Martin Österdahl é o novo Supervisor Executivo do Festival Eurovisão


Martin Österdahl é o escolhido para suceder a Jon Ola Sand no cargo de Supervisor Executivo do Festival Eurovisão e do Festival Eurovisão Júnior.


Está desfeito o mistério para a sucessão de Jon Ola Sand no cargo de Supervisor Executivo da EBU/UER para o Festival Eurovisão e Festival Eurovisão Júnior: Martin Österdahl, produtor do Festival Eurovisão de 2013 e 2016, foi o escolhido. Antigo Diretor de Programas, Entretenimento e Desporto da SVT, onde foi o responsável pelas Cerimónias dos Prémios Nobel e do Casamento Real de 2010, o produtor sueco conta com trabalhos na Rússia, Alemanha, Países Baixos, Noruega, Reino Unido e Estados Unidos da América, sendo também escritor.

"A Eurovisão é o maior espetáculo de música do mundo e o programa com uma emissão mais antiga. A sua capacidade para unir as pessoas é algo único (...) Sinto-me honrado pela oportunidade e estou desejoso de juntar-me à equipa em Genebra em maio" frisou o sueco, que integrou o Grupo de Referência do Festival Eurovisão durante 7 anos.



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Fonte: EBU / Imagem: Google / Vídeo: eurovision.tv

7 comentários:

  1. Ahahhhhhhhhahhh!!!!!!!!

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  2. Anónimo17:51

    E Nordico para variar....

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  3. Anónimo19:47

    Caramba, mas isto tem que ficar sempre nas mãos dos nórdicos? Sai sueco, entra norueguês, sai norueguês, entra sueco. Com tanto país na Eurovisão, calha sempre aos mesmos?
    Quando sair esse sueco, vai para quem? Outro norueguês?

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    1. Anónimo21:53

      Mesmo... Dá-lhes jeito não sair da mão deles 😑

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  4. Anónimo22:50

    Quer gostem ou não ele têm um curriculum invejável e não pode negar que as edições de 2013 e 2016 foram as melhores edições em termos de organização da última década

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    1. Ahahahah! É só a tua opinião. Estes tipos sao arrogantes e manipuladores. Desinteressantes. Nao me identifico de todo com eles como muita gente. Levados ao colo no juri, mas o televoto já lhes dá a chapada psicológica. Nao está fácil.... ainda bem!

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    2. Anónimo10:10

      Estava a falar da produção de 2013 e 2016, não dos representantes da Suécia.
      Isso são duas coisas bem diferentes, mas vejo que aqui não sabem diferenciar as duas coisas

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