JESC2020: EBU/UER admite mudanças na apresentação dos votos no Festival Eurovisão Júnior 2020

    
A EBU/UER confirmou que manterá o sistema de votação no Festival Eurovisão Júnior 2020, mas admite a possibilidade de alterar a revelação dos votos dos júris nacionais.

A União Europeia de Radiodifusão (EBU/UER) revelou que o sistema de votação do Festival Eurovisão Júnior implementado em 2017 voltará a ser usado no concurso de 2020: a votação estará a cargo dos júris nacionais (50%) e da votação online (50%). Tal como nos últimos anos, a votação do público contará com duas fases de votação: a primeira decorrerá de 27 de novembro até ao início da transmissão e a segunda durante o espetáculo, sendo possível votar de 3 a 5 países, incluído o próprio país.

No entanto, a EBU/UER confirmou as discussões em torno de uma possível mudança no sistema de apresentação dos votos do júri na competição. Devido ao baixo número de países participantes, a organização admitiu que os porta-vozes, que pela primeira vez desde 2012 não marcarão presença no recinto eurovisivo, possam voltar a anunciar os 8, 10 e 12 pontos em vez da pontuação máxima como tem acontecido.


O Festival Eurovisão Júnior 2020, que terá lugar em Varsóvia, contará com treze países a concurso: Alemanha, Arménia, Bielorrússia, Cazaquistão, Espanha, França, Geórgia, Malta, Países Baixos, Polónia, Rússia, Sérvia e Ucrânia.  Albânia, Austrália, Irlanda, Itália, Macedónia do Norte, País de Gales e Portugal marcaram presença no concurso em 2019, mas optaram por ficar de fora do concurso deste ano, que ficará marcado por atuações pré-gravadas nos países de origem.

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Fonte: Eurovoix / Imagem: Google / Vídeo: Youtube

1 comentário:

  1. Não tem jeitinho nenhum, como diz a da canção. Tem o mesmo gosto da comida pré-aquecida. O que se está a tornar evidente é que os países já não conseguem passar sem o seu festivalzinho da treta. E no final ganha quase sempre a...pior. A própria votação é pouco clara e sem critério, que não devia ser dividido entre um júri de seleção e os apoiantes que ainda por cima podem votar no próprio país. Vá lá a gente entender. Brincadeira de crianças, já se vê.

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