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[Olhares sobre o Festival da Canção 2022] Quem serão os finalistas da segunda semifinal?


Os Olhares sobre as Finais Nacionais de hoje incidem sobre a segunda semifinal do Festival da Canção 2022. Quais as canções favoritas dos elementos do painel para conquistar o apuramento para a Grande Final do certame em Portugal?


A presente temporada do Olhares sobre as Finais Nacionais continua com a segunda semifinal do Festival da Canção 2022, final nacional de Portugal para o Festival Eurovisão 2022. Dez candidatos disputam a semifinal, sendo que os elementos do ESCPORTUGAL Regiões foram desafiados a votar nas suas candidaturas favoritas, deixando um comentário sobre a canção que recolheu os seus 12 pontos. 

Conheça, de seguida, os favoritos do painel do Olhares sobre as Finais Nacionais:

Cubita - "Uma Mensagem Tua" -  1 pontuação máxima


Alina Aleixo - À semelhança do que referi no comentário relativo à primeira semifinal, volto a frisar que este ano o Festival da Canção está repleto de diversidade musical e de bom gosto e isso reflete-se também nesta segunda semifinal. A minha favorita deste lote de canções é "Uma Mensagem Tua", que me cativou logo assim que a ouvi pela primeira vez. A melodia harmoniosa e a voz doce de Cubita tornam esta canção muito agradável de se ouvir. Simples, emocional, lindíssima. Tudo soa perfeito. Fiquei viciada! Espero que ao vivo consiga destacar-se no meio das outras canções e que alcance um lugar na final. Por fim, resta-me desejar a maior das sortes a todos os candidatos!

Inês Homem de Melo - "Fome de Viagem" -  1 pontuação máxima


Nuno Carrilho - Apesar de sentir que a diversidade é maior do que na primeira semifinal, sinto que esta segunda semifinal fica aquém do que vimos na primeira gala... Contudo, temos aqui um lote de canções que têm claramente algo a dizer na luta pelo triunfo. Os meus 12 pontos vão para "Fome de Viagem", canção defendida pela Inês Homem de Melo (que merecia o Prémio Carisma e Simpatia da edição). Uma canção animada, divertida, empolgante... A canção que precisamos no Festival da Canção. No entanto, nota também para o meu segundo lugar: "Dé.grá.dê". A grande surpresa no concurso deste ano, mas sobre a qual tenho algumas reservas para a atuação... Relativamente aos finalistas, aposto também em Os Azeitonas, Syro e Jonas.

SYRO - "Ainda nos temos" -  8 pontuações  máximas


Adão Nogueira - Syro apresenta uma proposta que foi de encontro ao que costuma cantar. Ainda nos temos, é uma balada bem construída que apesar de apresentar uma letra clichê não deixa de passar a mensagem. Relativamente ao instrumental, é simples mas ajuda a elevar a proposta que em conjunto com a voz e a interpretação do Syro faz com que ganhe uma nova forma e se torne memorável e cativante.

André Pereira - E eis a segunda semifinal do Festival da Canção 2022! Temos mais 10 canções, umas boas, outras menos boas! Desta semifinal destaco 2 canções "Mar no fim" que tem toda uma história mágica e a minha favorita "Ainda nos Temos" interpretada por Syro! Esta última que pode vir a ser a grande vencedora desta edição do FC! Uma história muito boa envolvida na letra, e uma melodia que eleva a canção a um outro patamar.

Diogo Martins - Se na primeira semifinal tenho todos os meus favoritos, nesta não tenho tantos.No geral, é uma semifinal mais fraca. Há canções interessantes e que gosto mas nenhuma que arrebate o meu coração. Descato a canção do Pongo e Tristany pelo risco enorme e a canção do Jonas por me fazer lembrar muito as musicas que os Balcãs trazem à Eurovisão. Contudo, o meu favorito é o Syro. É inegável que "Ainda nos temos" é um estilo muito característico do Syro e a canção tem qualidade. O Syro é competente e penso que a sua atuação irá ser um belo momento televisivo.

Diogo Quintais - Mais uma vez, acho que os primeiros quatro nomes serão quase certos e não deve haver grandes dúvidas. Para mim o top 4 será o Syro, pongo & Tristany, Blacci e Jonas. Ja em relação ao 5° lugar será mais difícil escolher entre Milhanas e Cubita, mas sendo que o autor da canção da Milhanas é um pouco mais conhecido será ela uma das finalistas no final da segunda semifinal do Festival da Canção.

Luís Coelho - Ainda nos temos é uma obra de arte, voz, instrumental, coros, tudo encaixa na perfeição. É um belo poema e a melodia é estonteante. 

Marcel Pessoa - A segunda semifinal é para mim a mais equilibrada, foi complicado escolher as que gostaria de ver na grande final. Porém é certo que Ainda Nos Temos seria minha escolha para vencer esta semi. Sabia que Syro não desapontaria. A sua canção é uma balada poderosa e adoro sua voz. Considero seu vocal o grande trunfo para ganhar o Festival da Canção. Penso mesmo que temos aqui a proposta mais acertada para levar à Turim. Esperemos só pela atuação, que ele capriche na encenação em palco. Por fim, gostaria de deixar três observações: 1) Dégrá.dê tem todo o potencial do mundo para ganhar a coisa toda caso entregue um staging poderoso; 2) Se a Inês cantar ao vivo as várias línguas de modo bem declarado já será épico por si só; 3) Código 30 é minha canção favorita deste ano!!! Me identifico DEMAIS com a letra e referências, além do instrumental viciante. Só não acho ser a canção mais indicada para Portugal levar à Eurovisão. Mas espero mesmo que se classifique para a final. 

Rui Duarte - "Ainda Nos Temos" do Syro, não é a minha favorita a vencer o Festival da Canção, mas a qualidade inquestionável da melodia com a fantástica voz que a acompanha, faz obviamente que seja uma das grandes desejadas à vitória. Penso que se vai destacar nesta semi-final e acabar por vencer a mesma. Na final, as coisas serão, a meu ver, diferentes. Expectante com a performance ao vivo. 

Tiago Silva - O meu claro favorito nesta semi final é o Syro, uma música muito ao seu estilo, contemporânea e ainda que seja um pouco "safe" para a eurovisão não me importaria de ser representado por ele, até porque quantos mais artistas reconhecidos nos representarem melhor para a promoção do festival no país. No geral gosto desta semi final em especial o Syro, Jonas, Blacci, Inês e Dégrá.dê, infelizmente um deles terá de ser eliminado. 

Jonas - "Pontas Soltas" -  2 pontuações máximas


Cláudio Guerreiro - “Pontas Soltas” foi a música de todo o Festival da Canção que melhor impressão me causou logo na primeira audição e é tudo aquilo que eu espero de uma canção: letra, voz, instrumental e presença forte do intérprete. Por isso mesmo, causa-me até alguma estranheza que esteja a passar um pouco despercebida entre os fãs. Sendo a letra mais bonita de toda a edição, alia a isso um instrumental que, não sendo fado, revela claramente as influências da sua compositora. A própria forma como se dá espaço ao instrumental para respirar sem ouvirmos a voz do cantor a meio da canção faz até lembrar o que costumamos ouvir nas baladas balcânicas na Eurovisão. Por último, é impossível não destacar a belíssima voz de Jonas. Se ele atingir ao vivo certas notas que escutamos no instrumental, muitos arrepios serão certamente garantidos.

Jorge Durões - Será que podemos criar aqui um novo subgénero musical, o Epic Fado? Sim, podemos. Pontas Soltas tem um instrumental, contemporâneo, épico, que junta o fado a sonoridades que remetem a Ennio Morricone... com a voz do Jonas, uma das vozes masculinas mais interessantes do nosso panorama musical, sublime. Pontas Soltas tem tudo para estar na frente da corrida para a final. Resta ver como trabalham o staging.

Blacci - "Mar no fim" - 1 pontuação máxima


Hugo Sepúlveda - Numa semifinal com dois dos grandes pesos pesados do favoritismo (Syro e Pongo & Tristany), a minha preferência recai sobre Blacci, que até antecede um deles! Curiosamente, duas das minhas preferidas deste ano têm duas das palavras mais clichês do festival: “saudade” e “mar”. A meu ver, Blacci e “Mar no Fim” são das melhores representantes em português do brasil no festival da canção! É uma balada delicada, onde o sentimento vai crescendo com a intensidade do instrumental até ao fim, na voz quase despida de Blacci, que eleva ainda mais a fragilidade e mágoa da canção. Actuando antes de “Dégrá.dê”, pode acabar por ficar ofuscada, mas espero que pelo menos chegue à final.


Pongo & Tristany - "DÉGRÁ.DÊ" -  6 pontuações máximas


Aan Gomes - Se na Semifinal 1 era muito claro as canções que queria que passassem e não passassem, esta segunda gala é mais renhida. Contudo, uma cação reina suprema, e essa é, obviamente, DÉGRÁ.DÈ de Pongo e Tristany. Os sons africanos vêm destruir o palco festivaleiro (no melhor sentido) e não deixo de abanar o rabo sempre que a música aparece na minha playlist. Há sempre o risco de ser arriscado para a Eurovisão, mas só pela qualidade e diversidade que traz, eu não me importo nada do resultado final.

Carlos Fernandes - Esta segunda semifinal não é tão forte quanto a primeira, no entanto também tem algumas canções boas. Dégrá.dê da pongo e do Tristany (intérpretes com boas vozes), a minha favorita, é uma lufada de ar fresco no Festival da Canção! A melodia com influência de diferentes géneros de música e os arranjos modernos fazem desta uma canção cativante  do início ao fim.

Ivo Mendonça - Europa, ponham os olhos em nós. O país que sempre foi apelidado de música ligeira. Talvez tenhamos uma diversidade bastante rica de estilos, que nos permite orgulhar muito das propostas que 20 compositores trazem a palco. E se na semifinal 1 a minha escolha recaiu sobre mim e as minhas emoções, a semifinal 2 arrebatou-me com uma mensagem poderosa sobre a Igualdade. Sobre a nossa raça. Dégrádê. Quem és tu? ESTRAGA. Esta canção tem tudo para ser explosivamente direta, um murro no estômago dado por quem acompanha o ritmo para todos aqueles que ainda sentem que a nossa sociedade se rege por um Degradê de cores. E esta performance faz-me acreditar que as nossas raízes são também compostas pelos momentos históricos, enriquecidos de cultura, que se foram escrevendo no nosso mapa, sempre com uma mensagem clara - podemos todos aprender e evoluir para melhor. Aguardo uma atuação visual poderosa de Pongo & Tristany. Obrigado RTP. 

Marcelo da Silva - Considero a Semi 2 mais forte em termos musicais do que a Semi 1. Aqui já me pairam algumas dúvidas de quem se qualificaram para a final do Fdc22. Quando vi que Pongo estaria na lista dos intérpretes convidados, fiquei bastante entusiasmado. E a Pongo não desilude, a música trará fogo ao palco, as prestações da Pongo são vibrantes, e cheias de movimentos perversos. Dégrá.dê é o maior risco de todas as propostas apresentadas, se olharmos para o passado recordamos que Conan Osiris também um risco elevado e infelizmente ficamos-nós pela Semi Final do Eurovision. Valerá o risco? Só iremos perceber depois da prestação em palco.

Pedro Dias - Os ritmos africanos presentes nesta canção são impossíveis de ignorar, e até o maior pé de chumbo fica com vontade de dançar. A versão estúdio é simplesmente magnífica e refrescante. O grande ponto de interrogação prende-se com a apresentação em palco. Se for seguida a linha minimalista que caracterizou a maioria das atuações, em edições anteriores do Festival da Canção, então a probabilidade de obter uma excelente classificação é mínima. Mas se a atuação for bem pensada, trabalhada e original, então será sem dúvida uma forte candidata à conquista do troféu. Estraga!

Ricardos Matias - Portugal nunca levou ao ESC uma canção criada por um DJ cantada por uma cantora luso-africana com uma canção com um ritmo africano. Este, na minha opinião, é o ano. A canção é impactante, marca pela diferença, faz querer levantar qualquer pessoa da cadeira e dançar o kuduro, com uma sonoridade brilhantemente bem concebida pelo DJ Marfox, com a alma africana transmitida pelo Tristany, e sobretudo com a atitude, orgulho, e garra que só a Pongo consegue transmitir. Portugal, pela diferença, tem de enviar esta canção, que na minha opinião tem todas as condições para não deixar ninguém indiferente, e assim levar-nos a uma excelente posição em 2022. Mano, não é degradê, xe!

Aceda, de seguida, aos resultados das votações dos 19 comentadores do painel do Olhares sobre as Finais Nacionais:
(entre parênteses estão o número de comentadores que colocaram o artista no lote de apurados)

1.º  Syro - "Ainda Nos Temos" - 180 pontos (18 em 19)
2.º pongo & Tristany - "Dégrá.dê" - 179 pontos (18 em 19)
3.º Jonas - "Pontas Soltas" - 147 pontos (16 em 19)
4.º  Blacci - "Mar No Fim"- 128 pontos (13 em 19)
5.º Inês Homem de Melo - "Fome de Viagem" - 111 pontos (12 em 19)

6.º Milhanas - "Corpo de Mulher" - 91 pontos (6 em 19)
7.º Os Azeitonas - "Solta a Voz E Canta" - 79 pontos (5 em 19)
8.º Cubita - "Uma Mensagem Tua" - 77 pontos (2 em 19)
9.º Pepperoni Passion - "Código 30" - 66 pontos (3 em 19)
9.º Vampiro Submarino - "Ao Lado de Mim" - 44 pontos (2 em 19)

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Fonte: ESC Portugal / Imagem: RTP / Vídeo: Youtube
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  1. A áurea ou FF vai ganhar o FC

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    1. Anónimo21:29

      O FF?? Vamos lá ser realistas.

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    2. Anónimo11:31

      Olhe que não me admirava, anónimo das 21:29. Estou a torcer pela Aurea, mas também adorei o FF. Sozinho, conseguiu fazer o que, por exemplo, o Syro não conseguiu fazer portanto não me admirava que ele começasse a ganhar mais favoritismo

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