Países Baixos: Partido Socialista contra o financiamento extra para o Festival Eurovisão 2021


O Partido Socialista dos Países Baixos manifestou-se contra a aprovação de um financimento extra de 6,7 milhões de euros para a organização do Festival Eurovisão 2021 em Roterdão.


Na véspera do Conselho da cidade discutir um financiamento extra de 6,7 milhões de euros para a organização do Festival Eurovisão 2021, depois dos danos causados pelo cancelamento não terem sido cobertos pelo seguro da cidade, o Partido Socialista revelou que está contra a proposta, apelando que o valor devia ser investido noutras áreas.

Segundo Aart Van Zevenbergen, líder do partido político com 2 dos 45 lugares no Conselho, frisou que os organizadores não deveriam estar empolgados com a organização do evento e 2021, apelando que os mesmos consultem o Instituto Nacional de Saúde Pública sobre a possibilidade do concurso poder ou não ser organizado. Aart Van Zevenbergen destacou também "as preocupações que as viagens em massa de fãs de todo o Mundo (...) que poderia ser uma ameaça para os habitantes da cidade", apelando que a cidade "não dê luz verde por enquanto".


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Fonte: HLN/Wiwibloggs / Imagem: Google / Vídeo: Eurovision.tv

5 comentários:

  1. Anónimo23:40

    A minha dúvida relativamente a esta questão monetária é se não poderiam organizar uma Eurovisão mais barata

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    1. Ora nem mais. Sempre defendi isso muito antes desta pandemia.
      É ridiculo o dinheiro q se desperdiça e com que se exclui certos países pq têm menos recursos financeiros.
      O discurso de que a música nao sao "fire works" continua vivo e muito válido.
      Se os poderosos da UER querem voltar ao mesmo, nao terão aprendido com esta pandemia.

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  2. Anónimo10:25

    Acho que o problema que se levanta em Roterdão não receber o próximo festival, é que não haverá uma razão válida para manter o certame nos Países Baixos. Num ano em que muito provavelmente ganharia um país que nunca tinha levado o prémio para casa, caso Roterdão não assumir a próxima edição, devem ser pensadas soluções nesses países, como a Islandia, Malta ou Lituânia.

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    1. Anónimo02:58

      Pavilhões de 3000 lugares?! Lituânia sim ou Bulgária porque tem pavilhões de 15000. Malta ou Islândia não tem pavilhões para receber o certame como São Marino, Letónia, Estónia, Chipre, entre outros

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  3. Anónimo17:00

    Gente, é muito pouco provável que em 2021 haja condições de segurança para haver Eurovisão. Enquanto não houver uma vacina, o vírus vai continuar a andar aí em força...

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