Mostrar mensagens com a etiqueta Daniel Deusdado. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Daniel Deusdado. Mostrar todas as mensagens

Daniel Deusdado: "A RTP está tranquila em relação à canção da Isaura"


Daniel Deusdado, diretor de programas da RTP, garante que não existirá qualquer investigação ao tema vencedor do Festival da Canção: "Não há nenhum indício de que a música não seja um original".

Portugal: Daniel Deusdado abandona direção de programas da RTP

Daniel Deusado, diretor de programas da RTP, abandonará o cargo no final do mês de março. A saída de Daniel Deusdado segue-se à de Nuno Artur Silva e Cristina Vaz Tomé da administração da RTP.

Daniel Deusdado: "Percebi o erro, mas não havia tempo de recontar tudo"


Daniel Deusdado, diretor de programas da RTP1, percebeu antes do final do programa que tinha sido cometido um erro no apuramento das canções finalistas: "Como é o momento final, não conseguimos perceber imediatamente tudo".

ESC2018: RTP revela detalhes sobre o Festival Eurovisão 2018


Daniel Deusdado, diretor de programas da RTP, revelou alguns pormenores sobre a organização do Festival Eurovisão 2018. Por outro lado, Carla Bugalho, produtora executiva adjunta, confirmou a participação de 43 países em Lisboa.

O programa A Voz do Cidadão, transmitido esta tarde pela RTP1, foi totalmente dedicado à organização do Festival da Canção 2018 e do Festival Eurovisão 2018. Daniel Deusdado, diretor de programas da emissora nacional, revelou que a administração não tenciona cortar valores na grelha de programação devido à organização do evento internacional: "A administração já disse que tentará fazer o mais barato Festival da Eurovisão dos últimos anos (...) também já foi dito às equipas que planeiam o orçamento para 2018 que o valor importado às grelhas de programas não será afetado pela Eurovisão... mas são previsões. A determinação da equipa que está a gerir é jogar com este equilíbrio.".

Questionado sobre os custos da organização, o diretor de programas revelou que "a Eurovisão enquanto organismo traz 5 milhões de receitas e Lisboa contribui com o local do evento e outras funcionalidades", destacando também a contribuição do Turismo de Portugal e os fundos oriundos das receitas publicitárias. Contudo, "o orçamento só será finalizado no final do ano".

Gonçalo Madaíl, subdiretor da RTP1, respondeu a um dos leitores sobre o sistema de voluntários, garantindo que existirá um programa para o Festival Eurovisão 2018: "Um projeto como este requer a participação de muitos voluntários a vários níveis com alguns requisitos, como o dominío da língua inglesa (...) Nesta fase não está previsto o modelo, mas será comunicado em breve". Por outro lado, Nuno Galopim, consultor da RTP para o Festival da Canção, falou sobre as diferenças entre o processo de seleção dos compositores para o FC2017 e para o FC2018, garantindo que "foi aumentado o espectro" com o aumento do número de participações.


Por fim, Carla Bugalho, produtora executiva adjunta do evento, garantiu que o processo está numa "fase de preparação", destacando o facto da "timeline estar definida e estabilizada (...) estamos numa fase de identificação de recursos, fornecedores e pessoas através de concursos e contratações". Além disso, a chefe de delegação de Portugal destacou a "presença de 43 países em Lisboa", enquanto Daniel Deusdado revelou que as "comitivas gravarão os postcards em diversos sítios de Portugal", iniciativa a cargo do Turismo de Portugal.

Esta e outras notícias também no nosso FacebookTwitter e Instagram. Visite já!
Fonte: RTP / Imagem: RTP / Vídeo: RTP

[ENTREVISTA] Daniel Deusdado: “A organização do Festival Eurovisão está a correr otimamente”

À margem da realização da final nacional para o Festival Eurovisão Júnior 2017, o diretor de programas da RTP1 falou-nos desta nova aposta no festival dos mais jovens, mas também do Festival da Canção e da Eurovisão. 


Após o fecho do programa “Juniores de Portugal” na passada quinta-feira no Centro de Produção da RTP em Vila Nova de Gaia, o diretor de programas da RTP1, Daniel Deusdado falou-nos deste regresso à Eurovisão dos mais pequenos, 10 anos depois da última participação. “Esta foi uma ótima edição que parte de um principio que é a revalorização da marca Eurovisão em Portugal”, afirmou em conversa com o ESCPORTUGAL. “A vitória do Salvador na Eurovisão “dos adultos” – recordou - permite que os formatos Eurovisão tenham hoje uma outra atenção que não tinham até aqui. Até aqui, o que era 'cool', o que era moderno, era estar nos 'talent shows'. A partir do momento que o Salvador ganha, abre-se uma nova janela com uma importância extrema. Por isso, é possível pegar no Júnior e dar-lhe força”.

Em resposta à nossa questão, Daniel Deusdado garantiu não haver qualquer compromisso ou obrigação por parte da RTP em participar também no Júnior, depois da vitória portuguesa no outro concurso. “Foi uma atitude simpática da nossa parte, digamos assim, no contexto do nosso envolvimento com a EBU que é organizar o evento tão gigantesco que é o Eurovision Lisbon. Mas não tínhamos nenhum compromisso ou obrigação”. A participação da RTP no Júnior pode, pois, voltar a acontecer no próximo ano.

O “Juniores de Portugal” que serviu de seleção nacional para a Eurovisão Júnior 2017, decorreu no Centro de Produção da RTP na região do Porto. “Fazer esta edição no Porto teve a ver com a gestão dos recursos disponíveis”, sublinhou Deusdado. “Este estúdio do ‘Praça’ é muito interessante. Quando o criámos há quase três anos foi com o sentido de o utilizar para outros eventos. Com alguma iluminação e pequenos truques de 'decor' não nos obriga a construir cenário a cenário para todos os eventos”.



O mesmo sentido de descentralização irá acontecer, como sabemos, com a final do Festival RTP da Canção a 4 de março de 2018 em Guimarães. “A RTP comprova que é possível fazer bem em diferentes espaços pelo país”. Daniel Deusdado tem uma intervenção ativa na criação do programa – “a equipa do Festival é comum à equipa da RTP1” – sendo que a trave mestra do evento se mantém da edição passada: “A nossa equipa, que é uma equipa comum da RTP1, pensa na música e foi à procura de talento. Sempre com base nos compositores e depois estes convidam os intérpretes. Temos muito talento em Portugal e isso vai ficar de novo demonstrado”.

Por fim, o ESCPORTUGAL falou com Daniel Deusdado sobre a grande empreitada que é a construção do Festival Eurovisão da Canção, que irá decorrer em maio de 2018 em Lisboa. “A organização do Festival Eurovisão está a correr otimamente”, garante este responsável. “Portugal é um país e a RTP é uma estação que tem tradição em organizar bem eventos”. A equipa de produção está a trabalhar desde maio passado. “O núcleo duro está a trabalhar, é português, tendo sido necessário reforçá-lo com alguns elementos que fazem a ponte com a história e o formato Eurovision. Aquilo que as pessoas correm o risco de não compreender – faz questão de esclarecer - é que o Eurovision é um formato televisivo. Por exemplo, quando fazemos o ‘The Voice’ fazemo-lo sob um formato. O Eurovision é também um formato! Não podemos fazê-lo totalmente à nossa maneira. Existe um caderno de encargos e terá de haver pontes de ligação. Há um grande know-how português, que a Eurovisão já elogiou e está a acompanhar. E há elementos de fora que vêm fazer a ponte com as anteriores produções”.

O calendário está a ser cumprido, esperando-se para breve novos anúncios, nomeadamente datas para a venda de bilhetes e abertura da fase de candidaturas para voluntários.


Esta e outras notícias também no nosso FacebookTwitter e Instagram. Visite já!
Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: RTP / Vídeo: YOUTUBE

Portugal: "O Festival da Canção é uma peça fundamental na estratégia ampla da RTP"


Gonçalo Madaíl, Nuno Artur Silva, Rui Pêgo e Daniel Deusdado receberam, esta tarde, os 26 compositores participantes no Festival da Canção 2018 na sede da RTP.

Depois de revelados os compositores participantes no Festival da Canção 2018, como pode recordar AQUI, a RTP recebeu, na sua sede em Lisboa, os concorrentes na próxima edição do certame nacional. Nuno Artur Silva, da administração da RTP, deu as boas-vindas aos compositores, tendo recordado a conversa que teve na reunião da edição passada: "O nosso esforço é fazer com que a variedade, a riqueza da música pop portuguesa esteja no festival. Porque isto, muito para além de uma competição, é uma mostra da vitalidade da música portuguesa. Se a RTP puder contribuir nas suas três valências – rádio, televisão e multimédia – para essa promoção, melhor.". 

Nuno Artur Silva foi mais longe e garantiu que a missão do serviço público continua a ser dar lugar para a expressão total da diversidade que faz a força da música nacional, garantindo a sua genuinidade: "O Festival da Canção é uma peça fundamental na estratégia ampla da RTP de dar lugar à música em Portugal". Além disso, o representante da Administração da RTP confirmou a presença de Henrique Amaro e Nuno Galopim na equipa diretiva do certame, repetindo as participações da edição passada.

Subdiretor de programas da RTP1 e diretor da RTP Memória, Gonçalo Madaíl, recordou a todos os presentes o caminho feito por Salvador Sobral desde o Festival até à vitória em Kiev, com apoio, conselho e entusiasmo da equipa RTP: "Apesar de muitos conselhos e ideias externas, o que nos limitámos a fazer foi a promover a integridade artística da atuação do Salvador. Não quisemos que todo o aparato da Eurovisão corrompesse a simplicidade da performance que tinha funcionado cá (…) O Festival da edição passada foi carregado de ética e civismo.".

Recordando o episódio em torno de Nuno Markl, Gonçalo Madaíl realçou o espírito de camaradagem entre os 16 compositores a concurso no Festival da Canção 2017: "O grupo sempre se mostrou respeitoso e curioso sobre o trabalho alheio e foi com eles e por causa deles que se conseguiu criar um Festival da Canção memorável. (...) Criámos uma fábrica de conchas e depois apareceu a pérola".

Esta e outras notícias também no nosso FacebookTwitter e Instagram. Visite já!
Fonte e Imagem: RTP

The Voice Portugal: RTP comprou nova temporada do formato para 2018


A poucos dias da estreia da 5.ª temporada do The Voice Portugal, a RTP confirmou a compra de mais uma temporada do programa que deverá ser transmitida em 2018.

O maior sucesso de entretenimento da RTP nos últimos anos, o The Voice Portugal, deverá continuar em antena até ao final de 2018. A informação é avançada por Daniel Deusdado, diretor de programas da RTP1, que confirmou a compra de duas temporadas do talent show: "O 'The Voice' tem uma impressionante legião de seguidores e, por essa razão, fechámos contrato para mais duas temporadas [a emitir em 2017 e 2018]".

A quinta temporada do formato estreia a 10 de setembro, como pode recordar AQUI, voltando a contar com os mentores Mickael Carreira, Marisa Liz, Anselmo Ralph e Aurea e estando a apresentação a cargo de Catarina Furtado e Vasco Palmeirim. A sexta edição, em 2018, também deverá regressar à antena da televisão pública no segundo semestre.

Em 2014, a RTP pagou mais de 2,1 milhões de euros à Shine Iberia por uma temporada do programa, sendo que ao valor acresceu os 250 mil euros pelos after shows, 30 mil pela produção dos diários e 146 mil pela gravação do especial de final de ano.

De realçar que Rui Drumond, Deolinda Kizimba e Fernando Daniel, vencedores da segunda, terceira e quarta temporadas do The Voice Portugal, respetivamente, estiveram a concurso na última edição do Festival da Canção. Rui Drumond defendeu "O Teu Melhor", de Héber Marques, tendo sido afastado na semifinal do certame, onde terminou em sétimo lugar, enquanto Deolinda Kizimba interpretou "O que eu vi nos meus sonhos", de Rita Redshoes, conseguindo a 8.ª posição na Grande Final. Por outro lado, Fernando Daniel defendeu "Poema a Dois", composto por Nuno Feist, tendo terminado em 5.º lugar na Grande Final do certame, que contou com a participação de David Gomes, Beatriz Felício ('Beea') e Pedro Gonçalves, antigos participantes no talent show.








Esta e outras notícias também no nosso FacebookTwitter e Instagram. Visite já!
Fonte: CM /Imagem/Vídeo: RTP

Portugal: Voz do Cidadão dedicado ao Festival da Canção 2017

O programa Voz do Cidadão voltou a ser dedicado ao Festival da Canção mas, desta vez, num tom muito mais positivo do que em emissões anteriores.


O Voz do Cidadão, programa do provedor do telespectador da RTP, voltou a ser dedicado ao Festival da Canção. Jorge Wemans, o novo provedor começou por dizer que "a televisão pública escolheu um novo formato e investiu recursos muito consideráveis na concretização do novo festival". No programa foram abordados vários temas, como as redes sociais, a permissão de cantar em inglês e o novo formato da final nacional portuguesa.

Jorge Wemans revelou que a RTP recebeu várias queixas sobre a permissão de cantar em inglês. "Uns sugerem uma canção em inglês para a Eurovisão. Outros reclamam do facto de concorrentes terem cantado em línguas que não o português", disse. A transmissão em horário tardio e o facto de só se poder votar através de chamadas de valor acrescentado foram também algumas das críticas que chegaram.

O provedor recordou ainda que "amado e odiado. o Festival da Canção foi retirado das grelhas da RTP por várias vezes. A última das quais em 2016, porque a crise obriga a redefinir a programação e as audiências das edições anteriores não ajudam. Entretanto o Festival RTP da Canção regressa em 2017 reinventado, com um novo formato, mas, ainda assim, longe do unanimismo que o rodeava em tempos que já lá vão".

Nuno Galopim, assessor da RTP para o Festival da Canção, defendeu o novo modelo usado. "Resolvemos endossar convites a compositores, e a compositores que representassem várias linhas de criação na área da atual canção popular portuguesa. Várias gerações, vários géneros musicais, várias tipologias, para que houvesse diversidade. E eu creio que conseguimos ter isso nas 16 canções e, felizmente, a votação nas duas semifinais fez com que a final acabasse por refletir também esse sentido de diversidade", afirmou. 

Daniel Deusdado, diretor de programas do canal público, foi também uma das caras convidadas para falar no programa. Deusdado afirmou que "a nossa ideia inicial era a de voltar a trazer a canção portuguesa e os compositores portugueses para um espetáculo de grande qualidade, e eu creio que isso ficou conseguido. Quer nas meias-finais quer na final. Pensámos em fazê-lo a partir dos compositores, e só depois dos intérpretes. E fomos aos melhores compositores, alguns quiseram vir outros não quiseram, e foi a eles que sugerimos uma música que nos pudesse representar na Eurovisão e que fossem eles a escolher as pessoas para cantar".

Joana Martins, gestora de redes sociais da RTP, falou da recetividade do tema vencedor. "As pessoas insurgiram-se muito contra aquela música [Amar Pelos Dois] porque era muito parada, não tinha aquele espetáculo que esperavam levar para a Eurovisão. E no domingo, dia da primeira semifinal, tivemos muitos comentários negativos acerca da música do Salvador. Mas não foi só em relação à música, isso é que foi mais chocante. Foi em relação à persona do Salvador, à pessoa que ele é, ao intérprete que ele é, a forma como estava vestido, àquilo que ele podia significar. Houve comentários muito cruéis e que ultrapassarem largamente o canção ser boa ou ser má. Foram ataques pessoais. E em qualquer página do Facebook da RTP ataques pessoais não são aceitáveis", rematou. 

Em relação à permissão de cantar em qualquer língua, Daniel Deusdado afirmou que "quando fizemos o regulamento aceitamos músicas em português e em inglês, aliás na final estava uma das músicas em inglês, que curiosamente teve o terceiro lugar do voto do público. Há muita gente contra músicas em inglês, há pessoas que acham que só devia ser em inglês porque o objetivo é ir com uma canção para ganhar. O objetivo do Festival da Canção é escolher, por ano, a melhor canção que possa ser criada nesse ano em Portugal. Só depois é que, consequentemente, isto significa ir à Eurovisão. Nós vamos à Eurovisão com a nossa cultura, com aquilo que somos. Mas o facto de irmos em português não nos diminui, acrescenta-nos".

O televoto foi um dos temas mais quentes do programa. José Garcia, da OGAE Portugal, lembra que "este modelo do televoto, que é também o que é praticado na Eurovisão, é o que apela à participação do público. Claro que sendo uma chamada de valor acrescentado inclui custos para o votante. Isso pode ser contornado através de votação por APPs". No entanto, para Daniel Deusdado, "este sistema tem uma vantagem: ele permite que o voto seja calibrado e tenha uma máquina por trás a impedir que haja uma adulteração da vontade popular. Porque quando nós apostamos nesta fórmula, cada pessoa pensa duas vezes antes de gastar 60 cêntimos. Este sistema serve também para compensar o mecanismo de votação automático que é caro. Mas, além do mais, conseguimos criar uma barragem, que este sistema é tão perfeito, que qualquer pessoa não pode votar mais de 20 vezes por dia".

Por fim, falando da marca Festival da Canção, o diretor de programas da RTP volta a lembrar que "nós considerávamos fundamental que a marca Festival da Canção tivesse um novo fôlego, por isso o ano passado não o fizemos. Exatamente para questionar no fundo se vale a pena continuar esta marca, com o perfil que tem tido, em que muitas dos músicos em Portugal não se querem associar a ela? E esse momento de paragem foi essencial para obtermos uma massiva resposta que sim, vale a pena existir um festival da canções e de que as canções em Portugal são uma marca da nossa cultura".


Pode assistir ao programa AQUI.


Esta e outras notícias também no nosso Facebook e Twitter. Visite já!
Fonte e Imagem: RTP

[ENTREVISTA] Daniel Deusdado: "Em 2018 temos outro Festival da Canção"

O diretor de programas da RTP, Daniel Deusdado, confirmou no final do Festival da Canção 2017 que no próximo ano a televisão pública volta a organizar o Festival da Canção.


Após o fecho da 51.ª participação do Festival da Canção no Coliseu dos Recreios (ou 49.ª se não contarmos as seleções internas de 2003 e 2005), o diretor de programas da RTP, Daniel Deusdado, falou com os media acreditados para o evento, incluindo o ESCPORTUGAL, para garantir que para o próximo ano a RTP volta a organizar o Festival da Canção. "Estamos muito satisfeitos como correram as coisas este ano. Para o ano far-se-á novo Festival", garantiu o atual responsável máximo da programação RTP, que repetiu. "Em 2018 temos outro Festival da Canção e nossa participação na Eurovisão". Ficam, assim, desfeitas as dúvidas quanto à participação de Portugal na Eurovisão, depois dos interregnos recentes em 2013 e 2016.

O modelo de seleção, que passou pelo convite a 16 compositores portugueses, deverá manter-se. "Em princípio com os mesmos moldes, mas ainda é cedo para falar nisso. Depois de todo este processo - adiantou - vamos avaliar o modelo e decidiremos", concluiu. Para Daniel Deusdado, muito do sucesso do programa deveu-se ao impacto da internet. "A canção vencedora mostra a força das redes sociais e mostra o ciclo de viragem do Festival da Canção". 

Sobre os resultados que serão alcançados na Eurovisão, Daniel Deusdado não faz prognósticos. "Não temos ilusões. Essa é a segunda coisa mais importante; a primeira é a qualidade da música e essa já temos!"





Esta e outras notícias também no nosso Facebook e Twitter. Visite já!
Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: RTP / Vídeo: YOUTUBE


Portugal: RTP reage às criticas ao Festival da Canção

A RTP reagiu às criticas de que tem sido alvo, sobre o Festival da Canção. "Para nós está tudo bem", afirmou Daniel Deusdado.


"Para muitos dos compositores a Eurovisão não era o objetivo, mas antes ter esta oportunidade para mostrar mais da música portuguesa". Foi assim que o responsável da página de Facebook do Festival da Canção reagiu às críticas que se sucederam logo após o final da primeira semifinal deste ano. A mesma opinião é, agora, partilhada por Daniel Deusdado que não vê, assim, qualquer polémica em torno da frase escrita nas redes sociais.

Ao site A Televisão, o diretor de programas da RTP 1 justificou a sua posição: "As redes sociais incendeiam-se por qualquer coisa. Se tivéssemos dito o contrário, ou seja, que fizemos uma música para ganhar a Eurovisão, as pessoas depois diziam porque é que nós devemos ganhar a Eurovisão? Isto [Festival da Canção] devia ser para dar espaço à música portuguesa”. Acrescentou, também, que nunca é "fácil agradar toda a gente".

Motivo suficiente para afastar qualquer mau-estar em torno do Festival da Canção 2017. "Para nós está tudo bem. O objetivo é puxar pela música portuguesa […] Posso dizer que metade da floresta não ardeu", esclareceu.

A segunda semifinal do Festival da Canção vai para o ar no próximo domingo, às 21h30.

Esta e outras notícias também no nosso Facebook e Twitter. Visite já!
Fonte: aTelevisão / Imagem: RTP

Portugal: "Em 2017 vamos ter um Festival da Canção bem pensado e participação na Eurovisão"


O programa Voz do Cidadão, da RTP1, foi novamente dedicado à Eurovisão. O ESCPortugal esteve em grande destaque.


Da responsabilidade do provedor do telespectador, Jaime Fernandes, o programa Voz do Cidadão é exibido semanalmente através de diversos canais de televisão da RTP. Reflete o tratamento dos casos mais significativos em cada semana trazidos à apreciação do provedor pelos telespectadores.

O programa desta semana é dedicado à decisão da não transmissão do Festival Eurovisão (ESC2016), entretanto revogada. O provedor do telespetador começou por dizer que "o Festival da Canção tem perdido protagonismo ao longo dos anos" e que já foi alvo de análise neste programa, sendo que a maior parte das queixas reside na "falta de qualidade das cantigas". Jaime Fernandes reconheceu que o evento continua, no entanto, "a mobilizar uma adesão relevante" nas outras emissoras europeias.

O ESCPORTUGAL esteve em grande destaque ao longo de toda a emissão, tendo a página de facebook do maior site eurovisivo em português sido apresentada por diversas vezes. Um dos espetadores, que enviou uma queixa para a RTP, referiu que tomou conhecimento da decisão de não transmissão do ESC2016 pela "consulta dos sites de fãs". Também os administradores do ESCPORTUGAL, Nuno Carrilho e Nelson Costa, estiveram em destaque no programa, tendo Nuno Carrilho referido que a desculpa dada pela RTP para não participar no evento europeu não é convincente.

Depois de apresentadas as queixas dos telespetadores, foi dada a palavra a Daniel Deusdado, diretor de programas da RTP. Daniel Deusdado afirmou que "a RTP tem uma série de compromissos inadiáveis, como os Jogos Olímpicos e a Champions, e por isso teve de fazer uma reflexão importante sobre qual o Festival da Canção que queremos em Portugal". O diretor de programas disse ainda que a proposta para o FC2016 "não era consistente" e por isso a estação pública decidiu retirar-se do certame. 

Quanto à transmissão do Eurovision Song Contest 2016, Daniel Deusdado revelou que a RTP contactou a União Europeia de Radiodifusão pedindo "um preço especial para transmitir o certame pois existia esse interesse". A UER acedeu ao pedido português.

Daniel Deusdado terminou dizendo que "em 2017 vamos ter um Festival da Canção bem pensado e uma participação no Festival Eurovisão da Canção de 2017 para celebrar os 60 anos da RTP".




Aceda ao programa na íntegra AQUI.

Esta e outras notícias também no nosso Facebook e Twitter. Visite já!
Fonte: RTP; ESCPortugal / Imagem: ESCPortugal

RTP aposta em formatos importados em 2016

A nova direção de programas da RTP apresentou as suas grandes apostas para 2016 e eis que... não há surpresas!



O plano de atividades para 2016 é o primeiro a ser delineado pela equipa de Daniel Deusdado, diretor de conteúdos da RTP1, depois da saída de Hugo Andrade das mesmas funções. Sabendo-se que em 2016 não haverá Festival da Canção, nem qualquer outro programa que o substitua, ou até mesmo a participação da RTP no Festival Eurovisão, quisemos saber quais as apostas da estação pública para o ano que aí vem. A resposta chegou-nos via comunicados e conferências de imprensa organizadas pela RTP nas últimas semanas.

Depois da aposta da 3.ª edição do The Voice Portugal, o diretor de conteúdos da RTP1 já garantiu uma nova série para o último trimestre do ano.  "Em 2016, em vez de termos talent shows 52 semanas por ano, decidimos ter o The Voice Portugal no final do ano", revelou o responsável pela programação da estação pública ao Diário de Notícias. Por outro lado, uma 4.ª temporada do programa Got Talent Portugal deverá arrancar na Primavera, mas a RTP já a promove em diversas frentes. A próxima edição do concurso será apresentada por José Pedro Vasconcelos e Vanessa Oliveira.

Outro formato importado é o concurso The Big Picture, apresentado por Pedro Fernandes, cujos primeiros programas já foram gravados. A estreia deverá ocorrer nos primeiros dias de 2016.

A RTP também vai apostar em novas séries de ficção. A primeira a estrear será Terapia, ao que tudo indica a 4 de janeiro. Trata-se da versão portuguesa da série importada de Israel, BeTipul, sobre um terapeuta e seus diversos pacientes.

A televisão pública também adquiriu os direitos televisivos do Europeu de Futebol de 2016, que se disputará em França entre 10 de junho e 10 de julho. No campo desportivo, a RTP também adquiriu os direitos para transmitir as cerimónias de abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, bem como 200 horas dos diversos jogos e modalidades, avança o jornal Público.  

Como se vê, tudo conteúdos importados. Resta saber qual o lugar reservado para a criatividade, originalidade e inovação nacional na RTP. E, já, agora, haverá algum programa de música com os artistas/bandas possam cantar ao vivo os seus temas originais? Aguardemos a próximas notícias da estação pública portuguesa...


Esta e outras notícias também no nosso Facebook e Twitter. Visite já!
Fonte: RTP, DIÁRIO DE NOTICIAS, PÚBLICO, A TELEVISAO/ Imagem:GOOGLE

Portugal: Hugo Andrade afastado da direção de programas da RTP

A nova administração da RTP exonerou a direção de programas do canal, presidida por Hugo Andrade. Daniel Deusdado é o homem que se segue.

Hugo Andrade foi exonerado da direção de programas da RTP1. A nova administração da empresa, liderada por Gonçalo Reis, resolveu mexer em várias equipas da estação. Para além da direção de programas, também na informação, na rádio, na RTP2 e nos canais internacionais houve mudança de cadeiras.

Para ocupar o lugar agora vago, a equipa de Gonçalo Reis recrutou Daniel Deusdado, jornalista e sócio da produtora Farol de Ideias. Deusdado vai gerir os programas da RTP1 e ainda a RTP Informação e RTP Internacional. A nova administração considera que é preciso trabalhar melhor para as diversas comunidades, mudar grelhas, horários e conteúdos. Quer ter naquele canal “o melhor do audiovisual português, com filmes, séries e documentários” e ao nível da informação há uma ligação lógica ao canal noticioso, através do multimédia e online, para os novos emigrantes portugueses.

O diretor de programas da RTP1 tem sempre a palavra final no que toca às decisões relativas ao Festival da Canção e à Eurovisão. Hugo Andrade chegou a dizer que o Festival era uma das prioridades da RTP e era também um dos mais acérrimos defensores da língua portuguesa no certame. A ver vamos se a nova direção de programas irá impor algumas alterações já para este ano...

Esta e outras informações também no nosso Facebook. Visite já!
Fonte: Público; ESCPortugal / Imagem: DN

A NÃO PERDER...

TOP
© Todos os direitos reservados
Criado por Envato Personalizado por ESC Portugal - PG, 2022.