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EBU/UER
Edoardo Grassi
ESC2018
França
Frank-Dieter Freiling
Grupo de Referência
Jon Ola Sand
Lisboa
Martin Österdahl
EBU/UER: Edoardo Grassi entra no Grupo de Referência do Festival Eurovisão
Edoardo Grassi, chefe de delegação de França, é o mais recente elemento do Grupo de Referência do Festival Eurovisão que esteve reunido em Lisboa durante o dia de ontem, 6 de novembro.
Através do site oficial, a União Europeia de Radiodifusão (EBU/UER) revelou que Edoardo Grassi, chefe de delegação de França desde 2015, é o mais recente membro do Grupo de Referência do Festival Eurovisão. Criado em 1998, o Grupo de Referência supervisiona o desenvolvimento e o futuro do formato do concurso, bem como o financiamento, a marca e a preparação do concurso do ano seguinte.
O grupo reúne-se quatro a cinco vezes por ano, sendo constituído por Frank-Deiter Freiling (presidente do Grupo de Referência desde 2009, é um membro neutro visto não ter nenhum vínculo com uma emissora envolvida no certame), Jon Ola Sand (representante da EBU/UER no grupo, sendo Supervisor Executivo do concurso desde 2011; anteriormente foi o produtor executivo do ESC2010 e chefe de delegação da Noruega entre 1998 e 2005), Martin Österdahl (produtor executivo do Festival Eurovisão 2016), Aleksandr Radic (membro eleito; membro da delegação da Eslovénia há vários anos), Emilie Sickinghe (membro eleito; chefe de delegação da Holanda), Nicola Caligiore (membro eleito; chefe de delegação da Itália), Jan Langermand Ludme (chefe de delegação da Dinamarca) e Edoardo Grassi (chefe de delegação de França).
Além da imagem partilhada no site oficial da EBU/UER, tirada momento após o encontro do Grupo de Referência na sede da RTP, em Chelas, o chefe de delegação de Itália, Nicola Caligiore, partilhou, nas redes sociais, algumas imagens da sua passagem pela capital portuguesa:
Fonte: EBU/ Imagem: EBU/Instagram
ChannelOne
EBU/UER
Frank-Dieter Freiling
NTU
Rússia
Ucrânia
ESC2017: Sanções à Ucrânia e Rússia serão discutidas este mês
A European Broadcasting Union discute este mês as sanções que vai aplicar contra a Ucrânia e a Rússia, devido ao caso Julia Samoylova.
Foi o principal caso que marcou as semanas anteriores ao Festival da Eurovisão 2017. As autoridades ucranianas descobriram que Julia Samoylova, representante russa no evento europeu, entrou na Crimeia sem pedir autorização, reconhecendo assim a soberania russa sobre a península. Devido a esta investigação, a cantora foi impedida de entrar na Ucrânia. A UER tentou encontrar uma situação para o caso, oferecendo a possibilidade de Julia Samoylova cantar via satélite. Russos e ucranianos rejeitaram todas as possibilidades e o ChannelOne acabou por decidir retirar-se da Eurovisão.
A União Europeia de Radiodifusão vai agora discutir as sanções que vai impor a estes países por terem desrespeitado as normas do concurso. A reunião ocorrerá a 12 de junho, um dia antes do primeiro encontro entre a entidade europeia e a RTP para discutir a Eurovisão 2018. Os dois países podem ser sancionados com apenas uma multa ou, no pior dos casos, serem impossibilitados de participar durante alguns anos.
Fonte: esctoday / Imagem: ZDF / Vídeo: eurovision.tv
EBU/UER
ESC2017
ESC2018
Frank-Dieter Freiling
ESC2018: UER estará mais envolvida na organização da Eurovisão
O chefe do Grupo de Referência da EBU/UER afirmou que quer ver um concurso público para selecionar a cidade anfitriã do Eurovision Song Contest 2018.
Depois de este ano a Ucrânia ter tido vários problemas com a organização do Festival da Eurovisão, a União Europeia de Radiodifusão decidiu que a partir de agora estará mais envolvida no processo. O início das preparações para a Eurovisão 2017 foi atribulado, com vários adiamentos na escolha da cidade anfitriã. O concurso ficou ainda marcado pela recusa das autoridades ucranianas em deixarem Julia Samoylova, representante russa, entrar no país.
Frank-Dieter Freiling, chefe do Grupo de Referência da UER, afirmou que "isto é uma consequência deste Festival Eurovisão da Canção: a UER estará mais envolvida nas preparações para a Eurovisão". Freiling disse ainda que quando os países aceitam participar no concurso concordam com a organização em caso de vitória e isso é um princípio que não deve ser alterado.
Sobre a Eurovisão 2018, em Portugal, Frank-Dieter Freiling afirmou que quer ver um concurso público para selecionar a cidade anfitriã do evento, apesar de saber que Lisboa será muito provavelmente a escolhida.
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Fonte: eurovoix / Imagem: Eurovision.tv
Austrália
BIG5
EBU/UER
Frank-Dieter Freiling
Chefe do Grupo de Referência discute os BIG5, Austrália e futuros participantes
Frank-Dieter Freiling, chefe do grupo de referência da EBU/UER falou, numa entrevista, sobre os BIG5, a participação da Austrália e futuros participantes do Eurovision Song Contest.
Foi em entrevista ao Der Tagesspiegel, jornal alemão, que Frank-Dieter Freiling falou sobre alguns dos tópicos mais discutidos no universo da Eurovisão. Sobre os BIG5, países que se qualificam diretamente para a grande final da Eurovisão todos os anos, Freiling afirmou que "a sua origem está relacionada com o facto de ser necessário refinanciar o concurso. Os 5 maiores países ocidentais europeus são desproporcionalmente os maiores participantes no televoto e no respetivo pagamento pelas operadoras de telecomunicações nacionais. Certamente, este aspeto terá de ser revisto uma e outra vez sobre a sua duração e justificação mas, neste momento, esta regra faz sentido, também do ponto de vista dos outros participantes, que a apoiam".
A Eurovisão 2017 não deverá trazer nenhuma grande novidade, depois da introdução do novo sistema de votação em 2016. Sobre a participação da Austrália no concurso europeu, Frank-Dieter Freiling defendeu a sua participação dizendo que "a Austrália tem enriquecido artisticamente a Eurovisão. A grande qualidade dos intérpretes australianos tem servido como um incentivo para os outros países continuarem o seu desenvolvimento artístico. É também claro o quanto a Austrália partilha das visões da Eurovisão e o quão estão interessados no evento. O que já demos no passado como justificação aplica-se novamente. Durante décadas, a Austrália viu as performances eurovisivas pela manhã e, apesar de estar localizada do outro lado do mundo, vê-se como parte da história e cultura europeia através dos diversos grupos étnicos australianos".
Em relação a um possível alargamento dos possíveis participantes no Festival da Eurovisão, o chefe do grupo de referência da UER disse haver vários países interessados mas, que nenhum deles se juntará ao concurso sem mostrar que realmente se importa com ele e que partilha dos valores de diversidade e inclusão, tão característicos da Eurovisão.
Fonte: eurovoix / Imagem: google
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