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Madalena Iglésias
Portugal
Simone de Oliveira
Simone de Oliveira sobre Madalena Iglésias: "Fomos rivais, mas eram coisas de miúdas"
Simone de Oliveira recordou a colega Madalena Iglésias que faleceu esta manhã aos 78 anos de idade: "Tenho muito pena, é um grande desgosto. Foi uma pessoa com quem eu convivi, apesar das rivalidades à época.".
Madalena Iglésias e Simone de Oliveira foram duas das cantoras mais importantes da história da música em Portugal na década de 60, tendo disputado inúmeros festivais e títulos de Rainha da Rádio. Apesar das picardias entre ambas na época, Simone de Oliveira já reagiu ao falecimento da colega, garantindo estar a viver "um mau dia": "Era a última coisa que esperava ouvir... Nós não imaginamos que desaparecemos e quando chegamos a certa altura das nossas vidas pensamos que somos eternos" recordou a cantora à TVI.
"Tenho muita pena. É um grande desgosto. Foi uma pessoa com quem eu convivi, apesar das rivalidades à época. Já não a via há muitos anos" recordou, garantindo que a última vez que estiveram juntas foi no espetáculo de 50 anos de carreira de Simone no Coliseu. "Ela é a primeira do quarteto a morrer. É verdade que fomes rivais nessa época" lembrou Simone, recordando os espetáculos que fez com Madalena, António Calvário e Artur Garcia, "Ela tinha um grupo de fãs muito complicado, mas eram coisas de miúdas (...) Depois casou, deixou de cantar e teve uma vida boa sem preocupações financeiras".
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Espanha
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Madalena Iglésias
Obituário
Portugal
A cantora Madalena Iglésias, representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1966, faleceu, esta manhã, aos 78 anos de idade em Barcelona. O velório realiza-se hoje, a partir das 18:00 locais (17:00 em Portugal), na sala 18 do Tanatório de Collserola, em Barcelona.
Portugal: Morreu a cantora Madalena Iglésias
A cantora Madalena Iglésias, representante de Portugal no Festival Eurovisão de 1966, faleceu, esta manhã, aos 78 anos de idade em Barcelona. O velório realiza-se hoje, a partir das 18:00 locais (17:00 em Portugal), na sala 18 do Tanatório de Collserola, em Barcelona.
Madalena Iglésias, vencedora do Festival da Canção de 1966 e representante de Portugal no Festival Eurovisão nesse ano, faleceu, esta manhã, aos 78 anos de idade, numa clínica em Barcelona, cidade onde residia. A notícia foi avançada pela agência Lusa sendo que, até ao momento, não são conhecidas as causas da morte.
Madalena Iglésias foi uma das vozes mais importantes da música da década de 60. A cantora nasceu em Lisboa a 24 de outubro de 1939, estudou no Conservatório e na Escola do Canto e, com apenas 15 anos de idade, entrou para o Centro de Preparação de Artistas da Rádio da Emissora Nacional, sob a direcção de Motta Pereira. Em 1954 estreou-se em simultâneo na televisão e na Emissora Nacional e em 1959 iniciou a sua carreira internacional com uma atuação na televisão espanhola. Em 1960 recebeu os títulos de Rainha da Rádio e da Televisão e em 1964 participou no I Grande Prémio TV da Canção Portuguesa com "Balada Das Palavras Perdidas" e "Na Tua Carta". Nesse ano venceu o Festival Hispano-Português de "Aranda de Duero". Ainda em 1960 estreou-se no cinema, ao lado de António Calvário, em "Uma Hora de Amor", de Augusto Fraga. Participou também no filme "Canção da Saudade", de Henrique Campos. Com "Silêncio Entre Nós" ficou em 3º lugar no Grande Prémio da TV da Canção. Gravou também uma versão de "Sol de Inverno".
Em outubro de 2012, por ocasião do seu aniversário, a Câmara Municipal inaugurou um busto na Alameda Padre Alvares Proença, em Benfica (foto) em jeito de homenagem.
O momento alto da sua carreira foi a vitória no Festival RTP da Canção de 1966 com "Ele e Ela", um tema da autoria de Carlos Canelhas. "Él Y Ella", uma versão em espanhol da canção, foi editada em Espanha, na França e na Holanda. Em 1969 voltou a participar no Festival da Canção com "Canção Para um Poeta" mas em 1972, depois de casar, deixou a carreira artística e foi viver para a Venezuela. Em 1987 mudou-se para Barcelona, onde viveu até à sua morte.
Em 2008, em declarações à Lusa, a propósito da publicação da sua fotobiografia "Meu nome é Madalena Iglésias", de autoria de Maria de Lourdes de Carvalho, a intérprete afirmou que sempre se sentiu perseguida pelo complexo da beleza, apesar de reconhecer que "estava à frente" do seu tempo. No texto de abertura da sua fotobiografia, a cantora referiu-se à sua carreira, que ultrapassou as fronteiras nacionais, como "um caminho percorrido com entusiasmo, alegria, êxitos e algumas nuvens", sublinhando: "Tenho um pouco do que vibrei!". "Ao escolher a minha profissão/vocação, a procurei cumprir sempre com rigor e muita dignidade".
Madalena Iglésias foi uma das vozes mais importantes da música da década de 60. A cantora nasceu em Lisboa a 24 de outubro de 1939, estudou no Conservatório e na Escola do Canto e, com apenas 15 anos de idade, entrou para o Centro de Preparação de Artistas da Rádio da Emissora Nacional, sob a direcção de Motta Pereira. Em 1954 estreou-se em simultâneo na televisão e na Emissora Nacional e em 1959 iniciou a sua carreira internacional com uma atuação na televisão espanhola. Em 1960 recebeu os títulos de Rainha da Rádio e da Televisão e em 1964 participou no I Grande Prémio TV da Canção Portuguesa com "Balada Das Palavras Perdidas" e "Na Tua Carta". Nesse ano venceu o Festival Hispano-Português de "Aranda de Duero". Ainda em 1960 estreou-se no cinema, ao lado de António Calvário, em "Uma Hora de Amor", de Augusto Fraga. Participou também no filme "Canção da Saudade", de Henrique Campos. Com "Silêncio Entre Nós" ficou em 3º lugar no Grande Prémio da TV da Canção. Gravou também uma versão de "Sol de Inverno".
Em outubro de 2012, por ocasião do seu aniversário, a Câmara Municipal inaugurou um busto na Alameda Padre Alvares Proença, em Benfica (foto) em jeito de homenagem.
O momento alto da sua carreira foi a vitória no Festival RTP da Canção de 1966 com "Ele e Ela", um tema da autoria de Carlos Canelhas. "Él Y Ella", uma versão em espanhol da canção, foi editada em Espanha, na França e na Holanda. Em 1969 voltou a participar no Festival da Canção com "Canção Para um Poeta" mas em 1972, depois de casar, deixou a carreira artística e foi viver para a Venezuela. Em 1987 mudou-se para Barcelona, onde viveu até à sua morte.
Em 2008, em declarações à Lusa, a propósito da publicação da sua fotobiografia "Meu nome é Madalena Iglésias", de autoria de Maria de Lourdes de Carvalho, a intérprete afirmou que sempre se sentiu perseguida pelo complexo da beleza, apesar de reconhecer que "estava à frente" do seu tempo. No texto de abertura da sua fotobiografia, a cantora referiu-se à sua carreira, que ultrapassou as fronteiras nacionais, como "um caminho percorrido com entusiasmo, alegria, êxitos e algumas nuvens", sublinhando: "Tenho um pouco do que vibrei!". "Ao escolher a minha profissão/vocação, a procurei cumprir sempre com rigor e muita dignidade".
Para além de "Ele e Ela", tema com o qual conquistou o Festival da Canção de 1966 e um lugar no coração de inúmeros portugueses, Madalena Iglésias participou noutras edições da seleção nacional para o Festival Eurovisão da Canção: em 1964 com "Na tua carta" e com "Balada das palavras perdidas"; em 1965 com "Silêncio entre nós"; em 1966 com "Ele e ela", "Rebeldia" e "Caminhos perdidos"; e em 1969 com "Canção para um poeta".
Agora nós
Ary dos Santos
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Henrique Feist
Nuno Feist
Nuno Nazareth Fernandes
RTP
Tânia Ribas de Oliveira
Vitor de Sousa
Depois de recordarem outros temas escritos por Ary dos Santos, os irmãos Feist juntaram-se à conversa, tendo Henrique garantido que "não há melhor sumo do que as letras do Ary", lamentando o afastamento da sociedade atual à obra do poeta.
[VÍDEO] Portugal: Agora Nós homenageou Ary dos Santos
No dia seguinte ao 33.º aniversário do seu desaparecimento físico, o programa Agora Nós recordou a vida e a obra de José Carlos Ary dos Santos, vencedor de quatro edições do Festival da Canção.
Tânia Ribas de Oliveira e José Pedro Vasconcelos dedicaram, esta tarde, parte do programa Agora Nós ao poeta José Carlos Ary dos Santos, um dia depois de se assinalar 33 anos da sua morte. Os irmãos Feist abriram a homenagem ao recordar três temas escritos pelo poeta e que venceram o Festival da Canção: "Menina" (1971), "Tourada" (1973) e "Desfolhada" (1969).
Nuno Nazareth Fernandes, vencedor do FC por três ocasiões, duas delas com Ary dos Santos, e Vítor de Sousa foram os convidados especiais da trasmissão, recordando as memórias que têm do poeta e, especialmente, "do amigo Ary". "Ímpar, único e quase irrepetível na sociedade portuguesa" foi a descrição utilizada pelo apresentador do programa para se referir a Ary dos Santos.
O compositor de "Desfolhada", "Menina" e "O Vento Mudou" garante ser impossível "contar uma história... estariamos aqui a tarde inteira a contar mil e umas", mas recorda o lado inquietante do colega com quem formou uma "dupla imbatível": "Hoje em dia, se o Zé Carlos não tivesse morrido, das duas uma: o Zé Carlos já não seria o Zé Carlos ou Portugal estaria muito diferente". Vítor de Sousa mostrou-se orgulhoso por ter conhecido José Carlos Ary dos Santos ainda muito novo, através do seu irmão, tendo recitado um dos poemas mais conhecidos do poeta: Auto-Retrato.
O compositor de "Desfolhada", "Menina" e "O Vento Mudou" garante ser impossível "contar uma história... estariamos aqui a tarde inteira a contar mil e umas", mas recorda o lado inquietante do colega com quem formou uma "dupla imbatível": "Hoje em dia, se o Zé Carlos não tivesse morrido, das duas uma: o Zé Carlos já não seria o Zé Carlos ou Portugal estaria muito diferente". Vítor de Sousa mostrou-se orgulhoso por ter conhecido José Carlos Ary dos Santos ainda muito novo, através do seu irmão, tendo recitado um dos poemas mais conhecidos do poeta: Auto-Retrato.
Depois de recordarem outros temas escritos por Ary dos Santos, os irmãos Feist juntaram-se à conversa, tendo Henrique garantido que "não há melhor sumo do que as letras do Ary", lamentando o afastamento da sociedade atual à obra do poeta.
Aceda AQUI, a partir do minuto 40, à homenagem no Agora Nós.
Recorde, de seguida, as quatro vitórias de Ary dos Santos no Festival da Canção:
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Fernando Tordo
Portugal
Uma publicação no Facebook sobre Cavaco Silva, enquanto decorria o funeral de Mário Soares, levou centenas de cibernautas a acusar Fernando Tordo de estar a desejar a morte do ex-Presidente da República.
Portugal: Fernando Tordo debaixo de fogo por criticar ex-Presidente da República
Fernando Tordo está a ser fortemente criticado nas redes sociais depois de ter publicado no Facebook uma crítica a Cavaco Silva, ex-Presidente da República. "Não tenho ouvido falar de si, Cavaco Silva. Um dia, chega a nossa vez, não é?", escreveu Fernando Tordo, a meio da tarde de terça-feira, quando ainda decorriam as cerimónias fúnebres de Mário Soares. O que levou muitas pessoas a considerar que o cantor estava a desejar a morte de Cavaco Silva.
A mensagem causou, por isso, polémica e foram às centenas os comentários críticos, com muitos insultos à mistura e exigências de que o cantor se retratasse. Ao início da noite, Fernando Tordo acabou por retirar o post da sua página do Facebook.
Nesta manhã de quarta-feira, o cantor colocou outro post a assumir a autoria da mensagem que tanta polémica causou. "Claro que fui eu quem escreveu a frase e claro que fui eu quem a retirou", assumiu. Mas não se retratou, até porque, nas entrelinhas, garante nunca ter desejado a morte do anterior Presidente da República.
"Quem na frase que aqui escrevi ontem (terça-feira) conseguiu ler que eu desejava a morte a alguém, que saia já", escreveu Fernando Tordo, acrescentando: "A porta desta minha página tem uma virtude, como a de todos: está sempre aberta, para entrar e para sair. E eu dou uma ajuda. É simples, como sabem. Basta um clique, 'bloquear'", indicou o cantor e compositor que, em 2003, recebeu pelas mãos do então Presidente da República, Jorge Sampaio, o titulo de Comendador da Ordem do Mérito.
Fernando Tordo participou no Festival da Canção em 1969, 1970, 1971, 1972, 1973, 1977 e 1984. Sagrou-se vencedor em 1973 com Tourada, um dos mais conhecidos temas que já venceram o festival português. Em 1977 venceu novamente o Festival da Canção, desta vez integrado no grupo Os Amigos.
Fonte: JN / Imagem: GOOGLE / Vídeo: YOUTUBE
Camané
ESC1969
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FC2015
FF
Marisa Liz
Portugal
Renato Júnior
RTP
Simone de Oliveira
Teatro São Luiz
[AGENDA] RTP1 transmite concerto de Simone de Oliveira no São Luiz no próximo domingo
O concerto que Simone de Oliveira deu a 7 e 8 de outubro no Teatro São Luiz, em Lisboa, será emitido pela RTP1 no próximo domingo, em horário nobre.
46 anos depois da vitória com Desfolhada Portuguesa, Simone de Oliveira voltou, a 7 e 8 de outubro, a pisar o palco do São Luiz Teatro Municipal, em Lisboa, para assinalar os 58 anos de carreira. O concerto foi gravado pela RTP1 e será transmitido no próximo domingo, 14 de agosto, em horário nobre. Com orquestra conduzida por Nuno Feist, compositor participante em inúmeras edições do Festival da Canção, o espetáculo conta com diversos convidados especiais, entre eles, Marisa Liz, FF e Renato Júnior.
Aceda, de seguida, aos horários de transmissão do concerto:
14 de agosto de 2016: 21h15 (RTP1)
17 de agosto de 2016: 11h00 (RTP Internacional Ásia)
21 de agosto de 2016: 01h00 (RTP Internacional Ásia)
O ESCPORTUGAL foi site acreditado pela organização do evento, podendo aceder AQUI ao artigo e recordar um dos momentos do espetáculo de seguida:
Fonte: RTP /Imagem/Vídeo: ESCPORTUGAL
ESC1965
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Portugal
Presidente da República
Simone de Oliveira
Simone de Oliveira foi, esta manhã, condecorada pelo Presidente da República, Prof. Aníbal Cavaco Silva, apelidando a cantora de 'grande figura da cultura portuguesa'.
Portugal: Simone de Oliveira condecorada pelo Presidente da República
O Presidente da República, Prof. Aníbal Cavaco Silva, condecorou hoje a 'grande figura da cultura portuguesa' Simone de Oliveira, associando a República portuguesa ao 'reconhecimento generalizado' que a população tem pela cantora e atriz.
Numa cerimónia decorrida esta manhã no Palácio de Belém, no dia em que a cantora realiza o seu segundo concerto comemorativo dos seus 58 anos de carreira, o chefe de Estado afirmou "Hoje entendi que a República portuguesa se devia associar à homenagem que Portugal presta a Simone de Oliveira, seguindo, aliás, o reconhecimento generalizado por parte da população portuguesa e, por isso, em reconhecimento do seu contributo para o património cultural portugês decidi atribuir-lhe a Grã-Cruz da Ordem do Infante D.Henrique", admitindo que "é com muita satisfação e muita honra, que lhe irei impor a respetiva insígnia".
FF, Lara Li, Nuno Feist e Manuela Ferreira Leite foram algumas das muitas personalidades portuguesas que marcaram presença nessa cerimónia, que teve transmissão em direto para a SIC Caras.
Simone de Oliveira participou em 6 edições do Festival RTP da Canção, tendo representado Portugal no Festival da Eurovisão em duas ocasiões: em 1965, com 'Sol de Inverno' e em 1969, com 'Desfolhada Portuguesa'. Em março passado, a cantora participou na competição portuguesa com o tema 'À espera das canções', cuja prestação pode recordar de seguida, juntamente com as suas participações eurovisivas:
Fonte e Imagem: Visão / Vídeo: Youtube/ESCPortugal
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Portugal
SIC
Simone de Oliveira
[VÍDEO] Portugal: Simone de Oliveira homenageada na SIC
Simone de Oliveira está a comemorar os seus 58 anos de carreira. Para celebrar a data, a diva da música portuguesa tem um espetáculo intitulado Em Concerto agendado para os dias 7 e 8 de outubro no Teatro de São Luiz, em Lisboa. Esta tarde, Simone foi convidada do programa Grande Tarde, transmitido na SIC e apresentado por João Baião e Andreia Rodrigues. Durante quase uma hora, a cantora e atriz foi homenageada por vários artistas e músicos portugueses: Augusto Madureira (FC2009, FC2010 e FC2015), Victor de Sousa e Lara Li (FC1980 e FC1986).
Veja o vídeo desse momento AQUI.
Simone de Oliveira já participou por 6 vezes no Festival RTP da Canção e soma duas vitórias. A última passagem foi em 2015, com o tema À Espera das Canções:
Fonte: SIC / Imagem: RTP
FC1969
Fernando Alvim
Obituário
Morreu compositor Fernando Alvim
O músico Fernando Alvim, de 80 anos, que durante 25 anos acompanhou à viola o guitarrista Carlos Paredes, morreu aontem vítima de doença. O músico que Amália Rodrigues convidou, em 1969, para gravar o tema Formiga bossa nossa, de Alexandre O'Neil e Alain Oulman, encontrava-se hospitalizado.
Nos últimos anos voltou a falar-se muito dele, especialmente depois de em 2011 ter sido lançado o duplo CD O Fado e as Canções do Alvim, constituído exclusivamente por composições suas interpretadas, entre outros, por Camané, Ana Moura, Ricardo Ribeiro, Cristina Branco, Rui Veloso, Fafá de Belém, Vitorino e Carlos do Carmo.
No festival da Canção 1969 compôs o tema “Tenho amor para amar”, que terminou em 2.º lugar.
À família enlutada, as condolências do ESCPORTUGAL.
Fonte: PUBLICO / Imagem: PUBLICO / Vídeo: YOUTUBE
Ary dos Santos
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José Carlos Ary dos Santos faleceu há 30 anos
Assinala-se amanhã 30 anos sobre a morte do poeta José Carlos Ary dos Santos, muito ligado à música de intervenção e ao Festival da Canção. A LUSA dedica-lhe um grande destaque durante o dia de hoje.
Ary dos Santos, falecido há 30 anos, é autor, entre outros, de "Desfolhada Portuguesa", "Um Homem na Cidade", "Os putos", "Tourada", "Alfama" e "Lisboa menina e moça", letras de canções frequentemente recriadas pelos novos intérpretes. "Ele tinha as palavras do povo e a capacidade pronta de improvisar", disse numa entrevista o guitarrista José Fontes Rocha, falecido há cerca de três anos. Segundo o músico, "é este o segredo para as canções e os fados de Ary [dos Santos] continuarem a ser cantados até pelos amadores, e pela gente comum". "Mostra uma tal facilidade que uma palavra puxa a outra, e temos o poema de memória", rematou o músico.
José Carlos Pereira Ary dos Santos faleceu aos 46 anos, no dia 18 de Janeiro de 1984, passam 30 anos no próximo sábado. Por quatro vezes venceu o Festival RTP da Canção com as canções "Desfolhada", por Simone de Oliveira, em 1969, "Menina do alto da serra", por Tonicha, em 1971, "Tourada", por Fernando Tordo, em 1973, e "Portugal no coração", pelo grupo Os Amigos, em 1977. Deste grupo, entre outros, faziam parte Ana Bola, Luísa Basto, Fernando Tordo, Paulo de Carvalho e Fernando Piçarra. O produtor musical QuimZé Lourenço, que recentemente realizou um espectáculo com base nas cantigas de Ary dos Santos, salientou à Lusa que o poeta "fez canções como nenhum outro, sem perder o lirismo e a sofisticação das palavras e conseguiu chegar às massas".
Fernando Tordo foi dos que mais canções cantou e musicou de Ary dos Santos, cerca de cem poemas, dos quais se destacam "Cavalo à solta", "Carta de longe", "Tourada" e "Minha laranja amarga e doce". Aos poemas de Ary juntavam-se as composições originais de nomes como Nuno Nazareth Fernandes, José Luís Tinoco, Paulo de Carvalho, Fernando Tordo, Mário Moniz Pereira, Alain Oulman, Tozé Brito, entre outros. Sobre a facilidade de escrever ou alterar uma poesia sua, Fontes Rocha contou que, no poema "Alfama", uma criação de Amália Rodrigues, com música de Oulman, a fadista não gostava do verso "Alfama não cheira a fado/Cheira a sardinha com pão", e "de imediato, ali, Ary puxou o papel que Amália lia e emendou para 'Alfama não cheira fado/Cheira a povo e a solidão'".
Ary dos Santos foi criativo na agência de publicidade Espiral, e militante ativo do Partido Comunista Português, ao qual, entre outras, dedicou a poesia "Cravo de Abril". O PCP é, aliás, o detentor do espólio do poeta. Sobre Ary dos Santos, o actual presidente da Sociedade Portuguesa de Autores, José Jorge Letria, afirmou que "foi um homem do excesso e da transgressão, um poeta que esteve presente nas canções, na publicidade, na política, que escrevia para revista, mas acima de tudo um grande poeta que usou as palavras de modo único e inimitável". Foi - qualificou José Jorge Letria - "um homem que teve sempre uma atitude desmedida de coragem, força, generosidade e solidariedade, cuja obra poética é muitas vezes abafada pelas letras das canções que escreveu". Amália Rodrigues, Simone de Oliveira, Maria Armanda, Vasco Rafael, Paulo de Carvalho, Samuel, Teresa Silva Carvalho, Tonicha, Beatriz da Conceição, Luísa Basto foram alguns dos artistas que interpretaram letras de Ary dos Santos, assim como Carlos do Carmo, de quem foi amigo e com quem teve um projecto discográfico, do qual se destaca o álbum "Um Homem na Cidade".
Hoje vários sãos os intérpretes que têm recriado as suas letras como, entre outros, Mariza, Camané, Pedro Moutinho e Mayra de Andrade. Em 2009, quando passavam 25 anos sobre a morte do poeta, Mafalda Arnauth, Susana Félix, Viviane e Luanda Cozetti recuperaram algumas das suas canções no projecto "Rua da Saudade", designação que evoca o lugar na encosta do Castelo de São Jorge, onde Ary dos Santos viveu.
Ary dos Santos, falecido há 30 anos, é autor, entre outros, de "Desfolhada Portuguesa", "Um Homem na Cidade", "Os putos", "Tourada", "Alfama" e "Lisboa menina e moça", letras de canções frequentemente recriadas pelos novos intérpretes. "Ele tinha as palavras do povo e a capacidade pronta de improvisar", disse numa entrevista o guitarrista José Fontes Rocha, falecido há cerca de três anos. Segundo o músico, "é este o segredo para as canções e os fados de Ary [dos Santos] continuarem a ser cantados até pelos amadores, e pela gente comum". "Mostra uma tal facilidade que uma palavra puxa a outra, e temos o poema de memória", rematou o músico.
José Carlos Pereira Ary dos Santos faleceu aos 46 anos, no dia 18 de Janeiro de 1984, passam 30 anos no próximo sábado. Por quatro vezes venceu o Festival RTP da Canção com as canções "Desfolhada", por Simone de Oliveira, em 1969, "Menina do alto da serra", por Tonicha, em 1971, "Tourada", por Fernando Tordo, em 1973, e "Portugal no coração", pelo grupo Os Amigos, em 1977. Deste grupo, entre outros, faziam parte Ana Bola, Luísa Basto, Fernando Tordo, Paulo de Carvalho e Fernando Piçarra. O produtor musical QuimZé Lourenço, que recentemente realizou um espectáculo com base nas cantigas de Ary dos Santos, salientou à Lusa que o poeta "fez canções como nenhum outro, sem perder o lirismo e a sofisticação das palavras e conseguiu chegar às massas".
Fernando Tordo foi dos que mais canções cantou e musicou de Ary dos Santos, cerca de cem poemas, dos quais se destacam "Cavalo à solta", "Carta de longe", "Tourada" e "Minha laranja amarga e doce". Aos poemas de Ary juntavam-se as composições originais de nomes como Nuno Nazareth Fernandes, José Luís Tinoco, Paulo de Carvalho, Fernando Tordo, Mário Moniz Pereira, Alain Oulman, Tozé Brito, entre outros. Sobre a facilidade de escrever ou alterar uma poesia sua, Fontes Rocha contou que, no poema "Alfama", uma criação de Amália Rodrigues, com música de Oulman, a fadista não gostava do verso "Alfama não cheira a fado/Cheira a sardinha com pão", e "de imediato, ali, Ary puxou o papel que Amália lia e emendou para 'Alfama não cheira fado/Cheira a povo e a solidão'".
Ary dos Santos foi criativo na agência de publicidade Espiral, e militante ativo do Partido Comunista Português, ao qual, entre outras, dedicou a poesia "Cravo de Abril". O PCP é, aliás, o detentor do espólio do poeta. Sobre Ary dos Santos, o actual presidente da Sociedade Portuguesa de Autores, José Jorge Letria, afirmou que "foi um homem do excesso e da transgressão, um poeta que esteve presente nas canções, na publicidade, na política, que escrevia para revista, mas acima de tudo um grande poeta que usou as palavras de modo único e inimitável". Foi - qualificou José Jorge Letria - "um homem que teve sempre uma atitude desmedida de coragem, força, generosidade e solidariedade, cuja obra poética é muitas vezes abafada pelas letras das canções que escreveu". Amália Rodrigues, Simone de Oliveira, Maria Armanda, Vasco Rafael, Paulo de Carvalho, Samuel, Teresa Silva Carvalho, Tonicha, Beatriz da Conceição, Luísa Basto foram alguns dos artistas que interpretaram letras de Ary dos Santos, assim como Carlos do Carmo, de quem foi amigo e com quem teve um projecto discográfico, do qual se destaca o álbum "Um Homem na Cidade".
Hoje vários sãos os intérpretes que têm recriado as suas letras como, entre outros, Mariza, Camané, Pedro Moutinho e Mayra de Andrade. Em 2009, quando passavam 25 anos sobre a morte do poeta, Mafalda Arnauth, Susana Félix, Viviane e Luanda Cozetti recuperaram algumas das suas canções no projecto "Rua da Saudade", designação que evoca o lugar na encosta do Castelo de São Jorge, onde Ary dos Santos viveu.
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Fonte: LUSA/SOL
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Maria da Fé
Ordem do Infante D. Henrique
Presidente da República
Aproveitando o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, o Presidente da República condecorou diversas individualidades das mais diversas áreas. A cantora Maria da Fé foi condecorada com a distinção da Ordem do Infante D. Henrique. Esta é uma Ordem honorífica Portuguesa que visa “distinguir a prestação de serviços relevantes a Portugal, no país ou no estrangeiro ou serviços na expansão da cultura portuguesa, da sua História e dos seus valores”, lê-se na informação distribuída pela Presidência da República.
Maria da Fé, de seu verdadeiro nome Maria da Conceição Costa Gordo, nasceu no Porto em 1942. Aos 18 anos de idade muda-se para Lisboa. É, sem dúvida, um dos expoentes máximos no canto do Fado. Em 2009 celebrou 50 anos de carreira, tendo recebido na época a Medalha da Cidade de Lisboa e uma Placa de Prata da Sociedade Portuguesa de Autores.
Em 1969 participou no Festival da Canção com o tema “Vento do Norte”, terminando em 4.º lugar.
Maria da Fé condecorada pelo Presidente da República
Aproveitando o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, o Presidente da República condecorou diversas individualidades das mais diversas áreas. A cantora Maria da Fé foi condecorada com a distinção da Ordem do Infante D. Henrique. Esta é uma Ordem honorífica Portuguesa que visa “distinguir a prestação de serviços relevantes a Portugal, no país ou no estrangeiro ou serviços na expansão da cultura portuguesa, da sua História e dos seus valores”, lê-se na informação distribuída pela Presidência da República.
Maria da Fé, de seu verdadeiro nome Maria da Conceição Costa Gordo, nasceu no Porto em 1942. Aos 18 anos de idade muda-se para Lisboa. É, sem dúvida, um dos expoentes máximos no canto do Fado. Em 2009 celebrou 50 anos de carreira, tendo recebido na época a Medalha da Cidade de Lisboa e uma Placa de Prata da Sociedade Portuguesa de Autores.
Em 1969 participou no Festival da Canção com o tema “Vento do Norte”, terminando em 4.º lugar.
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Fonte: PRESIDENCIA DA REPÚBLICA, WIKIPEDIA e Imagem: GOOGLE
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Simone de Oliveira
SIC concretizou o sonho de Simone de Oliveira
Simone de Oliveira tem um novo disco que vai ser lançado ainda este mês e que serve para celebrar os 55 anos de carreira. Uma carreira muito preenchida, tal como é preenchida a vida desta cantora. Apesar disso, Simone tem ainda sonhos por realizar. Um deles era o de ser Professora.
"Pedaços de Mim" será lançado a 21 de março e assinalará os 55 anos de carreira da cantora. Rui Veloso, Nuno Feist (FC1985/07/08/10/11/12), Augusto Madureira (FC2009/ESC2010), Miguel Gameiro (FC2012) e Susana Félix, são alguns dos responsáveis pelos temas que a cantora interpretará neste trabalho. Na noite passada, a SIC emitiu uma reportagem dedicada à cantora. O estado do país, a morte do marido Varela, a juventude e sobre os sonhos por realizar. Por esta razão, a SIC acompanhou Simone de Oliveira ao Colégio Filipa de Lencastre para a cantora realizar um dos seus sonhos de criança: ser professora de Francês.
Aceda à entrevista na íntegra AQUI.
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Fonte: SIC / Imagem: abola
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Fonte: SIC
Foto (c): Gonçalo Lobo Pinheiro
Duas vezes vencedora do Festival da Canção, em 1965 e 1969, Simone de Oliveira é uma das mais reconhecidas e aclamadas artistas portuguesas de sempre. Numa entrevista intimista ao programa "Alta Definição", de Daniel Oliveira (SIC), Simone fala de tudo, sem rodeios. Da sua carreira, da sua família, da luta contra o cancro e dos "mitos" que se criaram sobre si. Uma entrevista, sem dúvida, a não perder, a uma mulher que marcou a história do Festival da Canção e das artes em Portugal.
«- [A Simone] vai ser eternamente a "Desfolhada"?
- Parece-me que sim...»
Simone de Oliveira em "Alta Definição"
Fonte: SICFoto (c): Gonçalo Lobo Pinheiro
Duas vezes vencedora do Festival da Canção, em 1965 e 1969, Simone de Oliveira é uma das mais reconhecidas e aclamadas artistas portuguesas de sempre. Numa entrevista intimista ao programa "Alta Definição", de Daniel Oliveira (SIC), Simone fala de tudo, sem rodeios. Da sua carreira, da sua família, da luta contra o cancro e dos "mitos" que se criaram sobre si. Uma entrevista, sem dúvida, a não perder, a uma mulher que marcou a história do Festival da Canção e das artes em Portugal.
«- [A Simone] vai ser eternamente a "Desfolhada"?
- Parece-me que sim...»
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