Alemanha: Islândia vence o 3.º episódio do 'ESC-Songcheck 2020'


A emissora alemã NDR transmitiu, esta noite, o terceiro episódio do ESC-Songcheck 2020. Islândia venceu a transmissão e destronou um recorde que remontava a 2016.

A emissora alemã NDR transmitiu, esta noite, o terceiro episódio do ESC-Songcheck 2020, habitual programa de análises aos temas do Festival Eurovisão. Thomas Gottschalk, comentador de 1989, Peter Urban, comentador alemão em 22 edições, e Jane Comerford, representante da Alemanha em 2006, são alguns dos comentadores do programa, sendo que a votação está a cargo dos dois apresentadores, Alina Stiegler e Stefan Spiegel, e do público.

A Islândia venceu a transmissão com uma média de 10,5 pontos, assumindo a liderança da votação com a maior pontuação do público (10,0) de sempre, destronando o recorde que pertencia ao francês Amir. Áustria (6,25) e Grécia (6,15) seguiram-se na classificação, enquanto São Marino (3,25) e Estónia (2,15) ocuparam as últimas posições.

Aceda AQUI ao programa na íntegra.

Aceda, de seguida, aos resultados do programa:
(a negrito os resultados do terceiro episódio)

1.º Islândia - 10,5
2.º Lituânia - 9,55
3.º Itália - 9,3
4.º Rússia - 8,25
5.º Azerbaijão - 8,15
6.º Israel - 7,9
7.º Suécia - 7,75
8.º Malta - 7,7
9.º Noruega - 7,5
10.º Austrália - 6,8
11.º Países Baixos - 6,55
12.º Ucrânia - 6,4
13.º Roménia - 6,3
14.º Áustria - 6,25
15.º Irlanda - 6,25
16.º Grécia - 6,15
17.º República Checa - 6,1 
18.º Bielorrússia - 5,9
19.º Espanha - 5,85
20.º Sérvia - 5,65 
21.º Croácia - 5,35
22.º Bélgica - 5,1 
23.º Polónia - 4,05
24.º Macedónia do Norte - 4,6
25.º Chipre - 4
26.º Moldávia - 3,9
27.º Eslovénia - 3,8
28.º São Marino - 3,25
29.º França - 2,45
30.º Estónia - 2,15
  


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Fonte: NDR/ Imagem: Google/Vídeo: NDR

2 comentários:

  1. Anónimo15:29

    Parece-me que a Islândia estaria bem lançada para ganhar

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  2. Também há que ter em conta que estes pogramazecos são assim como um passeio dos alegres, porque depois a sério há diferenças notórias. Não estou a ver esta composição quase infantil a ganhar um concurso de e principalmente para adultos, se esquecermos um ou outro caso muito esporádico, em que o mais flagrante é o do rapazinho de 12 anos que em 1969 representou o Mónaco mas que de nada lhes serviu e tiveram que esperar mais 2 anos até que uma francesa lhes fizesse o gosto ao dedo.

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