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Altice Arena
ESC2018
Lisboa
MEO Arena
Parque das Nações
Portugal: Meo Arena muda de nome para Altice Arena
Já foi Pavilhão Atlântico, passou a denominar-se Meo Arena e muito em breve terá novo nome. O local que irá receber os três programas do Festival Eurovisão da Canção 2018 passará a designar-se Altice Arena.
O maior recinto fechado de espetáculos do país vai voltar a mudar de nome: A Meo Arena, antigo Pavilhão Atlântico, vai passar a denominar-se Altice Arena. A nova denominação será comunicada oficialmente na próxima segunda-feira, 16 de outubro, num evento perante mais de 1500 convidados, apurou o Dinheiro Vivo. Recorde-se que em maio, a Altice anunciou que iria unificar as várias marcas do grupo e que a delegação de Portugal teria até 2018 para fazer o rebranding das marcas. Para amplificar este novo passo, está a ser preparada uma campanha de televisão e de publicidade exterior.
Inaugurado em 1998, o Pavilhão Atlântico passou a chamar-se Meo Arena em maio de 2013, altura em que a Portugal Telecom anunciou ter adquirido os direitos do nome do recinto. Em maio de 2018, esta arena irá receber o Festival Eurovisão da Canção. Contudo, até agora, toda a comunicação oficial da RTP e da Eurovisão tem indicado apenas a localização do festival como "Parque das Nações".
ESC2018
Lisboa
Parque das Nações
Portugal
RTP
[CONFIRMADO] Terreiro do Paço em Lisboa reservado durante duas semanas de maio
A RTP confirmou, em conferência de imprensa, que o Parque das Nações em Lisboa, receberá o Festival Eurovisão de 2018 e que o Terreiro do Paço estará reservado durante duas semanas.
Momentos depois do anúncio de Lisboa como sede do Festival Eurovisão 2018, a RTP, em conferência de imprensa, avançou que o Parque das Nações receberá a competição, aproveitando-se as infraestruturas existentes.
O presidente da RTP, Gonçalo Reis, avançou que a Câmara Municipal de Lisboa cedeu a Praça do Comércio, vulgarmente conhecida como Terreiro do Paço, durante as duas semanas do Festival, mais concretamente de 29 de abril a 13 de maio de 2018. Sem adiantar pormenores sobre o que irá decorrer naquele espaço, podemos concluir que pelo histórico das edições anteriores deverá ser instalada na praça a "Eurovision Village", com stands de promoção nacional e internacional, bem como organizada a cerimónia de abertura e o "red carpet".
O responsável máximo da RTP afirmou que a escolha de Lisboa para acolher a Eurovisão 2018 "foi feita com toda a responsabilidade e validada pela UER/EBU". Lisboa "oferece toda uma série de valências", recordou, fazendo questão de explicar que "iremos aproveitar as estruturas já existentes". Falando de orçamento, Gonçalo Reis informou que este será dividido pela Câmara de Lisboa e Turismo de Portugal. O orçamento dos espectáculos, em si, será da responsabilidade da RTP "que estará concluído no final do ano, tal como foi acertado com a UER".
Em jeito de conclusão, o presidente da RTP afirmou que a programação das áreas culturais, de rádio e antenas internacionais da televisão pública não serão afetadas negativamente pelos investimentos na Eurovisão. "A Eurovisão é uma grande oportunidade para Portugal, para Lisboa, para as indústrias musicais e do entretenimento", concluiu.
Jean Philippe, representante da European Broadcast Union (EBU/UER) presente na conferência, tomou a palavra, destacando a oportunidade do Festival Eurovisão rumar a Portugal, enaltecendo o apoio que será dado à emissora anfitriã e à cidade de Lisboa.
Daniel Deusdado, por sua vez, recordou a decisão de não realizar o Festival da Canção em 2016, destacando a aposta em "canções livres de fórmulas" e recordando que a vitória de Salvador Sobral em 2017 conseguiu mudar o rumo do Festival Eurovisão. A organização do Festival Eurovisão 2018 é um "motivo de orgulho para a RTP", sendo o "maior evento tecnológico realizado na Europa e no mundo", perdendo em audiências apenas para a Liga dos Campeões e para as Finais dos Campeonatos de Futebol.
O presidente da RTP, Gonçalo Reis, avançou que a Câmara Municipal de Lisboa cedeu a Praça do Comércio, vulgarmente conhecida como Terreiro do Paço, durante as duas semanas do Festival, mais concretamente de 29 de abril a 13 de maio de 2018. Sem adiantar pormenores sobre o que irá decorrer naquele espaço, podemos concluir que pelo histórico das edições anteriores deverá ser instalada na praça a "Eurovision Village", com stands de promoção nacional e internacional, bem como organizada a cerimónia de abertura e o "red carpet".
O responsável máximo da RTP afirmou que a escolha de Lisboa para acolher a Eurovisão 2018 "foi feita com toda a responsabilidade e validada pela UER/EBU". Lisboa "oferece toda uma série de valências", recordou, fazendo questão de explicar que "iremos aproveitar as estruturas já existentes". Falando de orçamento, Gonçalo Reis informou que este será dividido pela Câmara de Lisboa e Turismo de Portugal. O orçamento dos espectáculos, em si, será da responsabilidade da RTP "que estará concluído no final do ano, tal como foi acertado com a UER".
Em jeito de conclusão, o presidente da RTP afirmou que a programação das áreas culturais, de rádio e antenas internacionais da televisão pública não serão afetadas negativamente pelos investimentos na Eurovisão. "A Eurovisão é uma grande oportunidade para Portugal, para Lisboa, para as indústrias musicais e do entretenimento", concluiu.
Jean Philippe, representante da European Broadcast Union (EBU/UER) presente na conferência, tomou a palavra, destacando a oportunidade do Festival Eurovisão rumar a Portugal, enaltecendo o apoio que será dado à emissora anfitriã e à cidade de Lisboa.
Daniel Deusdado, por sua vez, recordou a decisão de não realizar o Festival da Canção em 2016, destacando a aposta em "canções livres de fórmulas" e recordando que a vitória de Salvador Sobral em 2017 conseguiu mudar o rumo do Festival Eurovisão. A organização do Festival Eurovisão 2018 é um "motivo de orgulho para a RTP", sendo o "maior evento tecnológico realizado na Europa e no mundo", perdendo em audiências apenas para a Liga dos Campeões e para as Finais dos Campeonatos de Futebol.
Por fim, Fernando Medina, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, enalteceu a importância do dia de hoje para a cidade de Lisboa, congratulando a RTP pela aposta na cidade de Guimarães para o Festival da Canção de 2018. O impacto económico com a organização do certame internacional foi outra das razões para o interesse do Município, além da oportunidade de mostrar a capacidade de Lisboa e de Portugal na organização de um evento deste nível de entretenimento e indústria audiovisual. O autarca terminou a sua intervenção referindo que "Lisboa é a capital de um país aberto, tolerante e cosmopolita", mostrando-se ansioso por receber os milhares de pessoas que rumarão a Lisboa em finais de abril e inícios de maio.
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