi feito no final do ano passado em dois concertos que decorreram no Conservatório de Música de Coimbra e Centro Cultural de Belém, em Lisboa, concerto esse que foi destacado como um dos 10 concertos do ano de 2016, como pode recordar AQUI. No passado sábado, deu-se a sua primeira viagem à região do Porto; embora tenha sabido a pouco por se tratar apenas de uma pequena apresentação num espaço comercial de Matosinhos, serviu para que os fãs pudessem matar saudades da artista que andou demasiado tempo longe das luzes da ribalta.
Em "Outras Vidas", Né Ladeiras presta uma homenagem a várias mulheres que marcaram a sua vivência e a sua carreira como Avita, Greta Garbo, Frida Khalo, Madre Teresa, Isabelle Eberhardt ou Violeta Parra. A intérprete é também a compositora de todas as faixas, sendo que as letras têm assinatura de Tiago Torres da Silva e produção de Amadeu Magalhães, que também toca quase todos os instrumentos que ouvimos no disco.
No passado sábado, e ante uma sala bastante composta, Né Ladeiras interpretou ao vivo cinco faixas do álbum, intercalando cada canção com uma explicação pausada da história e da mulher que a inspirou. Acompanhada pelos músicos Amadeu Magalhães, Ricardo Mingatos e Diogo Passos, foi bom ouvir ao vivo parte da riqueza musical presente neste trabalho.
O ESCPORTUGAL gravou o fecho deste miniconcerto especialmente para os nossos leitores:
Em "Outras Vidas", Né Ladeiras presta uma homenagem a várias mulheres que marcaram a sua vivência e a sua carreira como Avita, Greta Garbo, Frida Khalo, Madre Teresa, Isabelle Eberhardt ou Violeta Parra. A intérprete é também a compositora de todas as faixas, sendo que as letras têm assinatura de Tiago Torres da Silva e produção de Amadeu Magalhães, que também toca quase todos os instrumentos que ouvimos no disco.
No passado sábado, e ante uma sala bastante composta, Né Ladeiras interpretou ao vivo cinco faixas do álbum, intercalando cada canção com uma explicação pausada da história e da mulher que a inspirou. Acompanhada pelos músicos Amadeu Magalhães, Ricardo Mingatos e Diogo Passos, foi bom ouvir ao vivo parte da riqueza musical presente neste trabalho.
O ESCPORTUGAL gravou o fecho deste miniconcerto especialmente para os nossos leitores:
O percurso profissional de Né Ladeiras começou em 1974 ao integrar a Brigada Victor Jara. Em 1979, depois de sair do grupo, junta-se aos Trovante. Entre 1980 e 1982 integra um dos projetos mais inovadores da música portuguesa, a Banda do Casaco. O seu primeiro álbum a solo é editado em 1982. Em 1984 o seu primeiro grande sucesso, "Sonho Azul", faixa do álbum com o mesmo título.
Dois anos depois, participa no programa "Uma canção para a Noruega", a final nacional da RTP para o Festival Eurovisão 1986. Com a canção "Dessas juras que se fazem", um original de Rui Veloso e Carlos Tê, não ganhou o passaporte para Bergen, mas ganhou um lugar especial na lista das melhores canções portuguesas de sempre. Recorde essa participação:
A Bela e o Monstro no Gelo
Anabela
Ao Vivo
ESC1993
Matosinhos
[AO VIVO] "A Bela e o Monstro no Gelo" traz-nos a magia no Natal
A magia de Natal chegou à região do Porto. Anabela, Carolina Torres, Ricardo Trepa e o restante elenco de “A Bela e o Monstro no Gelo” calçaram os patins e encantaram a plateia que assistiu à estreia do musical na noite de sexta-feira, dia 25. O ESCPORTUGAL esteve em Matosinhos.
Uma princesa, um monstro, um feitiço. A história de amor que ultrapassa barreiras. Uma aventura encantada pela constante procura da liberdade. Será a prisão apenas um espaço ou algo que existe dentro do nosso coração? Conseguirá a Bela mudar o coração frio do Monstro? Será o Monstro capaz de a libertar da sua própria prisão? Serão eles capazes de superar as suas diferenças? E o que é ser diferente?
Bom, a história de “A Bela e o Monstro” já foi adaptada, filmada e encenada inúmeras vezes, não fosse este um conto do séc. XVIII (de Gabrielle Suzanne Barbot). Contudo, nunca é demais ver uma nova adaptação, pois esta história nunca perde a atualidade. Desta vez, “A Bela e o Monstro” é revivida numa conhecida superfície comercial de Matosinhos, num tenda com cerca de 900 lugares e uma pista de gelo com 200 m2 com várias sessões por dia. Anabela está à frente do elenco de 20 atores e bailarinos que incluem outros nomes bem nossos conhecidos como Carolina Torres e Ricardo Trêpa.
Ao longo da peça os atores foram brindados com fortes aplausos do público, que se mostrou rendido a esta história de encantar. Numa época de amor e solidariedade, todos aqueles que assistiram à peça levaram gravada na memória as máximas desta história: a importância da amizade, do amor, da compreensão, da inclusão pela diferença.
Anabela, que representou Portugal no Festival Eurovisão 1993 e já protagonizou vários musicais, fá-lo, pela primeira vez, sobre o gelo. Anabela é Benedita de Tè, um bule que ferve em pouca água, mas que se torna amiga do Monstro. Carolina Torres (que ficou conhecida por ter participado no programa “Ídolos" e atualmente em “A tua cara não me é estranha”), é Jala Zafirah, uma bela princesa obrigada a casar com alguém que não ama. A sua força e coragem levam-na a fugir do seu reino em busca do verdadeiro amor. Ricardo Trêpa tem já uma longa carreira em cinema, teatro e televisão – acabou de gravar a última temporada de “A Única Mulher” (TVI) – mas o “seu” Henrique IV da Luz (Castiçal), o mestre-de-cerimónias que ilumina a escuridão que reside no castelo, é a sua primeira personagem num musical. O Monstro é encarnado por Diogo Faria. Do seu curriculum constam participações recentes nas telenovelas da SIC “Coração D’Ouro” e “As Poderosas”.
Os irmãos João A. Guimarães e Artur Guimarães (autor e compositor de "Em nome do amor" do FC2011) voltam, com a coreógrafa Joana Quelhas e a argumentista Ana Queirós, a assinar mais um sucesso musical que, este Natal, promete encantar toda a família. Em cena até 8 de janeiro.
No final desta estreia, o público aplaudiu assim todo o elenco:
No final desta estreia, o público aplaudiu assim todo o elenco:
Ao Vivo
FC1991
FC1992
FC1993
FC2015
Fnac
Júlio Isidro
Matosinhos
[AO VIVO] “O programa segue dentro de momentos" a autobiografia de Júlio Isidro
“O programa segue dentro de momentos” é o título da autobiografia de Júlio Isidro lançada agora e que revisita alguns dos muitos momentos vividos por este que é apelidado como o “Senhor Televisão”. O ESCPORTUGAL esteve no lançamento da obra na Fnac do Norteshopping, em Matosinhos.
A 16 de janeiro de 1960 começava a trabalhar na Televisão Portuguesa, sendo por isso uma das figuras com maior longevidade de sempre do espaço televisivo português. Falamos de Júlio Isidro, para muitos o Senhor Televisão. No passado sábado decorreu o lançamento da autobiografia “O programa segue dentro de momentos” na presença do autor, da editora Cláudia Rebelo, com comentários de Cristina Alves.
Comunicador nato, Júlio Isidro é uma referência incontornável na história da Rádio e da Televisão em Portugal. Com apenas 15 anos de idade, estreou-se na televisão, tornando-se durante décadas presença regular no pequeno ecrã. A paixão pela rádio, a vocação para a televisão, a visão e pioneirismo nos muitos programas que criou, produziu e apresentou, as entrevistas históricas, a formação nos EUA, são marcas que deixaram marca na história da televisão e na história de muitos apresentadores que se seguiram. Ao longo da sua carreira, apresentou cerca de 30 programas na RTP e 7 programas na TVI, para onde se mudou de 1993 a 1996. Também trabalhou na rádio desde 1968 e escreveu 7 livros.
“É uma honra enorme estar aqui. Tenho admiração, respeito e carinho por este que é o maior vulto da comunicação em Portugal”. Foi, desta forma, que Cristina Alves iniciou a apresentação desta obra. Recorde-se que Cristina Alves trabalhou com Júlio Isidro quando ambos apresentavam, a partir dos estúdios do Monte da Virgem em Vila Nova de Gaia, o programa “Portugal no Coração”. “Dar alegria aos outros” foi a missão de Júlio ao longo de quase 60 anos de carreira. “O Júlio ligou-se a nós e nós retribuímos ligando-nos a ele”, afirmou Cristina, recordando que este “nunca esqueceu de lançar artistas” . Os programas que apresentou foram tantos que não couberam nas 384 páginas do livro. “Engraçado como dedica quase duas páginas do livro para falar dos programas de que não fala na biografia”, sorri Cristina Alves, que terminou dizendo: “O Júlio tem esta generosidade e este coração enorme”.
Diversos artistas e profissionais da comunicação estiveram presentes neste lançamento, nomeadamente os cantores Cristina Roque e Sérgio Castro, dos Trabalhadores do Comércio ambos participantes no Festival da Canção. Também os cantores João Grande, dos Táxi, e Maria Amélia Canossa, os apresentadores Jorge Gabriel, Ana Viriato e a jornalista Madalena Balça estiveram na Fnac.
Júlio Isidro presenteou todos aqueles que enchiam o espaço com uma projeção de imagens e vídeos de diversos programas que apresentou, nomeadamente os diretos para programas de rádio e televisão com estádios lotados com milhares de pessoas. O "Passeio dos Alegres" ou o "Clube Amigos Disney" não poderiam faltar. Um dos momentos recordados pelo apresentador foi a entrevista que conduziu com a cantora francesa Françoise Hardy, representante do Mónaco na Eurovisão 1963. "Lembro-me que era altíssima e que não foi uma conversa de sorriso aberto, se calhar por culpa da minha timidez", escreveu.
Baptista-Bastos assina o prefácio. Para o escritor, a presença assídua de Júlio Isidro nos ecrãs televisivos é “o sinal de um afeto e a lembrança que resiste, mesmo na sombra e no aparente silêncio”. “Consciência, liberdade e atenção pelos outros fazem deste homem [Júlio Isidro] uma espécie de vigilante do nosso tempo, que o próprio tempo se encarrega de fragilizar”. Segundo Baptista-Bastos, “o que Júlio Isidro tem feito e praticado na televisão é um exercício de presença, ensinando que, quando odiamos alguém, só nos ferimos a nós próprios”.
Como profissional de televisão, diz-se que lançou inúmeros artistas portugueses nos diversos programas que criou e apresentou. Um dos casos mais bem-sucedidos é o de Dulce Pontes, que se estreou na televisão nos programas de Júlio Isidro e mais tarde participou no Festival da Canção (por si apresentado) e acabou por vencer. As Doce também são alvo desta obra. Lançadas por Júlio Isidro no programa "Febre de Sábado de Manhã", mereciam ganhar o Festival da Canção de 1981 segundo o autor. "Só não ganharam o Festival RTP da Canção de 1981 porque, vestidas ou despidas de odaliscas, ofenderam a moral hipócrita das senhoras e senhores do júri". Neste caso, "pode-se dizer que o Ali-Babá foi roubado por muito mais que 40 ladrões", escreveu.
O Festival da Canção faz também parte da história de Júlio Isidro. O primeiro festival que apresentou foi o de 1991, ao lado de Ana Paula Reis e que teve lugar na Feira Internacional de Lisboa. Nos dois anos seguintes, Júlio Isidro apresentou as 5 semifinais nos estúdios da RTP. Em 2015 apresentou a final do Festival ao lado de Catarina Furtado.
Comunicador nato, Júlio Isidro é uma referência incontornável na história da Rádio e da Televisão em Portugal. Com apenas 15 anos de idade, estreou-se na televisão, tornando-se durante décadas presença regular no pequeno ecrã. A paixão pela rádio, a vocação para a televisão, a visão e pioneirismo nos muitos programas que criou, produziu e apresentou, as entrevistas históricas, a formação nos EUA, são marcas que deixaram marca na história da televisão e na história de muitos apresentadores que se seguiram. Ao longo da sua carreira, apresentou cerca de 30 programas na RTP e 7 programas na TVI, para onde se mudou de 1993 a 1996. Também trabalhou na rádio desde 1968 e escreveu 7 livros.
“É uma honra enorme estar aqui. Tenho admiração, respeito e carinho por este que é o maior vulto da comunicação em Portugal”. Foi, desta forma, que Cristina Alves iniciou a apresentação desta obra. Recorde-se que Cristina Alves trabalhou com Júlio Isidro quando ambos apresentavam, a partir dos estúdios do Monte da Virgem em Vila Nova de Gaia, o programa “Portugal no Coração”. “Dar alegria aos outros” foi a missão de Júlio ao longo de quase 60 anos de carreira. “O Júlio ligou-se a nós e nós retribuímos ligando-nos a ele”, afirmou Cristina, recordando que este “nunca esqueceu de lançar artistas” . Os programas que apresentou foram tantos que não couberam nas 384 páginas do livro. “Engraçado como dedica quase duas páginas do livro para falar dos programas de que não fala na biografia”, sorri Cristina Alves, que terminou dizendo: “O Júlio tem esta generosidade e este coração enorme”.
Diversos artistas e profissionais da comunicação estiveram presentes neste lançamento, nomeadamente os cantores Cristina Roque e Sérgio Castro, dos Trabalhadores do Comércio ambos participantes no Festival da Canção. Também os cantores João Grande, dos Táxi, e Maria Amélia Canossa, os apresentadores Jorge Gabriel, Ana Viriato e a jornalista Madalena Balça estiveram na Fnac.
Júlio Isidro presenteou todos aqueles que enchiam o espaço com uma projeção de imagens e vídeos de diversos programas que apresentou, nomeadamente os diretos para programas de rádio e televisão com estádios lotados com milhares de pessoas. O "Passeio dos Alegres" ou o "Clube Amigos Disney" não poderiam faltar. Um dos momentos recordados pelo apresentador foi a entrevista que conduziu com a cantora francesa Françoise Hardy, representante do Mónaco na Eurovisão 1963. "Lembro-me que era altíssima e que não foi uma conversa de sorriso aberto, se calhar por culpa da minha timidez", escreveu.
Baptista-Bastos assina o prefácio. Para o escritor, a presença assídua de Júlio Isidro nos ecrãs televisivos é “o sinal de um afeto e a lembrança que resiste, mesmo na sombra e no aparente silêncio”. “Consciência, liberdade e atenção pelos outros fazem deste homem [Júlio Isidro] uma espécie de vigilante do nosso tempo, que o próprio tempo se encarrega de fragilizar”. Segundo Baptista-Bastos, “o que Júlio Isidro tem feito e praticado na televisão é um exercício de presença, ensinando que, quando odiamos alguém, só nos ferimos a nós próprios”.
Como profissional de televisão, diz-se que lançou inúmeros artistas portugueses nos diversos programas que criou e apresentou. Um dos casos mais bem-sucedidos é o de Dulce Pontes, que se estreou na televisão nos programas de Júlio Isidro e mais tarde participou no Festival da Canção (por si apresentado) e acabou por vencer. As Doce também são alvo desta obra. Lançadas por Júlio Isidro no programa "Febre de Sábado de Manhã", mereciam ganhar o Festival da Canção de 1981 segundo o autor. "Só não ganharam o Festival RTP da Canção de 1981 porque, vestidas ou despidas de odaliscas, ofenderam a moral hipócrita das senhoras e senhores do júri". Neste caso, "pode-se dizer que o Ali-Babá foi roubado por muito mais que 40 ladrões", escreveu.
O Festival da Canção faz também parte da história de Júlio Isidro. O primeiro festival que apresentou foi o de 1991, ao lado de Ana Paula Reis e que teve lugar na Feira Internacional de Lisboa. Nos dois anos seguintes, Júlio Isidro apresentou as 5 semifinais nos estúdios da RTP. Em 2015 apresentou a final do Festival ao lado de Catarina Furtado.
Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: ESCPORTUGAL
Ao Vivo
Fábia Rebordão
FC1985
Fnac
Jorge Fernando
Matosinhos
[AO VIVO] Fábia Rebordão apresentou o seu "Eu" na Fnac
Fábia Rebordão protagonizou, este fim-de-semana, dois showcases em Lisboa e em Matosinhos para apresentar o seu novo álbum “Eu”. O ESCPORTUGAL acompanhou este lançamento na Fnac do Norteshopping.
Em duas atuações este fim-de-semana na Fnac do Chiado, em Lisboa, e do Norteshopping, em Matosinhos, Fábia Rebordão demonstrou, uma vez mais, que já passou a “promessa do fado” para uma artista já na fase de maturidade, vivendo de corpo e alma o fado bem português cantado no feminino. Fábia Rebordão (sobrinha-neta de Amália e Celeste Rodrigues) tem, neste álbum, o melhor exemplo de como perpetuar esse legado de Amália e da sua conexão à música tradicional. Mas, para além de fados mais nostálgicos, “Eu” foi beber das influências da ginga brasileira, do calor africano e, como não podia deixar de ser, do coração da guitarra portuguesa.
“Obrigada por terem vindo! É para mim um prazer enorme estar neste espaço, numa cidade que me é muito especial, onde vivi três anos e fui muito feliz”. Foi, assim, que a artista começou a sua atuação de 40 minutos, pautada na íntegra por temas que integram o seu novo álbum intitulado “Eu”. A abrir a atuação, “Alice”: aqui, o público que a não conhecia, rapidamente se apercebeu do poder vocal de Fábia Rebordão. Na versão original, Custódio Castelo, nome maior da Guitarra Portuguesa, é convidado especial. Seguiu-se no alinhamento “Pergunta a Quem Quiseres” uma composição de Alfredo Marceneiro com poema de Mário Rainho, e “Retorno”, tema que tem assinatura da própria cantora. Neste momento, Fábia aproveitou para agradecer a colaboração, para este CD, de “três produtores incríveis” New Max (Expensive Soul), Hugo Novo e Jorge Fernando. Mais próximo do ambiente do fado seguiu-se “Morri por Hoje” para, depois, a viagem continuar com “Suspiro”, tema que tem um lado gingão, entre o fado e o fandango, entre o Brasil e o reggae. “99”, “Não sei dizer” e, por fim, o single de apresentação “Falem agora”, completaram o alinhamento.
Fábia esteve acompanhada por Bruno Chaveiro (guitarra portuguesa), João Domingos (viola de fado), Ivo Martins (percussão) e Zé Ganchinho (baixo).
Veja um excerto, em vídeo do ESCPORTUGAL, de alguns momentos da atuação:
O álbum conta com fados originais com a assinatura de nomes como Pedro Silva Martins, Dino D'Santiago, para além da própria Fábia Rebordão. Outros nomes, que já passaram pelo Festival da Canção, também assinam temas do álbum, como Jorge Fernando, Tozé Brito, Rui Veloso, ou da própria Fábia Rebordão. Jorge Fernando, nome maior do fado português e que, infelizmente (dizemos nós…) já não participa há muitos anos no Festival da Canção, é também o produtor executivo. Apesar de não ter subido ao palco neste showcase, o músico esteve presente no espaço, acompanhando toda atuação.
O percurso de Fábia no fado não é de agora: Aos 15 anos, apaixona-se pela canção nacional, pela voz de Amália Rodrigues, e começa a cantar profissionalmente nas casas típicas de alfama. Embora o fado seja a grande matriz da sua paixão pela música, as suas influências musicais são diversas e vão da soul, à bossa nova, à morna, ao blues ou ao jazz. É esta versatilidade que leva Fábia a participar na segunda edição da “Operação Triunfo”, da qual foi uma das finalistas e onde o seu nome se torna conhecido do grande público.
A parceria com Jorge Fernando é antiga; o primeiro álbum de Fábia, lançado em 2011, foi produzida pelo músico que, em 1985, participou no Festival da Canção com Umbadá mas há mais de 30 anos se tem destacado de forma notável no fado.
“Obrigada por terem vindo! É para mim um prazer enorme estar neste espaço, numa cidade que me é muito especial, onde vivi três anos e fui muito feliz”. Foi, assim, que a artista começou a sua atuação de 40 minutos, pautada na íntegra por temas que integram o seu novo álbum intitulado “Eu”. A abrir a atuação, “Alice”: aqui, o público que a não conhecia, rapidamente se apercebeu do poder vocal de Fábia Rebordão. Na versão original, Custódio Castelo, nome maior da Guitarra Portuguesa, é convidado especial. Seguiu-se no alinhamento “Pergunta a Quem Quiseres” uma composição de Alfredo Marceneiro com poema de Mário Rainho, e “Retorno”, tema que tem assinatura da própria cantora. Neste momento, Fábia aproveitou para agradecer a colaboração, para este CD, de “três produtores incríveis” New Max (Expensive Soul), Hugo Novo e Jorge Fernando. Mais próximo do ambiente do fado seguiu-se “Morri por Hoje” para, depois, a viagem continuar com “Suspiro”, tema que tem um lado gingão, entre o fado e o fandango, entre o Brasil e o reggae. “99”, “Não sei dizer” e, por fim, o single de apresentação “Falem agora”, completaram o alinhamento.
Fábia esteve acompanhada por Bruno Chaveiro (guitarra portuguesa), João Domingos (viola de fado), Ivo Martins (percussão) e Zé Ganchinho (baixo).
Veja um excerto, em vídeo do ESCPORTUGAL, de alguns momentos da atuação:
Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: ESCPORTUGAL /Vídeo: ESCPORTUGAL e YOUTUBE
Ao Vivo
Catarina Pereira
FC2010
FC2014
Matosinhos
[AO VIVO] Catarina Pereira de regresso aos palcos
Catarina Pereira voltou aos palcos na passada sexta-feira num conhecido restaurante de Leça da Palmeira, Matosinhos. Uma noite memorável para a artista do Porto, que teve uma prestação a provar porque é tão acarinhada pelos fãs da Eurovisão. O ESCPORTUGAL esteve lá.
Depois de quatro anos a viver em Londres, Catarina Pereira voltou à sua terra natal num concerto único que se pretendia intimista mas que depressa se transformou numa grande festa. Durante cerca de 90 minutos, a cantora fez uma viagem por diversas canções intemporais, mas também outras do seu reportório.
Para surpresa da própria, muitos familiares e amigos assistiram ao concerto, tornando esta noite muito especial para a cantora, que não escondeu, em diversos momentos, alguma emoção na voz. Também estiverem presentes fãs e seguidores do Festival Eurovisão, facto que mereceu uma palavra especial da cantora. “Entrei neste mundo do festival da canção e Eurovisão e se hoje tenho fãs a esse evento e a estas pessoas o devo”. Catarina também referiu a presença do ESCPORTUGAL, facto que mereceu uma salva de palmas do público.
A entrada de Catarina Pereira fez-se ao som de “Conga”, tema celebrizado por Gloria Estefan & Miami Sound Machine, e logo de seguida por “I wanna dance with somebody”, de Whitney Houston. Dois temas nos quais agarrou de imediato o público que respondia com sonoras ovações.
Seguiram-se outros ritmos. “Posso hoje dizer que esta é minha canção portuguesa favorita de sempre”. Ouve-se, então, o piano de “O teu poema”, canção de José Luís Tinoco, originalmente interpretada por Carlos do Carmo no Festival da Canção de 1976, com diferentes versões por diversos intérpretes, como Simone de Oliveira, Dulce Pontes, Amor Electro ou Ricardo Afonso.
Continuando com dois temas em nome próprio: “Carta de despedida”, lançado em 2012, e “Beneath the surface”, do final de 2015, passando depois para três outros conhecidos de todos: “I want to know what love is” (original para a voz de Mariah Carey), “Sei de cor cada lugar teu” (Mafalda Veiga) e “Moment like this” (Leona Lewis).
A canção que todos aguardavam foi interpretada de seguida: “Canta por mim”, tema com o qual participou no Festival da Canção 2010. O público não se fez rogado e, nos seus lugares ou aproximando-se do palco, dançou com a cantora. O ESCPORTUGAL transmitiu essa atuação em direto, num vídeo que foi seguido por mais de 1000 pessoas. Reveja AQUI.
De seguida houve espaço para dois temas da pop internacional: “Flashlight”, original da cantora britânica Jessie J, e “The closest thing to crazy”, da cantora da Geórgia Katie Melua.
O concerto encerrou com a sua participação no Festival da Canção de 2014, “Mea Culpa”, cantado com força pela audiência. Já depois do encore, Catarina voltou a cantar “Canta por mim”: desceu do palco e, pela meio da audiência, convidou o público a cantar consigo a canção-âncora da sua carreira. E o público correspondeu, como se de um grande coro se tratasse.
VEJA O EXCERTO DO ESCPORTUGAL COM ALGUNS DOS MOMENTOS DO CONCERTO:
Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: ESCPORTUGAL / Video: FACEBOOK ESCPORTUGAL
Ao Vivo
Cuca
Cuca Roseta
FC2006
Mar Shopping
Matosinhos

Foram duas dezenas de canções, muitas das quais acompanhadas pelo público como se de um grande coro se tratasse. Acompanhada por Pedro Viana na guitarra portuguesa, André Ramos na guitarra clássica, Frederico Gato na viola-baixo e Miroca Paris na percussão, Cuca Roseta deu também espaço para que os quatro músicos tocassem a solo, sem a sua voz, proporcionando um momento que foi muito aplaudido pelo público.
Já lá vai o tempo em que, timidamente, Cuca deu os primeiros passos no Festival da Canção 2006 com o fado As minhas guitarras com letra de Paulo Abreu Lima e música de Ramon Galarza. Hoje, Cuca Roseta é uma das mais bem sucedidas artistas portuguesas no feminino.
VEJA O VÍDEO DO ESCPORTUGAL COM UM PEQUENO EXCERTO DESTE CONCERTO:
[AO VIVO] Cuca Roseta (en)canta em Matosinhos
Cuca Roseta encerrou o Mar Summer Music 2015, ciclo de concertos promovido pelo Mar Shopping em Matosinhos. A cantora não defraudou o muito público presente, nesta viagem pelas canções do seu último álbum Riû e por temas dos dois discos anteriores. O ESCPORTUGAL traz-lhe o feedback do concerto.
O Fado, Património Cultural Imaterial da Humanidade, encerrou o MAR Summer Music, no dia 31 de julho, pela voz de uma das mais promissoras e inovadoras fadistas portuguesas. Cuca Roseta proporcionou uma viagem pelo seu álbum Riû, lançado em maio passado com a assinatura do conceituado produtor brasileiro Nelson Mota. Desde então, Riû tem estado sempre presente no top dos discos mais vendidos do país. O álbum traz-nos sonoridades típicas do fado, mas também da música popular brasileira e da morna de Cabo Verde, numa fusão que parece ter agradado ao público que encheu por completo o recinto de concertos do maior centro comercial do norte do país.
A cantora optou por iniciar o concerto com dois fados tradicionais, Rua do Capelão e Lisboa a namorar, ambos presentes no álbum homónimo lançado em 2011. O primeiro foi imortalizado por Amália Rodrigues e o segundo tem letra de Rosa Lobato de Faria e música de Mário Pacheco. Estes dois clássicos, bem conhecidos de todos, foram o ponto de partida para que Cuca conseguisse agarrar o público para os temas do seu Riû, a começar por Quem sou, tema musicado por Bryan Adams e escrito pela própria Cuca.
As parcerias são, aliás, uma constante neste álbum: para além do tema muito feliz assinado com o músico canadiano, Cuca partilha canções com Jorge Palma, Ivan Lins, Djavan, João Gil, Sara Tavares e Júlio Resende. Isto sem esquecer que Cuca também compõe e escreve alguns dos temas que interpreta. Tanto e Amor Ladrão, presentes também neste concerto, são assinados totalmente por si.
A cantora esteve 90 minutos sempre com um sorriso nos lábios, contagiando os espectadores com esta alegria e espontaneidade.
Alguns temas do álbum Raiz, de 2013, também foram ouvidos nesta noite. Fado do contra e Fado dos sentidos foram dos mais aplaudidos da noite, para além de Marcha da Esperança – tema que obrigou a cantora, e os seus músicos, a voltarem ao palco já depois do final para um encore com dois temas – Foi Deus e Boa nova.

Já lá vai o tempo em que, timidamente, Cuca deu os primeiros passos no Festival da Canção 2006 com o fado As minhas guitarras com letra de Paulo Abreu Lima e música de Ramon Galarza. Hoje, Cuca Roseta é uma das mais bem sucedidas artistas portuguesas no feminino.
Cuca Roseta em Matosinhos [Mar Shopping 31/07/2015]
ESCPORTUGAL no concerto de Cuca Roseta em Matosinhoswww.escportugal.pt #CucaRoseta
Posted by ESC Portugal on Sábado, 1 de agosto de 2015
Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem e vídeo: ESCPORTUGAL
Subscrever:
Mensagens (Atom)




















