José António Saraiva, diretor do jornal SOL, criticou Conchita Wurst num recente artigo de opinião publicado no mesmo jornal. Para o arquiteto, Conchita é uma figura grotesca.
O diretor do jornal SOL criticou Conchita Wurst, vencedora do ESC2014, num recente artigo de opinião publicado neste mesmo jornal. O artigo, intitulado As referências estão a desaparecer?, debruça-se sobre o facto das sociedades modernas estarem a perder as suas referências, conceitos, balizas e regras de conduta.
Segundo José António Saraiva, as pessoas começaram a questionar o óbvio: por que razão não poderei andar roto? Por que terei de andar com a fralda da camisa dentro das calças?, etc. E destas questões sem importância passa-se para um nível superior: por que é que dois homens ou duas mulheres não podem casar-se? Por que é que as drogas não hão-de vender-se nas lojas?. Para o autor, Conchita Wurst é uma figura grotesca que nos baralha todas as referências - e a intenção seria mesmo essa: baralhar-nos, confundir-nos.
Em resposta ao artigo de opinião publicado no SOL, Pedro Dias, sócio-gerente da discoteca Trumps e responsável pela vinda de Conchita Wusrt a Portugal, desafiou publicamente José António Saraiva para um frente-a-frente com a cantora: tenho o prazer de convidar o Senhor Arquitecto José António Saraiva, autor do editorial acima, para entrevistar esta figura "grotesca" no seu entender, ímpar no mundo do espectáculo, que já foi recebida pelas mais diversas entidades de calibre internacional, como por exemplo o Secretário-Geral da Nações Unidas, só para dar um exemplo.
Pode ler o artigo de opinião de José António Saraiva AQUI.
Fonte e Imagem: SOL
