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ESC2018
Ola Melzig
Portugal
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ESC2018: Ola Melzig fala da organização portuguesa da Eurovisão
Ola Melzig, um dos produtores do Eurovision Song Contest 2018, falou numa entrevista de como é trabalhar com portugueses no evento.
Foi em entrevista ao Diário de Notícias que Ola Melzig, produtor da Eurovisão 2018, falou da organização do concurso europeu em terras portuguesas. O sueco revelou que "desde o primeiro segundo, a RTP pediu que tudo fosse o mais local possível. O que nós preferimos, porque é um espetáculo português". Afirmou ainda que os portugueses "talvez não sejam as melhores pessoas para aparecer a horas numa reunião (risos). A nossa experiência tem sido muito agradável. São muito amigáveis e abertas, generosas".
Pode ler a entrevista completa AQUI.
Fonte e Imagem: DN
ESC2009
ESC2017
Ola Melzig
Rússia
Suécia
Ola Melzig, chefe de produção do Festival Eurovisão 2017, falou recentemente sobre os preparativos do concurso em Kiev, revelando as más recordações de Moscovo: "Eu nem sei se posso falar disso... mas a edição na Rússia foi horrível".
Ola Melzig: "A pior edição do Festival Eurovisão em que trabalhei foi a de Moscovo"
Ola Melzig, chefe de produção do Festival Eurovisão 2017, falou recentemente sobre os preparativos do concurso em Kiev, revelando as más recordações de Moscovo: "Eu nem sei se posso falar disso... mas a edição na Rússia foi horrível".
O chefe da produção do Festival Eurovisão 2017, Ola Melzig, falou recentemente sobre os preparativos do Festival Eurovisão 2017. Envolvido na produção do concurso desde 2000, Melzig é considerado por muitos como o responsável pelo sucesso do evento nos últimos anos.
Sobre o Festival Eurovisão 2017, Melzig afirmou que "o trabalho está intenso e há necessidade de fazer muitas coisas ao mesmo tempo.", realçando uma das principais dificuldades dos trabalhos: "trabalhar com uma grande equipa de ucranianos e estrangeiros faz com que haja documentos à espera de tradução... mas no final tudo vai correr bem: este é o espírito da competição. Há um calendário apertado, mas tudo é possível e não há qualquer perigo".
A residir em Kiev desde janeiro para acompanhar os trabalhos, Melzig confessa que a produção está atrasada em seis meses: "Vamos trabalhar muito rapidamente. O facto é que na Eurovisão precisamos de trabalhar estrategicamente. Já existe um esquema e cronograma desenvolvido há muito tempo e testado ao longo dos anos. (...) Na Suécia acontece isso: temos tudo planeado numa folha de Excel! Na segunda isto, na terça aquilo... em agosto aquilo... Os suecos gostam muito de planear e calcular cada passo com bastante antecedência. São incrivelmente democráticos (...) Além disso, quando se planeia a longo prazo, não se apressam em decisões.".
Esta é a 13.ª edição do Festival Eurovisão em que Ola Melzig está envolvido e recorda a edição de 2005: "As coisas não mudaram em termos de pessoas e comportamentos, mas a Ucrânia aproximou-se do Ocidente nos 12 anos seguintes a terem organizado o evento".
Contudo, quando questionado sobre a pior edição em que já trabalhou, a resposta foi imediata: "A da Rússia! É muito difícil trabalhar com os russos... Eu sem sei se posso falar sobre isso... mas na Rússia foi realmente horrível. Não há respeito pelas outras pessoas. Fomos fazer um concurso e eles trataram-nos com m*rda. Nós já pensávamos dizer: «Rapazes, estamos a tentar salvar o vosso país e fazer um bom programa. Podem ao menos alimentar-nos e dar-nos água?». Para resolver problemas era um martírio: os altos cargos comportavam-se arrogantemente... Alguns amigos meus estavam a trabalhar nos Jogos Olímpicos em Sochi e disseram exatamente as mesmas coisas sobre os russos."
Fonte: Oikotimes/ Imagem/Vídeo: eurovision.tv
EBU/UER
ESC2016
Ola Melzig
SVT
TPi Awards
ESC2016: Festival Eurovisão 2016 nomeado para os TPi Awards
O Festival Eurovisão 2016 está nomeado na categoria de produção ao vivo dos TPi Awards 2017, considerado como o principal evento de networking para a indústria de produção ao vivo. Os resultados são revelados a 27 de fevereiro.
Depois da vitória no Rose D'Or e do Crystal Award, o Festival Eurovisão 2016 pode ganhar mais um importante galardão mundial. O evento produzido pela SVT está nomeado nos TPi Awards 2017, prémios atribuídos desde 2002 e que são considerados como o principal evento de networking para a indústria de produção ao vivo, em especial na categoria de Melhor Produção ao Vivo.
TPi Awards 2017 - Melhor Produção ao Vivo
AC/DC – Rock or Bust World Tour
Adele – Live 2016
Beyonce – Formation World Tour
Coldplay – A Head Full of Dreams World Tour
Eurovision Song Contest 2016
Muse – The Drones World Tour 2016
Ola Melzig, produtor do Festival Eurovisão 2016, também está nomeado para o prémio TPi na categoria de Produtor do Ano. Quando a lista foi anunciada, Ola garantiu que "O Festival Eurovisão em Estocolmo foi, em muitos aspetos, um sonho para mim. Ele completou uma incrível aventura de 12 produções no ESC e de 4 no JESC desde a minha estreia no Globen em 2000".
Além disso, Ola afirma que "Tivemos uma equipa unida muito cedo e com bastante tempo para trabalharmos nas propostas. Os resultados dos esforços foram claros nas três transmissões. Foram sete horas de televisão da mais alta qualidade, onde não houve qualquer momento de tédio. Foram horas de grande ação e foi incrível: não há maneira de fazer melhor televisão. Eu nunca vi melhor", tendo-se manifestado satisfeito com as nomeações: "Estou tão agradecido por ter feito parte desta equipa! E agora ainda mais entusiasmado com as nomeações":
Aceda AQUI a mais pormenores sobre os prémios.
Fonte e Imagem: eurovision.tv
EBU/UER
ESC2016
Ola Melzig
ESC2016: Ola Melzig explica a escolha da Globen Arena
Ola Melzig, diretor técnico da última edição do Festival Eurovisão, revelou recentemente algumas curiosidades da produção do evento, defendendo o uso de estádios mais pequenos para "não se perder a intimidade com o artista".
Nos últimos anos, o emergente processo de pré-produção criativa e técnica têm marcado o Festival Eurovisão, sendo objeto de estudo para a indústria audiovisual um pouco por todo o Mundo. Ola Melzig, diretor técnico das últimas edições do evento europeu, foi convidado pela empresa americana Live Design para uma conferência onde falou sobre o concurso, revelando alguns detalhes sobre as últimas edições do mesmo.
A escolha da arena anfitriã foi um dos primeiros tópicos a ser abordado. Segundo o técnico, a Globen Arena, arena-sede em 2000, primeiro ano em que trabalhou no certame, e em 2016, foi a primeira escolha para a edição de 2013, mas não recebeu a competição por estar ocupada com o Campeonato Mundial de Hóquei do Gelo. No entanto, Ola Melzig defende que o tamanho do complexo é muito importante para o programa: "Não escolhemos a Tele2 Arena porque quanto maior é o estádio, mais díficil é controlar certos aspetos da produção e das câmaras. Se utilizas um estádio pequeno e jogas bem com as câmaras, podes fazer parecer a maior arena do mundo" afirmou, deixando críticas às produções de 2009 e 2012: "Perde-se muito com a utilização de um estádio grande, especialmente a intimidade com o artista. Em Baku, por exemplo, os cantores perdiam-se nos grandes planos e o mesmo aconteceu em Moscovo".
A dificuldade de ter a casa completa nas semifinais é outra das razões que Ola Melzig aponta para a escolha de arenas com capacidade mais reduzida: "Temos de pensar nos benefícios do espetáculo. As semifinais nunca enchem por completo ao contrário da final... No somatório de tudo não rentabilizas o espaço" completando com "a níveis de planos, oferecer um estádio com capacidade de 30 mil pessoas e apresentar 10 mil fica muito mal. Esta foi outra das razões porque não escolhemos a Tele2 Arena".
Fonte: eurovision-spain / Imagem: eurovision.tv
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