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[ÁUDIO] Edmundo Inácio lança "Menina (do Alto da Serra)"

 


Edmundo Inácio lançou "Menina (do Alto da Serra)", versão do tema de Tonicha que defendeu na semifinal do Festival da Canção 2026.

FC2026: Edmundo Inácio homenageia "Menina do Alto da Serra" no Festival da Canção 2026

 

 Edmundo Inácio, segundo classificado no Festival da Canção em 2023, está de regresso ao palco do concurso este ano para uma homenagem a "Menina do Alto da Serra".

Portugal: Faleceu o cantor Hugo Maia de Loureiro

 
Morreu o cantor Hugo Maia de Loureiro, segundo classificado no Festival da Canção de 1970. Tinha 79 anos.

[ÁUDIO] Recorde o terceiro episódio do 'Coisas do Festival'


"Cavalo à Solta", canção que Fernando Tordo defendeu no Festival da Canção de 1971, foi o mote para o terceiro episódio do "Coisas do Festival", rubrica do ESCPortugal na Rádio Sim.

"Flor Sem Tempo", de Paulo de Carvalho, em 4.º lugar no OGAE Retro Contest 1971


"Flor Sem Tempo", de Paulo de Carvalho, ficou em 4.º lugar em representação da OGAE Portugal no concurso virtual OGAE Retro Contest 1971. "Che Sara", de Richhi e Poveri, em representação da OGAE Itália, foi a vencedora.

[VÍDEO] Portugal: Tonicha recordada no 'Você na TV'


Maria de Lourdes Carvalho, autora de "Tonicha, a Eterna Menina", esteve recentemente no Você na TV, na TVI, a falar da cantora Tonicha, representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1971.

[VÍDEO] Portugal: Agora Nós homenageou Ary dos Santos


No dia seguinte ao 33.º aniversário do seu desaparecimento físico, o programa Agora Nós recordou a vida e a obra de José Carlos Ary dos Santos, vencedor de quatro edições do Festival da Canção.

Tânia Ribas de Oliveira e José Pedro Vasconcelos dedicaram, esta tarde, parte do programa Agora Nós ao poeta José Carlos Ary dos Santos, um dia depois de se assinalar 33 anos da sua morte. Os irmãos Feist abriram a homenagem ao recordar três temas escritos pelo poeta e que venceram o Festival da Canção: "Menina" (1971), "Tourada" (1973) e "Desfolhada" (1969).

Nuno Nazareth Fernandes, vencedor do FC por três ocasiões, duas delas com Ary dos Santos, e Vítor de Sousa foram os convidados especiais da trasmissão, recordando as memórias que têm do poeta e, especialmente, "do amigo Ary". "Ímpar, único e quase irrepetível na sociedade portuguesa" foi a descrição utilizada pelo apresentador do programa para se referir a Ary dos Santos.

O compositor de "Desfolhada", "Menina" e "O Vento Mudou" garante ser impossível "contar uma história... estariamos aqui a tarde inteira a contar mil e umas", mas recorda o lado inquietante do colega com quem formou uma "dupla imbatível": "Hoje em dia, se o Zé Carlos não tivesse morrido, das duas uma: o Zé Carlos já não seria o Zé Carlos ou Portugal estaria muito diferente". Vítor de Sousa mostrou-se orgulhoso por ter conhecido José Carlos Ary dos Santos ainda muito novo, através do seu irmão, tendo recitado um dos poemas mais conhecidos do poeta: Auto-Retrato. 

Depois de recordarem outros temas escritos por Ary dos Santos, os irmãos Feist juntaram-se à conversa, tendo Henrique garantido que "não há melhor sumo do que as letras do Ary", lamentando o afastamento da sociedade atual à obra do poeta.

Aceda AQUI, a partir do minuto 40, à homenagem no Agora Nós.

Recorde, de seguida, as quatro vitórias de Ary dos Santos no Festival da Canção:






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Fonte/Imagem/Vídeo: RTP

Portugal: Fernando Tordo debaixo de fogo por criticar ex-Presidente da República

Uma publicação no Facebook sobre Cavaco Silva, enquanto decorria o funeral de Mário Soares, levou centenas de cibernautas a acusar Fernando Tordo de estar a desejar a morte do ex-Presidente da República. 


Fernando Tordo está a ser fortemente criticado nas redes sociais depois de ter publicado no Facebook uma crítica a Cavaco Silva, ex-Presidente da República. "Não tenho ouvido falar de si, Cavaco Silva. Um dia, chega a nossa vez, não é?", escreveu Fernando Tordo, a meio da tarde de terça-feira, quando ainda decorriam as cerimónias fúnebres de Mário Soares. O que levou muitas pessoas a considerar que o cantor estava a desejar a morte de Cavaco Silva.

A mensagem causou, por isso, polémica e foram às centenas os comentários críticos, com muitos insultos à mistura e exigências de que o cantor se retratasse. Ao início da noite, Fernando Tordo acabou por retirar o post da sua página do Facebook.

Nesta manhã de quarta-feira, o cantor colocou outro post a assumir a autoria da mensagem que tanta polémica causou. "Claro que fui eu quem escreveu a frase e claro que fui eu quem a retirou", assumiu. Mas não se retratou, até porque, nas entrelinhas, garante nunca ter desejado a morte do anterior Presidente da República. "Quem na frase que aqui escrevi ontem (terça-feira) conseguiu ler que eu desejava a morte a alguém, que saia já", escreveu Fernando Tordo, acrescentando: "A porta desta minha página tem uma virtude, como a de todos: está sempre aberta, para entrar e para sair. E eu dou uma ajuda. É simples, como sabem. Basta um clique, 'bloquear'", indicou o cantor e compositor que, em 2003, recebeu pelas mãos do então Presidente da República, Jorge Sampaio, o titulo de Comendador da Ordem do Mérito.


Fernando Tordo participou no Festival da Canção em 1969, 1970, 1971, 1972, 1973, 1977 e 1984. Sagrou-se vencedor em 1973 com Tourada, um dos mais conhecidos temas que já venceram o festival português. Em 1977 venceu novamente o Festival da Canção, desta vez integrado no grupo Os Amigos.



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Fonte: JN / Imagem: GOOGLE / Vídeo: YOUTUBE

José Carlos Ary dos Santos faleceu há 30 anos

Assinala-se amanhã 30 anos sobre a morte do poeta José Carlos Ary dos Santos, muito ligado à música de intervenção e ao Festival da Canção. A LUSA dedica-lhe um grande destaque durante o dia de hoje.


Ary dos Santos, falecido há 30 anos, é autor, entre outros, de "Desfolhada Portuguesa", "Um Homem na Cidade", "Os putos", "Tourada", "Alfama" e "Lisboa menina e moça", letras de canções frequentemente recriadas pelos novos intérpretes. "Ele tinha as palavras do povo e a capacidade pronta de improvisar", disse numa entrevista o guitarrista José Fontes Rocha, falecido há cerca de três anos. Segundo o músico, "é este o segredo para as canções e os fados de Ary [dos Santos] continuarem a ser cantados até pelos amadores, e pela gente comum". "Mostra uma tal facilidade que uma palavra puxa a outra, e temos o poema de memória", rematou o músico.

José Carlos Pereira Ary dos Santos faleceu aos 46 anos, no dia 18 de Janeiro de 1984, passam 30 anos no próximo sábado. Por quatro vezes venceu o Festival RTP da Canção  com as canções "Desfolhada", por Simone de Oliveira, em 1969, "Menina do alto da serra", por Tonicha, em 1971, "Tourada", por Fernando Tordo, em 1973, e "Portugal no coração", pelo grupo Os Amigos, em 1977. Deste grupo, entre outros, faziam parte Ana Bola, Luísa Basto, Fernando Tordo, Paulo de Carvalho e Fernando Piçarra. O produtor musical QuimZé Lourenço, que recentemente realizou um espectáculo com base nas cantigas de Ary dos Santos, salientou à Lusa que o poeta "fez canções como nenhum outro, sem perder o lirismo e a sofisticação das palavras e conseguiu chegar às massas".

Fernando Tordo foi dos que mais canções cantou e musicou de Ary dos Santos, cerca de cem poemas, dos quais se destacam "Cavalo à solta", "Carta de longe", "Tourada" e "Minha laranja amarga e doce". Aos poemas de Ary juntavam-se as composições originais de nomes como Nuno Nazareth Fernandes, José Luís Tinoco, Paulo de Carvalho, Fernando Tordo, Mário Moniz Pereira, Alain Oulman, Tozé Brito, entre outros. Sobre a facilidade de escrever ou alterar uma poesia sua, Fontes Rocha contou que, no poema "Alfama", uma criação de Amália Rodrigues, com música de Oulman, a fadista não gostava do verso "Alfama não cheira a fado/Cheira a sardinha com pão", e "de imediato, ali, Ary puxou o papel que Amália lia e emendou para 'Alfama não cheira fado/Cheira a povo e a solidão'".

Ary dos Santos foi criativo na agência de publicidade Espiral, e militante ativo do Partido Comunista Português, ao qual, entre outras, dedicou a poesia "Cravo de Abril". O PCP é, aliás, o detentor do espólio do poeta. Sobre Ary dos Santos, o actual presidente da Sociedade Portuguesa de Autores, José Jorge Letria, afirmou que "foi um homem do excesso e da transgressão, um poeta que esteve presente nas canções, na publicidade, na política, que escrevia para revista, mas acima de tudo um grande poeta que usou as palavras de modo único e inimitável". Foi - qualificou José Jorge Letria - "um homem que teve sempre uma atitude desmedida de coragem, força, generosidade e solidariedade, cuja obra poética é muitas vezes abafada pelas letras das canções que escreveu". Amália Rodrigues, Simone de Oliveira, Maria Armanda, Vasco Rafael, Paulo de Carvalho, Samuel, Teresa Silva Carvalho, Tonicha, Beatriz da Conceição, Luísa Basto foram alguns dos artistas que interpretaram letras de Ary dos Santos, assim como Carlos do Carmo, de quem foi amigo e com quem teve um projecto discográfico, do qual se destaca o álbum "Um Homem na Cidade".

Hoje vários sãos os intérpretes que têm recriado as suas letras como, entre outros, Mariza, Camané, Pedro Moutinho e Mayra de Andrade. Em 2009, quando passavam 25 anos sobre a morte do poeta, Mafalda Arnauth, Susana Félix, Viviane e Luanda Cozetti recuperaram algumas das suas canções no projecto "Rua da Saudade", designação que evoca o lugar na encosta do Castelo de São Jorge, onde Ary dos Santos viveu.

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Fonte: LUSA/SOL


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