A Hungria elegeu, a 12 de abril, a composição da Assembleia Nacional, com Péter Magyar, do partido TISZA, a conquistar 136 dos 199 lugares, colocando assim um ponto final à governação de dezasseis anos de Viktor Orbán, que concorreu pelo partido Fidesz. A situação foi acompanhada fervorosamente pela comunidade eurovisiva, devido às declarações do político no verão: "A Eurovisão é uma plataforma europeia que nos permite mostrar a nossa cultura e o nosso talento musical ao mundo. A Hungria precisa de estar presente nesse palco novamente e aproveitar o seu potencial artístico".
E a promessa (ou a intenção) de colocar novamente a Hungria no Festival Eurovisão aparenta ser para cumprir com Péter Magyar a falar sobre o assunto à ZIB, frisando que dará as instruções necessárias aos ministérios responsáveis para iniciar o processo de regressar ao Festival Eurovisão: "Vou instruir o ministro ou o vice-ministro da Cultura a examinar minuciosamente as oportunidades para o regresso da Hungria ao Festival Eurovisão. Não faz sentido não participar num concurso como este".
De realçar que a retirada da Hungria do Festival Eurovisão, que participou pela última vez em 2019, nunca foi oficialmente explicada pela emissora húngara MTVA. Contudo, a imprensa avançou na época que a saída do concurso foi uma decisão do governo de Viktor Orbán, tendo sido inclusive avançado que a explicação foi que a competição era "muito gay".

Sem comentários
Enviar um comentário