ESC2021: EBU/UER autorizou a presença de Tonya Graves no júri da República Checa

 

 A votação do júri da República Checa no Festival Eurovisão 2021 não será anulada pela EBU/UER, que autorizou a entrada de Tonya Graves no painel. Portugal mantém assim a única pontuação máxima do júri recebida na Grande Final.


O júri da República Checa esteve envolvido na mais recente polémica do Festival Eurovisão 2021: a cantora Tonya Graves, uma das integrantes do painel, não tem cidadania checa, mas sim norte-americana, o que viola uma das principais regras dos elementos do júri do Festival Eurovisão. Contudo, a emissora checa CT revelou que a EBU/UER autorizou, atempadamente, a presença da artista no painel de jurados do concurso.

O anúncio foi feito por Ahmad Halloun, chefe de imprensa da delegação checa no Festival Eurovisão, frisando que a emissora foi autorizada pela EBU/UER a incluir Tonya Graves no painel de jurados que, apesar de não ter nacionalidade checa, reside há mais de 20 anos no país.

Deste modo, o júri da República Checa permanecerá válido nas duas galas, com Portugal a manter os 12 pontos recebidos na semifinal e na Grande Final. De realçar que, em caso de anulação da votação do júri checo, a classificação da Grande Final não sofreria alterações, mas Portugal desceria para 5.º lugar na semifinal, ultrapassado pela Finlândia.

A República Checa foi representada por Benny Cristo e "Omaga" na semifinal 2 do Festival Eurovisão 2021, terminando em 15.º lugar com 23 pontos, fruto do 13.º lugar no júri e do 17.º no televoto sem qualquer pontuação, tendo recebido 5 pontos do júri português.


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Fonte: Eurovoix/ Imagem: ESCPortugal / Vídeo: Youtube

5 comentários:

  1. Anónimo20:09

    "Contudo, a emissora checa CT revelou que a EBU/UER autorizou, atempadamente, a presença da artista no painel de jurados do concurso."

    Se a EBU já tinha autorizado a presença da Tonya Graves porque é que surgiu a polémica de que os votos do júri poderiam ser anulados?

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    1. Anónimo22:08

      Concordo

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    2. Anónimo13:01

      Porque há sempre alguém sedento de polémica no concurso. Ha quem siga a Eurovisão por motivos nada relacionados com musica. A necessidade de controvérsia é um deles...

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  2. Anónimo23:02

    Ainda bem.

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  3. Anónimo10:09

    nao faz sentido terem juris americanos em um concurso europeu, o ESC e um dos poucos baluartes atuais a realmente dar espaco a artistas europeus e pouco conhecidos enquanto outras celebracoes europeias estao apenas tem representacao como o EMA onde a maioria dos artistas, apresentadores e premiados sao americanos ou de outros paises angloparlantes, juris americanos nao conhecem a realidade europeia e a nossa cultura musical e ja estao amplamente representados na midia, por nao dizer colonizadas pela cultura americana

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