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[ZONA DE DISCOS #122] Céline Dion - "Courage"
Todas as semanas no ESCPORTUGAL, a crítica aos álbuns editados por artistas que participaram no concurso Eurovisão da Canção e/ou seleções nacionais ao longo dos anos.
Esta semana, a análise recai no novo disco de Céline Dion.
O responsável da rubrica é Carlos Carvalho.
Esta semana, a análise recai no novo disco de Céline Dion.
O responsável da rubrica é Carlos Carvalho.
Lançamento: 15 de novembro de 2019
Nota: 6/10
É o aguardado regresso de Celine
Dion aos álbuns em inglês. “Courage” sucede a “Loved Me Back to Life” (2013) e
o título não se limita a transmitir apenas uma atitude psicológica positiva.
Mesmo os não apreciadores do trabalho de Céline Dion dificilmente não terão
conhecimento das importantes perdas pessoais pelas quais a imortal voz do “Titanic”
passou. Contudo, René Angélil era mais
do que o companheiro de Céline, sendo também o pilar e motor da sua carreira. Assim,
já sem nada para provar ao mundo da
música, é necessária uma boa dose de coragem para, aos 51 anos, recomeçar um
percurso que, em muitos aspectos, como a própria artista afirma na entrevista
abaixo, é quase como começar uma nova carreira.
Imperfections (Official Video)
Courage (Official Video)
Temas destacados
por Carlos Carvalho
A ver
“Courage” é confessional, é pessoal,
e embora não represente nenhuma tentativa desesperada para fazer de Céline o
nome mais sonante da pop atual, há uma preocupação em estar no compasso sonoro
de 2020, não querendo passar ao lado da contemporaneidade. Em bom rigor, essa
parece ter sempre sido uma preocupação de Céline Dion e da sua equipa. Ao
relembrar os álbuns “Unison” (1990), “D'eux” (1995) ou até mesmo os singles “That's
the Way It Is” (2000) e “Incredible” (2014), todos eles denunciam a época em
que foram originados.
Desta vez, nos créditos é possível encontrar
nomes como David Guetta, Sia, e uma série de compositores e produtores de
origem sueca que conseguem, como ninguém, dar aquele toque fresco e agradável a
melodias pop.
Como álbum, “Courage” é um regresso
decente. “Flying on my own”, o tema que abre o disco, é uma boa surpresa dance,
mas no seu todo é apenas um álbum morno com alguns momentos interessantes. Se o
tema “Courage” vai ao encontro do reportório mais tradicional de Céline Dion, “Change
my mind” faz uma ponte entre o “clássico” e o novo. “Look at us now” carrega
uma sonoridade que traz remanescência de Roxette e “How Did You Get Here”
destaca-se pela leve lembrança dos anos 60. No entanto, não ficamos com a
sensação de estarmos perante um álbum indispensável da atual pop. Até o single “Imperfections”
vale mais pelo vídeo do que pela música.
A nível de sugestões, se já
destacámos o início do álbum – “Flying on my own” – o final merece nota
individual. “Perfect goodbye” é dos temas mais fortes do novo conjunto de
canções. Curiosamente, os outros dois temas que nos pareceram mais pujantes não
se encontram na versão regular, mas sim na “Deluxe edition”, valendo assim a pena
adquirir a versão alargada do álbum. “Heart of glass” e “Boundaries” são as
nossas grandes sugestões.
A nível comercial, “Courage” foi,
na primeira semana, um mega sucesso em praticamente todo o mundo, destacando-se
o #1 nos EUA e #2 no Reino Unido, embora tenha registado uma queda vertiginosa
na segunda semana, pela terras do Tio Sam, passando do #1 para fora do top 100
em apenas sete dias. Em Portugal, para já, conta com quatro semanas no nosso
top 50, sendo o seu percurso o seguinte: 5-21-36-46.
Temas promocionais
Flying On My Own (Official Lyric Video)
Imperfections (Official Video)
Courage (Official Video)
Temas destacados
por Carlos Carvalho
“Heart of glass” e “Boundaries”
Alinhamento
Flying on my own
Lovers never die
Falling in love again
Lying Down
Courage
Imperfections
Change my mind
Say yes
Nobody’s watching
The chase
For the lover that I lost
Baby
I will be stronger
How Did You Get Here
Look at us now
Perfect
goodbye
(Deluxe Edition)
Best of all
Heart of glass
Boundaries
The hard way
(Japanese bonus track)
Soul
A ver
Céline Dion - Flying On My Own (Live from Las
Vegas)
GMB Meets Celine Dion - World Exclusive, Full
Uncut Interview | Good Morning Britain
Celine Dion
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Lys Assia
Suíça
Lys Assia, a vencedora do primeiro Festival Eurovisão da Canção (ESC) em 1956, desfolhou o livro de memórias em entrevista ao Dukascopy TV. Da entrevista, que pode ver um vídeo em baixo, destaca-se a seguinte frase: "Céline Dion apenas participou no Festival de 1988 porque eu tinha um contrato na América. Se assim não fosse, teria sido eu a representar a Suíça de novo".
Registe-se que Céline Dion ganhou a final nacional de 9 canções com "Ne partez pas sans moi" e acabaria por ganhar a Eurovisão da Canção, sediado em Dublin.
Suíça: Lys Assia revela que Céline Dion a substituiu no Festival Eurovisão 1988
A primeira vencedora do Festival Eurovisão da Canção revelou, em entrevista, que Céline Dion foi a segunda escolha para representar o país em 1988.
Lys Assia, a vencedora do primeiro Festival Eurovisão da Canção (ESC) em 1956, desfolhou o livro de memórias em entrevista ao Dukascopy TV. Da entrevista, que pode ver um vídeo em baixo, destaca-se a seguinte frase: "Céline Dion apenas participou no Festival de 1988 porque eu tinha um contrato na América. Se assim não fosse, teria sido eu a representar a Suíça de novo".
Registe-se que Céline Dion ganhou a final nacional de 9 canções com "Ne partez pas sans moi" e acabaria por ganhar a Eurovisão da Canção, sediado em Dublin.
Veja a entrevista de Lys Assia e recorde a atuação de Céline Dion em Dublin em 1988:
Fonte: DUKASCOPY TV, ESCPORTUGAL / Imagem: GOOGLE /Vìdeo: YOUTUBE
Celine Dion
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Suíça
[VÍDEO] Céline Dion imita Cher, Sia e Rihanna no programa de Jimmy Fallon
O programa americano "The Tonight Show" com Jimmy Fallon, revelou mais um talento da cantora Celine Dion: a arte de imitação.
Céline Dion impressionou os milhões que assistem ao programa americano "The Tonight Show" com imitações bem humoradas de diversos cantores, nomeadamente de Cher, Sia, Rihanna e Michael Jackson. A cantora, de 48 anos de idade e vencedora do Festival Eurovisão da Canção em 1988, levantou a plateia ao dançar "Work", de Rihanna.
A participação divertida de Dion no jogo 'Wheel Of Musical Impressions' recebeu muitos elogios dos fãs, que comemoraram o bom humor da cantora após os últimos anos dolorosos da sua vida.
Ao Vivo
Bérci Arena
Celine Dion
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Suíça
Celine Dion protagonizou um concerto em Paris no passado dia 6, para gaudio dos fãs que não quiseram perder esta oportunidade de ver a diva na Europa. Luís Florindo esteve presente no concerto e traz-nos o seu relato especialmente para o ESCPORTUGAL.
[AO VIVO] Celine Dion esgotou 9 concertos em Paris
Celine Dion protagonizou um concerto em Paris no passado dia 6, para gaudio dos fãs que não quiseram perder esta oportunidade de ver a diva na Europa. Luís Florindo esteve presente no concerto e traz-nos o seu relato especialmente para o ESCPORTUGAL.
Celine Dion em Paris. Uma grande cantora com uma sala esgotada. Não se pode pedir mais. Ou até se pode. Tudo isto na primeira fila, a apenas alguns metros da diva. É um regresso à Europa com uma “mini tour” à semelhança da que realizou em 2013. A provar a popularidade da cantora estavam previstos quatro concertos mas realizou ao todo nove, com casas esgotadas de 20 mil pessoas, na Bércy Arena. A cantora esteve na Bélgica e vai atuar durante o verão no Canadá, o país natal. Celine faz um hiato da sua residência no Colosseum at Caesars Palace, em Las Vegas.
Habituada à big band que a acompanha, desta feita tinha em palco uma orquestra de 30 elementos. O reportório foi dedicado ao público francófono mas não esquecendo os sucessos em inglês que lhe deram notoriedade. Alguns dos temas foram um tributo à memória de René Angelil, marido da cantora, que faleceu em janeiro. O espetáculo abriu com “Trois heures vingt”, a canção favorita daquele que foi o mastermind por detrás do sucesso astronómico da voz que ganhou a Eurovisão, em 1988.
Um dos maiores aplausos da noite foi para “Pour que tu m’aimes encore” que saiu do álbum “D’eux”, o mais vendido da história da música em língua francesa. As músicas interpretadas atravessaram as mais de três décadas pelas quais se estende a sua carreira. Algumas delas gravadas nos anos oitenta foram recordadas num momento acústico, apenas com alguns músicos em palco. Celine lembrava as noites passadas a cantar à volta da lareira com a família, da qual é a mais nova de 14 irmãos.
A cantora esteve duas horas em palco sem ter saído ou mudado de indumentária, sempre a atuar de forma irrepreensível canções como “My heart will go on” ou “Because you loved me”. De salientar que tudo que dizia ao público estava escrito em teleponto, contudo fazendo sempre questão de manter contacto visual e responder ao que o público lhe gritava de forma carinhosa.
Momentos de grande energia foram protagonizados ao interpretar “River deep, mountain high” e “Dans un autre monde”, canções mais ritmadas. Naturalmente nota-se no olhar a tristeza e o luto de quem perdeu alguém tão importante, mas Celine sente que “The show must go on”. Cantou também “Purple Rain” como homenagem a Prince. Canções recebidas com grandes ovações a contribuir para esta experiência única.
A carreira da cantora tem um álbum em francês e em inglês a aparecerem no mercado nos próximos seis meses. A residência em Las Vegas está para continuar até, pelo menos, 2019.
Habituada à big band que a acompanha, desta feita tinha em palco uma orquestra de 30 elementos. O reportório foi dedicado ao público francófono mas não esquecendo os sucessos em inglês que lhe deram notoriedade. Alguns dos temas foram um tributo à memória de René Angelil, marido da cantora, que faleceu em janeiro. O espetáculo abriu com “Trois heures vingt”, a canção favorita daquele que foi o mastermind por detrás do sucesso astronómico da voz que ganhou a Eurovisão, em 1988.
Um dos maiores aplausos da noite foi para “Pour que tu m’aimes encore” que saiu do álbum “D’eux”, o mais vendido da história da música em língua francesa. As músicas interpretadas atravessaram as mais de três décadas pelas quais se estende a sua carreira. Algumas delas gravadas nos anos oitenta foram recordadas num momento acústico, apenas com alguns músicos em palco. Celine lembrava as noites passadas a cantar à volta da lareira com a família, da qual é a mais nova de 14 irmãos.
A cantora esteve duas horas em palco sem ter saído ou mudado de indumentária, sempre a atuar de forma irrepreensível canções como “My heart will go on” ou “Because you loved me”. De salientar que tudo que dizia ao público estava escrito em teleponto, contudo fazendo sempre questão de manter contacto visual e responder ao que o público lhe gritava de forma carinhosa.
Momentos de grande energia foram protagonizados ao interpretar “River deep, mountain high” e “Dans un autre monde”, canções mais ritmadas. Naturalmente nota-se no olhar a tristeza e o luto de quem perdeu alguém tão importante, mas Celine sente que “The show must go on”. Cantou também “Purple Rain” como homenagem a Prince. Canções recebidas com grandes ovações a contribuir para esta experiência única.
A carreira da cantora tem um álbum em francês e em inglês a aparecerem no mercado nos próximos seis meses. A residência em Las Vegas está para continuar até, pelo menos, 2019.
Fonte e imagem: LUIS FLORINDO / ESCPORTUGAL
Celine Dion
Céline Dion
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Whitney Houston
Foi transmitido na passada sexta-feira na televisão americana CBS o especial "We Will Always Love You: A Grammy Salute to Whitney Houston" onde Celine Dion cantou "The Greatest Love Of All", um dos temas mais populares da galardoada cantora Whitney Houston.
O espetáculo foi promovido pela Academia Nacional de Artes e Ciências e pela CBS, sete meses após a sua morte precoce. Vários artistas juntaram-se, assim, para prestar tributo a Whitney Houston, entre as quais Celine Dion, que, recorde-se, ganhou o festival Eurovisão em 1988 representando a Suiça.
[VIDEO] Veja a atuação de Celine Dion no tributo a Whitney Houston
Foi transmitido na passada sexta-feira na televisão americana CBS o especial "We Will Always Love You: A Grammy Salute to Whitney Houston" onde Celine Dion cantou "The Greatest Love Of All", um dos temas mais populares da galardoada cantora Whitney Houston.
O espetáculo foi promovido pela Academia Nacional de Artes e Ciências e pela CBS, sete meses após a sua morte precoce. Vários artistas juntaram-se, assim, para prestar tributo a Whitney Houston, entre as quais Celine Dion, que, recorde-se, ganhou o festival Eurovisão em 1988 representando a Suiça.
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Fonte: CBS e YOUTUBE / Imagem: GOOGLE
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HELENA PAPARIZOU (GRÉCIA 2005)
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Fonte: JanelaESC; EscXtra; Imagem: Google
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