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FC2023: HMB confirmados no 'Festival da Canção 2023'

  

A banda HMB atuará na primeira semifinal do Festival da Canção 2023 a 25 de fevereiro.

[ÁUDIO] Fernando Tordo lança novo álbum "Duetos - Diz-me Com Quem Cantas"


Anabela, Capicua, Herman José e Jorge Palma são alguns dos convidados de Fernando Tordo no seu novo álbum "Duetos - Diz-me Com Quem Cantas".

[VÍDEO] Portugal: Rui Drumond lança videoclip de "O Teu Melhor"


Rui Drumond, representante de Portugal no Festival Eurovisão de 2005, lançou recentemente o videoclip oficial de "O Teu Melhor", canção que defendeu no Festival da Canção 2017.

[AGENDA] Tudo o que sabemos sobre a Passagem de Ano do Porto

HMB e Amor Electro são apenas duas das atrações da Passagem de Ano da cidade do Porto, em concertos gratuitos a realizar na Avenida dos Aliados. 

Aqueles que preferirem desfrutar da Passagem de Ano na cidade do Porto têm muitas opções a custo zero! O programa musical na Avenida dos Aliados começa ainda na véspera, no dia 30 de dezembro, com um concerto dos HMB, que dará início à contagem oficial para a chegada de 2018. A celebrar dez anos de existência, a banda estreia-se no palco maior da cidade para recordar alguns dos seus maiores sucessos, incluindo "O amor é assim", "Dia D", "Feeling", "Peito", entre tantos outros. Recorde-se que Héber Marques, o líder e vocalista dos HMB, esteve envolvido como autor e compositor dos festivais da canção de 2015 e 2017

Mas se o "aquecimento" promete, o dia da grande enchente nos Aliados está marcado para 31 de dezembro. A noite abrirá com Aurea. Dona de uma voz ímpar, carregada de pop e soul, a jurada do concurso "The Voice Portugal" marcará o ritmo na avenida até aos últimos minutos de 2017. Após o espetáculo de fogo de artifício, que terá a duração de 15 minutos, as boas-vindas ao novo ano serão dadas pelos Amor Electro, outro projeto de referência no panorama musical português, no qual sobressai a voz carismática e inconfundível de Marisa Liz, também ela jurada do concurso "The Voice Portugal". Recorde-se que em 2012 Marisa Liz e Tiago Dias foram autores e compositores do Festival da Canção. 

PROGRAMA 

Avenida dos Aliados

30 de dezembro 22h30: HMB
31 de dezembro/1 janeiro
22h30: Aurea
00h00: Espetáculo de Fogo de Artifício
00h20: Amor Electro
02h00: DJ Nuno Luz (Rádio Comercial)

Largo do Amor de Perdição
31 dezembro/1 janeiro
22h00-23h00: Krypta'92
23h00-23h59: Mundo Secreto (showcase)
00h00-02h00: DJ Overule
02h00-04h00: DJ João Dinis

Praça dos Poveiros
31 dezembro/1 janeiro
22h00-23h59: DJ Nuno Di Rosso
00h00-02h00: DJ Miguel Rendeiro
02h00-04h00: Freshkitos


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Fonte: PORTO.COM / Imagem: GOOGLE

Paulo de Carvalho e Agir como jurados do novo programa da SIC

Pai e filho, Paulo de Carvalho e Agir, são dois dos jurados do novo concurso de caça-talentos musicais da SIC, apresentado por João Manzarra e intitulado "Just Duet - O Dueto Perfeito. A estreia está marcada para 9 de abril. Gisela João e Héber Marques são os dois outros jurados.

A SIC aposta num novo "talent show" para as noites de domingo, "Just Duet - O Dueto Perfeito". O formato que se estreia a 9 de abril conta com João Manzarra na apresentação e um leque de jurados composto por Paulo de Carvalho, Agir, Gisela João e Héber Marques que desempenham, pela primeira vez, a tarefa de avaliar novos talentos. Gabriela Sobral, diretora de programas da SIC, justifica a escolha deste formato, em detrimento de outros já existentes no canal, como é o caso de "Ídolos" ou "Factor X". "É um programa que tem um componente surpresa que são os duetos. Ao invés dos 'talent shows' que tivemos nos últimos anos, este tem, de facto, este fator surpresa que são as duplas", explicou a responsável na apresentação à imprensa, citada pelo Jornal de Notícias. O facto de artistas consagrados "se predisporem a cantar com candidatos a artistas é o elemento diferenciador de todos os outros formatos existentes até aqui", acrescentou Frederico Ferreira de Almeida, diretor-geral da FremantleMedia Portugal.

As audições são a primeira fase de apuramento e cerca de 90 candidatos atuam a solo em frente aos quatro jurados, tendo por objetivo impressioná-los com o seu talento. Os quatro jurados ouvem, avaliam e votam. Se o concorrente tiver mais de três corações passa à fase seguinte, revela a SIC no site site oficial. Just Duet – O Dueto Perfeito contará depois com uma segunda fase, os Duelos. Nela, os candidatos serão agrupados em duetos e têm apenas 24 horas para preparar a sua atuação. Os jurados votam e passam ou eliminam o dueto como um todo. Depois desta fase, “os candidatos aprovados são atribuídos, aos respetivos jurados – 10 candidatos por jurado” e o júri irá selecionar cinco, que passam às semifinais. “Nas semifinais, os jurados sobem ao palco, em dueto, com os seus cinco candidatos. Na grande final, atuam com o seu finalista e o público em casa vota e é eleito O Dueto Perfeito”, pode ler-se no site da estação.

Agir mostrou-se entusiasmado com o novo desafio que tem em mãos, apesar da "complicada" tarefa de avaliar novos talentos. "É sempre uma posição complicada julgar, até porque estamos a lidar com o sonho destes candidatos, melhores ou menos bons. Nesse sentido, é preciso sempre ter uma atenção especial, mas não nos podemos deixar prender por isso e temos de julgar, que é para isso que cá estamos", afirmou ao Jornal de Notícias.

Com a sua participação no programa, Paulo de Carvalho tem a oportunidade de interagir com "sangue novo", um exemplo que tem dado "muitas vezes" ao longo da sua carreira. O cantor de 69 anos afirmou não temer a competição, "desde que seja saudável". O concorrente ideal, para Paulo de Carvalho, "é aquele que faz bem a sua profissão, ou seja, com questões base como a afinação, tempo, e que traga qualquer coisa de novo em termos musicais. Apesar de ser difícil, mas há sempre quem nos surpreenda", afiançou.

Paulo de Carvalho e Agir já participaram, como intérpretes no festival da Canção em diferentes décadas. Héber Marques optou, nas suas duas participações no festival, por faze-lo como compositor, Recode três desses momentos:

Paulo de Carvalho - E depois do Adeus

Agir e Milene Candeias - Dá-me a lua

Rui Drumond - O teu melhor


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Fonte: JORNAL DE NOTÍCIAS / Imagem: GOOGLE / Vídeo: YOUTUBE

[VÍDEO] Lisa Garden, Héber Marques, Rui Drumond e Márcia no «Agora Nós»


Lisa Garden, Héber Marques, Rui Drumond e Márcia, participantes no Festival da Canção 2017, estiveram, esta tarde, no programa Agora Nós na RTP1.

José Pedro Vasconcelos recebeu, esta tarde, no programa 'Agora Nós' alguns dos participantes da primeira semifinal do Festival da Canção 2017: Márcia, Rui Drumond, Héber Marques e Lisa Garden.

Antes da conversa, David Antunes & The Midnight Band recordaram alguns dos primeiros temas vencedores do Festival da Canção, Oração, Sol de Inverno, Ele e Ela e Desfolhada Portuguesa. Posteriormente, o grupo voltou a atuar, recordando alguns do temas representantes de Portugal na Eurovisão na década de 70: Tourada, E Depois do Adeus e Sobe Sobe Balão Sobe.

Márcia, a primeira a subir ao palco do Festival, é uma das duas cantoras que defenderão as suas próprias produções: "Fui convidada como compositora e entendi que era como cantautora (...) Achei que devia interpretar, mas ocorreu-me antes convidar o Ricardo Ribeiro mas não houve disponibilidade de datas" afirmou, confessando que levará um tema longe da categoria "festivaleira": "é um tema que me saiu em desabafo. Não procurei fazer uma música mais animada". Posteriormente, a cantora e compositora sugeriu que o Festival da Canção, nos próximos anos, possa vir a ser como uma "celebração das canções que são feitas em Portugal (...) uma montra do que melhor se faz".

Representante de Portugal no Festival Eurovisão em 2005, Rui Drumond fez-se acompanhar por Héber Marques, o compositor de "O Teu Melhor", que confessou que o tema não cumpriu os planos originais: "Queria fazer algo mais up-tempo... mais festivaleira. Mas na inspiração ninguém manda e saiu algo mais calmo e introspectivo". Por sua vez, Rui garante que o Festival da Canção e Eurovisão tem vindo a mudar nos últimos anos: "Nos últimos 4 anos as coisas têm vindo a mudar... Já não existe o estereotipo de canção festivaleira o que abre as portas aos compositores que temos a concurso... Podem manter o seu estilo e fazer temas que amanhã se podem ouvir nas rádios".

Por fim, Lisa Garden, intérprete e letrista de "Without You", tema composto por SirAiva, recordou a parceria de 10 anos com o compositor "que gosta de trabalhar comigo e me convidou", revelando que o tema foi criado após uma conversa entre os dois: "conversámos sobre o que queriamos fazer... Eu gosto de temas alegres, apesar do tema não ter muito a ver com o meu estilo. Construímos algo que transmitisse alegria e energia positiva (...) O tema acaba por ser um misto: o instrumental é alegre enquanto que a letra não, pois estou a mandar alguém «dar uma volta»".

Aceda AQUI ao programa.

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Fonte/Imagem/Vídeo: RTP

[ENTREVISTA] Héber Marques: “Este ano trago uma canção mais intimista e sossegada”

Héber Marques é dos mais bem-sucedidos intérpretes e compositores da música portuguesa na atualidade. Depois da estreia em 2015, Héber regressa ao Festival da Canção, compondo uma canção para a voz de Rui Drumond. Hoje, o músico está em entrevista com o ESCPORTUGAL.

Nasceu em Portugal, mas é filho de pais angolanos. É um autodidata que ama a música e usa para adorar a Deus, como já afirmou em diversas entrevistas. O seu primeiro disco foi produzido em 2006 quando tinha 21 anos de idade. “Motivações” é o título desse trabalho, uma parceria com o pianista e produtor Ruben Alves. Atualmente, é a voz da banda HMB e, como solista, tem trabalhado com outros artistas, como por exemplo Rita Guerra e Matias Damásio. O vídeo de “Loucos”, publicado no youtube há apenas 3 meses, já ultrapassou os 13 milhões de visualizações. Recorde dois dos maiores sucessos discográficos das rádios no momento:




“Fiquei feliz por ter sido mais uma vez considerado”, começou por afirmar em entrevista ao ESCPORTUGAL quando o incentivámos a reagir a mais um convite para participar no Festival da Canção. Esta é, aliás, a sua segunda participação. Em 2015 Filipe Gonçalves interpretou uma canção de sua autoria “Dança Joana”, que se transformou no maior sucesso comercial desse festival, apesar de não ter sequer passado à final do concurso. Héber Marques não encontra explicação para essa aparente incongruência. “Sinceramente, nem sei bem explicar”, afirma. “Para os meus ouvidos a música sempre foi um hit. Pelos vistos outras pessoas estavam de acordo”. Recorde essa participação:


Para 2017, a proposta de Héber Marques passa por um registo diferente. “Este ano trago uma canção mais intimista e sossegada. Tentei fazer uma coisa mais uptempo mas o meu mood não estava para aí virado”, reconhece. “Esta música acaba por ser um monólogo, alguém a falar com uma pessoa. É uma canção com uma mensagem igualmente universal, mas numa balada”.

A voz escolhida é a de Rui Drumond. Pode recordar a entrevista que o cantor concedeu ao ESCPORTUGAL AQUI. “Eu não conhecia o Rui. Foi uma feliz coincidência porque ele ligou-me por causa de outra coisa. Eu estava ainda à procura de alguém que achasse que podia cantar isto e propus-lhe se não queria ser o intérprete. Ele primeiro quis ouvir a música e depois quis fazer. Até porque já esteve em Kiev a representar Portugal e era giro repetir a façanha”. Héber assina também a letra. “Sim, sou o autor da música e letra. 99% das vezes é assim que trabalho”.

Este ano, a RTP abriu a porta a canções escritas em qualquer língua. Contudo, o nosso interlocutor preferiu escrever em português. “Eu componho melhor na minha língua”, sublinha. “É nela que me expresso de uma maneira mais honesta. Português é sempre a primeira opção”. A canção, com o título provisório “O teu melhor”, foi escrita e composta propositadamente para o festival. “Sim, compus algo para o Festival, mas livre de qualquer pressão”, fez questão de frisar.

Na entrevista com o ESCPORTUGAL, houve tempo para falar também de festivais de outros tempos. O músico confessa que não tem visto o festival europeu. “Já vi, várias vezes quando era mais novo. Mas ultimamente perdi o hábito de ver televisão. Talvez este ano seja diferente”. Convidado a destacar uma canção do festival, da RTP ou da Eurovisão, hesita na resposta. “Não sei responder a esta pergunta, honestamente. Não tenho conhecimento necessário. Mas acho a "Lusitana paixão" uma bela canção”.

Expectativas para o festival? “Quem é que entra num concurso e não quer ganhar? Não fiz a música a pensar nisso, deixo ao critério de quem vai votar, mas ganhar é um objetivo também, claro”.

Para terminar, confrontamos Héber Marques com os vários sucessos que tem entre mãos e arriscamos dizer tratar-se esta da melhor fase da sua carreira. “Gosto de acreditar que o presente é sempre o melhor lugar para se estar. Por isso, sim: Acredito que seja a melhor fase da minha tão tenra carreira de composição”. 


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Fonte: ESCPORTUGAL, HÉBER MARQUES /Imagem: HMB / Vídeo: YOUTUBE

[AO VIVO] 30 anos de carreira de Rita Guerra celebrados na cidade-berço



Rita Guerra foi a protagonista de dois concertos comemorativos dos seus 30 anos de carreira, marcados por muitas emoções e recordações. O ESCPORTUGAL esteve no segundo concerto que decorreu no passado sábado em Guimarães. 

Depois do Coliseu dos Recreios, em Lisboa, o Pavilhão Multiusos de Guimarães recebeu o segundo concerto comemorativo dos 30 anos de carreira de Rita Guerra. Concerto muito especial, com um acompanhamento de luxo: da Banda da Força Aérea Portuguesa. Foi pura magia ouvir os êxitos de sempre de Rita Guerra acompanhados por uma orquestra com quase cinco dezenas de músicos. 



A voz de Rita Guerra é distinta, poderosa e transmite paixão em todos os registos, da mais comum das baladas ao pop, passando pelo inusitado fado. Foi desta viagem de sons que se fez o espetáculo de uma das mais conhecidas cantoras femininas a solo do país. Foram 30 anos de carreira - na realidade 33 - que encheram o Pavilhão Multiusos de Guimarães em 90 minutos de concerto, numa viagem por duas dezenas de temas que todos conhecemos desde o seu primeiro álbum de 1990 “Pormenores sem a mínima importância”, até ao mais recente “Volta” lançado no final de 2014. A cantora foi alternando nos momentos mais intimistas, a solo sentada ao piano, outros com acompanhamento da sua banda e ainda outros com toda a Banda da Força Aérea Portuguesa. 



Eram 22 horas quando a imagem de Rita aparece, em silhueta por detrás da cortina. Um estalar de dedos fez cair o pano, surgindo a cantora no centro do palco até se sentar ao piano. “No meu canto” foi o primeiro tema a ser cantado e tocado ao vivo em conjunto com Banda da Força Aérea. Logo depois, e sem pausas, surgiu “Deixa-me sonhar (só mais uma vez)”, canção com a qual representou Portugal no Festival Eurovisão 2003 e sempre presente nos seus concertos. A voz inconfundível e incomparável de Rita Guerra surpreendeu também ao trazer novas roupagens de temas de sempre, como “Secretamente”, “Sentimento” ou “Transformação”, um dos últimos originais que gravou. E o público não se fez rogado ao acompanhar a cantora em coro. “É bom ver que o povo me procura, tem estado sempre presente nestes 33 anos de carreira”, afirmou Rita como forma de agradecimento a mais uma casa cheia. “Na realidade, estamos numa era onde musicalmente somos muito descartáveis, tipo pastilha elástica de mastigar e deitar fora, mas eu sinto que, quase com 50 anos de idade, ainda estou a meio caminho”. Palavras da cantora que, de imediato, receberam uma enorme ovação. 

Seguiu-se um dos grandes momentos do concerto: “Uma das minhas maiores alegrias é ter a oportunidade de me cruzar, pessoal e profissionalmente, com as minhas referências. Vou cantar com um senhor que é um ídolo para mim desde pequenina”. E antes de anunciar quem seria o seu primeiro convidado da noite, ouve-se os primeiros acordes de “Mundo inteiro” e a presença de Paulo de Carvalho, que mereceu um aplauso do público em pé. Seguiu-se, no mesmo registo tão cúmplice, a canção “Pormenores sem a mínima importância”. O primeiro um tema de Agir para a voz do pai Paulo de Carvalho incluído no seu álbum “Do amor” de 2008, e o segundo de autoria de Rui Veloso incluído no primeiro álbum de estúdio a solo de Rita Guerra, lançado em 1990. 



Outro momento de cortar a respiração foi com "Nem às paredes confesso", um fado de Artur Ribeiro originalmente para a voz de Amália Rodrigues, numa homenagem ao seu pai, levando a que todos permanecessem de pé a aplaudir por largos minutos. Noutro registo, mas numa brincadeira, cantou “Fado do Embuçado” com os membros da banda e o público a responderem ao desafio da cantora com “Olha o pincel, tem tinta azul”. 



Foi num crescendo que continuou a conquista dos presentes, cantando temas como “Your song” (“primeira canção que aprendi a tocar ao piano”), "I though you would leave your heart with me", "Chegar a ti" ou "Gostar de ti" – “a balada que eu mais gosto”, acabou por confessar Rita ao público.

O segundo convidado da noite foi Héber Marques, líder dos HMB, um dos mais criativos intérpretes e músicos da atualidade. Conhecemos o seu trabalho como autor e compositor de “Dança Joana”, o maior êxito comercial saído do Festival da Canção 2015 para a voz de Filipe Gonçalves. Depois de receber rasgados elogios por parte de Rita Guerra, cantaram juntos “Volta” e “A Bela e o Monstro”. Sobre este segundo tema, Rita Guerra recordou que ao longo da carreira tem interpretado muitas canções de filmes de animação. 



Para quem não achasse possível, o tão desejado encore foi portador de um verdadeiro vendaval adicional de sentimentos de encanto e magia. Extraordinária interpretação de "I’ve got you under my skin", de Frank Sinatra, e “Brincando com o fogo”, canção que catapultou, nos anos 90, a carreira de Rita Guerra para a ribalta com o saudoso Beto. Ambos os temas fecharam com chave de ouro o concerto de Rita Guerra na cidade-berço.

Para além da Banda da Força Aérea Portuguesa, estiveram em palco os seus músicos de sempre Daniel Lima, Marco Reis, Pedro Pinto e Gonçalo Santos. 

O ESCPORTUGAL apresenta, especialmente para os nossos leitores, um vídeo com alguns dos momentos mais significativos: 



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Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: ESCPORTUGAL / Vídeo: ESCPORTUGAL 

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