Portugal: Abertas as inscrições para o 'Festival da Canção 2022'


A RTP abriu, esta tarde, as inscrições para o Festival da Canção 2022. Quatro candidatos serão escolhidos através do concurso de livre submissão.


A emissora portuguesa confirmou, esta tarde, a participação de Portugal no Festival Eurovisão 2022 com a revelação do regulamento e a abertura das inscrições para o Festival da Canção 2022, concurso que será novamente utilizado como final nacional para o concurso internacional. Tal como nos anos anteriores, o concurso terá lugar nos meses de fevereiro e março e contará com 20 candidatos a concurso, distribuídos por duas semifinais.

Dezasseis dos concorrentes serão oriundos dos convites diretos da RTP a autores das várias áreas musicais, sendo que as restantes quatro vagas serão ocupadas por concorrentes da livre submissão. As inscrições estão abertas até 21 de outubro, sendo permitida a participação de todos os cidadãos de nacionalidade portuguesa e/ou residentes em Portugal. As canções serão selecionadas até 31 de outubro.

Como nos últimos anos, o formato será constituído por duas semifinais, sendo que cada gala contará com 10 canções a concurso, onde as 5 mais votadas pelo público (50%) e pelo júri (50%) conquistarão o apuramento para a Grande Final, com a votação do júri a prevalecer em caso de empate. Na Grande Final, onde estarão 10 canções a concurso, as proporções serão as mesmas, sendo que o televoto predominará em caso de empate.

Aceda AQUI ao regulamento na íntegra.

Representado por The Black Mamba e "Love Is On My Side", Portugal ficou em 12.º lugar na Grande Final do Festival Eurovisão 2021 em Roterdão com 153 pontos, fruto do 7.º lugar no júri internacional (126) e o 19.º lugar no televoto (27).

Este e outros artigos também no nosso FacebookTwitter e Instagram. Visite já!
Fonte: RTP /Imagem/Vídeo: EurovisionTV 

2 comentários:

  1. Anónimo22:12

    Acho muito bom que esteja a alargar as submissões públicas.
    Nota-se um certo receio e que vão fazendo com cautela, pouco a pouco, mas mesmo assim já é muito bom

    ResponderEliminar
  2. Anónimo18:34

    Qual será o interesse em manter-se um júri de regiões (na final), se os seus elementos são, quase sempre, residentes em Lisboa (ou na área de Lisboa), integrando esse júri dito regional, só por terem nascido (e às vezes nem isso) nessas regiões? Por que não um júri com, por exemplo, 20 elementos de diferentes áreas musicais/artísticas, independentemente do local onde nasceram ou possam ter começado a atuar? Por exemplo no último FC, Áurea (nada contra a artista) integrou o júri do Algarve. O facto de ter alguma ligação a essa região fá-la ter gostos musicais diferentes, sabendo-se que, no fundo (e compreensivelmente, passa muito mais na área de Lisboa?

    ResponderEliminar