O deputado Pedro Frazão criticou, nas redes sociais, a votação do júri português na Final do Festival Eurovisão 2026, descrevendo-o como "bolha esquerdoida da RTP". Contudo, a publicação foi acompanhada de uma imagem marcada por vários erros.
O deputado Pedro Frazão, vice-presidente do Chega, usou as redes sociais para criticar a votação do júri de Portugal no Festival Eurovisão 2026, depois do painel de sete personalidades portuguesas ter colocado Israel fora dos pontuados (17.º) ao contrário do público português que deu 12 pontos à canção defendida por Noam Bettan.
"Israel, a Eurovision e o choque entre elites mediáticas e opinião popular na Europa!
Enquanto as elites mediáticas tentam vender uma Europa rendida ao wokismo e ao islamismo, os povos falaram. Na final da Eurovision Song Contest 2026, vários países europeus votaram massivamente em Israel no televoto. Até em países com forte presença muçulmana houve apoio grande popular a Israel, num sinal óbvio de rejeição do extremismo antissemita e da propaganda islamo-esquerdista.
E nós em Portugal, então, demos uma lição monumental. O júri português ligado à RTP deu ZERO pontos a Israel. Zero!! Mas quando votou o povo português, Israel ficou em 1.º lugar no televoto nacional. Levaram os 12 pontos!
Isto mostrou (outra vez!) o abismo entre o país real e a bolha ideológica instalada em certos meios culturais e televisivos. A RTP e os seus comentadeiros podem tentar impor a narrativa que quiserem, mas os portugueses comuns mostraram que não alinham nesta na demonização constante de Israel.
Ora, enquanto a pseudo-elite wokista distribui falsos moralismos nas antenas pagas pelo contribuinte, o contribuinte vota na única democracia do Médio Oriente. 🇮🇱 BEEEMMMMM!!!
O povo português deu 12 pontos.
A bolha esquerdoida da RTP deu zero.
E depois admiram-se por já terem perdido o país real. 💥"
- A Noruega, Polónia e Chéquia estiveram a concurso no Festival Eurovisão 2026, inclusive apuraram-se para a Grande Final;
- A Hungria, a Eslováquia e a Bósnia-Herzegovina não boicotaram a edição deste ano, estando de fora há vários anos do concurso;
- Os Países Baixos boicotaram o evento, logo os 12 pontos do público não foram atribuídos a Israel, nem a Macedónia do Norte, que não participa desde 2022, atribuiu os 12 pontos a si própria;
- Não é permitido votar nos próprios países, nem tão pouco atribuir a pontuação máxima, ao contrário do que o mapa indica relativamente à Grécia, Albânia, Montenegro, Sérvia, Bulgária, Roménia, Moldávia, Finlândia, Suécia, Ucrânia, Lituânia, Letónia, Estónia, Áustria, Suíça e Malta;
- A Alemanha atribuiu os 12 pontos a Israel: contudo, o mapa apresentado representa a Alemanha repartida em dois, com uma das partes a atribuir os doze pontos à Chéquia, país que ficou em 21.º lugar no televoto alemão;
- Os 12 pontos do público de Itália foram entregues à Moldávia e não a São Marino, país que nem marcou presença na Grande Final e que, na semifinal, apenas recebeu 8 pontos do televoto italiano;
- Israel foi o favorito de seis países na Grande Final - Azerbaijão, Finlândia, França, Alemanha, Portugal e Suíça - ao contrário do que indica o mapa. Os 12 pontos do Reino Unido, Bélgica e Dinamarca rumaram à Bulgária, tendo atribuído 10, 8 e 2 pontos, respetivamente, a Israel. Por sua vez, os 12 pontos cipriotas rumaram à Grécia, com Israel em terceiro lugar no televoto cipriota, enquanto a Austrália foi o único país que não deu pontos a Israel no concurso (nem no público nem no júri), com "Michelle" em 20.º no televoto australiano.

Esse Pedro Frazão deveria ter pimenta na língua e voltar para a escola para aprender melhor a geografia em vez de pedir ajuda à inteligência artificial para fazer um mapa muito mal feito.
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